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07/03/12 Encontro nacional dos dirigentes sindicais do Banco do Brasil


Edson Luis do Vale e Odilon Carlos de Oliveira (Maringá), João Haroldo Ruiz Martins (Federação), Carlos Kravicz (Ponta Grossa), Lourenço Ferreira do Prado (CONTEC), Gladir Basso (Federação), Lúcio Koba (Pato Branco) Antonio Ribas Maciel Jr (Cascavel) e Vanderlan Polsaque (Maringá)

Realizou-se nos dias 6 e 7 de março, em São Paulo, a Reunião Nacional dos Dirigentes Sindicais do Banco do Brasil, organizada pela Contec - Confederação Nacional dos Empregados das Empresas de Crédito, tendo como pauta:

1. atuação nas bases sindicais;
2. troca de informações, sugestões e preparação para as negociações com o banco;
3. temas relacionados com o Banco do Brasil, jornada de 6 horas, assédio moral e extrapolação da jornada de trabalho;
4. liberação de dirigentes sindicais.

O evento teve por objetivo trazer a debate assuntos relacionados à liberação de dirigentes sindicais; atuação destes nas bases sindicais; troca de informações, sugestões e preparação para as negociações com o banco; informações sobre competência para incrementar ações de cumprimento e demais assuntos trazidos pelos participantes.

Primou-se pelo aprofundamento a respeito do trabalho dos dirigentes sindicais na organização do funcionalismo do Banco do Brasil, visando sempre garantir avanços e inibir a extrapolação da jornada de trabalho, o assédio moral, as metas abusivas e outros problemas relacionados com o funcionalismo.

A discussão central, no entanto, foi à troca de informações e preparação para as negociações com o banco, principalmente no cumprimento do Acordo Coletivo de trabalho firmado entre a Contec e BB, onde vários temas de suma importância foram deixados para serem tratados nas mesas temáticas, fato que infelizmente não vem acontecendo, entre tantas, enfatizamos a jornada de 6 horas.

Outra questão que mereceu destaque foi à cessão de dirigentes sindicais, visto que o Banco em vez de estimular o aumento dos dirigentes, responsáveis pelas aspirações e reivindicações do funcionalismo, vem na contramão da história ameaçando reduzir o número de dirigentes liberados, tendo, inclusive, já solicitado a volta ao trabalho dos dirigentes oriundos da Nossa Caixa Nosso Banco, instituição incorporada pelo BB. 

Lamentamos que a atual diretoria do BB vem negando-se a substituir as vagas deixadas pelos dirigentes em razão de aposentadoria, demissão ou falecimento, com objetivo de que o número de empregados cedidos à Contec sofra redução permanente.

A Diretoria da Contec e das Federações presentes ao evento manifestaram repúdio à atitude da diretoria do BB, que na realidade representa discriminação e tentativa de enfraquecimento das entidades sindicais não alinhadas com a ideologia do partido dominante no governo.

Assim, a diretoria da Contec comprometeu-se a tomar todas as medidas necessárias no sentido de incrementar, ou no mínimo lutar pela permanência de todos os dirigentes liberados em suas atividades sindicais, entendendo a importância do trabalho desses companheiros na defesa dos direitos dos funcionários do Banco.

O presidente da Federação dos Bancários do Paraná, Gladir Basso, conclamou todos os dirigentes do BB a engajar-se com total força e empenho junto às entidades para as quais se encontram liberados, na defesa diária e permanente dos direitos do funcionalismo do Banco do Brasil, que em parceria com o funcionalismo tem um passado glorioso de lutas e avanços significativos de conquistas para a classe, demonstrando assim a seriedade do trabalho, motivo de orgulho ao sindicalismo brasileiro.

14/11/2011 08:32 BB: conquista da campanha, retroatividade da pontuação da carreira de mérito já está disponível no sistema pessoal
Acertos de setembro e outubro serão pagos no próximo pagamento do dia 20
Conquista da Campanha Nacional 2011, a carreira de mérito representou reajustes entre 10% e 20% para milhares de bancários do BB e o fortalecimento das verbas fixas para outros milhares de trabalhadores. Neste ano, a categoria conquistou o reajuste do valor dos méritos e a retroatividade da pontuação para comissões exercidas desde 1998.

Cada mérito alcançado representa fortalecimento das verbas fixas e diminuição da verba variável CTVF.

"Com o acumulo de pontos desses nove anos que não estavam inclusos na contagem, milhares de bancários avançaram vários níveis na carreira de mérito, fortalecendo o salário base e diminuindo o tamanho da verba variável CTVF no espelho do trabalhador do BB", explica o secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato dos Bancários de Brasília, Rafael Zanon, também funcionário do BB.

Quando combinamos o PCR (soma das verbas VP, VCP de VP, ATS e VCP-I e M) + PC (AF + ATFC) + gratificação 25 % ≤VR (valor de referência da função), a verba CTVF equaliza a operação. Cada M conquistado diminuirá na mesma proporção o valor da verba CTVF.

Cada mérito representa aumento no salário bruto para quem não tem a verba CTVF no espelho. O CTVF é um verba variável que compõe a remuneração de vários comissionados.

Para esses milhares de trabalhadores que não têm a verba CTVF no espelho, cada nível de mérito alcançado representou reajuste no salário bruto, ou seja, dinheiro no bolso. Nesse rol encontram-se os assistentes de agência, CSO, CSL, atendentes e os funcionários que recebem valores de Vencimento Padrão (VP), mérito, VCP de VP e ATS (anuênio) suficientes para que, somados com as verbas da comissão (AF e ATFC) e com a gratificação semestral, atinjam o valor de referência da função (VR) sem a necessidade da verba de complementação CTVF.

Quando totalizamos PCR (soma das verbas VP, VCP de VP, ATS e VCP-I e M) + PC (AF + ATFC) + gratificação 25 % ≥ VR, cada M alcançado trará aumento no salário bruto.

Entenda as verbas remuneratórias dos funcionários do Banco Brasil.

Verbas/Espelho Síntese (antigo LIC 505 - 0005: REMUNERAÇÃO)
10 VENCIMENTO PADRÃO - VP Refere-se a CATEGORIA "E". Tabela de VP do E 01 ao E 12. VCP - Vantagem de Caráter Pessoal incorporadas ao piso em virtude de alterações realizadas na política de pessoal ao longo do tempo. Depende da data de posse do funcionário.
12 VCP/ATS - ADIC TEMPO SERV - I
13 VCP - VENCIMENTO PADRÃO - VP
10 VENCIMENTO PADRÃO - VP
130 GRATIFICAÇÃO SEMESTRAL Incide sobre o VP, VPC, ABF, ATFC, horas extras, abono habitualidade, adicionais de trabalho noturno, de periculosidade e por insalubridade e VCP de: VP, ATS, hora extra sobre VP, adicional de trabalho noturno sobre VP e adicional de periculosidade sobre VP.
288/394 GRATIFICAÇÃO DE CAIXA Refere-se a gratificação para ocupação da função de caixa.
  ABF - ADIC. BÁSICO DE FUNÇÃO É a comissão. Remuneração pelo exercício da função comissionada. O ABF-Compl- refere-se ao artigo 224 da CLT. Verba destinada a complementar os adicionais de função, nos casos em que o somatório do ABF com o ATFC for inferior a um terço dos proventos de Escriturário, do empregado investido em função comissionada com jornada de oito horas.
  ATFC - AD. TEMP. FATORES/COMI É a verba destinada a remunerar as comissões de oito horas.
  CTVF - COMPL. TEMP. VAR. FUNC. Corresponde à diferença entre o Valor de Referência, conforme tabela do sistema ARH 10-02-07, e o somatório do VP, VCP de VP, AN, VCP de AN, ABF; ATFC e gratificação semestral.
  VR Piso de remuneração das comissões >> Soma de todas as verbas = Salário Base(Piso) + ABF + ATFC + CTVF(quando for o caso).

Reajustes no piso e no mérito fortalecem o salário de todos
A conjugação de aumento no piso e no mérito fortalece o Plano de Cargos e Remuneração (PCR) de todos os bancários e diminuem a verba variável CTVF. Toda comissão no BB apresenta um Valor de referência (VR), que é o mínimo que o bancário deve receber pelo exercício desse cargo.

Quando um bancário é comissionado, ele traz consigo várias verbas fixas (PCR), que dizem respeito à sua história na empresa. Se a soma dessas verbas fixas (PCR), das verbas da comissão (AF e ATFC) e da gratificação semestral não atingir o valor de referência da comissão (VR), então surge a verba variável CTVF para complemento. Cada valor de mérito conquistado diminui o valor do CTVF para quem a possui e traz aumento no salário bruto para quem não a possui.

Com o reajuste de 10% sobre o piso, que passa a R$ 1.760, o aumento real de 2,43% impacta em toda a curva do PCR. Cada M (mérito) passa a valer R$ 97,45 com o aumento real de 2,43%. Confira, abaixo, as tabelas. (Fonte: SEEB Brasília -  Rodrigo Couto)

Plano de Cargos e Remuneração

Tabela por Antiguidade 

A1  

1.760,00 

A2  

1.812,80  

A3 

1.867,18  

A4 

1.923,20  

A5 

1.980,90  

A6 

2.040,32  

A7 

2.101,53  

A8 

2.164,58  

A9 

2.229,52  

A10 

2.296,40  

A11 

2.365,29  

A12 

2.436,25  

Plano de Cargos e Remuneração 

Promoção por Mérito 

M1   97,45    M14  1.364,30 
M2   194,90    M15  1.461,75 
M3  292,35    M16  1.559,20 
M4  389,80    M17  1.656,65 
M5  487,25    M18  1.754,10 
M6  584,70    M19  1.851,55 
M7  682,15    M20  1.949,00 
M8  779,60    M21  2.046,45 
M9  877,05    M22  2.143,90 
M10  974,50    M23  2.241,35 
M11  1.071,95    M24  2.338,80 
M12  1.169,40    M25  2.436,25 
M13  1.266,85       

19/08/2011 12:30 Reunião da Federação dos Bancários do Paraná e Sindicatos com a CASSI


Reunião entre representantes do movimento sindical com a CASSI


Presidente da Federação dos Bancários do Paraná, Gladir Basso, entrega resultado da pesquisa de satisfação da CASSI à diretora executiva, Maria das Graças

Representantes da Federação dos Bancários do Paraná e de sindicatos filiados estiveram reunidos na tarde do dia 17  de agosto com as representantes da Cassi, Maria Helena (Gerente Regional) e Maria das Graças, diretora executiva de saúde e rede de atendimento.

O encontro, solicitado pela Federação dos Bancários do Paraná, teve por objetivo entregar à Diretora Maria das Graças o resultado da pesquisa de satisfação com os serviços da Cassi, realizada pelos sindicatos filiados, assim como debater pessoalmente os problemas relatados pelos funcionários do Banco do Brasil nas cidades do interior do Estado do Paraná.

A diretora Maria das Graças admitiu que há problemas, principalmente nas cidades do interior de todo o país, no que diz respeito a credenciamento de médicos, citando, como exemplo, as cidades de União da Vitória, Ivaiporã, Cianorte e Foz do Iguaçu. 

Disse que, no entanto, tal dificuldade decorre da resistência, principalmente dos melhores profissionais de cada região, de aderir ao plano, posto que ao atingir um determinado nível de especialização e fama, esses médicos não mais se sujeitam a atender a associados de planos, pois contam com grande número de clientes particulares.

Ainda, argumentou que o crescente custo de novos tratamentos, resultante de novas tecnologias empregadas, impactam o orçamento da Cassi, visto que sua receita é diretamente vinculada ao valor dos salários dos funcionários do Banco, os quais são praticamente apenas corrigidos pela inflação. Quanto ao valor pago por consulta, de R$ 54,00, que esse valor não estaria abaixo da média do valor pago pela grande maioria dos planos de saúde.

Como solução para a dificuldade de credenciamentos, Maria das Graças destacou o lançamento do projeto denominado de "Agente Facilitador", o qual já fora implantado com grande sucesso na cidade de Santa Cruz do Sul (RS). Tal projeto constitui em um trabalho de campo, através do qual os associados da Cassi, como maiores interessados, buscam, através do relacionamento social com os profissionais da região, convencê-los a credenciar-se ao Plano, auxiliando inclusive nos procedimentos práticos para transpor as eventuais dificuldades operacionais do credenciamento. Referido projeto está sendo difundido para todo o país e, dentro em breve será melhor explicado.

Representando a Federação dos Bancários do Paraná e respectivos sindicatos, Gladir Basso manifestou-se no sentido de que, a partir do panorama exposto, todos deveremos trabalhar, a partir de agora, para que o Banco do Brasil, que explora e lucra com o trabalho dos seus funcionários, muitas vezes causando-lhes doenças que decorrem principalmente do estresse a que são submetidos pelas incessantes e inatingíveis metas de trabalho, seja compelido a contribuir financeiramente de forma mais acentuada para com a Cassi

Gladir Basso disse ser inconcebível que uma empresa como o Banco do Brasil, que apresenta bilhões e bilhões de lucros ano após ano, às custas do trabalho de seus empregados, deixe seus funcionários à mercê de um atendimento médico cada vez pior, sem bons médicos credenciados, sem clínicas de qualidade em suas regiões, e, muitas vezes, sem um atendimento mínimo e satisfatório em sua cidade.

Maria das Graças reforçou o entendimento de Gladir Basso, sugerindo que sejam incluídas na próximas negociações salariais a reivindicação de maiores repasses financeiros do BB para a Cassi, pois o Banco do Brasil deixou de ser aquele banco de outrora, que preocupava-se com o lado social e que não vai, de forma espontânea, melhorar sua contribuição à Cassi.

Gladir Basso entregou, em mãos, à Diretora Maria das Graças, todas as folhas de pesquisa realizada junto aos funcionários do BB pelos Sindicatos de Cascavel, Cianorte, Foz do Iguaçu, Goioerê, Pato Branco e Ponta Grossa.

Os representantes dos Sindicatos dos Bancários de Cianorte (Jefferson Gome e Josué Lopes) , de Pato Branco (Lúcio Koba), de Maringá (Edson Luiz e Odilon), de Ponta Grossa (Carlos Kravicz) também estiveram presentes ao evento e apresentaram sugestões, questionamentos e reclamações dos funcionários de suas respectivas bases. (Fotos: Marcos Martins)


Jefferson e Josué (esquerda) e representantes da CASSI


João Haroldo, Odilon, Maria das Graças, Gladir Basso e Edson


Carlos Kravicz, Maria das Graças, Maria Helena, Gladir Basso, além de
representantes da base do sindicato dos Bancários de Ponta Grossa


Odilon, Maria das Graças, Maria Helena, Gladir Basso e Edson


Maria das Graças, Maria Helena, Gladir Basso (expondo o resultado da pesquisa da CASSI), Lúcio Koba e João Haroldo

 

01/04/11 Implantado o Plano de Carreira e Remuneração – PCR no BB
O Banco do Brasil implantou, a partir do dia 31 de março, o Plano de Carreira e Remuneração – PCR do Banco do Brasil, em substituição ao atual PCS. Com o novo Plano estão previstas duas formas de promoção para os funcionários: por antiguidade (tabela ‘A’, em 12 níveis) e por mérito (tabela ‘M’, em 25 níveis).

PROMOÇÃO POR ANTIGUIDADE
No que diz respeito à promoção por antiguidade, o novo plano prevê 12 níveis (de A1 a A12), com valores equivalentes aos das categorias do PCS anterior (E1 a E12). A promoção será alcançada a cada três anos, exceto no caso do A1 para o A2, cujo intervalo será de 2 anos. A cada promoção, o valor do vencimento padrão (VP – salário inicial do BB) será reajustado em 3%.

A transição para a tabela de antiguidade do PCR será feita observando a equivalência entre os níveis de categoria atuais (E-1 a E-12) e os níveis da nova tabela (A-1 a A-12).

PROMOÇÃO POR MÉRITO
O parâmetro para a promoção por mérito será o exercício de comissões. Todos os funcionários terão uma pontuação diária, de acordo com a comissão exercida, e, a cada 1.095 pontos, avançam um nível na tabela de mérito. A pontuação diária de cada comissão é definida de acordo com o Valor de Referência (VR) da comissão, conforme tabela abaixo:

VR

Pontuação Diária*

Tempo para a promoção

Até R$ 4.056,10

1,0

3 anos

De R$ 4.056,11 a
R$ 6.760,17

1,5

2 anos

De R$ 6.760,18 a
R$ 13.520,33

3,0

1 ano

A partir de R$ 13.520,34

6,0

6 meses

* Serão consideradas todas as comissões exercidas em caráter efetivo ou de substituição, descontadas as ausências e afastamentos.

A tabela de adicionais por mérito possui 25 níveis. O incremento entre eles será de R$ 88,50, já incluída a gratificação semestral. Esse valor será somado às demais verbas pessoais do funcionário para composição do salário pessoal.

O principal objetivo e benefício do PCR é garantir a incorporação no salário pessoal, de parte do valor das comissões exercidas ao longo do tempo, aumentando a importância da remuneração pessoal frente aos adicionais vinculados à comissão.

Por se tratar de verba salarial pessoal e irredutível, o adicional por mérito vai incidir no cálculo de benefícios como vale transporte e PAS, além dos percentuais para cálculo do benefício da Previ.

A verba de adicional por mérito será paga de forma retroativa a setembro de 2010. Já a definição do nível de mérito para enquadramento no PCR foi feita levando em consideração a pontuação obtida pelo funcionário desde setembro de 2006.

Outras informações podem ser obtidas por meio das demais notícias, consultando a IN 362 e o arquivo de Perguntas e Respostas disponibilizado neste site. Em caso de dúvida, o questionamento deve ser enviado via Correrio Sisbb para a Gepes jurisdicionante. (Fonte: Negociação Coletiva BB)

BB apresenta ao movimento sindical proposta de PCR, conquista da Campanha Salarial de 2010
Uma das conquistas mais significativas para o funcionalismo do Banco do Brasil na Campanha Nacional de 2010 - o Plano de Carreiras e Remuneração (PCR) - voltou a ser assunto principal de mais uma rodada de negociação permanente entre as Entidades Sindicais, assessorada pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, e os representantes da instituição financeira. Iniciada na manhã desta quinta-feira (10), a reunião, encerrada por volta das 14h, também foi marcada pela apresentação do projeto das agências complementares. Os trabalhadores aprovam, com ressalvas, a chamada bancarização de comunidades e/ou municípios desassistidos por bancos públicos.

Na primeira parte da negociação, a segunda realizada este ano, os representantes do BB detalharam o PCR. Em slides, o banco apresentou um modelo de como será o extrato de pontuação por metas, que deve ser disponibilizado no Sisbb até 31 de março. De acordo com a instituição financeira, mediante o exercício de comissões, o funcionário terá uma pontuação diária para promoção por mérito. A cada 1.095 pontos, o bancário avança um nível na tabela por mérito. A pontuação diária de cada comissão é definida de acordo com o Valor de Referência (VR) da comissão.

O banco ainda não sabe ao certo quantos bancários serão beneficiados de imediato com a implantação do PCR. No entanto, estimamos que o plano impacte positivamente para mais de 20 mil pessoas de todo o país neste primeiro momento. Sabemos que não é o PCR de nossos sonhos, mas é o que foi possível ser viabilizado neste momento.

Os sindicalistas sustentaram o pedido de um adiantamento de valores com acerto na folha de abril próximo. O BB, porém, não admitiu a possibilidade desse pagamento.

Um dos negociadores do banco, José Roberto garantiu que a verba por mérito deve constar na folha de abril. Ao ser questionado pela CE sobre as dúvidas que surgirão em torno do PCR, o representante do BB admitiu a possibilidade de criar uma espécie de tira-dúvidas aos bancários. Ele não esclareceu se o canal de comunicação será por meio de e-mail e/ou de telefone. "Vamos montar um sistema para atender as dúvidas. Pode haver um grau de dúvida e de incerteza que será minimizado com nosso plano de comunicação", admitiu José Roberto.

Com o PCR, alguns bancários podem receber reajustes de até 15,6%. O incremento na folha será retroativo a setembro, data-base da categoria. É importante que os bancários chequem, em sua folha, se as comissões exercidas desde junho do ano passado estão devidamente detalhadas. A migração vai ser com base nessa informação. Quem perdeu ou abriu mão de comissão de 2006 para cá também será beneficiado na carreira de mérito.

Incorporados
Os bancários egressos dos bancos incorporados pelo BB serão incluídos no PCR, de acordo com os representantes do banco. Ao contrário dos demais funcionários concursados, que terão o seu histórico considerado desde 2006, os trabalhadores oriundos de outras instituições financeiras serão avaliados de forma diferente. O BB vai levar em conta o tempo a partir da migração desse segmento do funcionalismo. Pretendemos avançar nas negociações para que esses trabalhadores tenham os mesmos direitos dos demais. Levaremos as reivindicações para a mesa de negociação.

Agências complementares
Para cumprir a meta de o BB estar presentes em todos os 5.465 municípios do país até 2015, estabelecida ainda durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o banco apresentou aos bancários um resumo do projeto de implantação das agências complementares. O objetivo do banco é abrir 250 unidades até o final de 2011.

Apesar de aprovar a iniciativa de levar o banco aos pequenos municípios e, com isso, aumentar a inclusão bancária no país, a Comissão de Empresa vê problemas no plano de expansão. As preocupações da CE vão desde as metas, a segurança e ao número reduzido de funcionários por agência. O BB quer apenas dois bancários por unidade. O número é muito pouco e pode sobrecarregar um bancário quando o outro ficar doente, por exemplo. Além disso, já que esse é um projeto social da instituição, não deveria ser exigida lucratividade desses postos.

Perguntas e Respostas sobre a destinação do superávit da Previ

Banco do Brasil - Plano Odontológico
Todas as informações relativas ao Plano Odontológico do BB encontram-se disponíveis nos seguintes canais:

DISQUE BB DENTAL
Atendimento a Beneficiários e Clientes (SAC) - 0800 602 0001
Atendimento do Deficiente Auditivo e de Fala - 0800 602 2222

INTERNET
www.odontoprev.com.br/implantacao/bbdental

PERGUNTAS E RESPOSTAS

1. Quando poderemos usufruir a assistência odontológica? Já existe um prazo para implantação do plano aos funcionários?
R: O plano de assistência odontológica aos funcionários da ativa e seus dependentes diretos está previsto para entrar em vigor em 19/11/2010. E poderá ser utilizado imediatamente.

2. Quais serão os tipos de planos disponíveis?
R: O BB pagará integralmente as mensalidades do Plano Econômico para todos os funcionários da ativa e seus dependentes. Os Planos Executivo e Supremo serão disponibilizados em breve, mediante contribuições do funcionário.

3. Quais serão as coberturas incluídas no Plano de assistência odontológica para os funcionários BB (Plano Econômico)?
R: O Plano Econômico dará direito a todos os procedimentos de Clínica Geral, ou seja, Dentistica (restaurações), Odontopediatria (tratamento para crianças), Prevenção (limpeza), Radiologia (Raios-X), Periodontia (tratamento da gengiva), Cirurgia (extrações), Endodontia (tratamento de canal), Prótese Unitárias (para um único dente) de acordo com o Novo Rol da ANS, além das emergências e consultas.

4. Quais serão as coberturas incluídas nos Planos Executivo e Supremo?
R: Plano Executivo: todos os procedimentos do Plano Economico mais Prótese completa.
Plano Supremo: todos os procedimentos do Plano Executivo mais Ortodontia completa (colocação de aparelhos e manutenção mensal).

5. Quais dependentes terão direito ao plano de assistência?
R: Terão direito ao plano de assistência odontológico pago pelo BB os dependentes diretos cadastrados pelos funcionários obrigatoriamente nos aplicativos ARH e CLIENTES, adotados os mesmo critérios utilizados na definição dos dependentes para o Plano de Associados da Cassi, constantes no Art 12 do estatuto daquela Caixa de Assistência.

6. O Plano Odontológico para os funcionários será extensivo aos casais homoafetivos?
R: Sim, desde que o (a) companheiro (a) esteja cadastrado como dependente no Banco.

7. O Banco irá fornecer com gratuidade o plano Econômico para o funcionário. E se o funcionário quiser o plano Executivo ou Supremo? Poderá pagar a diferença?
R: O funcionário poderá aderir aos planos Executivo ou Supremo, ficando responsável pelo pagamento da diferença entre os valores da mensalidade desses planos e do BB Dental Econômico, que será custeado pelo Banco.
Cumpre destacar que a adesão do plano é individual, entretanto a sua cobertura é familiar. Assim, o funcionário que aderir ao plano Executivo ou Supremo, estará incluindo seus dependentes na nova modalidade. Portanto, haverá também o pagamento adicional dos dependentes.

8. O Plano Odontológico para os funcionários oferecerá atendimento em todo o país?
R: Sim. Este é um ponto importante que deve ser destacado. Houve a preocupação de escolher um parceiro que apresentasse capilaridade compatível com a atuação nacional do Banco do Brasil. Esta foi, inclusive, uma das condições para a escolha da empresa. A OdontoPrev possui a maior rede de dentistas do país, com mais de 16 mil credenciados que atuam em cerca de 1.300 cidades.

9. O pagamento do tratamento será feito pelo beneficiário com o devido reembolso ou o dentista receberá direto da Operadora?
R: Considerando que o dentista é credenciado da OdontoPrev, o pagamento será feito diretamente pela Operadora, não existindo nenhum desembolso por parte do beneficiário do plano., na realização de eventos cobertos.

10. Caso o meu dentista não faça parte da rede credenciada, ele poderá se credenciar?
R: Sim. O próprio funcionário pode indicar um dentista da sua preferência, que poderá tornar-se credenciado, desde que atenda aos critérios técnicos de seleção da OdontoPrev.

11. Na hipótese de o meu dentista não pertencer à rede da OdontoPrev, terei que procurar um credenciado?
R: Não será preciso. Para facilitar o atendimento, além dos dentistas credenciados, os beneficiários poderão realizar os tratamentos com qualquer profissional. Nesses casos, o pagamento será feito pelo usuário que será devidamente reembolsado, de acordo com a tabela OdontoPrev. Assim, se o valor do tratamento for superior ao preço constante na tabela, a diferença será de responsabilidade do usuário.
Cumpre destacar algumas vantagens de se utilizar a rede credenciada: a) facilidade operacional, uma vez que o dentista credenciado conhece todos os procedimentos para agilizar o atendimento; b) pagamentos são feitos direto pela operadora; c) acompanhamento por conta da OdontoPrev; d) garantia na qualidade do tratamento.

12. O funcionário que seja profissional da área poderá se credenciar?
R: Sim. Cumpre destacar que o credenciamento depende de aprovação da OdontoPrev, que analisa sob o aspecto técnico a inclusão dos novos dentistas na rede credenciada e da aceitação do dentista a ser credenciado e também da aceitação do profissional.

13. O plano odontológico a ser oferecido ao funcionalismo é igual ao plano da Anabb (OdontoAnabb)?
R: BB e Odontoprev estruturaram planos específicos para atender os anseios dos funcionários do Banco, observando vários critérios, entre eles: a quantidade de usuários e a previsão de sinistralidade, entre outros.

14. Os aposentados se beneficiarão do plano odontológico?
R: Inicialmente, o plano será estruturado apenas para os funcionários da ativa e seus dependentes diretos. É intenção do BB contemplar, futuramente, os aposentados.

15. Como foi o processo de escolha do parceiro estratégico para atuação no ramo odontológico?
R: Onze grandes empresas do segmento de planos odontológicos do país foram convidadas a participar de apresentação do modelo de parceria pretendido pelo BB. Destacaram-se os seguintes pressupostos para a escolha do parceiro ideal para o BB: a) estrutura capaz de atender satisfatoriamente às principais necessidades do BB e de seus funcionários em âmbito nacional; b) existência de uma rede credenciada de dentistas bem estruturada e com atuação nacional; c) não concorrência na venda de produtos de assistência odontológica entre os parceiros; d) tempo de atuação no ramo odontológico, trazendo ganhos de experiência e escala; e) gestão compartilhada entre BB e o parceiro estratégico, com indicação de membros para os Conselhos e Diretorias Executivas; e f) utilização exclusiva da marca Banco do Brasil nas soluções a serem disponibilizadas na Rede BB.

16. Porque a OdontoPrev foi a empresa escolhida?
R: Os pontos determinantes para a escolha da OdontoPrev foram: a) experiência comprovada pela sua liderança absoluta no mercado odontológico, com 4,4 milhões de beneficiários (fonte: ANS); b) histórico de crescimento sustentável e sólida estrutura de capital; c) flexibilidade para negociar cláusulas de saída da parceria; d) retorno de 75% ao BB do valor investido na nova Companhia, além das receitas oriundas de comercialização; e e) sua vasta rede credenciada, com mais de 16 mil dentistas, que permitirá prover os serviços desejados com qualidade e agilidade.

17. Os funcionários advindos de bancos recém incorporados também serão contemplados no plano odontológico para os funcionários?
R: Sim, todos os funcionários inclusive os incorporados e seus dependentes diretos serão contemplados pelo Plano, desde que estejam devidamente cadastrados nos aplicativos ARH e CLIENTES.

18. Aos associados do plano Cassi Família será dada a opção de adesão ao plano odontológico? E qual será o custo da adesão?
R: Foi priorizado o lançamento do plano para funcionários do BB. Em seguida, será estudada a melhor forma de atendimento às demandas advindas dos demais públicos, inclusive dos associados Cassi Família, para que a solução a ser implementada possa atender as necessidades de cada público.

19. Caso o funcionário não seja associado da Cassi, ele poderá aderir ao plano?
R: Sim. O plano odontológico está sendo estruturado de forma a incluir todos os funcionários do BB.

20. Está previsto algum desconto para planos de familiares de funcionários (não-dependentes)?
R: A OdontoPrev está finalizando os cálculos para se chegar aos preços dos planos a serem comercializados, que depende de vários fatores, entre eles, tipo de público, quantidade de participantes e previsão de sinistralidade.

21. Existe atendimento para emergências, em dias não úteis e horários alternativos?
R: Sim, previsto para todos os planos. As clínicas de emergência estão espalhadas em todo o território Nacional. Os atendimentos de emergência deverão ser realizados nestes pontos ou em caso de “encaixes” que poderão ocorrer em toda a rede credenciada.

22. Existe algum procedimento que requer autorização prévia?
R: Os procedimentos constantes no plano que o cliente optar não exigirão autorização prévia, com exceção da Prótese Dentária, por ser uma especialidade complexa. e ortodontia (somente a ficha inicial, não é preciso aprovação das manutenções mensais) A autorização será dada pela OdontoPrev.

23. Haverá participação da Cassi? De que forma?
R: Estão sendo realizados estudos para avaliar a melhor forma de atuação da Cassi na nova empresa

24. O plano oferecido ao público em geral será igual ao do funcionário?
R: Foi priorizado o lançamento do plano para funcionários do BB. Em seguida, será estudada a melhor forma de atendimento às demandas advindas dos demais públicos.

25. Haverá carência para o funcionário e para o público em geral? Será de forma diferenciada?
R: Com relação ao plano Econômico, não haverá carência para iniciar a utilização das coberturas. Em relação aos Planos Executivo e Supremo as condições serão divulgadas na ocasião do lançamento dos planos.Quanto aos demais clientes, a solução está sendo estruturada, tendo como premissa tornar a sua comercialização competitiva no mercado.

26. Se o funcionário se aposentar antes do lançamento do plano, terá direito ao produto?
R: O funcionário na situação de aposentado não terá direito ao Plano Odontológico custeado pelo Banco. Posteriormente, será disponibilizada para contratação, solução específica para os demais públicos, incluindo os aposentados.

27. Haverá central de atendimento 24h?
R: Sim. A Central de Atendimento aos beneficiários (0800 602 0001) funcionará 24 horas por dia, 7 dias por semana.

28. Os funcionários BB terão que se cadastrar como credenciados?
R: Não haverá necessidade de credenciamento, uma vez que o mesmo ocorrerá sistematicamente após a análise técnica da OdontoPrev.

29. Há limites para o número de consultas ou tratamentos?
R: Não. Os beneficiários poderão realizar os tratamentos necessários que possuírem indicação clínica sem limites de utilização.

30. Existe garantia para os tratamentos realizados pela Rede Credenciada OdontoPrev?
R: Sim. Todos os eventos executados na Rede Credenciada OdontoPrev têm garantia. Cada tratamento possui expectativa de durabilidade que depende de suas características e do quadro clínico individual de cada paciente.

31. Haverá um novo cartão para o titular e dependentes ou utilizaremos o da Cassi?
R: Cartões serão confeccionados e distribuídos aos funcionários e dependentes, somente quando a nova empresa estiver estabelecida. A partir de 19/11 , os funcionários deverão levar o seu numero OdontoPrev (que será informado pelo BB) e um documento com foto nas consultas na Rede Credenciada.

32. O tratamento que necessito, pelas descrições, está incluso no Plano Executivo porém, após realizado o serviço, poderei optar pelo Plano Econômico e passar a contar somente com os serviços básicos?
R: A mudança para planos inferiores poderá ocorrer, conforme legislação dos planos de saúde, após 12 meses da mudança do plano, independente de ter sido usado ou não.

33. O plano disponibilizado aos funcionários também atenderá Estagiários e Aprendizes BB?
R: Não. O plano atenderá os funcionários da ativa e seus dependentes diretos.

34. Qual a qualidade dos materiais utilizados pelos dentistas credenciados?
R: A OdontoPrev possui um Programa de Reposição de Materiais em parceria com a Rede Credenciada que permite a reposição dos principais materiais utilizados no tratamento aos associados, disponibilizando sempre as melhores marcas do mercado. Por meio deste Programa, o dentista credenciado pode escolher, dentro de uma vasta relação, a marca de sua preferência, que melhor se enquadre em sua metodologia de trabalho. Esse processo é gratuito para o dentista, permitindo total qualidade nos serviços prestados e a máxima satisfação dos associados.

35. Como está estruturado o mercado de planos odontológicos no Brasil?
R: O segmento odontológico ou de planos odontológicos exclusivos é composto pelas operadoras de Odontologia de Grupo (grupo de empresas ou entidades que operam exclusivamente planos odontológicos) e as Cooperativas Odontológicas (grupo de sociedades de pessoas sem fins lucrativos que opera exclusivamente planos odontológicos). As operadoras das modalidades odontologia de grupo e cooperativa odontológica arrecadaram cerca de R$ 1,3 bilhão em 2009 (Fonte: ANS – Agência Nacional de Saúde), com taxa de crescimento de 12,9% em relação a 2008.

36. Como será a parceria com a OdontoPrev?
R: A parceria estratégica envolve estudos em torno da criação de uma nova empresa no ramo odontológico com participação de 75% da BB Seguros e de 25% da OdontoPrev em seu capital social. A OdontoPrev disponibilizará sua rede com mais de 16 mil credenciados e o BB disponibilizará, em caráter exclusivo, seus canais de distribuição bancários para a comercialização de planos odontológicos.

37. Como a OdontoPrev se encaixará na estrutura atual de Seguridade do BB?
R: A BB Seguros e a OdontoPrev criarão uma nova companhia que fará a gestão dos planos advindos da parceria, inserindo esse movimento no contexto de reestruturação que vem sendo feita em toda a área de Seguridade do Banco do Brasil.

38. Qual será o poder de gestão do BB nesta nova estrutura societária?
R: A gestão será compartilhada durante todo o período da aliança estratégica, sendo assegurados à BB Seguros assentos nos conselhos e comitês da nova Empresa a ser criada em conjunto com a OdontoPrev.

39. Qual será o impacto da nova parceria no resultado do BB?
R: Conforme dados do mercado, o segmento odontológico apresenta baixo risco e traz um maior retorno financeiro em relação aos demais segmentos de saúde. Além disso, a parceria formada já nascerá líder de mercado neste ramo de atuação. Esses fatores certamente trarão retorno financeiro compatível com a nossa estratégia de negócios em seguridade.

40. Quais são as modalidades de Planos que serão comercializadas pelo BB?
R: Neste momento, foi priorizado o lançamento do plano para funcionários do BB. Em seguida, será estudada a melhor forma de atendimento às demandas advindas dos demais públicos. As soluções serão estruturadas, tendo como premissa tornar a sua comercialização competitiva no mercado.

41. Haverá possibilidade de o cliente mudar de plano?
R: Sim. A mudança de planos para maior cobertura será possível no aniversário do contrato ou em campanhas específicas e a mudança para planos com menor cobertura, somente doze meses após a inscrição do plano de cobertura superior.

42. Serão vendidos produtos da OdontoPrev nas agências do BB?
R: Sim. A parceria prevê planos exclusivos para os funcionários do Banco, além de soluções a serem desenvolvidas para todos os clientes, pessoas físicas e jurídicas, que serão comercializados pela rede de agências BB.

43. Quando as agências começarão a vender os novos produtos de seguros odontológicos? Quando ele entrará no ATB?
R: Foi priorizado o lançamento dos planos para os funcionários do BB. Assim como já foi feito com outras iniciativas bem sucedidas, entendemos ser importante a familiarização dos funcionários com a nova solução, para depois lançar as modalidades para os demais clientes.

44. Como será realizado o pós-venda dos produtos odontológicos vendidos nas agências?
R: Assim como funciona nas demais coligadas de seguridade do BB, o pós- venda será integralmente feito pela central de atendimento da nova empresa a ser criada.

45. O foco da comercialização do plano odontológico é PF ou PJ?
R: Haverá soluções para atender os dois mercados: planos para pessoas físicas e planos empresariais.

46. Haverá treinamento para vendas? De que forma?
R: No planejamento das ações de lançamento dos planos odontológicos para os demais clientes, está previsto treinamento e os funcionários do BB receberão a capacitação adequada para ofertar a nova solução com a qualidade e a segurança necessárias.

47. Como o BB está inserido no mercado de planos odontológicos?
R: Conforme anunciado em 19/08/2010, o Banco do Brasil formalizou a parceria com a empresa OdontoPrev para oferecer planos odontológicos ao seu quadro de funcionários e a comercialização estará aberta aos demais clientes pessoas físicas e jurídicas, por meio da rede de agências BB. A grande capilaridade vai permitir ao BB ser um dos grandes vendedores de planos odontológicos do País. Cumpre destacar que a parceria com a OdontoPrev se inseriu no contexto de reestruturação que vem sendo feita em toda a área de seguridade com o objetivo de dinamizar a forma de atuação, maximizar a geração de resultados dos negócios do conglomerado BB e alcançar posições de mercado compatíveis com o porte da instituição.

48. Qual o objetivo do BB com a entrada no mercado do ramo odontológico?
R:Com esse movimento, busca-se aproveitar as oportunidades de investimento do ramo de assistência odontológica privada no Brasil que, nos últimos anos, mais do que triplicou no país, chegando a 13 milhões de associados no primeiro semestre de 2010 (Fonte: ANS). Outro objetivo importante é a oferta de um plano odontológico de qualidade aos seus funcionários. O BB procurou aproveitar essa mudança estratégica na área de Seguridade para fornecer um plano consistente e de alta qualidade ao seu corpo funcional.

49. A empresa que será criada para administrar o plano será subordinada a qual diretoria?
R: O desenvolvimento e manutenção do plano odontológico ficarão a cargo da Diretoria de Seguros, Previdência Aberta e Capitalização – Diseg.

Banco do Brasil - CCP
Esclarecemos que os Sindicatos que assinaram o Termo de Adesão ao Acordo Coletivo de Trabalho celebrado entre o Banco e a Contec em 13.09.2010, já podem acolher as demandas.

Anexamos modelo de Termo de Reivindicação que poderá ser utilizado. O Termo de Reivindicação é preenchido pelo ex-funcionário e protocolado no Sindicato da base territorial do seu último local de trabalho.

Alertamos que em função do exíguo prazo que o Banco tem para apreciar as demandas (30 dias corridos), os Sindicatos não localizados nas capitais ou em Ribeirão Preto (SP) deverão protocolar os Termos de Reivindicação na sua agência de relacionamento do Banco e solicitar o envio imediato via fax e malote à respectiva Gepes, que são as unidades responsáveis pela análise dos pleitos.

No caso de dúvidas, os Sindicatos deverão contatar as Gepes Regionais que atendem sua Unidade Federativa, conforme abaixo: 
Gepes Belo Horizonte (MG) - (31) 3217-3059
Gepes Curitiba (PR) - (41) 3330-6330
Gepes Florianópolis (SC) - (48) 3239-3100
Gepes Fortaleza (CE) e (PI) - (85) 3253-2053
Gepes Porto Alegre (RS) - (51) 3214-7900
Gepes Recife (PE) e (AL) - (81) 3425-7191
Gepes São Paulo (SP) - (11) 3066-9048 (Seeb São José dos Campos)
Gepes Goiânia (GO) e (TO) - (62) 3265-6721
Gepes João Pessoa (PB) - (83) 3044-1730
Gepes Natal (RN) - (84) 4006-7550 
Gepes Ribeirão Preto (SP) - (16) 3603-4300 (Seeb Araçatuba, Franca, Lins, Sorocaba e Tupã)

Veja Termo de Reivindicação CCP anexo. 
(Fonte: CONTEC)

 

CONTEC questiona novo modelo organizacional das "Agências Estilo" do BB
No dia 12/11/2010 a CONTEC recebeu vários questionamentos de funcionários de agências ESTILO do Banco do Brasil sobre comunicado interno divulgado pela direção do Banco, que orienta quanto à extinção de todas as comissões de auxiliar administrativo.

Segundo a mensagem, a iniciativa é fruto de decisão do Conselho Diretor, que aprovou a “revisão do Modelo Organizacional e dos critérios e parâmetros para adoção de pessoal nas agências ESTILO”. A CONTEC, por meio do diretor-presidente, Dr. Isaú Chacon, já entrou em contato com o BB, na pessoa do Dr. Sérgio Braga, que se comprometeu a dar resposta e explicações sobre o tema nos próximos dias. (Fonte: CONTEC)

 

CASSI diz que paga, por consulta, valor acima da média nacional
Ao responder a questionamentos de seus associados sobre o motivo pelo qual muitos médicos estão se descredenciando do plano de saúde, a CASSI afirmou que paga, por consulta, valor acima do que é pago pelos planos de mercado.

Segundo a entidade, a média nacional de pagamento da CASSI é de R$ 45,20 por consulta, valor acima da média praticada pelos planos de mercado, que, segunda ela, é de R$ 40,10.

Ainda segundo a CASSI, alguns médicos, após anos de atividade profissional, conquistam prestígio no mercado de saúde e por isso decidem atender somente consultas particulares, deixando de receber pacientes de planos de saúde.

O fato é que, nos últimos anos, a CASSI vem perdendo muito de sua qualidade de atendimento, seja pela evasão de bons profissionais, seja pela falta de especialistas credenciados, principalmente fora das capitais dos estados. (Fonte: FEEB-PR / Revista Cassi Associados (Ano XII - nº 70)

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