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07/03/12 Encontro nacional dos dirigentes sindicais do Banco do Brasil

Edson Luis do
Vale e Odilon
Carlos de
Oliveira
(Maringá), João
Haroldo Ruiz
Martins
(Federação),
Carlos Kravicz
(Ponta Grossa),
Lourenço
Ferreira do
Prado (CONTEC),
Gladir Basso
(Federação),
Lúcio Koba (Pato
Branco) Antonio
Ribas Maciel Jr
(Cascavel) e
Vanderlan
Polsaque
(Maringá)
Realizou-se nos dias 6 e 7 de março, em São Paulo, a Reunião Nacional dos Dirigentes Sindicais do Banco do Brasil, organizada pela Contec - Confederação Nacional dos Empregados das Empresas de Crédito, tendo como pauta:
1. atuação
nas bases
sindicais;
2. troca de
informações,
sugestões e
preparação para
as negociações
com o banco;
3. temas
relacionados com
o Banco do
Brasil, jornada
de 6 horas,
assédio moral e
extrapolação da
jornada de
trabalho;
4. liberação de
dirigentes
sindicais.
O evento teve por objetivo trazer a debate assuntos relacionados à liberação de dirigentes sindicais; atuação destes nas bases sindicais; troca de informações, sugestões e preparação para as negociações com o banco; informações sobre competência para incrementar ações de cumprimento e demais assuntos trazidos pelos participantes.
Primou-se pelo aprofundamento a respeito do trabalho dos dirigentes sindicais na organização do funcionalismo do Banco do Brasil, visando sempre garantir avanços e inibir a extrapolação da jornada de trabalho, o assédio moral, as metas abusivas e outros problemas relacionados com o funcionalismo.
A discussão central, no entanto, foi à troca de informações e preparação para as negociações com o banco, principalmente no cumprimento do Acordo Coletivo de trabalho firmado entre a Contec e BB, onde vários temas de suma importância foram deixados para serem tratados nas mesas temáticas, fato que infelizmente não vem acontecendo, entre tantas, enfatizamos a jornada de 6 horas.
Outra questão que mereceu destaque foi à cessão de dirigentes sindicais, visto que o Banco em vez de estimular o aumento dos dirigentes, responsáveis pelas aspirações e reivindicações do funcionalismo, vem na contramão da história ameaçando reduzir o número de dirigentes liberados, tendo, inclusive, já solicitado a volta ao trabalho dos dirigentes oriundos da Nossa Caixa Nosso Banco, instituição incorporada pelo BB.
Lamentamos que a atual diretoria do BB vem negando-se a substituir as vagas deixadas pelos dirigentes em razão de aposentadoria, demissão ou falecimento, com objetivo de que o número de empregados cedidos à Contec sofra redução permanente.
A Diretoria da Contec e das Federações presentes ao evento manifestaram repúdio à atitude da diretoria do BB, que na realidade representa discriminação e tentativa de enfraquecimento das entidades sindicais não alinhadas com a ideologia do partido dominante no governo.
Assim, a diretoria da Contec comprometeu-se a tomar todas as medidas necessárias no sentido de incrementar, ou no mínimo lutar pela permanência de todos os dirigentes liberados em suas atividades sindicais, entendendo a importância do trabalho desses companheiros na defesa dos direitos dos funcionários do Banco.
O presidente da Federação dos Bancários do Paraná, Gladir Basso, conclamou todos os dirigentes do BB a engajar-se com total força e empenho junto às entidades para as quais se encontram liberados, na defesa diária e permanente dos direitos do funcionalismo do Banco do Brasil, que em parceria com o funcionalismo tem um passado glorioso de lutas e avanços significativos de conquistas para a classe, demonstrando assim a seriedade do trabalho, motivo de orgulho ao sindicalismo brasileiro.
14/11/2011 08:32
BB:
conquista da
campanha,
retroatividade
da pontuação da
carreira de
mérito já está
disponível no
sistema pessoal
Acertos de
setembro e
outubro serão
pagos no próximo
pagamento do dia
20
Conquista da
Campanha
Nacional 2011, a
carreira de
mérito
representou
reajustes entre
10% e 20% para
milhares de
bancários do BB
e o
fortalecimento
das verbas fixas
para outros
milhares de
trabalhadores.
Neste ano, a
categoria
conquistou o
reajuste do
valor dos
méritos e a
retroatividade
da pontuação
para comissões
exercidas desde
1998.
Cada mérito alcançado representa fortalecimento das verbas fixas e diminuição da verba variável CTVF.
"Com o acumulo de pontos desses nove anos que não estavam inclusos na contagem, milhares de bancários avançaram vários níveis na carreira de mérito, fortalecendo o salário base e diminuindo o tamanho da verba variável CTVF no espelho do trabalhador do BB", explica o secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato dos Bancários de Brasília, Rafael Zanon, também funcionário do BB.
Quando combinamos o PCR (soma das verbas VP, VCP de VP, ATS e VCP-I e M) + PC (AF + ATFC) + gratificação 25 % ≤VR (valor de referência da função), a verba CTVF equaliza a operação. Cada M conquistado diminuirá na mesma proporção o valor da verba CTVF.
Cada mérito representa aumento no salário bruto para quem não tem a verba CTVF no espelho. O CTVF é um verba variável que compõe a remuneração de vários comissionados.
Para esses milhares de trabalhadores que não têm a verba CTVF no espelho, cada nível de mérito alcançado representou reajuste no salário bruto, ou seja, dinheiro no bolso. Nesse rol encontram-se os assistentes de agência, CSO, CSL, atendentes e os funcionários que recebem valores de Vencimento Padrão (VP), mérito, VCP de VP e ATS (anuênio) suficientes para que, somados com as verbas da comissão (AF e ATFC) e com a gratificação semestral, atinjam o valor de referência da função (VR) sem a necessidade da verba de complementação CTVF.
Quando totalizamos PCR (soma das verbas VP, VCP de VP, ATS e VCP-I e M) + PC (AF + ATFC) + gratificação 25 % ≥ VR, cada M alcançado trará aumento no salário bruto.
Entenda as verbas remuneratórias dos funcionários do Banco Brasil.
| Verbas/Espelho | Síntese (antigo LIC 505 - 0005: REMUNERAÇÃO) | |
| 10 | VENCIMENTO PADRÃO - VP | Refere-se a CATEGORIA "E". Tabela de VP do E 01 ao E 12. VCP - Vantagem de Caráter Pessoal incorporadas ao piso em virtude de alterações realizadas na política de pessoal ao longo do tempo. Depende da data de posse do funcionário. |
| 12 | VCP/ATS - ADIC TEMPO SERV - I | |
| 13 | VCP - VENCIMENTO PADRÃO - VP | |
| 10 | VENCIMENTO PADRÃO - VP | |
| 130 | GRATIFICAÇÃO SEMESTRAL | Incide sobre o VP, VPC, ABF, ATFC, horas extras, abono habitualidade, adicionais de trabalho noturno, de periculosidade e por insalubridade e VCP de: VP, ATS, hora extra sobre VP, adicional de trabalho noturno sobre VP e adicional de periculosidade sobre VP. |
| 288/394 | GRATIFICAÇÃO DE CAIXA | Refere-se a gratificação para ocupação da função de caixa. |
| ABF - ADIC. BÁSICO DE FUNÇÃO | É a comissão. Remuneração pelo exercício da função comissionada. O ABF-Compl- refere-se ao artigo 224 da CLT. Verba destinada a complementar os adicionais de função, nos casos em que o somatório do ABF com o ATFC for inferior a um terço dos proventos de Escriturário, do empregado investido em função comissionada com jornada de oito horas. | |
| ATFC - AD. TEMP. FATORES/COMI | É a verba destinada a remunerar as comissões de oito horas. | |
| CTVF - COMPL. TEMP. VAR. FUNC. | Corresponde à diferença entre o Valor de Referência, conforme tabela do sistema ARH 10-02-07, e o somatório do VP, VCP de VP, AN, VCP de AN, ABF; ATFC e gratificação semestral. | |
| VR | Piso de remuneração das comissões >> Soma de todas as verbas = Salário Base(Piso) + ABF + ATFC + CTVF(quando for o caso). | |
Reajustes
no piso e no
mérito
fortalecem o
salário de todos
A conjugação de
aumento no piso
e no mérito
fortalece o
Plano de Cargos
e Remuneração
(PCR) de todos
os bancários e
diminuem a verba
variável CTVF.
Toda comissão no
BB apresenta um
Valor de
referência (VR),
que é o mínimo
que o bancário
deve receber
pelo exercício
desse cargo.
Quando um bancário é comissionado, ele traz consigo várias verbas fixas (PCR), que dizem respeito à sua história na empresa. Se a soma dessas verbas fixas (PCR), das verbas da comissão (AF e ATFC) e da gratificação semestral não atingir o valor de referência da comissão (VR), então surge a verba variável CTVF para complemento. Cada valor de mérito conquistado diminui o valor do CTVF para quem a possui e traz aumento no salário bruto para quem não a possui.
Com o reajuste de 10% sobre o piso, que passa a R$ 1.760, o aumento real de 2,43% impacta em toda a curva do PCR. Cada M (mérito) passa a valer R$ 97,45 com o aumento real de 2,43%. Confira, abaixo, as tabelas. (Fonte: SEEB Brasília - Rodrigo Couto)
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19/08/2011 12:30 Reunião da Federação dos Bancários do Paraná e Sindicatos com a CASSI

![]() Presidente da Federação dos Bancários do Paraná, Gladir Basso, entrega resultado da pesquisa de satisfação da CASSI à diretora executiva, Maria das Graças |
Representantes da Federação dos Bancários do Paraná e de sindicatos filiados estiveram reunidos na tarde do dia 17 de agosto com as representantes da Cassi, Maria Helena (Gerente Regional) e Maria das Graças, diretora executiva de saúde e rede de atendimento.
O encontro, solicitado pela Federação dos Bancários do Paraná, teve por objetivo entregar à Diretora Maria das Graças o resultado da pesquisa de satisfação com os serviços da Cassi, realizada pelos sindicatos filiados, assim como debater pessoalmente os problemas relatados pelos funcionários do Banco do Brasil nas cidades do interior do Estado do Paraná.
A diretora Maria das Graças admitiu que há problemas, principalmente nas cidades do interior de todo o país, no que diz respeito a credenciamento de médicos, citando, como exemplo, as cidades de União da Vitória, Ivaiporã, Cianorte e Foz do Iguaçu.
Disse que, no entanto, tal dificuldade decorre da resistência, principalmente dos melhores profissionais de cada região, de aderir ao plano, posto que ao atingir um determinado nível de especialização e fama, esses médicos não mais se sujeitam a atender a associados de planos, pois contam com grande número de clientes particulares.
Ainda, argumentou que o crescente custo de novos tratamentos, resultante de novas tecnologias empregadas, impactam o orçamento da Cassi, visto que sua receita é diretamente vinculada ao valor dos salários dos funcionários do Banco, os quais são praticamente apenas corrigidos pela inflação. Quanto ao valor pago por consulta, de R$ 54,00, que esse valor não estaria abaixo da média do valor pago pela grande maioria dos planos de saúde.
Como solução para a dificuldade de credenciamentos, Maria das Graças destacou o lançamento do projeto denominado de "Agente Facilitador", o qual já fora implantado com grande sucesso na cidade de Santa Cruz do Sul (RS). Tal projeto constitui em um trabalho de campo, através do qual os associados da Cassi, como maiores interessados, buscam, através do relacionamento social com os profissionais da região, convencê-los a credenciar-se ao Plano, auxiliando inclusive nos procedimentos práticos para transpor as eventuais dificuldades operacionais do credenciamento. Referido projeto está sendo difundido para todo o país e, dentro em breve será melhor explicado.
Representando a Federação dos Bancários do Paraná e respectivos sindicatos, Gladir Basso manifestou-se no sentido de que, a partir do panorama exposto, todos deveremos trabalhar, a partir de agora, para que o Banco do Brasil, que explora e lucra com o trabalho dos seus funcionários, muitas vezes causando-lhes doenças que decorrem principalmente do estresse a que são submetidos pelas incessantes e inatingíveis metas de trabalho, seja compelido a contribuir financeiramente de forma mais acentuada para com a Cassi.
Gladir Basso disse ser inconcebível que uma empresa como o Banco do Brasil, que apresenta bilhões e bilhões de lucros ano após ano, às custas do trabalho de seus empregados, deixe seus funcionários à mercê de um atendimento médico cada vez pior, sem bons médicos credenciados, sem clínicas de qualidade em suas regiões, e, muitas vezes, sem um atendimento mínimo e satisfatório em sua cidade.
Maria das Graças reforçou o entendimento de Gladir Basso, sugerindo que sejam incluídas na próximas negociações salariais a reivindicação de maiores repasses financeiros do BB para a Cassi, pois o Banco do Brasil deixou de ser aquele banco de outrora, que preocupava-se com o lado social e que não vai, de forma espontânea, melhorar sua contribuição à Cassi.
Gladir Basso entregou, em mãos, à Diretora Maria das Graças, todas as folhas de pesquisa realizada junto aos funcionários do BB pelos Sindicatos de Cascavel, Cianorte, Foz do Iguaçu, Goioerê, Pato Branco e Ponta Grossa.
Os representantes dos Sindicatos dos Bancários de Cianorte (Jefferson Gome e Josué Lopes) , de Pato Branco (Lúcio Koba), de Maringá (Edson Luiz e Odilon), de Ponta Grossa (Carlos Kravicz) também estiveram presentes ao evento e apresentaram sugestões, questionamentos e reclamações dos funcionários de suas respectivas bases. (Fotos: Marcos Martins)
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Maria das Graças, Maria Helena, Gladir Basso
(expondo o resultado da pesquisa da CASSI), Lúcio Koba e João Haroldo
01/04/11 Implantado o Plano de Carreira e
Remuneração – PCR no BB
O
Banco do Brasil implantou,
a partir do dia 31 de
março, o Plano de Carreira e Remuneração
– PCR do Banco do Brasil, em substituição ao
atual PCS. Com o novo Plano estão previstas duas
formas de promoção para os funcionários: por
antiguidade (tabela ‘A’, em 12 níveis) e por
mérito (tabela ‘M’, em 25 níveis).
PROMOÇÃO POR ANTIGUIDADE
No que diz respeito à promoção por antiguidade,
o novo plano prevê 12 níveis (de A1 a A12), com
valores equivalentes aos das categorias do PCS
anterior (E1 a E12). A promoção será alcançada a
cada três anos, exceto no caso do A1 para o A2,
cujo intervalo será de 2 anos. A cada promoção,
o valor do vencimento padrão (VP – salário
inicial do BB) será reajustado em 3%.
A transição para a tabela de antiguidade do PCR será feita observando a equivalência entre os níveis de categoria atuais (E-1 a E-12) e os níveis da nova tabela (A-1 a A-12).
PROMOÇÃO POR MÉRITO
O parâmetro para a promoção por mérito será o
exercício de comissões. Todos os funcionários
terão uma pontuação diária, de acordo com a
comissão exercida, e, a cada 1.095 pontos,
avançam um nível na tabela de mérito. A
pontuação diária de cada comissão é definida de
acordo com o Valor de Referência (VR) da
comissão, conforme tabela abaixo:
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VR |
Pontuação Diária* |
Tempo para a promoção |
|
Até R$ 4.056,10 |
1,0 |
3 anos |
|
De R$
4.056,11 a |
1,5 |
2 anos |
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De R$
6.760,18 a |
3,0 |
1 ano |
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A partir de R$ 13.520,34 |
6,0 |
6 meses |
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* Serão consideradas todas as comissões exercidas em caráter efetivo ou de substituição, descontadas as ausências e afastamentos. |
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A tabela de adicionais por mérito possui 25 níveis. O incremento entre eles será de R$ 88,50, já incluída a gratificação semestral. Esse valor será somado às demais verbas pessoais do funcionário para composição do salário pessoal.
O principal objetivo e benefício do PCR é garantir a incorporação no salário pessoal, de parte do valor das comissões exercidas ao longo do tempo, aumentando a importância da remuneração pessoal frente aos adicionais vinculados à comissão.
Por se tratar de verba salarial pessoal e irredutível, o adicional por mérito vai incidir no cálculo de benefícios como vale transporte e PAS, além dos percentuais para cálculo do benefício da Previ.
A verba de adicional por mérito será paga de forma retroativa a setembro de 2010. Já a definição do nível de mérito para enquadramento no PCR foi feita levando em consideração a pontuação obtida pelo funcionário desde setembro de 2006.
Outras informações podem ser obtidas por meio das demais notícias, consultando a IN 362 e o arquivo de Perguntas e Respostas disponibilizado neste site. Em caso de dúvida, o questionamento deve ser enviado via Correrio Sisbb para a Gepes jurisdicionante. (Fonte: Negociação Coletiva BB)
BB
apresenta ao movimento sindical proposta de PCR, conquista da Campanha
Salarial de 2010
Uma das conquistas mais
significativas para o funcionalismo do Banco do Brasil na Campanha
Nacional de 2010 - o Plano de Carreiras e Remuneração (PCR) - voltou a
ser assunto principal de mais uma rodada de negociação permanente entre
as Entidades Sindicais, assessorada pela Comissão de Empresa dos
Funcionários do BB, e os representantes da instituição financeira.
Iniciada na manhã desta quinta-feira (10), a reunião, encerrada por
volta das 14h, também foi marcada pela apresentação do projeto das
agências complementares. Os trabalhadores aprovam, com ressalvas, a
chamada bancarização de comunidades e/ou municípios desassistidos por
bancos públicos.
Na primeira parte da
negociação, a segunda realizada este ano, os representantes do BB
detalharam o PCR. Em slides, o banco apresentou um modelo de como
será o extrato de pontuação por metas, que deve ser disponibilizado no
Sisbb até 31 de março. De acordo com a instituição financeira,
mediante o exercício de comissões, o funcionário terá uma pontuação
diária para promoção por mérito. A cada 1.095 pontos, o bancário
avança um nível na tabela por mérito. A pontuação diária de cada
comissão é definida de acordo com o Valor de Referência (VR) da
comissão.

O banco ainda não sabe ao certo quantos bancários serão beneficiados de imediato com a implantação do PCR. No entanto, estimamos que o plano impacte positivamente para mais de 20 mil pessoas de todo o país neste primeiro momento. Sabemos que não é o PCR de nossos sonhos, mas é o que foi possível ser viabilizado neste momento.
Os sindicalistas sustentaram o pedido de um adiantamento de valores com acerto na folha de abril próximo. O BB, porém, não admitiu a possibilidade desse pagamento.
Um dos negociadores do banco, José Roberto garantiu que a verba por mérito deve constar na folha de abril. Ao ser questionado pela CE sobre as dúvidas que surgirão em torno do PCR, o representante do BB admitiu a possibilidade de criar uma espécie de tira-dúvidas aos bancários. Ele não esclareceu se o canal de comunicação será por meio de e-mail e/ou de telefone. "Vamos montar um sistema para atender as dúvidas. Pode haver um grau de dúvida e de incerteza que será minimizado com nosso plano de comunicação", admitiu José Roberto.
Com o PCR, alguns bancários podem receber reajustes de até 15,6%. O incremento na folha será retroativo a setembro, data-base da categoria. É importante que os bancários chequem, em sua folha, se as comissões exercidas desde junho do ano passado estão devidamente detalhadas. A migração vai ser com base nessa informação. Quem perdeu ou abriu mão de comissão de 2006 para cá também será beneficiado na carreira de mérito.
Incorporados
Os bancários egressos dos bancos incorporados pelo BB serão incluídos
no PCR, de acordo com os representantes do banco. Ao contrário dos
demais funcionários concursados, que terão o seu histórico considerado
desde 2006, os trabalhadores oriundos de outras instituições financeiras
serão avaliados de forma diferente. O BB vai levar em conta o tempo a
partir da migração desse segmento do funcionalismo. Pretendemos avançar
nas negociações para que esses trabalhadores tenham os mesmos direitos
dos demais. Levaremos as reivindicações para a mesa de negociação.
Agências
complementares
Para cumprir a meta de o BB estar presentes em todos os 5.465 municípios
do país até 2015, estabelecida ainda durante o governo do presidente
Luiz Inácio Lula da Silva, o banco apresentou aos bancários um resumo do
projeto de implantação das agências complementares. O objetivo do banco
é abrir 250 unidades até o final de 2011.
Apesar de aprovar a iniciativa de levar o banco aos pequenos municípios e, com isso, aumentar a inclusão bancária no país, a Comissão de Empresa vê problemas no plano de expansão. As preocupações da CE vão desde as metas, a segurança e ao número reduzido de funcionários por agência. O BB quer apenas dois bancários por unidade. O número é muito pouco e pode sobrecarregar um bancário quando o outro ficar doente, por exemplo. Além disso, já que esse é um projeto social da instituição, não deveria ser exigida lucratividade desses postos.
Perguntas e Respostas sobre a destinação do superávit da Previ
Banco do Brasil - Plano Odontológico
Todas as informações relativas ao Plano
Odontológico do BB encontram-se disponíveis nos seguintes canais:
DISQUE BB DENTAL
Atendimento a Beneficiários e Clientes (SAC) - 0800 602 0001
Atendimento do Deficiente Auditivo e de Fala - 0800 602 2222
INTERNET
www.odontoprev.com.br/implantacao/bbdental
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PERGUNTAS E RESPOSTAS |
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1. Quando
poderemos usufruir a assistência odontológica? Já existe um prazo para
implantação do plano aos funcionários? 2. Quais serão os tipos de
planos disponíveis? 3. Quais serão as coberturas
incluídas no Plano de assistência odontológica para os funcionários BB
(Plano Econômico)? 4. Quais serão as coberturas
incluídas nos Planos Executivo e Supremo? 5. Quais dependentes terão
direito ao plano de assistência? 6. O Plano Odontológico para os
funcionários será extensivo aos casais homoafetivos? 7. O Banco irá fornecer com
gratuidade o plano Econômico para o funcionário. E se o funcionário
quiser o plano Executivo ou Supremo? Poderá pagar a diferença?
8. O Plano Odontológico para os
funcionários oferecerá atendimento em todo o país? 9. O pagamento do tratamento
será feito pelo beneficiário com o devido reembolso ou o dentista
receberá direto da Operadora? 10. Caso o meu dentista não faça
parte da rede credenciada, ele poderá se credenciar? 11. Na hipótese de o meu
dentista não pertencer à rede da OdontoPrev, terei que procurar um
credenciado? 12. O funcionário que seja
profissional da área poderá se credenciar? 13. O plano odontológico a ser
oferecido ao funcionalismo é igual ao plano da Anabb (OdontoAnabb)?
14. Os aposentados se
beneficiarão do plano odontológico? 15. Como foi o processo de
escolha do parceiro estratégico para atuação no ramo odontológico?
16. Porque a OdontoPrev foi a
empresa escolhida? 17. Os funcionários advindos de
bancos recém incorporados também serão contemplados no plano
odontológico para os funcionários? 18. Aos associados do plano
Cassi Família será dada a opção de adesão ao plano odontológico? E qual
será o custo da adesão? 19. Caso o funcionário não seja
associado da Cassi, ele poderá aderir ao plano? 20. Está previsto algum desconto
para planos de familiares de funcionários (não-dependentes)?
21. Existe atendimento para
emergências, em dias não úteis e horários alternativos? 22. Existe algum procedimento
que requer autorização prévia? 23. Haverá participação da
Cassi? De que forma? 24. O plano oferecido ao público
em geral será igual ao do funcionário? 25. Haverá carência para o
funcionário e para o público em geral? Será de forma diferenciada?
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26. Se o funcionário se
aposentar antes do lançamento do plano, terá direito ao produto?
27. Haverá central de
atendimento 24h? 28. Os funcionários BB terão que
se cadastrar como credenciados? 29. Há limites para o número de
consultas ou tratamentos? 30. Existe garantia para os
tratamentos realizados pela Rede Credenciada OdontoPrev? 31. Haverá um novo cartão para o
titular e dependentes ou utilizaremos o da Cassi? 32. O tratamento que necessito,
pelas descrições, está incluso no Plano Executivo porém, após realizado
o serviço, poderei optar pelo Plano Econômico e passar a contar somente
com os serviços básicos? 33. O plano disponibilizado aos
funcionários também atenderá Estagiários e Aprendizes BB? 34. Qual a qualidade dos
materiais utilizados pelos dentistas credenciados? 35. Como está estruturado o
mercado de planos odontológicos no Brasil? 36. Como será a parceria com a
OdontoPrev? 37. Como a OdontoPrev se
encaixará na estrutura atual de Seguridade do BB? 38. Qual será o poder de gestão
do BB nesta nova estrutura societária? 39. Qual será o impacto da nova
parceria no resultado do BB? 40. Quais são as modalidades de
Planos que serão comercializadas pelo BB? 41. Haverá possibilidade de o
cliente mudar de plano? 42. Serão vendidos produtos da
OdontoPrev nas agências do BB? 43. Quando as agências começarão
a vender os novos produtos de seguros odontológicos? Quando ele entrará
no ATB? 44. Como será realizado o
pós-venda dos produtos odontológicos vendidos nas agências?
45. O foco da comercialização do
plano odontológico é PF ou PJ? 46. Haverá treinamento para
vendas? De que forma? 47. Como o BB está inserido no
mercado de planos odontológicos? 48. Qual o objetivo do BB com a
entrada no mercado do ramo odontológico? 49. A empresa que será criada
para administrar o plano será subordinada a qual diretoria?
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Banco do Brasil - CCP
Esclarecemos
que os Sindicatos que assinaram o Termo de Adesão ao Acordo Coletivo de
Trabalho celebrado entre o Banco e a Contec em 13.09.2010, já podem acolher
as demandas.
Anexamos modelo de Termo de Reivindicação que poderá ser utilizado. O Termo de Reivindicação é preenchido pelo ex-funcionário e protocolado no Sindicato da base territorial do seu último local de trabalho.
Alertamos que em função do exíguo prazo que o
Banco tem para apreciar as demandas (30 dias corridos), os Sindicatos não
localizados nas capitais ou em Ribeirão Preto (SP) deverão protocolar os
Termos de Reivindicação na sua agência de relacionamento do Banco e
solicitar o envio
imediato via fax e malote à respectiva Gepes, que são as
unidades responsáveis pela análise dos pleitos.
No caso de dúvidas, os Sindicatos
deverão contatar as Gepes Regionais que atendem sua Unidade Federativa,
conforme abaixo:
Gepes Belo Horizonte (MG) -
(31) 3217-3059
Gepes Curitiba (PR) - (41) 3330-6330
Gepes Florianópolis (SC) - (48) 3239-3100
Gepes Fortaleza (CE) e (PI) - (85) 3253-2053
Gepes Porto Alegre (RS) - (51) 3214-7900
Gepes Recife (PE) e (AL) - (81) 3425-7191
Gepes São Paulo (SP) - (11) 3066-9048 (Seeb São José dos Campos)
Gepes Goiânia (GO) e (TO) - (62) 3265-6721
Gepes João Pessoa (PB) - (83) 3044-1730
Gepes Natal (RN) - (84) 4006-7550
Gepes Ribeirão Preto (SP) - (16) 3603-4300 (Seeb Araçatuba, Franca, Lins,
Sorocaba e Tupã)
Veja Termo de Reivindicação CCP anexo. (Fonte:
CONTEC)
CONTEC questiona novo modelo organizacional das "Agências Estilo" do BB
No dia 12/11/2010
a CONTEC recebeu vários
questionamentos de funcionários de agências ESTILO do Banco do Brasil sobre
comunicado interno divulgado pela direção do Banco, que orienta quanto à
extinção de todas as comissões de auxiliar administrativo.
Segundo a mensagem, a iniciativa é fruto de decisão do Conselho Diretor, que aprovou a “revisão do Modelo Organizacional e dos critérios e parâmetros para adoção de pessoal nas agências ESTILO”. A CONTEC, por meio do diretor-presidente, Dr. Isaú Chacon, já entrou em contato com o BB, na pessoa do Dr. Sérgio Braga, que se comprometeu a dar resposta e explicações sobre o tema nos próximos dias. (Fonte: CONTEC)
CASSI diz que paga, por
consulta, valor acima da média nacional
Ao responder a questionamentos de seus
associados sobre o motivo pelo qual muitos médicos estão se descredenciando
do plano de saúde, a CASSI afirmou que paga, por consulta, valor acima do
que é pago pelos planos de mercado.
Segundo a entidade, a média nacional de pagamento da CASSI é de R$ 45,20 por consulta, valor acima da média praticada pelos planos de mercado, que, segunda ela, é de R$ 40,10.
Ainda segundo a CASSI, alguns médicos, após anos de atividade profissional, conquistam prestígio no mercado de saúde e por isso decidem atender somente consultas particulares, deixando de receber pacientes de planos de saúde.
O fato é que, nos últimos anos, a CASSI vem perdendo muito de sua qualidade de atendimento, seja pela evasão de bons profissionais, seja pela falta de especialistas credenciados, principalmente fora das capitais dos estados. (Fonte: FEEB-PR / Revista Cassi Associados (Ano XII - nº 70)
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