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Site de informações do banco HSBC

07//12/2011 07:46 HSBC pagará em dobro por obrigar empregada a converter férias em pecúnia
(Lourdes Côrtes/CF)
A concessão de 30 dias de férias é dever do empregador, facultado ao empregado converter um terço desse período em abono pecuniário, conforme a regra estabelecida no artigo 143, parágrafo 1º, da CLT. Mas a imposição do empregador para que haja essa conversão em pecúnia acarreta a nulidade do ajuste, gerando ao empregado o direito ao pagamento em dobro do período.

Este foi o entendimento adotado pela Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho ao dar provimento a recurso de uma bancária contra decisão que limitou a condenação do HSBC Bank Brasil S/A – Banco Múltiplo a pagar-lhe de forma simples dez dias de férias convertidos em pecúnia.

A trabalhadora foi admitida como escriturária em janeiro de 1991, ainda no antigo Banco Bamerindus do Brasil S/A, que, após intervenção do Banco Central em março de 1997, deixou de operar no mercado e foi incorporado pelo grupo britânico HSBC. Exercendo a função de caixa, sua jornada era de seis horas diárias. Durante todo o período, segundo afirmou, jamais usufruiu efetivamente das férias, pois o banco, de praxe, concedia apenas 20 dos 30 dias de férias, não facultando ao empregado a escolha do gozo integral das férias ou a conversão de 1/3 em abono pecuniário.

Em 2006, a bancária ajuizou ação na qual pleiteou, entre outras coisas, o pagamento em dobro das férias descaracterizadas, acrescidas do terço legal, com os devidos reflexos das demais parcelas salariais. Ao depor, uma de suas testemunhas disse que ela própria chegou a solicitar 30 dias de férias mas não conseguiu, por determinação do HSBC, que somente autorizava 20.

A testemunha do próprio banco confirmou a veracidade dos fatos narrados na inicial pela bancária, mas ressalvou que a medida era adotada “por uma questão de bom senso”, para que, nos meses de férias escolares, todos os empregados pudessem desfrutá-las.

Com base nos depoimentos das testemunhas e nas anotações na carteira de trabalho da bancária relativas aos períodos de férias usufruídos, a 2ª Vara do Trabalho de Curitiba (PR) condenou o banco a pagar as férias não usufruídas em dobro, como previsto no artigo 137 da CLT, acrescidas de um terço. A sentença, porém, foi reformada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), que limitou a condenação ao pagamento apenas dos dez dias convertidos em abono pecuniário, de forma simples.

No recurso ao TST, a bancária insistiu no direito de receber os dez dias em dobro. O ministro Maurício Godinho Delgado, relator do recurso na Turma, entendeu que converter 1/3 das férias em abono pecuniário, sem prévia consulta aos empregados, justificava a condenação do HSBC ao pagamento em dobro. O relator citou, no mesmo sentido, vários precedentes do TST. Processo: RR-1614600-70.2006.5.09.0002 (Fonte: SCS/TST)

01//12/2011 07:42  HSBC vai transferir sede latino-americana para o Brasil
“Quartel-general” passará para São Paulo em fevereiro de 2012, o que contraria boatos de que a instituição estaria se desfazendo de parte de suas operações no país (Franco Iacomini)

O HSBC vai transferir para o Brasil a sede das operações na América Latina, hoje localizada no México. O comando do banco no continente passa para São Paulo em fevereiro, com a chegada do novo executivo-chefe da região, o argentino Antonio Lozada, atualmente presidente do braço argentino da instituição. Lozada vai substituir o paulistano Emilson Alonso, que ocupa o cargo desde 2008.


Emilson Alonso, executivo-chefe do HSBC na América Latina, não revela os rumos da Losango, financeira que o banco comprou em 2003. Mas garante que vender parte das operações do HSBC não está nos planos

A informação contraria boatos, que correm no mercado há pelo menos um mês, de que o banco estaria prestes a se desfazer das operações de varejo de pessoa física no Brasil. “Isso não faz sentido. O Brasil é muito importante para o grupo”, observa Alonso. O país responde por mais da metade dos lucros obtidos na América Latina no ano passado – e essa é a principal razão também para a transferência das operações para a capital paulista. Lozada, o sucessor de Alonso, conhece bem a operação de varejo brasileira. Ele a dirigiu no período em que trabalhou em Curitiba, em 2001.

O que não impede a instituição de rever suas estratégias locais. Nos últimos meses, o HSBC se retirou do mercado massivo de empréstimos consignados e deixou de oferecer financiamento de automóveis por meio de dealers – intermediários, em especial nas concessionárias. O financiamento de carros está disponível, via agência, para os correntistas. E o consignado está limitado a instituições com as quais o banco mantém relacionamento, como prefeituras ou empresas que concentram sua folha de pagamento no HSBC.

Um movimento semelhante vem ocorrendo globalmente. Nos últimos seis meses, desde a posse de Stuart Gulliver como CEO global do banco, o HSBC retirou-se de vários negócios que não tinham representatividade, com o objetivo de fazer um corte de custos da ordem de US$ 3,5 bilhões. Entre eles estão o mercado de cartões de crédito para baixa renda e as hipotecas nos Estados Unidos e o varejo bancário na Rússia e na Polônia.

No Brasil, há especulações sobre o rumo dos negócios do HSBC. Um deles diz que a financeira Losango, que o banco inglês adquiriu em 2003, também poderia ser vendida. Ao tratar do assunto, Alonso não é tão taxativo. “Não há decisão sobre esse tema”, diz. “A Losango faz parte da nossa avaliação. É uma empresa que está funcionando bem e nos deu uma boa alavancada no passado”, afirma. Ele se refere ao período que se seguiu à compra da financeira. “Em 2003, os resultados do banco não eram tão bons. A partir do momento que compramos a Losango o desempenho melhorou.”

“A operação é boa e o grupo não quer vender”
Na América Latina, o HSBC vendeu a operação de varejo no Chile ao Itaú. Executivos do banco inglês atribuem a esse fato os boatos de que a carteira de pessoa física do Brasil também estaria à venda. “Não tem nada a ver”, diz Alonso. “A operação do Chile tinha quatro agências, 5 mil clientes e ativos de US$ 20 milhões. Quase nada.” O HSBC Brasil tem 867 agências, 400 postos de atendimento, 5,5 milhões de clientes pessoa física e ativos de R$ 116 bilhões.

Segundo Alonso, a rede de agências é essencial para a estrutura do banco. É ela quem dá capilaridade aos negócios com empresas, que são a principal vocação do HSBC. “Ela viabiliza o atendimento aos grandes clientes pessoa física e também o acesso às pequenas e médias empresas. Permite fazer cobrança. É o canal para afiliação de cartões de crédito, uma área importante para o banco. É a rede que torna possível o relacionamento com as empresas, e os empregados dessas empresas são o nosso principal cliente de varejo. É tudo complementar”, diz.

Alonso observa que a operação brasileira é boa e que, caso o banco quisesse vendê-la, não faltariam interessados. “Mas eles conhecem a nossa política, sabem que o grupo não quer vender. E quando eles se aproximam demais, nós perguntamos: quer vender?” Com ativos de US$ 2,4 trilhões – mais do que o PIB brasileiro – e lucro anual de US$ 7 bilhões, o HSBC tem capacidade para ir às compras. (Fonte: Gazeta do Povo)

29//11/2011 08:22 Banco HSBC é evacuado após funcionários passarem mal em Curitiba
Segundo Sindicato, prédio não foi ventilado depois de dedetização. Trinta pessoas tiveram enjoo, falta de ar e mal-estar

Um bloco do centro administrativo do banco HSBC, localizado no bairro Hauer, em Curitiba, foi evacuado por volta das 10h30 desta segunda-feira (28). Segundo o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, 30 pessoas passaram mal em decorrência de uma intoxicação provocada por veneno aplicado em um procedimento de dedetização realizado no último sábado (26). De acordo com o banco, foram 20 pessoas que tiveram problemas com o dedetizante.

De acordo com a assessoria de imprensa do Sindicato, depois da dedetização o prédio não foi devidamente ventilado e o produto químico ficou concentrado na tubulação do ar-condicionado. Os funcionários que trabalhavam no local sentiram falta de ar, enjoo e mal-estar. Em nota, o HSBC disse que alguns funcionários foram encaminhados a hospitais da região.

Os próprios bancários avisaram o sindicato das condições de trabalho no bloco 2, do centro administrativo do HSBC. Não havia clientes no prédio, apenas funcionários. O prédio foi fechado e o sindicato vai continuar a fiscalização.

O HSBC disse, na mesma nota, que entrou em contato com a empresa que realizou o serviço de dedetização para averiguar informações sobre os produtos utilizados. O banco também informa que está tomando todas as providências necessárias para resolver a situação. (Fonte: G1)

11/11/2011 07:29 HSBC usa instrumento contábil para impulsionar seus ganhos
O HSBC informou que seu lucro líquido no terceiro trimestre subiu 66%, para US$ 5,22 bilhões, de US$ 3,15 bilhões no mesmo período do ano passado.

Entretanto, esse resultado foi impulsionado por um ganho de contabilidade de US$ 4,11 bilhões, com uma mudança no valor da dívida própria do banco. Já o lucro antes de impostos ajustado, que desconsidera uma série de fatores extraordinários e é acompanhando de perto pelos analistas, recuou 36%, para US$ 2,96 bilhões. Às 9h25 as ações do banco caíam 5,32% na Bolsa de Londres.

Segundo o banco, a receita recuou no terceiro trimestre, pressionada principalmente pela unidade de banco de investimento, onde o lucro antes de impostos despencou para US$ 1 bilhão, de US$ 2,14 bilhões no mesmo período de 2010.

Os resultados da unidade de Hong Kong também decepcionaram, com um aumento dos empréstimos ruins e dos custos com pessoal. No geral, o volume de empréstimos ruins do grupo aumentou 24%, para US$ 3,89 bilhões, em função, principalmente, da deterioração no valor de hipotecas nos EUA.

O HSBC informou ainda que reduziu sua exposição a dívidas soberanas de países problemáticos da zona do euro para US$ 5,5 bilhões no terceiro trimestre, de US$ 8,2 bilhões no trimestre anterior. Segundo o banco, os problemas da economia global e incertezas políticas e regulatórias na Europa e em outras regiões afetaram seu desempenho. Mesmo assim, o grupo disse que tem obtido bons progressos no seu plano estratégico. (Fonte: DCI)

09/11/2011 09:25 Lucro do HSBC cai e banco fala em cenário global "desafiador"
O HSBC citou um cenário pessimista de previsões para a economia global ao registrar uma queda maior do que a esperada no lucro do terceiro trimestre, afetado por uma menor receita com banco de investimento e um aumento de dívida podre nos Estados Unidos.

Ações do maior banco da Europa caíam mais de 4% nesta quarta-feira, após ter informado lucro antes de impostos 36% menor nos três meses terminados em setembro, a US$ 3 bilhões.

"As condições de operações de corretagem mostraram alguma melhora durante outubro, mas permanecem muito difíceis, e a contínua turbulência nos mercados globais pode resultar em maiores riscos", afirmou o banco em nota.

O presidente-executivo do HSBC, Stuart Gulliver, almeja cortar os custos anuais em US$ 3,5 bilhões e orientar o foco do banco para a Ásia, saindo de países nos quais a instituição não tem escala, na tentativa de recuperar a lucratividade.

O índice de eficiência do banco para os primeiros nove meses do ano também piorou, passando de 54% um ano antes para 54,6%. A instituição reduziu sua folha de pagamento em 5.000 funcionários desde o primeiro trimestre.

"A previsão para a economia global é muito desafiadora, à medida que problemas nos países desenvolvidos começam a afetar as taxas de crescimento no mundo todo", disse o HSBC. (Fonte: Folha.com/Reuters)

27/10/2011 07:48 HSBC também paga antecipação da PLR no dia de hoje (27)
Diferenças salariais e nos tíquetes refeição e alimentação e 13ª cesta-alimentação também serão creditadas
O HSBC fará o pagamento nesta quinta-feira 27 da antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e das diferenças oriundas do reajuste de 9% nos salários referentes ao mês de setembro.

A instituição financeira informou também que creditará na sexta 28 as diferenças relativas ao reajuste nos vales alimentação e refeição, cesta-alimentação e demais verbas, bem como a 13ª cesta-alimentação, no valor de R$ 339,08.

O valor da antecipação da regra básica da PLR é de 60% (que corresponde a 54% do salário mais R$ 840, com teto de R$ 4.696,37). Já a antecipação da parcela do adicional será a distribuição de 2% do lucro líquido do primeiro semestre deste ano, o que, segundo informação do HSBC, corresponde a R$ 591,08 para 21 mil funcionários. O restante da PLR e do valor adicional deve ser pago até 1º de março de 2012.

27/10/2011 07:37 HSBC negocia a venda da Losango
Banco britânico colocou à venda sua financeira no Brasil, por estar fora do foco estratégico; quatro bancos já mostraram interesse (David Friedlander)
Fora da estratégia do britânico HSBC para o Brasil, a financeira Losango, uma das maiores do ramo, foi colocada à venda, segundo apurou o ‘Estado’. Conduzido pelo banco de investimento JP Morgan, o processo de negociação está em curso há cerca de 40 dias e já chamou a atenção de Bradesco, Santander, Banco do Brasil (BB) e Itaú Unibanco, que já avaliaram ou estão estudando a situação da financeira.

"Estamos todos olhando, alguns com mais interesse, outros com menos", afirmou o vice-presidente de um desses bancos. "Olhamos, mas ainda não sabemos o que vamos fazer", disse o vice-presidente e outro banco. Oficialmente, Bradesco, Santander, BB e Itaú Unibanco não comentam o assunto. Procurados, o HSBC afirmou que "não comenta rumores" e o JP Morgan não respondeu.

O movimento de aproximação com potenciais interessados acabou alimentando a ideia de que o HSBC, sexto maior banco do País e um dos maiores do mundo, estaria sendo negociado no Brasil. Essa hipótese foi negada em nota do banco semanas atrás. De acordo com a instituição, a operação brasileira é hoje a quarta mais rentável do grupo, que está presente em mais de 80 países.

Líder no crédito direto ao consumidor, com 21% do mercado, a Losango tem uma carteira de aproximadamente R$ 3 bilhões em financiamentos. A empresa também é forte nos cartões de lojas, por meio de parcerias com cerca de 20 grandes redes varejistas, como a Máquina de Vendas - além de 21 mil pequenos lojistas de todo País.

Nova estratégia
Comprada oito anos atrás por US$ 815 milhões da filial brasileira do Lloyds Bank, da Inglaterra, a Losango não faz mais sentido dentro da nova estratégia do banco britânico para o Brasil. O HSBC vai abandonar o varejo popular e priorizar a disputa pela conta de empresas e pelo cliente de alta renda, sua maior especialidade. Além da financeira, o banco já tinha colocado à venda uma pequena carteira de financiamento de carros para pessoas que não são correntistas, que até agora ninguém quis comprar.

A venda da Losango faz parte de um pacote maior e envolve ativos do mundo todo, que não interessam mais ao grupo. O presidente mundial do HSBC, Stuart Gulliver, assumiu o posto em janeiro deste ano e meses depois anunciou a intenção de cortar algo como US$ 3,5 bilhões em custos, para melhorar a lucratividade.

Para isso, o grupo vai sair de áreas e países onde não possui escala para competir pelas primeiras posições, principalmente na área de varejo.

Fora do Brasil, o desmonte já começou. No mês passado, o HSBC vendeu sua operação de varejo no Chile para o Itaú - uma operação pequena, com cerca de 20 mil clientes e apenas 0,03% do mercado local. Em agosto, o banco britânico havia anunciado a venda da área de cartões de crédito nos Estados Unidos para a Capital One, em um negócio de US$ 2,6 bilhões. Também vendeu a operação de varejo na Rússia. Outra unidade global que está sendo vendida é a de seguros (com exceção de seguro de vida), avaliada em US$ 1 bilhão. (Fonte: Estadão)

26/10/2011 07:38 PLR do HSBC e diferenças salariais serão pagos nos dias 27 e 28
O HSBC fará nesta quinta-feira, dia 27, o pagamento da antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e das diferenças oriundas do reajuste de 9% nos salários referentes ao mês de setembro.

Além disso, o banco informou que creditará nesta sexta-feira, dia 28, as diferenças relativas ao reajuste nos vales-refeição, cesta-alimentação e demais verbas, bem como a 13ª cesta-alimentação, no valor de R$ 339,08.

O prazo de pagamento da antecipação da PLR vai até o dia 31, conforme estabelece a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de 2011/2012, assinada pelas entidades sindicais nesta sexta-feira, dia 21, em São Paulo.

Valor da PLR
O valor da antecipação da regra básica da PLR é de 60% (que corresponde a 54% do salário mais R$ 840, com teto de R$ 4.696,37). Já a antecipação da parcela do adicional será a distribuição de 2% do lucro líquido do primeiro semestre deste ano, o que, segundo informação, corresponde a R$ 591,08 para 21 mil funcionários. O restante da PLR vem até o dia 1º de março de 2011.

A campanha deste ano conquistou uma elevação de 27,18% na parte fixa da regra básica da PLR, que ficou em 90% do salário mais R$ 1.400, com teto de R$ 7.827,29. E na parcela adicional da PLR, que distribui linearmente 2% do lucro líquido, o teto aumentou 16,66%, chegando a R$ 2.800.

21/10/2011 10:22 Reguladora chilena aprova negócio entre Itaú e HSBC
(Gustavo Nicoletta)
A agência reguladora do setor bancário do Chile (SBIF) aprovou a compra das operações locais de banco de varejo do HSBC pelo Itaú. Com a aquisição, o Itaú pretende "aumentar nossa fatia no mercado dos 19% atuais para 25% nos próximos anos", afirmou o gerente-geral do Banco Itaú Chile, Boris Buvinic, em um comunicado.

As operações de varejo do HSBC no Chile atendem cerca de 4 mil clientes e possuem ativos de aproximadamente US$ 20 milhões. O HSBC vai manter as operações comerciais e de banco de investimentos que possui no país. As informações são da Dow Jones. (Fonte: IstoÉdinheiro)

19/10/2011 06:52 HSBC deve indenizar homem retido em porta giratória de agência bancária
A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça fixou em R$ 30 mil a indenização por dano moral que deve ser paga pelo banco HSBC a um homem que ficou dez minutos retido na porta giratória de agência bancária. A indenização é devida em razão do constrangimento sofrido em decorrência da conduta do vigilante e do gerente do banco, que afirmou que o usuário tinha “cara de vagabundo”.

O relator do recurso do banco, ministro Luis Felipe Salomão, destacou que, de acordo com a jurisprudência do STJ, o simples travamento de porta giratória de banco constitui mero aborrecimento. Quando a situação é adequadamente conduzida pelos vigilantes e funcionários do banco, não ocorre efetivo abalo moral passível de indenização.

Contudo, no caso analisado, Salomão entendeu que o constrangimento experimentado ultrapassou o mero aborrecimento. Segundo o processo, o homem ficou aproximadamente dez minutos preso no interior do equipamento, foi insultado e mesmo após ser revistado por policial militar, não foi autorizado a entrar na agência.

Para o relator, ficou nítida a ofensa à honra subjetiva do autor da ação, “que se encontrava retido na porta, em situação de extrema vulnerabilidade, inadequadamente conduzida pelo vigilante e funcionários do banco e, ainda assim, se viu atingido por comentário despropositado e ultrajante”. O ministro destacou também que o próprio banco não questionou sua obrigação de reparar os danos morais.

Exorbitante
No recurso ao STJ, o HSBC contestou apenas o valor da indenização, que considerou exorbitante. O caso ocorreu em agosto de 1998. Em primeiro grau, o valor da indenização foi fixado em 30 salários mínimos. Ao julgar apelação, o Tribunal de Justiça de São Paulo elevou essa quantia para cem salários mínimos.

De acordo com o ministro Luis Felipe Salomão, o valor fixado pelo tribunal estadual equivalia, na época, a R$ 30 mil. Com a correção monetária, o relator considerou que o valor atualizado destoa da jurisprudência do STJ. Por isso, ele deu parcial provimento ao recurso do banco para fixar os danos morais em R$ 30 mil, incidindo atualização monetária a partir da publicação desta decisão. Todos os ministros da Quarta Turma acompanharam o voto do relator. Coordenadoria de Editoria e Imprensa (Fonte: STJ)

11/10/2011 10:57 Oficialmente, Itaú e HSBC desmentem negociações
As instituições financeiras negam que estão conversando
Diante da informação de que o Itaú estaria negociando a aquisição de uma parte do HSBC no Brasil, o site de VEJA procurou as instituições financeiras para obter detalhes. Contudo, ambas negaram oficialmente, por meio de suas assessorias de imprensa, a informação.

O Itaú nega que está avaliando qualquer tipo de aquisição de ativos do HSBC. A instituição financeira, aliás, tem capital aberto e não pode fazer nenhum tipo de declaração à imprensa que possa mexer com suas ações. Para comunicar qualquer informação importante, a empresa precisa enviar comunicado oficial à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e para as bolsas de valores.

À reportagem de VEJA, o HSBC não só desmente a informação como a atribui a “boatos sem fundamento”. O banco inglês, aliás, destaca o papel prioritário da filial nacional para a operação global do grupo – o Brasil é hoje a quarta maior fonte de contribuição para os resultados da HSBC Holdings.

A nota divulgada pela assessoria lembra também que o presidente mundial do HSBC, Stuart Gulliver, anunciou, em visita recente ao país, novos aportes de recursos no HSBC Brasil em 2012 para aumentar a oferta de crédito para pequenas, médias e grandes empresas. (Fonte: Revista Veja)

11/10/2011 06:41 TRT-RS derruba liminares de interditos do Bradesco e HSBC em Vacaria-RS
O Bradesco e o HSBC tiveram suas liminares de interdito proibitório cassadas, na base do Sindicato dos Bancários de Vacaria, no Rio Grande do Sul. Segundo a diretoria da entidade, as instituições usaram de má-fé para compor as prova, que embasaram as liminares concedidas inicialmente pela Justiça do Trabalho.

"O HSBC, por exemplo, usou uma ata feita em São Paulo como prova no seu pedido de liminar. Os bancos também têm usado fotos e recortes de jornais de greves passadas, na tentativa de justificar os interditos", observa o presidente do Sindicato, Paulo Cesar Hermani.

No despacho a favor do mandado de segurança do Sindicato, o desembargador Milton Varela Dutra destaca que os elementos de prova apresentados pelo Bradesco na petição inicial não permitem inferir qualquer atitude grevista que esteja projetando turbação ou esbulho ao pleno exercício da posse ou propriedade do banco.

"Os documentos juntados são meras fotos das portas das agências, que não demonstram qualquer ato de impedimento de acesso de clientes e/ou empregados", constata o desembargador.

Já em relação ao HSBC, o mandado de segurança a favor do Sindicato, expedido pela desembargadora Ana Luiza Heineck Kruse, ressalta a inexistência de barreiras materiais ou humanas que impeçam o acesso dos empregados e do público em geral ao banco.

Para a magistrada, a colocação de faixa na entrada da agência, sinalizando o movimento grevista, assim como a permanência, no local, de sindicalistas ou empregados em greve não caracteriza qualquer turbação à posse, o que não justifica a manutenção da decisão liminar concedida anteriormente ao banco. (Fonte: SEEB Vacaria)

06/10/2011 16:26 HSBC tem pedido de interdito negado em Paranaguá
A 3ª Vara do Trabalho de Paranaguá julgou TOTALMENTE IMPROCEDENTE o pedido de Interdito Proibitório ajuizado pelo Banco HSBC.

Em sua decisão o magistrado destaca que:

"...não se pode ignorar que o direito de greve é constitucionalmente assegurado e, nas manifestações dos grevistas, a fixação de faixas na greve na frente dos locais de trabalho, a permanência de certo grupo de pessoas para esclarecer sobre as razões do movimento paredista ao público em geral, inclusive a permanência daquela chamada "comissão de convencimento" que atua sobre os funcionários que, num primeiro momento, não pretendem aderir à greve, atuação essa voltada a esclarecer-lhes sobre a importância da adesão e relevância da atuação da categoria como um todo único, tudo isso é absolutamente normal, esperado e inerente a um movimento paredista, assim como a utilização de carros com sistema de som nas proximidades de agências centrais, o que, por si só, não configura esbulho e tampouco turbação na posse dos alegados bens imóveis onde estariam localizadas as agências e postos bancários do requerente."

06/10/2011 06:53 Justiça garante direito de greve no HSBC de São José dos Pinhais
(Paula Padilha)
A 2ª Vara do Trabalho de São José dos Pinhais concedeu interdito ao HSBC, para que ele tenha a posse de seus imóveis, as agências do banco em São José dos Pinhais, que reabriram neste nono dia de greve dos bancários.

A liminar concedeu o interdito, mas o juízo destacou que "o direito de propriedade não deve impedir o livre exercício do direito de greve". As agências reabriram porque o Sindicato não pode impedir o acesso ao trabalho. Quem deve aderir à greve e paralisar suas atividades é o próprio bancário, sem ceder à pressão do banco.

"Direito de posse"
Já em Campo Largo, o único direito que importa para a Justiça do Trabalho é o de posse. O HSBC conseguiu interdito que determina que o "exercício do direito de posse pelo autor sobre as agências" da região não pode ser turbado. O mandado não se refere ao direito de greve dos bancários e determina que o acesso ao interior da agência não pode ser impedido, sob pena de multa. (Fonte: SEEB Curitiba)

06/10/2011 06:50 Justiça nega interdito proibitório ao HSBC e Itaú em Bragança Paulista
O juiz da Vara do Trabalho de Bragança Paulista, João Dionísio Viveiros Teixeira, com base em imagens das agências fechadas na cidade fornecidas pelo próprios bancos, negou na terça-feira, dia 4, os pedidos de liminar dos interditos proibitórios propostos pelo HSBC e Itaú, contra o Sindicato dos Bancários de Bragança Paulista e Região, em cuja base 33 agências bancárias estão fechadas desde o dia 27 de setembro.

Para a Justiça do Trabalho, não se vislumbra indícios de violência nem desrespeito à lei de greve, à propriedade ou ao direito de ir e vir.

Ao invés de negociar e apresentar uma proposta decente, os bancos buscam intimidar os trabalhadores via Justiça. Buscam induzir a Justiça a erro, com alegações e mentiras absurdas. Desta vez, o juiz fez valer a máxima, "a Justiça não é cega", e negou mais tentativa de abuso dos bancos.

De acordo com os bancos, o Sindicato estaria exercendo pressão indevida e ilegal, perturbando a ordem na entrada das agências, cerceando o direito de ir e vir de clientes e usuários de serviços bancários, causando tumulto em frente às agências. No caso do Itaú, o banco solicita, ainda, que o Sindicato pague multa diária de 50 mil por agência fechada.

Leia um trecho da decisão judicial:
..."justamente o que transmitem as fotos atuais é a restrita observância da ordem jurídica, diga-se de passagem, é de paz, a sensação que as fotos do estabelecimento da requerente nesta cidade revelam"...

Veja outro trecho do despacho:
..."não vislumbro, por ora, sequer indícios da prática de atos por parte do Sindicato réu ou or pessoas que integram o movimento paredista incompatíveis com o exercício do direito de greve que turbem a posse do requerente, nem mesmo as fotos dos estabelecimentos bancários com portas cerras permitem concluis que o movimento está utilizando meios violentos para impedir o ingresso de trabalhadores empregados ou terceirizados e clientes, muito pelo contrário, embora com as portas fechadas o que, em regra, ocorre até mesmo por ordem do empregador, face à insuficiência de pessoal para dar atendimento, decorre da ausência de trabalhadores que aderiram voluntariamente à greve, justamente o que transmitem as fotos atuais é a restrita observância da ordem jurídica, diga-se de passagem, é de paz, a sensação que as fotos do estabelecimento da requerente nesta cidade revelam. Posto isso, reputo que não se encontram presentes os requisitos necessários, no caso...., para concessão, liminarmente, da cautela pretendida...". (Fonte: SEEB Bragança Paulista)


29/09/2011 09:49
Contra greve, banco HSBC recorre a helicóptero
Transporte aéreo dribla os piquetes; instituições também montam “bunkers” em locais que sindicatos não podem fechar


O HSBC diz ter autorização da Aeronáutica para levar funcionários ao centro administrativo do Xaxim, em Curitiba

Para não paralisarem totalmente suas atividades depois que os bancários iniciaram uma greve nacional na segunda-feira, os bancos estão adotando estratégias que vão de transporte aéreo para os funcionários a “bunkers antigreve”, locais onde os sindicatos não podem fazer piquetes.

No entanto, esses funcionários que seguem trabalhando podem fazer muito pouco, ou quase nada, para resolver os problemas dos clientes, pois suas funções são de caráter mais burocrático.

Os moradores da região do Centro Administrativo do HSBC no Xaxim, bairro da região sul de Curitiba, já sabem que em dias de greve de bancários o vaivém de helicópteros é intenso na região.

A assessoria de imprensa do HSBC afirma que o banco busca todas as formas necessárias para manter o funcionamento dos serviços bancários para seus clientes, inclusive com o uso de helicópteros, como um “plano de contingência”.

Para o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região Metro­politana, o banco recorre ao medo que os funcionários têm de serem demitidos por participarem da greve. O sindicato informou que fecha os portões dos centros administrativos para que os funcionários possam justificar a falta ao trabalho, mas os bancos conseguem meios para manter suas instalações em funcionamento.

“É uma atitude antissindical e é refutada pelo sindicato. Além de não respeitar o direito de greve, coloca a vida dos bancários em risco. Ano passado conseguimos suspender na Justiça o transporte aéreo e neste ano já solicitamos novamente”, ressalta o presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região Metropolitana, Otávio Dias. O HSBC informa que a empresa tem a aprovação dos órgãos policiais e da Aeronáutica para usar os helicópteros.

Nem todas as medidas tomadas pelos bancos são tão visíveis. Uma funcionária de um banco da capital, que preferiu não se identificar, contou que os bancos têm estrutura para furar a greve. “Nós somos deslocados para postos de atendimento dentro de órgãos públicos, porque os sindicalistas não podem fechá-los. Além disso, vamos também para pontos de atendimento dentro de empresas e por vezes nos encontramos em hotéis da cidade para reuniões”, afirma.

Há ainda informações de que os funcionários de alguns bancos da capital são levados para “esconderijos”, geralmente locais que não chamam a atenção dos dirigentes sindicais, ou têm os ramais do escritório direcionados para seus celulares, fazendo com que os trabalhos possam continuar de outros pontos. “É mais uma pressão sobre os trabalhadores, como se não bastassem o assédio moral e as metas do dia a dia. Isso só mostra a intransigência dos banqueiros”, reclama Dias, do sindicato.

Os bancários pedem reajuste de 12,8% (inflação mais 5% de aumento real) e os bancos oferecem 8%. Não há data definida para uma rodada de negociações e a greve segue por tempo indeterminado nos 26 estados do país, além do Distrito Federal. (Fonte: Gazeta do Povo)

28/09/2011 11:18 Pressionados, bancários do HSBC vão ao trabalho de helicóptero para escapar da greve
(
Karla Losse Mendes)
Vários funcionários do banco HSBC estão sendo transportados de helicóptero para o centro administrativo da empresa no bairro Xaxim nesta quarta-feira (28). De acordo com o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, a medida foi tomada pela empresa para escapar dos bloqueios nos portões feitos pela categoria.

Os bancários declararam greve ontem e 299 agências em todo o Paraná permaneceram fechadas. Hoje, a tendência é que o número seja ampliado. O sindicato alega que impedir o acesso aos prédios é a única forma de garantir que os trabalhadores de bancos privados possam aderir à greve, uma vez que os funcionários temem ser demitidos caso participem da paralisação.

Ao todo, funcionários de 13 centros administrativos estão tendo o acesso proibido. São quatro centros do HSBC, quatro do Banco do Brasil, dois da Caixa Econômica Federal, um do Santander, um do Itaú e um do Bradesco. Ainda segundo o sindicato, apenas o HSBC faria o transporte dos funcionários por helicóptero. Outros bancos adotariam medidas chamadas contingenciamento, que seria a transferência dos funcionários para trabalhar em outros prédios. (Fonte: ParanOline)

21/09/2011 07:34 HSBC é condenado a indenizar cliente por não pagar seguro-desemprego
O juiz do 10º Juizado Especial Cível, Fernando de Mello Xavier, condenou o banco HSBC Brasil S/A a indenizar um cliente, por danos morais, no valor de R$ 5 mil por não pagar seguro-desemprego.

O contrato assegurava que, em caso de desemprego involuntário, o consumidor teria direito ao pagamento de até quatro parcelas do financiamento vigente e três cestas básicas no valor de R$ 130 cada uma.

O banco se recusou a cumprir o contrato porque o consumidor ficou desempregado após o término da cobertura contratual, no entanto, ainda estava dentro do período da franquia de 30 dias, e também da vigência do contrato.

O magistrado entendeu que não estava claro no contrato a cláusula que estipulava a não cobertura do plano no último mês da vigência do seguro. “O princípio do pacta sunt servanda (pactos devem ser respeitados) tem aplicação relativa nos contratos de adesão, cujas cláusulas são pré-estabelecidas unilateralmente pela seguradora, guardando evidente desigualdade entre os contratantes.

O código consumerista é norma de ordem pública, e autoriza a revisão contratual e a declaração de nulidade das cláusulas contratuais abusivas”, pontuou Fernando. (Fonte: Correio Forense)

29/08/2011 07:43 Bamerindus fecha acordo para pagar dívida de R$ 2,5 bi em 15 anos
(Mônica Izaguirre)
O antigo Bamerindus renegociou e parcelou com desconto da sua dívida com o Banco Central. A dívida, oriunda de socorro financeiro prestado pela autoridade monetária, caiu de R$ 2,7 bilhões para R$ 2,5 bilhões e será paga em 15 anos. O primeiro dos 180 pagamentos mensais já foi feito no início do mês, no valor de R$ 14,2 milhões.

Exemplo emblemático da crise bancária brasileira da segunda metade da década de 1990, o Bamerindus quebrou em março de 1997, sofreu intervenção do BC e depois entrou num processo de liquidação extrajudicial que dura até hoje.

O acordo de parcelamento foi anunciado ontem pelo diretor de Administração e presidente em exercício do BC, Altamir Lopes, durante a divulgação do balanço da autarquia. A operação, segundo ele, terá impacto redutor de R$ 2 bilhões na dívida líquida do setor público. O montante corresponde ao valor presente do débito renegociado. O impacto fiscal ocorre porque, até então, esse era um ativo "podre" do governo central, que não podia entrar para o cálculo da dívida líquida. Ao deixar de ser "podre" compensará parte da dívida bruta.

No balanço do BC, o efeito será a reversão de provisões, pois o valor devido pelo Bamerindus estava integralmente provisionado. No total, o BC mantinha, em 30 de junho, provisões de R$ 32,1 bilhões para créditos de liquidação duvidosa junto a bancos liquidados, entre eles Nacional e Econômico. A dívida deles com o BC era de R$ 64,3 bilhões, incluída aí a do Bamerindus antes da renegociação.

O acordo foi firmado em 12 de agosto. Por isso, o efeito da reversão de provisões não foi capturado pelo balanço divulgado ontem, referente ao primeiro semestre de 2011. No período, a autoridade monetária registrou lucro de R$ 12,2 bilhões, proporcionado principalmente pelo rendimento de sua carteira de títulos, de emissão do Tesouro Nacional. O resultado será repassado ao próprio Tesouro em alguns dias.

Por outro lado, o Tesouro terá que entregar ao BC cerca de R$ 95,8 bilhões em novos títulos, para ressarci-lo do custo fiscal de carregamento das reservas cambiais apurado neste balanço e no anterior. Só no primeiro semestre, esse custo atingiu R$ 44,5 bilhões.

A maior parte, R$ 28,8 bilhões, refere-se à queda do valor das reservas cambiais em moeda nacional, por causa da desvalorização do dólar frente ao real. Mas há também diferencial de taxa de juros, já que as reservas são aplicadas no exterior a juros mais baixos do que o custo pago pelo BC para captar recursos no país. Ignorada a correção cambial, a rentabilidade obtida lá fora foi de 1,55% no semestre. Já o custo médio de captação do BC foi de 4,56%. A diferença representa um custo de R$ 15,7 bilhões, informou Altamir Lopes. (Fonte: Valor Econômico)

26/08/2011 08:11 HSBC decepciona e não paga PPR/PSV
Banco anuncia que não paga PPR/PSV para funcionários em agosto (Elenice Santos)

Os bancários que aguardavam pelo recebimento do PPR/PSV para esta sexta 26 foram surpreendidos com a mudança de regras. O HSBC não depositará o valor a que tinham direito pelo cumprimento das metas estabelecidas pela próprio banco.

Os funcionários já contavam com a quantia e muitos até já haviam gastado por conta, pois sabiam quanto iam receber por meio do extrato da PPR/PSV na intranet do banco.

“No começo do ano o banco divulgou as regras, os bancários acreditaram, e agora isso. Cadê o respeito? O que é tratado não é caro, este é o pensamento de todos os prejudicados”, afirma o dirigente sindical, Luciano Ramos.

O HSBC afirmou que só pagará o PPR/PSV junto com a Participação nos Lucros e Resultados, no final da campanha deste ano. Para remediar, ofereceu uma linha de empréstimo aos empregados com cobrança de juros e IOF, no limite do valor que receberiam nesta sexta.

O banco se nega a negociar com o movimento sindical as regras do PPR/PSV, apesar de os dirigentes reiterarem a importância de tal negociação. “Cobramos que o PPR/PSV deixe de ser descontado da PLR, essa sim transparente e construída com a luta dos trabalhadores. O PPR/PSV não tem regras claras e as poucas que tem o banco muda como se muda de roupa”, completa Luciano. (Fonte: SEEB SP)

26/08/2011 07:59 Extinto Bamerindus fecha acordo para refinanciar dívida com Banco Central
O diretor de Normas do Banco Central (BC), Altamir Lopes, informou que o liquidado Banco Bamerindus fechou este mês acordo para refinanciar sua dívida com a autoridade monetária.

Com isso, o BC já trocou o débito por ativo e abateu cerca de R$ 2 bilhões na dívida líquida do setor público, nos dados relativos a agosto.

Lopes explicou que o crédito do BC com o Bamerindus, que sofreu liquidação extrajudicial em 1997, estava em R$ 2,7 bilhões, com provisão no balanço em valor igual.

Por acordo com ex-controladores, a autoridade monetária renegociou a dívida por 180 meses. A primeira parcela já foi paga ao BC, no valor de R$ 14,2 milhões, no último dia 12.

Lopes disse que trazida a valor presente, a dívida cai para algo em torno de R$ 2 bilhões, valor que será abatido na dívida líquida. O Bamerindus, porém, continua sob liquidação do BC, já que o liquidante continua em negociação com outros credores.

Ao divulgar balanço do primeiro semestre do ano, com lucro de R$ 12,2 bilhões, o melhor resultado para o período desde o lucro de R$ 24 bilhões em 2003, o BC também deu transparência aos créditos com os principais bancos liquidados.

Em termos nominais, os bancos liquidados Nacional, Econômico, Mercantil, Banorte e Bamerindus devem R$ 64,3 bilhões ao BC. Desse valor, estavam provisionados R$ 32,1 bilhões em junho, em função de ativos que as instituições ainda possuem. (Fonte: Valor Online)

24/08/2011 07:59 HSBC lucra R$ 611,9 mi no 1º semestre
O HSBC divulgou nesta terça-feira, 23 de agosto, lucro líquido de R$ 611,9 milhões no primeiro semestre deste ano. O valor é 44,25% superior ao registrado em igual período de 2010.

A divulgação do resultado apurado pelo banco vem do aumento das operações de crédito. Isso porque quando o banco inglês chegou no Brasil em 1997, apesar de ter afirmado que este seria o seu foco, passou a atuar como os demais bancos brasileiros apostando em operações de tesouraria, compras de títulos públicos e cobranças de tarifas.

Junto com os resultados, o banco inglês anunciou a contratação de 605 novos funcionários no país. Porém, a rotatividade ainda se apresenta como um fator preocupante. Durante o mesmo período, foram admitidos 1.957 trabalhadores e dispensados 1.352.

O banco também divulgou durante a apresentação dos resultados globais a previsão de contratação de mais mil gerentes na área de relacionamento, porém, apesar da medida ser aparentemente positiva, cria um problema interno no setor de recursos humanos e remuneração. Isso porque as contratações serão feitas com profissionais do mercado, que acabam ingressando com remuneração superior aos atuais funcionários que já atuam no banco. Por que não priorizar e promover o quadro interno da empresa.

Resultados
Há dois critérios para a contabilidade dos resultados na instituição financeira. Um deles é nacional e o outro internacional. O banco inglês havia anunciado o lucro no Brasil como o quarto maior do grupo, isso antes do pagamento dos impostos. O valor atingido foi de US$ 637 milhões, cerca de R$ 900 milhões. De acordo com as normas brasileiras, o resultado de R$ 611,9 milhões resulta em cerca de 50% do que foi apurado conforme o critério internacional.

15/08/2011 08:02 HSBC faz corte de 79 funcionários em Curitiba
(João Pedro Schonarth)
O Centro Global de Tecnologia do Grupo HSBC (GLT) demitiu 79 funcionários da sua unidade de Curitiba nesta semana. A informação foi confirmada pelo banco sexta-feira (12). Desse total, 49 eram funcionários do GLT e outros 30 eram profissionais terceirizados.

A razão para os cortes seria a redução de demanda de dois dos mais de dez países atendidos pelos serviços de tecnologia. Além disso, havia rumores de que o centro poderia ser vendido, mas o HSBC informou, por meio de nota de sua assessoria de imprensa, que não há essa intenção.

O comunicado ressaltou ainda que as demissões não fazem parte da reestruturação das operações globais do HSBC. De acordo com a instituição, o GLT Brasil seria um dos quatro centros de tecnologia que prestam serviços de tecnologia para o grupo – atuando como se fosse uma terceirizada. Além da unidade de Curitiba, há GLTs na Índia, na China e na Malásia.

No início do mês, o banco anunciou o corte de 30 mil empregos em todo o mundo até 2013 devido à redução de custos. O corte dá sequência a um plano anunciado em maio de se retirar de alguns países e orientar o foco de seus negócios para mercados de alto crescimento – o Brasil seria um deles. Aqui, o HSBC Brasil está contratando mil novos gerentes de relacionamento neste ano, para ampliar a presença no varejo local. Eles se somariam aos 23 mil funcionários que o banco tem no país.

Mundialmente, o corte engloba 5 mil empregos que já estão sendo eliminados nos Estados Unidos, no Reino Unido, na França, na América Latina e no Oriente Médio. Além desses, outros 25 mil empregos devem ser cortados entre agora e 2013. (Fonte: Gazeta do Povo)

12/08/2011 11:05 HSBC: mudança na forma de pagamento do PSV causa indignação dos funcionários
A direção do HSBC anunciou que mudou o pagamento do Programa Semestral Variável (PSV), alegando dispositivo da lei 10.101, que regula a participação nos lucros e resultados (PLR) pela qual, em seu artigo 3º, parágrafo 2º, é vedado o pagamento ou qualquer antecipação ou distribuição de valores a título de PLR inferior a um semestre civil ou mais de duas vezes no mesmo ano.

De acordo com esta mudança, o Banco deixará de efetuar o pagamento em agosto, e passará a fazê-lo após a assinatura da convenção coletiva da categoria. Segundo a direção do Banco, a instituição irá disponibilizar aos funcionários atingidos, uma linha de crédito especial, por noventa dias.

Contudo, o movimento sindical discorda desta postura, entendendo que o HSBC deveria manter o critério anterior ou promover qualquer alteração após ampla discussão com o movimento sindical, sem prejuízos aos empregados.

Esta medida do Banco é motivo, mais uma vez, de preocupação e descontentamento entre os funcionários e sindicalistas.

METAS
Não bastasse o Banco estabelecer metas abusivas e geralmente inatingíveis, ainda assim promove alterações na pontuação do programa a qualquer dia do mês, prejudicando milhares de trabalhadores.

É urgente que a diretoria do RH do Banco reveja este programa e também o PPR, além de outras questões e negocie com o movimento sindical e com a Comissão de Empregados, todos e quaisquer assuntos que envolvam o funcionalismo do Banco.

03/08/2011 07:53 Brasil foi terceiro país que mais contribui para lucro global do HSBC

O HSBC no Brasil registrou lucro antes dos impostos de US$ 637 milhões no primeiro semestre, expansão de 33% ante o mesmo período de 2010. O país respondeu por 55% do resultado do banco na América Latina, que ficou em US$ 1,151 bilhão.


Matriz do HSBC no Brasil em Curitiba

Dentre os 87 países em que o banco inglês atua, o Brasil foi o terceiro que mais contribuiu com seu lucro global, segundo comunicado divulgado pelo HSBC. Por isso, o mercado brasileiro não fará parte da reestruturação global anunciada, que prevê o corte de 30 mil funcionários até 2013.

No relatório em que apresentou os resultados globais, o HSBC destaca que as operações no Brasil têm apresentado forte crescimento, principalmente em crédito e seguros.

No financiamento habitacional, houve expansão de 93% na comparação do primeiro semestre de 2011 com o mesmo período do ano passado. Outras linhas ligadas a crédito pessoal tiveram aumento de 21,6% na mesma base de comparação. Assim como os outros bancos brasileiros, o HSBC também reporta que teve aumento das taxas de inadimplência, mas não revela o valor por país.

Na área de seguros, o banco destaca que aumentou o esforço de venda e conseguiu aumentar a comercialização de seguros ligados a crédito e a produtos de vida.
O banco anunciou lucro total de US$ 11,5 bilhões, conforme regras contábeis internacionais, contra US$ 11,1 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. Também informou ontem que vai concentrar-se em países de alto potencial de crescimento.

Quanto à questão das demissões, o Brasil vai no caminho exatamente oposto, por conta de seus bons resultados. "O Brasil não faz parte da reestruturação do grupo, que inclui corte de funcionários", informou, em nota, a assessoria de imprensa da unidade no País.

Haverá mais cortes de empregos", disse o presidente Executivo do banco, Stuart Gulliver, em teleconferência. "Cerca de 25 mil vagas serão eliminadas entre o momento atual e o fim de 2013." Os cortes equivalem a quase 10% do quadro do HSBC e integram o programa de redução de custos da instituição, que planeja enfocar suas operações na Ásia. Já a unidade brasileira informou que contrata mil novos gerentes de relacionamento para ampliar presença no varejo local. (Fonte: DCI)

03/08/2011 07:50 HSBC contratará 15 mil pessoas em 3 anos nos países emergentes
O gigante bancário britânico HSBC contratará nos próximos três anos cerca de 15 mil pessoas nos países emergentes, informou nesta terça-feira à AFP uma porta-voz da empresa, um dia após o grupo anunciar a eliminação de 30 mil empregos em todo o mundo.

"O banco contratará entre 3 e 5 mil pessoas por ano nos mercados emergentes", explicou a porta-voz. "Isto representa cerca de 15 mil pessoas", acrescentou.

Na véspera, o banco anunciou a supressão de até 30 mil postos de trabalho até 2013, o que representa 10% de seu quadro de funcionários global, como medida para reduzir seus custos de funcionamento.

O HSBC afirmou que este corte forma parte de um plano de redução de custos de entre 2,5 e 3,5 bilhões de dólares até 2013. (Fonte: JB Online)


02
/08/2011 08:03 Corte de 30 mil funcionários não atinge Brasil, diz HSBC

O HSBC informou nesta segunda-feira que o Brasil não será afetado pelo plano mundial de demissões anunciado mais cedo pela matriz do banco.

"O Brasil não faz parte da reestruturação do grupo, que inclui corte de funcionários", informou em nota a assessoria de imprensa da unidade do HSBC no país.

Ontem pela manhã, ao anunciar os resultados do primeiro semestre, a matriz do banco britânico avisou que eliminará cerca de 30 mil empregos até 2013, já que vai sair de países onde encontra dificuldades para competir.

No comunicado desta tarde, a unidade brasileira do HSBC informou que está contratando 1.000 novos gerentes de relacionamento este ano para ampliar sua presença no varejo local.

"O país foi destaque no anúncio dos resultados ao ser, entre os 87 países onde o banco atua, o terceiro a mais contribuir com o lucro do grupo", segundo trecho da nota à imprensa, detalhando que o lucro antes de impostos do conglomerado no Brasil foi de US$ 637 milhões de janeiro a junho. (Fonte: Folha.com)

01/08/2011 11:12 HSBC tem lucro acima do esperado, mas corta 30 mil empregos

O HSBC eliminará 30 mil empregos, enquanto se retira de países onde está enfrentando dificuldades para competir, afirmou o maior banco da Europa nesta segunda-feira, após apresentar um surpreendente aumento no lucro do primeiro semestre.

A instituição teve lucro antes de impostos de US$ 11,5 bilhões entre janeiro e junho, acima dos US$ 11,1 bilhões apurados um ano antes e melhor que a média das estimativas de analistas, de US$ 10,9 bilhões, segundo pesquisa da Reuters.

O HSBC também informou que cortou 5.000 empregos em meio à reestruturação em andamento na América Latina, nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e Oriente Médio, e que eliminará outros 25 mil postos até 2013.

"Haverá mais cortes de empregos", disse o presidente-executivo do banco, Stuart Gulliver, em teleconferência. "Será algo em torno de 25 mil vagas eliminadas entre agora e o final de 2013."

Os cortes equivalem a quase 10% do quadro de funcionários do HSBC e integram o programa de redução de custos da instituição, que planeja focar suas operações na Ásia.

"É um número grande (de cortes de empregos), mas faz sentido porque os custos do HSBC são razoavelmente altos", disse Daniel Tabbush, analista da CLSA em Bangkok.
No domingo, o HSBC anunciou que venderá 195 agências nos EUA ao First Niagara Financial por cerca de US$ 1 bilhão em dinheiro, além de fechar outras 13 das 470 filiais que possui naquele país.

O banco também planeja vender o portfólio de cartão de crédito nos EUA, que soma mais de 30 bilhões de dólares em ativos, como forma de levantar capital. Capital One Financial e Wells Fargo estariam entre os possíveis compradores, segundo fontes. O Barclays também pode estar entre os interessados. (Fonte: REUTERS)

01/08/2011 08:00  HSBC vai demitir 10 mil funcionários no mundo todo


HSBC: com 300 mil colaboradores, o banco planeja que os cortes ocorram no próximo ano

O banco britânico HSBC vai anunciar nesta segunda-feira, na apresentação de seus resultados semestrais, a demissão de 10 mil funcionários no mundo todo, segundo afirmou neste domingo o canal Skynews.

Com 300 mil colaboradores, o banco planeja que os cortes ocorram no próximo ano, como parte da estratégia de seu novo executivo-chefe, Stuart Gulliver, que anunciou em maio um multimilionário plano de economia.

Está previsto que o gigante HSBC apresente nesta segunda-feira resultados "decepcionantes" relativos ao primeiro semestre do ano, com lucro bruto de US$ 1,090 bilhão frente aos US$ 1,110 bilhão do mesmo período do ano anterior. A queda pode afetar os outros grandes bancos britânicos. Lloyds, Royal Bank of Scotland e Barclays apresentarão resultados semestrais ao longo da próxima semana.

A proposta da comissão independente dos bancos britânicos (ICB, na sigla em inglês) de separar os bancos comerciais dos de negócios e o instável clima da economia global afetaram os lucros dos primeiros meses do ano das instituições financeiras britânicas. As ações do Lloyds e do RBS, dois bancos que receberam intervenção do Governo britânico, caíram 30% e 17%, respectivamente, no primeiro semestre do ano.

Já as ações do Barclays recuaram 26% e as do HSBC perderam 14% de seu valor nesse mesmo período. No caso de Barclays, que publicará resultados semestrais na terça-feira, espera-se que anuncie perdas de 24% nos lucros, segundo os investidores Seymour Pierce. (Fonte: Terra)

01/08/2011 07:57 HSBC vende 195 agências nos EUA por US$ 1 bilhão

O HSBC Holdings, que vem reduzindo suas operações nos EUA, concordou em vender 195 agências bancárias de varejo para o First Niagara Financial Group Inc. por US$ 1 bilhão em dinheiro, informou neste domingo (31) a companhia.

As agências, com US$ 15 bilhões em depósitos, estão sendo vendidas com um prêmio de 6,67% sob o valor dos depósitos e estão localizadas principalmente no Norte do Estado de Nova York. O HSBC também informou que pode cortar custos e rever suas operações nos EUA, incluindo seu portfólio de cartão de crédito, que também está a venda.

Separadamente, o HSBC também fundiu 13 de suas agências em Connecticut e New Jersey com agências próximas.

A companhia, com balanço previsto para divulgação nesta segunda-feira (1º), disse que as agências permanecerão abertas durante as operações de mudança. O acordo deve ser fechado no começo do próximo ano.
(Fonte: Gazeta do Povo)

02/03/2011 Lucro do HSBC do Brasil cresce 61% a R$1,082 bi em 2010
O HSBC teve lucro de R$ 1,082 bilhão no Brasil no ano passado, superando em 61% os R$ 670 milhões alcançados em 2009.

O resultado, divulgado nesta segunda-feira, 28, é atribuído a uma expansão de 20% na carteira de crédito, que chegou perto de R$ 50 bilhões em dezembro, além de uma redução de 35% nas despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa, de R$ 1,952 bilhão em 2010.

A instituição financeira explicou que a retomada econômica e o aumento do emprego formal possibilitaram a redução nas provisões. O indicador de inadimplência do banco - que considera atrasos entre 91 dias e 180 dias - cedeu de 1,1% em 2009 para 0,7% em 2010.

Com o forte crescimento dos resultados financeiros no ano passado, o Brasil se tornou a terceira operação mais rentável para o HSBC no mundo.

A participação da filial brasileira no lucro bruto do banco foi de 5,6%, e só ficou atrás dos resultados das operações de Hong Kong e da matriz no Reino Unido. Em 2009, quando a fatia no lucro bruto era de 3,8%, o Brasil ocupava a quinta posição no ranking do banco.

Mundialmente, o HSBC registrou lucro líquido - desconsiderando os descontos de impostos - de US$ 19,037 bilhões, resultado 169% superior ao apresentado em 2009. (Fonte: BandNews)

28/02/2011 Lucro do HSBC mais do que dobra em 2010 e vai a US$ 13 bilhões
(Da France Press)

O banco britânico HSBC obteve um lucro líquido de US$ 13,2 bilhões em 2010, mais que o dobro do ano anterior, graças à queda das reservas de créditos de risco, anunciou a instituição nesta segunda-feira.

No ano passado, o lucro do HSBC foi de US$ 5,8 bilhões, informou a entidade, destacando que o produto líquido bancário (equivalente ao volume de negócios do setor) registrou também uma alta de 3,1%, a US$ 68,3 bilhões.

Os resultados espetaculares do banco se explicam principalmente pela queda dos gastos com as depreciações dos riscos de crédito, que sofreram uma redução de 47%, a US$ 14 bilhões, nível mais baixo desde 2006, antes da crise do "subprime" (créditos hipotecários tóxicos) nos Estados Unidos.

O novo diretor geral do grupo, Stuart Gulliver (que no início do ano substituiu Michael Geoghegan) afirmou que o HSBC se beneficiou de um "início de ano satisfatório, da atividade de empréstimos segue dinâmica, principalmente nos mercados emergentes e de acordo com o nível de trocas globais". (Fonte: Folha.com)

22/02/2011 HSBC paga PLR nesta semana

Esta Federação esteve em contato com o Banco HSBC durante toda a semana passada e recebeu a informação nesta segunda-feira, 21, de que o banco pagará a PLR nesta sexta-feira, 25, juntamente com a folha de pagamento.

Durante todos os contatos o banco informou que atua de forma diferenciada pois como é uma empresa internacional, depende da divulgação dos resultados globais para então divulgar os resultados do segmento Brasil.

Uma vitória para os empregados que passaram por inúmeros boatos nos últimos dias, inclusive que o banco não pagaria valor algum, foi que não haverá desconto do adiantamento de 15% dos salários feito pelo banco em fevereiro de 2010 a título de antecipação da PPR.

Na sexta-feira o HSBC pagará também a PPR dentro dos moldes dos anos anteriores, pagando o que for maior.

A PPR é o programa próprio de remuneração da empresa. A previsão de pagamento da PLR é que ela seja paga dentro da regra básica mais a parcela adicional cujo valor só será conhecido na quarta-feira, porque o HSBC ainda não concluiu os cálculos do balanço.