Primeiro Semestre/2008

Banco Votorantim lucra R$ 600 milhões
O Banco Votorantim, nona maior instituição financeira do país, encerrou o primeiro semestre do ano com lucro líquido de R$ 600,8 milhões. O valor é ligeiramente inferior aos R$ 609,5 milhões registrados no mesmo período do ano passado. O retorno sobre o patrimônio líquido final foi de 20% ao ano. "O banco vem mantendo um ritmo de crescimento orgânico bastante importante. É uma característica nossa. Dados os eventos do período, como a crise internacional e o aumento do custo de captação, o resultado foi bastante bom", afirma Milton Roberto Pereira, vice-presidente do Banco Votorantim. Além disso, o banco também expandiu suas atividades, com uma corretora em Nova York e outra em processo de abertura em Londres. "Num futuro não tão próximo devemos chegar também na Ásia." No semestre, os ganhos foram puxados pelo forte avanço do crédito. A carteira total, sem contar avais e fianças, cresceu 62,5% no período, atingindo um saldo de R$ 33,7 bilhões no fim de junho. "Temos uma expectativa bastante otimista para o segundo semestre, com crescimento entre 20% e 25%". Pereira ressalta que esse avanço se deu sem afetar a qualidade dos empréstimos, com inadimplência em 2%. Seguindo tendência do mercado atual, a carteira para empresas apresentou expansão superior à de empréstimos para o consumo. O volume para pessoas jurídicas avançou 84,5%, em relação ao patamar do primeiro semestre do ano passado, com saldo em R$ 14,1 bilhões (R$ 20 bilhões, incluindo avais e fianças). "Temos investido bastante nesse segmento, com um expressivo crescimento no crédito focado em companhias com faturamento anual de até R$ 700 milhões." Nos primeiros seis meses do ano, essa faixa de empresas apresentou evolução de 230%, passando de R$ 2,2 bilhões para R$ 6,6 bilhões, em junho. No varejo, o avanço foi de 49,6%, para R$ 19,6 bilhões. Do total, 86,6% é de financiamento de veículos e 10% de consignado. A BV Financeira ampliou a base de clientes, de 2,1 milhões para 3,1 milhões clientes ativos. (Fonte: Valor Econômico)

Banrisul Lucra R$ 308 Milhões no Semestre
O lucro líquido do Banrisul no primeiro semestre foi de R$ 308,2 milhões, reflexo do processo de capitalização do banco gaúcho. Um dos principais destaques foi o crescimento da carteira de crédito, de 45% em comparação a junho de 2007, alcançando cerca de R$ 10 bilhões.
As operações de crédito comercial pessoa física cresceram 38,2% nos últimos doze meses, atingindo o valor de R$ 3,4 bilhões. O aumento está principalmente ligado às linhas de crédito consignado, que obtiveram crescimento de 72,8%. Ao término de junho de 2008, as operações de crédito comercial direcionadas à pessoa jurídica registraram R$ 3,7 bilhões, com aumento de 75,3% sobre junho de 2007. (Fonte: Relatório Bancário)

Lucro do HSBC cresce 40% no semestre
O lucro consolidado do HSBC Brasil aumentou 40,7% no primeiro semestre. Passou de R$ 546,9 milhões de janeiro a junho de 2007 para R$ 769,3 milhões em igual período de 2008. O resultado foi favorecido pela participação em empresas controladas, cujas receitas cresceram 112,6%, de R$ 131,7 milhões para R$ 280 milhões. As receitas de intermediação financeira tiveram alta de 15%, de R$ 5,6 bilhões para R$ 6,45 bilhões. O HSBC Seguros, por exemplo, teve lucro 140% maior no período, passando dos R$ 110,9 milhões obtidos no primeiro semestre do ano passado para R$ 266,4 milhões nos seis primeiros meses de 2008. É que no semestre a subsidiária reconheceu crédito tributário líquido de R$ 163 milhões, devido a PIS e Cofins recolhidos a mais de 2001 a 2008. Outro que contribuiu com a última linha do balanço foi o HSBC Investment Bank, com R$ 105,6 milhões. "O banco teve uma boa performance", disse o diretor financeiro, Álvaro de Azevedo, que cita o crescimento de 43% nos ativos, que chegaram a R$ 97,5 bilhões, e o aumento de 37% na carteira de crédito, que soma atualmente R$ 38 bilhões. De acordo com o executivo, o crédito a pessoas físicas cresceu acima de 30% no semestre, puxado principalmente por financiamento de automóveis, crédito imobiliário e cartão. No caso das pessoas jurídicas, segmento que tinha "um cenário mais favorável", o aumento foi superior a 40%. Azevedo contou que, para reduzir o custo do dinheiro, o banco está investindo cada vez mais na captação de recursos de correntistas. "Para buscar melhor eficiência, estamos trabalhando fortemente na nossa base de clientes", explicou. O HSBC está presente em 559 municípios brasileiros e tem uma rede local composta por 924 agências e 453 postos de atendimento. Sobre a expectativa para o restante do ano, o executivo disse estar otimista e considera o mercado desafiador. "Estamos confortáveis com nossa habilidade de gestão", afirmou. "Não temos nada que nos impeça de encarar o segundo semestre com otimismo." Azevedo admitiu que a regulamentação de tarifas bancárias, que começou a valer em maio, afetou negativamente o resultado publicado ontem, mas preferiu não comentar o assunto. "Estamos trabalhando para resolver isso." Foi o primeiro resultado divulgado após a posse do novo presidente da operação brasileira do HSBC, Clive Shaun Wallis, que substituiu Emilson Alonso (atual presidente da América Latina) em maio. Com os dados recentes em mão, Wallis está definindo a estratégia dos próximos meses e, em setembro, vai visitar 30 municípios para conhecer a equipe e passar orientações. Essa visita anual já era tradição no banco e terá continuidade na nova gestão. O Brasil é visto como crucial para o banco inglês atingir sua meta de 60% de lucro em países emergentes. Das demais empresas do grupo no país, o HSBC Vida e Previdência teve lucro líquido 335% maior. Passou de R$ 4,9 milhões para R$ 33,5 milhões. O lucro do HSBC Empresa de Capitalização foi de R$ 54,9 milhões no semestre, 91% maior que o registrado no primeiro semestre do ano passado. (Fonte: Valor Econômico)

Lucro do Banco Real caiu 16%
O lucro líquido do Banco Real caiu 16% no primeiro semestre, para R$ 1,065 bilhão, ante R$ 1,261 bilhão em igual período de 2007. O resultado foi impactado pelas operações de tesouraria, que, segundo o banco, não repetiram em 2008 os ganhos obtidos até junho do ano passado. "Desconsiderando esses resultados, o lucro líquido apresentou um aumento de 7%", informa o Real. O lucro líquido recorrente atingiu R$ 1,011 bilhão no período. O valor exclui o impacto da estrutura de proteção ao capital e o resultado não-operacional resultante da venda da participação do banco na Visa Internacional no primeiro semestre deste ano. No mesmo período de 2007, o lucro líquido recorrente foi de R$ 1,211 bilhão. Fábio Barbosa, presidente do Real e do Grupo Santander Brasil, que está em processo de incorporação do Banco Real, explica que os resultado de tesouraria é mais volátil e acompanha o movimento do mercado. "Não registramos prejuízo, mas ganhos menores em relação ao primeiro semestre de 2007", esclarece. O executivo diz também que o foco do banco está nas operações internas, onde houve crescimento de 7%. "Conseguimos mais clientes, passando de 4 milhões para 4,3 milhões, aumentamos nossa receita com serviços e tivemos crescimento na nossa carteira de crédito. Com operações de tesouraria, em um semestre se ganha e em outro se perde", analisa. A carteira de crédito do banco teve avanço de 33% no período de 12 meses até junho, para R$ 73 bilhões. Assim, a instituição atinge uma participação de mercado de 6,84%, segundo dados do Banco Central. Considerando a carteira com avais e fianças, o total chega R$ 80,556 bilhões. Um dos principais destaques da carteira do Real é o financiamento imobiliário, que teve expansão de 46% entre junho de 2007 e o mesmo mês deste ano, para R$ 3,43 bilhões. Os empréstimos às pessoas físicas avançaram 35%, para R$ 35,7 bilhões. Os financiamentos às pequenas e médias empresas tiveram alta de 35% e atingiram R$ 31,1 bilhões no período. Por outro lado, o saldo dos empréstimos a grandes empresas recuou 16%, de R$ 3,249 bilhões nos seis primeiros meses do ano passado, para R$ 2,733 bilhões até junho de 2008. O movimento é contrário ao que ocorreu com Itaú e Bradesco, por exemplo, que inclusive, reviram para cima a expansão de sua carteira de grandes empresas. "Muitas operações internacionais de grandes empresas não aparecem no nosso balanço. Essas transações foram feitas diretamente com a matriz, que até junho era o ABN Amro", explica Barbosa. Segundo ele, se tivessem sido feitas internamente, "provavelmente" teria sido registrado um crescimento. O presidente do Real preferiu não fazer projeções para o crescimento da carteira de crédito da instituição por se tratar de um banco de capital internacional, o que, segundo ele, gera algumas restrições. Barbosa se limitou a dizer que o crédito no mercado como um todo deve ter expansão de 25%, segundo projeções da Febraban, entidade da qual ele também é presidente. O volume de captação em depósitos, fundos de investimentos e mercado aberto cresceu 27,2% no período, para R$ 102,4 bilhões. Apenas a captação de depósitos de clientes apresentou expansão de 26% nos últimos 12 meses, para R$ 69,046 bilhões. Com o avanço geral da carteira, porém, a provisão para perdas com crédito cresceu 43% no período, de R$ 1,144 bilhão até junho de 2007, para R$ 1,636 bilhão. A inadimplência do Banco ficou estável, em 3,2%. O resultado da intermediação financeira cresceu 7% em 2008 comparado ao mesmo período de 2007, de R$ 5,785 bilhões, para R$ 6,208 bilhões. O total de receitas atingiu R$ 8,218 bilhões no primeiro semestre, o que representa um crescimento de 7,4% em relação a 2007. O banco destaca, mais uma vez, que "as receitas totais foram impactadas por um resultado de operações de tesouraria menos favorável no primeiro semestre de 2008, quando comparado com o mesmo período de 2007. Expurgando os efeitos dessas operações, as receitas totais cresceram 13% em relação ao primeiro semestre de 2007", diz a instituição em seu balanço. As despesas não-decorrentes de juros são um exemplo do impacto negativo no total de receitas, uma vez que cresceram 14% no período de 12 meses, de R$ 3,856 bilhões, para R$ 4,414 bilhões. Por outro lado, como resultado da maior participação de pessoas físicas e pequenas e médias empresas, as receitas com operações de crédito e arrendamento mercantil cresceram 16%, para R$ 7,561 bilhões. Os ativos totais do Real atingiram R$ 163,5 bilhões em 30 de junho de 2008, crescimento de 6% comparado ao mesmo período de 2007. O patrimônio líquido chegou a R$ 12,826 bilhões, com crescimento de 27% em relação a junho de 2007. O retorno sobre patrimônio líquido médio, no entanto, recuou de 25,4% até junho de 2007, para 17,1% no primeiro semestre deste ano. (Fonte: DCI)

Nossa Caixa lucra R$ 526 mi com destaque para consignado
O Banco Nossa Caixa anunciou um lucro líquido de R$ 525,7 milhões no primeiro semestre deste ano, valor 36,4% superior ao alcançado em igual período de 2007, quando apresentou R$ 297,8 milhões, gerando retorno médio de 38,3% sobre o patrimônio líquido. O destaque no semestre foi o avanço da concessão de crédito e das receitas obtidas por meio da prestação de serviços e de tarifas bancárias. O resultado semestral inclui R$ 609,9 milhões relativos à ativação de créditos tributários. A carteira de operações de crédito encerrou a primeira metade do ano com saldo de R$ 10,6 bilhões, um avanço de 29,1% na comparação com o primeiro semestre de 2007, quando registrou R$ 8,2 bilhões. O crédito foi puxado pelos empréstimos à pessoa física, que somaram R$ 7,9 bilhões e cresceram 25,7% no comparativo com igual período de 2007. O carro-chefe do empréstimo pessoal foi o crédito consignado, com saldo de R$ 4,1 bilhões; a modalidade representou 51,6% do crédito à pessoa física e 38,7% do total das operações de crédito realizadas pelo banco. O crédito à pessoa jurídica aumentou 26% no semestre e 40,4% em 12 meses, fechando a primeira metade de 2008 com saldo de R$ 2,7 bilhões. Segundo o presidente da Nossa Caixa, Milton Luiz Santos os produtos que mais cresceram foram capital de giro e conta garantida. Para o presidente, o desempenho da instituição foi fortemente impactado pelo aumento de despesas operacionais, que cresceram 73,6% se comparadas a igual período de 2007 e somaram R$ 730,1 milhões. Segundo ele, nesse montante, destacaram-se as despesas com provisões para contingências cíveis, num total de R$ 377,2 milhões no semestre, valor que representou aumento de 106,6% frente ao registrado entre janeiro e junho do ano passado. "Esse resultado é referente a ações judiciais para a correção do pagamento da época da vigência dos planos econômicos Bresser, Verão, Collor I e II", diz Santos.
Incorporação
A proposta de incorporação da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil continua em andamento. Segundo Santos, nos meses de junho e julho, o governo do estado, que controla as ações da Nossa Caixa contratou duas instituições, o Citigroup e o Banco Fator para reavaliar todo o ativo do banco. Esse conjunto de informações (Data Room) ficou disponível para o Banco do Brasil durante os últimos dois meses. Enquanto a instituição aguarda a proposta do Banco do Brasil, também é avaliada pelo JP Morgan. "Contratamos um órgão de fora para termos condições de nos avaliar", afirma Santos. Para ele, a incorporação é vista de forma positiva, já que são duas instituições públicas abertas. "Não sabemos quando essa incorporação vai acontecer. Agora é aguardar a oferta do Banco do Brasil. Trabalharemos para manter a nossa rentabilidade, independente do que aconteça." (Fonte: DCI)

Banco Panamericano registra lucro 58% maior até junho, para R$ 159,8 mi
O Banco Panamericano, braço financeiro dos negócios do apresentador de televisão e empresário Silvio Santos, registrou lucro líquido de R$ 159,8 milhões no primeiro semestre deste ano. O desempenho foi 58,1% maior que o verificado de janeiro a junho do ano passado, quando a instituição lucrou R$ 101 milhões. Na comparação dos dois primeiros trimestres de 2008, o ganho do Panamericano aumentou 27,3%, passando de R$ 70,3 milhões de janeiro a março para R$ 89,5 milhões entre abril e junho. Ao divulgar o resultado do banco em teleconferência com analistas de mercado e investidores, o diretor financeiro do banco, Wilson Roberto de Aro, não demonstrou empolgação com o crescimento de quase 60%. "Manteve-se em linha com os últimos quatro trimestres", disse. O mercado tampouco vibrou com o desempenho. As ações do Panamericano negociadas na Bovespa fecharam a quinta-feira em queda de 1,44%, cotadas a R$ 7,49 cada. Em junho, o patrimônio líquido perfez R$ 1,427 bilhão ante R$ 1,302 bilhão no fechamento de 2007, descortinando um retorno anualizado de quase 25%. "Tínhamos nos comprometido com esse desempenho na ocasião do IPO [oferta inicial de ações]", ressaltou De Aro. O executivo procurou destacar a expansão da carteira de crédito, que não sofreu por causa do aperto monetário, iniciado em abril pelo Conselho de Política Monetária do Banco Central (Copom), que elevou os juros básicos (Selic) de 11,25% para 13% ao ano. "Apesar da taxa de juros mais alta, o volume de crédito não foi impactado e o nível de inadimplência se manteve estável." O Panamericano fechou junho com um estoque de R$ 8,6 bilhões em crédito concedido, expansão de 47% em relação ao primeiro semestre do ano passado. A expansão da carteira de crédito do Panamericano ocorreu principalmente na área de credito ao consumo para pessoas físicas nos segmentos de automóveis e empréstimos consignados. A carteira de financiamento a veículos cresceu 55% e a de empréstimos consignados 33%. As operações de leasing atingiram volume R$ 835,8 milhões no semestre, crescimento de 82% em relação ao mesmo período de 2007, superando a média de mercado que foi de 51%. O balanço trimestral do Panamericano também destaca decisão do conselho de administração da instituição, tomada na última segunda-feira, que aprovou o Plano de Recompra de Ações de emissão própria. Com a medida, o banco deverá adquirir até 7.004.260 ações preferenciais, ou 10% do total de ações em circulação. Os papéis deverão permanecer na tesouraria do banco para posterior alienação ou cancelamento, sem redução do capital social. (Fonte: DCI)

Lucro da Caixa cresce 90% no segundo trimestre
A Caixa Econômica Federal (CEF) espera fechar o ano com crescimento de 30 por cento no crédito, com foco nas pessoas jurídicas, e tem como meta manter a trajetória de redução do peso dos ganhos com tesouraria em seu balanço.
No segundo trimestre do ano, a instituição pública registrou lucro de 1,670 bilhão de reais, aumento de 90 por cento frente ao mesmo período de 2007.
Parte dos ganhos refletiu o aumento da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido em maio de 9 para 15 por cento que permitiu ao banco compensar créditos tributários no valor de 704 milhões de reais.
Mas as operações de crédito, que tiveram crescimento expressivo, também contribuíram para inflar o lucro.
De janeiro a junho deste ano, o estoque das operações de crédito cresceu 29,2 por cento frente ao mesmo período de 2007 para 58,1 bilhões de reais. O estoque de créditos para Habitação somou 36,7 bilhões de reais, valor recorde, com alta de 27 por cento em 12 meses.
"Estamos trabalhando para fechar o ano alinhados com o mercado em termos de crescimento do crédito, com alta de 30 por cento", afirmou o vice-persidente de Controle e Risco da instituição, Marcos Vasconcelos.
Ele acrescentou que a estratégia não vai contra o esforço do governo para desaquecer a economia pois é centrada principalmente na elevação do financiamento para as pessoas jurídicas parte do qual vai para investimento e não envolve o financiamento de automóveis, segmento muito aquecido na economia, mas no qual o banco não atua.
No semestre, as receitas da CEF advindas de títulos e valores mobiliários caiu 6,8 por cento frente a 2007, mas o resultado, de 7,525 bilhões de reais, ainda ficou bem acima das receitas de 4,910 bilhões de reais obtidas com operações de crédito.
Segundo o vice-presidente de Finanças, Márcio Percival, a meta da instituição é obter maior equilíbrio entre esses dois segmentos. "Isso dá estabilidade maior aos nossos ganhos", afirmou.
No semestre, o lucro líquido da CEF somou 2,5 bilhões de reais, alta de 53,5 por cento frente ao mesmo período de 2007. Descontadas as receitas e despesas não-recorrentes, o lucro aumentou 40 por cento, para 2,040 bilhões de reais.
A Caixa repassou ao Tesouro Nacional, em julho, 588 milhões de reais destinados ao pagamento antecipado de juros e dividendos do ano.
"Somados aos repasses das loterias, tributos e encargos recolhidos, eleva-se para 3,4 bilhões de reais o montante destinado ao Tesouro Nacional no período", informou a Caixa em comunicado. (Fonte: Estadão)

Lucro semestral do BB cresce 61%, para R$ 3,99 bilhões
Apesar do crescimento expressivo, resultado do Banco do Brasil fica abaixo do anunciado por Itaú e Bradesco
O Banco do Brasil, maior instituição financeira do País por ativos, fechou o primeiro semestre de 2008 com lucro líquido de R$ 3,992 bilhões, 61% maior do que na primeira metade do ano passado. O resultado no período ficou atrás dos bancos privados Itaú e Bradesco, com lucros de R$ 4,084 bilhões e R$ 4,1 bilhões, respectivamente.
No segundo trimestre, o lucro líquido do BB foi de R$ 1,644 bilhão, com avanço de 53,9%. Excluindo itens extraordinários, o chamado lucro líquido recorrente foi de R$ 1,463 bilhão, mostrando queda de 1,2% sobre o segundo trimestre do ano passado.
A carteira de crédito chegou em R$ 190,1 bilhões no final do segundo trimestre, com expansão de 30,9% sobre o mesmo período do ano passado. Sobre março deste ano, a carteira avançou 10%. Já a carteira de crédito doméstica cresceu 35,6% sobre igual período do ano passado e 11,2% de março para junho.
A carteira de crédito pessoa física somou R$ 40,5 bilhões, com aumento de 45,1% em relação ao mesmo período do ano anterior e 10,6% na comparação trimestral. Com este desempenho, a carteira de pessoas físicas passa a representar 21,3% da carteira total, contra uma participação de 19,2% no segundo trimestre do ano passado. Nesse segmento, o principal destaque foi o financiamento a veículos, que cresceu 173,5% em 12 meses e 32,9% no trimestre.
Outro destaque foi o CDC Salário, linha destinada aos correntistas que recebem seus proventos no BB, que cresceu 10,8% no trimestre e 50,9% em 12 meses. O crédito consignado continua sendo o carro-chefe dessa carteira, com saldo de R$ 14 bilhões e crescimento de 37,9% em 12 meses e de 9,8% no trimestre.
O crédito para pessoa jurídica atingiu R$ 78,3 bilhões, com expansão de 38,9% em relação ao segundo trimestre e de 13,2% em relação ao final do primeiro trimestre. Destaque para as linhas de capital de giro que alcançaram R$ 37,1 bilhões, crescimento de 79,4% sobre o mesmo intervalo de 2007 e de 24,4% sobre março último. O crédito ao agronegócio, apesar de registrar crescimento inferior aos outros segmentos, expandiu 9%. Destaque para o crédito agroindustrial, que cresceu 80,9% em 12 meses e 16,4% no trimestre. (Fonte: Estadão)

Lucro do BNDES soma R$ 4,1 bilhões no primeiro semestre
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) registrou lucro líquido de R$ 4,1 bilhões no primeiro semestre de 2008, 6,8% abaixo do lucro de R$ 4,4 bilhões no mesmo período do ano passado, segundo divulgado hoje pela instituição. Segundo o BNDES, o desempenho foi influenciado pelas contribuições positivas do resultado com participações societárias, que atingiram R$ 4,8 bilhões, reflexo de crescimento de 111,7% em relação aos primeiros seis meses do ano anterior. No primeiro semestre de 2007, o resultado com participações acionárias ficou em R$ 2,3 bilhões. Em comunicado divulgado hoje, o BNDES destaca que no primeiro semestre do ano passado foram anotados ganhos extraordinários, como a liquidação antecipada de contratos de financiamento à exportação (R$ 649 milhões) e pela receita extraordinária de reversão para provisão de risco de crédito, no montante de R$ 1,2 bilhão (contra R$ 415 milhões em igual período de 2008). O lucro entre janeiro e junho de 2008, segundo maior da história do BNDES para um semestre, "foi obtido apesar da redução de spreads, instituída a partir da nova política operacional", afirma o banco. As taxas básicas cobradas nos financiamentos do banco, que variavam de 0% a 3%, caíram para 0% a 1,8%.
Crédito
O BNDEs destaca que a "boa qualidade da carteira de financiamentos", com 97,5% dos créditos classificados entre os níveis AA e C, de baixíssimo risco. "O percentual é elevado, levando-se em conta que a média do Sistema Financeiro Nacional, nesta categoria, situa-se em 92,1%." O banco afirma ainda que é baixo o nível de inadimplência registrado até junho, equivalente a 0,02% do total de financiamentos concedidos. "O saldo da Provisão para Risco de Crédito totalizou R$ 3,9 bilhões, equivalentes a 103,79 vezes a inadimplência da carteira, indicando que o montante provisionado é mais do que suficiente para cobrir possíveis perdas com créditos inadimplentes." As operações de crédito do BNDES cresceram R$ 15 bilhões em seis meses, atingindo R$ 181,7 bilhões em junho de 2008. Já a rentabilidade sobre patrimônio líquido médio alcançou 15,4% entre janeiro e junho de 2008, percentual inferior aos 20,8% obtidos nos mesmos meses de 2007. "Tal redução é explicada, principalmente, pelo aumento positivo do patrimônio líquido, que serve como denominador para este cálculo." Por fim, o BNDEs informou que os ativos totais do Sistema BNDES somaram R$ 222,8 bilhões em 30 de junho de 2008, crescimento de 9,9% em relação ao resultado de 31 de dezembro de 2007. (Fonte Folha Online)

Banco do Nordeste tem ganho de R$ 173 mi
O Banco do Nordeste obteve um lucro de R$ 173,1 milhões no segundo trimestre deste ano, o que representou quase o triplo do valor registrado no mesmo período de 2007, de R$ 59,8 milhões. Além do crescimento das operações da instituição, a reversão de uma provisão de R$ 87,3 milhões contribuiu para o crescimento do resultado. De maio a junho, a receita com a intermediação financeira subiu 12%, para R$ 382,1 milhões, puxada pelas operações de crédito e com títulos e valores mobiliários. Também subiu o ganho com a prestação de serviços, como, por exemplo, a operação do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Essa receita passou de R$ 180,3 milhões para R$ 240,4 milhões. De acordo com Luiz Henrique Mascarenhas, diretor financeiro do Banco do Nordeste, isso se deve principalmente ao crescimento das contratações, que passaram de R$ 960 milhões de maio a junho de 2007 para R$ 2,7 bilhões no mesmo trimestre deste ano. Em cima do patrimônio do fundo e das operações contratadas, o banco recebe uma remuneração. O executivo destaca que parte do lucro da instituição veio também do crescimento das operações de crédito comercial, que foram de R$ 924,3 milhões no segundo trimestre deste ano ante R$ 526,6 milhões em igual intervalo de 2007. "Isso está associado ao crescimento da atividade econômica na região Nordeste, que passou a demandar mais crédito", diz ele. Já a reversão de provisões de tributos compensados com créditos do expurgo inflacionário do Plano Verão colaborou com outros R$ 87,3 milhões para o crescimento do lucro líquido. O aumento das concessões, entretanto, também acabou levando a um crescimento das provisões, que saíram de R$ 18,3 milhões no segundo trimestre de 2007 para R$ 49,6 milhões neste ano. Do lado das despesas, houve um aumento de 33% nos gastos com pessoal, que foi de R$ 192,8 milhões. Segundo Mascarenhas, não houve expansão do quadro de funcionário. "O crescimento dos dispêndios veio pelo dissídio e por mudanças nos cargos do banco", explica ele. (Fonte: Valor Econômico)

Lucro líquido do Rural cresce seis vezes
Kátia Rabello, presidente: "Agora podemos enfrentar os problemas normais de todos"
O Banco Rural divulga hoje o balanço do primeiro semestre com lucro líquido de R$ 39,958 milhões, resultado seis vezes maior do que os R$ 6,270 milhões de igual período de 2007. O retorno anualizado foi de 23,7% sobre o patrimônio de R$ 372 milhões. É o sexto semestre consecutivo de resultado positivo do Rural, em parte ainda garantido por ganhos extraordinários. Mas, a presidente do banco, Kátia Rabello, está feliz por ter recuperado o equilíbrio, depois do abalo de 2005, quando foi atingido pelo escândalo político do mensalão. "Conseguimos fechar as torneiras das despesas, nos equalizar e voltar a crescer em captação e resultado. Agora podemos enfrentar os problemas normais de todos", disse Kátia, para quem a perspectiva de uma conjuntura mais difícil como a esperada para o segundo semestre e 2009, com inflação e juros em alta e crescimento menor pode ser considerado um "paraíso", perto dos problemas que já administrou. Os resultados do primeiro semestre foram favorecidos por uma reversão de provisão devida a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) favorável ao banco em questão de base de incidência da Cofins. A decisão do STF, tomada em 30 de maio foi confirmada em 24 de junho por Agravo Regimental, mas ainda não foi publicada. Para os auditores do banco, a Deloitte Touche Tohmatsu, seria adequado esperar a publicação. Mas, diante da iminência disso e apoiado pelo conselho de especialistas que assessora a instituição, o Rural resolveu contabilizar seus efeitos agora. O conselho renovou em abril a assessoria ao banco. Segundo a Deloitte, a reversão de provisão para contingências com o Cofins e registro de ativo como impostos a recuperar tiveram impacto de R$ 32,557 milhões e R$ 89,236 milhões respectivamente. O patrimônio e o resultado do semestre estão apresentados a maior em R$ 73,076 milhões líquidos dos efeitos tributários, diz a Deloitte. Outro fator extraordinário que afetou o resultado do primeiro semestre, neste caso reduzindo-o, foi a provisão feita pelo Rural para contingência em relação a multa de R$ 29,417 milhões aplicada pelo Banco Central por irregularidade em operação cambial feita na década de 90. Os auditores avaliam que a provisão só deveria ser feita mais à frente, mas os consultores legais consideraram adequado fazê-la agora. Com isso, houve impacto no passivo não circulante, que está apresentado a maior em R$ 29,417 milhões; o patrimônio líquido e o resultado do semestre estão apresentados a menor em R$ 17,650 milhões, líquidos. Questões extraordinárias à parte, o que mais deixou Kátia satisfeita foi a recuperação das captações. A expectativa do banco era captar uma média mensal de R$ 25 milhões em depósitos a prazo e o número quase dobrou para R$ 40 milhões. O volume de depósitos atingiu R$ 1,261 bilhão ao final do semestre , com 17% de crescimento em comparação com o primeiro semestre de 2007. A carteira de crédito do Rural cresceu 18% nos doze meses terminados em junho para R$ 1,05 bilhão, dos quais 66,5% são operações com pessoas jurídicas, empresas médias; e o restante consignado. O volume de captação ainda é inferior à capacidade de originação de crédito, mas já permitiu ao banco reduzir as cessões de crédito consignado, o que melhora os resultados a longo prazo. O Rural mantém 430 convênios ativos, apoiados por 31 pontos comerciais e 530 promotores e correspondentes bancários ativos. A originação do crédito consignado tem mantido uma média mensal de R$ 60 milhões. A produção cresceu 87% em relação ao primeiro semestre de 2007, levando o saldo da carteira a R$ 326 milhões. Kátia afirmou, porém, que o banco, assim como o restante do mercado, está contendo esses negócios, diante da redução da margem. A previsão de chegar a R$ 1 bilhão em carteira no fim do ano não será atingida. (Fonte: Valor Econômico)

Banco Safra fechou o primeiro semestre com um lucro de R$ 445,2 milhões
O Banco Safra fechou o primeiro semestre com um lucro líquido de R$ 445,2 milhões, valor 4,7% superior aos R$ 425,1 milhões apurados em igual período do ano passado. Segundo comunicado do banco, "o desempenho em relação ao primeiro semestre do ano passado manteve-se dentro da expectativa". A carteira de crédito da instituição, por exemplo, teve expansão de 12,7% - incluindo arrendamento mercantil, avais e fianças -, de R$ 30,8 bilhões, para R$ 34,7 bilhões até junho deste ano. A carteira de crédito de pessoas físicas (CDC e leasing) para veículos leves foi a que apresentou maior crescimento (+16,4%), passando de R$ 3,04 bilhões para R$ 3,54 bilhões nos últimos 12 meses. Nesse período, o patrimônio líquido evoluiu 7,6%, para R$ 4 bilhões. Com isso, a rentabilidade patrimonial anualizada foi de 23%, superior à de igual período de 2007 e acima da média do banco nos últimos anos. As perdas de crédito mantiveram-se estáveis, com inadimplência superior a 14 dias, no final de junho, em 2% do total da carteira. A carteira de câmbio, apesar da valorização da moeda brasileira, totalizou R$ 2 bilhões, com um aumento de 5,3% sobre o montante de R$ 1,9 bilhão do primeiro semestre de 2007. Em dólar, a carteira evoluiu 25,6%, passando de US$ 983,0 milhões no encerramento do primeiro semestre de 2007 para US$ 1,235 bilhão no fechamento de junho último. A evolução na carteira de recursos de terceiros administrada pela Safra Asset Management foi de 21,2% comparativamente a igual semestre do ano passado: subiu de R$ 22,2 bilhões para R$ 26,9 bilhões. (Fonte: DCI)

Banco Sofisa lucra R$ 65 milhões no 1º semestre, com avanço de 90%
O Banco Sofisa registrou lucro líquido de R$ 65,089 milhões no primeiro semestre do ano, valor 90,82% maior em relação aos R$ 34,111 milhões apurados no mesmo período de 2007. O resultado foi impactado positivamente pelo avanço de 84,4% na carteira de crédito entre junho de 2007 e o mesmo mês desse ano, de R$ 1,748 bilhão, para R$ 3,223 bilhões. Somente no período entre abril e junho de 2008, o banco registrou lucro de R$ 30,533 milhões, um avanço de 28,1% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o resultado foi de R$ 23,835 milhões. No entanto, houve uma queda de 11,6% em relação aos primeiros três meses do ano, quando o Sofisa lucrou R$ 34,556 milhões. De acordo com Gilberto Meiches, vice-presidente do Sofisa, o bom resultado apresentado no semestre se deve basicamente ao aumento significativo em sua carteira de crédito. "No segundo trimestre do ano passado, nós estávamos saindo do IPO [sigla em inglês para oferta pública inicial de ações]. A partir desse evento, a carteira registrou uma alta consistente, o que reflete nos resultados", explica. Em relação à queda no lucro em relação ao primeiro trimestre, Meiches ressalta um aumento com as despesas com provisão contra risco de crédito, de R$ 4,5 milhões. "Além disso, nós tivemos um número menor de novas operações de crédito no varejo. A volatilidade do mercado tem feito com que o banco seja mais criterioso nas avaliações para o varejo", conta o executivo. Mesmo assim, o saldo em carteira do banco, somente no varejo, alcançou R$ 1,2 bilhão, crescimento de 17,2% em relação ao primeiro trimestre do ano. Já no crédito para pessoa jurídica, a carteira do Sofisa atingiu R$ 2,1 bilhões ao final de junho, um crescimento de 13,7% em relação ao período anterior. "Com as empresas, nossos negócios têm crescido tanto no saldo quanto em novas operações", explica Meiches. Essa postura mais cautelosa na avaliação de crédito faz com que a inadimplência registrada pelo Sofisa esteja em um patamar baixo para a média de mercado. "Ao final desse segundo trimestre, as parcelas vencidas há mais de 90 dias representavam 0,6% da carteira, algo próximo da média histórica do banco, em torno dos 0,5%", afirma o vice-presidente do Sofisa. Ele acredita que o banco lucrará entre R$ 140 milhões e R$ 160 milhões em 2008. (Fonte: DCI)

Mercantil do Brasil teve um lucro líquido de 84%
O Banco Mercantil do Brasil é mais uma instituição financeira de porte médio que vê seus lucros e sua carteira de crédito crescerem acima dos dois dígitos. O lucro líquido até junho avançou 84% em relação ao mesmo período de 2007, para R$ 31,581 milhões. A carteira de crédito avançou 43%, de R$ 3,010 bilhões para R$ 4,290 bilhões. De acordo com o diretor executivo da instituição, André Brasil, a projeção para o segundo semestre é que haja continuidade no processo de expansão dos empréstimos. "Devido a um cenário incerto da economia, projetamos encerrar o ano de 2008 com crescimento entre 25% e 30% nas operações de crédito", afirma o diretor do banco Mercantil do Brasil. Segundo ele, o lucro nominal recorde é atribuído, principalmente, à expansão das operações de crédito com foco nos segmentos de pessoas físicas; micro, pequenas e médias empresas; financiamento de veículos; e crédito consignado. Segundo Brasil, é importante destacar também o perfil pulverizado das captações de recursos do banco - resultado somente obtido pela possibilidade de captações por meio da rede de agências, minimizando os riscos em momentos de elevada volatilidade, como o movimento recente no mercado internacional. Outro destaque do banco foi o crescimento da rentabilidade. Depois de elevações semestrais sucessivas, o desempenho do primeiro semestre de 2008, anualizado, aponta uma rentabilidade sobre o patrimônio líquido de 12,4%, o que é bastante próximo à média de mercado e à meta da instituição, que é alcançar 15%. Para ele, o momento especialmente favorável no comportamento da atividade econômica possibilitou que a instituição apresentasse resultados além das projeções. Segundo o diretor do banco, o índice de inadimplência se manterá estável até o final de 2008, devido ao aperto monetário do Banco Central. Até junho deste ano, a taxa de inadimplência em relação a carteira de crédito total do banco representou 3,6%, uma redução de 0,6 pontos percentuais em relação a o mesmo período de 2007, quando apresentou uma taxa de 4,2% da carteira. Os depósitos a prazo passaram de R$ 2,203 bilhões para R$ 3,051 bilhões, crescimento de 38%. As emissões externas da instituição apresentaram aumento de 42% , avançando R$ 535,952 milhões para R$ 758,909 milhões. (Fonte: DCI)

O lucro líquido do banco Pine atingiu R$ 44 milhões
No segundo trimestre de 2008, o lucro líquido do Banco Pine atingiu R$ 44 milhões, um aumento de 6% em relação ao trimestre passado. Com isso, o retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) atingiu 23,1%. Segundo o diretor financeiro e de Relações com Investidores do Pine, Clive Botelho, este resultado deve-se, principalmente, ao segmento de empresas, com foco nas médias, que foi responsável por cerca de 70% do lucro líquido do trimestre. A carteira de crédito deste segmento encerrou o trimestre com um saldo de R$ 3,5 bilhões, 15% maior do que o de março de 2008 e 107% acima do de junho de 2007. O saldo de carteira de crédito consignado, que representa 30% do total, atingiu R$ 1,5 bilhão em junho de 2008. A originação de operações de crédito consignado atingiu R$ 127 milhões no segundo trimestre de 2008, após ser reduzida em 50%, como resultado da estratégia do Pine de diminuir a participação do crédito consignado em relação à carteira total. (Fonte DCI)

Lucro do banco ABC Brasil cresce 68% no segundo trimestre
O banco ABC Brasil encerrou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 43,37 milhões, o que representa um crescimento de 68,3% em relação ao mesmo período de 2007, quando o ganho somou R$ 25,77 milhões. O retorno sobre o patrimônio, no entanto, caiu de 21,9% para 15,5%. A expansão da carteira de crédito, incluindo garantias prestadas, foi a grande responsável pelo lucro maior. Em 30 de junho último, o saldo da carteira marcava R$ 6,5 bilhões, valor que supera em 82,7% o registrado um ano antes. A carteira voltada a empresas com faturamento superior a R$ 250 milhões mostrava saldo de R$ 5,52 bilhões ao final de junho, com alta de 78,3%. Para as empresas que faturam anualmente entre R$ 30 milhões e R$ 250 milhões, o saldo cresceu 87,7%, para R$ 773,8 milhões. O resultado bruto da intermediação financeira avançou 70,8%, para R$ 96,7 milhões, enquanto que as despesas operacionais cresceram 58,8%, para R$ 24 milhões. (Fonte: Valor Online)

Paraná Banco lucra 54% mais no semestre, com R$ 49 milhões
O Paraná Banco anunciou um lucro líquido de R$ 49 milhões no primeiro semestre desse ano, crescimento de 53,9% ante os R$ 31,836 milhões apurados em igual período de 2007. O avanço, segundo o gerente de Relações com Investidores da instituição, Ricardo Rosanova Garcia, se deve às operações de crédito, que tiveram um salto de 63,5% entre o primeiro semestre de 2007 e o mesmo período deste ano, de R$ 866,2 milhões, para R$ 1,416 bilhão.
"Nosso grande foco está no consignado. Neste ano, porém, a competição nesse segmento está menor, pois alguns players estão saindo do mercado", analisa Garcia. Segundo o balanço do Paraná Banco, a carteira de crédito consignado para funcionários públicos federais, estaduais, municipais, privados e aposentados e pensionistas do INSS representava 95% da carteira total da instituição até junho deste ano. "Nosso resultado só não foi melhor por conta da alta nos custos de captação, que tiveram um acréscimo de 1 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2007", acrescenta o executivo do banco.
Em relação ao middle market, segmento no qual a instituição passou a operar no último semestre de 2007, a carteira somou R$ 51,27 milhões até junho. "Esse não deverá ser o negócio principal do banco. Isso porque, apesar do risco pequeno, o risco das operações de consignado continua menor. Além disso, os spreads desse tipo de crédito não estão a contento para atender à rentabilidade que esperamos", avalia o executivo. Com o avanço do crédito, as provisões para crédito de liquidação duvidosa (PDD) cresceram 40% entre junho de 2007 e o mesmo mês deste ano, de R$ 30,344 milhões, para R$ 42,576 milhões. O retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado (ROAE) caiu de 30,20% até junho de 2007, para 12,63% neste ano. O patrimônio líquido no período avançou 8,1%, para R$ 806,8 milhões.
Sobre captações, Garcia diz que os Certificados de Depósito Bancário (CDB) continuam sendo a principal fonte para o funding da instituição. Com o avanço da carteira de crédito, que deve crescer acima de 60% em 2008, segundo projeções do banco, o executivo diz que pode ser necessário buscar fontes alternativas. "Tudo dependerá do custo e do momento. Em junho, fizemos uma captação externa de US$ 35 milhões que nos dará certa tranqüilidade para os próximos meses", assegura.
Seguradora
Em relação a seguradora e resseguradora do banco, a J.Malucelli e J.Malucelli Re, Garcia prevê que deverão representar um terço dos resultados do banco nos próximos anos. Em 2007, segundo ele, 15% vieram da seguradora.
(Fonte: DCI)

Lucro do BicBanco dá salto de 142,2% até junho, para R$ 196 mi
O BicBanco, especializado no segmento de middle market (crédito a médias empresas), anunciou lucro líquido de R$ 196,6 milhões até junho deste ano, valor 142,2% superior ao do mesmo período de 2007, quando a instituição teve ganhos de R$ 81,2 milhões. Entre abril e junho, o BicBanco lucrou R$ 104,7 milhões, acréscimo de 217,7% sobre o 2º trimestre de 2007.
O resultado foi impulsionado pelo crescimento de 56,9% na carteira de crédito entre o primeiro semestre de 2007 e 2008 - de R$ 5,85 bilhões, para R$ 9,2 bilhões. Para o ano todo, o vice-presidente do BicBanco, Milto Bardini, prevê um crescimento de 50% na carteira de crédito. Hoje, 94% das operações da instituição estão concentradas na pessoa jurídica, o que, segundo o executivo, afeta menos a instituição em um período de alta da taxa básica de juros (Selic). "Dentro da pessoa física, além do custo mais elevado do crédito com a alta do juro, pode vir junto uma redução dos prazos. No ramo de pessoa jurídica, trabalhamos com taxas pré-fixadas e com prazos médios. Além disso, as empresas têm maior elasticidade para suportar o cenário", diz.
No primeiro semestre houve redução de 14,4% na carteira de crédito consignado, para R$ 425 milhões. Bardini explica que isso ocorre simplesmente porque o consignado não é o mercado- alvo do banco. "Esse nicho pode até continuar decrescendo porque o negócio do banco não é esse. Queremos concentrar nossos esforços nas empresas. Além disso, as margens obtidas com o crédito corporativo são maiores do que no consignado." Até junho, segundo Bardini, o índice de inadimplência (atrasos superiores a 14 dias) do Bic foi de 0,7% da carteira total. No período, as provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDD) totalizaram R$ 167,2 milhões, saldo 40,8% superior ao de junho de 2007. "Estamos em um ambiente de negócios bastante positivo. Com a estabilidade da economia, o risco para o crédito está baixo", analisa.
Em relação às captações, Bardini não descarta ir ao mercado externo no segundo semestre. "Voltaremos desde que haja oportunidades". No primeiro semestre o banco fez duas captações: uma de US$ 110 milhões, para linha de comércio exterior, e outra de US$ 180 milhões para capital de giro e outras linhas. Em relação as captações internas, por meio dos Certificados de Depósito Bancário (CDB), Bardini diz que estão mais caras. Ele salienta, porém, que o crescimento continua "vigoroso" e diz acreditar que os custos atingiram o teto. "Acho até que há espaço para redução de custos". Ele afirma ainda que os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) podem ser uma grande alternativa para o CDB e que o BicBanco não descarta abrir novas captações com esse instrumento. (Fonte: DCI)

Unibanco lucra R$ 756 milhões no 2º trimestre
O Unibanco teve lucro líquido recorrente de R$ 756 milhões no segundo trimestre deste ano, o que representa uma alta de 18,5% em relação aos ganhos obtidos em igual período do ano anterior. Um ano antes, o lucro consolidado havia sido de R$ 841 milhões.No acumulado do primeiro semestre deste ano, o lucro recorrente e também consolidado do Unibanco somou R$ 1,497 bilhão, contra ganho recorrente de R$ 1,219 bilhão e lucro consolidado de R$ 1,422 bilhão em igual período do ano passado. O retorno anualizado recorrente sobre o patrimônio líquido anualizado ficou em 26,6%, contra 26,7% em igual período de 2007. A carteira de crédito do Unibanco atingiu R$ 68,991 bilhões no fim de junho, com evolução de 33,6% no acumulado em 12 meses. (Fonte Correio Braziliense)

Lucro do Itaú recua no 2º trimestre e atinge R$ 2,041 bi
O Itaú, segundo maior banco privado do País, registrou um lucro líquido de R$ 2,041 bilhões no segundo trimestre, levemente abaixo do lucro de R$ 2,115 bilhões registrado no mesmo período do ano passado.
O prejuízo na venda de ações do Banco BCP por parte do banco BPI e a constituição de provisão para perdas relacionadas a planos econômicos que vigoraram no País durante a década de 1980 foram alguns dos fatores que geraram impacto negativo no resultado consolidado do banco, informou o Itaú em comunicado ao mercado nesta terça-feira.
O lucro líquido recorrente no período foi de R$ 2,079 bilhões, ante R$ 1,919 bilhão no segundo trimestre de 2007.
O resultado ficou em linha com as estimativas de analistas consultados pela Reuters na semana passada, que indicavam um lucro líquido recorrente de R$ 2,051 bilhões para o Itáu entre abril e junho.
O retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado do Itáu no segundo trimestre ficou em 27,4%, abaixo dos 32,8% apurados no mesmo período do ano passado.
No primeiro semestre, o lucro líquido do banco somou R$ 4,084 bilhões, ante R$ 4,016 bilhões nos primeiros seis meses de 2007.
A carteira de crédito da instituição, incluindo avais e fianças, cresceu 41,3% no semestre, totalizando R$ 148,1 bilhões.
(Fonte: Invertia)

Lucro do Bradesco cresce 2,4% no primeiro semestre
O lucro líquido do Bradesco no primeiro semestre deste ano foi de R$ 4,105 bilhões, um crescimento de 2,4% em relação ao registrado no mesmo período de 2007, R$ 4,007 bilhões. O lucro corresponde a R$ 1,34 por ação. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira.
A parte do lucro líquido correspondente a atividades financeiras foi de R$ 2,636 bilhões, ou 64% do total; R$ 1,469 bilhão veio das atividades do Bradesco Seguros e Previdência (36% do total).
O valor de mercado do Bradesco manteve-se estável em relação ao mesmo período do ano anterior, R$ 95,608 bilhões em junho deste ano. Os ativos totais em junho de 2008 registraram saldo de R$ 403,271 bilhões, um crescimento de 38,8% em relação ao mesmo período de 2007.
A carteira de crédito atingiu R$ 181,602 bilhões, uma expansão de 38,8% em relação a igual período do ano anterior. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 65,872 bilhões (crescimento de 32,2%) enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 115,730 bilhões (crescimento de 42,9%).
O patrimônio líquido ficou em R$ 33,711 bilhões no semestre passado, um crescimento de 22,5% sobre igual período do ano anterior. A remuneração aos acionistas na forma de juros sobre o capital próprio e dividendos pagos e provisionados no período somou R$ 1,459 bilhão (35,5% do lucro líquido do mesmo semestre). (Fonte: Folha Online)

Lucro do Banco BBM cai 70,4% no segundo trimestre
O Banco BBM encerrou o primeiro semestre deste ano com lucro líquido de R$ 71,04 milhões, o que representa uma queda de 70,45% em relação ao mesmo período de 2007, quando o ganho somou R$ 240,38 milhões. O resultado da intermediação financeira recuou 67,18% no mesmo intervalo de comparação, para R$ 133,8 milhões. Já o saldo da carteira de crédito, incluindo avais e fianças, estava em R$ 4,1 bilhões ao final do semestre, uma alta de 29,3% sobre igual período do exercício anterior. De acordo com o BBM, contribuíram para esse desempenho a diversificação dos produtos de crédito, a consolidação da equipe comercial do banco e a estabilidade da economia brasileira. O patrimônio líquido do BBM marcava R$ 872,43 milhões ao final de junho, uma ligeira queda de 3,4% sobre um ano antes. Com isso, o retorno anualizado sobre o patrimônio líquido ficou em 15,1%. (Fonte: Valor Online)

Lucro do Santander recua 17% no 1º semestre, para R$ 830 mi
O banco Santander registrou lucro líquido de R$ 830,36 milhões no primeiro semestre deste ano, valor 17% inferior ao apurado no mesmo período de 2007, quando os ganhos do banco atingiram R$ 1 bilhão. Um dos principais motivos da queda foi o recuo das receitas de títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos. Em relação ao primeiro trimestre de 2008, o lucro do banco cresceu 14% entre abril e junho, para R$ 442 milhões. O resultado bruto da intermediação financeira recuou 18,56% de R$ 3,287 bilhões nos primeiros seis meses de 2007, para R$ 2,677 bilhões até junho deste ano. As receitas de intermediação financeira tiveram um pequeno recuo de 0,25%, para R$ 7,241 bilhões. Já as despesas subiram quase 15%, para R$ 4,564 bilhões, ante R$ 3,972 bilhões no mesmo período do ano passado. A alta no custo de intermediação foi puxada por despesas de operações de empréstimo e repasses, que subiram 620%, para R$ 338,6 milhões, assim como pela provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD), que subiu de R$ 922 milhões até junho de 2007, para R$ 1,277 bilhão até junho deste ano. As receitas com operações de crédito e com operações de arrendamento mercantil aumentaram 11,6% no primeiro semestre de 2008 quando comparado ao mesmo período de 2007, de R$ 3,690 bilhões, para R$ 4,113 bilhões. Segundo o balanço do Santander, essa alta, assim como a elevação de PDD, que representa 4% da carteira de crédito do banco, deu-se em conseqüência do aumento de 17,1% da carteira de crédito em relação a junho de 2007, que atingiu R$ 46,497 bilhões. O destaque ficou para o crescimento de 20,6% das operações com pessoa física, em especial, as operações com cartão de crédito, financiamento de veículos e crédito imobiliário. Os ativos totais consolidados cresceram 8% em relação a 2007, atingindo R$ 133,457 bilhões. O patrimônio líquido alcançou, em junho deste ano, R$ 10,751 bilhões, apresentando um aumento de 6,2% em relação a junho de 2007. Os retornos sobre o patrimônio líquido médio e sobre o ativo médio, anualizados, foram de 17,1% e de 1,3%, respectivamente, no primeiro semestre de 2008, comparados com 23,2% e 1,7% no mesmo período de 2007. O índice de Basiléia, que é apurado de forma consolidada, atingiu 13,6%, superior ao mínimo exigido pelo Banco Central, de 11%. Mundo O Grupo Santander registrou no primeiro semestre um lucro líquido de 4,730 bilhões de euros, o que significou uma alta de 22% na comparação com igual período do ano passado, sem considerar os ganhos extraordinários. O lucro do segundo trimestre, isoladamente, foi de 2,524 bilhões de euros. O desempenho do Brasil respondeu por 11% do resultado global do Grupo Santander e por 35% da América Latina. O lucro líquido do Santander no Brasil recuou 17% no primeiro semestre deste ano, para R$ 830,364 milhões. O resultado foi afetado pelo recuo das receitas de títulos e valores mobiliários e com derivativos. (Fonte: DCI)

BMG lucra 40% menos até junho, para R$ 151 milhões
O Banco BMG anunciou um lucro líquido de R$ 151,130 milhões no primeiro semestre deste ano, valor 40,3% inferior aos R$ 253,299 milhões apurados no mesmo período de 2007. Boa parte da queda é explicada pelo recuo de 19,44% no resultado bruto de intermediação financeira, que saiu de R$ 901,952 milhões até junho de 2007, para R$ 726,608 neste ano. Isso porque as receitas de intermediação financeira caíram 10,8% no período, para R$ 934,076 milhões. As despesas de captação saltaram 413%, para R$ 36,231 milhões. Além disso, a provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD) cresceu 23% no período, para R$ 171,237 milhões, acompanhando a evolução da carteira de crédito do BMG. Os saldos das operações de crédito saíram de R$ 10,217 bilhões no primeiro semestre de 2007, para R$ 14,069 bilhões até junho desse ano - alta de 36,9%. (Fonte: DCI)

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Primeiro Trimestre/2008

Lucro da Caixa sobe 12,2% no trimestre, para R$ 873 milhões
A Caixa Econômica Federal (CEF) fechou o primeiro trimestre com R$ 873 milhões de lucro líquido, um crescimento de 12,2% sobre igual período de 2007. Segundo a instituição, o resultado foi impulsionado pelo avanço da carteira de crédito e por ganhos com receita de prestação de serviços. Os empréstimos atingiram saldo de R$ 53,4 bilhões nos primeiros três meses do ano, evolução de 24% na comparação com o mesmo período do ano passado. O maior avanço foi o da carteira de pessoa jurídica, que subiu 21%, para R$ 8,6 bilhões. O destaque foram as operações de capital de giro de longo prazo, que atingiram R$ 1,2 bilhão, crescimento de 27% em 12 meses. Na pessoa física, a alta do crédito foi de 19%, para R$ 11,6 bilhões. O melhor desempenho ocorreu no cheque especial, que atingiu R$ 2,7 bilhões, representando 37% do total dessa carteira. Em seguida veio o consignado, representando 25% da carteira (R$ 1,8 bilhão) e penhor, com R$ 1,3 bilhão e participação de 17%. Segundo Marcos Vasconcelos, vice-presidente de controle e riscos da Caixa, a expansão da carteira foi acompanhada de melhoria na qualidade do crédito nas operações de pessoa física e jurídica, com 74,7% dos financiamentos classificados nas faixas AA e B (atrasos de até 30 dias). No mesmo período de 2007, esse índice estava em 70,5%. A inadimplência também teve queda, diz Vasconcelos. Na pessoa jurídica esse índice passou de 7% para 3,8%, enquanto no crédito comercial (toda a carteira do banco menos crédito habitacional) passou de 6% para 5,3% e nos financiamentos à casa própria passou de 4% para 2,1%. O executivo atribui a melhora a fatores macroeconômicos. "A taxa de sobrevivência das microempresas, por exemplo, está mais elevada, e houve aumento da massa salarial. Na Caixa, tivemos mais ganhos com eficiência na gestão, acompanhamos melhor os créditos depois de termos promovido no ano passado algumas mudanças gerenciais", completa. O crédito imobiliário também contribuiu para o avanço do lucro da Caixa. Essa carteira atingiu saldo de R$ 33 bilhões no trimestre, crescimento de 24% em 12 meses. Desse total, R$ 22 bilhões são financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e R$ 11 bilhões do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). "Esperamos que essa carteira atinja crescimento de 30% já no primeiro semestre desse ano. A demanda continuará alta", diz o executivo. As receitas com prestação de serviços, ou seja, os ganhos do banco com tarifas, atingiu R$ 1,819 bilhão, alta de 8,5%. De acordo com Vasconcelos, essa alta se deveu ao crescimento da base de clientes. O balanço da instituição aponta uma elevação de 11% na base de clientes, que totalizou 42,7 milhões no fim do primeiro trimestre. No mesmo período de 2007, a Caixa contava com 38,5 milhões de clientes. Para o ano, a Caixa manteve a previsão de avanço de 30% da carteira de crédito, mesmo com o cenário de alta da taxa básica de juros (Selic). O banco conta com índice de Basiléia (índice de alavancagem) de 30%. "A Caixa não ampliou as taxas porque o nosso custo de captação não subiu. Nós temos recursos de títulos públicos suficientes para fazer frente às operações de crédito e não precisamos captar muito via Certificado de Depósitos Bancários (CDB), que tiveram alta nos últimos meses e encareceram as captações de outros bancos", diz. Outros números O desempenho da Caixa no trimestre também foi influenciado pelo resultado da intermediação financeira, que atingiu R$ 3 bilhões, alta de 18% sobre primeiro trimestre de 2007. A instituição informou que parte do lucro (R$ 154 milhões) foi destinada à União a título de juros sobre capital próprio. Quando somados aos repasses das Loterias Federais, tributos e encargos recolhidos, o montante designado à União foi de R$ 1,7 bilhão. O retorno sobre o patrimônio líquido foi de 34,7%. No último trimestre, os ativos atingiram R$ 254,4 bilhões, com crescimento de 15,9% em relação a 2007 (R$ 219,5 bilhões). As despesas com pessoal tiveram avanço de 8,3%, para R$ 1,822 bilhão, enquanto no primeiro trimestre do ano passado tinham ficado em R$ 1,68 bilhão. (Fonte: DCI)

Lucro da Nossa Caixa tem avanço de 31%, para R$ 114,9 milhões
O banco Nossa Caixa teve lucro líquido de R$ 114,9 milhões no primeiro trimestre de 2008, alta de 31% sobre o mesmo período do ano passado. Segundo a instituição, o resultado foi impulsionado pelo avanço da carteira de crédito e a redução das despesas administrativas. O resultado operacional (diferença entre as despesas e receitas operacionais) foi de R$ 100,5 milhões no período, queda de 47,9% frente ao mesmo período de 2007. Segundo Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Nossa Caixa, apesar da queda, esse índice já apresenta uma melhora em relação ao quarto trimestre do ano passado, quando o montante estava em R$ 5,8 milhões. "Tivemos uma elevação das provisões com contingências cíveis devido aos processos judiciais que exigem correções referentes aos planos Bresser, Collor e Verão no ano passado, mas essas despesas estão diminuindo", afirma o executivo. Outro fator que tem impactado o lucro do banco nos últimos trimestres é a amortização da folha de pagamento dos funcionários públicos do estado de São Paulo, adquirida em março de 2007 e que custou R$ 2,84 bilhões. Ainda restam R$ 1,6 bilhões a serem amortizados nos próximos balanços. A carteira de crédito do banco atingiu R$ 9,7 bilhões, avanço de 26,9% na comparação com os primeiros três meses do ano passado. As operações de empréstimos às pessoas físicas atingiram R$ 7,2 bilhões, alta de 23,4% em 12 meses. A carteira de crédito consignado atingiu R$ 3,7 bilhões, alta de 36,3%. Já as operações de crédito à pessoa jurídica ficaram em R$ 2,5 bilhões, avanço de 38,1%. Apesar do crescimento da carteira, a qualidade dos créditos teve alta no período. Os empréstimos de AA a C (atrasos de até 90 dias) representavam 81,6% da carteira no primeiro trimestre de 2007. Esse índice passou para 86,5% no mesmo período de 2008. A inadimplência caiu de 8,1% para 5,8%. O banco informou ter planos de ingressar no mercado de financiamento e leasing de veículos já no primeiro semestre. Para isso, a empresa irá firmar parcerias com instituições financeiras que já tenham o know-how desse mercado, explica Santos. A Nossa Caixa manteve as projeções de crescimento do crédito para o ano em 40% para a carteira total, sendo 30% de avanço para a pessoa física e outros 50% de avanço para a pessoa jurídica. (Fonte: DCI)

Lucro do Banco do Brasil sobe 66,6% no 1º trimestre, para R$ 2,3 bi
O Banco do Brasil registrou um lucro líquido de R$ 2,347 bilhões no primeiro trimestre, um crescimento de 66,6% em relação ao registrado no mesmo período de 2007. Na comparação com o quarto trimestre do ano passado, a expansão foi de 92,9%.
O lucro líquido recorrente (que exclui efeitos extraordinários do resultado) foi de R$ 1,559 bilhão no trimestre passado, crescimento de 6,3% acima do registrado no primeiro trimestre do ano passado. Em relação ao período de outubro e dezembro o crescimento foi de 20,9%.
Entre os ganhos extraordinários ocorridos no período o banco destacou o resultado com a venda de participação na Visa Internacional (R$ 305 milhões), a reavaliação de participações societárias pelo método de equivalência patrimonial (R$ 241 milhões) e os ganhos com a revisão periódica de despesas passíveis de serem deduzidas dos impostos (R$ 302 milhões).
O resultado do Banco do Brasil superou assim o lucro de R$ 2,102 bilhões do Bradesco no primeiro trimestre.
O resultado do trimestre correspondeu a um retorno anualizado sobre patrimônio líquido de 43,5%, contra 22,2% no quarto trimestre do ano passado. Excluídos os efeitos extraordinários, o retorno foi de 27,6% no trimestre passado.
(Fonte: Folha Online)

Lucro do Banrisul cresce 9,9%, para R$ 120,9 mi
O Banrisul alcançou lucro líquido de R$ 120,9 milhões no primeiro trimestre de 2008, incremento de R$ 10,9 milhões ou 9,9% em relação ao lucro ajustado do primeiro trimestre de 2007. O ajuste refere-se à ativação dos créditos tributários no valor de R$ 528,5 milhões relativos a exercícios anteriores. O retorno anualizado sobre o Patrimônio Líquido Médio alcançou 18,4%. O patrimônio líquido atingiu R$ 2,8 bilhões, uma evolução de 52,5% sobre igual período. Os ativos totais do Banrisul alcançaram R$ 21,7 bilhões, com crescimento de 33,4% sobre março de 2007. Conforme análise do presidente do Banrisul, Fernando Lemos, os resultados positivos estão associados ao dinamismo da atividade econômica do País, motivado pelo crescimento do crédito, emprego e renda. Segundo Lemos, a conjuntura econômica foi ainda mais favorável no Rio Grande do Sul, impulsionada especialmente pelo desempenho do setor industrial, boa safra agrícola e o comportamento das exportações. O executivo ressalta, ainda, que o Rio Grande do Sul, em 2007, apresentou taxas de crescimento do PIB na ordem de 7%, superior ao índice nacional que foi de 5,4%. As operações de crédito apresentaram incremento de 34,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 8,9 bilhões. Sob este aspecto, Lemos destacou a persistência da expansão do crédito às empresas, que atingiu saldo de R$ 3,2 bilhões. As linhas de capital de giro, com saldo de R$ 2,3 bilhões, apresentaram crescimento de 92,3%, em comparação ao primeiro trimestre de 2007. 'Esses recursos contribuem de forma significativa para a manutenção do crescimento da economia do Estado', avaliou Fernando Lemos. No segmento de Pessoa Física, a carteira comercial somou R$ 3,1 bilhões, com evolução de 30,9%, no comparativo com o mesmo período do ano passado. De acordo com o presidente, a alavancagem foi fortalecida pelas linhas consignadas que avançaram 77,1% em 12 meses, totalizando um saldo de R$ 2,2 bilhões. Para o agronegócio foram disponibilizados R$ 48,3 milhões. Desse montante, R$ 32,2 milhões foram destinados ao custeio rural e R$ 16,1 milhões para investimentos. O crédito rural somou R$ 618,2 milhões, com incremento de 9%, frente ao mesmo período do ano anterior. O crédito imobiliário, que conta com uma carteira de R$ 840,8 milhões, liberou no período R$ 76,8 milhões, em 1.083 operações. Lemos salientou o excelente desempenho do Banricompras, único cartão de marca própria do País, que continua sendo um diferencial para a alavancagem dos negócios do Banrisul. No primeiro trimestre de 2008, foram efetuadas 12,5 milhões de transações, volume 14,7% maior do que o registrado no primeiro trimestre de 2007. Essas operações movimentaram R$ 702,5 milhões. O presidente da instituição acredita, ainda, que o desempenho favorável do primeiro trimestre permaneça no decorrer do ano de 2008, seguindo as tendências da economia do País e do Estado. (Fonte JB Online)

Banpará Registra Lucro Após 14 Anos
Depois de 14 anos de resultados negativos, o Banco do Estado do Pará (Banpará) fechou 2007 com lucro de cerca de R$ 22 milhões O resultado permitiu o primeiro pagamento de juros sobre o capital ao acionista controlador do banco, o Governo do Pará. Entretanto, a governadora Ana Júlia Carepa assinou decreto autorizando o banco a fazer uso desses juros, R$ 5,5 milhões, em operações de microcrédito e ações relacionadas a responsabilidade social, afirma nota do banco. Em 2007, o Banpará apurou um patrimônio líquido de R$ 105,8 milhões. Havia 14 anos que o Banpará não pagava dívidas ao Estado. Com o repasse dos R$ 5,5 milhões recebidos do Governo do Estado, o Banpará assume a tarefa de ser um dos fomentadores do programa Cred Pará, que pretende oferecer microcrédito para fortalecer o perfil social dos investimentos. (Fonte: Relatório Bancário)

Lucro do BicBanco sobe 90,5% no 1º trimestre
O BicBanco, especializado em crédito para middle market (médias empresas) registrou lucro líquido de R$ 91,9 milhões no primeiro trimestre de 2008, evolução de 90,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio anualizado foi de 25,1% e o retorno sobre os ativos médios anualizado alcançou 3,4%. A carteira de crédito atingiu R$ 7,8 bilhões, 54,7% mais que o saldo de março de 2007. O patrimônio líquido somou R$ 1,6 bilhão, alta de 176,7%. (Fonte: DCI)

Lucro do Unibanco cresce 27,5% no 1º trimestre, para R$ 741 milhões
O lucro líquido do Unibanco atingiu R$ 741 milhões no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 27,5% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. O resultado operacional do banco no período foi de R$ 1,133 bilhão crescimento de 21,3% frente ao primeiro trimestre de 2007.
A carteira de crédito do Unibanco atingiu R$ 66,153 bilhões, com evolução de 7,7% no trimestre e 40,7% em 12 meses. A carteira do varejo evoluiu 49% em 12 meses, com destaque para os crescimentos das carteiras de financiamentos de automóveis (94,6%), pequenas e médias empresas (49,6%), carteira própria de crédito consignado (42,8%) e cartões de crédito (39,2%).
A carteira do atacado cresceu 29,3% nos últimos 12 meses, decorrente da maior demanda das empresas desse segmento por recursos no mercado doméstico, principalmente devido à menor liquidez no mercado internacional.
(Fonte: Folha Online)

Banco Real amplia em 5% lucro líquido no 1º trimestre, a R$ 652 mi
O Banco Real registrou lucro líquido de R$ 652 milhões no primeiro trimestre deste ano, em alta de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo divulgou a empresa nesta quarta-feira. A instituição deve ser incorporada ao Santander no Brasil a partir de agosto, após venda do ABN Amro, dono do Real, ao grupo espanhol.
Conforme informou o Real, o lucro líquido recorrente do banco foi de R$ 573 milhões no período, o que exclui o impacto da estrutura de proteção ao capital e o resultado não-operacional resultante da venda da participação do Real na Visa Internacional. O resultado antes de impostos foi de R$ 965 milhões.
O total de receitas atingiu R$ 4,097 bilhões nos três primeiros meses de 2008, em alta de 13% em relação a 2007. Já os ativos totais atingiram volume de R$ 162,1 bilhões em 31 de março de 2008, elevação de 23% comparado ao mesmo período do ano passado.
A instituição financeira atribuiu o resultado do crescimento dos negócios, expansão da rede de atendimento e crescimento das operações de crédito.
A carteira de crédito cresceu 34% nos últimos 12 meses e alcançou R$ 68,7 bilhões participação de 7,02% no mercado de crédito brasileiro, contra 6,78% ao final de março de 2007, conforme dados do Bacen. Para pessoas físicas, a carteira alcançou R$ 30,774 bilhões em março de 2008, crescimento de 32% em relação a março de 2007, e para pessoas jurídicas, totalizou R$ 34,854 bilhões, em alta de 35%, impulsionada principalmente pelo crédito a pequenas empresas e empresas médias.
No segmento de crédito para pessoa física, a carteira de veículos teve alta de 30% nos últimos doze meses e atingiu uma participação de mercado de 13,02% em fevereiro de 2008, segundo o banco Real. O crédito imobiliário apresentou expansão de 44%, atingindo R$ 3,070 bilhões ao final de março de 2008.
O total das receitas de operações de seguros, previdência e capitalização alcançou R$ 44 milhões, crescimento de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior. O índice de inadimplência superior a 90 dias encerrou o mês de fevereiro de 2008 em 2,9%.
Santander
Segundo divulgou o presidente do Santander no Brasil, José Paiva Ferreira, no final de abril, à época da divulgação dos resultados do banco espanhol no Brasil, a instituição espera para agosto a desvinculação do banco Real do ABN Amro. A incorporação do Real ao Santander depende de autorização do Banco Central da Holanda.
Segundo Ferreira, está previsto para 31 de outubro a apresentação dos planos e do cronograma de incorporação do Real ao Santander no Brasil, dez meses depois que o negócio foi fechado. A integração total dos dois bancos deverá ocorrer em três anos.
Na ocasião, o presidente do Santander descartou que os planos de incorporação do Real incluam a demissão de funcionários, como temem os sindicatos dos trabalhadores.
"Não temos nenhum plano pensando em demissões. Sou positivo quanto a isso. E vimos a necessidade de abrir mais agências do que temos hoje. O histórico do Santander é de crescimento também com o Real", disse.
(Fonte: Folhe Online)

Lucro do Banco ABC Brasil salta 106,4% no primeiro trimestre
O lucro líquido do Banco ABC Brasil teve um crescimento de 106,4% no primeiro trimestre deste ano, para R$ 38 milhões; no mesmo período de 2007, os ganhos foram de R$ 18,4 milhões. Um dos principais fatores que contribuíram para essa alta foi a expansão da carteira de crédito. Até março essa carteira, incluindo garantias prestadas, chegou a R$ 5,78 bilhões, representando um crescimento de 15,8% em relação ao último trimestre de 2007 e de 80,9% ante os primeiros três meses do ano passado. Dividida por segmento, o principal destaque da carteira ficou por conta do consignado, que cresceu 446%, de R$ 27,7 milhões até março de 2007, para R$ 151,3 milhões no mesmo período desse ano. No middle market, o avanço foi de 93,2% no período, de R$ 342 milhões para R$ 660,9 milhões. A soma de atacado e large market também deu um salto, saindo de R$ 2,8 bilhões no primeiro trimestre de 2007, para R$ 4,96 bilhões até março deste ano crescimento de 75,9% no período. O Resultado Bruto da Intermediação Financeira, que inclui as operações de Tesouraria, aumentou 60,3%, atingindo R$ 79,9 milhões no primeiro trimestre, comparado com os R$ 49,9 milhões registrados no mesmo período de 2007. A receita de intermediação financeira saltou de R$ 54 milhões para R$ 87,8 milhões no período - alta de 62,6%. O lucro líquido do Banco ABC Brasil cresceu 106,4% no primeiro trimestre deste ano, para R$ 38 milhões; no mesmo período de 2007, os ganhos foram de R$ 18,4 milhões. (Fonte: DCI)

Lucro do Itaú cresce 7,4% no primeiro trimestre e fica em R$ 2,043 bi
O lucro líquido do banco Itaú no primeiro trimestre deste ano ficou em R$ 2,043 bilhões, contra R$ 1,902 bilhões registrados no mesmo período de 2007. Excluindo os gastos extraordinários no período, o banco teve um lucro de R$ 1,979 bilhões.
No período, o banco registrou teve como eventos extraordinários em seu resultado a venda de participação na Mastercard, na VISA e a formação de provisão para perdas decorrentes de planos econômicos que vigoraram durante a década de 80.
O resultado ficou abaixo do lucro registrado pelo Bradesco no mesmo período, que ficou em R$ 2,102 bilhões segundo maior da história entre os bancos brasileiros no período, segundo a consultoria Economática (se contados apenas os bancos privados, passa a ser o maior).
(Fonte: Folha Online)

Santander anuncia lucro de R$ 688 milhões no Brasil no primeiro trimestre
O Grupo Santander divulgou hoje, em relatório sobre o primeiro trimestre do ano, que faturou na América Latina 729 milhões de euros (US$ 1,1 bilhão ou R$ 1,914 bilhão) e que o Brasil foi novamente o país em que mais lucrou na região, com 262 milhões de euros (US$ 393 milhões ou R$ 688 milhões), o que representa um aumento de 16,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
A entidade informou que os lucros na América Latina, que mostram um aumento anualizado de 7,1%, representam aproximadamente um terço do faturamento líquido trimestral global do Grupo, que chegou a 2,2 bilhões de euros (US$ 3,4 bilhões).
Depois do Brasil, o país que mais deu lucros ao Santander na América Latina foi o México, com 188 milhões de euros (US$ 294 milhões) e um aumento anualizado de 20,9%, e o Chile, com 133 milhões de euros (US$ 208 milhões), o que representa uma melhora de 1,7% em relação aos primeiros três meses de 2007.
A Venezuela vem em seguida, com um lucro líquido de 53 milhões de euros (US$ 82 milhões) e um aumento anualizado de 16,2%. A empresa também registrou aumento na Argentina, onde o grupo lucrou 50 milhões de euros (US$ 78 milhões), 5,7% a mais que no mesmo período de 2007, e na Colômbia, com o faturamento líquido de oito milhões de euros (US$ 12 milhões), em um aumento anualizado de 2,8%.
(Fonte: Folha Online)

Paraná Banco registra lucro 132,2% maior no primeiro trimestre
O Paraná Banco abriu oficialmente a temporada de balanços dos bancos brasileiros. A instituição teve um lucro líquido de R$ 23,6 milhões no primeiro trimestre deste ano, valor 132,2% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Na comparação com o resultado do quarto trimestre de 2007, o resultado líquido decresceu 34,6% impactado pelo benefício fiscal da distribuição de juros sobre capital próprio referente ao exercício passado que foi contabilizado integralmente no último trimestre do ano. Para evitar esse tipo de distorção, o banco anunciou que em 2008 a distribuição passará a ser trimestral, destinando 25% do lucro líquido de cada trimestre a título de juros sobre capital próprio ou dividendo. O diretor Financeiro do Paraná Banco, Luis Cesar Miara, comenta que o aumento na demanda de crédito no País contribuiu para o resultado positivo da instituição. "Apesar do alto crescimento da demanda, o percentual do crédito no Brasil em relação ao PIB, que está a faixa de 30%, ainda é considerado baixo em comparação ao índice verificado na Europa e Estados Unidos", comenta Miara, que acredita na continuidade do crescimento para o setor. Ele espera que a carteira do banco, que atua com foco no segmento institucional, a partir de convênios com prefeituras, tribunais e grandes corporações, continue crescendo este ano. A meta é atrair empresas e prefeituras de médio porte. A carteira de crédito do banco encerrou o trimestre em R$ 1,3 bilhão, resultado 81,4% e 8,3% superior aos R$ 722,5 milhões e R$ 1,2 bilhão, registrados no primeiro e quarto trimestres do ano passado, respectivamente. Outro fato que contribuiu para os resultados do banco foi a atuação no middle market. A partir da criação da plataforma para essas operações, no terceiro trimestre de 2007, o saldo da carteira de crédito neste segmento em 31 de março de 2008 totalizou R$ 104,0 milhões, representando 7,9% da carteira total do banco.
 Seguradora
 O banco destaca que em 15 de janeiro de 2008 foi concluída a aquisição das ações representativas de 100% do capital social da J. Malucelli Seguradora. Com isso, a instituição pretende ampliara a oferta de consignado e as operações no middle market por meio dos 19,3 mil clientes da seguradora. O Paraná Banco lembra também que submeteu à Superintendência de Seguros Privados (Susep) o pedido para a criação da J. Malucelli Resseguradora, que focará inicialmente suas atividades no mercado de seguro-garantia. (Fonte: DCI)

Lucro do Bradesco cresce 23% no 1º trimestre e bate recorde
Maior banco privado do País teve lucro líquido de R$ 2,102 bi; resultado equivale a ganho de R$ 0,68 por ação
 
O Bradesco, maior banco privado do País, abriu a temporada de resultados das instituições financeiras brasileiras nesta segunda-feira, 28, com lucro líquido de primeiro trimestre 23,3% maior que o obtido no mesmo período do ano passado. O banco lucrou R$ 2,102 bilhões nos primeiros três meses de 2008, valor recorde para um primeiro trimestre do ano. Em 2007, o lucro de R$ 1,705 bilhão apurado no primeiro trimestre já havia sido inédito para o período.
 O resultado equivale a um lucro por ação de R$ 0,68 e a um retorno de 32% sobre o patrimônio líquido médio, importante indicador da rentabilidade de um banco. O resultado foi impulsionado por um aumento na carteira de crédito de 38,5 % na comparação com o primeiro trimestre de 2007, para R$ 169,408 bilhões.
 Do total da carteira, as operações com pessoas físicas totalizaram R$ 62,226 bilhões, crescimento de 34,3%. Enquanto isso, os empréstimos a pessoas jurídicas atingiram o montante de R$ 107,182 bilhões, expansão de 41%.
 Os ativos totais ao final do mês passado somaram R$ 355,517 bilhões, crescendo 26,1% em relação ao mesmo período de 2007, informou o banco em comunicado ao mercado.
 No trimestre, a unidade de investimentos do Bradesco fechou acordo para compra da maior corretora de ações do País, a Ágora, em operação de R$ 830 milhões. A instituição ainda comprou controle da administradora de planos de saúde Mediservice por R$ 84,9 milhões. (Fonte: Estadão)

Ganho do banco Pine sobe 92% no primeiro trimestre
O Banco Pine registrou lucro líquido de R$ 41,210 milhões no primeiro trimestre do ano, avanço de 92,7% na comparação com 2007. O resultado foi acompanhado de forte avanço da carteira de crédito, que subiu 98,2% nos últimos 12 meses, para R$ 4,6 bilhões. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) atingiu 22,0% nos primeiros três meses do ano, enquanto a margem financeira antes de provisão para perdas com crédito de liquidação duvidosa ficou em 12,8%. Além do maior volume de crédito, a instituição atribui o forte avanço do resultado à maior oferta de produtos no período e à melhora da eficiência, segundo balanço divulgado na sexta-feira. A originação de operações de crédito corporativo atingiu R$ 1,5 bilhão no trimestre, incremento de 114% em relação ao mesmo período de 2007. Mesmo com a alta das operações, a qualidade da carteira se manteve. Segundo o balanço, 97,4% do total de empréstimos estavam classificados entre AA e C (com atrasos de até 90 dias, considerados os mais "saudáveis") em março. A cobertura da carteira vencida por meio de provisões para créditos de liquidação duvidosa era de 204,4%. O total de depósitos cresceu 104,3% nos últimos 12 meses. O banco esclarece que sua principal fonte de captação são os depósitos a prazo de empresas e de pessoas físicas. Já o índice de eficiência teve melhora, com queda de 3,3 pontos em 12 meses, a 40,1%. (Fonte: DCI)

PanAmericano lucra 126,1% mais
O lucro líquido do Banco PanAmericano atingiu R$ 70,3 milhões no primeiro trimestre de 2008, o que representa um aumento de 31,3% em relação ao último trimestre de 2007 e 126,1% em relação ao apurado até março do ano passado. A carteira de crédito total consolidada do PanAmericano e suas controladas, considerando as cessões de crédito, atingiu R$ 7,77 bilhões nos três primeiro meses deste ano, um aumento de 41% em relação aos R$ 5,51 bilhões registrados até março de 2007. (Fonte: DCI)

Ganho do Banco Fibra soma R$ 27 mi, alta de 106%
O banco Fibra registrou lucro líquido de R$ 26,9 milhões no primeiro trimestre de 2008, alta de 106% em relação ao mesmo período do ano passado. O retorno sobre o patrimônio líquido médio atingiu 21,1%. "A boa demanda por crédito, aliada à atenção redobrada aos riscos, contribuíram para os bons resultados do período", afirmou em comunicado Osias Brito, vice-presidente executivo corporativo da instituição. A carteira de crédito do banco atingiu saldo de R$ 4,6 bilhões no período, crescimento de 39,9% nos últimos 12 meses. Segundo a empresa, o destaque foram as operações de crédito a empresas, especialmente produtos como capital de giro, fianças, trade finance (financiamento ao comércio exterior) e financiamento à produção. No final do primeiro trimestre, a carteira de crédito a empresas contabilizou volume de R$ 3,6 bilhões, 41,8% mais que o registrado ao final do mesmo período de 2007. O banco conta com cerca de 1 mil clientes. (Fonte: DCI)

Lucros dos bancos continuam subindo em 2008
Mas juros não caem e a pressão sobre bancários segue insuportável
Os resultados do primeiro trimestre chegaram, e, com eles, novos recordes de lucratividade dos bancos. Os resultados, já fantásticos, aumentaram ainda mais. O Unibanco lucrou R$ 741 milhões, crescimento de 27,5% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. No Itaú, o resultado ultrapassou os R$ 2 bilhões, alta de 7,5%, e no Bradesco o crescimento foi ainda mais expressivo: aumento de 23,3%, alcançando R$ 2,1 bilhões. Segundo levantamento da consultoria Economática, o resultado é o maior registrado para um primeiro trimestre da história do sistema financeiro brasileiro. Por fim, o Real registrou crescimento de 5%, com R$ 652 milhões.
Santander
A exceção à regra foi o Santander, que viu seu lucro cair 30,5% nos três primeiros meses deste ano em relação a igual período de 2007. Mas a razão da queda, na contramão das demais instituições financeiras, ficou clara para o Sindicato após análise do balanço do banco: problemas administrativos evidenciados pelo aumento de até 25% da receita com operações de crédito, ou seja, trabalho do bancário, diante de uma redução do quadro em mais de mil funcionários, causando prejuízo na qualidade do atendimento.
Campeões do mundo
Em março, um levantamento da consultoria Economática colocou os bancos brasileiros pela primeira vez entre os mais lucrativos do mundo. Bradesco e Itaú só ganharam menos que os americanos Goldman Sachs, JPMorgan e Wells Fargo no quarto trimestre do ano passado nas Américas. O Banco do Brasil aparece em nono lugar na lista, e o Unibanco ocupa a 12ª posição.


 
Ano Banco Lucro

2

0

0

7

ABN Amro Real R$ 2,975 bilhões
Banco da Amazônia R$ 179,8 milhões
Banco do Brasil R$ 5,058 bilhões
Banco Panamericano R$ 200,9 milhões
Banco Safra R$ 830,922 milhões
Banco Volkswagem R$ 108,717 milhões
Banrisul R$ 916,4 milhões
Besc R$ 26,9 milhões
Bic Banco R$ 195,1 milhões
BMG R$ 507,59 milhões,
BNDES R$ 7,314 bilhões
Bradesco R$ 2,193 bilhões
Caixa Econômica Federal R$ 2,5 bilhões
HSBC R$ 1,24 bilhão
Itaú R$ 2,03 bilhões
Mercantil do Brasil R$ 36,723 milhões
Nordeste R$ 219,7 milhões
Nossa Caixa R$ 303,1 milhões
Paraná Banco R$ 67,78 milhões
Pine R$ 567 milhões.
Santander Banespa R$ 1,86 bilhão
Unibanco R$ 3,448 bilhões
Votorantin R$ 1,16 bilhão

Ganhos dos bancos brasileiros sobem 43% em 2007
Os bancos brasileiros comemoram mais uma safra de resultados recordes. Levantamento da Austin Rating aponta que os lucros líquidos de 31 instituições financeiras que divulgaram balanços cresceram 43,3% em 2007, para R$ 34,4 bilhões. O retorno sobre o patrimônio aumentou de 21,2 para 24,3%. Os ganhos foram impulsionados pelo crescimento do crédito e das receitas com prestação de serviços. Grandes bancos do varejo, como Bradesco, Itaú e Unibanco, foram beneficiados ainda por receitas extraordinárias com a venda de participações em empresas, entre elas Bovespa e BM&F. O Itaú divulgou aumento de 96,7% no lucro de 2007, para R$ 8,5 bilhões, sendo R$ 1,3 bilhão só com eventos não-recorrentes. Ganhos extraordinários de R$ 800 milhões contribuíram para a expansão de 58,5% no resultado do Bradesco, para R$ 8,01 bilhões. No Unibanco, o lucro aumentou 97%, para R$ 3,44 bilhões, puxado por receitas extraordinárias de R$ 848 milhões.
Mas não foi só isso
Todos esses bancos expandiram sua carteira de crédito acima da média de mercado o total de operações do sistema financeiro cresceu 27,3% em 2007. No Bradesco, a carteira cresceu 36,5%, no Itaú, 37,3%, no Unibanco, 35,4%. A evolução média do saldo da carteira dos 31 bancos analisados foi de 31,3%, contribuindo para o crescimento de 27,6% dos ativos totais, para R$ 1,76 trilhão, acima do R$ 1,3 trilhão do PIB brasileiro. Segundo o sócio da Austin Rating, Erivelto Rodrigues, em 2007, os bancos, de maneira geral, foram beneficiados pelo forte crescimento do crédito, especialmente nos segmentos com margens maiores, como pessoa física e pequenas e médias empresas. "O crédito cresceu, os spreads permaneceram em patamar elevado, por conta do foco em nichos de maior retorno, mas a inadimplência ficou controlada", destaca. Aloísio Lemos, analista do setor financeiro da corretora Ágora, acrescenta que, com a expansão das operações de financiamento, os bancos tiveram um ganho de escala, compensando a redução dos spreads gerada pela queda da taxa básica de juros. Para Lemos, os esforços para manter a qualidade da carteira também beneficiaram os resultados, uma vez que a inadimplência ficou estável e, em alguns casos, foi reduzida. Nos bancos médios focados em pequenas e médias empresas ou ainda em financiamento de veículos, a evolução da carteira de crédito e, conseqüentemente, dos lucros foi ainda maior. No Sofisa, por exemplo, a carteira de crédito aumentou 186%. Além do crescimento de 103,1% do segmento de pequenas e médias empresas, o banco retomou também no varejo, com o financiamento de veículos. O lucro do banco cresceu 67,8%, para R$ 76 milhões. As operações de crédito renderam aos bancos uma receita 11,6% maior, segundo a média dos 31 bancos analisados. Já as receitas com prestação de serviços, que inclui tarifas de conta-corrente, taxas de administração, entre outros, aumentaram 15,3%, na média. Rodrigues destaca ainda os ganhos de eficiência alcançados pelos bancos. O índice, que mede a relação entre despesas administrativas e receitas operacionais, caiu de 51,8% para 49,1%, na média do setor. Para o sócio da Austin, a queda no lucro do Banco do Brasil é fruto de despesas administrativas e de pessoal muito alta. "A eficiência no BB deixa muito a desejar", afirma. O BB, maior banco brasileiro em ativos, encerrou o ano com um indicador de 63,4%, contra 46,4% do Bradesco e 44,4% do Itaú. O presidente do BB, Antonio Francisco de Lima Neto, afirmou ontem que o lucro da instituição ficou abaixo dos principais bancos privados porque a carteira de crédito não abrange todas as operações do mercado. "Não temos o crédito imobiliário", disse. "A principal mensagem do resultado é que estamos em recuperação de mercado. O Banco do Brasil não tem sido negligente", rebateu Lima Neto.
(Fonte: Invertia) (28/02/08)

 
Ano Banco Período Lucro

2

0

0

6

Bradesco 2006 R$ 6,646 bilhões
Itaú 2006 R$ 6,48 bilhões
BNDES 2006 R$ 6,3 bilhões
Banco do Brasil 2006 R$ 6,04 bilhões
CEF 2006 R$ 2,386 bilhões
Unibanco 2006 R$ 2,21 bilhões
ABN Amro Real 2006 R$ 2,05 bilhões
Santander Banespa 2006 R$ 1,26 bilhão
HSBC 2006 R$ 946,7 milhões
Nossa Caixa 2006 R$ 453,5 milhões
Banco do Nordeste 2006 R$ 202,7 milhões
BB 1º Semestre 2006 R$ 3,888 bilhões
BNDES 1º Semestre 2006 R$ 3,317 bilhões
Bradesco 1º Semestre 2006 R$ 3,132 bilhões
Itaú 1º Semestre 2006 R$ 2,958 bilhões
Unibanco 1º Semestre 2006 R$ 1,068 bilhão
Santander Banespa 1º Semestre 2006 R$ 473 milhões
Nossa Caixa 1º Semestre 2006 R$ 289,9 milhões
Banco do Nordeste 1º Semestre 2006 R$ 76,4 milhões
Banco do Brasil 1º Trimestre R$ 2,343 bilhões
Bradesco 1º Trimestre R$ 1,53 bilhão
Itaú 1º Trimestre R$ 1,460 bilhão
CEF 1º Trimestre R$ 699,5 milhões
Unibanco 1º Trimestre R$ 520 milhões
Banespa 1º Trimestre <