Lucro 2009
Banco Cruzeiro do Sul lucra
R$ 41 milhões no 4º trimestre
O
Banco Cruzeiro do Sul (CZRS4)
reportou lucro líquido de R$
41,1 milhões no quarto trimestre
de 2009, ante ganhos de R$ 1,1
milhões apurados no mesmo
período do ano anterior. Em
2009, a instituição financeira
lucrou R$ 81,9 milhões.
A
carteira de crédito alcançou ao
final de dezembro R$ 4,553
bilhões. Este valor pode ser
dividido em R$ 4,149 bilhões de
crédito pessoal consignado, R$
127,4 milhões de operações
financiadas através do cartão de
crédito consignado, e R$ 276,3
milhões no segmento de pequenas
e medias empresas;
Ao final do quarto trimestre de
2009, o patrimônio líquido
somava R$ 1,068 bilhão.O Índice
de Basileia encerrou em 16,1%.
(Fonte:JB Online)
Banco Rural fecha 2009 com lucro de R$50 mi
O Banco
Rural continua intenso trabalho de readequação de
suas atividades, com redução de despesas e
otimização das estruturas internas, como a
centralização do "back-office" em Belo Horizonte. O
objetivo é recolocar o banco na trilha do
crescimento depois do forte baque sofrido com a
crise do mensalão, em 2005, logo na sequência da
quebra do Banco Santos, em 2004. Os dois eventos
derrubaram a carteira de crédito da instituição de
R$ 5 bilhões para R$ 400 milhões.
A recente crise
internacional, no entanto, acabou colaborando com a
nova estratégia. Isso porque a carteira de crédito
alocada no balanço passou de R$ 1,05 bilhão, em
dezembro de 2008, para R$ 1,85 bilhão no fim do ano
passado. A explicação é que o banco estava preparado
e com dinheiro em caixa, o que permitiu acelerar as
concessões e recuperar fatia de mercado, avalia João
Heraldo Lima, presidente do banco.
A maior evolução se deu
na carteira de crédito corporativo, que chegou a R$
1,45 bilhão, contra R$ 500 milhões em 2008.
"Encontramos espaço para crescer e reconquistar
clientes antigos", diz Vinicius Samarane,
vice-presidente administrativo.
Dessa forma, a participação dos empréstimos de
pequenas e médias empresas passou a representar 80%
do total da carteira, enquanto o estoque de crédito
consignado se manteve praticamente constante.
O banco registrou ainda
queda na inadimplência, de 7,6%, em 2008, para 2,5%
em 2009, fruto, também, do aumento do estoque de
linhas.
Para este ano, o objetivo é registrar nova expansão
das concessões, da ordem de 50%, completa Heraldo,
tanto entre as empresas, quanto na pessoa física.
Para fazer frente a essa evolução, o banco recebeu
mais uma injeção de capital dos acionistas. Em
janeiro deste ano, foi feito um aporte de R$ 25
milhões, que se soma aos R$ 100 milhões colocados no
fim de 2007. Com a nova integralização, o índice de
Basileia sobe para 12,75%, permitindo o crescimento
vislumbrado pela administração, afirma José Roberto
Salgado, vice-presidente operacional.
O lucro líquido da instituição atingiu R$ 49,851
milhões, ligeira queda em relação ao ano anterior
(R$ 50,854 milhões). O patrimônio líquido ficou em
R$ 387 milhões, do qual decorre a rentabilidade de
12,7%. A captação cresceu 42% no ano. "Estamos nos
preparando para um salto no futuro e talvez até
abrir o capital", diz Heraldo. (Fonte: Valor
Econômico)
Lucro do Banpará cai 44,26% em 2009
O Banco do Estado do
Pará (Banpará) (BPAR3) anunciou hoje que registrou queda de
44,26% no lucro líquido em 2009, somando R$ 43,695 milhões ante
R$ 78,397 milhões contabilizados no ano anterior.
Já o patrimônio líquido do banco registrou aumento de 18,15% no
ano passado, variando para R$ 211,280 milhões.
O índice de Basiléia da instituição, por sua vez, chegou a
24,63%. (Fonte: JB Online)
Lucro do Banco
de Brasília soma R$ 190 milhões em 2009
O Banco de Brasília (BRB)
obteve lucro líquido de R$ 190,5 milhões em 2009, demonstrando
expansão de 72,6% em relação ao obtido no ano anterior. Com
isso, a instituição financeira teve rentabilidade sobre o
patrimônio líquido de 32,8% em 2009, ante 26% em 2008.
Ao final de dezembro, o patrimônio
líquido foi de R$ 581,4 milhões, com crescimento de 37% em
relação ao exercício do ano anterior.
As operações de crédito somaram R$
3,246 bilhões entre janeiro e dezembro de 2009, o que significou
acréscimo de 20% na comparação com os mesmos meses do ano
anterior. O Índice de Basileia foi de 15,85% em 2009. (Fonte: JB
Online)
Banco Pine fecha 2009 com lucro de
R$ 85 milhões
(Eduardo
Campos)
O Banco Pine, especializado
no atendimento a empresas, terminou
o quarto trimestre de 2009 com lucro
líquido de R$ 21,1 milhões,
crescimento de 6,7% sobre os R$ 19,8
milhões embolsados em igual período
do ano passado. Já em todo o ano de
2009, o ganho líquido caiu 36%, de
R$ 132 milhões, para R$ 85 milhões.
A
carteira de crédito somava R$ 4,75
bilhões no final de dezembro,
montante 11,5% maior que o
registrado um ano antes. O crédito a
empresas, que perfaz 87% do total,
subiu 34%, para R$ 4,11 bilhões. Já
no segmento pessoa física, foi
verificada uma retração de 54%, para
R$ 496 milhões.
O banco destaca a qualidade da
carteira, que tem 97,9% de sua
composição classificada entre AA e C
em dezembro de 2009. Já a cobertura
da carteira de crédito D-H atingiu
94,1%.
A
despesa de provisão para créditos de
liquidação duvidosa (PDD) somou R$
7,09 milhões entre outubro e
dezembro do ano passado, mais de
quatro vezes menor que os R$ 26
milhões reparados em igual período
de 2008.
Por conta da melhora do cenário de
crédito e da qualidade geral da
carteira, o banco decidiu reverter
R$ 14,3 milhões da provisão
adicional de R$ 20,6 milhões
efetuada no quarto trimestre de
2008.
O
resultado operacional subiu 29% no
quarto trimestre, para R$ 38,2
milhões, quando comparado com igual
período de 2008. Mantida a base de
comparação, o resultado da
intermediação financeira cresceu
15%, para R$ 125 milhões.
O retorno anualizado sobre
patrimônio líquido médio fechou o
trimestre em 10,7%, acima do 9,9%
observado no quarto trimestre. Mas
em todo o ano, o retorno caiu de
16,3% em 2008 para 10,3% em 2009.
(Fonte:
Valor Econômico)
O
maior da história: lucro contábil do BB
atinge R$ 10,148 bilhões em 2009, alta de 15,3%
Desconsiderando itens não recorrentes, o
ganho líquido foi de R$ 6,833 bilhões, um
crescimento de 2,2%
(Ana Paula Ribeiro e
Luana Pavani)
O Banco do Brasil (BB) registrou em
2009 um o lucro contábil de R$ 10,148 bilhões,
alta de 15,3% na comparação com igual período do
ano anterior.
Ao desconsiderar os itens não recorrentes, que
somaram em 2009 R$ 3,3 bilhões, o lucro líquido
recorrente somou R$ 6,833 bilhões, um
crescimento de 2,2%.
O retorno sobre o
patrimônio líquido médio em 2009 ficou em 30,7%,
abaixo dos 32,5% registrados em 2008.
O total de ativos do BB chegou ao final de
dezembro em R$ 708,549 bilhões, um crescimento
de 36%. Esse volume de ativos confirma o banco
federal como a maior instituição financeira do
País.
A carteira de
crédito do banco federal ao final de dezembro
era de R$ 300,829 bilhões, valor que indica um
crescimento de 33,8% sobre o volume de
empréstimos de dezembro de 2008.
No quarto trimestre de 2009 um lucro líquido
recorrente de R$ 1,819 bilhão, valor que indica
um crescimento de 11,9% na comparação com igual
período de 2008. Contribuíram para esse
resultado, principalmente, o maior volume de
operações de crédito e as receitas com prestação
de serviços.
Já o lucro líquido
contábil, que inclui efeitos extraordinários,
foi de R$ 4,155 bilhões, crescimento de 41,1% em
relação ao quarto trimestre do ano anterior.
Considerando o lucro recorrente, o retorno sobre
o patrimônio líquido médio ficou em 22,5% no
quarto trimestre, ante 24,5% em igual período de
2008. Já o retorno sobre o PL médio levando em
conta o lucro contábil ficou em 56,8% entre
outubro e dezembro do ano passado, ante 47,4% de
igual período de 2008.
(Fonte: Estadão)
No último trimestre,
o lucro líquido do BB saltou 41,1% e ficou em R$
4,15 bilhões. Confira abaixo os dez maiores
lucros da história dos bancos brasileiros
segundo levantamento da Economatica.
Banco Lucro
líquido - Ano ajustado pelo IGPDi
1
– Banco do Brasil R$
10,15 bilhões 2009
2 – Itaú Unibanco R$
10,06 bilhões 2009
3 – Itaú R$ 9,11
bilhões 2007
4 – Banco do Brasil
R$ 8,67 bilhões 2008
5 – Bradesco R$ 8,61
bilhões 2007
6 – Bradesco R$ 8,01
bilhões 2009
7 – Itaú R$ 7,69
bilhões 2008
8 – Bradesco R$ 7,51
bilhões 2008
9 – Banco do Brasil
R$ 7,01 bilhões 2006
10– Bradesco R$ 6,64 bilhões 2005
Lucro do Banco Votorantim no
trimestre atinge R$ 300
milhões
(Fernando
Travaglini e Eduardo Campos)
Já refeito da crise e
completando um ano de
parceria com o Banco do
Brasil, o Banco Votorantim
encerrou o quarto trimestre
do ano com lucro líquido de
R$ 300 milhões. O resultado
é mais do que o dobro do
apurado no mesmo período do
ano anterior (R$ 128
milhões).
Metade desse valor já será
contabilizado no balanço do
quarto trimestre do BB, a
ser divulgado no próximo dia
25 - em janeiro do ano
passado, o BB chegou a
acordo para pagar R$ 4,2
bilhões por 49,99% do
capital votante e 50% do
capital total do Votorantim.
Indiretamente, o número
agradou ao mercado. As ações
do banco estatal registraram
alta de 0,89%, contra 0,32%
do Itaú e queda de Bradesco
(0,62%) e Santander (0,54%).
Mas os ganhos com a parceria
ainda não foram totalmente
capturados, diz Milton
Roberto Pereira,
vice-presidente do
Votorantim, já que o acordo
só foi concretizado em
setembro, com a aprovação do
Banco Central.
Segundo ele, há no momento
22 frentes de trabalho
conjuntas que envolvem mais
de 100 profissionais das
duas instituições para
discutir estratégias de
atuação. Entre os pontos
estudados estão a entrada do
banco no segmento de
concessionárias de veículos
para financiamento de carros
novos e a venda de fundos do
Votorantim na rede do BB.
A recuperação vista no
quarto trimestre já indica
uma tendência para este ano,
afirma Pereira. O retorno
sobre o patrimônio nos
últimos três meses do ano
atingiu 18%, acima dos 12%
registrados na média do ano.
No acumulado no ano, no
entanto, o lucro líquido
fechou em R$ 801,7 milhões,
queda de 11% sobre 2008.
Parte dessa redução é
explicada pelas despesas com
provisão para calotes, diz
Pereira, dado o aumento da
inadimplência ao longo do
ano. A parcela da carteira
classificada entre AA e C
representava 95,5% da
carteira no fim do ano,
piora em relação ao
fechamento de 2008 (97,1%).
A carteira de crédito da
instituição apresentou
crescimento de 16% -
incluindo avais e fianças -
para R$ 53,5 bilhões.
Destaque para o segmento de
varejo, que inclui a BV
Financeira e a BV Leasing,
onde o avanço foi de 36,3%,
para R$ 26,3 bilhões.
Para este ano, o crescimento
do saldo deve ficar entre
30% e 40%, com algumas
linhas, como consignado e
pequenas e médias empresas,
avançando ainda mais, afirma
Pereira.
A Votorantim Corretora teve
crescimento de 11% no volume
de operações, atingindo R$
49 bilhões transacionados.
Já a Votorantim Asset
Management teve avanço de
20% na carteira sob gestão,
para R$ 21,8 bilhões.
(Fonte: Valor
Econômico)
Lucro do BNDES atinge R$ 6,7 bilhões e cresce 26,8% em
2009
(CIRILO JUNIOR)
O BNDES registrou um lucro líquido de R$ 6,7
bilhões para o ano de 2009, em um crescimento de 26,8%
sobre o resultado de 2008. O desempenho foi influenciado
pelo crescimento das operações de intermediação
financeira, dos dividendos e da reversão de provisões
(reservas) por conta de r contingências cíveis.
O resultado da intermediação
financeira foi de R$ 5,8 bilhões, em função do
crescimento das carteiras de crédito e de títulos e
valores mobiliários.
O banco fechou 2009 com uma
carteira de crédito de R$ 280 bilhões. Com isso, a
participação do BNDES na oferta total de crédito da
economia subiu de 17% para 20% entre 2008 e 2009. O
banco desembolsou no ano passado R$ 137 bilhões em
recursos para o setor produtivo.
O patrimônio líquido
totalizou R$ 27,6 bilhões, o que corresponde a um
patrimônio de referência de R$ 54 bilhões, acima dos R$
42,5 bilhões registrados no final de 2008. O patrimônio
de referência é a base utilizada pelo Banco Central para
estabelecer limites prudenciais, que devem ser seguidos
pelas instituições financeiras. Quanto maior esse
patrimônio, maior a capacidade de concessão de crédito.
Os ativos totais do BNDES somaram R$ 386,6 bilhões em
2009, em um incremento de 39,4% sobre o balanço
anterior. (Fonte: Folha Online)
Lucro do BNP Partibas
sobe
O banco BNP Paribas, maior listado em Bolsa de Valores da
França, assumiu provisões para dívidas de difícil recuperação
menores do que o esperado no quarto trimestre, encerrando o período
com lucro acima das estimativas. A instituição afirmou que as
provisões vão se manter em baixa em 2010.
O resultado do trimestre passado é maior que o do período
imediatamente anterior e marca a virada ante um grande prejuízo
registrado um ano antes. O lucro líquido subiu 4,6%, para 1,365
bilhão de euros (US$ 1,9 bilhão), também apoiado em resultado maior
na área de banco de investimento e pela aquisição de ativos do
Fortis. A receita ficou ligeiramente abaixo do previsto, em 10,06
bilhões de euros.
O presidente-executivo, Baudouin Prot, afirmou que espera que o
custo de risco caia neste ano e que o BNP tenha uma exposição
relativamente pequena aos problemas da economia da Grécia. O rival
Société Générale divulga seus números na quinta-feira, enquanto o
Crédit Agricole e o BPCE publicam balanços na próxima semana. O
setor global de bancos tem até agora divulgado resultados que
apontam para lados diferentes, com lucros maiores de Barclays,
Credit Suisse e JP Morgan contrastando com prejuízos de Citigroup e
Bank of America e retiradas de recursos de clientes sendo
registradas no UBS. (Fonte: Valor
Econômico)
Lucro do Paraná
Banco cresce 24% com operações de seguros
(Marli
Lima)
O Paraná Banco teve no
quarto trimestre de 2009 lucro líquido de R$ 29 milhões, 81% maior
que os R$ 16 milhões registrados de outubro a dezembro de 2008. No
ano, os ganhos somaram R$ 104,3 milhões, o que representa
crescimento de 24% sobre os R$ 84 milhões obtidos no exercício
anterior. Especializada em crédito consignado, a instituição tem
reforçado a área de seguros, que respondeu por 51% do lucro do
quarto trimestre e por 43% do ganho anual.
Na opinião do
diretor de relações com investidores, Cristiano Malucelli, o
resultado foi melhor que o esperado. "No começo do ano a expectativa
era muito ruim", lembra. No balanço divulgado ontem, o banco mostra
que o resultado bruto da intermediação financeira caiu de R$ 72
milhões para R$ 49,2 milhões no quarto trimestre.
A queda é justificada pela redução nas receitas com operações por
causa de cessões de crédito feitas antes do encerramento de 2008.
"Foi um ponto fora da curva. Sem a cessão, o crescimento seria de
0,8%", diz o diretor.
Sobre o
crescimento da área de seguros, Alexandre Malucelli, vice-presidente
da J. Malucelli Seguradora, explica que a empresa, líder na América
Latina em seguro garantia, está em um mercado em desenvolvimento.
Segundo ele, o atual momento econômico "representa uma oportunidade
única", por causa de investimentos em infraestrutura, eventos
esportivos, construção civil e outros. Para efeito de comparação, a
área de seguros teve lucro de R$ 23 milhões em 2008 e de R$ 44
milhões em 2009, por isso aumentou a participação no resultado
total.
O empresário disse que em 2010 deve iniciar atividades em outros
países. A primeira experiência deve ser na Colômbia. A seguradora já
aproveitou oportunidades no passado para atuar no Equador e na
República Dominicana, mas agora vê o mercado externo como
oportunidade e aguarda homologação de seu registro em quase toda a
América Latina.
A carteira de
crédito do Paraná Banco somou R$ 1,29 bilhão no quarto trimestre. O
crédito consignado, que respondia por 92% da carteira, caiu para
84%. Cristiano Malucelli adianta que os empréstimos para pessoa
jurídica e o CDC Lojista devem crescer. Segundo ele, com a emissão
de eurobonds no valor de US$ 100 milhões, concluída em dezembro,
cerca de um terço da necessidade de captação foi resolvida.
O Paraná Banco possui nove lojas próprias e 82 franquias no Paraná,
Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. A meta é abrir mais
cinco franquias e quatro lojas próprias em 2010. Está em estudo a
abertura de uma unidade em Salvador. "Onde há carteira grande, a
intenção é atender o cliente diretamente", explica Malucelli .
(Fonte: Valor Econômico)
Lucro da Caixa caiu 22% no ano da crise
A Caixa Econômica Federal (CEF) registrou lucro líquido de R$ 2,9
bilhões em 2009, um resultado 22% inferior ao de 2008. Os números
serão divulgados hoje.
A queda do lucro em 2009 reflete a atuação agressiva da Caixa no ano
da crise no mercado para compensar a escassez de crédito dos bancos
privados naquele momento.
Numa ação
determinada pelo governo, os bancos públicos, Banco do Brasil, Caixa
e BNDES, irrigaram o mercado de crédito para fazer com que o País
sofresse o menor efeito possível da crise.
A ação deu resultado. O Brasil foi um dos países que menos sentiu a
crise. Os cálculos são de que o PIB deva registrar crescimento zero
ou até mesmo uma pequena queda, o que deve ser visto como um
resultado positivo em relação ao resto do mundo. O IBGE divulga os
dados nos próximos dias.
Os números de
2009 da Caixa são bastante diferentes dos registrados no ano
anterior. Em 2008, o lucro da instituição tinha crescido nada menos
do que 62,4% em relação a 2007.
O resultado de tesouraria (quanto os bancos ganham com câmbio e
juros) da Caixa também registraram queda em 2009.
Enquanto o
lucro da Caixa caiu 22% no ano da crise, o resultado dos bancos
privados subiu 24%, de acordo com uma prévia feita pela Austin
Rating com base no levantamento dos balanços de oito bancos já
publicados. (Fonte: IG coluna Guilherme Barros)
Mercantil do
Brasil lucra R$ 40 milhões e eleva capital
(Cesar Felício)
O Banco Mercantil do Brasil (MB), único de varejo com sede em
Minas Gerais, anunciou na quarta-feira (10) um lucro de R$ 40 milhões em
2009, ou R$ 3 milhões a menos do obtido em 2008. Afetado pela crise
econômica global que levou a uma queda do Produto Interno Bruto (PIB)
mineiro estimada de 4% a 5% pelo governo do Estado, o Mercantil realizou
no mês passado um aumento de capital de R$ 45 milhões, para se ajustar
aos padrões do acordo de Basileia.
A integralização, que foi contestada por
acionistas minoritários do banco que temem a diluição do capital, deve
ser concluída nos próximos dias , segundo a instituição.
Um dos acionistas do Banco Mercantil do Brasil, Sergio Araújo, que detém
5% do capital, decidiu contestar judicialmente a operação, assim que foi
anunciada, em 14 de dezembro. Na ocasião, o banco divulgou uma nota
alegando que os acionistas tiveram acesso às informações em relação ao
preço arbitrado por ação, de R$ 8.
O Mercantil do Brasil projeta um crescimento
de 18% em ativos em 2010, entre outros fatores em razão do ingresso como
clientes de aposentados e pensionistas do INSS. Em agosto, o banco
venceu a concorrência para administrar o recebimento do primeiro
benefício das novas contas em São Paulo e Minas Gerais até 2014.
A instituição estima o atendimento anual de
200 mil clientes, a partir de 2010, o equivalente a um terço da sua base
de correntistas. Ainda para este ano, a instituição conta com um crédito
de R$ 184 milhões em relação a uma cobrança de Cofins que o banco
considerou indevida. A ação transitou em julgado no Supremo Tribunal
Federal em 2005 e o banco estima receber o ressarcimento este ano.
No ano passado, o banco elevou de R$ 6,8
bilhões para R$ 7,9 bilhões os seus ativos totais, um crescimento de
16%. As operações de crédito passaram de R$ 4,9 bilhões para R$ 6,1
bilhões e o total de depósitos a prazo, que havia crescido 11% em 2008,
aumentou 33% em 2009, passando de R$ 2,7 bilhões para R$ 3,6 bilhões. O
resultado de 2008 em depósitos a prazo foi afetado pela retirada de
investidores de pessoa jurídica, cujo total depositado caiu 17% nos
últimos meses do ano, ou cerca de R$ 400 milhões. (Fonte:
Valor Econômico)
Santander Brasil lucra
R$ 5,508 bilhões em 2009, em alta de 40,8%
O grupo Santander Brasil
apurou lucro líquido de R$ 5,508 bilhões no exercício de 2009, em um
aumento de 40,8% sobre os resultados de 2008. Somente no quarto
trimestre do ano passado, a filial brasileira do banco espanhol teve
ganho de R$ 1,591 bilhão, ante R$ 906 milhões no último trimestre de
2008.
A carteira de crédito somou R$ 138,394
bilhões, em um aumento de 1,7% sobre o montante calculado para 2008.
Nessa carteira, o maior crescimento foi verificado para o segmento
de pessoa física, com empréstimos de R$ 43,352 bilhões (crescimento
de 107%); para grandes empresas (operações de R$ 37,998 bilhões),
houve incremento de somente 0,4%. As operações de crédito para
pequenas e médias empresas (R$ 32,417 bilhões) sofreram contração de
5,5%.
A carteira de títulos e valores mobiliários do Santander Brasil
atingiu R$ 80,616 bilhões, em um forte aumento de 58,3% sobre o
balanço de 2008. (Fonte: Folha Online)
Lucro do
Bradesco cresce 5,01% e fecha 2009 em R$ 8 bi
O Bradesco fechou 2009 com um lucro líquido de R$ 8,012 bilhões, uma
alta de 5,1% em relação aos R$ 7,625 bilhões registrados em 2008. O
lucro corresponde a um ganho de R$ 2,34 por ação. Os dados foram
divulgados nesta quinta-feira.
No quarto trimestre o banco teve um lucro
líquido de R$ 2,181 bilhões, um crescimento de 35,9% sobre o resultado
no mesmo período de 2008 (R$ 1,605 bilhão). Sobre o terceiro trimestre
do ano passado o crescimento foi de 20,4% entre julho e setembro o banco
lucrou R$ 1,811 bilhão.
O valor de mercado do Bradesco chegou a R$
103,1 bilhões no ano passado. Os ativos totais do banco registraram
saldo de R$ 506,2 bilhões, um crescimento de 11,4% em relação ao saldo
final de dezembro de 2008.
A carteira de crédito total em dezembro
atingiu R$ 228 bilhões, aumento de 6,8% em relação ao saldo final de
dezembro de 2008. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 82,085
bilhões (crescimento de 11,5%), enquanto as operações com pessoas
jurídicas atingiram R$ 145,993 bilhões (crescimento de 4,3%).
(Fonte: Folha Online)
BMG lucra R$ 522 mi
com foco no crédito consignado
(Cesar Felício)
Instituição inteiramente centrada na concessão de crédito
consignado, o BMG radicalizou a aposta no setor no ano passado. Dos R$
8,1 bilhões de crédito que gerou no ano passado, 81%, ou R$ 6,5 bilhões,
foram para os empréstimos com desconto em folha. Da carteira total de R$
18,7 bilhões, as consignações para aposentados somam R$ 8,3 bilhões e as
destinadas ao funcionalismo público, R$ 7,2 bilhões.
Os R$ 2,2 bilhões restantes ainda são remanescentes das operações com
empregados do setor privado que estão sendo encerradas. A atividade
proporcionou ao BMG um lucro líquido de R$ 522 milhões, ante R$ 240
milhões obtidos em 2008. "Banco médio tem que ser focado, não pode atuar
em todos os nichos", afirma o presidente do BMG, Ricardo Annes
Guimarães.
O BMG minimiza a possibilidade de o Banco do
Brasil (o maior no crédito consignado)
fechar novas parcerias de exclusividade com governos estaduais e
municipais, tendo em vista que já detém o pagamento da folha de
servidores.
Recentemente, o BB fez acordos neste sentido com o Rio Grande do Norte
e, em parceria com o Bandes e a Caixa Econômica Federal, com o Espírito
Santo. "O custo político de se estabelecer uma medida como essa é alto,
porque os funcionários públicos podem deduzir que serão prejudicados
caso não haja mais concorrência pelo consignado", comenta Guimarães.
De acordo com Guimarães, são raros os
Estados onde o BMG não conseguiu estabelecer convênios para atuar com a
administração estadual. O Estado de São Paulo é um deles, além do Rio
Grande do Sul.
Da carteira de empréstimos do BMG, R$ 6,548 bilhões estão em mãos do
próprio banco, valor 30% superior aos R$ 4,294 bilhões que o banco
detinha em 2008. O restante foi transacionado nas operações de cessão de
crédito, que constituem a principal fonte de captação do banco.
A cessão foi de R$ 8,7 bilhões no ano
retrasado e de R$ 8,8 bilhões no ano passado, o que representou 62% do
total de R$ 17,8 bilhões da captação. Compraram carteira do BMG o
Bradesco, BNP Paribas, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.
O BMG, de propriedade da família Pentagna Guimarães e com capital
fechado, foi envolvido no escândalo do mensalão em 2005. Na ocasião, a
instituição concedeu empréstimos para o PT, tendo o empresário Marcos
Valério de Souza como avalista. O Ministério Público Federal levantou
suspeitas de que a operação tenha sido fraudulenta.
O BMG alegou que a operação obedeceu a todas
as normas do Banco Central e que Valério, como avalista, poderia arcar
com a dívida. O caso ainda está em tramitação no Supremo Tribunal
Federal, sob relatoria do ministro Joaquim Barbosa.
Segundo Guimarães, o episódio não afetou os negócios do banco. "Nunca
deixamos de ter resultado positivo", afirma o banqueiro, que destacou o
fato de o banco ter realizado em novembro de 2009 uma captação de US$
300 milhões em dívida subordinada, para pagamento em dez anos,
coordenada por Morgan Stanley, BTG Pactual, Santander e UBS, o que
demonstraria a credibilidade do banco. "O impacto concreto em termos
operacionais foi zero", afirma o presidente do BMG. (Fonte:
Valor Econômico)
Terceiro Trimestre/2009
BRB tem lucro recorde
O Banco de Brasília (BRB) registrou nos nove primeiros meses de 2009 o maior lucro de sua história. Os R$ 134,4 milhões acumulados de janeiro a setembro superaram os resultados de todos os anos desde 1966, quando o banco foi criado. O volume é 15% superior ao faturado em 2008 e equivale a quatro vezes o lucro de cinco anos atrás. O salto é resultado de uma reorganização societária, de um enxugamento nas despesas, de uma expansão do leque de ofertas de produtos e serviços, e de um foco maior na modernização, além de um investimento maior na mão de obra.
“Com toda a crise que afetou o mundo e o Brasil de alguma forma neste ano, conseguimos em nove meses um resultado maior do que qualquer lucro anual da história do banco. Não temos problema de liquidez, nem de inadimplência. Vínhamos em um processo de melhoria de gestão, o que ajudou a mitigar os efeitos da crise e atingir esse resultado”, afirma o presidente do BRB, Ricardo de Barros Vieira.
Os bons números podem ajudar a instituição a se manter com as próprias pernas. Há pelo menos dois anos, a venda do banco vinha sendo negociada com o Banco do Brasil. Mas, há alguns meses, a transação está parada e o governador José Roberto Arruda chegou a descartar a venda. O negócio era discutido como uma opção para salvar o banco, que enfrentou dificuldades de capitalização nos últimos anos.
O resultado recorde de 2009 foi obtido, segundo Barros Vieira, por meio de uma redução das despesas e de investimentos em competitividade. Nos últimos meses, o banco passou por um processo de revisão contratual, para eliminar os contratos emergenciais e priorizar as contratações feitas por meio de licitações. O portifólio do banco teve acréscimo de opções de crédito, financiamentos imobiliários, cartões e seguros. Os clientes passaram a ter crédito pré-aprovado, podendo pegar o empréstimo diretamente na máquina de autoatendimento, sem precisar passar por um funcionário. A maioria dos bancos brasileiros já oferecia a possibilidade.
O BRB quer se tornar mais competitivo para brigar pelos clientes a partir de 2012, quando entra em vigor a portabilidade bancária, que permitirá aos servidores públicos escolherem a instituição em que querem receber seus salários o que pode gerar uma perda da base atual, já que mais da metade dos 400 mil clientes são funcionários do Governo do Distrito Federal. Um dos principais focos será o investimento em serviços. Como reconhece Barros Vieira, os produtos são parecidos em qualquer instituição: “A eficiência é o que pode proteger o banco a partir de 2012. Se o cliente está satisfeito com o tratamento que tem em um banco, por que mudar? Cartão ou seguro são os mesmos em qualquer instituição”.
Novos funcionários
Uma das estratégias para melhorar o atendimento é o investimento no quadro de funcionários. A previsão é que o número de trabalhadores tenha um incremento superior ao das 213 vagas previstas no último edital. “Precisamos de 200 pessoas para recrutamento imediato, mas, com certeza, deve ser necessária a contratação de um número maior do que esse, principalmente, para fazer face à expansão do banco”, afirma Barros Vieira. Os aprovados entram no banco incluídos no novo plano de cargos e salários, em vigor desde julho último, que, de acordo com o executivo, permitiu ao banco pagar salários mais competitivos, aumentando as chances de reter o funcionário.
Outro projeto para garantir maior competitividade é aproximar o banco do cliente. O número de correspondentes bancários deve passar dos atuais 100 para 500 até meados de 2010. Nos próximos 15 dias, o primeiro deles será lançado em Sobradinho II. Ao longo do primeiro sementre do ano que vem, todas as 660 máquinas de autoatendimento serão trocadas por outras mais modernas e preparadas para a leitura de cartões de chip. No primeiro trimestre de 2010, serão inauguradas agências em Cuiabá (MT) e em Campo Grande (MS), numa tentativa da instituição de se tornar um banco regional, o que pode ajudar a crescer, quando o BRB não tiver mais o cliente cativo, como ocorre atualmente. (Fonte: Correio Braziliense)
BB registra lucro líquido de R$ 1,979 bi no 3º trimestre
O Banco do Brasil (BB) registrou no terceiro trimestre lucro líquido de R$ 1,979 bilhão, crescimento de 6% ante igual período do ano passado. Esse resultado corresponde a um retorno anualizado sobre o patrimônio líquido (PL) de 26,2%, ante 30,5% registrado em igual período do ano passado.
Desconsiderando os efeitos extraordinários, o lucro recorrente chegou a R$ 1,764 bilhão, crescimento de 2,2%, o que corresponde a um retorno sobre o PL de 23,1%, ante 33,6% no terceiro trimestre de 2008. O BB considerou como extraordinário no trimestre a opção de lote suplementar da VisaNet, de R$ 209 milhões; a alienação parcial do restante da participação na Visa Inc, totalizando R$ 141 milhões; a cessão de créditos baixados, gerando receitas de R$ 119 milhões e despesas de demandas cíveis, de R$ 84 milhões.
As receitas sobre intermediação financeira totalizaram R$ 15,894 bilhões, valor 1% superior ao registrado no terceiro trimestre de 2008. Os ativos totais do BB alcançaram R$ 685,684 bilhões ao final de setembro, expansão de 49,6% em 12 meses. Esse valor consolida o banco federal como a maior instituição financeira do País. O número já considera a consolidação de todas as participações de todas as empresas financeiras e não financeiras, as incorporações do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e Banco do Estado do Piauí (BEP), a aquisição do controle da Nossa Caixa e a participação no Banco Votorantim.
A carteira de crédito total (incluindo garantias prestadas e títulos privados) do BB ao final de setembro era de R$ 301,421 bilhões, valor 41,1% superior ao registrado em igual mês do ano passado. No conceito do Banco Central (BC), os empréstimos totalizavam R$ 285,517 bilhões, avanço de 41,2% em 12 meses. O sistema financeiro apresentou, no mesmo período, expansão de 16,1%. Segundo o BB, sua participação no mercado chegou a 20,1%.
Nos nove primeiros meses de 2009, o lucro líquido atingiu R$ 5,992 bilhões, o que indica avanço de 2,29% sobre o período de janeiro a setembro do ano passado. Esse resultado equivale a um retorno sobre o PL de 25,9%, ante 31% em igual período de 2008. O lucro recorrente no período foi de R$ 5,014 bilhões, queda de 0,89%, com um retorno sobre o PL caindo de 26,7% para 21,6%. (Fonte: Estadão)
Banrisul lucra R$ 356,8 milhões até setembro. Bancários exigem valorização
O Banrisul registrou lucro líquido de R$ 356,8 milhões no acumulado de janeiro a setembro de 2009, 7,2% acima do resultado apresentado nos nove primeiros meses de 2008. Já o lucro líquido no terceiro trimestre do ano somou R$ 146 milhões, 31,9% superior em relação ao mesmo período do ano passado.
O desempenho positivo dos nove meses de 2009 se deve à elevação das receitas de crédito e das operações de tesouraria, de acordo com o banco.
O presidente do Banrisul, Fernando Lemos, disse que a instituição manteve o foco na concessão de crédito, o que contribuiu para o aquecimento do consumo por parte das pessoas físicas e na manutenção da capacidade de produção das empresas. Segundo ele, o arrefecimento da crise financeira internacional, a estabilidade das taxas de juros e a retomada da atividade industrial no mercado doméstico favoreceram a expansão dos negócios no segmento bancário.
Números do balanço
Os ativos totais do Banrisul alcançaram, ao final de setembro de 2009, R$ 28,6 bilhões, 12,0% acima do registrado em setembro de 2008. O patrimônio líquido do banco encerrou o período com R$ 3,3 bilhões. A expansão de 11,1% em doze meses teve como origem a incorporação dos resultados gerados, deduzidos os pagamentos de dividendos e juros sobre o capital próprio. A rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido médio atingiu 15,2% no período de janeiro a setembro de 2009.
O volume de operações de crédito do Banrisul totalizou R$ 12,5 bilhões em setembro de 2009, saldo que ultrapassa em 14,8% a posição alcançada em setembro de 2008. O crescimento do volume total das operações decorre, segundo a instituição, da expansão da carteira comercial pessoa física, que apresentou aumento de 35,5% em 12 meses.
Em setembro de 2009, as operações classificadas como risco normal, que abrangem os níveis AA até C, somaram R$ 10,8 bilhões, representando 86,2% do total da carteira, 0,4 pontos percentuais acima do registrado no mesmo mês de 2008.
O saldo de depósitos a prazo atingiu R$ 8,5 bilhões, com crescimento de 14,9% em relação a setembro de 2008. Os depósitos de poupança apresentaram expansão de 15,3%, totalizando R$ 5,2 bilhões. Os depósitos à vista cresceram 13,8% em 12 meses e alcançaram o valor de R$ 1,7 bilhão.
A margem financeira líquida somou R$ 1,9 bilhão no acumulado de janeiro a setembro de 2009, 33,1% ou R$ 466,0 milhões acima do montante gerado no mesmo período de 2008. No terceiro trimestre de 2009, a margem financeira atingiu R$ 628,1 milhões, 23,1% superior ao valor apurado em igual período do ano passado. (Fonte: Zero Hora)
Nossa
Caixa lucra
R$ 164,7
milhões no
3º trimestre
e obtém alta
de 83%
O banco
Nossa Caixa
encerrou o
terceiro
trimestre
com lucro
líquido de
R$ 164,7
milhões,
valor 83,2%
maior que o
registrado
no trimestre
anterior. "O
desempenho
foi puxado
pela
evolução da
margem
financeira,
favorecida
pelo
incremento
no volume da
carteira de
operações de
crédito, e
pela redução
das despesas
com provisão
para crédito
de
liquidação
duvidosa",
informou a
instituição.
As operações
de crédito
no trimestre
cresceram
13,2%, para
R$ 19,3
bilhões. O
crédito para
pessoas
jurídicas
saltou 31,4%
no período,
totalizando
R$ 4
bilhões. Já
o crédito
para pessoas
físicas
alcançou R$
15,3
bilhões,
alta de
9,3%.
"O crédito
consignado,
modalidade
tradicional
na Nossa
Caixa,
continuou
crescendo
acima da
média do
sistema
financeiro
nacional. O
saldo da
carteira
registrou R$
10,7 bilhões
no
trimestre,
evolução de
11,9% na
comparação
com o
período
anterior",
completou o
banco.
De acordo
com a
instituição,
o spread
bancário
recuou de
8,9% para
8,4%. "A
exemplo do
trimestre
passado, o
aumento
conquistado
no volume da
carteira de
operações de
crédito veio
acompanhado
de redução
do índice de
inadimplência",
completou.
As operações
com atraso
maior que 90
dias
baixaram de
4% para 3,6%
no terceiro
trimestre.
(Fonte:
Portal
IG)
Paraná
Banco lucra
R$ 21,12
milhões no
3º trimestre
O Paraná
Banco
anunciou
hoje um
lucro
líquido de
R$ 21,12
milhões no
terceiro
trimestre
deste ano,
uma alta de
10,5% em
relação ao
resultado do
mesmo
período de
2008, quando
apurou
ganhos de R$
19,11
milhões. Na
comparação
com o
trimestre
anterior,
quando o
lucro
atingiu R$
33,82
milhões,
houve queda
de 37,5% no
resultado. O
setor de
seguros
respondeu
por 35,7%
dos ganhos
registrados
no período.
No balanço,
o banco
informa que
sua carteira
de crédito
teve
crescimento
de 4,1% no
trimestre,
alcançando
R$ 1,205
bilhão no
final de
setembro,
após fechar
junho em R$
1,158
bilhão. Com
isso, as
receitas da
intermediação
financeira
somaram R$
88,205
milhões de
julho a
setembro,
uma alta de
5,1% na
comparação
trimestral,
mas 14,5%
abaixo do
montante
registrado
no mesmo
período de
2008 (R$
103,1
milhões).
Os números
do terceiro
trimestre
ainda foram
afetados por
um aumento
de 81,4% -
na
comparação
com os três
meses
antecedentes
- das
despesas com
provisões
para perdas
com crédito,
que somaram
R$ 18,525
milhões. A
inadimplência
na carteira
de crédito
do banco
chegou a 5%
no caso dos
atrasos
superiores a
90 dias. A
taxa ficou
acima dos
4,5% do
segundo
trimestre e
dos 3,3%
apurados há
um ano.
(Fonte:
Valor Online)
Lucro da Caixa cresce 20,4%
no 3º trimestre e bate R$
870 mi
A Caixa
Econômica Federal teve lucro
de R$ 869,9 milhões no
terceiro trimestre do ano,
com uma alta de 20,4% sobre
o mesmo período do ano
passado, segundo dados
divulgados pelo banco
estatal na noite desta
quinta-feira.
No acumulado
dos nove primeiros meses do
ano, o lucro atingiu R$
2,027 bilhões, com queda de
37,9% ante igual intervalo
de 2008.
Caixa amplia crédito para
micro e pequenas empresas em
R$ 200 mi Caixa pagou parte
de festa em homenagem a
Toffoli
As receitas
com intermediação financeira
do banco atingiram no
trimestre o montante de R$
8,252 bilhões, o que
representa um crescimento de
5,8% sobre o mesmo período
do ano anterior. Porém, na
comparação com o segundo
trimestre, ocorreu uma queda
de 5,12%.
Já as
despesas com intermediação
financeira foram de R$ 5,592
bilhões.
Durante o período, a Caixa
foi, ao lado do Banco do
Brasil, uma das armas usadas
pelo governo federal para
ativar o crédito no país,
que no final do ano passado
foi duramente castigado pela
crise financeira global.
Essa
agressividade na cessão de
credito pode ser notada na
evolução da carteira do
banco que saltou de R$ 70,7
bilhões no final do terceiro
trimestre de 2008 para R$
113,8 bilhões em setembro
deste ano, uma alta de 61%.
(Fonte: Folha
Online)
Lucro do Bradesco cai 5,2%, para R$ 1,81 bi,
no terceiro trimestre
O
Bradesco fechou o terceiro trimestre com
lucro líquido de R$ 1,81 bilhão, queda de
5,2% em relação ao ganho de R$ 1,91 bilhão
um ano antes.
No final de
setembro, a carteira de crédito do segundo
maior banco privado brasileiro ficou em R$
215,54 bilhões, crescendo 10,2% sobre o
final de setembro de 2008.
O lucro líquido
nos nove primeiros meses do ano foi de R$
5,831 bilhões (variação de 0,2% em relação
ao lucro líquido ajustado de R$ 5,819
bilhões no mesmo período de 2008),
correspondente a R$ 2,49 por ação no
acumulado de 12 meses.
O valor de
mercado do Bradesco em 30 de setembro de
2009 era de R$ 98,751 bilhões, ressaltando
que as cotações das suas ações preferenciais
tiveram valorização de 57,8% entre janeiro e
setembro.
A carteira de
crédito total em setembro de 2009 atingiu R$
215,536 bilhões, crescimento de 10,2% em
relação a igual período do ano anterior. As
operações com pessoas físicas totalizaram R$
75,528 bilhões (crescimento de 8,2%),
enquanto as operações com pessoas jurídicas
atingiram o montante de R$ 140,008 bilhões
(crescimento de 11,3%).
Os ativos
totais em setembro de 2009 registraram saldo
de R$ 485,686 bilhões, crescimento de 14,9%
em relação ao mesmo período de 2008. O
retorno anualizado sobre os ativos totais
médios foi de 1,6%, enquanto que no mesmo
período do ano anterior chegou a 2%. O
patrimônio líquido em setembro de 2009 somou
R$ 38,877 bilhões, 13,8% superior a igual
período do ano anterior.
(Fonte: Folha Online)
Lucro do Itaú Unibanco sobe
15,5% no ano
O Itaú Unibanco divulgou hoje
seu balanço referente ao período acumulado de janeiro a
setembro deste ano. O banco teve lucro líquido de R$ 6,853
bilhões, um aumento de 15,5% ante os R$ 5,931 bilhões de
igual período de 2008. Os ativos totais aumentaram 53,7%,
para R$ 612,398 bilhões, e o resultado bruto da
intermediação financeira foi de R$ 24,245 bilhões, com alta
de 107,43%. O resultado operacional somou R$ 14,487 bilhões,
com crescimento de 85,32%.
O
lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco de janeiro a
setembro deste ano foi de R$ 7,7 bilhões, com rentabilidade
anualizada de 22,2% ante o patrimônio líquido médio. As
informações constam de breve comentário enviado pelo banco
ao mercado. O patrimônio líquido consolidado totalizava R$
48,9 bilhões no fim de setembro de 2009. O Índice de
Basileia (indicador que mede a relação entre o capital da
instituição e o volume de recursos emprestado) era de 16,3%
no fim de setembro, com base no consolidado
econômico-financeiro.
Os
ativos consolidados atingiram R$ 612,4 bilhões em 30 de
setembro, o maior entre os conglomerados financeiros
privados da América Latina. A carteira de crédito, incluindo
avais e fianças, atingiu R$ 268,7 bilhões, com crescimento
de 5,5%. No Brasil, a carteira de crédito livre para pessoa
física atingiu R$ 98,4 bilhões, com crescimento de 6,3%. Por
sua vez, o segmento de grandes empresas atingiu R$ 90,3
bilhões, e o de micro, pequenas e médias empresas atingiu R$
56,7 bilhões, com crescimento de 18,1%.
O
lucro líquido da controladora do Itaú Unibanco caiu 11% no
terceiro trimestre deste ano, na comparação com igual
período de 2008, para R$ 2,268 bilhões. O lucro recorrente
foi de R$ 2,687 bilhões, com alta de 0,37%. O resultado
bruto da intermediação financeira foi de R$ 8,140 bilhões e
o resultado operacional totalizou R$ 4,840 bilhões.
Inadimplência
O Itaú Unibanco apresentou uma taxa de inadimplência de 5,9%
em setembro deste ano, acima dos 3,8% registrados em igual
mês de 2008, considerando os atrasos superiores a 90 dias. O
índice também é superior aos 5,4% do final do segundo
trimestre. Entre as pessoas físicas, a inadimplência chegou
a 8,1% no final de setembro, índice estável em relação ao
trimestre anterior e superior aos 6,4% registrados em igual
mês do ano passado. Entre as empresas, o avanço foi maior,
de 1,2% em setembro de 2008 para 4,1% ao final do terceiro
trimestre. Em junho, os créditos em atrasos há mais de 90
dias representavam 3,1% do total de empréstimos às pessoas
jurídicas.
Na
avaliação da instituição financeira, a estabilidade no
índice indica que o "pior momento do atual ciclo de crédito
foi ultrapassado". No entanto, o banco considera que, para
as empresas, os reflexos da crise financeira ainda afetam a
qualidade de risco de crédito dessas companhias. Apesar da
elevação dos atrasos acima de 90 dias, o Itaú Unibanco vê
uma melhora nos empréstimos entre 60 e 90 dias. Nesse
indicador, a taxa de inadimplência era de 1,1% em setembro,
ante 0,8% no mesmo mês de 2008 e 1,3% em junho de 2009.
Para arcar com esses atrasos, o Itaú Unibanco registrou uma
despesa de provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD)
de R$ 4,299 bilhões no terceiro trimestre, uma alta de 1,1%
em relação ao trimestre anterior. Já no ano, essa despesa
chegou a R$ 12,383 bilhões, uma elevação de 57,6% em relação
aos nove primeiros meses de 2008.
(Fonte: Estadão)
Segundo Trimestre/2009
BRB tem lucro histórico
Com o lucro de R$ 71,8 milhões no primeiro
semestre de 2009, o Banco de Brasília (BRB) apresentou o melhor resultado de
sua história. Mesmo com a crise financeira, a instituição obteve saldo
positivo superior à soma do período de 12 anos, entre 1994 e 2006.
Durante a prestação de contas, nesta quarta-feira (26), o governador José
Roberto Arruda autorizou a realização de concurso público para os cargos de
escriturários, advogados e outras carreiras técnicas do banco, além de
determinar a implantação de duas novas agências no Centro-Oeste, uma em
Cuiabá (MT) e outra em Campo Grande (MS).
A rentabilidade de 14,77% sobre o patrimônio líquido neste primeiro semestre
permitiu a distribuição de 16,8% milhões de dividendos e juros aos
acionistas.
Diante do resultado positivo, Arruda descartou a venda da instituição. “Nós
profissionalizamos a gestão do banco, que apresentou resultados muito
satisfatórios. O BRB reagiu à crise e agora vamos fazer com que ele seja o
maior não só de Brasília, como também do Centro–Oeste”, ressaltou o
governador.
De acordo com o presidente da instituição, Ricardo de Barros Vieira, o BRB
também está trabalhando na criação de novas linhas de credito para pessoas
jurídicas e micro e pequenas empresas. “Temos mais de R$ 300 milhões
disponíveis para operar nas concessões de crédito. Nossa expectativa é de
que com isso o resultado seja ainda melhor no próximo semestre”, destacou
Vieira.
O BRB também pretende expandir seus postos de atendimento. Hoje o banco
conta com 100 pontos de conveniência e a previsão é de que mais 400 sejam
instalados em todo o DF e entorno até o final de 2010. (Fonte:
Jornal de Brasília)
ABN Amro tem prejuízo de US$ 3,8 bilhões no
primeiro semestre
O banco holandês nacionalizado ABN Amro
informou nesta quarta-feira ter registrado um acentuado prejuízo de primeiro
semestre e informou que a separação legal de alguns ativos controlados pelo
Royal Bank of Scotland está seguindo conforme o planejado.
O banco perdeu 2,65 bilhões de euros (US$ 3,8 bilhões) no primeiro semestre
e disse que as perdas foram geradas por operações do Royal Bank e que as
operações compradas pelo governo holandês foram lucrativas.
A instituição informou que não pode dar uma previsão de desempenho em 2009
além da afirmação anterior de que será "um ano difícil".
O banco foi nacionalizado em outubro passado, quando o governo da Holanda
comprou ativos locais do Fortis em meio a uma crise de confiança do mercado.
O ABN havia sido comprado um ano antes por um consórcio que incluiu o Fortis,
o Royal Bank e o Santander. Alguns dos ativos que o banco ainda controla
pertencem ao Royal Bank e o ABN afirmou que a transferência deles deve
acontecer no final do ano, como o planejado.
Assim que a separação com o Royal Bank estiver completa, a Holanda pretende
combinar o ABN e o Fortis Bank Nederland em um novo grupo chamado ABN Amro
Bank, que será privatizado em algum momento de 2011 ou mesmo depois.
(Fonte: Folha Online)
Banco Central tem prejuízo de R$
941 milhões no 1º semestre
Se reservas fossem contabilizadas, prejuízo seria de quase R$ 95 bi. Nos
seis últimos meses de 2009, instituição lucrou R$ 10,1 bilhões
O Banco Central registrou um prejuízo de R$ 941 milhões no primeiro
semestre deste ano, informou nesta quarta-feira (26) o diretor de
Administração da instituição, Anthero de Moraes Meirelles. As contas do BC
foram aprovadas hoje pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Esse resultado, entretanto, não considera as operações cambiais do BC que,
desde agosto do ano passado, estão sendo divulgadas em uma conta em
separado, referente ao patrimônio da instituição.
Com a contabilização das variações da taxa de câmbio (com o dólar em queda),
o Banco Central registrou um prejuízo próximo de R$ 95 bilhões nos seis
primeiros meses deste ano valor que terá de ser coberto pelo Tesouro
Nacional, por meio da emissão de títulos públicos, no início de 2010.
Anthero Meirelles afirmou que o BC não objetiva registrar lucro ou prejuízo.
A mudança na forma de divulgação ocorrida em agosto do ano passado, segundo
o BC, buscou um alinhamento com outros países. Em outras economias, os
ativos cambiais (reservas cambiais) são contabilizados junto com os passivos
(dívida externa) - o que elimina variações bruscas no resultado contábil por
conta de variações da taxa de câmbio.
"As reservas representam uma variação contábil. Se o Brasil resolvesse
vender suas reservas, voce poderia apurar o resultado. As reservas são
consideradas por alguns um luxo caro, mas valem a pena. Traz resultados
positivos para o país do ponto de vista de solvência [capacidade de
pagamento de suas dívidas]. Na crise, as reservas foram fundamentais", disse
Anthero Meirelles a jornalistas.
No segundo semestre de 2008, o BC teve um lucro de R$ 10,1 bilhões. Quando
contabilizada a variação da taxa de câmbio sobre as reservas internacionais,
esse resultado positivo salta para R$ 170 bilhões. No segundo semestre de
2008, o lucro se deveu à subida do dólar.
(Fonte: Gazeta do Povo)
Lucro da Caixa cai 54% no
primeiro semestre, para R$ 1,158 bi
Instituição havia contabilizado lucro de R$ 2,5 bi no mesmo período em
2008; lucro no 1º tri teve alta de 56,2%
A Caixa Econômica Federal
registrou no primeiro semestre deste ano um lucro líquido de R$ 1,158
bilhão, valor 54% inferior ao reportado em igual intervalo de 2008, quando o
banco contabilizou R$ 2,5 bilhões na última linha do balanço. Com isso, a
instituição obteve um retorno anualizado de 17,9% sobre o patrimônio
líquido. No segundo trimestre, o lucro líquido de R$ 706 milhões mostrou
56,2% de alta ante os R$ 452 milhões dos três primeiros meses de 2009
A oferta de crédito total da Caixa cresceu 56,1% entre junho de 2008 e junho
de 2009, para R$ 99,2 bilhões, contra um crescimento de 19,7% do mercado no
mesmo período. A Caixa atribui o desempenho à sua "agressiva política de
juros". O crescimento observado na Caixa é o maior dos últimos 15 anos, diz
a instituição.
Os ativos totais da instituição atingiram um saldo de R$ 323,7 bilhões ao
fim de junho, enquanto o patrimônio líquido alcançou R$ 13,5 bilhões, altas
de, respectivamente, 22,4% e 8,2% na comparação com igual intervalo de 2008.
"Os números do balanço mostram que a instituição tem conseguido tornar
viável a união entre o social e o comercial, desempenhando bem o seu papel
de banco público, principalmente nas atividades de transferência de
benefícios e bancarização da população de baixa renda, sem deixar de lado a
eficiência e a concorrência do mercado", avalia a presidenta da instituição,
Maria Fernanda Ramos Coelho, em nota.
(Fonte: Estadão)
BNB tem lucro 34,8% menor no 1º semestre
O Banco do
Nordeste do Brasil (BNB) anunciou lucro líquido de R$ 133,8 milhões no
primeiro semestre deste ano, montante 34,8% inferior ao apresentado em igual
período de 2008, de R$ 205,1 milhões. A rentabilidade sobre o Patrimônio
Líquido médio no fim de junho de 2009 foi de 15% ao ano, enquanto no
primeiro semestre do ano passado estava em 26,4% a.a.
O BNB obteve uma expansão de 40,5% em suas operações nos seis primeiros
meses deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior. No total, o
Banco disponibilizou R$ 8,4 bilhões em empréstimos, todos voltados para o
desenvolvimento da região Nordeste, com as operações de longo prazo cujas
características são próprias de investimentos - representando 61,4% do total
contratado. Os setores industrial e comercial foram os destaques, com cerca
de R$ 2,3 bilhões cada, uma expansão de 78,5% e 47,1%, respectivamente.
(Fonte: DCI)
Lucro do BNDES cai 83% no semestre, para R$
702 milhões
O lucro do BNDES (Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social) caiu 83% no primeiro semestre deste ano,
para R$ 702 milhões. O resultado, segundo comunicado do banco, foi afetado
pela diminuição dos resultados de participações acionárias, de R$ 4,8
bilhões, nos seis primeiros meses de 2008, para R$ 1,3 bilhão, neste ano
Produção de aço do Brasil cresce 28,5% em julho Bancos privados ganham
mercado quando sistema "normalizar" Venda de papelão ondulado recua no ano,
mas ensaia recuperação Veja as medidas já anunciadas no Brasil
O BNDES citou o mercado desfavorável para explicar a interrupção do processo
de venda de ações que gerou a diminuição.
O segundo fator que influenciou o resultado do semestre foi o aumento da
despesa com provisão para risco de crédito, que atingiu R$ 1,1 bilhão em
junho de 2009, em comparação com a receita de provisão para risco de crédito
de R$ 400 milhões no mesmo período do ano passado.
O banco informou que adota postura conservadora no provisionamento para
risco de crédito, "ainda que a taxa de inadimplência esteja bem abaixo da
média do sistema financeiro brasileiro". O índice de inadimplência no
primeiro semestre ficou em 0,18%.
Entre as influências positivas do balanço, está o aumento de R$ 2,7 bilhões
da receita bruta de intermediação financeira no período, superior aos R$ 2,1
bilhões obtidos nos seis primeiros meses do ano anterior.
O banco ressalta que, mesmo com a redução dos juros feita no primeiro
semestre, a receita da instituição cresceu em função da expansão da carteira
de crédito, o que contribuiu para a realização de novos investimentos na
economia.
Patrimônio
O patrimônio líquido do BNDES ficou em R$ 24,7 bilhões ao final de junho,
correspondendo a um patrimônio de referência de R$ 40,1 bilhões, resultado
inferior aos R$ 42,5 bilhões obtidos em 31 de dezembro de 2008. A queda
aconteceu em razão da distribuição de dividendos complementares.
Os ativos totais do sistema BNDES somaram R$ 309 bilhões no fim de junho de
2009, apresentando crescimento de 11,4% em relação ao exercício de 2008.
(Fonte: Folha Online)
Banco Mercantil fecha primeiro
semestre com lucro de R$ 18,08 milhões
O Banco Mercantil do Brasil (BMB) fechou o primeiro semestre com lucro
líquido de R$ 18,08 milhões, ganho
do Banco Mercantil registra recuo de 42,8%
A reversão dos indicadores de inadimplência e o aumento da demanda por
crédito foram os sinais de melhoria do cenário econômico captados no Banco
Mercantil do Brasil. A melhoria começou a ser notada a partir de junho,
quando a demanda por crédito por parte das pessoas jurídicas começou a
crescer, disse o vice-presidente do banco, André Brasil. "Quando as empresas
começam a demandar mais crédito é sinal que retomaram com mais vigor a
atividade produtiva", disse o executivo ao comentar os resultados do banco
no primeiro semestre deste ano.
O Banco Mercantil do Brasil divulga hoje lucro líquido consolidado de R$
18,08 milhões no primeiro semestre, resultado 42,8% inferior ao de igual
período do ano passado.
A carteira de crédito total, incluindo cessões, cresceu de R$ 5,05 bilhões
para R$ 5,43 bilhões, com destaque para as operações direcionadas às pessoas
físicas, que tiveram aumento de 13%, saindo de R$ 2,14 bilhões para R$ 2,42
bilhões. Brasil salientou o aumento da demanda de crédito de pessoas
jurídicas. O banco prevê o aumento de 18% da carteira total neste ano.
A carteira de crédito do Banco Mercantil do Brasil é formada em 65% por
pessoas jurídicas e em 35% por pessoas físicas, basicamente crédito pessoal,
cartão e consignado. Brasil acredita que o volume de consignado vai crescer
no próximo ano, quando o banco começar a administrar os pagamentos dos
benefícios do INSS em cinco das 26 lotes leiloados neste mês pelo instituto.
A inadimplência medida pelas operações em atraso a partir de 90 dias caíram
atualmente para 5,2% da carteira total, mas chegaram a 6% em abril. Em junho
de 2008 era de 2,5%.
Os depósitos a prazo do banco cresceram, de R$ 3,05 bilhões para R$ 3,21
bilhões, registrando aumento de 5%. A disponibilidade de liquidez levou o
banco a fazer, neste ano, duas ofertas de resgate antecipado de títulos que
vendeu no mercado externo. No início do ano recomprou cerca de US$ 23
milhões e agora em julho, mais US$ 44,62 milhões. Nas duas ocasiões, a
proposta era recomprar US$ 100 milhões, mas os investidores preferiram
manter boa parte dos papéis.
A receita de prestação de serviços do banco teve queda de 8%, de R$ 63,37
milhões para R$ 58,42 milhões, reflexo direto da aplicação da nova
regulamentação do Banco Central sobre tarifas bancárias cobradas nas
operações com pessoas físicas.
O resultado operacional do Mercantil do Brasil cresceu 128%, passando de R$
19,72 milhões para R$ 44,87 milhões; e o resultado da intermediação
financeira aumentou 36%. (Fonte: Valor Econômico)
Lucro do Banco do Brasil cresce 41% no
trimestre e fica em R$ 2,34 bi
O Banco do Brasil registrou um lucro líquido
de R$ 2,348 bilhões no segundo trimestre deste ano, um crescimento de 42,8%
em relação ao mesmo período de 2008, e de 41% na comparação com o período de
janeiro a março deste ano. No primeiro semestre, o banco lucrou R$ 4,014
bilhões, 0,55% que no mesmo período do ano passado (quando o lucro foi de R$
3,992 bilhões).
Em ativos, o banco voltou a ocupar a liderança no país, superando o Itaú
Unibanco, conforme reportagem de Guilherme Barros para a edição de hoje da
Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).. Segundo o
balanço da instituição, divulgado nesta madrugada, os ativos do Banco do
Brasil chegaram a R$ 598,8 bilhões, ante R$ 596,4 bilhões do Itaú Unibanco.
O Banco do Brasil ainda passou da 10ª para a 7ª posição no ranking dos
maiores bancos da América Latina e dos EUA, segundo a consultoria
Economática. O Itaú Unibanco cai de 7º para 8º.
Segundo a reportagem da Folha, a atuação agressiva do BB na concessão de
crédito durante a crise foi fundamental para a instituição ter recuperado a
liderança do ranking bancário, objetivo cobrado por Lula após a perda do
posto. Enquanto os bancos privados foram mais cautelosos após o congelamento
global do crédito, o BB acelerou a liberação de empréstimos para evitar um
contágio maior da crise. (Fonte: Folha Online)
BicBanco aumenta crédito e eleva os lucros
Depois de
sofrer com a crise no primeiro trimestre do ano, os números do BicBanco já
mostram uma tendência positiva ao fim do segundo quarto de 2009. No segundo
trimestre, a instituição voltou a apresentar um crescimento da carteira de
crédito e aumento do lucro líquido, que passou de R$ 74,3 milhões, ao fim de
março, para R$ 82 milhões no período de abril a junho, alta de 10,3%. No
semestre, o resultado ficou em R$ 156,3 milhões, uma queda de 20,5% em
relação ao mesmo período de 2008.
"O resultado é bom porque se insere em uma tendência de crescimento sobre o
primeiro trimestre deste ano", argumenta o vice-presidente da instituição
financeira, Milto Bardini.
O patrimônio líquido da instituição teve uma alta de 2,4%, em relação ao
primeiro trimestre, alcançando R$ 1,698 bilhão, enquanto o total de ativos
caiu em 2,9%, a R$ 10 bilhões. No semestre, o índice de eficiência da
instituição - em que, quanto menor, melhor - passou de 35,8% para 38,2%. No
mesmo período, o índice de Basileia passou de 14,9% para 18,4%. O resultado
operacional na primeira metade de 2009 atingiu R$ 250,8 milhões, alta de
12,6% em relação ao mesmo período do ano passado.
Para Bardini, uma volta do crescimento da carteira de crédito do banco,
ainda que inferior a 1%, foi importante pela reversão da tendência de queda.
O saldo total chegou a R$ 7,369 bilhões, aumento de 0,9% em relação ao
trimestre anterior. Enquanto a carteira comercial e de trade finance
crescera, a 1,3% e 1,4%, respectivamente, financiamento consignado
apresentou queda de 9,6%. "Somos um banco de pessoa jurídica, e as operações
com consignado já vinham em processo de redução", justifica Bardini. O
banco, continua o executivo, mantém Fundos de Investimento em Direitos
Creditórios (FDICs) atrelados em consignado e "está produzindo apenas o
necessário para isto", afirma.
O executivo acredita ainda que o segundo semestre será de alta para o
crédito, lastreado no crescimento do sistema como um todo. "A tendência
deverá ser proporcional à retomada dos bancos", analisa. Para ele, à medida
que o mercado voltar a crescer, haverá uma volta à "normalidade creditícia".
O banco também viu uma queda expressiva da inadimplência , que chegou a 3,9%
em março, e a 2,1% em junho. "Ainda está mais alto que nosso nível
histórico, de 1%, porém o que importa é a tendência de queda." A instituição
fez uma provisão de R$ 60 milhões para devedores duvidosos (PDD), contra uma
provisão extraordinária de R$ 80 milhões no primeiro trimestre do ano. "A
redução do provisionamento é outro sinal da queda do índice. Temos elementos
para crer em um cenário, no segundo semestre, melhor que o do primeiro",
julga.
Captações
Além disso, o Bic também mostra uma alta de 12% nos depósitos a prazo no
trimestre, que chegaram a R$ 3,723 bilhões. No semestre, no entanto, houve
queda de 29,1%, ante 2008. Para o banco, pelo aumento no volume de oferta de
depósitos, ainda não foi necessário utilizar o Depósito a Prazo com Garantia
Especial (DPGE), instrumento criado em abril pelo governo para assegurar
maior liquidez aos bancos médios e confiança ao investidor.
Além disso, o executivo acredita que já há uma volta do funding no mercado
internacional. "Há sinais de volta e já aparecem oportunidades. O preço,
porém, ainda não está atrativo, pelo custo de captação", afirma. "Ainda não
pretendemos utilizar esses recursos, até porque ainda há o DPGE a utilizar,
que está a um preço mais atrativo", completa.
Indusval
O Indusval teve uma redução de 58% em seu lucro líquido, em relação ao
primeiro semestre de 2008, a um total de R$ 16,1 milhões. O resultado
operacional alcançou R$ 13 milhões, com uma provisão extra com devedores
duvidosos de R$ 59,9 milhões. A instituição teve ainda um ganho de 3,5
pontos em seu índice de eficiência, que chegou a 45,1%, ante 48,6% no
primeiro semestre de 2008. Já a carteira de crédito do Indusval encerrou o
período estável em R$ 1,7 bilhão, em comparação com o ano passado.
O segundo trimestre deste ano marcou um inversão de sinais na economia
brasileira. As empresas, que até março amargavam perdas crescentes, viram
melhora nos indicadores entre abril e junho e apostam na continuidade dessa
melhora. Um exemplo é o BicBanco. O lucro líquido passou de R$ 74,3 milhões,
ao fim de março, para R$ 82 milhões no período de abril a junho, alta de
10,3%. "O resultado é bom porque se insere em uma tendência de crescimento
sobre o primeiro trimestre deste ano", afirma o vice-presidente da
instituição financeira, Milto Bardini.
Para ele, uma volta do crescimento da carteira de crédito do banco, ainda
que inferior a 1%, foi importante porque reverteu-se a tendência de queda. O
banco também viu uma queda expressiva da inadimplência, que chegou a 3,9% em
março e caiu para 2,1% em junho. "Ainda está mais alto que nosso nível
histórico, de 1%, porém o que importa é a tendência de queda", diz Bardini.
Outro setor que ignorou a crise foi a indústria de bebidas. O setor
apresentou crescimento na produção de 4,1% entre setembro 2008 (quando se
agravou a crise) e junho deste ano, enquanto o resultado de toda a produção
industrial teve queda de 13,6% no mesmo período.
Segundo o diretor executivo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin),
Carlos Paviani, as vendas do produto cresceram 8% no primeiro semestre,
totalizando 102 milhões de litros.
Já a Suzano Papel e Celulose bateu recorde no segundo trimestre do ano,
obtendo resultado 389,2% maior que os R$ 90 milhões de lucro líquido do
primeiro trimestre. O resultado é ainda 119,1% maior que o do mesmo período
de 2008. Enquanto isso, o setor automotivo celebra julho como o terceiro
melhor mês de sua história, atrás apenas de junho deste ano e de julho de
2008.
O comércio varejista da região metropolitana de São Paulo, depois de nove
meses de queda, viu as vendas de junho terem alta de 10,8% ante as de junho
de 2008. (Fonte: DCI)
Banco Votorantim tem queda de 33% em seu
lucro líquido semestral
Aguardando
que o Banco Central aprove a venda de 50% de seu capital social ao Banco do
Brasil, o banco Votorantim registrou uma queda de 33% em seu lucro líquido
no semestre, passando de R$ 600,8 milhões, em junho do ano passado, para R$
400,4 milhões, nos seis primeiros meses de 2009.
Apesar da retração, a instituição registrou um aumento em sua carteira
consolidada de operações de crédito, que teve um avanço de 22,1% ante junho
do ano passado, totalizando R$ 48,6 bilhões, incluindo fianças e avais. O
banco destaca o crescimento na pessoa jurídica, que teve alta de 29% em
relação ao primeiro semestre de 2008, enquanto o estoque de pessoa física
registrou avanço de 14%, chegando a um total de R$ 22,3 bilhões.
O Votorantim também afirma que conseguiu aumentar sua carteira de crédito
mantendo a qualidade dos financiamentos. Segundo a instituição financeira,
no primeiro semestre de 2009, as operações de crédito classificadas entre AA
e C representavam 95,1% da carteira.
No segmento de varejo, a instituição também conseguiu avanços importantes. A
BV Financeira e a BV Leasing conseguiram ampliar sua base de clientes e
registrar crescimento nas operações de crédito. Na modalidade de Crédito
Pessoal e Crédito Direto ao Consumidor, com destaque para o financiamento de
veículos, o Votorantim encerrou o semestre com uma carteira de R$ 21,5
bilhões (R$ 18,3 bilhões em 2008), um crescimento de 17,4%.
A instituição apresentou ainda um crescimento de 3% no Patrimônio Líquido,
passando de R$ 6,3 bilhões, em 2008, para R$ 6,5 bilhões no consolidado do
primeiro semestre de 2009. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Final foi de
12,8% ao ano.
Além disso, conseguiu também uma evolução de 21% em seus ativos totais no
semestre, em comparação com o mesmo período de 2008, alcançando R$ 89
bilhões.
Aquisição
O Banco do Brasil adquiriu 49,99% do capital votante e 50% do
capital social do Votorantim em janeiro deste ano, em uma transação de R$
4,2 bilhões, sendo R$ 3 bilhões para aquisição de ações. Com a união, o
banco federal visa ampliar sua carteira de crédito à veículos, enquanto a
instituição privada tem um poder maior para ampliar sua oferta de crédito. A
operação aguarda aval do Banco Central. (Fonte: DCI)
Lucro do Banrisul é de R$ 210,8 milhões no
primeiro semestre
Resultado é inferior a igual período do ano passado Caio Cigana, Especial O
Banrisul registrou lucro líquido de R$ 210,8 milhões no primeiro semestre do
ano. Em igual período do ano passado, atingiu R$ 222 milhões. O balanço da
instituição foi divulgado nesta terça-feira. A queda ocorreu principalmente
devido ao aumento da reserva para cobertura de operações de crédito que não
sejam quitadas. Além disso, a diminuição da taxa básica de juros também
afetou o resultado.
Apesar de registrar lucro menor, o presidente do banco, Fernando Lemos,
considerou um ótimo resultado.
— Porque estamos comparando o melhor semestre dos últimos anos para os
bancos (1º semestre de 2008), com o pior semestre da economia brasileira nos
últimos anos (1º semestre de 2009).
O volume de operações de crédito no semestre foi de R$ 12,1 bilhões, o que
representa crescimento de 23,1% em relação a junho de 2008. O aumento foi
puxado pela pessoa física (30,9%), alcançando R$ 4,6 bilhões. Lemos atribuiu
ao efeito do crescimento da renda da população. O crédito para empresas
cresceu 10,3% alcançando um saldo de R$ 4,3 bilhões. A previsão é que o
crédito feche o ano com crescimento de 19% em relação a 2008, superando a
média do mercado.
O índice de inadimplência no primeiro semestre foi de 4,1% contra 3,2% de
igual período do ano passado. O pico foi em maio, quando chegou a 4,3%. Para
os próximos meses, a instituição projeta queda na taxa.
(Fonte: Zero Hora)
Nossa Caixa tem prejuízo líquido
de R$139,6 milhões no 2o tri
O Banco Nossa Caixa, que foi comprado
no ano passado pelo Banco do Brasil, teve prejuízo líquido de 139,6 milhões
de reais no segundo trimestre, que se compara ao lucro líquido de 410,9
milhões de reais um ano antes.
A instituição também divulgou um lucro recorrente, que exclui efeitos
extraordinários, de 89,9 milhões de reais de abril a junho, abaixo dos 146
milhões de reais em igual intervalo de 2008.
A carteira de crédito do banco atingiu 17,0 bilhões de reais ao final de
junho, evolução de 23,3 por cento sobre março e de 61 por cento em 12 meses.
(Fonte: Folha Online)
Lucro do Itaú-Unibanco cai 8% no 2º trimeste
para R$ 2,571 bi
O Itaú-Unibanco Holding informou nesta
terça-feira que encerrou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido de
R$ 2,571 bilhões, contra um lucro pró-forma de R$ 2,797 bilhões em igual
período do ano passado uma queda de 8%.
Os números comparativos de igual período do ano passado são apresentados na
base pró-forma porque a fusão que uniu Itaú e Unibanco aconteceu em novembro
de 2008.
Na comparação com o primeiro trimestre deste ano
(quando
o lucro foi de R$ 2,015 bilhões), houve uma alta
de 27,6% (os resultados de janeiro a março já não são pró-forma, pois já
consideram a operação do grupo após a fusão).
O lucro líquido no primeiro semestre foi de R$ 4,586 bilhões, uma queda de
17,8% em relação ao resultado pró-forma no mesmo período de 2008, R$ 5,582
bilhões. O lucro líquido recorrente no semestre, por sua vez, foi de R$
4,990 bilhões, contra R$ 5,555 bilhões no primeiro semestre do ano passado,
uma queda de 10,2%.
Em termos recorrentes (que exclui efeitos de custos e encargos
extraordinários), o lucro líquido da instituição nos três meses terminados
em junho somou R$ 2,429 bilhões, queda de 14,35% sobre o resultado obtido um
ano antes.
A carteira de crédito do grupo somava R$ 265,97 bilhões no final de junho,
ante R$ 231,16 bilhões no final do primeiro semestre de 2008. O total de
ativos consolidado no semestre passado foi de R$ 596,387 bilhões.
No Brasil, a carteira de crédito livre para pessoa física atingiu R$ 96,543
bilhões, com crescimento de 13,2% quando comparado a igual período de 2008.
Já o segmento de grandes empresas atingiu R$ 91,664 bilhões e o de micro,
pequenas e médias empresas atingiu R$ 54,312 milhões, com crescimento de
28,5% quando comparado a 30 de junho de 2008. (Fonte:
Folha Online)
Paraná Banco lucra 66% mais e expande
carteira no 2º trimestre
Em um
cenário em que os bancos vêm apresentando baixo crescimento e estabilidade
na carteira de crédito, o Paraná Banco conseguiu um lucro líquido de R$ 33,8
milhões no segundo trimestre do ano, crescimento de 66,7% em relação ao
período anterior. No semestre, a expansão foi de 10,5%, para R$ 54,1
milhões, ante o mesmo período do ano passado.
Além disso, a carteira de crédito da instituição alcançou R$ 1,158 bilhão,
crescimento de 4,7% no trimestre e de 18,2% ante o primeiro semestre de
2008.
Para o diretor de Relações com Investidores Cristiano Malucelli, o bom
desempenho se deve ao fato de 90% da carteira da instituição serem de
crédito consignado: "Expandimos nossa carteira com um crédito de qualidade,
que não está suscetível à inadimplência".
"No início de 2009, a escassez de funding e uma baixa oferta por temor à
inadimplência estavam travando o crédito. O primeiro problema foi resolvido
com a criação do Depósito a prazo com Garantia Especial (DPGE). Em relação
ao segundo, tanto a pessoa física quanto a jurídica ainda apresentam
inadimplência alta", diz, justificando a expectativa de um crescimento ainda
maior no segundo semestre. "A expansão do crédito nesse período deverá ser
puxada pelo crédito pessoal, com destaque para o consignado. Nosso
crescimento deverá ser acima da média", completa.
Além da expansão da carteira, o Paraná Banco atribui o aumento do lucro
líquido à redução das despesas operacionais e ao aumento do resultado das
operações de seguro no período, setor responsável por 32,4% do resultado
consolidado do trimestre. Segundo o banco, o lucro líquido de JMalucelli
Seguradora e JMalucelli Resseguradora atingiu R$ 6,2 milhões e R$ 4,3
milhões, respectivamente.
O banco ainda teve um efeito positivo de R$ 574 mil, com a venda do título
patrimonial da CETIP, outros R$ 1,996 milhões com o ágio gerado pela
recompra da JMalucelli Seguradora em 2007, além do benefício fiscal
originado do pagamento de JCP e outros R$ 7,313 milhões de resultado não
recorrente. A instituição teve um resultado de intermediação financeira de
R$ 52,9 milhões no segundo trimestre, alta de 23,2% ante o primeiro quarto
de 2009. Com operações de títulos e valores mobiliários, o ganho foi de R$
14,995 milhões, queda de 11,9% na comparação. (Fonte: DCI)
Maior provisão de crédito no HSBC
ocorreu no Brasil. Lucro bruto é de US$ 214 mi
Perdas com crédito afetaram os resultados do
HSBC no Brasil neste início de ano. A informação consta do relatório da
administração do banco inglês a respeito do desempenho global no primeiro
semestre, quando foi contabilizado o lucro de US$ 5 bilhões antes dos
impostos, 51% inferior ao registrado em igual período de 2008.
O HSBC obteve no Brasil um lucro bruto de US$ 214 milhões, equivalente a
4,3% do resultado global do grupo britânico e a 37% do resultado de US$ 580
milhões contabilizado pelas operações na América Latina.
Mas o lucro obtido no país 67,6% inferior ao do primeiro semestre de 2008,
quando representou 52% dos ganhos da América Latina (US$ 1,266 bilhão).
A carteira de crédito do HSBC no Brasil fechou o semestre em US$ 20,038
bilhões. O número é 15,5% inferior aos US$ 23,721 bilhões da carteira de
junho de 2008, mas é 9,7% superior aos US$ 18,255 bilhões de dezembro do ano
passado.
Segundo o relatório da administração do banco, a carteira de crédito cresceu
no Brasil, puxada pelas operações de capital de giro para empresas. Mas o
relatório também notou uma deterioração na qualidade do crédito para micro,
pequenas e médias empresas.
As provisões para crédito para pessoas físicas também cresceram devido ao
aumento da inadimplência, causado pela deterioração do ambiente econômico,
segundo o relatório. O documento ainda afirma que o aumento mais
significativo dessas provisões na América Latina ocorreu no Brasil. As
perdas com avaliação do crédito na área de varejo aumentaram em consequência
do crescimento do desemprego. (Fonte: Valor
Econômico)
Lucro do Bradesco cresce 14,7% no 2º
trimestre e fica em R$ 2,297 bi
O Banco Bradesco registrou lucro líquido de R$
2,297 bilhões no segundo trimestre de 2009, uma alta de 14,7% sobre os R$
2,002 bilhões de igual período de 2008. A margem financeira foi de R$ 7,56
bilhões, com crescimento de 26,9%, e as despesas com provisão para devedores
duvidosos aumentaram 152,3%, para R$ 4,421 bilhões. A receita de prestação
de serviços cresceu 9,6%, para R$ 2,911 bilhões, e as despesas
administrativas e de pessoal também aumentaram 9,6%, para R$ 4,141 bilhões.
Os ativos totais em junho de 2009 registraram saldo de R$ 482,478 bilhões,
crescimento de 19,7% em relação ao mesmo período de 2008. O retorno
anualizado sobre os ativos totais médios foi de 1,7%, enquanto no mesmo
período do ano anterior chegou a 2,1%. A carteira de crédito total em junho
de 2009 atingiu R$ 212,768 bilhões, evolução de 18,1%. Já as operações com
pessoas físicas totalizaram R$ 74,288 bilhões (crescimento de 13,2%),
enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram o montante de R$
138,480 bilhões (crescimento de 20,9%). (Fonte: Estadão)
Lucro do Santander Brasil cresce 13,5% no
semestre
O Grupo Santander Brasil, formado pelos bancos
Santander e Real, registrou lucro líquido de R$ 1,874 bilhão no primeiro
semestre, o que significou um crescimento de 13,5% na comparação com R$
1,651 bilhão apresentado nos seis primeiros meses de 2008. Considerando os
eventos extraordinários (venda de participações e amortização de ágio), o
lucro líquido foi de R$ 1,058 bilhão, queda de 44,1% em relação aos R$ 1,892
bilhão do ano anterior.
Os negócios com clientes evoluíram positivamente, apesar da menor atividade
econômica no período. As operações de crédito expandiram 14,9% em comparação
com o primeiro semestre do ano anterior, atingindo R$ 137,268 bilhões.
As operações de crédito para pessoa jurídica cresceram 19%, para R$ 71,147
bilhões, enquanto para as pessoas físicas o aumento foi de 12,6%, chegando a
R$ 60,753 bilhões. Os destaques da carteira de crédito de pessoa física
foram os segmentos de cartões, com alta de 23,7%; crédito imobiliário, com
expansão de 22,8%; e crédito pessoal, com incremento 10,7%. Como
conseqüência, o resultado de intermediação financeira antes de provisões
cresceu 25,7%.
As receitas de prestação de serviços apresentaram uma queda de 2,4% no mesmo
período, refletindo o impacto da regulamentação de tarifas implantada no
segundo trimestre de 2008, atingindo R$ 4,268 bilhões.
As provisões de crédito subiram 57,9% em relação ao mesmo período de 2008,
alcançando R$ 4,903 bilhões, em razão do impacto da crise financeira mundial
no nível de inadimplência.
No período de doze meses, os depósitos totais cresceram 4,3% , com destaque
para a alta de 17,4% dos depósitos de poupança, totalizando R$ 21,411
bilhões. Os depósitos a prazo totalizaram R$ 85,268 bilhões, com aumento de
1,6%.
No mesmo período, o patrimônio líquido do Grupo Santander Brasil,
desconsiderando o efeito do ágio, cresceu 7,9%, ficando em R$ 26,61 bilhões.
Os ativos totais, desconsiderando o efeito do ágio, registraram aumento de
6,1%, totalizando R$ 315,28 bilhões em junho. O Índice de Basiléia é 17%,
desconsiderando o efeito do ágio, conforme determina a regra internacional.
O Retorno sobre o Patrimônio Médio baseado no lucro normalizado foi de
15,7%, comparado com 14,5% em 2008.
Nas operações mundiais, o Grupo Santander registrou lucro líquido de 4,519
bilhões (US$ 6,37 bilhões) entre janeiro e junho, retração de 4,5% em
relação aos lucros de um ano antes. (Fonte; JB Online)
BMG lucra 16% mais, para R$ 176
milhões
O Banco BMG registrou lucro líquido de R$ 176 milhões no primeiro semestre
de 2009, crescimento de 16,3% em relação ao mesmo período do ano passado que
ficou em R$ 151 milhões. O patrimônio líquido chega a R$ 1,941 bilhão.
No primeiro semestre de 2009, a geração de crédito alcançou R$ 3,640
bilhões, dos quais R$ 3,051 bilhões foram para crédito consignado com
desconto em folha de pagamento. Destaca-se no segundo trimestre de 2009 um
forte crescimento na originação de créditos, que compreende o valor de
R$2,443 bilhões, representando 67,1% do total de R$ 3,640 bilhões originados
no semestre. Os maiores tomadores de recursos no empréstimo consignado foram
aposentados e pensionistas do INSS (62,7%) seguidos dos servidores públicos
(37,3%).
Os demais créditos gerados compreendem repasses de recursos do Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), operações de
arrendamento mercantil e operações com fornecedores do setor público e
grandes empresas do setor privado.
As carteiras de operações de crédito e de arrendamento mercantil atingiram
nesse primeiro semestre de 2009 o saldo de R$ 15,809 bilhões (contra R$
14,070 bilhões no primeiro semestre de 2008), o que representa crescimento
de 12,4%. Essas operações foram puxadas principalmente pelo aumento dos
empréstimos concedidos às pessoas físicas. O banco é forte em crédito
consignado.
O Banco BMG registrou lucro líquido de R$ 176 milhões no primeiro semestre
de 2009, crescimento de 16,3% em relação ao mesmo período do ano passado.
(Fonte: DCI)
Primeiro
Trimestre/2009
Bancos: PanAmericano lucra R$ 17,5 milhões e
Cruzeiro do Sul registra prejuízo
O lucro líquido do Banco PanAmericano chegou a R$ 17,5 milhões no trimestre,
um aumento de 82,3% em relação ao trimestre anterior e uma queda de 75,3% em
relação ao mesmo período de 2008. No consolidado, por sua vez, o lucro foi
de R$ 70,9 milhões, diante do prejuízo de R$ 74,3 milhões no 4.º trimestre
de 2008. Segundo a instituição, a diferença existente entre os lucro da
controladora e do consolidado é decorrência da metodologia utilizada, que
inclui os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios. O Patrimônio
Líquido (PL) do banco chegou a R$ 1,468 bilhão em março, um aumento de 1,2%
em relação ao trimestre anterior. Já a carteira de crédito total,
considerando as cessões de crédito, manteve-se estável em relação à dezembro
de 2008, em R$ 8,8 bilhões. Ante o primeiro trimestre de 2008, houve
crescimento de 13,4%. A instituição considera que seu desempenho econômico
no primeiro trimestre de 2009, "foi determinado pela priorização das ações
estratégicas de curto prazo, definidas em meados do quarto trimestre de 2008
e executadas ao longo dos últimos quatro meses. Dessa forma, as atenções
foram direcionadas para o incremento da liquidez, readequação dos produtos,
busca da melhor combinação de risco e retorno, e contenção de custos
operacionais". Prejuízo O banco Cruzeiro do Sul, por sua vez, foi a primeira
instituição financeira brasileira a registrar prejuízo no ano, de R$ 21,8
milhões. Segundo o executivo de Relações com Investidores do Banco, Fausto
Guimarães, o dado negativo é apenas contábil e não operacional, devido à
adequação do banco à Resolução 3.533 do Banco Central, que modifica a forma
de contabilizar a realização do lucro das operações de cessão de crédito,
que passa a ser diferido. A instituição registrou no primeiro trimestre um
saldo de carteira de crédito, incluindo os montantes cedidos para outras
instituições financeiras, de R$ 5,626 bilhões, um crescimento de 18,7%
comparado com o mesmo período de 2008, e uma ampliação de 5,9%, frente ao
período entre outubro e dezembro de 2008. "A originação está em linha com o
primeiro trimestre de 2008. Esperamos uma estabilidade neste segundo
trimestre, com crescimento nos próximos", diz o executivo O banco
PanAmericano apresentou lucro líquido de R$ 17,5 milhões no primeiro
trimestre do ano, enquanto o Cruzeiro do Sul teve prejuízo de R$ 21,8
milhões no mesmo período. (Fonte: DCI)
Banrisul
lucra R$ 106,5 milhões no primeiro trimestre
Lucro
líquido consolidado no período foi 11,9% inferior ao alcançado no mesmo
período de 2008
O Banrisul
alcançou lucro líquido de R$ 106,5 milhões no primeiro trimestre de 2009.
Mesmo assim, o lucro líquido consolidado no período foi 11,9% inferior ao
alcançado no primeiro trimestre de 2008, de R$ 120,9 milhões. Segundo o
banco, o resultado, apesar da elevação das receitas de crédito e tesouraria,
foi impactado pela maior necessidade de alocação de recursos em provisão
para liquidação de créditos, em função da desaceleração dos níveis da
atividade econômica. Isso provocou forte impacto na comercialização da
produção e na renda, com efeitos diretos sobre a inadimplência. As operações
de crédito vencidas há mais de 60 dias representam 4% do total da carteira
de crédito.
De acordo com o presidente do Banrisul, Fernando Lemos, o volume de
operações de crédito do banco totalizou R$ 11,8 bilhões em março de 2009,
saldo que ultrapassa em 33,6% a posição registrada em março de 2008. O
crescimento, de acordo com Lemos, decorreu da expansão da carteira
comercial, com saldo de R$ 8,7 bilhões, evolução de 34,8% na comparação com
março de 2008. O crédito comercial para as pessoas físicas alcançou R$ 4,2
bilhões em março de 2009, aumento de 33,9% sobre o mesmo mês de 2008. Já o
crédito comercial às empresas atingiu o saldo de R$ 4,5 bilhões, com
incremento de 35,6% em relação a março do ano passado.
O patrimônio líquido do banco também cresceu e chegou a R$ 3,1 bilhões,
evolução de 11,3% em relação ao montante registrado em março de 2008. Os
ativos totais do Banrisul apresentaram, ao final de março de 2009, saldo de
R$ 26,5 bilhões, com crescimento de 22,5% sobre março de 2008. Já a
rentabilidade anualizada sobre o Patrimônio Líquido Médio alcançou 14,4% no
período.
Os recursos captados e administrados somaram R$ 19,4 bilhões no final de
março de 2009, volume 10,2% acima do registrado no mesmo mês do ano
anterior. O aumento de R$ 1,8 bilhão nos últimos 12 meses provém da expansão
dos depósitos a prazo, que compõem 83% do incremento verificado no período.
No primeiro trimestre de 2009, os depósitos a prazo e recursos administrados
agregaram R$ 800 milhões ao volume total de captação.
O Índice de Basileia, que representa a relação entre o patrimônio de
referência e os ativos ponderados pelo risco, demonstrando a solvabilidade
da empresa, atingiu o índice de 19,1% no Banrisul em março de 2009, 8,1
pontos percentuais acima do exigido pelo Banco Central do Brasil. Os
investimentos do Banco em hardware, software e manutenção de bens foram de
R$ 42,5 milhões nos primeiros três meses do ano. (Fonte: Zero Hora)
Lucro do Banco do Brasil cai 29%
no 1o trimestre
O lucro líquido do Banco do Brasil caiu 29,1% no primeiro trimestre deste
ano contra igual período de 2008, para R$ 1,665 bilhão, informou a
instituição nesta quinta-feira. Em relação ao quarto trimestre do ano
passado, a queda no lucro foi de 43,4%.
Desconsiderados os efeitos extraordinários, o lucro recorrente do banco
público atingiu R$ 1,357 bilhão no trimestre, o equivalente a recuo de
12,9%, na mesma base de comparação.
O banco encerrou o primeiro trimestre com ativos totais de R$ 592 bilhões,
alta de 42,9% sobre o ano passado.
A carteira de crédito total incluindo carteira externa e prestação de
garantias totalizou R$ 254,4 bilhões, alta de 41,3% sobre o primeiro
trimestre de 2008 e de 7,3% contra os três últimos meses do ano passado.
Segundo a instituição financeira, o resultado dos três primeiros meses de
2009 correspondeu a um retorno sobre o patrimônio líquido (RSPL) anualizado
de 23,8% (contábil), ante 47,4% no trimestre imediatamente anterior e 43,5%
um ano antes. (Fonte: Estadão)
BicBanco tem lucro líquido de R$
74 milhões
Em linha com o sistema financeiro, o lucro líquido do BicBanco teve queda de
19,2% em relação ao do mesmo período de 2008, a um total de R$ 74,3 milhões.
Na comparação com o trimestre anterior, em compensação, o resultado do banco
teve um desempenho 266% superior, ao registrar um resultado de R$ 20,3
milhões.
Segundo o vice-presidente da instituição, Milto Bardini, a queda em relação
aos primeiros meses de 2008 se deve ao recuo dos volumes de operações e
também a uma constituição de provisionamento para devedores duvidosos (PDD),
de R$ 87 milhões. "A originação de operações teve uma queda menos intensa do
que o ocorrido no quarto trimestre do ano passado, porém o volume ainda teve
uma redução." Além disso, ele compara, em um trimestre-padrão quer dizer,
pré-crise o reforço na reserva contra calote-padrão é de R$ 39 milhões.
"Este é o que chamamos de preço da crise, uma expansão da necessidade de
provisão, que mais do que dobrou."
Segundo ele, o reforço foi necessário devido à estrutura da carteira de
crédito da instituição, de curto prazo. "A vantagem é de podermos
redirecionar ativos mais rapidamente, porém se o seu crédito vence mais
rápido, você também sente impacto mais rápido na originação e na
inadimplência."
A instituição encerrou março com um saldo em carteira de R$ 7,3 bilhões, uma
diminuição de 5,9% em relação ao mesmo período de 2008. Ante dezembro, a
queda foi mais acentuada, de 9,8%, uma vez que o estoque na época era de R$
8,1 bilhões.
A maior queda verificada em relação a março de 2008 foi na carteira de
crédito pessoal: 49,3%, de R$ 136,6 milhões de saldo, para R$ 69,3 milhões.
A maior carteira da instituição está em operações comerciais, com R$ 5,3
bilhões, uma queda de 4,8% ante março do ano passado.
Bardini explica que devido à estrutura de crédito do BicBanco, assim como a
inadimplência e a necessidade de aumentar a pdd aparecem mais rápido, também
devem diminuir antes. "Acreditamos que o primeiro trimestre tenha sido o
mais árduo e que a tendência, daqui para a frente, é de amainar a
exigiblidade de provisões", analisa.
Além disso, o banco - que em 2009 preferiu não fazer um guidance anual, e
sim não-trimestral - pensa que este período de três meses, até junho, deve
mostrar uma estabilidade nas operações. "Talvez haja um início de retomada.
Estamos vendo melhorarem as condições das empresas e há sintomas de melhora
na economia. Não queremos nos animar, mas o cenário é alentador." O
executivo acredita ainda que, em meados do ano, já deverá haver um retorno
do crescimento do crédito no Brasil.
Em relação à inadimplência, o banco toma por base os créditos vencidos há 15
dias. Em dezembro, segundo Bardini, o índice estava em 1,6%, porém no
primeiro trimestre houve um crescimento de 2,3 pontos percentuais, a 3,9%.
"Acredito que atingiu o pico: a inadimplência não deve subir além disso
durante o ano."
Mercado
De acordo com levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as
instituições financeiras diminuíram a expectativa em relação ao crescimento
da economia e aumentaram a previsão de inadimplência para este ano.
Pela pesquisa, o Produto Interno Bruto (PIB) deve ter uma redução de 0,01%
em relação ao de 2008, enquanto na projeção anterior, realizada em março, a
estimativa era de um crescimento de 0,3 %das riquezas produzidas no País.
A expectativa de inadimplência alcançou o recorde de 5,9%. Antes, o maior
índice havia sido verificado em setembro de 2000, quando se esperava que
5,7% dos devedores atrasassem os pagamentos. A previsão de inflação medida
pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) também foi alterada, de
4,3%, para 4 4%, aproximando-se da meta do governo de 4,5%.
No entanto, na avaliação do economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg,
a pesquisa como um todo aponta a que o mercado financeiro acredita em uma
estabilização da economia brasileira. "Parece que a economia encontrou um
novo patamar, e começa a ter indicações de melhora". Um dos indicativos
dessa estabilização é a perspectiva de crescimento das operações de crédito
em 14,2%, mesmo número verificado em março. Para Sardenberg, o dado sinaliza
uma melhora na disposição dos bancos para emprestar.
Segundo o economista, pode também haver queda nas taxas cobradas pelos
bancos. Os juros cobrados atualmente, disse, são baseados nas estimativas
dos meses anteriores, quando era prevista uma deterioração.
Para a taxa básica de juros, a Selic, manteve-se a estimativa do
levantamento anterior de que vá terminar o ano em 9,25%. Atualmente, a taxa
está em 10,25%, mas a expectativa é de que haja uma redução de 0,5 ponto
percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), do
Banco Central (BC) em junho e outra diminuição no encontro de julho.
(Fonte: DCI)
Lucro do Itaú recua 27,6%, mas
ainda passa de R$ 2 bi no 1º trimestre
O Itaú Unibanco, maior banco do país, anunciou nesta terça-feira que teve
lucro líquido de R$ 2,015 bilhões no primeiro trimestre de 2009, com queda
de 27,6% ante os R$ 2,784 bilhões registrados "pro forma",
já que Itaú e Unibanco só se fundiram no final de 2008 no mesmo período do
ano passado.
Já a carteira de crédito atingiu R$ 272,7 bilhões, com alta de 25,1% sobre o
mesmo período do ano passado (R$ 218 bilhões) e de 0,3% sobre o quarto
trimestre (R$ 271,9 bilhões).
Leia a cobertura completa da crise nos EUA Entenda a evolução da crise que
atinge a economia dos EUA Entenda como a crise financeira global afeta o
Brasil
Quem garantiu a leve alta sobre o trimestre imediatamente anterior foram as
pessoas físicas, já que a carteira para elas cresceu 1,4%. Já para empresas
houve recuo de 0,4%. Nas operações no exterior o banco atua com crédito
também na Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai houve alta de 0,8%.
"Nossas operações com clientes pessoa física no Brasil cresceram 1,4% no
período, impulsionadas pelo aumento de 4,2% do saldo das operações de
crédito pessoal e pelo acréscimo de 1,9% no volume de financiamentos de
veículos. Esses crescimentos foram parcialmente compensados pela redução
sazonal do saldo das operações de cartão de crédito", informou o banco em
nota.
Já no caso das empresas, a queda foi puxada pelas grandes, já que o crédito
direcionado para pequenas e médias empresas subiu 1,8%.
Assim como o Bradesco informou ontem, o Itaú Unibanco também apresentou
aumento das taxas de inadimplência no trimestre. Ela ficou em 5,6%, contra
4,8% do quarto trimestre do ano passado. Porém, a provisão adicional feita
pelo Itaú Unibanco foi bem menor do que a da concorrente (R$ 539 milhões
contra R$ 1,2 bilhão). Com isso, a PDD (Provisão para Devedores Duvidosos)
subiu para R$ 3,834 bilhões.
"A desaceleração da atividade econômica iniciada no quarto trimestre de 2008
continuou a produzir impacto sobre a qualidade do risco das carteiras de
crédito das micro, pequenas e médias empresas e de clientes pessoa física,
levando à ampliação da despesa com a constituição de provisões", informou o
banco.
Os ativos do Itaú Unibanco atingiram R$ 618,9 bilhões ao final de março de
2009. (Fonte: Folha Online)
Lucro da Caixa cai pela metade no primeiro
trimestre
A Caixa Econômica Federal anunciou que teve
lucro líquido de R$ 452 milhões no primeiro
trimestre deste ano, contra ganho apurado de R$ 872 milhões em idêntico
período de 2008.
O banco informou que o saldo das operações de crédito atingiu a marca dos R$
89,2 bilhões, com forte crescimento dos financiamentos destinados para
pessoas físicas. Somente os empréstimos para pessoa jurídica somaram R$ 17,6
bilhões, em um incremento de 16,4% sobre o primeiro trimestre do ano
passado. Nos empréstimos para pessoa física, as operações somaram R$ 15,8
bilhões, em um acréscimo de 36,2% sobre o início do ano passado.
Em março, a Caixa contabilizou um saldo de R$ 232,9 bilhões em depósitos,
número 6,7% superior na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.
Somente o saldo de poupança (R$ 95,8 bilhões) teve um crescimento de 21,1%.
A Caixa informou ainda recorde na liberação de financiamentos habitacionais
entre janeiro e março. O total atingiu R$ 7 bilhões. O saldo dos
financiamentos para o setor habitacional bateram a casa dos R$ 49,2 bilhões
em março, uma evolução de 45,2% se comparado com o primeiro trimestre do ano
passado.
Segundo comunicado do banco, os ativos totais da Caixa registraram saldo de
R$ 312,5 bilhões e o patrimônio líquido fechou em R$ 13 bilhões, o que
significou evoluções de 22,8% e 15%, nos últimos 12 meses, respectivamente.
Os ativos administrados pela instituição totalizaram R$ 670,5 bilhões,
incluído neste valor R$ 223 bilhões em FGTS.
(Fonte: Folha Online)
Lucro do Bradesco cai 9,6% no 1o tri, para
R$1,723 bilhão
O Bradesco anunciou nesta segunda-feira lucro
líquido de R$ 1,723 bilhão, o que representa uma queda de 9,6% em relação ao
resultado obtido um ano antes. A carteira de crédito do segundo maior banco
privado do Brasil, porém, avançou 26,5% no período, para R$ 214,291 bilhões.
Os ativos totais do banco no fim de março somavam R$ 482,141 bilhões de
reais, crescimento de 35,6% na comparação com o primeiro trimestre de 2008.
Em comunicado divulgado nesta segunda-feira o banco explicou que o lucro
líquido trimestral foi composto por R$ 1,073 bilhão oriundo das atividades
financeiras, ou 62% do total, e por R$ 650 milhões gerados pelas atividades
do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência (38% do total).
A carteira de crédito, incluindo avais, fianças, valores a receber com
cartões de crédito e cessão de crédito (FIDC), somou R$ 214,291 bilhões, com
crescimento de 26,5% em relação a igual período do ano passado. As operações
com pessoas físicas avançaram 18,3% e totalizaram R$ 73,630 bilhões e as
operações com pessoas jurídicas tiveram expansão de 31,2%, alcançando R$
140,661 bilhões.
No quarto trimestre do ano passado, o Bradesco teve lucro de R$ 1,6 bilhão,
queda de 27% em relação ao quarto trimestre de 2007.
"A deterioração do rating de algumas empresas e o atraso no pagamento pelas
pessoas físicas nos levaram a aumentar o nível de provisionamento", informa
o Bradesco em balanço. (Fonte:
Valor Online)
Santander Brasil registra lucro 7% maior no
primeiro trimestre
O banco Santander no Brasil apurou alta de 7,12% no lucro líquido no
primeiro trimestre deste ano ante o mesmo período do ano anterior. O
montante, em 31 de março de 2009, atingiu R$ 416,4 milhões. As receitas de
intermediação financeira foram de R$ 3,955 bilhões entre janeiro e março
deste ano, em leve alta (0,70%) sobre os três primeiros meses de 2008. As
receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias ficaram em R$ 789,2
milhões, decréscimo de 17,21%. As despesas com pessoal ficaram praticamente
estáveis em relação aos três primeiros meses do ano passado, em R$ 458,5
milhões. A provisão para créditos de liquidação duvidosa avançou 40,2%, para
R$ 921,7 milhões. Segundo o comunicado enviado para a CVM (Comissão de
Valores Mobiliários), as "demonstrações foram preparadas em razão do
processo de incorporação do Banco Real pelo Banco Santander", que foi
aprovada hoje pelas administrações dos dois bancos. A decisão, no entanto,
será submetida à análise dos acionistas em assembleia no próximo dia 30. "A
incorporação representa uma etapa fundamental do processo de reestruturação
societária das empresas integrantes do grupo Santander Brasil e uma vez
aprovada permitirá a conclusão do plano de integração operacional,
administrativa e tecnológica que vem sendo implementado desde a aquisição do
controle do Banco Real (julho de 2008) e a incorporação das ações de emissão
do Banco Real pelo Banco Santander (agosto de 2008)", informou o Santander.
Conforme comunicado, o processo de incorporação permitirá a "integração dos
negócios e atividades bancárias em uma única instituição financeira para
todos os fins comerciais, financeiros e jurídicos, a redução de custos
administrativos, a racionalização e a simplificação da estrutura societária
do Grupo Santander Brasil". (Fonte: Folha Online)