LUCRO DOS BANCOS

Lucro 2014

Ano Banco Período Lucro

2

0

1

4

Itaú Unibanco 2014 R$ 20,242 bilhões
Bradesco 2014 R$ 15,089 bilhões
Banco do Brasil 2014 R$ 11,246 bilhões
Caixa 2014 R$ 7,1 bilhões
HSBC Brasil 2014 R$ 2,161 bilhões
BTG Pactual 2014 R$ 1,586 bilhão
Safra 2014 R$ 1,547 bilhão
Banco do Nordeste 2014 R$ 747,4 milhões
Banrisul 2014 R$ 691,4 milhões
Banco Votorantim 2014 R$ 502 milhões
Paraná Banco 2014 R$ 150,2 milhões
Banestes 2014 R$ 133,7 milhões
Itaú Unibanco 3º trimestre R$ 5,404 bilhões
Bradesco 3º trimestre R$ 3,875 bilhões
Banco do Brasil 3º trimestre R$ 2,885 bilhões
Caixa 3º trimestre R$ 1,9 bilhões
Santander 3º trimestre R$ 1,464 bilhões
Banrisul 3º trimestre R$ 215,3 milhões
Itaú Unibanco 2º trimestre R$ 4,899 bilhões
Bradesco 2º trimestre R$ 3,778 bilhões
Banco do Brasil 2º trimestre R$ 2,829 bilhões
Caixa 2º trimestre R$ 1,9 bilhões
BTG Pactual 2º trimestre R$ 962 milhões
Banco Safra 2º trimestre R$ 717 milhões
Santander 2º trimestre R$ 527,5 milhões
Banrisul 2º trimestre R$ 150,1 milhões
Paraná Banco 2º trimestre R$ 41,3 milhões

Itaú Unibanco

1º trimestre

R$ 4,419 bilhões

Bradesco

1º trimestre

R$ 3,443 bilhões

Banco do Brasil 1º trimestre R$ 2,678 bilhões
Caixa 1º trimestre R$ 1,5 bilhões
BTG Pactual 1º trimestre R$ 832 milhões
Santander 1º trimestre R$ 518,4 milhões
Banrisul 1º trimestre R$ 77,8 milhões
Paraná Banco 1º trimestre R$ 34,6 milhões
Banestes 1º trimestre R$ 30,6 milhões
BicBanco 1º trimestre R$ 3,8 milhões

Banestes atinge lucro de R$133,7 milhões em 2014, no ES
Valor é 21,6% superior ao atingido em 2013. Segundo governo, números demonstram melhoria de desempenho.
O Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) atingiu um lucro líquido de R$133,7 milhões em 2014, conforme anunciado nesta quinta-feira (26). O número é 21,6% superior ao atingido em 2013. Na ocasião, a administração do Banestes também apresentou estratégias e metas para 2015.

Segundo a administração do banco, os números demonstram a melhoria do desempenho operacional e financeiro do banco. Entre os fatores que contribuíram para o resultado, está a ampliação da base de clientes e das receitas com tesouraria e com operações de crédito e o controle das despesas administrativas e operacionais.

Além dos lucros, a carteira de crédito do banco registrou um um volume total de R$4,36 bilhões, em dezembro de 2014, o que representa um crescimento de 4,5% em relação ao ano anterior.

As operações de crédito também apresentaram bom desempenho. Do montante total, 52,8% destinaram-se a pessoas físicas, enquanto 47,2% a jurídicas. Do total das operações de crédito a pessoas jurídicas, 87% dos recursos são destinados a micro, pequenas e médias empresas.

O número de transações do Banescard (cartão de débito e crédito de bandeira própria do banco) cresceu 32,5%, enquanto o faturamento superou em 40% os valores do ano anterior. Em consequência, o valor transacionado em compras e saques do Banescard totalizou R$ 1,14 bilhão em 2014, reflexo da parceria com a Cielo, que permitiu aos titulares do Banescard utilizassem o cartão em estabelecimentos em todo o país.

O lucro líquido auferido permitiu remunerar acionistas, por meio de juros sobre o capital próprio, ordem de R$ 39,48 milhões, dos quais R$ 36,46 milhões foram destinados ao Estado do Espírito Santo, controlador com 92,37% das ações do banco.

O patrimônio líquido do Banestes atingiu R$ 1,06 bilhão, sendo 9,7% superior a dezembro de 2013. Este nível de capitalização permitiu ao banco apresentar um índice de Basileia de 17,1%, revelando elevada solidez e capacidade de alavancagem de novas operações de crédito.

Em 2015, o banco quer continuar valorizando a capactação de gestão e melhorar a qualidade dos serviços. Com foco no aumento da capacidade de atendimento dos clientes, o banco vai investir em uma plataforma digital, implantando o Banestes Celular, o Banestes SMS e o cartão com chip.

Metas para 2015 Para 2015, o Banestes continuará valorizando a capacitação de gestão com vistas à melhoria crescente da qualidade dos serviços. Com foco no aumento da capacidade de atendimento dos clientes o Banco investirá fortemente em uma plataforma digital, implantando o Banestes Celular, o Banestes SMS e o cartão com chip.

A previsão é de que o Banestes Celular e o Banestes SMS estejam disponíveis para os clientes ainda neste primeiro semestre. E a implantação do cartão com chip vai começar pelo Visa Electron, a partir de julho. (Fonte: G1)

Lucro líquido do BTG Pactual cresce 10% no 4º trimestre
O BTG Pactual teve lucro líquido de R$ 848 milhões no quarto trimestre de 2014, o que representa alta de 10% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre setembro e dezembro, o banco obteve receita de R$ 1,586 bilhão — líquida de custos de financiamento. O montante caiu 12% na comparação com o quarto trimestre de 2013. No entanto, as despesas operacionais caíram 24%, para R$ 673 milhões.

O banco teve gastos 40% menores com pagamento de bônus a seus funcionários e registrou receita tributária. Também houve recuo nas despesas com amortização de ágio. No acumulado de 2014, o BTG lucrou R$ 3,411 bilhões, com alta de 23% em relação ao ganho de R$ 2,775 bilhões registrado no exercício anterior. (Fonte: Valor Econômico)

Banrisul anuncia lucro de R$ 691 milhões em 2014
O lucro líquido consolidado do Banrisul alcançou R$ 691,4 milhões em 2014, sendo que, no quarto trimestre do ano passado, o resultado somou R$ 248,2 milhões, 15,3% acima do resultado do terceiro trimestre. A última prestação de contas da gestão do presidente Túlio Zamin, foi apresentada nesta quinta-feira, na sede do banco. Ao lado do futuro presidente Luiz Gonzaga Veras Mota e da diretoria, Zamin disse que com os resultados o banco estão muito mais sólido para clientes e acionistas. “Mesmo com um cenário de alterações no mercado financeiro que ocorreu nos últimos ano, o banco conseguiu crescer”, ressaltou.

Conforme Zamin, o resultado acumulado de 2014 foi impactado por eventos extraordinários contabilizados no exercício como a receita decorrente da estratégia de distribuição de seguros e previdência, das despesas de reestruturação dos planos de benefícios pós-emprego da Fundação Banrisul de Seguridade Social e de despesas referentes ao plano de aposentadoria incentivada, implementado para favorecer o desligamento de funcionário aptos à aposentadoria. O lucro líquido ajustado - que não considera os eventos extraordinários - totalizou R$ 753 milhões em 2014, 4,9% abaixo do registrado em 2013, com rentabilidade de 13,9% sobre o patrimônio líquido médio.

O patrimônio líquido do banco atingiu R$ 5,7 bilhões em dezembro de 2014, 10,1% acima da posição de dezembro de 2013 e 4,6% acima do saldo de setembro de 2014. A carteira de crédito chegou a R$ 30,5 bilhões, um crescimento de 14,4% em relação a 2013. A concessão de crédito somou R$ 47,1 bilhões um crescimento de 14,7% frente ao volume concedido em 2013.

Já o crédito rural atingiu R$ 2,7 bilhões, um crescimento de 24,4% em 12 meses. Os financiamentos de longo prazo totalizaram R$ 2,4 bilhões, com aumento de 26,7% na comparação com dezembro de 2013.

O presidente do Banrisul ressaltou ainda que duas agências que analisam o rating dos bancos mantiveram as avaliações positivas sobre o Banrisul no período de 2014. No dia 30 de janeiro deste ano, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s Rating confirmou a manutenção da condição de Investment Grade do Banrisul e a Fitch Ratings reafirmou as notas do Banrisul com perspectiva positiva em dezembro do ano passado. Para Zamin, a manutenção do rating do banco pelas agências risco reflete o acerto da estratégia adotada nos últimos quatro anos pela direção do Banrisul. “O foco do banco foi na inovação tecnológica, na diversificação de produtos e na expansão da rede de atendimento e dos negócios”, acrescentou. (Fonte: R7)

Lucro líquido do Paraná Banco recua 2,4% em 2014
O Paraná Banco apurou um lucro líquido de R$ 129,3 milhões no ano passado, 2,4% inferior ao resultado de 2013. Se desconsiderados eventos extraordinários – mais especificamente, a liquidação à vista de um débito tributário –, o chamado lucro líquido recorrente aumentou 14,7% de um ano para outro, chegando a R$ 150,2 milhões em 2014. Conforme balanço divulgado ontem, a carteira de crédito da instituição cresceu 26,7% em relação a 2013, com o crédito consignado representando 72% da carteira total.

O crédito empresarial correspondeu a 22,5% e as demais modalidades (imobiliário e financiamento ao consumo), a 5% do total emprestado. O grupo segurador foi responsável por R$ 53 milhões, ou 35%, do lucro líquido recorrente do Paraná Banco.

O banco destacou a melhora da qualidade da carteira de crédito. O índice de inadimplência acima de 90 dias encerrou o quarto trimestre de 2014 em 1,9% da carteira, abaixo da marca de 2,7% de um ano antes.

No relatório, o banco destaca que aproveitou os benefícios do programa federal Refis para quitar à vista um débito tributário referente ao período de 2009 a 2012, o que configura uma “operação não recorrente ao resultado do banco”. (Fonte: Gazeta do Povo)

Banco do Nordeste dobra lucro em 2014, aponta balanço
É o melhor resultado nominal desde a criação do banco pelo presidente Getúlio Vargas, em 1952
O Banco do Nordeste, principal banco de desenvolvimento regional da América Latina, dobrou o lucro líquido em 2014, de acordo com os dados do balanço divulgados na tarde desta segunda-feira (23/2) na sede da instituição, em Fortaleza.

O lucro pulou 107,4%, saindo de R$ 360,4 milhões para R$ 747,4 milhões. É o melhor resultado nominal desde a criação do banco pelo presidente Getúlio Vargas, em 1952.

O presidente do banco, Nelson Antônio de Souza, creditou o avanço dos números a um maior rigor na cobrança dos "maus pagadores". Em 2014, a instituição conseguiu recuperar R$ 2,4 bilhões, jogando a inadimplência para 2,9%, ante 4% em 2013.

O Banco do Nordeste está presente em quase 2 mil municípios espalhados pelos nove estados do Nordeste, além de Minas Gerais e do Espírito Santo. Atualmente, são 4 milhões de clientes, sendo 45% na área rural. O número de agências nos últimos três anos saltou 55%, chegando a 289 no fim do ano passado. (Fonte: Correio Braziliense)

Banco Votorantim reverte prejuízo e obtém lucro de R$ 502 milhões em 2014
(Daniela Machado)
O Banco Votorantim teve lucro de R$ 75 milhões no quarto trimestre de 2014, completando cinco trimestres seguidos no azul, e fechou o ano passado com resultado positivo de R$ 502 milhões. Em 2013, a instituição havia registrado prejuízo de R$ 316 milhões.

A carteira de crédito classificada encolheu 3,5% no ano, mas teve leve crescimento de 0,3% em relação ao terceiro trimestre, para R$ 53,473 bilhões. No varejo, o estoque caiu 3,3% em 12 meses "em razão da postura mais conservadora da instituição na concessão de crédito e do foco em assegurar a qualidade e rentabilidade das novas safras", segundo balanço divulgado pelo Banco do Brasil.

O saldo de empréstimos para veículos recuou 1,6% no ano, mas cresceu 0,2% frente a setembro, enquanto consignado teve retração anual de 14,9% e trimestral de 2,9%.

"O BV também tem sido mais conservador na concessão de financiamentos de veículos, praticando prazos mais curtos e percentuais de entrada maiores em comparação a 2010 e 2011", informou.

"Adicionalmente, o BV continua a privilegiar o financiamento de veículos usados para a carteira própria, o qual é historicamente mais rentável para a BV Financeira e no qual a instituição possui reconhecida competência". Também no atacado houve redução da carteira de crédito na comparação anual, de 4%.

O índice de inadimplência da carteira classificada, considerando operações vencidas há mais de 90 dias, fechou dezembro em 5,8% - ante 6% em setembro e 5,2% no encerramento de 2013.

As despesas com provisões para crédito duvidoso, já líquidas das receitas de recuperação de crédito baixados anteriormente para prejuízo, aumentaram 11,9% sobre o terceiro trimestre, mas caíram 43,4% na comparação entre 2014 e 2013, como "reflexo da melhoria na qualidade das carteiras do varejo", segundo o banco. O índice de Basileia alcançou 15%, com aumento de 0,5 ponto percentual sobre o fim de 2013.

Além da sociedade no Banco Votorantim, o BB teve aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no mês passado para uma parceria com a Votorantim Finanças para criação de uma promotora de produtos financeiros. O foco inicial deve ser a distribuição de crédito consignado fora das agências do BB. (Fonte: Valor Online)

Lucro da Caixa cresce 5,5% e atinge R$ 7,1 bilhões em 2014
A Caixa Econômica Federal encerrou o ano passado com lucro líquido de R$ 7,1 bilhões, resultado 5,5% maior do que o apurado em 2013. (Toni Sciarreta)
O banco seguiu com o maior ritmo de expansão dos empréstimos do setor em 2014, apesar da fraqueza da economia. O volume de empréstimos somou R$ 605 bilhões, 22,4% acima de 2013, quando o banco expandia o crédito em torno de 30%.

Desse total de empréstimos, R$ 339 bilhões são de financiamentos da casa própria ­alta de 25,7% em relação a 2013.
A inadimplência, no entanto, subiu de 2,3% para 2,56% de 2013 para 2014. As provisões para calotes saltou de R$ 9,191 bilhões para R$ 13,156 bilhões no período.

"Estamos satisfeitos com o resultado. Os números mostram que não houve deterioração da qualidade de crédito. Isso é mito que muitos tentaram [chamar atenção]", disse Jorge Hereda, presidente da Caixa, que será substituído no final do mês pela ex­ministra Mirian Belchio. (Fonte: UOL)

Lucro do Banco do Brasil cai 28,6% em 2014
Ganhos somaram R$ 11,246 bilhões, contra R$ 15,75 bilhões em 2013. No trimestre, lucro do banco atingiu R$ 3 bilhões, segundo balanço.
O Banco do Brasil anunciou na manhã desta quarta-feira (11) ter registrado lucro líquido de R$ 3,025 bilhões no quarto trimestre de 2014, uma alta de 6,4% em relação aos três meses anteriores. Já em relação ao mesmo período de 2013, foi registrada queda de 2,2%.

No ano, o lucro do banco caiu 28,6%, para R$ 11,246 bilhões. Em 2013, ganhos haviam somado quase R$ 15,8 bilhões.
A carteira de crédito ampliada da instituição financeira somou R$ 760,9 bilhões em dezembro. O crescimento é de 9,8% em 12 meses e de 3,8% em relação ao trimestre anterior. O balanço do banco destaca o financiamento imobiliário e o crédito ao agronegócio, que registraram aumento de 59,1% e 13,9% em 12 meses, respectivamente.

No período, o banco diz ter mantido liderança em crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN), com 21% de participação de mercado.
Mudanças no comando O Conselho de Administração do Banco do Brasil elegeu na véspera os novos vice-presidentes de Gestão Financeira e Negócios de Varejo, informou o banco em comunicado.

A mudança ocorre em meio a ida de Aldemir Bendine (ex-presidente do BB) para o comando da Petrobras. Ivan de Souza Monteiro, ex-vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores do BB, também renunciou ao cargo para acompanhar Bendine.

José Maurício Pereira Coelho, funcionário de carreira com 27 anos no banco, será o vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores. Ele ocupava o cargo de diretor de Finanças anteriormente.

Raul Francisco Moreira, também funcionário de carreira com 27 anos de empresa, ocupava o cargo de diretor de Cartões e será vice-presidente de Negócios de Varejo.

Na sexta-feira (6), o então vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, Alexandre Corrêa Abreu foi anunciado como o novo presidente do banco.

Segundo o BB, os dois novos vice-presidentes foram eleitos para completarem o mandato 2013/2016. (Fonte: G1)

Lucro do Safra cresce 13,9% e alcança R$ 1,547 bilhão em 2014
O Safra, quinto maior branco privado do País, atingiu o lucro líquido de R$ 1,547 bilhão em 2014, 13,9% superior aos R$ 1,359 bilhão registrados em igual período do ano anterior.

O patrimônio líquido consolidado da instituição apresentou evolução de 15,5%, elevando-se a R$ 8,7 bilhões ao final de dezembro de 2014, resultando em uma rentabilidade de 19,0%.

O índice de Basileia situou-se em 14%, confortavelmente acima dos 11% exigidos pelo Banco Central (BC), sendo 11,5% de Capital Nível I.
A inadimplência no Safra, medida pelos créditos em atraso acima de 90 dias, encerrou o ano de 2014 em 0,7%, o menor índice do banco nos últimos 10 anos, e também o menor índice dentre os principais bancos que atuam no Brasil, resultado de sua estratégia conservadora na concessão de crédito.

O saldo da carteira de crédito expandida, incluindo as operações de avais e fianças e outros instrumentos de risco de crédito, alcançou R$ 76,5 bilhões, com crescimento de 13,1% sobre dezembro de 2013. Do total de créditos da carteira, 89,5% das operações concentraram-se nos níveis A e AA, os de menor risco de acordo com o BC.

A despeito da melhora da inadimplência e da sua tradicional estratégia conservadora na concessão de crédito, o banco manteve elevados níveis de provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa, destacando-se o incremento da provisão adicional para R$ 949,0 milhões, ante os R$ 462,0 milhões em 31 de dezembro de 2013. O índice de cobertura atingiu 481,4% (227% em 31 de dezembro de 2013), um dos maiores do sistema bancário.

As despesas administrativas evoluíam 6,8% em 2014, quando comparadas a igual período do ano anterior, em linha com a inflação do período, tendo o índice de eficiência atingido 40,4%, um dos melhores do sistema financeiro brasileiro.

Os ativos consolidados atingiram R$ 142,9 bilhões, com crescimento de 8,5% em relação a dezembro de 2013.
Os recursos próprios livres, captados e administrados pelo Safra elevaram-se a R$ 174,6 bilhões. (Fonte: DCI)

Santander Brasil tem aumento de 2,56% no lucro, para R$ 2,161 bilhões
O Santander Brasil, maior banco estrangeiro no país, anunciou nesta terça-feira (3) que teve lucro líquido, ou societário, de R$ 2,161 bilhões em 2014, alta de 2,56% em relação ao ano anterior, quando o banco lucrou R$ 2,107 bilhões.

Já a matriz espanhola do banco teve lucro líquido de 5,816 bilhões de euros, aumento de 39,3%, em linha com suas próprias estimativas, apoiado na melhora das margens, menores provisões, uma recuperação do crédito e na evolução do setor bancário na Espanha.

No braço brasileiro, o lucro societário foi de R$ 578 milhões, crescimento de 7,7% frente aos três meses imediatamente anteriores.
O lucro recorrente ou gerencial foi de R$ 5,85 bilhões em 2014, aumento de 1,85% em relação aos R$ 5,744 bilhões de 2013. No quarto trimestre, foi de R$ 1,521 bilhão, alta de 3,9% em relação ao terceiro trimestre de 2014.

Parte dessa evolução deveu-se à combinação de aceleração do crédito com recuo das provisões para perdas com calotes.
No fim de dezembro, a carteira de crédito da instituição financeira somava R$ 245,514 bilhões, crescimento de 7,9% em 12 meses. No conceito ampliado –que inclui operações com risco de crédito, como debêntures e notas promissórias–, a alta foi de 11%, para R$ 310,593 bilhões.

"Nós nos concentramos em linhas mais seguras, que exigem menos provisões", resumiu o presidente-executivo do banco, Jesús Zabalza, em teleconferência com jornalistas.

A inadimplência medida por operações vencidas com mais de 90 dias atingiu 3,3%, contra 3,7% em 2013. No terceiro trimestre, a inadimplência também alcançava 3,7%.

As despesas do banco para provisões para perdas com inadimplência atingiram R$ 2,128 bilhões no período, queda de 13,7% na comparação sequencial.
A rentabilidade sobre o patrimônio líquido do grupo subiu de 11,6% para 12,1% na passagem do terceiro para o quarto trimestre.

O controlador espanhol passou a deter 88,3% do capital social total da filial brasileira no final de outubro, após uma oferta de permuta de ações do Santander Brasil por BDRs do Santander.

ESPANHA
O salto de 39,3% no lucro líquido do Santander em 2014 veio em linha com o esperado pelo banco.
"A melhora do lucro é consequência do aumento da receita básica em cerca de 3%, uma queda dos custos de quase 1% e uma baixa de 14% nas provisões para insolvências com relação às realizadas em 2013", disse o banco em comunicado.

No quarto trimestre de 2014, o lucro líquido do Santander, o primeiro sob a batuta de Ana Botín, subiu 68,4%, a 1,455 bilhão de euros, contra 1,473 bilhão de euros estimados em uma pesquisa elaborada junto a dez analistas. (Fonte: Folha.com)

Lucro do Itaú cresce 29% em 2014 e inadimplência bate mínima histórica
Com forte expansão em produtos bancários e a inadimplência em mínima histórica, o Itaú Unibanco teve lucro líquido de R$ 20,242 bilhões em 2014, crescimento de 29% em relação ao ano anterior, quando o banco lucrou R$ 15,696 bilhões. No quarto trimestre do ano, o Itaú teve lucro de R$ 5,520 bilhões, alta de 2,15% em relação aos R$ 5,404 bilhões registrados nos três meses anteriores.

O lucro líquido recorrente, que exclui ganhos e perdas extraordinários, cresceu 30,2%, para R$ 20,619 bilhões, ante R$ 15,836 bilhões em 2013.
O resultado do banco foi impulsionado pelo crescimento de 15,5% em produtos bancários em 2014. Essa expansão, segundo o banco, foi fruto do crescimento das receitas de juros e rendimentos, com expansão de 27,6%, e das receitas de prestação de serviços, que aumentaram 16,0%.

A carteira de crédito do banco cresceu 9,8% em 2014, para R$ 559,694 bilhões, incluindo avais, fianças e títulos privados.
Já a inadimplência recuou para 3,1% em 2014, ante 3,7% um ano antes. De acordo com o Itaú, é a menor taxa desde a fusão com o Unibanco, em 2008. (Fonte: Folha.com)

Bradesco lucra R$ 3,993 bi no 4º trimestre de 2014
Foi uma elevação de 29,7% em relação ao mesmo intervalo de 2013
O Bradesco iniciou nesta quinta-feira, 29, a temporada de balanços dos grandes bancos ao anunciar lucro líquido contábil de R$ 3,993 bilhões no quarto trimestre de 2014, elevação de 29,7% em relação ao mesmo intervalo de 2013, de R$ 3,079 bilhões. Na comparação com os três meses anteriores, de R$ 3,875 bilhões, foi apurado aumento de 3,0%.

Em 2014, o lucro líquido contábil do Bradesco foi a R$ 15,089 bilhões, cifra 25,6% maior em relação ao de 2013, que ficou em R$ 12,011 bilhões. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio do banco (ROAE) ficou em 20,1% ao final de dezembro contra 18,0% visto um ano antes, com expansão de 2,1 pontos porcentuais. Ante junho último, foi identificada retração de 0,3 ponto porcentual.

A carteira de crédito expandida do Bradesco, que inclui avais e fianças, encerrou dezembro em R$ 455,127 bilhões, alta de 6,5% em 12 meses, abaixo da projeção de aumento de 7% a 11%. Ante o terceiro trimestre, quando as operações somaram R$ 444,195 bilhões, o avanço foi de 2,5%.

As operações de pessoas físicas, que somaram R$ 141,432 bilhões, cresceram 2,5% em relação ao trimestre anterior. Na comparação com um ano, foi visto aumento de 8,2%. Na carteira de pessoa jurídica do Bradesco, foram identificados aumentos de 2,5% e 5,8%, respectivamente, totalizando R$ 313,695 bilhões, na mesma base de comparação.

Ao final de dezembro, o Bradesco atingiu a marca de mais de R$ 1 trilhão em ativos, montante 13,6% maior que o registrado em um ano e 4,5% superior ante setembro. O patrimônio líquido do Bradesco totalizava R$ 81,508 bilhões, avanço de 14,9% em um ano. Na comparação com o valor visto ao final de setembro, foi visto aumento de 2,9%.

Lucro ajustado
O Bradesco registrou lucro líquido ajustado de R$ 4,132 bilhões no quarto trimestre, expansão de 29,2% em relação ao resultado visto em igual intervalo de 2013, de R$ 3,199 bilhões. Ante o trimestre imediatamente anterior, de R$ 3,950 bilhões, o crescimento foi de 4,6%.

A diferença entre o resultado líquido contábil e o ajustado no quarto trimestre se deve, segundo o banco, ao impairment de R$ 617 milhões em títulos disponível para venda, software, no valor de R$ 85 milhões. A instituição acrescenta aqui que quando considerado o ano de 2014 inclui também, o reconhecimento de perda permanente em ações do Banco Espírito Santo (BES) num total de R$ 598 milhões. Realinhamento de taxas a mercado - NTNs - e efeitos fiscais também foram eventos extraordinários no período.

No ano de 2014, o lucro líquido ajustado do Bradesco totalizou R$ 15,359 bilhões, aumento de 25,9% ante 2013, de R$ 12,202 bilhões. "O lucro líquido ajustado é composto por R$ 10,953 bilhões das atividades financeiras, correspondendo a 71,3% do total, e por R$ 4,406 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização ou 28,7% do total", destaca o Bradesco, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras. (Fonte: Gazeta do Povo)