Ano Banco Período Lucro

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Itaú 3º trimestre R$ 3,807 bilhões
Banco do Brasil 3º trimestre R$ 2,89 bilhões
Bradesco 3º trimestre R$ 2,815 bilhões
Santander 3º trimestre R$ 1,802 bilhão
Caixa 3º trimestre R$ 1,3 bilhão
Itaú 1º Semestre R$ 7,133 bilhões
Banco do Brasil 1º Semestre R$ 6,26 bilhões
Bradesco 1º Semestre R$ 5,487 bilhões
BNDES 1º Semestre R$ 5,3 bilhões
Santander 1º Semestre R$ 4,153 bilhões
Caixa 1º Semestre R$ 1,7 bilhão
HSBC 1º Semestre R$ 611,9 milhões
Banco do Nordeste 1º Semestre R$ 300,7 milhões
Itaú 1º trimestre R$ 3,53 bilhões
Banco do Brasil 1º trimestre R$ 2,932 bilhões
Bradesco 1º trimestre R$ 2,702 bilhões
Santander 1º trimestre R$ 2,071 bilhões
Caixa 1º trimestre R$ 812,4 milhões
Banrisul 1º trimestre R$ 211,3 milhões
Panamericano 1º trimestre R$ 76,1 milhões

Lucro 3º Trimestre 2011

Caixa vê lucro disparar 72,5% com crédito imobiliário
A Caixa Econômica Federal viu seu lucro líquido do terceiro trimestre disparar 72,5% na comparação com o mesmo período de 2010, para R$ 1,3 bilhão, movimento apoiado nas concessões de crédito, que cresceram mais que o dobro da média do mercado.

No ano, a instituição acumulou um lucro de R$ 3,6 bilhões até setembro, superando em 47,6% o desempenho do mesmos nove meses do ano passado.
A carteira de empréstimos e financiamentos do banco estatal encerrou setembro com saldo de R$ 227 bilhões, evolução de 39,5% em 12 meses. O crescimento foi superior à média do sistema financeiro, cuja carteira se expandiu 19,6% no mesmo período, de acordo com dados do Banco Central.

O grande destaque foram novamente os empréstimos habitacionais, responsáveis por mais da metade da carteira total da Caixa, que subiram 44,2% sobre o terceiro trimestre de 2010, para R$ 141,2 bilhões.

Já o crédito para empresas avançou 39,3%, a R$ 38,3 bilhões, enquanto os financiamentos para consumo atingiram R$ 33,2 bilhões, um incremento de 26%.
"Foi o crescimento do crédito com qualidade que permitiu à Caixa alcançar esses resultados", disse o presidente da empresa, Jorge Hereda.

SERVIÇOS
A ampliação da base de clientes também favoreceu o resultado ao aumentar as receitas de prestação de serviços.
A Caixa faturou R$ 3,2 bilhões com serviços no trimestre, um acréscimo de 18% em relação ao mesmo período do ano passado.
O número de contas de micro e pequenas empresas ultrapassou 1 milhão. O número total de clientes atingiu 56,4 milhões, crescendo 8,5%.
O índice de inadimplência da carteira, medido pelo saldo de operações vencidas com mais de 90 dias, ficou em 2%, mesmo nível do trimestre imediatamente anterior.

PATRIMÔNIO LÍQUIDO
O balanço divulgado nesta quarta-feira pela Caixa aponta ainda que o patrimônio líquido consolidado atingiu R$ 18 bilhões em setembro, o que representou avanço de 10,3% em 12 meses.

O PR (Patrimônio de Referência), conceito usado para efeito de requerimento regulamentar de capital, alcançou R$ 37,8 bilhões. Com isso, o Índice de Basiléia, que mede a relação entre o PR e o valor dos ativos ponderados pelo risco, ficou em 13,5%, superior ao mínimo de 11% exigido pelo Banco Central.

Em setembro, a Caixa administrava cerca de R$ 1 trilhão em ativos. Desse total, R$ 507 bilhões eram ativos próprios. Dos R$ 490,5 bilhões restantes destacam-se R$ 280,9 bilhões do FGTS e R$ 149,6 bilhões de fundos de investimento. (Fonte: Folha.com)


Lucro do Banco do Brasil sobe 11% e atinge R$ 2,9 bi no trimestre
O Banco do Brasil encerrou o terceiro trimestre com lucro líquido acima do esperado, com aumento de 11,2% sobre o ganho obtido um ano antes, em meio a uma alta de dois dígitos na carteira de crédito e apesar de um aumento de quase 25% nas provisões sobre risco de financiamentos.  

A maior instituição financeira da América Latina em ativos teve lucro líquido de R$ 2,89 bilhões no terceiro trimestre, ante uma expectativa média de dez analistas consultados pela Reuters de resultado positivo de R$ 2,67 bilhões.

Em termos recorrentes, porém, o resultado, que ficou em linha com o obtido um ano antes, foi ligeiramente abaixo do esperado pelo mercado, a R$ 2,57 bilhões. Analistas esperavam ganho de R$ 2,64 bilhões entre julho e setembro.

Nos nove primeiros meses do ano, o Banco do Brasil registrou lucro líquido recorde de R$ 9,2 bilhões, resultado 18,9% maior que o do mesmo período de 2010.
A carteira de crédito em conceito ampliado, que inclui garantias prestadas e títulos e valores mobiliários privados, chegou a R$ 441,6 bilhões em setembro, alta de 21% em 12 meses.

Enquanto a carteira total cresceu, a inadimplência diminuiu. O índice de operações vencidas há mais de 90 dias caiu de 2,7% para 2,1% no final de setembro. Apesar disso, a provisão para risco de crédito saltou 24% no período, a R$ 3,285 bilhões.

O financiamento ao consumo subiu 17%, enquanto empréstimos para pessoa jurídica avançaram 21,6%. No agronegócio, o banco ampliou sua carteira em 12,3%, para R$ 83,78 bilhões.

O banco somou R$ 949,8 bilhões em ativos totais, crescimento de 19,2% contra um ano antes. (Fonte: Folha.com)

Itaú Unibanco lucra R$ 10,9 bi no ano, alta de 15,9%
(Altamiro Silva Jr)
O Itaú Unibanco registrou lucro líquido R$ 10,9 bilhões nos primeiros nove meses do ano, alta de 15,9% ante igual período do ano passado. Os ganhos foram puxados pela operações de crédito, que cresceram 22,7% em 12 meses. A carteira de empréstimo terminou setembro em R$ 382 bilhões, de acordo com balanço divulgado na manhã de hoje.

O banco encerrou setembro com ativos totais de R$ 836,9 bilhões, crescimento de 22,5% em 12 meses. O patrimônio líquido ficou em R$ 68,2 bilhões, alta de 19,1%.

No terceiro trimestre deste ano, o Itaú Unibanco teve lucro líquido de R$ 3,807 bilhões. Na comparação com o segundo trimestre, houve alta de 5,6%. Em 12 meses, o resultado cresceu 25%. A carteira de crédito, que cresceu 22,7% em 12 meses, teve expansão de 6,1% na comparação com o segundo trimestre deste ano.

A alta do dólar no terceiro trimestre acabou puxando o crescimento da carteira de crédito do Itaú Unibanco. A razão é que o banco tinha, no final de setembro, uma parcela de R$ 61,4 bilhões do total dos seus ativos de crédito denominados ou indexados a moedas estrangeiras. Assim, a desvalorização do real em relação a essas moedas contribuiu para o crescimento do saldo total das operações ao final do terceiro trimestre, informa o banco em sua demonstração financeira.

O impacto da alta do dólar está refletido, segundo o Itaú, principalmente no aumento de 23,3% na carteira de crédito das operações no Chile, Uruguai, Paraguai e Argentina, bem como no acréscimo de 9% da carteira de grandes empresas.

Desconsiderando a variação cambial ocorrida entre o terceiro e o segundo trimestres, o crescimento do saldo total da carteira de crédito teria sido de 3,5% nos meses de julho a setembro. Com o dólar, o aumento foi de 6,1%. O crescimento anual da carteira, que ficou em 22,8%, teria sido de 21,3% sem o efeito do dólar, explica o banco.

O crédito imobiliário manteve o posto de segmento que mais cresce entre as diversas linhas de crédito do Itaú Unibanco. Em 12 meses, a expansão foi de 80% na carteira, que fechou setembro em R$ 12,6 bilhões.

A carteira de pessoa física cresceu 21% no terceiro trimestre em relação a igual período de 2010 e 4% ante o segundo trimestre. Além do financiamento imobiliário, outro destaque foi o crédito pessoal, com expansão de 43% na comparação anual.

No segmento de pessoa jurídica, a expansão anual foi de 22% e sobre o segundo trimestre, de 6,2%. O destaque ficou com os empréstimos para grandes empresas, com expansão de 9% no trimestre e 24% no ano.

Resultado recorrente
O banco também divulgou lucro recorrente de R$ 3,940 bilhões no terceiro trimestre. A diferença entre este ganho e o resultado contábil se deve a provisões para causas na Justiça questionando reajustes de planos econômicos do passado e avaliação do investimento mantido pelo Itaú no Banco Português de Investimento pelo valor de mercado de suas ações em 30 de setembro de 2011.
(Fonte: Estadão)

Lucro do Santander recua 6,9% no Brasil e atinge R$ 1,8 bi no trimestre
Lucro representa uma queda de 6,87% sobre o resultado de R$ 1,935 bilhão do mesmo período de 2010 (Altamiro Silva Junior, Clarissa Mangueira e Luana Pavani)
O Banco Santander anuncia lucro líquido de R$ 1,802 bilhão no terceiro trimestre de 2011, seguindo o padrão contábil internacional, o IFRS, o que representa uma queda de 6,8% sobre o resultado de R$ 1,935 bilhão do mesmo período de 2010, e retração de 13,5% ante o segundo trimestre deste ano.

Os ativos totais somam R$ 414,983 bilhões em setembro, um avanço de 16% ante igual mês de 2010, quando era de R$ 357,631 bilhões, e crescimento de 2% sobre o segundo trimestre de 2011 - de R$ 406,870 bilhões.

O banco fechou o terceiro trimestre com patrimônio líquido final de R$ 76,992 bilhões, alta de 5,4% ante os R$ 73,079 bilhões do final de setembro do ano passado. Esse valor inclui participação dos acionistas minoritários e ajuste de valor ao mercado. Na comparação com o segundo trimestre, o avanço foi de 2,3% nesse indicador.

As taxas de inadimplência do Santander ficaram estáveis no terceiro trimestre ante o período anterior. O indicador total para atrasos acima de 90 dias, fechou setembro em 4,3%. Na comparação com o mesmo mês de 2010, a inadimplência teve pequena alta, pois naquele período estava em 4,2%, considerando os números no padrão contábil brasileiro.

Considerando somente a carteira de pessoa física, houve aumento da inadimplência no terceiro trimestre ante o anterior. A taxa estava em 6,5% no final de setembro, ante 6,4% em junho.

No padrão contábil internacional IFRS, a inadimplência total ficou estável, em 6,7%. Na pessoa física, houve aumento de 8,6% para 8,9%. Na jurídica, caiu de 4,9% para 4,7%. O banco destaca que esse padrão é mais conservador, por isso, as taxas são mais altas que no padrão brasileiro.

As despesas com provisões para devedores duvidosos cresceram 17% no terceiro trimestre ante o segundo período de 2011, para R$ 3,1 bilhões. No demonstrativo de resultado, o banco atribuiu esse aumento ao crescimento da carteira de crédito e ao aumento das provisões para devedores.

O índice de Basileia, que mede a capitalização do banco e sua capacidade de emprestar, caiu 3,8 pontos porcentuais em 12 meses, baixando de 22,8% para 19,1%.

Espanha
O Santander, maior banco em valor de mercado da zona do euro, reportou uma alta de 10% do lucro no terceiro trimestre, para € 1,80 bilhão, de € 1,64 bilhão no mesmo período do ano passado. Os analistas tinham previsto um lucro de € 1,85 bilhão. "O terceiro trimestre foi marcado por ambiente econômico e financeiro desafiador", afirmou o banco em sua apresentação de resultados. Às 8h10 (de Brasília), ações do banco subiam 3,49%.

Nos primeiros nove meses do ano, o lucro líquido do Santander caiu 13%, para € 5,3 bilhões, em comparação com o mesmo período do ano passado. A unidade brasileira de banco de varejo teve o melhor desempenho entre as divisões do grupo nos primeiros noves meses do ano, em termos de contribuição para o lucro, representando 25% do lucro total do banco, seguida pelas operações no Reino Unido, que contribuíram com 18%. A unidade de banco de varejo espanhola contribuiu com 10% do total do lucro.

O enfraquecimento econômico na Espanha e Portugal reduziu o lucro da divisão continental europeia do Santander em 10% nos primeiros noves meses deste ano.
O executivo-chefe do banco, Alfredo Saenz, afirmou a analistas que espera um lucro líquido em 2011 no mesmo valor ou "um pouco menor" do observado no ano passado.

O lucro líquido com juros aumentou 4% no terceiro trimestre, para € 7,70 bilhões, em linha com as projeções dos analistas.
A taxa de empréstimos vencidos foi de 3,86% do total de empréstimos até o fim de setembro. Na Espanha, taxa de empréstimos vencidos foi de 5,15%.
O portfólio total de empréstimos do Santander cresceu 3% até o fim de setembro, para € 734,3 bilhões. Segundo o banco, a demanda continua fraca nas economias maduras onde opera, com sua carteira de empréstimos recuando 6% na Espanha até o fim de setembro e 13% em Portugal.

Em contraste, a carteira de empréstimos do Santander se expandiu 19% na América Latina durante o mesmo período.

O banco afirmou que não precisará emitir ações ou cortar seu dividendo para cumprir as novas exigências de aumento de capital sob o novo plano da União Europeia. Segundo o Santander, os novos ajustes contábeis de marcação a mercado para a dívida soberana detida pelo banco, baseados nas novas regras estabelecidas pelas autoridades europeias hoje, terão um impacto de € 1,5 bilhão sobre seu capital principal. O Santander afirmou que venderá ativos e adotará outras medidas para levantar até € 6,47 bilhões de acordo com as novas regras de capital.

O Santander disse que tem como meta elevar a taxa de capital principal para 10% até junho de 2012. No fim do terceiro trimestre, sua taxa de capital principal era de 9,42%. As informações são da Dow Jones. (Fonte: Estadão)



Lucro do Bradesco cresce 11,4% no 3º trimestre, para R$ 2,8 bi

Expansão do resultado foi puxada pelo crescimento de dois dígitos do crédito e pela expansão das vendas de seguro

O Bradesco anunciou na manhã desta quarta-feira lucro líquido contábil de R$ 2,815 bilhões no terceiro trimestre de 2011, aumento de 11,4% na comparação com o mesmo período de 2010 e de 1,1% ante o segundo trimestre. No acumulado dos nove primeiros meses deste ano, o ganho foi de R$ 8,302 bilhões, crescimento de 18%. A expansão do resultado do Bradesco foi puxada pelo crescimento de dois dígitos do crédito e pela expansão das vendas de seguro, que responde por cerca de 30% do lucro. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido foi de 22,4%.

A carteira de crédito total, incluindo avais e fianças, fechou o mês de setembro em R$ 332,3 bilhões, aumento de 22% ante o mesmo mês do ano passado, com destaque para linhas como financiamento imobiliário. Na comparação com o segundo trimestre de 2011, o crescimento foi de 3,9%. O Bradesco fechou o terceiro trimestre com ativos totais de R$ 722,3 bilhões, avanço de 18%. O patrimônio líquido ficou em R$ 53,7, alta de 16,5%.

Lucro ajustado O banco também anunciou lucro líquido ajustado de R$ 2,864 bilhões no terceiro trimestre, alta de 13,7% ante os meses de julho a setembro de 2010. A diferença entre o resultado se deve a diversos fatores. Entre eles, a constituição de provisão adicional para devedores duvidosos de R$ 1 bilhão e reversão de provisões para riscos fiscais de R$ 2,1 bilhões. O retorno patrimonial sobre o lucro ajustado ficou em 22,7%.

O Bradesco é o primeiro grande banco a apresentar o balanço do terceiro trimestre. Amanhã, o Santander divulga seus números antes da abertura do mercado. Na semana que vem será a vez de Itaú (dia 1º) e Banco do Brasil (dia 3).

Crédito
A carteira de pessoa jurídica foi o destaque de crescimento nas operações de crédito do Bradesco no terceiro trimestre. O segmento registrou expansão de 26,5% na comparação com os meses de julho a setembro de 2010, ante alta de 13,3% da carteira de pessoa física. Na comparação com o desempenho do segundo trimestre deste ano, o avanço foi de 4,6% e 2,4%, respectivamente.

Na carteira de empresas, quem mais tomou empréstimos foram as grandes companhias, com expansão de 27% na comparação anual. Já na pessoa física, o banco destaca a expansão do financiamento imobiliário (alta de 62% em 12 meses e 15% no trimestre) e do crédito com desconto em folha de pagamento (consignado, que cresceu 25,5% e 3,7%, respectivamente). As operações de financiamento ao consumo atingiram R$ 80,9 bilhões em setembro, o que representou um crescimento de 1,2% no trimestre e de 10,6% em 12 meses. As operações de crédito do Bradesco fecharam setembro em R$ 332,3 bilhões, crescimento de 22% em 12 meses e de 3,9% no trimestre. (Fonte: Estadão)

Lucro Semestre 2011

HSBC lucra R$ 611,9 mi no 1º semestre
O HSBC divulgou nesta terça-feira, 23 de agosto, lucro líquido de R$ 611,9 milhões no primeiro semestre deste ano. O valor é 44,25% superior ao registrado em igual período de 2010.

A divulgação do resultado apurado pelo banco vem do aumento das operações de crédito. Isso porque quando o banco inglês chegou no Brasil em 1997, apesar de ter afirmado que este seria o seu foco, passou a atuar como os demais bancos brasileiros apostando em operações de tesouraria, compras de títulos públicos e cobranças de tarifas.

Junto com os resultados, o banco inglês anunciou a contratação de 605 novos funcionários no país. Porém, a rotatividade ainda se apresenta como um fator preocupante. Durante o mesmo período, foram admitidos 1.957 trabalhadores e dispensados 1.352.

O banco também divulgou durante a apresentação dos resultados globais a previsão de contratação de mais mil gerentes na área de relacionamento, porém, apesar da medida ser aparentemente positiva, cria um problema interno no setor de recursos humanos e remuneração. Isso porque as contratações serão feitas com profissionais do mercado, que acabam ingressando com remuneração superior aos atuais funcionários que já atuam no banco. Por que não priorizar e promover o quadro interno da empresa.

Resultados
Há dois critérios para a contabilidade dos resultados na instituição financeira. Um deles é nacional e o outro internacional. O banco inglês havia anunciado o lucro no Brasil como o quarto maior do grupo, isso antes do pagamento dos impostos. O valor atingido foi de US$ 637 milhões, cerca de R$ 900 milhões. De acordo com as normas brasileiras, o resultado de R$ 611,9 milhões resulta em cerca de 50% do que foi apurado conforme o critério internacional.

Lucro do Banco do Nordeste cresceu 173% no primeiro semestre
O Banco do Nordeste (BNB) publicou o balanço patrimonial do primeiro semestre de 2011, que registra lucro de R$ 300,7 milhões, equivalente a um aumento de 173% em relação aos R$ 110,1 milhões contabilizados em igual período do ano passado. O patrimônio líquido do banco também cresceu de R$ 2,18 bilhões, no final de 2010, para R$ 2,3 bilhões.

 De acordo com o presidente do BNB, Jurandir Santiago, "o crescimento denota o fortalecimento em todas as áreas em que a instituição atua e, principalmente, demonstra uma gestão focada nos resultados, garantindo, cada vez mais, que o banco atue como principal agente de fomento do governo federal na Região Nordeste".

De acordo com o balanço, as contratações globais do BNB cresceram 12,4% na comparação semestral, incluindo operações no mercado de capitais e desembolsos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste. O aumento cai para 11,5% quando se considera apenas as mais de 1,5 milhão de operações de crédito, no total de R$ 9,1 bilhões.

 Os créditos para micro e pequenas empresas cresceram 25,2% e alcançaram R$ 1,2 bilhão no final do semestre. Por ser um setor estratégico para o desenvolvimento regional, Jurandir Santiago manifestou intenção de direcionar as ações do BNB cada vez mais para os pequenos empresários, pois “eles geram mais emprego e renda, e precisam ser desenvolvidos para proporcionar inclusão produtiva”.

O balanço também mostra que o programa de microcrédito urbano fechou mais de 1 milhão de operações e desembolsou R$ 1,3 bilhão no período, o que representa crescimento de 41,1%. Já a linha que atende a  agricultores familiares com renda anual inferior a R$ 6 mil cresceu 21,6%. O BNB registrou, ainda, expansão de 9,5% nos financiamentos com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), no valor de R$ 4,5 bilhões. (Fonte: Correio Forense)

BNDES lucra R$ 5,3 bilhões e bate recorde no primeiro semestre
(Rafael Rosas)
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fechou o primeiro semestre com lucro líquido de R$ 5,3 bilhões, o melhor resultado da história da instituição de fomento para o período entre janeiro e junho.

"O resultado foi muito positivo e veio, em larga medida, da carteira de renda variável administrada pela BNDESPar", disse o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, lembrando o braço de investimentos do banco de fomento.

Os resultados da carteira de investimentos da BNDESPar respondeu por quase metade do ganho do banco nos seis primeiros meses do ano, com um resultado positivo de R$ 2,5 bilhões. Outros R$ 850 milhões vieram da reversão de provisão para risco de crédito, sendo R$ 450 milhões advindos da melhora da classificação de risco das empresas da carteira de crédito do banco e o restante da recuperação de crédito.

O crescimento do resultado com participações societárias em 2011 decorreu principalmente do acréscimo de 79,2% na receita com dividendos e juros sobre o capital próprio, que totalizou R$ 2,1 bilhões no primeiro semestre. O resultado com alienações subiu 77,8%, para R$ 1,581 bilhão. A carteira de crédito do banco de fomento atingiu R$ 376 bilhões em 30 de junho.

O patrimônio líquido da instituição totalizou R$ 65,4 bilhões em 30 de junho, correspondendo a um patrimônio de referência de R$ 101,1 bilhões, acima dos R$ 83,1 bilhões de 31 de dezembro de 2010. O crescimento do patrimônio de referência foi possível graças ao aumento de capital de R$ 6,4 bilhões no primeiro trimestre, o que alavancou o patrimônio de referência em R$ 12,8 bilhões.

O índice de Basileia do sistema BNDES foi de 22,3%, contra 11% exigidos pelo Banco Central (Fonte: Valor Online)

Lucro da Caixa cresce no 2º trimestre e soma R$ 890 milhões
No semestre, ganho líquido foi de R$ 1,7 bilhão. Resultado reflete expansão do crédito, diz banco
A Caixa Econômica Federal informou nesta quinta-feira (12) que registrou lucro líquido de R$ 1,7 bilhão no primeiro semestre de 2010, crescimento de 44,1% em relação ao mesmo período do ano anterior (R$ 1,158 bilhão).

No segundo trimestre, o banco apresentou ganho de R$ 890 milhões, 14,5% maior que o número do ano passado (R$ 706 milhões).

De acordo com comunicado enviado pela Caixa, o resultado é fruto de uma expansão de crédito de 50,3% sobre junho do ano passado. O saldo em 31 de junho atingiu R$ 149,2 bilhões. Isso permitiu à instituição um ganho de 2 pontos percentuais de fatia de mercado, fechando o semestre com 9,75% do total do sistema financeiro.

O destaque foi o setor de habitação, responsável por mais de metade da carteira total, que avançou 58% em 1 ano, para R$ 86,9 bilhões. Com isso, a participação da Caixa em financiamento imobiliário chegou a 75,9% do mercado, um aumento de 3,4 pontos percentuais sobre junho de 2009.

Os empréstimos para as pessoas físicas chegaram a R$ 109 bilhões, avanço de 51%, enquanto as linhas para as empresas foram a R$ 40 bilhões, alta de 47,4% em doze meses.

Os ganhos anualizados com operações de crédito avançaram 36,8% no segundo trimestre, mas o resultado da intermediação financeira caiu 6,5%, puxado pelo desempenho gerencial de tesouraria. Os números negativos foram compensados por um incremento de 18% nas receitas com prestação de serviço. Com isso, o resultado operacional avançou 7,4%, para R$ 808 milhões no segundo trimestre.

Contribuiu também para o desempenho a queda da inadimplência. Os atrasos acima de 90 dias mantiveram-se estáveis no primeiro semestre, em 2,3%, mas inferior aos 2,6% de junho do ano passado.

A Caixa tem ainda um espaço razoável no balanço para continuar sua estratégia de expansão. O índice de Basileia, que mede o grau de alavancagem da instituição, fechou o semestre em 17,1%, acima do mínimo exigido pelo Banco Central (11%) e da média do sistema (próximo a 15%). (Fonte: G1)

Lucro do Banco do Brasil cresce 23% e atinge R$ 6,26 bi no semestre
O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 6,262 bilhões no primeiro semestre, com expansão de 23,4% ante igual período no ano passado. Considerando o ganho recorrente, sem eventos extraordinários, o aumento foi de 40,4%, atingindo R$ 6,153 bilhões.

O resultado do maior banco do país ficou abaixo do Itaú, que apresentou lucro de R$ 7,133 bilhões nesse intervalo e alta de 11,5% no mesmo comparativo. O ganho recorrente (R$ 6,955 bilhões) teve acréscimo de 7,6%.

No segundo trimestre, o lucro do Banco do Brasil (R$ 3,33 bilhões) aponta alta de 22,2% em doze meses e de 13,6% ante os três meses imediatamente anteriores. Já o ganho recorrente (R$ 3,23 bilhões) apresentou crescimento de 38,8% e de 10,5%, respectivamente.

CRÉDITO
A carteira de crédito do banco, que inclui garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, alcançou R$ 421,3 bilhões em junho, com crescimento de 20,2% em 12 meses.

As despesas de provisão para risco de crédito somaram R$ 5,7 bilhões no semestre, com queda de 3,7% sobre o mesmo período do ano anterior.

O crédito para consumidores subiu para R$ 122,6 bilhões ao final de junho, com evolução de 21,2% em um ano. Os destaques nesse período foram o crédito consignado (R$ 47,9 bilhões), que teve expansão de 18,4% em 12 meses, e o CDC Salário (R$ 14,6 bilhões), com crescimento de 25,2% ante o mesmo período do ano anterior.

O crédito imobiliário mantém a trajetória de expansão, com saldo de R$ 4,2 bilhões em junho, quase o dobro (99,5%) do registrado há 12 meses. Já as operações de financiamento de veículos somaram R$ 30,5 bilhões ao final do semestre, com aumento de 34,1%.

Para as empresas, a carteira de crédito apresentou crescimento de 21,4% em 12 meses, registrando saldo de R$ 191,2 bilhões, com destaque para as linhas para investimento e para capital de giro.

O índice de inadimplência, levando em conta apenas atrasos superiores a 90 dias, ficou em 2,0% ao final de junho, abaixo do registrado em março (2,1%) e no mesmo mês do ano passado (2,7%). (Fonte: Folha.com)

Lucro do Itaú cresce 11,5% e atinge R$ 7,1 bi no 1º semestre
O lucro líquido do Itaú Unibanco atingiu R$ 7,133 bilhões no primeiro semestre, com alta de 11,5% no confronto com igual período no ano passado.
Já o ganho recorrente nesse intervalo ficou em R$ 6,955 bilhões, com crescimento de 7,6% no mesmo comparativo, principalmente devido à evolução da margem financeira e ao aumento nas receitas de prestações de serviços e rendas de tarifas bancárias.

Considerando apenas o segundo trimestre (R$ 3,603 bilhões), houve acréscimo de 2,0% em relação aos três meses imediatamente anteriores e de 13,8% ante o mesmo período em 2010.

Levando em conta o ganho recorrente (R$ 3,317 bilhões), houve redução de 8,8% e alta de 0,6%, respectivamente.
A carteira de crédito do banco, incluindo operações de avais e fianças, alcançou R$ 360,107 bilhões ao final de junho, com expansão de 4,4% em relação ao saldo no primeiro trimestre e de 22,3% ante o mesmo período do ano anterior.

No segmento de pessoas físicas, os destaques no segundo trimestre foram as carteiras de crédito imobiliário e de crédito pessoal, com crescimentos de 18,4% e 12,8%, respectivamente.

Já no período de 12 meses, aparecem as carteiras de cartão de crédito, crédito pessoal e crédito imobiliário, com evoluções de 22,8%, 34,7% e 73,2%, respectivamente.

Na análise dos clientes pessoas jurídicas, a carteira de grandes empresas apresentou evolução de 3,1% no trimestre e de 20,6% nos últimos 12 meses, enquanto a carteira de micro, pequenas e médias empresas registrou aumentos de 4,3% e 26,2% nos mesmos períodos.

O índice de inadimplência total, considerando apenas operações com atraso superior a 90 dias, atingiu 4,5% em junho, puxado pelo desempenho das micro e pequenas empresas, acima de março (4,2%) e levemente inferior ao resultado no mesmo mês no ano passado (4,6%). (Fonte: Folha.com)

Santander lucra R$ 4,1 bilhões no semestre
Um quarto de todo lucro mundial tem origem no Brasil, mas funcionários não são valorizados pela direção
O Santander anunciou lucro líquido de R$ 2,082 bilhões no segundo trimestre de 2011, crescimento de 17,8% sobre o mesmo período de 2010. Nos três meses iniciais de 2011 o banco já havia embolsado R$ 2,071 bilhões. Com isso, no primeiro semestre desse ano os espanhóis lucraram R$ 4,153 bilhões com sua filial brasileira e fecharam junho com patrimônio líquido de R$ 75,3 bilhões no país, alta de 2,6% ante os R$ 73,4 bilhões do fim de dezembro do ano passado.

É o melhor resultado de todos os países onde a instituição atua, e corresponde a 25% do lucro global do grupo.

Mesmo com tanto dinheiro, os bancários do Santander não são valorizados à altura. “É inaceitável que o banco demita e precarize o trabalho. Enquanto na Argentina houve a internalização dos funcionários do setor do call center, no Brasil ainda é grande o número de terceirizados”, compara a diretora financeira do Sindicato e funcionária do Santander, Rita Berlofa.

São 33 mil terceirizados no Santander Brasil, informa a dirigente, lembrando que o objetivo da terceirização é a redução de custos por meio da precarização do trabalho. “O banco terceiriza para reduzir custos através da precarização da mão de obra. Trata-se de interposição fraudulenta com o intuito de diminuir custos.”

Rita ressalta ainda que enquanto no país vizinho o piso praticado é de 1.400 dólares, o Brasil tem o segundo pior salário do Santander no mundo, perdendo apenas para a Colômbia.

A dirigente também destaca que o Brasil é o único país da América Latina onde o banco espanhol demite, apesar de responder pela maior fatia do lucro da instituição. “Não há demissão na América Latina, somente no Brasil, em que pese o país ser responsável por um quarto do lucro mundial do banco.”

Ela denuncia que em 2010 foram demitidos mais de 2 mil trabalhadores somente na base de São Paulo. “Esse ano, até agora, já são 611 pedidos de demissão e 668 demitidos sem justa causa. O alto número de pedidos de demissão deve-se às condições de trabalho no banco, onde faltam funcionários, há sobrecarga de trabalho, pressão por cumprimento de metas abusivas e assédio moral.”

A diretora do Sindicato lembra que o acordo aditivo à Convenção Coletiva Nacional da categoria vence em 31 de agosto desse ano. “Apresentaremos uma minuta específica. E a única forma de vermos nossas reivindicações atendidas é por meio da mobilização e luta. É fundamental, portanto, que os bancários participem de todas as atividades convocadas pelo Sindicato”, diz a dirigente.

América Latina
Coube ainda aos países da América Latina o protagonismo mundial. A região teve aumento em sua lucratividade de 15,8% no primeiro semestre. Foram 2,457 bilhões de euros (R$ 5,496 bilhões), o que representa 44% do lucro total do grupo. (Fonte: SEEB SP com Estadão)

 

Lucro do Bradesco cresce 21,7% e atinge R$ 5,5 bi no 1º semestre
O Bradesco registrou lucro líquido de R$ 5,487 bilhões no primeiro semestre, com crescimento de 21,7% ante o resultado contabilizado no mesmo período em 2010, de acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira.

Já o ganho ajustado nesse intervalo foi de R$ 5,563 bilhões, com expansão de 20,9% no mesmo comparativo.
Considerando apenas o desempenho no segundo trimestre do ano, o lucro líquido foi de R$ 2,785 bilhões, semelhante aos R$ 2,702 bilhões registrados nos três meses imediatamente anteriores.

A carteira de crédito expandida atingiu R$ 319,802 bilhões em junho, com alta de 23,1% em relação ao mesmo período de 2010. As operações com consumidores totalizaram R$ 102,915 bilhões --crescimento de 14,6%-- enquanto as operações com empresas foram de R$ 216,887 bilhões (27,6%).

O Índice de Inadimplência superior a 90 dias atingiu 3,7%, apresentando redução de 0,3 p.p. em relação a junho de 2010.
Ao final de junho, o valor de mercado do banco chegou a R$ 111,77 bilhões, com as ações preferenciais registrando valorização de 28,3%nos últimos 12 meses.

Já os ativos totais somaram R$ 689,307 bilhões, com crescimento de 23,5% em relação ao mesmo período de 2010. (Fonte: Folha.com)

Lucro 1º Trimestre 2011

Banco Panamericano revela lucro de R$ 76,1 milhões no trimestre
Protagonista de uma dos maiores escândalos financeiros recentes, o banco Panamericano anunciou nesta segunda-feira um lucro líquido de R$ 76,1 milhões para o exercício do primeiro trimestre. Em fevereiro, a nova administração (que assumiu em novembro de 2010) havia revelado um prejuízo de R$ 133,6 milhões para o período de dezembro.

No balanço, os novos gestores evitam comparar o lucro anunciado hoje aos resultados dos trimestres anteriores, preferindo "começar do zero".

"[A nova administração] dada a inviabilidade de se reconstituir, de forma apropriada, as demonstrações financeiras anteriores a novembro de 2010, (...) não encontrou alternativa que não a de estabelecer uma nova base contábil confiável, através da elaboração de um 'balanço patrimonial especial de abertura', com informações obtidas por meio de um levantamento completo de todos os direitos e obrigações da Companha em 30 de novembro de 2010", relata a diretoria do banco, no documento.

O balanço divulgado hoje aponta ainda que a nova administração identificou perdas de R$ 4,3 bilhões após a investigação das irregularidades financeiras e contábeis da gestão anterior.

Para tapar o rombo, o acionista controlador (ainda o grupo Silvio Santos) já aportou R$ 1,3 bilhão. O grupo BTG Pactual vai substituir integralmente o grupo Silvio Santos na estrutura acionária somente após concluído o processo de transferência de controle.

Em março de 2011, o banco possuía ainda uma carteira de crédito de R$ 10,2 bilhões, ante R$ 13,3 bilhões em dezembro de 2010. A maior parte dessa carteira estava concentrada em financiamento de veículos (68%) e financiamento de pequenas e médias empresas (17%).

O Panamericano ainda contabilizou a emissão de 292,6 mil cartões de crédito no trimestre, das bandeiras Visa e Mastercard, totalizando uma base de 2,29 milhões de contas.

Ex-contador do PanAmericano acusa ex-diretor por fraude
O ex-contador do banco PanAmericano Marco Antonio Pereira da Silva acusou Wilson de Aro, ex-diretor financeiro da instituição, de ser o responsável pela fraude de R$ 4,3 bilhões descoberta no ano passado.

Em depoimento à Polícia Federal em 16 de dezembro de 2010, e que teve trechos exibidos ontem pela RedeTV!, Silva afirma que Aro foi o responsável pela fraude no banco.

O contador afirmou ainda que executivos do banco se beneficiaram da fraude por meio do pagamento de bônus.
A defesa de Aro, segundo a reportagem da RedeTV!, nega que ele tivesse relação com a fraude.

A principal hipótese é que a fraude contábil tenha sido feita para encobrir uma operação deficitária decorrente de custos elevadíssimos com comissões para lojistas e demais distribuidores de crédito associados a uma captação de recursos com taxas elevadas.

O PanAmericano foi comprado em janeiro pelo BTG Pactual por R$ 450 milhões.
A operação de compra do banco, então do apresentador Sílvio Santos, envolveu o empréstimo adicional de R$ 1,5 bilhão pelo Fundo Garantidor de Crédito ao PanAmericano.
Em novembro, o fundo já havia emprestado R$ 2,5 bilhões, recursos necessários para evitar a quebra do banco. (Fonte: Folha.com)


Lucro da Caixa sobe 4,5% no trimestre, para R$ 812,4 milhões

(Ana Carolina Oliveira)
A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 812,4 milhões no primeiro trimestre deste ano. Isso representa um crescimento de 4,5% em relação ao mesmo período de 2010, quando obteve lucro de R$ 777,5 milhões. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo banco.

Segundo a Caixa, o resultado se deve às operações de crédito, com concessões de R$ 46,3 bilhões, e do aumento de 13,5% no número de contas correntes.
As receitas de operação de crédito totalizaram R$ 6,2 bilhões e as de serviços registraram R$ 2,8 bilhões, crescimentos respectivos de 48,3% e 15,1%.

No acumulado de 12 meses, as operações de crédito do banco cresceram 41,5%, mais que o dobro em relação ao mercado (20,7%), totalizando R$ 190,5 bilhões.

De acordo com o banco, esse crescimento foi influenciado pelo crédito imobiliário, que atualmente é responsável por 61,5% das operações. As reservas que o banco faz para quem não saldar a dívida representam 6,4% da carteira.

O patrimônio liquido da Caixa atingiu R$ 17,5 bilhões, uma evolução de 27,2%, quando comparado ao primeiro trimestre do ano passado, e o retorno médio foi de 21,3%. Os valores dos repasses, com tributos e encargos sociais, à União, estados e municípios, somaram R$ 1,1 bilhão no trimestre.

HABITAÇÃO

No primeiro trimestre, o banco investiu R$ 14,5 bilhões em habitação, saldo de R$ 117,1 bilhões. Em relação ao mesmo período do ano passado, a evolução é de 50,5%, o que representa 75,8% do mercado de crédito imobiliário.

Do valor total de financiamentos, R$ 7,8 bilhões foram realizados com recursos da poupança, responsáveis por 44,7 mil unidades habitacionais, e R$ 5,2 bilhões, com linhas que utilizam o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), que totalizaram 75 mil moradias.

Além disso, foi destinado R$ 1,2 bilhão para subsídios e R$ 188,9 milhões para consórcio e arrendamentos residenciais.
Das unidades financiadas até março, 41% foram destinadas a pessoas na faixa de renda de até seis salários mínimos, onde se encontra o maior deficit habitacional.

Segundo a Caixa,a até o último dia 7, o banco já tinha destinado R$ 6,6 bilhões ao Programa Minha Casa Minha Vida. O beneficio foi para mais de 360 mil pessoas e, foram financiadas, 90 mil novas moradias. (Fonte: Folha.com)


Lucro do Banrisul sobe 73,4% e atinge R$ 211,3 milhões no 1º trimestre
Patrimônio da instituição alcançou R$ 4 bilhões no período

O Banrisul atingiu, no primeiro trimestre de 2011, lucro líquido de R$ 211,3 milhões. O resultado representa um crescimento de 73,4% sobre o resultado obtido no mesmo período do ano passado. O resultado gerado corresponde a uma rentabilidade de 23,3% ao ano, calculada sobre o patrimônio líquido médio.

O patrimônio líquido do Banrisul alcançou R$ 4 bilhões, ao final de março de 2011, com crescimento de 15,2% sobre o saldo de março de 2010. Já os ativos totais do banco apresentaram saldo de R$ 33 bilhões (10,3% a mais sobre março de 2010).
O volume de operações de crédito do Banrisul totalizou R$ 17,9 bilhões em março de 2011, com acréscimo de 21,5% sobre 2010. A carteira comercial pessoa física teve saldo de R$ 7,8 bilhões (alta de 20,5%).

De acordo com o presidente do Banrisul, Túlio Zamin, o desempenho nos três primeiros meses do ano, em comparação ao mesmo período de 2010, reflete a elevação das receitas de crédito, tesouraria e serviços, e a redução de despesas com provisões para crédito e despesas administrativas. Zamin frisou que o Banco está em negociação com a bandeira Visa, que também passará a ser aceita nas máquinas da Rede Banricompras.

-Faz parte da estratégia comercial o fortalecimento da Rede Banricompras que, desde março deste ano, está em condições de receber pagamentos com cartões da bandeira Mastercard_ disse. (Fonte: Zero Hora)

BB registra lucro 24,7% maior no 1º trimestre
O Banco do Brasil (BB) anunciou hoje um lucro líquido de R$ 2,932 bilhões no primeiro trimestre de 2011, o que indica uma alta de 24,7% em relação ao mesmo período do ano passado e uma queda de 26,7% ante os três últimos meses de 2010. O lucro do BB sem efeitos extraordinários foi de R$ 2,923 bilhões, o que representa uma alta de 42,2% em 12 meses e uma queda de 21,1% ante o trimestre anterior. A rentabilidade patrimonial do banco ficou em 24,9%.

O crescimento do lucro do banco público na comparação com o primeiro trimestre de 2010 foi puxado pelo aumento das operações de crédito, principalmente para pessoas físicas. A carteira total de empréstimos, incluindo avais e fianças, fechou março em R$ 397,5 bilhões, o que indica uma alta de 21,2% em 12 meses e de 2,4% ante dezembro. No segmento de pessoa física, a carteira cresceu 22,5% em 12 meses e 3% na comparação trimestral, com destaque para linhas como crédito consignado (alta de 19%) e financiamento de veículos (avanço de 36%). O saldo das operações ficou em R$ 116,5 bilhões no fim de março desde ano.

No segmento de pessoa jurídica, houve aumento de 16% em 12 meses e queda de 0,8% ante dezembro, com a carteira total fechando o primeiro trimestre de 2011 em R$ 148,6 bilhões. As linhas de médias e grandes empresas cresceram 18,6% em 12 meses e as de micros e pequenas companhias avançaram 11,4%. O BB encerrou o primeiro trimestre com ativos totais de R$ 866,6 bilhões, uma expansão de 19,6% em 12 meses. Com isso, o banco se consolida na posição de maior instituição financeira do Brasil, a frente do Itaú, que fechou com ativos de R$ 778 bilhões. O patrimônio líquido do BB foi de R$ 52,12 bilhões, uma alta de 38% em 12 meses.

O Itaú Unibanco ficou com o maior lucro entre os bancos brasileiros no primeiro trimestre, de R$ 3,53 bilhões. O Bradesco anunciou lucro de R$ 2,7 bilhões e o Santander, de R$ 1 bilhão, todos no padrão contábil brasileiro (BR Gaap).

Recorde O lucro líquido de R$ 2,932 bilhões do primeiro trimestre de 2011 foi recorde para um primeiro trimestre, informou o BB em seu balanço. A expansão anual do resultado foi impulsionada, segundo o banco, pelo crescimento do crédito, pelo controle de despesas e pela diversificação de receitas, com a área de seguros e cartões de crédito ganhando espaço. As receitas com prestação de serviços somaram R$ 4,1 bilhões no primeiro trimestre, uma expansão de 10,9% em 12 meses e uma queda de 4,6% ante o quarto trimestre de 2010. A redução trimestral ocorreu por fatores sazonais, por conta de um começo de ano tradicionalmente mais fraco para operações bancárias.

Nas despesas, os gastos com pessoal somaram R$ 3,272 bilhões, alta de 8,3% em 12 meses e queda de 5,2% na comparação trimestral. As despesas administrativas tiveram queda nos dois períodos, de 4,4% em um ano e de 10,5% no trimestre. A captação total do banco, que tem 55 milhões de clientes, atingiu R$ 561,3 bilhões entre os meses de janeiro a março, uma evolução de 12,1% em 12 meses.

O destaque foram as captações na caderneta de poupança e os depósitos a prazo, que totalizaram, respectivamente, R$ 90,5 bilhões e R$ 219 bilhões (alta de 15% e 11% em 12 meses). O lucro líquido contábil do banco cresceu 42,2% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, mas caiu 21,1% ante o quarto trimestre de 2010. A queda ocorreu por conta do menor ganho do BB no primeiro trimestre com o superávit do fundo de pensão do banco, a Previ.

Inadimplência
O índice de inadimplência do BB, considerando os atrasos acima de 90 dias, ficou em 2,1% no primeiro trimestre de 2011. Houve queda tanto na comparação com dezembro (2,3%) quanto ante os meses de janeiro a março do ano passado (3,1%). Segundo o banco, com a queda, o indicador volta para patamares anteriores à crise financeira internacional, de 2008. O movimento da inadimplência no BB foi o contrário do ocorreu nos bancos privados. No Bradesco e no Itaú, o indicador de calotes ficou estável no primeiro trimestre ante o período anterior.

O saldo das provisões para devedores duvidosos (PDD) do BB encerrou o trimestre em R$ 17 bilhões. As despesas com PDD ficaram em R$ 2,63 bilhões no primeiro trimestre, uma queda de 13,1%. Já o índice de Basileia - indicador que mede quanto o banco pode emprestar sem comprometer seu capital - ficou em 14,13% no primeiro trimestre, um nível maior que o do mesmo período do ano passado, de 13,7%. O Banco Central (BC) exige dos bancos brasileiros um índice mínimo de 11%. Com o atual índice Basileia, o BB pode expandir suas operações de crédito em até R$ 137,7 bilhões. (Fonte: Estadão)

Lucro do Itaú cresce 9,2% no 1º trimestre, para R$ 3,53 bilhões
O Itaú Unibanco registrou lucro líquido de R$ 3,53 bilhões no primeiro trimestre deste ano, com alta de 9,2% no confronto com igual período no ano passado.

A carteira de crédito do maior banco privado do país, incluindo operações de avais e fianças, atingiu R$ 344,86 bilhões ao final de março, com expansão de 21,9% em relação a igual intervalo em 2010.

Na comparação anual, os destaques foram as carteiras de cartão de crédito, crédito pessoal e crédito imobiliário, com aumento de 21,0%, 24,1% e 61,8%, respectivamente.

Já os empréstimos para empresas apresentaram acréscimo de 24,2% no período de 12 meses.
O índice de inadimplência, considerando atrasos superiores a 90 dias, permaneceu em março no mesmo patamar dos dois últimos trimestres, em 4,2%, mas apresentou queda ante o resultado do mesmo mês em 2010 (4,8%).

Os ativos do Itaú Unibanco chegaram a R$ 778,47 bilhões no final do primeiro trimestre, valor acima do resultado registrado um ano antes (R$ 630,23 bilhões). (Fonte: Folha.com)


Lucro do Santander no Brasil cresce 17,5% e atinge R$ 2,07 bi
O lucro l
íquido do banco Santander no Brasil atingiu R$ 2,071 bilhões no primeiro trimestre, com expansão de 17,5% na comparação com igual período do ano passado e alta de 8% em relação ao trimestre anterior.

A carteira de crédito chegou a R$ 164,598 bilhões, com alta de 17,6% em 12 meses. O segmento para pessoa física registrou crescimento de 21,5% nesse intervalo, com destaque para as modalidades consignado, imobiliário e cartões.

Já o volume de crédito para pequenas e médias empresas apresentou acréscimo de 27,7%.
A provisão para cobrir eventuais calotes recuou 18,4% ante o mesmo período em 2010, para R$ 2,059 bilhões no primeiro trimestre. Já a receita com recuperação de créditos registrou aumento de 217,7%.

O índice de inadimplência, considerando atrasos superiores a 90 dias, alcançou 6,1% no primeiro trimestre deste ano, ante 7,0% nos três primeiros meses de 2010.
Ontem (27), o Bradesco anunciou lucro líquido de R$ 2,702 bilhões no primeiro trimestre, resultado 28,5% acima do contabilizado no mesmo período do ano passado.

No mundo, o Santander teve lucro líquido de 2,11 bilhões de euros no primeiro trimestre, registrando queda anual de 4,8%. O ganho do banco na Espanha, que representa menos que o Brasil ou a Inglaterra para os negócios, caiu 31% nesse confronto. (Fonte: Folha.com)
 

Lucro do Bradesco cresce 28,5% no trimestre, para R$ 2,7 bilhões
As operações de crédito do banco atingiram R$ 284,7 bilhões, com crescimento de 21% em doze meses

O Bradesco apresentou lucro líquido contábil de R$ 2,702 bilhões nos três primeiros meses deste ano, com expansão de 28,5% perante os R$ 2,103 bilhões apurados em igual intervalo de 2010. Na comparação com o último trimestre do ano passado, contudo, o lucro caiu 9,5%.

Ajustado, o lucro da instituição ficou em R$ 2,738 bilhões, com ampliação de 27,5% no confronto com os R$ 2,147 bilhões verificados entre janeiro e março de 2010.

O resultado também foi melhor que os R$ 2,684 bilhões registrados no quarto trimestre do exercício passado.

As operações de crédito do banco - considerando avais, fianças, antecipação de recebíveis de cartão de crédito e cessões para Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios e Certificados de Recebíveis Imobiliários - atingiram R$ 284,7 bilhões, com crescimento de 21% em 12 meses.

Pelo critério expandido, considerando outras operações com risco de crédito originadas nas carteiras de pessoas jurídicas, a carteira de crédito atingiu R$ 304,4 bilhões em março, ampliação de 22,6% em 12 meses.

As despesas com provisão para devedores duvidosos situaram-se em R$ 2,360 bilhões nos três meses até março deste ano, contra R$ 2,188 bilhões em mesmo intervalo do calendário anterior. O índice de inadimplência superior a 90 dias correspondeu a 3,6%, redução de 0,8 ponto percentual em relação a março de 2010.

As despesas administrativas e de pessoal somaram R$ 5,576 bilhões, com elevação de 17% em relação aos R$ 4,767 bilhões de janeiro a março de 2010. O Bradesco apresentou ainda total de ativos de R$ 675,387 bilhões no primeiro trimestre, o que implica avanço de 26,8% ante os R$ 532,626 bilhões de um ano antes. (Fonte:Valor Online)


 
Ano Banco Período Lucro

2

0

1

0

Itaú/Unibanco 2010 R$ 13,3 bilhões
Banco do Brasil 2010 R$ 11,7 bilhões
Bradesco 2010 R$ 10,022 bilhões
Santander 2010 R$ 7,382 bilhões
Caixa 2010 R$ 3,8 bilhões
HSBC 2010 R$ 1,082 bilhão
Safra 2010 R$ 1,048 bilhão
Banrisul 2010 R$ 741,2 milhões
BMG 2010 R$ 605,7 milhões
BicBanco 2010 R$ 348,7 milhões
Mercantil do Brasil 2010 R$ 135,2 milhões
Paraná Banco 2010 R$ 117,4 milhões
Itaú/Unibanco 4º trimestre R$ 3,4 bilhões
Bradesco 4º trimestre R$ 2,987 bilhões
Bradesco 4º trimestre R$ 2,987 bilhões
Santander 4º trimestre R$ 1,918 bilhão
Banrisul 4º trimestre R$ 229,9 milhões
Paraná Banco 4º trimestre R$ 33,8 milhões
Itaú/Unibanco 3º trimestre R$ 3,034 bilhões
Banco do Brasil 3º trimestre R$ 2,578 bilhões
Bradesco 3º trimestre R$ 2,527 bilhões
Santander 3º trimestre R$ 1,935 bilhões
Caixa 3º trimestre R$ 750 milhões
Bicbanco 3º trimestre R$ 278,9 milhões
Banrisul 3º trimestre R$ 206,4 milhões
BMG 3º trimestre R$ 146,6 milhões
Itaú/Unibanco 1º semestre R$ 6,399 bilhões
Banco do Brasil 1º semestre R$ 5,1 bilhões
Bradesco 1º semestre R$ 4,602 bilhões
Santander 1º semestre R$ 2,02 bilhões
Caixa 1º semestre R$ 1,7 bilhões
Safra 1º semestre R$ 512,2 milhões
HSBC 1º semestre R$ 423 milhões
BMG 1º semestre R$ 352 milhões
Banrisul 1º semestre R$ 305 milhões
BicBanco 1º semestre R$ 178,4
Mercantil do Brasil 1º semestre R$ 120,891 milhões
Paraná Banco 1º semestre R$ 31,8 milhões
Itaú 1º trimestre R$ 3,234 bilhões
Banco do Brasil 1º trimestre R$ 2,35 bilhões
Bradesco 1º trimestre R$ 2,103 bilhões
Santander 1º trimestre R$ 1,015 bilhão
Caixa 1º trimestre R$ 777,5 milhões
HSBC 1º trimestre R$ 247 milhões
Banrisul 1º trimestre R$ 121,9 milhões
Mercantil do Brasil 1º trimestre R$ 113,5 milhões
Panamericano 1º trimestre R$ 44,2 milhões
Cruzeiro do Sul 1º trimestre R$ 39,7 milhões
Paraná Banco 1º trimestre R$ 22,3 milhões
Sofisa 1º trimestre R$ 10 milhões
 
Ano Banco Período Lucro

2

0

0

9

Banco do Brasil 2009 R$ 10,148 bilhões
Itaú Unibanco 2009 R$ 10,066 bilhões
Bradesco 2009 R$ 8,0 bilhões
BNDES 2009 R$ 6,7 bilhões
Santander Brasil 2009 R$ 5,5 bilhões
Caixa Econômica Federal 2009 R$ 2,9 bilhões
Banco Votorantim 2009 R$ 801,7 milhões
BMG 2009 R$ 522 milhões
Banco de Brasília (BRB) 2009 R$ 190,5 milhões
Paraná Banco 2009 R$ 104,3 milhões
Banco Pine 2009 R$ 85 milhões
Banco Cruzeiro do Sul 2009 R$ 81,9 milhões
Banco Rural 2009 R$ 50 milhões
Banpará 2009 R$ 43,69 milhões
Mercantil do Brasil 2009 R$ 40 milhões
Itaú Janeiro à setembro R$ 6,853 bilhões
BB Janeiro à setembro R$ 5,992 bilhões
Bradesco Janeiro à setembro R$ 5,831 bilhões
Caixa Econômica Federal Janeiro à setembro R$ 2,027 bilhões
Banrisul Janeiro à setembro R$ 356,8 milhões
BRB Janeiro à setembro R$ 134,4 milhões
Itaú 1º semestre R$ 4,586 bilhões
Bradesco 1º semestre R$ 4,02 bilhões
Banco do Brasil 1º semestre R$ 4,01 bilhões
HSBC 1º semestre R$ 2,1 bilhões
Santander 1º semestre R$ 1,874 bilhão
Caixa Econômica Federal 1º semestre R$ 1,158 bilhão
BNDES 1º semestre R$ 702 milhões
Banco Votorantim 1º semestre R$ 400,4 milhões
Banrisul 1º semestre R$ 210,8 milhões
BMG 1º semestre R$ 176 milhões
BicBanco 1º semestre R$ 156,3 milhões
Banco do Nordeste (BNB) 1º semestre R$ 133,8 milhões
Banco de Brasília (BRB) 1º semestre R$ 71,8 milhões
Paraná Banco 1º semestre R$ 54,1 milhões
Banco Mercantil do Brasil 1º semestre R$ 18,08 milhões
Banco Central do Brasil 1º semestre R$ 941 milhões
Itaú 1º trimestre R$ 2,015 bilhões
Bradesco 1º trimestre R$ 1,723 bilhão
Banco do Brasil 1º trimestre R$ 1,665 bilhão
Caixa Econômica Federal 1º trimestre R$ 452 milhões
Santander 1º trimestre R$ 416,4 milhões
Banrisul 1º trimestre R$ 106,5 milhões
BicBanco 1º trimestre R$ 74,3 milhões
Panamericano 1º trimestre R$ 17,5 milhões
 
Ano Banco Lucro

2

0

0

8

Banco Central R$ 13,345 bilhões
Banco do Brasil R$ 8,8 bilhões
Itaú R$ 7,803 bilhões
Bradesco R$ 7,62 bilhões
BNDES R$ 5,3 bilhões
Caixa Econômica Federal R$  3,88 bilhões
Santander Banespa R$ 2,8 bilhões
HSBC R$ 1,35 bilhão
Banco Safra R$ 843,4 milhões
Nossa Caixa R$ 646,5 milhões
Banrisul R$ 590,9 milhões
Bic Banco R$ 320,5 milhões
BMG R$ 240,7 milhões
Banco Panamericano R$ 236 milhões
Banco da Amazônia R$ 215,850 milhões
Pine R$ 157,487 milhões
Paraná Banco R$ 84 milhões
Nordeste R$ 83,5 milhões
Mercantil do Brasil R$ 43 milhões
 
Ano Banco Lucro

2

0

0

7

ABN Amro Real R$ 2,975 bilhões
Banco da Amazônia R$ 179,8 milhões
Banco do Brasil R$ 5,058 bilhões
Banco Panamericano R$ 200,9 milhões
Banco Safra R$ 830,922 milhões
Banco Volkswagem R$ 108,717 milhões
Banrisul R$ 916,4 milhões
Besc R$ 26,9 milhões
Bic Banco R$ 195,1 milhões
BMG R$ 507,59 milhões,
BNDES R$ 7,314 bilhões
Bradesco R$ 2,193 bilhões
Caixa Econômica Federal R$ 2,5 bilhões
HSBC R$ 1,24 bilhão
Itaú R$ 2,03 bilhões
Mercantil do Brasil R$ 36,723 milhões
Nordeste R$ 219,7 milhões
Nossa Caixa R$ 303,1 milhões
Paraná Banco R$ 67,78 milhões
Pine R$ 567 milhões.
Santander Banespa R$ 1,86 bilhão
Unibanco R$ 3,448 bilhões
Votorantin R$ 1,16 bilhão

 
Ano Banco Período Lucro

2

0

0

6

Bradesco 2006 R$ 6,646 bilhões
Itaú 2006 R$ 6,48 bilhões
BNDES 2006 R$ 6,3 bilhões
Banco do Brasil 2006 R$ 6,04 bilhões
CEF 2006 R$ 2,386 bilhões
Unibanco 2006 R$ 2,21 bilhões
ABN Amro Real 2006 R$ 2,05 bilhões
Santander Banespa 2006 R$ 1,26 bilhão
HSBC 2006 R$ 946,7 milhões
Nossa Caixa 2006 R$ 453,5 milhões
Banco do Nordeste 2006 R$ 202,7 milhões
BB 1º Semestre 2006 R$ 3,888 bilhões
BNDES 1º Semestre 2006 R$ 3,317 bilhões
Bradesco 1º Semestre 2006 R$ 3,132 bilhões
Itaú 1º Semestre 2006 R$ 2,958 bilhões
Unibanco 1º Semestre 2006 R$ 1,068 bilhão
Santander Banespa 1º Semestre 2006 R$ 473 milhões
Nossa Caixa 1º Semestre 2006 R$ 289,9 milhões
Banco do Nordeste 1º Semestre 2006 R$ 76,4 milhões
Banco do Brasil 1º Trimestre R$ 2,343 bilhões
Bradesco 1º Trimestre R$ 1,53 bilhão
Itaú 1º Trimestre R$ 1,460 bilhão
CEF 1º Trimestre R$ 699,5 milhões
Unibanco 1º Trimestre R$ 520 milhões
Banespa 1º Trimestre R$ 408,1 milhões
 
Ano Banco Período Lucro

2

0

0

5

Bradesco 2005 R$ 5,514 bilhões
Itaú 2005 R$ 5,251 bilhões
Banco do Brasil 2005 R$ 4,153 bilhões
CEF 2005 R$ 2,073 bilhões
Unibanco 2005 R$ 1,838 bilhão
Santander 2005 R$ 1,744 bilhão
HSBC 2005 R$ 850,2 milhões
Bradesco Janeiro a Setembro R$ 4,051 bilhões
Itaú Janeiro a Setembro R$ 3,827 bilhões
Banco do Brasil Janeiro a Setembro R$ 3,417 bilhão
Unibanco Janeiro a Setembro R$ 1,329 bilhão
Banespa Janeiro a Setembro R$ 1,297 bilhão
Nossa Caixa Janeiro a Setembro R$ 551,78 milhões
Bradesco 1º Semestre R$ 2,621 bilhões
Itaú 1º Semestre R$ 2,475 bilhões
Banco do Brasil 1º Semestre R$ 1,979 bilhão
CEF 1º Semestre R$ 937 milhões
Banespa 1º Semestre R$ 878 milhões
Bradesco 1º Trimestre R$ 1,205 bilhão
Itaú 1º Trimestre R$ 1,141 bilhão
BNDES 1º Trimestre R$ 1 bilhão
BB 1º Trimestre R$ 965 milhões
Unibanco 1º Trimestre R$ 401 milhões
Banespa 1º Trimestre R$ 330,9 milhões
Ano Banco  Período Lucro

2

0

0

4

Itaú 2004 R$ 3,776 bilhões
Bradesco 2004 R$ 3,060 bilhões
Banco do Brasil 2004 R$ 3,024 bilhões
BC 2004 R$ 2,537 bilhões
Banespa 2004 R$ 1,750 bilhão
BNDES 2004 R$ 1,5 bilhão
Caixa 2004 R$ 1,4 bilhão
Unibanco 2004 R$ 1,283 bilhão
HSBC 2004 R$ 426 milhões
Itaú Janeiro a Setembro R$ 2,745 bilhões
Bradesco Janeiro a Setembro R$ 2,002 bilhões
Banespa Janeiro a Setembro R$ 1,250 bilhão
Unibanco Janeiro a Setembro R$ 908 milhões
Nossa Caixa Janeiro a Setembro R$ 205 milhões
Itaú 1º semestre de 2004 R$ 1,825 bilhão
Banco do Brasil 1º semestre de 2004 R$ 1,42 bilhão
BNDES 1º semestre de 2004 R$ 1,4 bilhão
Bradesco 1º semestre de 2004 R$ 1,25 bilhão
Banespa 1º semestre de 2004 R$ 865,4 milhões
Real ABN Amro 1º semestre de 2004 R$ 689,8 milhões
Caixa 1º semestre de 2004 R$ 623,7 milhões
Unibanco 1º semestre de 2004 R$ 581 milhões
Votorantin  1º semestre de 2004 R$ 358,2 milhões
Safra 1º semestre de 2004 R$ 274,79 milhões
HSBC 1º semestre de 2004 R$ 194,9 milhões
Boston 1º semestre de 2004 R$ 191 milhões
Nossa Caixa 1º semestre de 2004 R$ 146 milhões
Rural 1º semestre de 2004 R$ 60 milhões
Mercantil do Brasil 1º semestre de 2004 R$ 17,238 milhões
Besc 1º semestre de 2004 R$ 12,3 milhões
Banpará 1º semestre de 2004 R$ 4 milhões
Itaú 1º trimestre de 2004 R$ 876,1 milhões
BB 1º trimestre de 2004 R$ 616 milhões
Bradesco 1º trimestre de 2004 R$ 608,7 milhões
Caixa 1º trimestre de 2004 R$ 404 milhões
Banespa 1º trimestre de 2004 R$ 327,4 milhões
Unibanco 1º trimestre de 2004 R$ 276 milhões
  • 2003
Ano Banco Período Lucro

2

 

0

 

0

 

3

Banco Central 2003 R$ 31,318 bilhões
Itaú 2003 R$ 3,152 bilhões
Banco do Brasil 2003 R$ 2,381 bilhões
Bradesco 2003 R$ 2,3 bilhões
Santander Banespa 2003 R$ 1,746 bilhão
Caixa Econômica Federal 2003 R$ 1,6 bilhão
Unibanco 2003 R$ 1,05 bilhão
Nossa Caixa 2003 R$ 449,3 milhões
Besc 2003 R$ 10,644 milhões
BC Janeiro à setembro R$ 29 bilhões
Itaú Janeiro à setembro R$ 2,298 bilhões
Banco do Brasil Janeiro à setembro R$ 1,744 bilhão
Bradesco Janeiro à setembro R$ 1,591 bilhão
Caixa Janeiro à setembro R$ 1,35 bilhão
Banespa Janeiro à setembro R$ 1,309 bilhão
Unibanco Janeiro à setembro R$ 761 milhões
Sudameris Janeiro à setembro R$ 133,329 milhões
Santander Central Hispano Janeiro à setembro US$ 2,27 bilhões
BC 1º Semestre R$ 24,181 bilhões
Itaú 1º Semestre R$ 1,490 bilhão
BB 1º Semestre R$ 1,079 bilhão
Banespa 1º Semestre R$ 1,067 bilhão
Bradesco 1º Semestre R$ 1,027 bilhão
CEF 1º Semestre R$ 860 milhões
Unibanco 1º Semestre R$ 491 milhões
ABN Amro 1º Semestre R$ 439 milhões
Nossa Caixa 1º Semestre R$ 250,3 milhões
HSBC 1º Semestre R$ 113,3 milhões
Paraná Banco 1º Semestre R$ 10,6 milhões

Santander/Banespa

1º Trimestre

R$ 830,049 milhões

Itaú

1º Trimestre

R$ 714 milhões

Bradesco

1º Trimestre

R$ 507,601 milhões

Banco do Brasil

1º Trimestre

R$ 479 milhões

Unibanco

1º Trimestre

R$ 218 milhões
BBV 1º Trimestre R$ 14,882 milhões