HSBC anuncia
lucro recorde no Brasil em 2008 e descarta demissões
O HSBC no Brasil anunciou nesta segunda-feira lucro líquido recorde de
R$ 1,35 bilhão em 2008, crescimento de 9% em relação a 2007. O banco
também informou que a demissão de mais de
6.000 funcionários, divulgada hoje em Londres, não vai atingir as
operações e os funcionários da instituição britânica no Brasil.
O banco iniciou suas operações no país em 26 de março de 1997 e tem hoje
2.502 pontos de atendimento. Conforme o balanço divulgado hoje, o ativo
total do HSBC no Brasil aumentou 58% em 2008, avançando de R$ 70,75
bilhões para R$ 112,1 bilhões.
"As operações de crédito tiveram papel preponderante no resultado
recorde do ano passado. Os ativos de crédito cresceram 27% em 2008, com
forte ênfase nos mercados de financiamento a pessoas físicas e a pessoas
jurídicas", informou a instituição financeira em comunicado.
Por outro lado, o HSBC elevou em 23% --para R$ 2,17 bilhões-- as
previsões contra devedores duvidosos, de acordo com uma "política
conservadora de concessão de crédito e em face à crise econômica
internacional, que afetou a liquidez e aumentou o risco das operações
financeiras no Brasil".
"Em 2008, continuamos a aumentar nosso capital, adotando uma política
conservadora em face ao cenário econômico global. Continuamos a ver o
crescimento do ativo total, devido à nossa forte capacidade de captação
de depósitos, e a manutenção de confortável nível de liquidez. Estivemos
sempre abertos para negócios, buscando oferecer aos nossos 10 milhões de
clientes soluções financeiras adequadas", afirmou Shaun Wallis,
presidente e CEO do HSBC Bank Brasil, em nota.
Europa
Em Londres, o HSBC informou queda de 70% do lucro líquido em 2008,
para US$ 5,728 bilhões e o fechamento da maioria das agências de crédito
ao consumidor HFC e Beneficial nos Estados Unidos, o que representará a
demissão de 6.100 trabalhadores no país. Segundo o diário financeiro
britânico "Financial Times" ("FT"), o banco vai fechar ainda 800
agências.
O grupo também informou redução de 28,9% dos dividendos em dólares para
o ano de 2008 e gastos por desvalorização de créditos e créditos de
risco de US$ 24,937 bilhões no ano passado, uma alta de US$ 7,695
bilhões em relação a 2007.
O HSBC, maior da Europa em termos de capitalização, também divulgou
aumento de capital de 12,5 bilhões de libras (US$ 17,7 bilhões), a maior
da história do Reino Unido. (Fonte: Folha Online)
Lucro do Banco da Amazônia cresce 20% em 2008
O
Banco da Amazônia informou hoje que registrou lucro líquido de R$
215,850 milhões em 2008, o que representa um aumento de 20,07% em
relação ao ano anterior, quando a instituição financeira obteve um lucro
líquido de R$ 179,766 milhões.
O resultado da carteira de créditos registrou crescimento de 8,0% em
relação a igual período de 2007, influenciado pelo maior volume de
aplicações que também refletiu no aumento da constituição de provisão
para risco de perda nessas operações.
As rendas de operações de créditos elevaram-se 35,5%, passando de
R$192,6 milhões em 2007 para R$261,0 milhões em 2008, devido ao aumento
do volume da carteira e das taxas cobradas na contratação de novas
operações.
O resultado de Títulos e Valores Mobiliários (TVM) encerrou 2008 com o
montante de R$479,7 milhões, o que corresponde a um crescimento de 25,5%
em relação à igual período do ano anterior, decorrente, principalmente,
da evolução dos principais indexadores dos títulos que compõem a
carteira e da estratégia de elevar nas aplicações em títulos privados
com maior rentabilidade.
O resultado bruto da intermediação financeira registrou evolução de 5%,
quando comparada a 2007, influenciado pelo resultado da carteira de TVM
e pelo aumento nas despesas de empréstimos e repasses.
As receitas de prestação de serviços tiveram crescimento de 9,4%,
influenciadas pela evolução na taxa de administração do FNO, face as
liberações ocorridas no período e das receitas de tarifas bancárias.
No ano de 2008, o banco provisionou, a título de juros sobre capital
próprio imputados aos dividendos mínimos obrigatórios, o montante de
R$109,7 milhões. Desse total, será deduzida a antecipação de R$9,2
milhões, com as devidas atualizações. (Fonte: JB Online)
Banco Safra
lucra R$ 843,4 milhões em 2008
O Banco Safra fechou o ano de 2008 com lucro líquido de R$ 843,4
milhões, pouco acima dos R$ 830,9 milhões apurados em 2007. Dados
divulgados hoje mostram que o retorno anualizado sobre o patrimônio
líquido médio de R$ 4,1 bilhões foi de 20,94%.
Em 2007 o percentual havia sido de 21,1% sobre um patrimônio líquido
médio de R$ 3,9 bilhões.
Em curto comentário, o banco afirma que a principal estratégia para
lidar com os efeitos da crise foi priorizar a administração do crédito
com "medidas de controle" para preservar a qualidade da carteira, que
possui, segundo o Safra, 93% dos créditos com classificações de risco
AA, A e B. (Fonte: Valor Online)
Lucro do
banco Nossa Caixa, vendido ao BB, sobe 113% e soma R$ 646,5 milhões
A Nossa Caixa anunciou nesta quinta-feira que obteve lucro de R$ 646,5
milhões em 2008, com alta de 113,3% sobre o apurado em 2007. Segundo o
banco, que foi vendido ao Banco do Brasil no final do ano passado, as
altas nas rendas com intermediação financeira especialmente em crédito e
títulos públicos e tarifas foram responsáveis pelo crescimento dos
ganhos. A carteira de crédito do banco encerrou o ano passado com saldo
de R$ 12,9 bilhões, com crescimento de 47,6% sobre os R$ 8,7 bilhões de
2007. Com isso, a Nossa Caixa ganhou espaço no mercado de crédito, já
que o crescimento de todo o sistema financeiro foi menor (31,1%). A
carteira para pessoa física avançou 49,7% em 2008, para R$ 9,9 bilhões.
Já o de pessoa jurídica atingiu R$ 3 bilhões, com avanço de 40,9%. "O
crédito às pessoas físicas, em especial o crédito consignado, foi o que
apresentou o incremento mais significativo para esta evolução do total
das operações de crédito", informou o banco em nota ao mercado. A compra
de carteiras de crédito, especialmente de consignado, teve forte
importância neste crescimento. Ao longo de 2008, a Nossa Caixa comprou
carteiras de seis instituições financeiras no total de R$ 1,9 bilhão. "A
aquisição dessas operações teve início em março de 2008 e fez parte de
estratégia adotada para fortalecer a carteira de crédito do banco",
explicou a Nossa Caixa. "O Banco Nossa Caixa tem dado preferência à
compra de crédito consignado, mas também estuda a aquisição de novas
carteiras de veículos e de pessoa jurídica com garantias reais." Os
índices de inadimplência apresentaram redução no ano passado, fechando
em 4,6% nos casos de atraso de mais de 59 dias 2 pontos percentuais a
menos do que em 2007. Mesmo assim, o banco decidiu elevar em 14,9% sua
provisão para créditos de liquidação duvidosa, que agora possui R$ 718,1
milhões, sob a justificativa de que a inadimplência deve se elevar nos
próximos meses devido ao aumento do desemprego no país. Outra provisão
que teve um forte crescimento foi a de contingências cíveis, que passou
a R$ 805,5 milhões 25,4% maior do que no ano anterior. Essa provisão é
utilizada pelo banco principalmente para o pagamento de diferenças de
remuneração da poupança causados pelos planos econômicos Verão e
Bresser. A crise também se fez presente no aumento das despesas com
intermediação financeira. Elas cresceram 25,8%, para R$ 4,6 bilhões.
Além das provisões, outra despesa que cresceu fortemente foi a de
captação de recursos, que avançou 25,6% "devido ao aumento no volume de
recursos captados e das taxas que remuneram estes recursos." (Fonte:
Folha Online)
HSBC anuncia
queda de 70% em lucro e deve demitir mais de 6.000 funcionários
O banco britânico HSBC maior da Europa em termos de capitalização
anunciou nesta segunda-feira um aumento de capital de 12,5 bilhões de
libras (US$ 18 bilhões), depois de registrar uma queda de 70% do lucro
líquido em 2008, a 5,728 bilhões de dólares.
O aumento de capital é o maior da história da Grã-Bretanha.
O HSBC anunciou ainda o fechamento da maioria das agências de crédito ao
consumidor HFC e Beneficial nos Estados Unidos, o que representará a
demissão de 6.100 trabalhadores.
O grupo também revelou uma redução de 28,9% dos dividendos em dólares
para o ano de 2008, a 64 centavos, o que representa uma queda de 15% em
libras esterlinas.
O gigante bancário britânico anunciou que os gastos por desvalorização
de créditos e créditos de risco chegaram a 24,937 bilhões de dólares em
2008, uma alta de US$ 7,695 bilhões em relação a 2007.
Bancos
O resultado do HSBC chega depois das divulgações pouco animadoras do
setor bancário britânico na semana passada. O grupo bancário britânico
Lloyds apresentou na sexta-feira (27) um lucro de 819 milhões de libras
(US$ 1,162 bilhão) em 2008, uma queda de 75% frente ao ano anterior. Um
dia antes o Royal Bank of Scotland (RBS) apresentou um prejuízo de
24,137 bilhões de libras (cerca de US$ 34,4 bilhões) referente a 2008, o
maior da história empresarial britânica. (Fonte: Folha Online)
Itaú-Unibanco
lucra R$ 7,8 bilhões em 2008
O grupo financeiro Itaú-Unibanco anunciou nesta quarta-feira que teve um
lucro de R$ 10 bilhões pelo critério "pro forma" no ano de 2008, ante
ganho de R$ 11,921 bilhões no exercício anterior. Pelo critério
contábil, o resultado da fusão, anunciada em novembro, foi de R$ 7,803
bilhões, ante R$ 8,474 bilhões em 2007, o que significa um decréscimo de
7,9%. Somente o Itaú teve um lucro líquido de R$ 7,71 bilhões ante R$
7,17 bilhões no exercício anterior, em um incremento de 7,51%. Já o
Unibanco apurou resultado de R$ 2,85 bilhões ante R$ 2,60 bilhões em
2007, em um avanço de 9,7%. Ambos os resultados são "pro forma". No
último dia 19, o Banco do Brasil apresentou um lucro de R$ 8,8 bilhões
em 2008, um crescimento de 74% em relação a 2007. No quarto trimestre do
ano passado, o crescimento do lucro foi de 142% sobre o mesmo período do
ano anterior, chegando a R$ 2,9 bilhões. O Bradesco, em 2007, teve um
lucro de R$ 8,010 bilhões, enquanto o lucro do ano passado, divulgado no
início deste mês, foi de R$ 7,620 bilhões 4,87% menor que o do ano
anterior.
Crédito
A carteira de crédito do novo banco atingiu R$ 271,93 bilhões no
exercício de 2008, número 34% superior às operações registradas em 2007.
Os empréstimos para empresas totalizavam um saldo de R$ 153,46 bilhões
no final de ano passado, em um crescimento de 41,9%. Nesse carteira, o
destaque fica por conta para as operações dirigidas para grandes
empresas (saldo de R$ 100,84 bilhões), em que houve um avanço de 41,2%.
Nas operações para pessoas físicas, com saldo de R$ 93,17 bilhões, o
incremento foi de 24,3%. O destaque dessa carteira foi a parcela
dirigida para o financiamento de veículos (saldo de R$ 47,85 bilhões),
em que houve um crescimento de 35,8%. O novo banco, com ativos
calculados em R$ 632,7 bilhões, registrou um base de 590.467 clientes, o
que é número 17,4% maior que a base de correntistas do exercício
anterior. O montante de depósitos à vista remonta a R$ 28 bilhões, em um
decréscimo de 26,9% sobre o número apurado em 2007. Os depósitos a
prazo, no entanto, mais que dobraram (206,2%) e alcançaram R$ 118,9
bilhões.
Ações
A diretoria do Unibanco-Itaú também informou hoje que as ações do banco
Unibanco e da holding serão convertidas para as novas ações do
conglomerado financeiro. O papel mais movimentado pelos investidores, a
"unit" (recibo de ações) será trocada na proporção de 1,73 por 1. Ainda
de acordo com o comunicado, as sobras decorrentes das frações de ações
devem ser leiloados na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) e
posteriormente creditadas na conta do acionista. (Fonte: Folha Online)
Banco
Mercantil do Brasil tem resultado 17% maior
O Banco Mercantil do Brasil (BMB) teve em 2008 um lucro líquido de R$ 43
milhões, 17% acima do de 2007, em um resultado afetado pela decisão da
instituição em aumentar as provisões para risco de crédito. Prevendo o
crescimento da taxa de inadimplência tanto de pessoas físicas quanto de
pessoas jurídicas, a instituição optou por destinar para este fim parte
dos R$ 90 milhões da entrada líquida de recursos da venda da seguradora
Minas Brasil para o grupo suíço Zurich. As provisões tiveram um
incremento de R$ 41 milhões. Segundo o vice-presidente executivo da
instituição, André Brasil, a taxa de inadimplência das pessoas físicas
saltou do nível histórico de 4,5% para 7% em janeiro e das pessoas
jurídicas evoluiu de 1,4% para 2%. "Optamos por obter um resultado
contabilmente menor para nos anteciparmos a uma tendência clara do
mercado", disse. O balanço global de 2008 mostra um aumento de 11% nos
depósitos a prazo, que passaram de R$ 2,4 bilhões para R$ 2,7 bilhões.
Mas no segundo semestre do ano passado houve uma queda de 8% nestas
aplicações, sendo 17% entre as pessoas jurídicas. De acordo com Brasil,
esta queda representou uma perda de cerca de R$ 400 milhões, compensada
pelo aumento de disponibilidade resultante de pagamento de operações de
crédito, que atingiram o patamar de R$ 500 milhões na segunda metade do
ano. "A tendência do final de 2008 já mostra sinais de reversão. Neste
mês de fevereiro, a projeção é que as captações já superem os resgates",
disse. A inadimplência em alta fez com que as taxas de juro praticadas
pelo BMB subissem este ano. A linha para capital de giro, por exemplo,
está em 10% ao ano. Brasil disse não saber dizer qual o valor médio para
esta linha ao longo de 2008. Para 2009, o BMB trabalha em um cenário
relativamente otimista, projetando crescimento do PIB nacional de 2% e a
taxa Selic em 10,75% no mês de dezembro. O BMB prevê uma expansão na
carteira de crédito de 17%, puxada pelo crédito consignado e pelas
operações com pessoas físicas. Segundo Brasil, este resultado , se
confirmado, mostrará uma desaceleração em relação a 2008, quando o
crédito da pessoa física se expandiu em 29%. O resultado do patrimônio
foi afetado contabilmente pela venda da seguradora. Em 2008, o balanço
consolidado do grupo mostrou ativos de R$ 559,4 milhões, ante R$ 562,1
milhões em 2007. O patrimônio exclusivo do banco passou de R$ 502
milhões para R$ 521 milhões. O banco ainda diminuiu em 2008 a sua
captação externa. As emissões de títulos no exterior caíram de US$ 465
milhões no ano retrasado para US$ 389 milhões no ano passado. A razão
foi um pagamento feito pelo BMB no final de 2008 de US$ 76 milhões a
seus investidores. Com 2,6 mil funcionários para as suas 150 agências, o
BMB demitiu no ano passado 130 empregados que atuavam na operação de
crédito para a compra de automóveis. Segundo Brasil, de longe esta foi a
operação mais atingida com a retração econômica. O BMB manteve os
programas que preveem participação nos resultados, e deve distribuir
para os funcionários R$ 18 milhões. Sediado em Belo Horizonte, o BMB
concentra no Estado a metade da sua rede de atendimento e realiza em
Minas Gerais 60% de seus negócios. Embora o PIB industrial mineiro tenha
registrado no ano passado retração acima da média nacional, Brasil
discorda da avaliação de que o Estado será o mais afetado pela crise
global. "A economia mineira diversificou-se acima do que usualmente se
supõe nos últimos cinco anos e o peso dos setores mais diretamente
atingidos, como o automotivo, o siderúrgico e o mineral exportador,
diminuíram a sua importância relativa frente a outros que ainda não
sentiram o impacto da crise, como o da indústria de alimentos para o
consumo doméstico, por exemplo", disse. (Fonte: Valor Econômico)
PanAmericano
tem lucro 17% maior e o crédito soma R$ 8,9 bi
O Banco PanAmericano conseguiu em 2008 um lucro líquido 17,4% superior
ao ano anterior, alcançando R$ 236 milhões. O patrimônio líquido (PL) da
instituição teve um incremento de 11,4%, a R$ 1,45 bilhão.
A carteira de crédito total do banco do Grupo Silvio Santos, incluindo
as empresas coligadas e considerando as cessões de crédito, chegou a R$
8,9 bilhões ao fim do ano passado, uma expansão de 25,2% em relação a
2007. Os destaques foram o leasing, que chegou a um estoque 107%
superior, empréstimos consignados, 78% maior, e crédito ao consumidor
aumento de 18,2%.
Segundo comunicado emitido pela instituição, para se adaptar ao cenário
estabelecido depois de 15 de setembro do ano passado, com o agravamento
da crise, a administração passou a se nortear pelo controle de custos e
priorização da liquidez, "o que resultou em readequação do mix de
produtos, terceirização de lojas e redução do quadro de colaboradores".
O PanAmericano ainda informa que espera um maior ganho de produtividade,
"visto que a capacidade de originação de operações de créditos não foi
comprometida, mas racionalizada com a manutenção de sua abrangência
geográfica".
A política de concessão de crédito também foi revisada e adaptada para
trabalhar com um potencial aumento da inadimplência.
O Banco PanAmericano iniciou, ainda em 2008, um plano de recompra de
ações de emissão própria, para permanência em tesouraria e posterior
alienação ou cancelamento, sem redução do capital social.
Segundo informa a instituição no comunicado, "a quantidade de ações a
serem adquiridas é de até 7.004.260 ações preferenciais, equivalentes a
10% do total de ações da companhia em circulação. Em 31 de dezembro de
2008, o banco possuía em tesouraria 6.936.010 ações preferenciais,
adquiridas pelo montante de R$ 24 milhões". (Fonte:
DCI)
Banco Central
teve lucro de R$ 13,345 bilhões no ano passado
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje (19) o balanço de 2008
do Banco Central (BC), consolidado, em reunião da diretoria do banco. De
acordo com os números apresentados pelo diretor de Administração do BC,
Anthero Meirelles, o lucro do banco no segundo semestre do ano passado
foi de R$ 10,172 bilhões, sem considerar os resultados obtidos com
reservas e swap cambial. Com o resultado do segundo semestre, o lucro do
BC em 2008 chegou a R$ 13,345 bilhões. Foi um resultado bem diferente de
2007, quando a instituição registrou um prejuízo de R$ 47,514 bilhões. O
desempenho positivo do ano passado se deve aos efeitos da desvalorização
do real frente ao dólar que deu um ganho contábil de R$ 153,3 bilhões ao
BC Ele disse que, por força da Lei 11.803, os resultados com reservas e
swap cambial não são computados para efeito de balanço, mas são
considerados como resultado para transferência ao Tesouro Nacional, pela
autoridade monetária. Então, como o BC obteve saldo positivo de R$ 171,4
bilhões com essas operações no segundo semestre de 2008, o total a ser
repassado para o Tesouro é de R$ 181,5 bilhões. Anthero afirmou que o
balanço do BC “reflete bem todas as medidas adotadas pelo banco para
reduzir os efeitos da crise financeira internacional”, que se deteriorou
depois da quebra do banco de investimentos norte-americano Lehman
Brothers, em 15 de setembro do ano passado. Segundo ele, o resultado
representa principalmente a diferença entre receitas e despesas, com
juros incidentes sobre as operações em moeda local, tais como
negociações com títulos em carteira e operações compromissadas, bem como
a remuneração da conta única do Tesouro e dos depósitos compulsórios que
os bancos são obrigados a recolher ao BC. O diretor do BC disse que o
balanço patrimonial, a demonstração do resultado e as correspondentes
notas explicativas do BC estão disponíveis no endereço eletrônico do
banco na internet (www.bcb.gov.br).
O CMN também acolheu três votos do Ministério da Fazenda para ampliação
das contratações de crédito no mercado. O primeiro deles altera normas
sobre a cobertura de risco de crédito às operações de empréstimo de
capital de giro, destinadas às empresas de construção civil. O segundo
voto estabelece linha de financiamento do Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para operações de crédito no
âmbito do Programa de Intervenções Viárias (Provias). O terceiro voto
aumenta os limites para contratação de crédito em ações de saneamento
ambiental ligadas ao Programa de Atendimento Habitacional (Pró-Moradia)
e aos projetos multissetoriais integrados (PMI). (Fonte: Agência Brasil)
BicBanco
eleva provisões, mas tem lucro 76% maior em 2008
O BicBanco registrou lucro líquido de R$ 320,5 milhões em 2008, um
avanço de 76,2% na comparação com 2007. Apesar do bom resultado
acumulado em todo o período, o quarto trimestre apresentou uma forte
queda em relação ao mesmo período de 2007, e ao terceiro trimestre de
2008. Nos três últimos meses do ano passado, os ganhos foram de R$ 20,3
milhões, uma queda de 80,4% em relação ao período anterior e de 59,8% na
comparação com o quarto trimestre de 2007. O vice-presidente executivo
do BicBanco, Milto Bardini, explica que a desaceleração registrada no
último trimestre do ano é resultado do maior provisionamento para
crédito de liquidação duvidosa, provocado pela perspectiva de piora na
inadimplência para o início deste ano. "Nós optamos por sacrificar o
lucro ao final do ano para termos uma segurança maior contra um aumento
do nível de risco de crédito que devemos ver em 2009", afirma. As
despesas com provisão em 2008 ficaram em R$ 207,4 milhões, contra R$
90,6 milhões em 2007. Sem os efeitos da maior provisão feita nos três
últimos meses do ano, o lucro do BicBanco seria de R$ 381,5 milhões, o
que significaria um avanço de quase 110% em relação ao ano anterior.
Mesmo com uma perspectiva de piora nos riscos, o nível de inadimplência
do banco continua baixo em relação a média apresentada pelo setor
bancário. "Ao final de 2008, as operações em atraso correspondiam a 1,6%
da carteira total. Esse índice é baixo se comparado com os grandes do
setor, mas devemos lembrar que eles atuam no varejo, que puxa esse
número para cima. No nosso caso, é um índice dentro do controle, mas que
apresentou leve crescimento no ano passado", conta Bardini. A carteira
de crédito total do banco fechou o ano em R$ 8,1 bilhões, uma expansão
de 5,9% em relação ao final de 2007. Se comparado ao fechamento do
terceiro trimestre do ano passado, houve uma retração de 17,3%. Segundo
Bardini, essa queda é efeito direto da crise, já que não só a demanda
caiu, como também caíram os depósitos a prazo, principal meio de
captação da instituição. "Neste ano, já vejo um início de recuperação,
tanto na demanda por crédito quanto na procura por Cédulas de Depósito
Bancário (CDB). Já há segurança maior por parte das empresas para voltar
a poupar recursos." No ano passado, o BicBanco registrou uma captação
total de R$ 8,8 bilhões, aumento de 27,3% em relação ao ano anterior. No
trimestre, houve uma queda de 12,3% em relação aos três meses
anteriores. O vice-presidente do BicBanco ressalta que a instituição não
recorre à venda de carteira para captar recursos. "Da maneira como vejo
o cenário, posso garantir que vamos continuar sem ceder carteira em
2009. Não necessitamos recorrer a este instrumento", afirma. Além do
retorno dos investidores, Bardini chama a atenção também para o maior
volume de recursos em caixa, da companhia. Ao final de 2008, o banco
registrava um volume de R$ 1,9 bilhão, contra R$ 1,1 bilhão em setembro
do mesmo ano, e R$ 945 milhões em junho.
Perspectivas
Bardini afirma que, devido ao cenário atual, o banco resolveu até
encurtar o prazo de suas projeções para este ano. "Não traçamos um
cenário para todo o ano porque seria muito temerário, a situação ainda
não é muito clara. Mas o que esperamos é repetir, neste primeiro
trimestre, os resultados apurados nos últimos três meses do ano passado,
e, a partir do segundo trimestre, já verificarmos um início de
recuperação na demanda por crédito, e consequentemente, nos nossos
resultados." Ele também espera que a rentabilidade melhore somente a
partir do segundo semestre. Em todo o ano passado, o retorno sobre
patrimônio líquido do BicBanco ficou em 19,7%, contra 18,7% em 2008. O
índice poderia ter sido ainda melhor, não fosse o quarto trimestre,
quando o retorno sobre o patrimônio ficou abaixo dos 5%. Excluídas as
provisões extras feitas pelo banco, o patrimônio no ano teria sido de
23,6%. Bardini pretende também melhorar o nível de crédito em relação ao
patrimônio de referência do banco, índice conhecido como Basiléia 2.
"Fechamos o ano com um índice de 19,2%. Ainda está alto demais, queremos
diminuir essa relação ao longo deste ano", afirma. Este índice serve
para limitar o nível de risco dos bancos, que podem chegar a até 11% do
seu patrimônio de referência comprometido com operações de crédito. Até
o final do mês de março, o Banco Central coloca, em audiência pública,
discussão sobre a publicação do nível de risco dos bancos em operações
estruturadas, principalmente em derivativos de juros e câmbio. A
intenção da autoridade monetária é fazer com que as instituições
divulguem, pela Internet, detalhamento das suas operações, além de
possíveis ganhos e perdas com estes instrumentos. (Fonte: DCI)
Lucro do
Banco do Brasil cresce 74% em 2008 e bate recorde
O lucro do Banco do Brasil em 2008 registrou um crescimento de 74% em
relação ao de 2007, e ficou R$ 8,8 bilhões. No quarto trimestre do ano
passado, o crescimento do lucro foi de 142% sobre o mesmo período de
2007, chegando a R$ 2,9 bilhões. Os resultados foram divulgados nesta
quinta-feira. O lucro do Banco do Brasil no ano passado, assim,
estabelece um novo recorde.
O Bradesco, em 2007, teve um lucro de R$ 8,010 bilhões; o lucro do ano
passado, divulgado no início deste mês, foi de R$ 7,620 bilhões 4,87%
menor que o do ano anterior. O lucro do Itaú, por sua vez, praticamente
dobrou em 2007, com um crescimento de 96,66%, ficando
em R$ 8,474 bilhões os resultados do Itaú referentes ao ano
passado ainda não foram divulgados.
Os ativos totais do banco cresceram 14,1% no trimestre passado e 38,2%
em 12 meses, alcançando R$ 507,3 bilhões. A carteira de crédito alcançou
R$ 224,8 bilhões, expansão de 39,9% em 12 meses e de 11,2% no trimestre.
Incluindo garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários
privados, a carteira de crédito atingiu R$ 237,2 bilhões, crescimento de
11% no trimestre.
A carteira de crédito doméstica cresceu 40,4% em 12 meses e 10,8% no
trimestre, superando o crescimento da indústria, de 6,5% no trimestre e
31,1% em doze meses.
O crédito a pessoas físicas cresceu 52,5% em um ano e 12,4% na
comparação trimestral, chegando a R$ 48,8 bilhões. Os principais
destaques foram o CDC Consignação e o Financiamento a Veículos, com
crescimento em 12 meses de 48,4% e 120,7% respectivamente. Com saldo de
R$ 17,626 bilhões ao final do trimestre, o crédito consignado se
consolida como carro-chefe do crédito à pessoa física no Banco.
O crédito total a pessoas jurídicas (segmentos de microempresas e de
médias e grandes Empresas) atingiu R$ 97,192 bilhões, expansão de 48,4%
em relação ao quarto trimestre de 2007 e de 13,9% em relação ao terceiro
trimestre do ano passado, com destaque para as linhas de capital de giro
e investimento, que tiveram crescimento em 12 meses de 73,5% e 43,4%
respectivamente. Ajustando o efeito das incorporações e carteiras
adquiridas, o crescimento na carteira de pessoa jurídica teria sido de
48,2% no ano.
O banco destacou a compra no ano passado do Banco do Estado do Piauí (BEP),
por R$ 81,7 milhões, e do Besc (Banco do Estado de Santa Catarina), por
R$ 685 milhões. O Banco do Brasil também fechou a compra da Nossa Caixa
que pertencia ao Estado de São Paulo-por R$ 5,386 bilhões.
(Fonte: Folha Online)
Lucro do Banco do Nordeste reduz
O lucro líquido do
Banco do Nordeste encolheu 26,2% no último trimestre de 2008 ante igual
período do ano anterior. Provisões de crédito e trabalhistas e
deferimentos fiscais no montante de R$ 175 milhões levaram à redução do
resultado de R$ 113,1 milhões para R$ 83,5 milhões, além das maiores
despesas.
Na parte operacional, a receita da intermediação financeira praticamente
dobrou, para R$ 900 milhões. Em uma maior proporção, as despesas se
elevaram de R$ 253 milhões para R$ 642 milhões.
Segundo João Francisco Freitas Peixoto, superintendente de controle do
Banco do Nordeste, a redução do lucro não está relacionada com a crise.
"O que mais pesou na provisão dos crédito foi o caso de uma empresa que
já vinha enfrentando problemas ao longo do ano todo e acabou entrando em
recuperação judicial", explica. Só com essa companhia, a provisão foi de
R$ 90 milhões.
Apesar da queda do resultado nos últimos três meses de 2008, no
acumulado do ano a instituição registrou R$ 421 milhões de lucro
líquido, soma 91,6% maior do que a obtida em 2007.
As receitas de intermediação financeira subiram de R$ 1,5 bilhão em 2007
para R$ 2,4 bilhões no ano passado. No mesmo período, as contratações de
novas operações de crédito foram de R$ 13,3 bilhões, um valor recorde
para o Banco do Nordeste e 77,7% maior ante o ano anterior.
O maior responsável por esse acréscimo foi o Fundo Constitucional de
Financiamento do Nordeste (FNE), com R$ 7,7 bilhões contratados. O setor
que mais demandou recursos do fundo foi o rural, abocanhando R$ 2,7
bilhões. Porém, o segmento que observou o maior crescimento da demanda
foi o de infraestrutura, que subiu 197%, para R$ 1,3 bilhão.
Nas operações de curto prazo também houve crescimento. Elas aumentaram
71%, alcançando R$ 4,2 bilhões. O destaque, de acordo com o Banco do
Nordeste, ficou com o crédito comercial, que subiu 102,4%, para R$ 2,6
bilhões.
No microcrédito, representado pelo Crediamigo, o valor dos empréstimos
subiu 37%, chegando a R$ 1 bilhão. O número de operações passou de 824,7
mil para 1 milhão. (Fonte: Valor Econômico)
Lucro do
BNDES cai 27,4% e encerra ano em R$ 5,3 bilhões
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social),
principal agente do governo usado no combate à crise internacional,
obteve lucro líquido de R$ 5,3 bilhões em 2008, o que repesenta queda de
27,4% frente ao ano anterior.
O banco alegou que a redução no lucro deveu-se principalmente ao menor
resultado bruto oriundo das intermediações financeiras, que ficaram em
R$ 3,8 bilhões no ano passado, ante R$ 4,7 bilhões em 2007, e à redução
de receitas com reversão de provisão para risco de crédito. Em 2008, as
provisões atingiram R$ 445 milhões, abaixo dos R$ 1,3 bilhão constatado
em 2007 a situação reflete a "alta qualidade da carteira de crédito do
BNDES e seu baixo nível de inadimplência", segundo o banco.
Em comunicado, o BNDEs destaca que o menor resultado bruto nas
intermediações financeiras ocorreu em função da redução dos "spreads"
cobrados nas operações de financiamento a diferença entre o custo de
captação do dinheiro para os bancos e a taxa de juros cobrada dos
clientes para emprestá-lo.
"A medida contribuiu para a redução do custo total dos
financiamentos do banco, favorecendo, dessa forma, novos investimentos
na economia", afirma a nota.
O patrimônio líquido do sistema BNDES totalizou R$ 25,3 bilhões, o
correspondente a um patrimônio de referência de R$ 42,5 bilhões em 31 de
dezembro de 2008. Um ano antes, esse patrimônio de referência não
passava de R$ 41,5 bilhões. O patrimônio de referência é a base
utilizada pelo Banco Central para estabelecer limites prudenciais que
devem ser seguidos por todas as instituições financeiras. Quanto maior
for o patrimônio de referência do BNDES, maior sua capacidade de
conceder crédito.
Os ativos totais do BNDES somaram R$ 277,3 bilhões ao final de 2008,
alta de 36,8% em relação ao ano anterior. Deste total, 77,9% estão
representados pela carteira líquida de financiamentos e repasses.
O resultado com participações societárias do banco ficou praticamente
estável R$ 6,1 bilhões em 2008, ante R$ 6 bilhões no ano anterior.
Destacaram-se a alienação de títulos e valores mobiliários, no montante
de R$ 4,6 bilhões, derivado da venda de participações societárias de
ArcelorMittal, CSN e Aços Villares. Finalizada no segundo trimestre de
2008, o negócio tem resultados brutos somados que representaram 79,3% do
total obtido no exercício de 2008 com alienações.
A receita de dividendos e juros sobre o capital próprio somou R$ 2,1
bilhões, com destaque para Petrobras (R$ 700 milhões). Foi feita ainda
provisão de R$ 700 milhões para perdas em investimentos, mediante estudo
realizado pela área de Mercado de Capitais do BNDES.
O nível de inadimplência representou 0,15% da carteira total. Segundo o
BNDES, a crise financeira não afetou a qualidade da carteira, sendo que
98,2% do total dos créditos concedidos foram classificados entre os
níveis de risco AA e C.
O índice de exposição ao setor público ficou 17,1%, abaixo dos 45%
limitados pelo Banco Central. O balanço do banco informa ainda que foram
captados R$ 22,5 bilhões junto ao Tesouro Nacional e R$ 7 bilhões em
recursos do FGTS para complementar o orçamento do banco. No ano passado,
o BNDES liberou um volume recorde de R$ 92 bilhões para financiamentos.
O BNDES fez ainda saldo de provisão para risco de crédito de R$ 4,6
bilhões. Segundo o banco, o valor equivale a 13,9 vezes a carteira de
créditos inadimplentes.
"Isso significa que o montante provisionado é mais do que suficiente
para cobrir possíveis perdas com créditos inadimplentes", completa o
banco, em comunicado. (Fonte: Folha Online)
Lucro do
Banco Pine recua em 2008, mas cresce no quarto trimestre
O lucro líquido do Banco Pine atingiu R$ 157,487 milhões em 2008, uma
queda de 5% em relação ao resultado de 2007, de R$ 165,737 milhões.
Apenas no quarto trimestre, o banco conseguiu R$ 38,798, alta de 16%
ante o trimestre anterior, em que teve um lucro líquido de R$ 33,429
milhões. O banco ainda conseguiu um retorno de 19,4% sobre o patrimônio
líquido médio, em 2008. Só no quarto trimestre, o retorno ficou em
20,1%. Segundo o banco, a alta no período de agravamento da crise se
deve à "a estratégia cautelosa na concessão de crédito, reforçando
garantias, e enfocando em empresas robustas com fundamentos mais
atrativos". Apesar de uma queda de 13,1% no trimestre na carteira de
empresas, a R$ 3,070 bilhões, e de 12,7% no crédito total, a R$ 4,264
bilhões, o banco conseguiu resultados melhores graças a incremento no
spread e na receita de prestação de serviços. "Mantemos uma postura
cautelosa frente à redução de liquidez, e desalavancamos nossas
operações e aumentamos o provisionamento para crédito de liquidação
duvidosa", afirma o vice-presidente financeiro Clive Botelho. No
trimestre, o banco aumentou as provisões em R$ 14,9 milhões e alcançou o
total de R$ 65,559 em 2008. Segundo Botelho, esse aumento foi uma
precaução, uma vez que os níveis de inadimplência da instituição se
mantêm praticamente estáveis, com um aumento de 0,1 ponto do terceiro
para o quarto trimestre, a 1,3% para vencimentos superiores a 15 dias.
Esse provisionamento representa 2,4% da carteira de crédito total. Ainda
para o crédito, Botelho acredita que é bastante difícil fazer projeções
para 2009. "Inicialmente esperamos fechar em níveis semelhantes a 2008.
Mas estaremos monitorando o cenário macroeconômico e, ao primeiro sinal
favorável, podemos retomar o crescimento da carteira." Segundo ele, o
ideal seria retornar a carteira de crédito aos níveis de estoque do
terceiro trimestre deste ano, R$ 3,5 bilhões. Além disso, o executivo
diz que o segmento de empresas deve ter uma participação ainda maior no
saldo e passar dos atuais 72% para uma representatividade de
aproximadamente 90%, com redução do crédito consignado na carteira. "É a
estratégia desde o início de 2008, em que identificamos margens menores
ante um aumento da concorrência." (Fonte: DCI)
Lucro da
Caixa cresce 62% e chega a R$ 3,9 bilhões em 2008
A Caixa Econômica Federal fechou 2008 com
lucro de R$ 3,88 bilhões. O resultado supera em 62,3% o lucro registrado
em 2007. Somente no quarto trimestre, o lucro foi de R$ 618 milhões,
14,5% abaixo do registrado no trimestre anterior.
Os efeitos da crise reduziram, no entanto, o lucro do banco estatal no
último trimestre de 2008. O resultado foi de R$ 618 milhões, 14,5%
abaixo do registrado no trimestre anterior (R$ 723 milhões). Houve queda
também em relação ao quarto trimestre de 2007 (R$ 673 milhões).
Um dos fatores que afetou o lucro do trimestre foi a provisão adicional
contra inadimplência feita pelo banco, no valor de R$ 635 milhões, mas
que teve um impacto menor devido ao ganho com créditos tributários. A
Caixa também atribuiu a redução ao reajuste maior dos salários dos
bancários no ano passado.
O saldo das operações de crédito passou de R$ 55,8 bilhões para R$ 80,1
bilhões, crescimento de 43% no ano. O destaque ficou com o crédito para
pessoa jurídica, com aumento de 87,2%, para R$ 15 bilhões. Sem o
empréstimo para a Petrobras, o crescimento cai para 50%
"Nós tivemos um crescimento extraordinário na nossa carteira de crédito
e mantivemos o controle da inadimplência", disse a presidente da Caixa,
Maria Fernanda Coelho. Nos financiamentos habitacionais, por exemplo, o
índice de inadimplência caiu de 2,1% no final de 2007 para 1,7% em 2008.
No crédito comercial, passou de 5,4% para 4%.
O desempenho de 2008 também foi impulsionado pelo resultado da
intermediação financeira de R$ 11,2 bilhões, 25% a mais do que no ano
anterior. Títulos e valores mobiliários tiveram uma alta de 28,8%, com
R$ 17,4 bilhões. Outro fator que influenciou o resultado foi o aumento
das receitas de prestação de serviços em 7,3% (R$ 6,5 bilhões),
resultado da expansão em 8,8% da base de clientes (47 milhões de
correntistas e poupadores).
Crédito
De acordo com o banco, o aumento no credito não se deveu apenas às
compras de carteiras, mas também ao aumento nos financiamentos. Em 2008,
a Caixa comprou entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão em carteiras e fechou
acordo com outros bancos para comprar mais R$ 4 bilhões neste ano e
outros R$ 4 bilhões em 2010.
Em relação ao terceiro trimestre de 2008, o crédito comercial cresceu
10%, para R$ 28,8 bilhões. Em habitação, cresceu de R$ 40,9 bilhões para
R$ 45,1 bilhões (10%). Houve aumento de 15% na carteira como um todo,
sendo 6,8% na pessoa física e 51% na pessoa jurídica.
Em janeiro, o estoque de crédito cresceu 4%, segundo dados preliminares,
em relação a dezembro. A Caixa espera registrar um crescimento de 30%
nas operações de crédito em 2009, um aumento de R$ 24 bilhões, para R$
105 bilhões.
Juros
Com o agravamento da crise, após setembro, houve queda no custo de
captação da Caixa, devido ao aumento da procura dos poupadores por
grandes instituições. Essa queda nos juros foi repassada aos clientes em
dezembro e janeiro. Foram três cortes, que reduziram os juros em 21%.
"Nós repassamos para as taxas de juros os ganhos que aconteceram no
final do ano. O nosso spread caiu muito e está abaixo da taxas do
mercado", disse o vice-presidente de Controle e Risco, Marcos
Vasconcelos. (Fonte: Folha Online)
Lucro líquido
ajustado do Banrisul tem expansão de 30%
O lucro líquido do Banrisul em 2008 chegou a R$ 590,9 milhões ante 916,4
milhões em 2007, uma queda de 35,5%. Levando-se em conta o lucro líquido
ajustado, o resultado de 2008 chegou a R$ 504,7 milhões 30,1% superior
ao de 2007, quando o banco apurou lucro líquido de R$ 387,9 milhões.
No trimestre, o crescimento foi de 50%, com um lucro líquido de R$ 171
milhões no último trimestre, ante R$ 114 milhões no terceiro período
trimestral.
O crescimento foi puxado pela carteira de crédito, que teve uma expansão
de 42,7%, acima da média do mercado, em torno de 31%, e chegou a R$ 11,4
bilhões. Os financiamentos para pessoa jurídica fecharam o ano com
estoque de R$ 4,4 bilhões uma expansão de 54,9%, com destaque para a
linha de capital de giro, que teve crescimento de 60%. Já o crédito para
pessoa física totalizou R$ 3,9 bilhões, uma expansão de 43% sobre o
saldo de 2007, com destaque para o crescimento de 45% do crédito
consignado.
Segundo o diretor presidente da instituição, Fernando Guerreiro de
Lemos, a meta para este ano é um crescimento ainda acima do do mercado.
"Enquanto o setor espera crescer de 15% a 18%, nós devemos ficar entre
21% e 25%, com um foco maior em pequena e média empresa", afirma.
O banco conta ainda com uma captação de recursos privilegiada, toda
feita junto às agências. Os recursos captados e administrados
finalizaram 2008 com saldo de R$ 19,1 bilhões, 11,1% superior a 2007,
graças, principalmente, à expansão dos depósitos. Os ativos totais da
instituição chegaram a R$ 25,2 bilhões, 23,2% superior a 2007, enquanto
o retorno sobre o patrimônio líquido médio manteve-se na casa de 20%.
(Fonte: DCI)
Santander
lucra R$ 2,8 bilhões em conjunto com Banco Real
Já contando com a participação do Banco
Real em suas operações, o Grupo Santander anunciou ontem um lucro de R$
2,8 bilhões em 2008, uma alta de 3,7% sobre os resultados de 2007, que
ficaram em R$ 2,7 bilhões.
No resultado consolidado do ano passado, considerando vendas em
participação de empresas e carteira própria, o grupo sofreu uma perda de
40% de ano a ano, de R$ 4,6 bilhões em 2007 para R$ 2,7 bilhões.
Apesar das dificuldades do sistema financeiro no ano passado e as
previsões de retração em 2009, o Santander garantiu manter seu plano
estratégico para o Brasil, anunciado em outubro de 2008, "de investir
nos próximos dois anos mais R$ 2,5 bilhões e de reforçar sua área
comercial", segundo comunicado emitido pelo Grupo.
O destaque do período foi o crescimento da carteira total de crédito da
entidade, que chegou a R$ 139,4 bilhões, expansão de 24,5%. O saldo para
pessoa jurídica, que responde por 54% do estoque total, cresceu 31% em
2008 e chegou a 75,4 bilhões. Pessoa física teve um incremento de 18,5%,
a R$ 58,4 bilhões. Segundo a instituição, os segmentos de cartões de
crédito, com uma alta de 32,4%, a R$ 7 bilhões, e financiamento
imobiliário - com crescimento de 29,6% (R$ 4,5 bilhões - foram os
grandes destaques do financiamento à indivíduos no ano. Os produtos de
veículos (CDC+leasing) e consignado cresceram 10,9% e 12,7%,
respectivamente. Com o foco nas operações de empréstimos a clientes, o
banco elevou suas provisões a 34,4%, sem no entanto informar o valor
anterior.
Outro grande responsável pela evolução nas receitas, segundo a
instituição, foi a evolução de 34,9% dos depósitos, para R$ 124 bilhões,
com destaque para a poupança, que cresceu 21,7%, a R$ 20,6 bilhões, e
depósitos a prazo, que atingiram R$ 86,2 bilhões, 49,9% superior a 2007.
Ainda segundo o banco espanhol, a margem financeira cresceu 4,4%,
atingindo R$ 18,8 bilhões, e as receitas de prestação de serviços e
tarifas bancárias tiveram um acréscimo de 3,6%, alcançando um montante
de R$ 8,1 bilhões, "em um ano de menores oportunidades de mercado, como
consequência da crise global", diz a nota. O banco teve um crescimento
de 14,1% em seus ativos totais, chegando a R$ 314 bilhões, quarta
posição no ranking nacional por ativos. O líder, Itaú Unibanco, possuía
R$ 575 bilhões em sua última divulgação de balanço.
O Grupo Santander Brasil se considera "bem posicionado em segmentos
importantes do mercado bancário, possui excelente infraestrutura
tecnológica, ampla rede de agências e funcionários motivados e
qualificados".
Com a incorporação do Real, o grupo chegou a mais de 8,5 milhões de
correntistas ativos ao fim do ano passado, uma rede de 3.592
pontos-de-venda e 18.115 terminais de autoatendimento, com foco nas
Regiões Sul e Sudeste. As despesas do grupo sofreram uma alta de 6,2%,
incluindo as despesas administrativas e de pessoal.
Santander
Em sua demonstração de resultados consolidada, publicada em seu site, o
banco Santander teve uma queda de 13% em seu lucro líquido consolidado,
de R$ 1,845 bilhões em 2007 para um total de R$ 1,598 bilhões no ano
passado.
Em operações de tesouraria, com títulos e valores mobiliários, o banco
conseguiu uma alta de 34%, atingindo R$ 7,737 bilhões, contra R$ 5,753
bilhões em 2007.
O banco ainda informa uma perda de R$ 3,563 bilhões com instrumentos
derivativos financeiros. Segundo a assessoria de imprensa da
instituição, na linha de resultado de instrumentos derivativos "está
registrada as operações do banco para minimizar os riscos em sua
exposição global (clientes, carteira própria, capital, etc). A
contrapartida destes valores (efeito positivo) está refletida em outras
linhas da demonstração de resultados onde as operações objeto de hedge
estão registradas". O Santander ainda informa não disponibilizar
detalhes destas aberturas, mas garante que "não temos mais problemas com
isso. As operações de derivativos foram pagas ou foram roladas", diz em
comunicado. (Fonte: DCI)
Crise faz
lucro do PR Banco desacelerar
O Paraná Banco teve um lucro de R$ 84
milhões em 2008, valor 11% maior do que o registrado em 2007. Apesar de
mostrar crescimento, o resultado do banco foi afetado pela crise
financeira no último trimestre do ano. O lucro nos três últimos meses,
de R$ 16 milhões, foi 55% menor do que no mesmo período de 2007 e ficou
16% abaixo do obtido no terceiro trimestre de 2008, o que reflete o
maior custo de captação de recursos no período.
“Vendo o cenário do último trimestre, o lucro foi bastante
satisfatório”, diz o diretor de relações com investidores Cristiano
Malucelli. Por causa da crise financeira, o Paraná Banco teve de mudar
sua estratégia nos últimos meses do ano. A instituição cedeu para outros
bancos R$ 340 milhões de sua carteira de crédito oportunidade aberta
pela liberação do compulsório feita pelo Banco Central e fez um esforço
para aumentar a liquidez. No fim do ano, o caixa do Paraná Banco tinha
R$ 600 milhões, 21% a mais do que em 2007.
No período, a carteira de crédito caiu de R$ 1,2 bilhão para R$ 1,1
bilhão e o banco voltou a concentrar esforços no segmento de crédito
consignado, tido como de baixo risco.
“Nossa estratégia era de diversificação da carteira, mas com a crise
vimos que o consignado continuava sendo a melhor opção”, conta Malucelli.
Hoje, o consignado representa 91% da carteira do Paraná Banco. O
movimento agora deve ser de uma redução paulatina na reserva de caixa e
maior diversificação das linhas de crédito. “Vemos oportunidades no
mercado de micro e pequenas empresas, e no de veículos”, diz o
executivo. (Fonte: Gazeta do Povo)
Lucro
do Bradesco em 2008 fica em R$ 7,62 bi, 4,87% menor que em 2007
O lucro líquido do Bradesco em 2008 foi de R$ 7,620 bilhões, 4,87%
abaixo dos R$ 8,010 bilhões obtidos em 2007, segundo dados divulgados
nesta segunda-feira. No quarto trimestre do ano passado, o lucro líquido
ajustado foi de R$ 1,605 bilhão, contra R$ 2,193 bilhões no mesmo
período do ano passado (uma queda de 26,81%).
Sem ajustes extraordinários relativos ao período, o lucro no quarto
trimestre foi de R$ 1,806 bilhão. No terceiro trimestre do ano passado,
o lucro líquido do banco foi de R$ 1,910 bilhão. O valor de mercado do
Bradesco em 31 de dezembro era de R$ 65,354 bilhões. Os ativos totais em
dezembro de 2008 registraram saldo de R$ 454,413 bilhões, crescimento de
33,2% em relação ao mesmo período de 2007.
A carteira de crédito do banco atingiu R$ 215,345 bilhões, uma alta de
de 33,4% em relação a igual período do ano anterior. As operações com
pessoas físicas totalizaram R$ 73,768 bilhões (crescimento de 24,4%),
enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 141,577 bilhões
(crescimento de 38,6%).
O patrimônio líquido no final do ano somou R$ 34,257 bilhões,
crescimento de 12,8% sobre igual período do ano anterior. O índice de
Basileia chegou a 16,1% sob a ótica do Novo Acordo de Capital (Basileia
2).
A remuneração aos acionistas, na forma de juros sobre o capital próprio
e dividendos pagos e provisionados, somou R$ 2,692 bilhões no ano valor
equivalente a 35,3% do lucro líquido do mesmo período.
Os impostos e contribuições, inclusive as previdenciárias, pagos ou
provisionados no período, decorrentes das principais atividades
desenvolvidas pelo Bradesco, totalizaram R$ 5,661 bilhões, equivalentes
a 74,3% do lucro líquido.
O índice de eficiência operacional em dezembro de 2008 foi de 42%
(contra 41,8% em dezembro de 2007). No período, os investimentos em
infraestrutura, informática e telecomunicações somaram R$ 2,670 bilhões
alta de 27,2% em relação ao mesmo período de 2007.
"O ano 2008 deixou o registro de uma abrupta mudança no cenário
econômico mundial, iniciada no segundo semestre, período em que
dificuldades de liquidez de grandes instituições financeiras dos EUA
vieram à tona e passaram a atingir os demais países, com diferentes
graus de intensidade", avaliou o presidente do conselho de administração
do Bradesco, Lázaro de Mello Brandão, em um comunicado.
Ele destacou que os sinais de desaceleração econômica "começaram a se
fazer sentir em alguns setores, destacando, entre os principais
indutores de crescimento nos anos mais recentes, os de veículos e de
construção civil". Mesmo com um ganho de confiança após as "medidas
preventivas já adotadas ao longo dos últimos anos pelo Banco Central",
as operações financeiras tornaram-se "ainda mais seletivas,
particularmente no que diz respeito à questão do crédito".
(Fonte: Folha Online)
Lucro do BMG
cai 52,6% para r$240,7 milhões
O Banco BMG divulga ontem o balanço consolidado de 2008 com um lucro
líquido de R$ 240,748 milhões. O resultado é 52,6% inferior ao de R$
507,588 milhões, referente a igual período de 2007. O patrimônio líquido
cresceu 51,9%, de R$ 1,328 bilhão em dezembro de 2007 para R$ 2,017
bilhões em dezembro passado. O retorno sobre o patrimônio líquido ficou
em 11,9%, inferior aos 38,2% apurados no ano de 2007. Um dos maiores
bancos do mercado de crédito consignado, que diversificou os negócios
expandindo o financiamento de veículos, o BMG mostra em seu balanço o
impacto dos problemas que atingiram os bancos brasileiros após o
recrudescimento da crise internacional, com a quebra do americano Lehman
Brothers, em setembro. O balanço do BMG informa o forte aumento das
despesas de captação, que somaram R$ 1,082 bilhão em 2008 em comparação
com R$ 70,532 milhões em 2007. Isso reduziu os resultados com a
intermediação financeira do banco, afetando o lucro. Apesar disso, o
Banco BMG continuou ampliando os ativos. Os ativos totais cresceram 9%,
de R$ 6,597 bilhões em 2007 para R$ 7,192 bilhões em 2008. As operações
de crédito e leasing, incluindo as cedidas, atingiram R$ 14,098 bilhões,
representando expansão de 13,1% em relação a 2007, principalmente em
função do aumento dos empréstimos às pessoas físicas, segundo informação
do site do banco.(Fonte: Valor Econômico)
Terceiro
Trimestre/2008
Lucro do Credit Suisse e
do UBS Pactual no Brasil despenca com a turbulência
A crise fez mais duas vítimas no resultado do terceiro trimestre do ano.
Dados do Banco Central mostram que o lucro líquido do Credit Suisse no
País despencou. Neste trimestre a instituição obteve lucro de R$ 161,7
milhões, uma queda de 64,4% se comparado com igual período do ano
passado, quando a empresa havia registrado lucro de R$ 453,8 milhões. O
UBS Pactual, também com sede no Brasil, recuou de R$ 178,8 milhões para
R$ 107,5 milhões, o que representa uma queda de 39,9%. Os dois são os
maiores bancos de investimentos atuantes no País, e esta queda se deve
ao fraco movimento das ofertas públicas de ações na Bolsa de Valores de
São Paulo (Bovespa) e ao agravamento, que ocorreu a partir de setembro,
da crise financeira. O UBS Pactual é conhecido por pagar boa parcela dos
ganhos como participação no lucro. Entre julho e setembro deste ano, a
instituição distribuiu R$ 18,7 milhões, contra R$ 202,1 milhões do mesmo
período do ano passado. O Credit Suisse apresentou uma queda de 30,3% na
receita de prestação de serviços, onde são contabilizadas as comissões
recebidas em ofertas de ações, entre outros ganhos, fechando o trimestre
em R$ 244,5 milhões. No UBS, este percentual caiu 24%, para R$ 277,6
milhões. Outras instituições que também registraram perdas são o JP
Morgan e o Morgan Stanley. O ganho líquido do JP Morgan caiu 37,5%, para
R$ 38,5 milhões. O Morgan Stanley apresentou retração de 63,3%,
encerrando em R$ 28,3 milhões. O resultado operacional do Credit Suisse
caiu 61,8% no trimestre, se comparado com o mesmo trimestre de 2007,
ficando em R$ 264,1 milhões. O UBS apresentou resultado operacional
72,9% se comparado ao ano passado, encerrando em R$ 134,4 milhões. O
resultado de intermediação financeira do Credit Suisse caiu 64,6%, para
R$ 140,8 milhões. No JP Morgan o ganho líquido no terceiro trimestre foi
de R$ 38,5 milhões, o que representa uma queda de 37,5% comparativamente
com igual período do ano passado. O lucro do Morgan Stanley caiu 63,3%,
fechando o trimestre em R$ 28,3 milhões. O Deutsche Bank vem em caminho
inverso ao dos demais concorrentes no Brasil, apresentando lucro líquido
de R$ 112,4 milhões no terceiro trimestre deste ano, contra um
significativo prejuízo de R$ 60,8 milhões apurados no mesmo período do
ano passado. (Fonte: DCI)
Banco Fibra tem lucro 96%
maior e diz ter caixa de R$ 1 bilhão
O lucro líquido do Banco Fibra, nos nove primeiros meses do ano, chegou
a R$ 90,1 milhões, crescimento de 96% sobre o mesmo período do ano
passado. Em relação ao trimestre anterior, o lucro permaneceu
praticamente estável, em R$ 30 milhões ante R$ 34 milhões. O total de
ativos da instituição chegou a R$ 17,534 bilhões, 20% superior ao de
2007, R$ 14,591 bilhões. A carteira total de crédito da instituição teve
um crescimento de 27% contra o mesmo período de 2007, chegando a R$ 5,3
bilhões ao final de setembro. Segundo o vice-presidente executivo, Osias
Brito, esse crescimento corresponde ao total de carteiras compradas mais
o crescimento próprio. "Deixamos de adquirir cerca de 30% em carteiras
de crédito para reforçar nossa musculatura. Em crescimento orgânico, a
proporção é de 35% em relação ao ano passado." Segundo ele, este patamar
foi conseguido antes do recrudescimento da crise, mas o quarto semestre
deve ser afetado. "Esperamos crescer cerca de 25%, com crescimento de
30% se considerada apenas a originação própria." Ainda segundo Brito,
para fazer frente à crise, o banco dispõe de um caixa líquido superior a
R$ 1 bilhão. "Ainda é difícil dimensionar a extensão e a profundidade da
crise, por isso preferimos manter alta a liquidez." Para 2009, o
executivo espera um primeiro semestre com melhoras no cenário e um
segundo período já melhor. "No início do próximo ano esperamos a
reabertura de linhas de trade finance. Para o segundo semestre,
esperamos a reabertura no mercado de emissão de dívidas." O Fibra não
também não teve problemas com captação no exterior. Entre janeiro e
novembro de 2008, foram captados US$ 450 milhões, US$ 63 milhões só na
última semana - US$ 30 milhões pelo Programa Global de Trade Finance do
International Finance Corporation (IFC), por 90 dias renováveis, e US$
33 milhões pelo programa Commodity Credit Corporation (CCC), de fomento
à exportação, pelo prazo de 3 anos. "Todo o crescimento deste ano foi
financiando com operações com prazos de 3 a 5 anos." Sobre operações com
derivativos, Brito diz que atualmente possui uma exposição de R$ 3
milhões. "As fazemos com um número limitado de clientes e em prazos
muito curtos, assim diminuímos riscos. Estamos em uma posição muito
confortável", acredita ele. (Fonte: DCI)
Banco PanAmericano
registra lucro de R$226,4 milhões
O Banco PanAmericano, instituição financeira do Grupo Silvio Santos,
divulga o balanço de suas operações no 3.º trimestre de 2008. De janeiro
a setembro, o banco lucrou R$ 226,4 milhões, 43,5% a mais do que no
mesmo período de 2007. Em setembro, o Patrimônio Líquido (PL) atingiu R$
1,469 bilhão (um crescimento de 2,9% em relação ao 2.º trimestre e de
161,1% em relação a setembro de 2008), o que projeta um retorno
anualizado sobre o PL de 22,3%. A carteira de crédito total (incluindo
as empresas coligadas e considerando as cessões de crédito) chegou a R$
9,5 bilhões, expansão de 48% em relação ao mesmo período anterior e de
9,5% em relação ao 2.º trimestre. A qualidade da carteira de crédito nas
faixas de AA a C preservou-se nos níveis do trimestre anterior em 90,1%.
A margem líquida atingiu 22,8% no 3.º trimestre de 2008, um aumento de
2,0 p.p. em comparação ao 2.º trimestre (20,8%), o que demonstra que as
margens operacionais estão sendo preservadas. Segundo Wilson de Aro,
diretor financeiro do Banco PanAmericano, a instituição "consciente da
necessidade de preservar sua liquidez, conseguiu equilibrar de forma
positiva a originação de novos ativos e a rentabilidade de suas
operações, readequando suas políticas de crédito à nova realidade do
mercado". Para prover a liquidez necessária à sua operação, o Banco
aproveitou as oportunidades de captação de novos recursos através de
linhas de crédito disponibilizadas por grandes instituições financeiras,
o que demonstrou a boa qualidade e liquidez de seus ativos. A expansão
da carteira de crédito do PanAmericano se deu principalmente nas áreas
de veículos (leves, motos e pesados) e arrendamento mercantil. O aumento
da participação nestes segmentos reflete a estratégia do Banco em
expandir seus negócios em ativos com garantias (alienação fiduciária,
reserva de dominio e consignação em folha de pagamento) que representam
84,7% da carteira de crédito.
Captação
Em 30/09/2008, as fontes de captação do Banco alcançaram R$ 8,6 bilhões,
sendo que os depósitos a prazo totalizaram R$ 2,2 bilhões; os FIDCs, R$
2,2 bilhões; e as cessões de crédito a outras instituições financeiras,
R$ 2,6 bilhões, representando estas as principais fontes de recursos do
Banco contribuindo com 80,3% da captação total. Vale ressaltar que as
emissões no mercado global (todas integralmente hedgeadas, logo não
havendo exposição em dólar) representam apenas 8,9% do funding
evidenciando a baixa exposição do Banco às fontes externas de captação
tão escassas no cenário atual. Em outubro de 2008, o Panamericano obteve
em operações de cessões de créditos para FIDCs e instituições
financeiras um montante líquido de R$ 1,2 bilhões, um volume expressivo
de recursos que proporciona ao Banco um colchão de liquidez suficiente
para honrar os compromissos de curto prazo além de prover recursos para
as atividades de financiamento, sem comprometer a capacidade de geração
de novos ativos. O Banco adota uma política de liquidez conservadora e
prudente aplicando toda a liquidez em operações lastreadas em títulos
públicos federais. O prazo médio de captação do banco em setembro de
2008 era de 13,9 meses comparado a 14,8 meses do prazo da carteira
ativa. Este descasamento de menos de 1 mês é coberto pelo patrimônio
líquido da instituição. (Fonte; DCI)
Nossa Caixa reverte
prejuízo e tem lucro de R$ 69,8 mi no 3º tri
Segundo o banco paulista, BB continua negociando a compra da
instituição com o governo de São Paulo
O Banco Nossa Caixa teve lucro líquido de R$ 69,8 milhões no
terceiro trimestre de 2008, contra prejuízo líquido de R$ 67,9 milhões
em igual período do ano passado. O resultado bruto da intermediação
financeira de julho a setembro totalizou R$ 772 milhões, ante R$ 715
milhões um ano antes. Segundo o banco, continuam as tratativas entre o
governo do Estado de São Paulo e o Banco do Brasil sobre a "possível
incorporação da Nossa Caixa pelo BB". As negociações começaram em maio
deste ano. O banco paulista também informou que não possui em seu
portfólio operações em mercados futuros em opções e em renda variável,
bem como operações com derivativos exóticos. O retorno anualizado sobre
o patrimônio líquido médio, importante indicador da rentabilidade de um
banco, ficou em 9% no terceiro trimestre. A carteira de crédito total
apresentou expansão de 33% em 12 meses até setembro, para R$ 11,489
bilhões. Já o lucro líquido da instituição financeira de janeiro a
setembro totalizou R$ 596 milhões, contra R$ 318 milhões nos primeiros
nove meses de 2007. (Fonte: Estadão)
BNDES lucra R$ 5,1 bilhões
até setembro, com queda de 30%
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) teve um
lucro de R$ 5,1 bilhões nos primeiros nove meses do ano. O resultado
representa uma queda de 29,7% em relação a 2007, quando a instituição
registrou lucro de R$ 7,2 bilhões no período. Os principais fatores para
a queda foram a piora no resultado de intermediação financeira e a
redução do montante de reversão de provisão para risco de crédito. O
único fator positivo foi o resultado positivo das participações
societárias do banco.
O patrimônio líquido foi de R$ 26,2 bilhões, com patrimônio de
referência de R$ 44,1 bilhões, superior aos R$ 41,5 bilhões no final do
ano passado. Os ativos totais do Sistema BNDES somavam R$ 241,1 bilhões
em de setembro, com alta de 18,9% em relação a dezembro passado, sendo
78,8% da carteira líquida de financiamentos e repasses. O BNDES teve
perda com a intermediação financeira antes da provisão para risco de
crédito devido à tentativa de redução dos spreads cobrados pelo banco
nos financiamentos, que passaram de R$ 3,89 bilhões no ano passado para
R$ 3,2 bilhões em 2008. Segundo o comunicado do banco, "a diminuição das
taxas cobradas na concessão de crédito segue política de governo de
reduzir o custo total dos financiamentos do BNDES". Com o objetivo de
estimular novos investimentos na economia brasileira, as taxas cobradas
nas operações de crédito, que antes variavam entre 0% e 3%, passaram
para no máximo 1,8%.
Outro impacto sobre o lucro dos primeiros nove meses do ano foi a
redução de provisionamento para risco de crédito. Como a inadimplência
do banco foi reduzida, o montante guardado como garantia em caso de
não-pagamento também diminuiu. Além de o banco não contar com montante
tão grande como prejuízo nos resultados anteriores, não houve reversão,
o que aumentaria agora o lucro do banco. O montante de reversão de
provisão acumulado até setembro somou R$ 561 milhões, ante os R$ 2,8
bilhões registrados em 2007. A queda, equivalente a R$ 2,239 bilhões, é
maior do que a diferença entre os resultados deste ano com o ano
passado, de R$ 2,1 bilhões.
"A queda [da reversão] decorre da alta qualidade da carteira de crédito
e do nível de inadimplência historicamente baixo", divulgou o banco.
Como houve menor provisão para devedores duvidosos, houve também menor
recuperação dos créditos. O saldo de provisão para risco de crédito
totalizou R$ 4,1 bilhões.
A inadimplência atingiu 0,04% da carteira em setembro, abaixo dos 0,11%
registrados em dezembro de 2007. A redução de inadimplência não decorre
de queda das operações de crédito, que atingiram R$ 189,9 bilhões em
setembro. Em 31 de dezembro de 2007, somava R$ 164,5 bilhões. Do total,
97,5% dos créditos são classificados entre os níveis de risco AA e C. Do
lado positivo, as participações societárias tiveram resultado 63,9%
melhor do que em setembro de 2007. O valor passou de R$ 3,6 bilhões,
para R$ 5,9 bilhões este ano.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) teve um
lucro de R$ 5,1 bilhões nos primeiros nove meses do ano. O resultado
representa uma queda de 29,7% em relação a 2007.
(Fonte: DCI)
BicBanco lucra 128% a mais
e prevê carteira estável no 4º trimestre
O lucro líquido do BicBanco chegou a R$ 300,2 milhões no acumulado até
setembro, número 128,3% superior ao apurado no mesmo período do ano
passado, em que chegou a R$ 131,5 milhões. No trimestre, o lucro teve
uma ligeira retração de 1% ante o segundo trimestre, R$ 103,6 milhões
contra R$ 104,7 milhões. Já as operações de crédito da entidade
alcançaram saldo de R$ 9,749 milhões, crescimento de 50,8% em 9 meses e
de 6,3% ante o trimestre anterior. Segundo o diretor de Relações com
Investidores da instituição, Milto Bardini, o quarto trimestre deve
encerrar-se estável e, no ano, o crescimento do crédito deverá fechar
próximo a 30%. "Uma parcela desse último período ainda sofreu com a
desaceleração. Esperamos uma retomada do crescimento mais no fim do
[quarto] trimestre, que deve compensar o início." Para ele, 2009 "será
um ano de mostrar produtividade e gerenciar a redução de volumes, sem
perder resultados". O executivo preferiu não fazer previsões de
crescimento para o próximo ano, mas salientou que o cenário será de
"arrefecimento no crédito, para todos". O total captado pelo banco em
linhas no mercado externo representava, em 30 de setembro, cerca de US$
1 bilhão, integralmente direcionado para financiamento do comércio
exterior. "Ao contrário do mercado externo de títulos e bonds, que está
fechado, as linhas de comércio exterior não vêem mudanças importantes de
volumes." Em relação ao recuo no lucro líquido de trimestre a trimestre,
Burdi diz que se deveu a uma redução do volume de negócios no mês de
setembro, período de agravamento da crise financeira global. "Pelo
cenário que vivemos, o resultado é perfeitamente compatível." Segundo
ele, em julho e agosto vinha sendo observado crescimento, porém "foi
mais complicado no fim, quando setembro apresentou dificuldades e
desafios maiores". O executivo ainda ressalta que o banco não possui
operações com derivativos exóticos, apenas com duplo indexador para
empresas exportadoras, em que a própria alta do dólar já serve como
garantia, no total de R$ 69 milhões. "É um valor irrisório, um pequeno
apêndice das operações de crédito." O banco diz ainda possuir caixa de
R$ 1,2 bilhão, em crescimento, e não ter realizado operações de cessão
de crédito. O lucro líquido do BicBanco chegou a R$ 300,2 milhões no
acumulado até setembro, número 128,3% superior ao apurado no mesmo
período do ano passado, em que chegara a R$ 131,5 milhões. (Fonte: DCI)
Lucro do Banrisul no ano
chega a R$ 419 milhões
No mesmo período de 2007, de janeiro a setembro, o lucro foi de R$
801,8 milhões
O lucro líquido do Banrisul alcançou R$ 419 milhões no acumulado de
janeiro a setembro de 2008, conforme balanço divulgado nesta
quarta-feira. No mesmo período do ano passado, o lucro foi de R$ 801,8
milhões, ou seja, a queda é de 47,7%.
Pelo conceito de lucro recorrente
que não
considera eventos extraordinários sobre o resultado, como o impacto de
créditos tributários e débitos fiscais diferidos de Imposto de Renda e
Contribuição Social, o ganho acumulado até setembro deste ano superou em
21,8% (R$ 59,5 milhões) o registrado no mesmo período de 2007, chegando
a R$ 332,8 milhões.
O lucro líquido consolidado do Banrisul no terceiro trimestre de 2008
foi de R$ 110,7 milhões, 44,5% ou R$ 34,1 milhões acima do resultado
registrado no mesmo período de 2007.
Em relação ao segundo trimestre deste ano, o lucro teve queda de 40,9%
ou R$ 76,5 milhões a menos. Segundo o Banrisul, os créditos tributários
de R$ 86,2 milhões foram contabilizados no segundo trimestre de 2008,
fator que explica a redução de resultado no terceiro trimestre.
Patrimônio líquido
Ao final de setembro de 2008, o patrimônio líquido do Banrisul alcançou
R$ 2.971,4 milhões, apresentando crescimento de 9,1% em relação ao
montante registrado em setembro de 2007, 6,4% na comparação com dezembro
de 2007 e 2,2% frente junho de 2008.
A variação no Patrimônio Líquido decorre da incorporação dos resultados
gerados nos períodos e do pagamento de juros sobre o capital próprio e
dividendos. As informações são da assessoria de imprensa do Banrisul.
Os números
Lucro líquido – R$ 419 milhões (queda sobre 2007: 47,7%)
Patrimônio líquido – R$ 2,97 bilhões (crescimento sobre 2007:
9,1%)
Lucro no trimestre – Apenas de julho a setembro deste ano, o
Banrisul lucrou R$ 110 milhões.
O resultado representa um aumento de 44,5% em relação ao mesmo período
de 2007.
Lucro do Banco do Brasil cresce
36,9% no terceiro trimestre
O Banco do Brasil registrou um lucro
líquido de R$1,867 bilhão no terceiro trimestre, um crescimento de 36,9%
sobre o mesmo período de 2007. Na comparação com o trimestre
imediatamente anterior, o crescimento foi de 13,6%. Os dados foram
divulgados nesta quinta-feira.
Desconsiderados os efeitos extraordinários, o lucro recorrente do
trimestre superou os R$ 2 bilhões, 24% maior do que o observado no
terceiro trimestre de 2007; sobre o trimestre anterior, o resultado foi
39,2% maior.
Nos nove primeiros meses deste ano, o lucro líquido do banco foi de R$
5,9 bilhões, 52,5% de crescimento em relação ao observado no mesmo
período de 2007.
O lucro líquido por ação do banco no trimestre foi de R$ 0,73, um
crescimento de 32,1% em relação ao registrado no mesmo trimestre do ano
passado, e 12,5% superior ao registrado no trimestre anterior. No ano,
até setembro, o lucro por ação alcançou R$ 2,30.
Os ativos totais do banco cresceram 10,2% no trimestre, e 26,5% em 12
meses, alcançando R$ 444,7 bilhões. Segundo o Banco do Brasil, a
estratégia de expansão das captações por depósitos a prazo, além da
migração de depósitos vindos de outras instituições, ampliou sua base de
depósitos, que ficou em R$ 230 bilhões, um crescimento de 33,6% em 12
meses e 17,7% no trimestre passado. Os depósitos a prazo cresceram 32,1%
no trimestre.
A carteira de crédito alcançou R$ 202,2 bilhões, expansão de 34,6% em 12
meses e de 6,4% no trimestre. Já a carteira de crédito doméstica cresceu
37,5% em 12 meses e 5% no trimestre.
A carteira de crédito para pessoas físicas cresceu 45,4% em relação ao
mesmo período do ano anterior e 5,9% na comparação trimestral, ficando
em R$ 42,9 bilhões. Nesse segmento, o principal destaque foi o
financiamento a veículos que cresceu 151,7% em 12 meses e 19,1% no
trimestre. O crédito consignado registrou saldo de R$ 14,5 bilhões,
crescimento de 32% em 12 meses e de 3,7% no trimestre.
O crédito a pessoas jurídicas atingiu R$ 85,2 bilhões, expansão de 42,7%
em relação ao terceiro trimestre do ano passado e de 8,8% em relação ao
segundo trimestre deste ano. As linhas de capital de giro alcançaram R$
41,2 bilhões, crescimento de 74,8% em 12 meses e de 8,9% no trimestre.
Já as linhas de financiamento a investimentos cresceram 47,6% no ano, e
10,7% no trimestre, alcançando o montante de R$ 17,1 bilhões.
(Fonte: Folha Online)
Lucro do
Unibanco caiu 41,3% no trimestre a R$ 704 milhões
O Unibanco registrou lucro líquido de R$
704 milhões no terceiro trimestre deste ano, queda de 41,3% em relação
ao lucro de R$ 1,199 bilhão no mesmo período do ano passado, conforme os
dados do balanço auditado que foi divulgado nesta quinta-feira pela
instituição.
Itaú e Unibanco anunciam fusão Para correntistas, fusão não traz
mudanças, afirmam presidentes “Tudo indica que Unibanco foi comprado
pelo Itaú”, avalia Kupfer Leia a íntegra do fato relevante sobre a fusão
O lucro recorrente, que exclui efeitos extraordinários sobre o
resultado, também ficou em R$ 704 milhões de julho a setembro de 2008.
Nessa base, porém, trata-se de uma expansão de 5,5% sobre o lucro
recorrente apresentado um ano antes, de R$ 667 milhões.
O retorno anualizado recorrente sobre patrimônio líquido médio no
terceiro trimestre ficou em 23,9% no terceiro trimestre, queda em
relação aos 26,5% vistos há um ano. A carteira de crédito do Unibanco
atingiu R$ 74,272 bilhões, com evolução de 7,7% no trimestre e de 32,9%
em 12 meses.
No dia 24 de outubro, o Unibanco antecipou a divulgação dos dados
principais de seu resultado trimestral. O lucro e o volume de carteira
de crédito apresentados nesta quinta-feira são equivalentes aos que
foram revelados no final de outubro.
O Unibanco e o Itaú anunciaram na segunda-feira passada um acordo para
unir as operações dos dois bancos. O negócio dará origem ao maior
conglomerado financeiro do Hemisfério Sul, com valor de mercado que o
situa entre as 20 maiores empresas do setor do mundo.
Crédito consignado
O Unibanco anunciou que comprou três carteiras de crédito consignado em
outubro, totalizando R$ 64 milhões. A operação foi feita dentro das
normas estabelecidas pelo Banco Central ao final de setembro. O nome das
instituições que fizeram a cessão do crédito não foi informado.
Até 30 de setembro, o Unibanco registrava uma carteira de crédito
consignado de R$ 4,276 bilhões, valor 11,5% menor que o registrado em
igual mês de 2007 e 5% abaixo daquele demonstrado ao final do segundo
trimestre.
De acordo com a instituição, a queda ocorreu porque o banco optou por, a
partir do final do ano passado, priorizar as operações em que ele
próprio realiza a concessão do crédito. O Unibanco atua neste segmento
com correspondentes bancários, incluindo a Fininvest, no próprio banco e
por meio de parcerias. (Fonte: Último Segundo)
Lucro da
Caixa cresce 90% e chega a R$ 3,3 bilhões até setembro
A Caixa Econômica Federal fechou os
primeiros nove meses do ano com um lucro acumulado de R$ 3,3 bilhões. O
resultado supera em 90% o lucro registrado no mesmo período do ano
passado.
Somente no terceiro trimestre, o lucro foi de R$ 722,5 milhões, ante R$
62,5 milhões registrados no mesmo trimestre de 2007. Nessa comparação,
houve o efeito contábil da utilização de créditos tributários.
De acordo com a Caixa, o bom desempenho se deve, principalmente, ao
crescimento de 33% no saldo das operações de crédito nos últimos 12
meses, que geraram uma receita de R$ 7,8 bilhões. A carteira de crédito
chegou a R$ 69,17 bilhões no final de setembro.
"Esse resultado continua refletindo a decisão da empresa de investir no
aumento da carteira de crédito. Isso reflete também a decisão de manter
as nossas taxas de juros", disse a presidente da Caixa, Maria Fernanda
Coelho.
Crédito
As contratações de operações de crédito no trimestre somaram R$
16,1 bilhões, aumento de 22%. No ano, foram R$ 46,2 bilhões, uma
expansão de 20%, sendo R$ 23,6 bilhões para pessoa física e R$ 22,6
bilhões para empresas.
Apesar do aumento do crédito, a inadimplência acima de 90 dias caiu de
5,92% para 4,2% na pessoa jurídica e de 2,42% para 1,8% no crédito
habitacional nos últimos 12 meses. Para pessoa física, recuou para
5,29%. O crédito para habitação cresceu 49,1% no ano (R$ 17,2 bilhões) e
45,7% no trimestre (R$ 6,7 bilhões).
Os ativos da Caixa cresceram 15,3% no ano, para R$ 276 bilhões. Os
depósitos tiveram expansão de 19,6%, para R$ 157,4 bilhões. Houve também
uma expansão de 9,1% na base de clientes, para 44.293. O banco reduziu
sua carteira de títulos em 5,5%, para R$ 112,4 bilhões.
O banco informou que repassou ao governo cerca de 50% do lucro acumulado
no ano (R$ 1,5 bilhão). (Fonte: Folha Online)
Ganho do
Paraná Banco cai 10,6% no terceiro trimestre
O lucro líquido do Paraná Banco teve queda de 10,6% no
terceiro trimestre. Passou de R$ 21,384 milhões de julho
a setembro de 2007 para R$ 19,113 milhões em igual
período de 2008. Em nove meses, o lucro cresceu 28%,
para R$ 68 milhões. A redução do ganho no trimestre foi
motivada, em parte, pela perda de R$ 11 milhões com
câmbio. Segundo a direção do banco, mesmo assim o custo
da captação no mercado externo foi menor que o do CDI no
período. Para se adaptar ao cenário atual, o Paraná
Banco, especialista em crédito consignado, informou que
"a diversificação continua sendo perseguida" e salientou
que está mais seletivo, por isso suspendeu operações que
não apresentam boa rentabilidade. Em seu relatório, a
instituição deu destaque à área de seguros, que
respondeu por 26% dos ganhos do ano e por um terço do
lucro do trimestre. "O seguro é nossa jóia da coroa",
diz o diretor financeiro, Luis Cesar Miara. Segundo ele,
como acontece em grandes bancos, as seguradoras do grupo
vão ganhar cada vez mais importância nos resultados. O
Paraná Banco é dono da J.Malucelli Seguradora, líder em
seguro garantia, e da J.Malucelli Re, primeira
resseguradora privada do país, que começou a operar em
maio. Por conta da crise financeira, o custo de captação
para CDB aumentou de 12,84% ao ano, no ano passado, para
14,75% ao ano, segundo o executivo. O banco trabalha com
funding variado, começou a oferecer CDC para lojistas e
financiamento de veículos usados e teve de mexer nas
comissões. "Estamos aumentando as taxas e reduzindo as
comissões de correspondentes", contou Miara. A
instituição tem 100 franquias em operação e 15 em
processo de abertura. No trimestre, o resultado bruto de
intermediação financeira apresentou redução de 45,4%,
para R$ 45,9 milhões. O retorno sobre o patrimônio
líquido caiu de 19% para 9,79%. Miara afirmou, no
entanto, que a performance está "acima da média" do
mercado, que o banco possui gestão conservadora e baixo
nível de alavancagem. As operações de crédito somaram R$
1,46 bilhão no encerramento do período, com crescimento
de 44% sobre setembro de 2007. Sobre o cenário atual, o
banco informou que está em "condição confortável" e que
tem uma carteira de crédito de qualidade, formada
principalmente por operações de crédito consignado, que
possuem baixo risco de inadimplência. Também tem a
política de manter em caixa no mínimo 20% do total de
depósitos a prazo. "Nossa carteira tem atratividade
grande e, se precisar vender, venderemos", disse Miara,
que não descarta a possibilidade de que isso ocorra
ainda em 2008. O executivo contou que está sendo
assediado por diversos bancos. "Acho que o Banco Central
está pressionando para isso, para irrigar o mercado." A
instituição informou que desde o segundo trimestre de
2007 não efetuou operações de cessão de crédito. "O
banco possui registrado em balanço R$ 1,2 bilhão em
carteira de crédito que, em caso de necessidade de
aumento de liquidez, poderá ser cedida a outras
instituições financeiras", diz o texto divulgado ontem.
A área de captação do Paraná Banco estava centralizada
em Curitiba, mas um novo escritório foi montado em São
Paulo e outro está sendo aberto no Rio. As ações
preferenciais do banco, que acumulam queda de 69% no
ano, tiveram alta de 8,3% ontem e fecharam o pregão
valendo R$ 2,60. (Fonte: Valor Econômico)
Itaú
adianta resultados e revela queda em lucro no trimestre
Itaú antecipou a divulgação dos resultados
do trimestre para tranqüilizar o mercado
O banco Itaú, a exemplo do Unibanco, fez
uma divulgação prévia dos seus resultados do terceiro trimestre, nesta
segunda-feira. No balanço antecipado, o banco revela queda nos lucros,
mas tenta tranqüilizar o mercado sobre a inadimplência nas operações de
crédito e sobre sua exposição às oscilações bruscas do dólar.
O lucro trimestral foi de R$ 1,8 bilhão, abaixo do ganho de R$ 2,428
bilhões registrado no mesmo período em 2007. Pelo conceito de lucro
recorrente que não considera eventos extraordinários sobre o resultado,
como por exemplo, a venda de um imóvel o banco teve um ganho de R$ 2
bilhões.
Os números deste ano ainda não foram auditados. Pelo cronograma do
banco, a revisão do balanço e a aprovação pelo Conselho de Administração
será feita no dia de 3 de novembro, com divulgação oficial prevista para
o dia seguinte.
Em nove meses, a instituição financeira apresentou lucro líquido de R$
5,9 bilhões, ante R$ 6,444 bilhões entre janeiro e setembro do ano
passado. Pelo conceito de lucro líquido recorrente, o ganho foi de R$ 6
bilhões nos nove meses do ano.
Os ativos do Itaú somaram R$ 393,6 bilhões, incremento de 32,9% sobre
setembro de 2007.
O rival Bradesco também divulgou seus números hoje, em caráter
definitivo. O banco divulgou lucro de R$ 1,910 bilhões no terceiro
trimestre, incremento de 3,2% sobre o resultado publicado em idêntico
período em 2007. No acumulado de nove meses, a instituição financeira
registrou um lucro de R$ 6,015 bilhões, um incremento de 3,4% sobre os
ganhos de janeiro a setembro de 2007.
Crédito, inadimplência e derivativos
A carteira de crédito do Itaú atingiu R$ 164,5 bilhões,
crescimento de 44,2% sobre setembro de 2007. Somente a carteira de
pessoa física somou R$ 66,2 bilhões, em um avanço de 34,5% em relação ao
ano passado no mesmo período.
O banco revelou que seu índice de inadimplência atingiu 4% em setembro,
queda ante um índice de 4,7% no mesmo mês em 2007 e de 4,3% em junho
deste ano.
A instituição financeira ainda revelou que aumentou sua reserva para as
dívidas mais díficeis de recuperar: a chamada "provisão" para créditos
de liquidação duvidosa foi aumentada em R$ 100 milhões, atingindo R$ 2,3
bilhões no mês de setembro.
E após várias empresas não-financeiras mostrarem rombos milionários
devido à sua vulnerabilidade às oscilações do câmbio, o Itaú procurou
deixar claro que seus investimentos no exterior possuem "operações de
hedge [proteção] em moeda, não havendo exposição a risco de variação
cambial".
Ainda segundo o banco, "esse hedge [proteção] utiliza-se de instrumentos
financeiros que geram resultados equivalentes à taxa do CDI [juro
praticado nas trocas entre os bancos]". (Fonte: Folha
Online)
Lucro do
Bradesco no acumulado do ano cresce 3%, para R$ 6 bi
Carteira de crédito teve expansão de 40,8% em 12 meses; banco diz que
não realiza operações com derivativos
O Bradesco registrou lucro líquido de R$ 6,015 bilhões de janeiro a
setembro deste ano, o que significa um crescimento de 3,4% em relação ao
lucro de R$ 5,817 bilhões do mesmo período de 2007. Segundo o banco,
isso corresponde a uma rentabilidade de 26,3% sobre o patrimônio líquido
médio.
A carteira de crédito da instituição, incluindo avais, fianças e
recebíveis de cartões de crédito, atingiu R$ 197,250 bilhões no final de
setembro, mostrando expansão de 40,8% em 12 meses. As operações com
pessoas físicas totalizaram R$ 69,984 bilhões (crescimento de 28,7%),
enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram o montante de R$
127,266 bilhões (alta de 48,5%).
Os dados do resultado do Bradesco no terceiro trimestre ainda não tinham
sido disponibilizados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Derivativos
O banco informou que não realiza operações com "derivativos exóticos",
denominadas "target forward" ou qualquer outro tipo de contrato
alavancado indexado à variação cambial junto a seus clientes. "O
Bradesco executa somente operações tradicionais com clientes que desejam
administrar suas posições em moedas estrangeiras", informou o banco em
um resumo sobre o desempenho da instituição de janeiro a setembro.
Conforme o Bradesco, em 23 de outubro o banco tinha a receber de 206
clientes o montante de R$ 973 milhões e a pagar para 110 clientes R$ 655
milhões, sendo o maior valor a receber por cliente de R$ 142 milhões e o
maior valor a pagar de R$ 109 milhões.
No caso de derivativos indexados à variação cambial relacionadas à
posição própria, o Bradesco informou que realiza operações com o
objetivo de proteger as suas atividades, "substancialmente os
investimentos no exterior (agências e subsidiarias)". "É importante
destacar que tais operações não são realizadas com objetivos
especulativos e sim visando apenas o casamento de ativos e passivos",
disse a instituição financeira. (Fonte: Estadão)
Unibanco
antecipa dados e anuncia lucro de R$ 704 mi no 3º trimestre
O Unibanco terminou o terceiro trimestre
com lucro líquido de R$ 704 milhões. No ano até setembro, o ganho foi de
R$ 2,2 bilhões.
A carteira de empréstimos somou R$ 74,3 bilhões, com elevação de 32,9%
perante a posição registrada em 30 de setembro de 2007.
O banco antecipou os números nesta sexta-feira, mas o balanço completo
está previsto para ser conhecido em 6 de novembro. " Os resultados
publicados neste documento são uma prévia não auditada dos números do 3º
trimestre de 2008, podendo sofrer alterações no momento da publicação
oficial " , avisou a instituição.
As "units" do Unibanco estão entre os destaques de queda no pregão da
Bovespa. Há pouco, recuavam 12,5%.
Consta da nota disponível na página eletrônica da Comissão de Valores
Mobiliários (CVM) que os ativos totais do Unibanco foram de R$ 178,5
bilhões, com expansão de 33,3% ante setembro do ano passado. O
patrimônio líquido correspondeu a R$ 12,2 bilhões e a taxa de retorno
anualizada sobre o patrimônio líquido médio alcançou 24,4%.
(Fonte:
Valor Online)
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Segundo
Trimestre/2008
Lucro do
Banestes no primeiro semestre foi de R$ 74,59 milhões
O lucro do Banestes somou R$ 74,59 milhões no primeiro semestre deste
ano, o que representa um avanço de 0,36% em relação a período
correspondente de 2007. Se desconsideradas despesas extraordinárias, em
especial o Plano Antecipado de Afastamento Voluntário (PAAV), a evolução
do lucro no período fica em 16,23%. O Patrimônio Líquido (PL) alcançou,
no semestre, o montante de R$ 501,40 milhões, um avanço de 32,02% em
relação ao primeiro semestre de 2007. Já o retorno sobre o PL foi de
16,76%, apurado pela relação entre o lucro líquido obtido em 30/6/2008 e
o PL registrado em 31/12/2007. Os ativos totais atingiram R$ 9,11
bilhões em 30/6/2008, um crescimento de 355,57% em relação ao valor de
R$ 1,99 bilhão registrado em igual período de 2002 e um avanço de 47,81%
comparativamente a igual período de 2007. Tal expansão deveu-se ao
aumento dos recursos de tesouraria e também à expansão da carteira de
crédito, que cresceu 23,49% e encerrou o semestre de 2008 com o saldo de
R$ 1,84 bilhão. "O lucro do 1º semestre foi impactado pela elevação da
alíquota da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido [CSLL] de 9% para
15% a partir de maio; da perda da remuneração feita aos bancos pelo
INSS; e da redução na arrecadação de tarifas, a partir das novas regras
estabelecidas pelo Banco Central [BC]", explica o diretor-presidente do
Banco, Roberto da Cunha Penedo.
Pessoa jurídica
No período, a carteira de crédito do Banestes ganhou mais fôlego, com o
salto de 32,75% verificado nas operações com o segmento pessoa jurídica
que, em comparação com o 1º semestre de 2007, cresceram R$ 1,01 bilhão.
Os produtos que puxaram esse avanço foram o financiamento industrial "
cujo saldo evoluiu 440,82% ", Conta Garantida, Compror e Vendor e
Títulos Descontados. No segmento pessoa física, a carteira de crédito
também registrou uma significativa expansão, com saldo de R$ 836,85
milhões e crescimento da ordem de 13,94% em comparação ao 1º semestre de
2007. Financiamento de Bens e CDC Lojista, Consignação em Folha de
Pagamento e financiamentos rurais foram os produtos que impulsionaram a
expansão. O total de recursos captados e administrados pelo Banco
alcançou, em junho de 2008, R$ 9,07 bilhões, representando um incremento
de 46,57% em comparação ao saldo existente no mesmo período de 2007.
Destaques
"Importantes eventos marcaram o 1º semestre de 2008 e um deles foi o
lançamento, em março, do Banescard, o cartão de débito e crédito
bandeira própria do Banestes. Com o advento do produto, o Banestes
tornou-se o primeiro banco comercial do País a dispor de um cartão dessa
natureza. O Banescard é a grande aposta da instituição e nossa meta é
chegar ao final do ano com 18 mil estabelecimentos cadastrados", afirma
Penedo. O Banco adotou também, no período, a estratégia de trabalhar com
o não-correntista e ativou os produtos da Banestes Financeira "
Financiamento de Bens e Crédito Pessoal ", destinados a esse público. A
incursão do Banco no segmento não-correntista propiciou um crescimento
de 393,42% no desempenho desses produtos, comparativamente ao 1º
semestre do ano anterior. O concurso público realizado em abril, evento
do qual participaram mais de 35 mil candidatos, e a conclusão do Site de
Contingência, investimento de R$ 13 milhões, foram outros marcos do
período. Conforme o Planejamento Estratégico para o período 2008-2010, o
Banestes dirigirá sua expansão orgânica para regiões limítrofes do
Estado e já recebeu do BC autorização para abertura de agências nas
cidades de Nanuque, Minas Gerais, e Teixeira de Freitas, na Bahia. A
unidade de Nanuque está em construção e será inaugurada neste ano.
Crédito industrial
O Banestes chegou ao final do semestre com um saldo de R$ 50 milhões na
carteira de financiamento aos segmentos industrial, agropecuário e
agroindustrial, por meio de repasse de recursos do Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Já as operações aprovadas e
pendentes de contratação ainda este e ano e no início de 2009 importam
em R$ 35 milhões. Os financiamentos, agrupados em várias linhas de
crédito para dinamizar atividades de micro, pequenas, médias e grandes
empresas, podem ser aplicados em projetos diversos, que vão da
implantação e ampliação de empresas à aquisição de máquinas e
equipamentos novos, de fabricação nacional, passando pelo incentivo de
setores como apicultura, aqüicultura, avicultura e floricultura, entre
outros. Em 2007, quando retomou a condição de agente financeiro do
BNDES, o Banestes passou não apenas a ombrear com os grandes bancos no
tocante ao repasse das linhas de crédito daquele órgão. Pôde, ainda, dar
nova musculatura ao seu papel de agente de fomento do desenvolvimento
socioeconômico capixaba. (Fonte: A Gazeta – ES)
Banco Central
lucra R$ 3,2 bi no 1º semestre
Em função de uma mudança na contabilidade, o Banco Central registrou, no
primeiro semestre de 2008, um lucro de R$ 3,2 bilhões. O valor
representa a diferença entre receitas e despesas com juros incidentes
sobre as operações em moeda local, mas o resultado não contabilizou os
custos com o carregamento das reservas internacionais e as operações de
swap cambial reverso, que somaram R$ 44 bilhões no período. Dessa forma,
se não houvessem ocorrido mudanças na contabilidade, o Banco Central
teria registrado um prejuízo de quase R$ 41 bilhões. O diretor de
Administração do BC, Antero Meirelles, explicou que o novo critério de
contabilidade tem o objetivo de tornar mais transparente os prejuízos e
os lucros resultantes da variação cambial. Segundo ele, o balanço do
Banco Central ficava obscurecido na sua principal função de executor da
política monetária por essa variação cambial. O balanço do primeiro
semestre, informou Meirelles, é o segundo em que o BC aplicou as normas
internacionais de contabilidade emitidas pela International Accounting
Standards Board (IASB). O diretor disse que a contabilidade antiga, que
incluía o custo do carregamento das reservas e das operações de swap
reverso, não era transparente para os analistas externos porque em
outros países ativos e passivos cambiais encontram-se no mesmo órgão.
Até junho de 2007, o custo de carregamento das reservas e com swap foi
de R$ 33 bilhões e o lucro do BC em R$ 2,7 bilhões. Pela nova
contabilidade, o resultado do ano de 2007 foi positivo em R$ 4,5
bilhões. (Fonte: DCI)
Banco Votorantim lucra R$ 600 milhões
O Banco Votorantim, nona maior instituição financeira do
país, encerrou o primeiro semestre do ano com lucro líquido
de R$ 600,8 milhões. O valor é ligeiramente inferior aos R$
609,5 milhões registrados no mesmo período do ano passado. O
retorno sobre o patrimônio líquido final foi de 20% ao ano.
"O banco vem mantendo um ritmo de crescimento orgânico
bastante importante. É uma característica nossa. Dados os
eventos do período, como a crise internacional e o aumento
do custo de captação, o resultado foi bastante bom", afirma
Milton Roberto Pereira, vice-presidente do Banco Votorantim.
Além disso, o banco também expandiu suas atividades, com uma
corretora em Nova York e outra em processo de abertura em
Londres. "Num futuro não tão próximo devemos chegar também
na Ásia." No semestre, os ganhos foram puxados pelo forte
avanço do crédito. A carteira total, sem contar avais e
fianças, cresceu 62,5% no período, atingindo um saldo de R$
33,7 bilhões no fim de junho. "Temos uma expectativa
bastante otimista para o segundo semestre, com crescimento
entre 20% e 25%". Pereira ressalta que esse avanço se deu
sem afetar a qualidade dos empréstimos, com inadimplência em
2%. Seguindo tendência do mercado atual, a carteira para
empresas apresentou expansão superior à de empréstimos para
o consumo. O volume para pessoas jurídicas avançou 84,5%, em
relação ao patamar do primeiro semestre do ano passado, com
saldo em R$ 14,1 bilhões (R$ 20 bilhões, incluindo avais e
fianças). "Temos investido bastante nesse segmento, com um
expressivo crescimento no crédito focado em companhias com
faturamento anual de até R$ 700 milhões." Nos primeiros seis
meses do ano, essa faixa de empresas apresentou evolução de
230%, passando de R$ 2,2 bilhões para R$ 6,6 bilhões, em
junho. No varejo, o avanço foi de 49,6%, para R$ 19,6
bilhões. Do total, 86,6% é de financiamento de veículos e
10% de consignado. A BV Financeira ampliou a base de
clientes, de 2,1 milhões para 3,1 milhões clientes ativos. (Fonte: Valor Econômico)
Banrisul
Lucra R$ 308 Milhões no Semestre
O lucro líquido do Banrisul no primeiro semestre foi de R$ 308,2
milhões, reflexo do processo de capitalização do banco gaúcho. Um dos
principais destaques foi o crescimento da carteira de crédito, de 45% em
comparação a junho de 2007, alcançando cerca de R$ 10 bilhões.
As operações de crédito comercial pessoa física cresceram 38,2% nos
últimos doze meses, atingindo o valor de R$ 3,4 bilhões. O aumento está
principalmente ligado às linhas de crédito consignado, que obtiveram
crescimento de 72,8%. Ao término de junho de 2008, as operações de
crédito comercial direcionadas à pessoa jurídica registraram R$ 3,7
bilhões, com aumento de 75,3% sobre junho de 2007. (Fonte: Relatório Bancário)
Lucro do HSBC cresce 40% no semestre
O lucro consolidado do HSBC Brasil aumentou
40,7% no primeiro semestre. Passou de R$ 546,9 milhões de janeiro a
junho de 2007 para R$ 769,3 milhões em igual período de 2008. O
resultado foi favorecido pela participação em empresas controladas,
cujas receitas cresceram 112,6%, de R$ 131,7 milhões para R$ 280
milhões. As receitas de intermediação financeira tiveram alta de 15%, de
R$ 5,6 bilhões para R$ 6,45 bilhões. O HSBC Seguros, por exemplo, teve
lucro 140% maior no período, passando dos R$ 110,9 milhões obtidos no
primeiro semestre do ano passado para R$ 266,4 milhões nos seis
primeiros meses de 2008. É que no semestre a subsidiária reconheceu
crédito tributário líquido de R$ 163 milhões, devido a PIS e Cofins
recolhidos a mais de 2001 a 2008. Outro que contribuiu com a última
linha do balanço foi o HSBC Investment Bank, com R$ 105,6 milhões. "O
banco teve uma boa performance", disse o diretor financeiro, Álvaro de
Azevedo, que cita o crescimento de 43% nos ativos, que chegaram a R$
97,5 bilhões, e o aumento de 37% na carteira de crédito, que soma
atualmente R$ 38 bilhões. De acordo com o executivo, o crédito a pessoas
físicas cresceu acima de 30% no semestre, puxado principalmente por
financiamento de automóveis, crédito imobiliário e cartão. No caso das
pessoas jurídicas, segmento que tinha "um cenário mais favorável", o
aumento foi superior a 40%. Azevedo contou que, para reduzir o custo do
dinheiro, o banco está investindo cada vez mais na captação de recursos
de correntistas. "Para buscar melhor eficiência, estamos trabalhando
fortemente na nossa base de clientes", explicou. O HSBC está presente em
559 municípios brasileiros e tem uma rede local composta por 924
agências e 453 postos de atendimento. Sobre a expectativa para o
restante do ano, o executivo disse estar otimista e considera o mercado
desafiador. "Estamos confortáveis com nossa habilidade de gestão",
afirmou. "Não temos nada que nos impeça de encarar o segundo semestre
com otimismo." Azevedo admitiu que a regulamentação de tarifas
bancárias, que começou a valer em maio, afetou negativamente o resultado
publicado ontem, mas preferiu não comentar o assunto. "Estamos
trabalhando para resolver isso." Foi o primeiro resultado divulgado após
a posse do novo presidente da operação brasileira do HSBC, Clive Shaun
Wallis, que substituiu Emilson Alonso (atual presidente da América
Latina) em maio. Com os dados recentes em mão, Wallis está definindo a
estratégia dos próximos meses e, em setembro, vai visitar 30 municípios
para conhecer a equipe e passar orientações. Essa visita anual já era
tradição no banco e terá continuidade na nova gestão. O Brasil é visto
como crucial para o banco inglês atingir sua meta de 60% de lucro em
países emergentes. Das demais empresas do grupo no país, o HSBC Vida e
Previdência teve lucro líquido 335% maior. Passou de R$ 4,9 milhões para
R$ 33,5 milhões. O lucro do HSBC Empresa de Capitalização foi de R$ 54,9
milhões no semestre, 91% maior que o registrado no primeiro semestre do
ano passado. (Fonte: Valor Econômico)
Lucro do
Banco Real caiu 16%
O lucro líquido do Banco Real caiu 16% no primeiro semestre, para R$
1,065 bilhão, ante R$ 1,261 bilhão em igual período de 2007. O resultado
foi impactado pelas operações de tesouraria, que, segundo o banco, não
repetiram em 2008 os ganhos obtidos até junho do ano passado.
"Desconsiderando esses resultados, o lucro líquido apresentou um aumento
de 7%", informa o Real. O lucro líquido recorrente atingiu R$ 1,011
bilhão no período. O valor exclui o impacto da estrutura de proteção ao
capital e o resultado não-operacional resultante da venda da
participação do banco na Visa Internacional no primeiro semestre deste
ano. No mesmo período de 2007, o lucro líquido recorrente foi de R$
1,211 bilhão. Fábio Barbosa, presidente do Real e do Grupo Santander
Brasil, que está em processo de incorporação do Banco Real, explica que
os resultado de tesouraria é mais volátil e acompanha o movimento do
mercado. "Não registramos prejuízo, mas ganhos menores em relação ao
primeiro semestre de 2007", esclarece. O executivo diz também que o foco
do banco está nas operações internas, onde houve crescimento de 7%.
"Conseguimos mais clientes, passando de 4 milhões para 4,3 milhões,
aumentamos nossa receita com serviços e tivemos crescimento na nossa
carteira de crédito. Com operações de tesouraria, em um semestre se
ganha e em outro se perde", analisa. A carteira de crédito do banco teve
avanço de 33% no período de 12 meses até junho, para R$ 73 bilhões.
Assim, a instituição atinge uma participação de mercado de 6,84%,
segundo dados do Banco Central. Considerando a carteira com avais e
fianças, o total chega R$ 80,556 bilhões. Um dos principais destaques da
carteira do Real é o financiamento imobiliário, que teve expansão de 46%
entre junho de 2007 e o mesmo mês deste ano, para R$ 3,43 bilhões. Os
empréstimos às pessoas físicas avançaram 35%, para R$ 35,7 bilhões. Os
financiamentos às pequenas e médias empresas tiveram alta de 35% e
atingiram R$ 31,1 bilhões no período. Por outro lado, o saldo dos
empréstimos a grandes empresas recuou 16%, de R$ 3,249 bilhões nos seis
primeiros meses do ano passado, para R$ 2,733 bilhões até junho de 2008.
O movimento é contrário ao que ocorreu com Itaú e Bradesco, por exemplo,
que inclusive, reviram para cima a expansão de sua carteira de grandes
empresas. "Muitas operações internacionais de grandes empresas não
aparecem no nosso balanço. Essas transações foram feitas diretamente com
a matriz, que até junho era o ABN Amro", explica Barbosa. Segundo ele,
se tivessem sido feitas internamente, "provavelmente" teria sido
registrado um crescimento. O presidente do Real preferiu não fazer
projeções para o crescimento da carteira de crédito da instituição por
se tratar de um banco de capital internacional, o que, segundo ele, gera
algumas restrições. Barbosa se limitou a dizer que o crédito no mercado
como um todo deve ter expansão de 25%, segundo projeções da Febraban,
entidade da qual ele também é presidente. O volume de captação em
depósitos, fundos de investimentos e mercado aberto cresceu 27,2% no
período, para R$ 102,4 bilhões. Apenas a captação de depósitos de
clientes apresentou expansão de 26% nos últimos 12 meses, para R$ 69,046
bilhões. Com o avanço geral da carteira, porém, a provisão para perdas
com crédito cresceu 43% no período, de R$ 1,144 bilhão até junho de
2007, para R$ 1,636 bilhão. A inadimplência do Banco ficou estável, em
3,2%. O resultado da intermediação financeira cresceu 7% em 2008
comparado ao mesmo período de 2007, de R$ 5,785 bilhões, para R$ 6,208
bilhões. O total de receitas atingiu R$ 8,218 bilhões no primeiro
semestre, o que representa um crescimento de 7,4% em relação a 2007. O
banco destaca, mais uma vez, que "as receitas totais foram impactadas
por um resultado de operações de tesouraria menos favorável no primeiro
semestre de 2008, quando comparado com o mesmo período de 2007.
Expurgando os efeitos dessas operações, as receitas totais cresceram 13%
em relação ao primeiro semestre de 2007", diz a instituição em seu
balanço. As despesas não-decorrentes de juros são um exemplo do impacto
negativo no total de receitas, uma vez que cresceram 14% no período de
12 meses, de R$ 3,856 bilhões, para R$ 4,414 bilhões. Por outro lado,
como resultado da maior participação de pessoas físicas e pequenas e
médias empresas, as receitas com operações de crédito e arrendamento
mercantil cresceram 16%, para R$ 7,561 bilhões. Os ativos totais do Real
atingiram R$ 163,5 bilhões em 30 de junho de 2008, crescimento de 6%
comparado ao mesmo período de 2007. O patrimônio líquido chegou a R$
12,826 bilhões, com crescimento de 27% em relação a junho de 2007. O
retorno sobre patrimônio líquido médio, no entanto, recuou de 25,4% até
junho de 2007, para 17,1% no primeiro semestre deste ano. (Fonte: DCI)
Nossa Caixa
lucra R$ 526 mi com destaque para consignado
O Banco Nossa Caixa anunciou um lucro líquido de R$ 525,7 milhões no
primeiro semestre deste ano, valor 36,4% superior ao alcançado em igual
período de 2007, quando apresentou R$ 297,8 milhões, gerando retorno
médio de 38,3% sobre o patrimônio líquido. O destaque no semestre foi o
avanço da concessão de crédito e das receitas obtidas por meio da
prestação de serviços e de tarifas bancárias. O resultado semestral
inclui R$ 609,9 milhões relativos à ativação de créditos tributários. A
carteira de operações de crédito encerrou a primeira metade do ano com
saldo de R$ 10,6 bilhões, um avanço de 29,1% na comparação com o
primeiro semestre de 2007, quando registrou R$ 8,2 bilhões. O crédito
foi puxado pelos empréstimos à pessoa física, que somaram R$ 7,9 bilhões
e cresceram 25,7% no comparativo com igual período de 2007. O
carro-chefe do empréstimo pessoal foi o crédito consignado, com saldo de
R$ 4,1 bilhões; a modalidade representou 51,6% do crédito à pessoa
física e 38,7% do total das operações de crédito realizadas pelo banco.
O crédito à pessoa jurídica aumentou 26% no semestre e 40,4% em 12
meses, fechando a primeira metade de 2008 com saldo de R$ 2,7 bilhões.
Segundo o presidente da Nossa Caixa, Milton Luiz Santos os produtos que
mais cresceram foram capital de giro e conta garantida. Para o
presidente, o desempenho da instituição foi fortemente impactado pelo
aumento de despesas operacionais, que cresceram 73,6% se comparadas a
igual período de 2007 e somaram R$ 730,1 milhões. Segundo ele, nesse
montante, destacaram-se as despesas com provisões para contingências
cíveis, num total de R$ 377,2 milhões no semestre, valor que representou
aumento de 106,6% frente ao registrado entre janeiro e junho do ano
passado. "Esse resultado é referente a ações judiciais para a correção
do pagamento da época da vigência dos planos econômicos Bresser, Verão,
Collor I e II", diz Santos.
Incorporação
A proposta de incorporação da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil continua
em andamento. Segundo Santos, nos meses de junho e julho, o governo do
estado, que controla as ações da Nossa Caixa contratou duas
instituições, o Citigroup e o Banco Fator para reavaliar todo o ativo do
banco. Esse conjunto de informações (Data Room) ficou disponível para o
Banco do Brasil durante os últimos dois meses. Enquanto a instituição
aguarda a proposta do Banco do Brasil, também é avaliada pelo JP Morgan.
"Contratamos um órgão de fora para termos condições de nos avaliar",
afirma Santos. Para ele, a incorporação é vista de forma positiva, já
que são duas instituições públicas abertas. "Não sabemos quando essa
incorporação vai acontecer. Agora é aguardar a oferta do Banco do
Brasil. Trabalharemos para manter a nossa rentabilidade, independente do
que aconteça." (Fonte: DCI)
Banco
Panamericano registra lucro 58% maior até junho, para R$ 159,8 mi
O Banco Panamericano, braço financeiro dos negócios do apresentador de
televisão e empresário Silvio Santos, registrou lucro líquido de R$
159,8 milhões no primeiro semestre deste ano. O desempenho foi 58,1%
maior que o verificado de janeiro a junho do ano passado, quando a
instituição lucrou R$ 101 milhões. Na comparação dos dois primeiros
trimestres de 2008, o ganho do Panamericano aumentou 27,3%, passando de
R$ 70,3 milhões de janeiro a março para R$ 89,5 milhões entre abril e
junho. Ao divulgar o resultado do banco em teleconferência com analistas
de mercado e investidores, o diretor financeiro do banco, Wilson Roberto
de Aro, não demonstrou empolgação com o crescimento de quase 60%.
"Manteve-se em linha com os últimos quatro trimestres", disse. O mercado
tampouco vibrou com o desempenho. As ações do Panamericano negociadas na
Bovespa fecharam a quinta-feira em queda de 1,44%, cotadas a R$ 7,49
cada. Em junho, o patrimônio líquido perfez R$ 1,427 bilhão ante R$
1,302 bilhão no fechamento de 2007, descortinando um retorno anualizado
de quase 25%. "Tínhamos nos comprometido com esse desempenho na ocasião
do IPO [oferta inicial de ações]", ressaltou De Aro. O executivo
procurou destacar a expansão da carteira de crédito, que não sofreu por
causa do aperto monetário, iniciado em abril pelo Conselho de Política
Monetária do Banco Central (Copom), que elevou os juros básicos (Selic)
de 11,25% para 13% ao ano. "Apesar da taxa de juros mais alta, o volume
de crédito não foi impactado e o nível de inadimplência se manteve
estável." O Panamericano fechou junho com um estoque de R$ 8,6 bilhões
em crédito concedido, expansão de 47% em relação ao primeiro semestre do
ano passado. A expansão da carteira de crédito do Panamericano ocorreu
principalmente na área de credito ao consumo para pessoas físicas nos
segmentos de automóveis e empréstimos consignados. A carteira de
financiamento a veículos cresceu 55% e a de empréstimos consignados 33%.
As operações de leasing atingiram volume R$ 835,8 milhões no semestre,
crescimento de 82% em relação ao mesmo período de 2007, superando a
média de mercado que foi de 51%. O balanço trimestral do Panamericano
também destaca decisão do conselho de administração da instituição,
tomada na última segunda-feira, que aprovou o Plano de Recompra de Ações
de emissão própria. Com a medida, o banco deverá adquirir até 7.004.260
ações preferenciais, ou 10% do total de ações em circulação. Os papéis
deverão permanecer na tesouraria do banco para posterior alienação ou
cancelamento, sem redução do capital social. (Fonte: DCI)
Lucro da Caixa cresce 90% no segundo trimestre
A Caixa Econômica Federal (CEF) espera fechar o ano com crescimento de 30 por cento no crédito, com foco nas pessoas jurídicas, e tem como meta manter a trajetória de redução do peso dos ganhos com tesouraria em seu balanço.
No segundo trimestre do ano, a instituição pública registrou lucro de 1,670 bilhão de reais, aumento de 90 por cento frente ao mesmo período de 2007.
Parte dos ganhos refletiu o aumento da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido em maio de 9 para 15 por cento que permitiu ao banco compensar créditos tributários no valor de 704 milhões de reais.
Mas as operações de crédito, que tiveram crescimento expressivo, também contribuíram para inflar o lucro.
De janeiro a junho deste ano, o estoque das operações de crédito cresceu 29,2 por cento frente ao mesmo período de 2007 para 58,1 bilhões de reais. O estoque de créditos para Habitação somou 36,7 bilhões de reais, valor recorde, com alta de 27 por cento em 12 meses.
"Estamos trabalhando para fechar o ano alinhados com o mercado em termos de crescimento do crédito, com alta de 30 por cento", afirmou o vice-persidente de Controle e Risco da instituição, Marcos Vasconcelos.
Ele acrescentou que a estratégia não vai contra o esforço do governo para desaquecer a economia pois é centrada principalmente na elevação do financiamento para as pessoas jurídicas parte do qual vai para investimento e não envolve o financiamento de automóveis, segmento muito aquecido na economia, mas no qual o banco não atua.
No semestre, as receitas da CEF advindas de títulos e valores mobiliários caiu 6,8 por cento frente a 2007, mas o resultado, de 7,525 bilhões de reais, ainda ficou bem acima das receitas de 4,910 bilhões de reais obtidas com operações de crédito.
Segundo o vice-presidente de Finanças, Márcio Percival, a meta da instituição é obter maior equilíbrio entre esses dois segmentos. "Isso dá estabilidade maior aos nossos ganhos", afirmou.
No semestre, o lucro líquido da CEF somou 2,5 bilhões de reais, alta de 53,5 por cento frente ao mesmo período de 2007. Descontadas as receitas e despesas não-recorrentes, o lucro aumentou 40 por cento, para 2,040 bilhões de reais.
A Caixa repassou ao Tesouro Nacional, em julho, 588 milhões de reais destinados ao pagamento antecipado de juros e dividendos do ano.
"Somados aos repasses das loterias, tributos e encargos recolhidos, eleva-se para 3,4 bilhões de reais o montante destinado ao Tesouro Nacional no período", informou a Caixa em comunicado. (Fonte: Estadão)Lucro semestral do BB cresce 61%, para R$ 3,99 bilhões
Apesar do crescimento expressivo, resultado do Banco do Brasil fica abaixo do anunciado por Itaú e Bradesco
O Banco do Brasil, maior instituição financeira do País por ativos, fechou o primeiro semestre de 2008 com lucro líquido de R$ 3,992 bilhões, 61% maior do que na primeira metade do ano passado. O resultado no período ficou atrás dos bancos privados Itaú e Bradesco, com lucros de R$ 4,084 bilhões e R$ 4,1 bilhões, respectivamente.
No segundo trimestre, o lucro líquido do BB foi de R$ 1,644 bilhão, com avanço de 53,9%. Excluindo itens extraordinários, o chamado lucro líquido recorrente foi de R$ 1,463 bilhão, mostrando queda de 1,2% sobre o segundo trimestre do ano passado.
A carteira de crédito chegou em R$ 190,1 bilhões no final do segundo trimestre, com expansão de 30,9% sobre o mesmo período do ano passado. Sobre março deste ano, a carteira avançou 10%. Já a carteira de crédito doméstica cresceu 35,6% sobre igual período do ano passado e 11,2% de março para junho.
A carteira de crédito pessoa física somou R$ 40,5 bilhões, com aumento de 45,1% em relação ao mesmo período do ano anterior e 10,6% na comparação trimestral. Com este desempenho, a carteira de pessoas físicas passa a representar 21,3% da carteira total, contra uma participação de 19,2% no segundo trimestre do ano passado. Nesse segmento, o principal destaque foi o financiamento a veículos, que cresceu 173,5% em 12 meses e 32,9% no trimestre.
Outro destaque foi o CDC Salário, linha destinada aos correntistas que recebem seus proventos no BB, que cresceu 10,8% no trimestre e 50,9% em 12 meses. O crédito consignado continua sendo o carro-chefe dessa carteira, com saldo de R$ 14 bilhões e crescimento de 37,9% em 12 meses e de 9,8% no trimestre.
O crédito para pessoa jurídica atingiu R$ 78,3 bilhões, com expansão de 38,9% em relação ao segundo trimestre e de 13,2% em relação ao final do primeiro trimestre. Destaque para as linhas de capital de giro que alcançaram R$ 37,1 bilhões, crescimento de 79,4% sobre o mesmo intervalo de 2007 e de 24,4% sobre março último. O crédito ao agronegócio, apesar de registrar crescimento inferior aos outros segmentos, expandiu 9%. Destaque para o crédito agroindustrial, que cresceu 80,9% em 12 meses e 16,4% no trimestre. (Fonte: Estadão)
Lucro do BNDES soma R$ 4,1 bilhões no primeiro semestre
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) registrou lucro líquido de R$ 4,1 bilhões no primeiro semestre de 2008, 6,8% abaixo do lucro de R$ 4,4 bilhões no mesmo período do ano passado, segundo divulgado hoje pela instituição. Segundo o BNDES, o desempenho foi influenciado pelas contribuições positivas do resultado com participações societárias, que atingiram R$ 4,8 bilhões, reflexo de crescimento de 111,7% em relação aos primeiros seis meses do ano anterior. No primeiro semestre de 2007, o resultado com participações acionárias ficou em R$ 2,3 bilhões. Em comunicado divulgado hoje, o BNDES destaca que no primeiro semestre do ano passado foram anotados ganhos extraordinários, como a liquidação antecipada de contratos de financiamento à exportação (R$ 649 milhões) e pela receita extraordinária de reversão para provisão de risco de crédito, no montante de R$ 1,2 bilhão (contra R$ 415 milhões em igual período de 2008). O lucro entre janeiro e junho de 2008, segundo maior da história do BNDES para um semestre, "foi obtido apesar da redução de spreads, instituída a partir da nova política operacional", afirma o banco. As taxas básicas cobradas nos financiamentos do banco, que variavam de 0% a 3%, caíram para 0% a 1,8%.
Crédito
O BNDEs destaca que a "boa qualidade da carteira de financiamentos", com 97,5% dos créditos classificados entre os níveis AA e C, de baixíssimo risco. "O percentual é elevado, levando-se em conta que a média do Sistema Financeiro Nacional, nesta categoria, situa-se em 92,1%." O banco afirma ainda que é baixo o nível de inadimplência registrado até junho, equivalente a 0,02% do total de financiamentos concedidos. "O saldo da Provisão para Risco de Crédito totalizou R$ 3,9 bilhões, equivalentes a 103,79 vezes a inadimplência da carteira, indicando que o montante provisionado é mais do que suficiente para cobrir possíveis perdas com créditos inadimplentes." As operações de crédito do BNDES cresceram R$ 15 bilhões em seis meses, atingindo R$ 181,7 bilhões em junho de 2008. Já a rentabilidade sobre patrimônio líquido médio alcançou 15,4% entre janeiro e junho de 2008, percentual inferior aos 20,8% obtidos nos mesmos meses de 2007. "Tal redução é explicada, principalmente, pelo aumento positivo do patrimônio líquido, que serve como denominador para este cálculo." Por fim, o BNDEs informou que os ativos totais do Sistema BNDES somaram R$ 222,8 bilhões em 30 de junho de 2008, crescimento de 9,9% em relação ao resultado de 31 de dezembro de 2007. (Fonte Folha Online)
Banco
do Nordeste
tem ganho de
R$ 173 mi
O Banco do
Nordeste
obteve um
lucro de R$
173,1
milhões no
segundo
trimestre
deste ano, o
que
representou
quase o
triplo do
valor
registrado
no mesmo
período de
2007, de R$
59,8
milhões.
Além do
crescimento
das
operações da
instituição,
a reversão
de uma
provisão de
R$ 87,3
milhões
contribuiu
para o
crescimento
do
resultado.
De maio a
junho, a
receita com
a
intermediação
financeira
subiu 12%,
para R$
382,1
milhões,
puxada pelas
operações de
crédito e
com títulos
e valores
mobiliários.
Também subiu
o ganho com
a prestação
de serviços,
como, por
exemplo, a
operação do
Fundo
Constitucional
de
Financiamento
do Nordeste
(FNE). Essa
receita
passou de R$
180,3
milhões para
R$ 240,4
milhões. De
acordo com
Luiz
Henrique
Mascarenhas,
diretor
financeiro
do Banco do
Nordeste,
isso se deve
principalmente
ao
crescimento
das
contratações,
que passaram
de R$ 960
milhões de
maio a junho
de 2007 para
R$ 2,7
bilhões no
mesmo
trimestre
deste ano.
Em cima do
patrimônio
do fundo e
das
operações
contratadas,
o banco
recebe uma
remuneração.
O executivo
destaca que
parte do
lucro da
instituição
veio também
do
crescimento
das
operações de
crédito
comercial,
que foram de
R$ 924,3
milhões no
segundo
trimestre
deste ano
ante R$
526,6
milhões em
igual
intervalo de
2007. "Isso
está
associado ao
crescimento
da atividade
econômica na
região
Nordeste,
que passou a
demandar
mais
crédito",
diz ele. Já
a reversão
de provisões
de tributos
compensados
com créditos
do expurgo
inflacionário
do Plano
Verão
colaborou
com outros
R$ 87,3
milhões para
o
crescimento
do lucro
líquido. O
aumento das
concessões,
entretanto,
também
acabou
levando a um
crescimento
das
provisões,
que saíram
de R$ 18,3
milhões no
segundo
trimestre de
2007 para R$
49,6 milhões
neste ano.
Do lado das
despesas,
houve um
aumento de
33% nos
gastos com
pessoal, que
foi de R$
192,8
milhões.
Segundo
Mascarenhas,
não houve
expansão do
quadro de
funcionário.
"O
crescimento
dos
dispêndios
veio pelo
dissídio e
por mudanças
nos cargos
do banco",
explica ele.
(Fonte:
Valor
Econômico)
Lucro
líquido do
Rural cresce
seis vezes
Kátia
Rabello,
presidente:
"Agora
podemos
enfrentar os
problemas
normais de
todos"
O Banco
Rural
divulga hoje
o balanço do
primeiro
semestre com
lucro
líquido de
R$ 39,958
milhões,
resultado
seis vezes
maior do que
os R$ 6,270
milhões de
igual
período de
2007. O
retorno
anualizado
foi de 23,7%
sobre o
patrimônio
de R$ 372
milhões. É o
sexto
semestre
consecutivo
de resultado
positivo do
Rural, em
parte ainda
garantido
por ganhos
extraordinários.
Mas, a
presidente
do banco,
Kátia
Rabello,
está feliz
por ter
recuperado o
equilíbrio,
depois do
abalo de
2005, quando
foi atingido
pelo
escândalo
político do
mensalão.
"Conseguimos
fechar as
torneiras
das
despesas,
nos
equalizar e
voltar a
crescer em
captação e
resultado.
Agora
podemos
enfrentar os
problemas
normais de
todos",
disse Kátia,
para quem a
perspectiva
de uma
conjuntura
mais difícil
como a
esperada
para o
segundo
semestre e
2009, com
inflação e
juros em
alta e
crescimento
menor pode
ser
considerado
um
"paraíso",
perto dos
problemas
que já
administrou.
Os
resultados
do primeiro
semestre
foram
favorecidos
por uma
reversão de
provisão
devida a uma
decisão do
Supremo
Tribunal
Federal
(STF)
favorável ao
banco em
questão de
base de
incidência
da Cofins. A
decisão do
STF, tomada
em 30 de
maio foi
confirmada
em 24 de
junho por
Agravo
Regimental,
mas ainda
não foi
publicada.
Para os
auditores do
banco, a
Deloitte
Touche
Tohmatsu,
seria
adequado
esperar a
publicação.
Mas, diante
da iminência
disso e
apoiado pelo
conselho de
especialistas
que
assessora a
instituição,
o Rural
resolveu
contabilizar
seus efeitos
agora. O
conselho
renovou em
abril a
assessoria
ao banco.
Segundo a
Deloitte, a
reversão de
provisão
para
contingências
com o Cofins
e registro
de ativo
como
impostos a
recuperar
tiveram
impacto de
R$ 32,557
milhões e R$
89,236
milhões
respectivamente.
O patrimônio
e o
resultado do
semestre
estão
apresentados
a maior em
R$ 73,076
milhões
líquidos dos
efeitos
tributários,
diz a
Deloitte.
Outro fator
extraordinário
que afetou o
resultado do
primeiro
semestre,
neste caso
reduzindo-o,
foi a
provisão
feita pelo
Rural para
contingência
em relação a
multa de R$
29,417
milhões
aplicada
pelo Banco
Central por
irregularidade
em operação
cambial
feita na
década de
90. Os
auditores
avaliam que
a provisão
só deveria
ser feita
mais à
frente, mas
os
consultores
legais
consideraram
adequado
fazê-la
agora. Com
isso, houve
impacto no
passivo não
circulante,
que está
apresentado
a maior em
R$ 29,417
milhões; o
patrimônio
líquido e o
resultado do
semestre
estão
apresentados
a menor em
R$ 17,650
milhões,
líquidos.
Questões
extraordinárias
à parte, o
que mais
deixou Kátia
satisfeita
foi a
recuperação
das
captações. A
expectativa
do banco era
captar uma
média mensal
de R$ 25
milhões em
depósitos a
prazo e o
número quase
dobrou para
R$ 40
milhões. O
volume de
depósitos
atingiu R$
1,261 bilhão
ao final do
semestre ,
com 17% de
crescimento
em
comparação
com o
primeiro
semestre de
2007. A
carteira de
crédito do
Rural
cresceu 18%
nos doze
meses
terminados
em junho
para R$ 1,05
bilhão, dos
quais 66,5%
são
operações
com pessoas
jurídicas,
empresas
médias; e o
restante
consignado.
O volume de
captação
ainda é
inferior à
capacidade
de
originação
de crédito,
mas já
permitiu ao
banco
reduzir as
cessões de
crédito
consignado,
o que
melhora os
resultados a
longo prazo.
O Rural
mantém 430
convênios
ativos,
apoiados por
31 pontos
comerciais e
530
promotores e
correspondentes
bancários
ativos. A
originação
do crédito
consignado
tem mantido
uma média
mensal de R$
60 milhões.
A produção
cresceu 87%
em relação
ao primeiro
semestre de
2007,
levando o
saldo da
carteira a
R$ 326
milhões.
Kátia
afirmou,
porém, que o
banco, assim
como o
restante do
mercado,
está
contendo
esses
negócios,
diante da
redução da
margem. A
previsão de
chegar a R$
1 bilhão em
carteira no
fim do ano
não será
atingida.
(Fonte:
Valor
Econômico)
Banco Safra
fechou o primeiro semestre com
um lucro de R$ 445,2 milhões
O Banco Safra fechou o primeiro
semestre com um lucro líquido de
R$ 445,2 milhões, valor 4,7%
superior aos R$ 425,1 milhões
apurados em igual período do ano
passado. Segundo comunicado do
banco, "o desempenho em relação
ao primeiro semestre do ano
passado manteve-se dentro da
expectativa". A carteira de
crédito da instituição, por
exemplo, teve expansão de 12,7%
- incluindo arrendamento
mercantil, avais e fianças -, de
R$ 30,8 bilhões, para R$ 34,7
bilhões até junho deste ano. A
carteira de crédito de pessoas
físicas (CDC e leasing) para
veículos leves foi a que
apresentou maior crescimento
(+16,4%), passando de R$ 3,04
bilhões para R$ 3,54 bilhões nos
últimos 12 meses. Nesse período,
o patrimônio líquido evoluiu
7,6%, para R$ 4 bilhões. Com
isso, a rentabilidade
patrimonial anualizada foi de
23%, superior à de igual período
de 2007 e acima da média do
banco nos últimos anos. As
perdas de crédito mantiveram-se
estáveis, com inadimplência
superior a 14 dias, no final de
junho, em 2% do total da
carteira. A carteira de câmbio,
apesar da valorização da moeda
brasileira, totalizou R$ 2
bilhões, com um aumento de 5,3%
sobre o montante de R$ 1,9
bilhão do primeiro semestre de
2007. Em dólar, a carteira
evoluiu 25,6%, passando de US$
983,0 milhões no encerramento do
primeiro semestre de 2007 para
US$ 1,235 bilhão no fechamento
de junho último. A evolução na
carteira de recursos de
terceiros administrada pela
Safra Asset Management foi de
21,2% comparativamente a igual
semestre do ano passado: subiu
de R$ 22,2 bilhões para R$ 26,9
bilhões. (Fonte: DCI)
Banco Sofisa
lucra R$ 65 milhões no 1º
semestre, com avanço de 90%
O Banco Sofisa registrou lucro
líquido de R$ 65,089 milhões no
primeiro semestre do ano, valor
90,82% maior em relação aos R$
34,111 milhões apurados no mesmo
período de 2007. O resultado foi
impactado positivamente pelo
avanço de 84,4% na carteira de
crédito entre junho de 2007 e o
mesmo mês desse ano, de R$ 1,748
bilhão, para R$ 3,223 bilhões.
Somente no período entre abril e
junho de 2008, o banco registrou
lucro de R$ 30,533 milhões, um
avanço de 28,1% em relação ao
mesmo período do ano passado,
quando o resultado foi de R$
23,835 milhões. No entanto,
houve uma queda de 11,6% em
relação aos primeiros três meses
do ano, quando o Sofisa lucrou
R$ 34,556 milhões. De acordo com
Gilberto Meiches,
vice-presidente do Sofisa, o bom
resultado apresentado no
semestre se deve basicamente ao
aumento significativo em sua
carteira de crédito. "No segundo
trimestre do ano passado, nós
estávamos saindo do IPO [sigla
em inglês para oferta pública
inicial de ações]. A partir
desse evento, a carteira
registrou uma alta consistente,
o que reflete nos resultados",
explica. Em relação à queda no
lucro em relação ao primeiro
trimestre, Meiches ressalta um
aumento com as despesas com
provisão contra risco de
crédito, de R$ 4,5 milhões.
"Além disso, nós tivemos um
número menor de novas operações
de crédito no varejo. A
volatilidade do mercado tem
feito com que o banco seja mais
criterioso nas avaliações para o
varejo", conta o executivo.
Mesmo assim, o saldo em carteira
do banco, somente no varejo,
alcançou R$ 1,2 bilhão,
crescimento de 17,2% em relação
ao primeiro trimestre do ano. Já
no crédito para pessoa jurídica,
a carteira do Sofisa atingiu R$
2,1 bilhões ao final de junho,
um crescimento de 13,7% em
relação ao período anterior.
"Com as empresas, nossos
negócios têm crescido tanto no
saldo quanto em novas
operações", explica Meiches.
Essa postura mais cautelosa na
avaliação de crédito faz com que
a inadimplência registrada pelo
Sofisa esteja em um patamar
baixo para a média de mercado.
"Ao final desse segundo
trimestre, as parcelas vencidas
há mais de 90 dias representavam
0,6% da carteira, algo próximo
da média histórica do banco, em
torno dos 0,5%", afirma o
vice-presidente do Sofisa. Ele
acredita que o banco lucrará
entre R$ 140 milhões e R$ 160
milhões em 2008. (Fonte: DCI)
Mercantil
do Brasil teve um lucro líquido de 84%
O Banco Mercantil do Brasil é mais uma instituição
financeira de porte médio que vê seus lucros e sua
carteira de crédito crescerem acima dos dois
dígitos. O lucro líquido até junho avançou 84% em
relação ao mesmo período de 2007, para R$ 31,581
milhões. A carteira de crédito avançou 43%, de R$
3,010 bilhões para R$ 4,290 bilhões. De acordo com o
diretor executivo da instituição, André Brasil, a
projeção para o segundo semestre é que haja
continuidade no processo de expansão dos
empréstimos. "Devido a um cenário incerto da
economia, projetamos encerrar o ano de 2008 com
crescimento entre 25% e 30% nas operações de
crédito", afirma o diretor do banco Mercantil do
Brasil. Segundo ele, o lucro nominal recorde é
atribuído, principalmente, à expansão das operações
de crédito com foco nos segmentos de pessoas
físicas; micro, pequenas e médias empresas;
financiamento de veículos; e crédito consignado.
Segundo Brasil, é importante destacar também o
perfil pulverizado das captações de recursos do
banco - resultado somente obtido pela possibilidade
de captações por meio da rede de agências,
minimizando os riscos em momentos de elevada
volatilidade, como o movimento recente no mercado
internacional. Outro destaque do banco foi o
crescimento da rentabilidade. Depois de elevações
semestrais sucessivas, o desempenho do primeiro
semestre de 2008, anualizado, aponta uma
rentabilidade sobre o patrimônio líquido de 12,4%, o
que é bastante próximo à média de mercado e à meta
da instituição, que é alcançar 15%. Para ele, o
momento especialmente favorável no comportamento da
atividade econômica possibilitou que a instituição
apresentasse resultados além das projeções. Segundo
o diretor do banco, o índice de inadimplência se
manterá estável até o final de 2008, devido ao
aperto monetário do Banco Central. Até junho deste
ano, a taxa de inadimplência em relação a carteira
de crédito total do banco representou 3,6%, uma
redução de 0,6 pontos percentuais em relação a o
mesmo período de 2007, quando apresentou uma taxa de
4,2% da carteira. Os depósitos a prazo passaram de
R$ 2,203 bilhões para R$ 3,051 bilhões, crescimento
de 38%. As emissões externas da instituição
apresentaram aumento de 42% , avançando R$ 535,952
milhões para R$ 758,909 milhões. (Fonte: DCI)
O lucro
líquido do banco Pine atingiu R$ 44 milhões
No segundo trimestre de 2008, o lucro líquido do
Banco Pine atingiu R$ 44 milhões, um aumento de 6%
em relação ao trimestre passado. Com isso, o retorno
anualizado sobre o patrimônio líquido médio (ROAE)
atingiu 23,1%. Segundo o diretor financeiro e de
Relações com Investidores do Pine, Clive Botelho,
este resultado deve-se, principalmente, ao segmento
de empresas, com foco nas médias, que foi
responsável por cerca de 70% do lucro líquido do
trimestre. A carteira de crédito deste segmento
encerrou o trimestre com um saldo de R$ 3,5 bilhões,
15% maior do que o de março de 2008 e 107% acima do
de junho de 2007. O saldo de carteira de crédito
consignado, que representa 30% do total, atingiu R$
1,5 bilhão em junho de 2008. A originação de
operações de crédito consignado atingiu R$ 127
milhões no segundo trimestre de 2008, após ser
reduzida em 50%, como resultado da estratégia do
Pine de diminuir a participação do crédito
consignado em relação à carteira total. (Fonte DCI)
Lucro
do banco ABC Brasil cresce 68% no segundo trimestre
O banco ABC Brasil encerrou o segundo trimestre
deste ano com lucro líquido de R$ 43,37 milhões, o
que representa um crescimento de 68,3% em relação ao
mesmo período de 2007, quando o ganho somou R$ 25,77
milhões. O retorno sobre o patrimônio, no entanto,
caiu de 21,9% para 15,5%. A expansão da carteira de
crédito, incluindo garantias prestadas, foi a grande
responsável pelo lucro maior. Em 30 de junho último,
o saldo da carteira marcava R$ 6,5 bilhões, valor
que supera em 82,7% o registrado um ano antes. A
carteira voltada a empresas com faturamento superior
a R$ 250 milhões mostrava saldo de R$ 5,52 bilhões
ao final de junho, com alta de 78,3%. Para as
empresas que faturam anualmente entre R$ 30 milhões
e R$ 250 milhões, o saldo cresceu 87,7%, para R$
773,8 milhões. O resultado bruto da intermediação
financeira avançou 70,8%, para R$ 96,7 milhões,
enquanto que as despesas operacionais cresceram
58,8%, para R$ 24 milhões. (Fonte: Valor Online)
Paraná Banco lucra 54% mais no semestre, com R$ 49
milhões
O Paraná Banco anunciou um lucro
líquido de R$ 49 milhões no primeiro semestre desse ano, crescimento de
53,9% ante os R$ 31,836 milhões apurados em igual período de 2007. O
avanço, segundo o gerente de Relações com Investidores da instituição,
Ricardo Rosanova Garcia, se deve às operações de crédito, que tiveram um
salto de 63,5% entre o primeiro semestre de 2007 e o mesmo período deste
ano, de R$ 866,2 milhões, para R$ 1,416 bilhão.
"Nosso grande foco está no consignado. Neste ano, porém, a competição
nesse segmento está menor, pois alguns players estão saindo do mercado",
analisa Garcia. Segundo o balanço do Paraná Banco, a carteira de crédito
consignado para funcionários públicos federais, estaduais, municipais,
privados e aposentados e pensionistas do INSS representava 95% da
carteira total da instituição até junho deste ano. "Nosso resultado só
não foi melhor por conta da alta nos custos de captação, que tiveram um
acréscimo de 1 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2007",
acrescenta o executivo do banco.
Em relação ao middle market, segmento no qual a instituição passou a
operar no último semestre de 2007, a carteira somou R$ 51,27 milhões até
junho. "Esse não deverá ser o negócio principal do banco. Isso porque,
apesar do risco pequeno, o risco das operações de consignado continua
menor. Além disso, os spreads desse tipo de crédito não estão a contento
para atender à rentabilidade que esperamos", avalia o executivo. Com o
avanço do crédito, as provisões para crédito de liquidação duvidosa (PDD)
cresceram 40% entre junho de 2007 e o mesmo mês deste ano, de R$ 30,344
milhões, para R$ 42,576 milhões. O retorno sobre o patrimônio líquido
médio anualizado (ROAE) caiu de 30,20% até junho de 2007, para 12,63%
neste ano. O patrimônio líquido no período avançou 8,1%, para R$ 806,8
milhões.
Sobre captações, Garcia diz que os Certificados de Depósito Bancário
(CDB) continuam sendo a principal fonte para o funding da instituição.
Com o avanço da carteira de crédito, que deve crescer acima de 60% em
2008, segundo projeções do banco, o executivo diz que pode ser
necessário buscar fontes alternativas. "Tudo dependerá do custo e do
momento. Em junho, fizemos uma captação externa de US$ 35 milhões que
nos dará certa tranqüilidade para os próximos meses", assegura.
Seguradora
Em relação a seguradora e resseguradora do banco, a J.Malucelli e
J.Malucelli Re, Garcia prevê que deverão representar um terço dos
resultados do banco nos próximos anos. Em 2007, segundo ele, 15% vieram
da seguradora. (Fonte: DCI)
Lucro do BicBanco dá salto de 142,2% até junho,
para R$ 196 mi
O BicBanco, especializado no segmento de middle market (crédito a
médias empresas), anunciou lucro líquido de R$ 196,6 milhões até junho
deste ano, valor 142,2% superior ao do mesmo período de 2007, quando a
instituição teve ganhos de R$ 81,2 milhões. Entre abril e junho, o
BicBanco lucrou R$ 104,7 milhões, acréscimo de 217,7% sobre o 2º
trimestre de 2007.
O resultado foi impulsionado pelo crescimento de 56,9% na carteira de
crédito entre o primeiro semestre de 2007 e 2008 - de R$ 5,85 bilhões,
para R$ 9,2 bilhões. Para o ano todo, o vice-presidente do BicBanco,
Milto Bardini, prevê um crescimento de 50% na carteira de crédito. Hoje,
94% das operações da instituição estão concentradas na pessoa jurídica,
o que, segundo o executivo, afeta menos a instituição em um período de
alta da taxa básica de juros (Selic). "Dentro da pessoa física, além do
custo mais elevado do crédito com a alta do juro, pode vir junto uma
redução dos prazos. No ramo de pessoa jurídica, trabalhamos com taxas
pré-fixadas e com prazos médios. Além disso, as empresas têm maior
elasticidade para suportar o cenário", diz.
No primeiro semestre houve redução de 14,4% na carteira de crédito
consignado, para R$ 425 milhões. Bardini explica que isso ocorre
simplesmente porque o consignado não é o mercado- alvo do banco. "Esse
nicho pode até continuar decrescendo porque o negócio do banco não é
esse. Queremos concentrar nossos esforços nas empresas. Além disso, as
margens obtidas com o crédito corporativo são maiores do que no
consignado." Até junho, segundo Bardini, o índice de inadimplência
(atrasos superiores a 14 dias) do Bic foi de 0,7% da carteira total. No
período, as provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDD)
totalizaram R$ 167,2 milhões, saldo 40,8% superior ao de junho de 2007.
"Estamos em um ambiente de negócios bastante positivo. Com a
estabilidade da economia, o risco para o crédito está baixo", analisa.
Em relação às captações, Bardini não descarta ir ao mercado externo no
segundo semestre. "Voltaremos desde que haja oportunidades". No primeiro
semestre o banco fez duas captações: uma de US$ 110 milhões, para linha
de comércio exterior, e outra de US$ 180 milhões para capital de giro e
outras linhas. Em relação as captações internas, por meio dos
Certificados de Depósito Bancário (CDB), Bardini diz que estão mais
caras. Ele salienta, porém, que o crescimento continua "vigoroso" e diz
acreditar que os custos atingiram o teto. "Acho até que há espaço para
redução de custos". Ele afirma ainda que os Fundos de Investimento em
Direitos Creditórios (FIDCs) podem ser uma grande alternativa para o CDB
e que o BicBanco não descarta abrir novas captações com esse
instrumento. (Fonte: DCI)
Unibanco lucra R$ 756 milhões no 2º trimestre
O Unibanco teve lucro líquido recorrente de R$ 756 milhões no segundo
trimestre deste ano, o que representa uma alta de 18,5% em relação aos
ganhos obtidos em igual período do ano anterior. Um ano antes, o lucro
consolidado havia sido de R$ 841 milhões.No acumulado do primeiro
semestre deste ano, o lucro recorrente e também consolidado do Unibanco
somou R$ 1,497 bilhão, contra ganho recorrente de R$ 1,219 bilhão e
lucro consolidado de R$ 1,422 bilhão em igual período do ano passado. O
retorno anualizado recorrente sobre o patrimônio líquido anualizado
ficou em 26,6%, contra 26,7% em igual período de 2007. A carteira de
crédito do Unibanco atingiu R$ 68,991 bilhões no fim de junho, com
evolução de 33,6% no acumulado em 12 meses. (Fonte Correio Braziliense)
Lucro
do Itaú recua no 2º trimestre e atinge R$ 2,041 bi
O Itaú, segundo maior banco privado do País, registrou um lucro líquido
de R$ 2,041 bilhões no segundo trimestre, levemente abaixo do lucro de
R$ 2,115 bilhões registrado no mesmo período do ano passado.
O prejuízo na venda de ações do Banco BCP por parte do banco BPI e a
constituição de provisão para perdas relacionadas a planos econômicos
que vigoraram no País durante a década de 1980 foram alguns dos fatores
que geraram impacto negativo no resultado consolidado do banco, informou
o Itaú em comunicado ao mercado nesta terça-feira.
O lucro líquido recorrente no período foi de R$ 2,079 bilhões, ante R$
1,919 bilhão no segundo trimestre de 2007.
O resultado ficou em linha com as estimativas de analistas consultados
pela Reuters na semana passada, que indicavam um lucro líquido
recorrente de R$ 2,051 bilhões para o Itáu entre abril e junho.
O retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado do Itáu no segundo
trimestre ficou em 27,4%, abaixo dos 32,8% apurados no mesmo período do
ano passado.
No primeiro semestre, o lucro líquido do banco somou R$ 4,084 bilhões,
ante R$ 4,016 bilhões nos primeiros seis meses de 2007.
A carteira de crédito da instituição, incluindo avais e fianças, cresceu
41,3% no semestre, totalizando R$ 148,1 bilhões.
(Fonte: Invertia)
Lucro
do Bradesco cresce 2,4% no primeiro semestre
O lucro líquido do Bradesco no
primeiro semestre deste ano foi de R$ 4,105 bilhões, um crescimento de
2,4% em relação ao registrado no mesmo período de 2007, R$ 4,007
bilhões. O lucro corresponde a R$ 1,34 por ação. Os dados foram
divulgados nesta segunda-feira.
A parte do lucro líquido correspondente a atividades financeiras foi de
R$ 2,636 bilhões, ou 64% do total; R$ 1,469 bilhão veio das atividades
do Bradesco Seguros e Previdência (36% do total).
O valor de mercado do Bradesco manteve-se estável em relação ao mesmo
período do ano anterior, R$ 95,608 bilhões em junho deste ano. Os ativos
totais em junho de 2008 registraram saldo de R$ 403,271 bilhões, um
crescimento de 38,8% em relação ao mesmo período de 2007.
A carteira de crédito atingiu R$ 181,602 bilhões, uma expansão de 38,8%
em relação a igual período do ano anterior. As operações com pessoas
físicas totalizaram R$ 65,872 bilhões (crescimento de 32,2%) enquanto as
operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 115,730 bilhões
(crescimento de 42,9%).
O patrimônio líquido ficou em R$ 33,711 bilhões no semestre passado, um
crescimento de 22,5% sobre igual período do ano anterior. A remuneração
aos acionistas na forma de juros sobre o capital próprio e dividendos
pagos e provisionados no período somou R$ 1,459 bilhão (35,5% do lucro
líquido do mesmo semestre). (Fonte: Folha Online)
Lucro do Banco BBM cai
70,4% no segundo trimestre
O Banco BBM encerrou o primeiro semestre deste ano com lucro líquido de
R$ 71,04 milhões, o que representa uma queda de 70,45% em relação ao
mesmo período de 2007, quando o ganho somou R$ 240,38 milhões. O
resultado da intermediação financeira recuou 67,18% no mesmo intervalo
de comparação, para R$ 133,8 milhões. Já o saldo da carteira de crédito,
incluindo avais e fianças, estava em R$ 4,1 bilhões ao final do
semestre, uma alta de 29,3% sobre igual período do exercício anterior.
De acordo com o BBM, contribuíram para esse desempenho a diversificação
dos produtos de crédito, a consolidação da equipe comercial do banco e a
estabilidade da economia brasileira. O patrimônio líquido do BBM marcava
R$ 872,43 milhões ao final de junho, uma ligeira queda de 3,4% sobre um
ano antes. Com isso, o retorno anualizado sobre o patrimônio líquido
ficou em 15,1%. (Fonte: Valor Online)
Lucro do
Santander recua 17% no 1º semestre, para R$ 830 mi
O banco Santander registrou lucro líquido de R$ 830,36 milhões no
primeiro semestre deste ano, valor 17% inferior ao apurado no mesmo
período de 2007, quando os ganhos do banco atingiram R$ 1 bilhão. Um dos
principais motivos da queda foi o recuo das receitas de títulos e
valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos. Em relação
ao primeiro trimestre de 2008, o lucro do banco cresceu 14% entre abril
e junho, para R$ 442 milhões. O resultado bruto da intermediação
financeira recuou 18,56% de R$ 3,287 bilhões nos primeiros seis meses de
2007, para R$ 2,677 bilhões até junho deste ano. As receitas de
intermediação financeira tiveram um pequeno recuo de 0,25%, para R$
7,241 bilhões. Já as despesas subiram quase 15%, para R$ 4,564 bilhões,
ante R$ 3,972 bilhões no mesmo período do ano passado. A alta no custo
de intermediação foi puxada por despesas de operações de empréstimo e
repasses, que subiram 620%, para R$ 338,6 milhões, assim como pela
provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD), que subiu de R$ 922
milhões até junho de 2007, para R$ 1,277 bilhão até junho deste ano. As
receitas com operações de crédito e com operações de arrendamento
mercantil aumentaram 11,6% no primeiro semestre de 2008 quando comparado
ao mesmo período de 2007, de R$ 3,690 bilhões, para R$ 4,113 bilhões.
Segundo o balanço do Santander, essa alta, assim como a elevação de PDD,
que representa 4% da carteira de crédito do banco, deu-se em
conseqüência do aumento de 17,1% da carteira de crédito em relação a
junho de 2007, que atingiu R$ 46,497 bilhões. O destaque ficou para o
crescimento de 20,6% das operações com pessoa física, em especial, as
operações com cartão de crédito, financiamento de veículos e crédito
imobiliário. Os ativos totais consolidados cresceram 8% em relação a
2007, atingindo R$ 133,457 bilhões. O patrimônio líquido alcançou, em
junho deste ano, R$ 10,751 bilhões, apresentando um aumento de 6,2% em
relação a junho de 2007. Os retornos sobre o patrimônio líquido médio e
sobre o ativo médio, anualizados, foram de 17,1% e de 1,3%,
respectivamente, no primeiro semestre de 2008, comparados com 23,2% e
1,7% no mesmo período de 2007. O índice de Basiléia, que é apurado de
forma consolidada, atingiu 13,6%, superior ao mínimo exigido pelo Banco
Central, de 11%. Mundo O Grupo Santander registrou no primeiro semestre
um lucro líquido de 4,730 bilhões de euros, o que significou uma alta de
22% na comparação com igual período do ano passado, sem considerar os
ganhos extraordinários. O lucro do segundo trimestre, isoladamente, foi
de 2,524 bilhões de euros. O desempenho do Brasil respondeu por 11% do
resultado global do Grupo Santander e por 35% da América Latina. O lucro
líquido do Santander no Brasil recuou 17% no primeiro semestre deste
ano, para R$ 830,364 milhões. O resultado foi afetado pelo recuo das
receitas de títulos e valores mobiliários e com derivativos. (Fonte: DCI)
BMG
lucra 40% menos até junho, para R$ 151 milhões
O Banco BMG anunciou um lucro líquido de R$ 151,130 milhões no primeiro
semestre deste ano, valor 40,3% inferior aos R$ 253,299 milhões apurados
no mesmo período de 2007. Boa parte da queda é explicada pelo recuo de
19,44% no resultado bruto de intermediação financeira, que saiu de R$
901,952 milhões até junho de 2007, para R$ 726,608 neste ano. Isso
porque as receitas de intermediação financeira caíram 10,8% no período,
para R$ 934,076 milhões. As despesas de captação saltaram 413%, para R$
36,231 milhões. Além disso, a provisão para créditos de liquidação
duvidosa (PDD) cresceu 23% no período, para R$ 171,237 milhões,
acompanhando a evolução da carteira de crédito do BMG. Os saldos das
operações de crédito saíram de R$ 10,217 bilhões no primeiro semestre de
2007, para R$ 14,069 bilhões até junho desse ano - alta de 36,9%.
(Fonte: DCI)
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Primeiro
Trimestre/2008
Lucro da
Caixa sobe 12,2% no trimestre, para R$ 873 milhões
A Caixa Econômica Federal (CEF)
fechou o primeiro trimestre com R$ 873 milhões de lucro líquido, um
crescimento de 12,2% sobre igual período de 2007. Segundo a instituição,
o resultado foi impulsionado pelo avanço da carteira de crédito e por
ganhos com receita de prestação de serviços. Os empréstimos atingiram
saldo de R$ 53,4 bilhões nos primeiros três meses do ano, evolução de
24% na comparação com o mesmo período do ano passado. O maior avanço foi
o da carteira de pessoa jurídica, que subiu 21%, para R$ 8,6 bilhões. O
destaque foram as operações de capital de giro de longo prazo, que
atingiram R$ 1,2 bilhão, crescimento de 27% em 12 meses. Na pessoa
física, a alta do crédito foi de 19%, para R$ 11,6 bilhões. O melhor
desempenho ocorreu no cheque especial, que atingiu R$ 2,7 bilhões,
representando 37% do total dessa carteira. Em seguida veio o consignado,
representando 25% da carteira (R$ 1,8 bilhão) e penhor, com R$ 1,3
bilhão e participação de 17%. Segundo Marcos Vasconcelos,
vice-presidente de controle e riscos da Caixa, a expansão da carteira
foi acompanhada de melhoria na qualidade do crédito nas operações de
pessoa física e jurídica, com 74,7% dos financiamentos classificados nas
faixas AA e B (atrasos de até 30 dias). No mesmo período de 2007, esse
índice estava em 70,5%. A inadimplência também teve queda, diz
Vasconcelos. Na pessoa jurídica esse índice passou de 7% para 3,8%,
enquanto no crédito comercial (toda a carteira do banco menos crédito
habitacional) passou de 6% para 5,3% e nos financiamentos à casa própria
passou de 4% para 2,1%. O executivo atribui a melhora a fatores
macroeconômicos. "A taxa de sobrevivência das microempresas, por
exemplo, está mais elevada, e houve aumento da massa salarial. Na Caixa,
tivemos mais ganhos com eficiência na gestão, acompanhamos melhor os
créditos depois de termos promovido no ano passado algumas mudanças
gerenciais", completa. O crédito imobiliário também contribuiu para o
avanço do lucro da Caixa. Essa carteira atingiu saldo de R$ 33 bilhões
no trimestre, crescimento de 24% em 12 meses. Desse total, R$ 22 bilhões
são financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço
(FGTS) e R$ 11 bilhões do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).
"Esperamos que essa carteira atinja crescimento de 30% já no primeiro
semestre desse ano. A demanda continuará alta", diz o executivo. As
receitas com prestação de serviços, ou seja, os ganhos do banco com
tarifas, atingiu R$ 1,819 bilhão, alta de 8,5%. De acordo com
Vasconcelos, essa alta se deveu ao crescimento da base de clientes. O
balanço da instituição aponta uma elevação de 11% na base de clientes,
que totalizou 42,7 milhões no fim do primeiro trimestre. No mesmo
período de 2007, a Caixa contava com 38,5 milhões de clientes. Para o
ano, a Caixa manteve a previsão de avanço de 30% da carteira de crédito,
mesmo com o cenário de alta da taxa básica de juros (Selic). O banco
conta com índice de Basiléia (índice de alavancagem) de 30%. "A Caixa
não ampliou as taxas porque o nosso custo de captação não subiu. Nós
temos recursos de títulos públicos suficientes para fazer frente às
operações de crédito e não precisamos captar muito via Certificado de
Depósitos Bancários (CDB), que tiveram alta nos últimos meses e
encareceram as captações de outros bancos", diz. Outros números O
desempenho da Caixa no trimestre também foi influenciado pelo resultado
da intermediação financeira, que atingiu R$ 3 bilhões, alta de 18% sobre
primeiro trimestre de 2007. A instituição informou que parte do lucro
(R$ 154 milhões) foi destinada à União a título de juros sobre capital
próprio. Quando somados aos repasses das Loterias Federais, tributos e
encargos recolhidos, o montante designado à União foi de R$ 1,7 bilhão.
O retorno sobre o patrimônio líquido foi de 34,7%. No último trimestre,
os ativos atingiram R$ 254,4 bilhões, com crescimento de 15,9% em
relação a 2007 (R$ 219,5 bilhões). As despesas com pessoal tiveram
avanço de 8,3%, para R$ 1,822 bilhão, enquanto no primeiro trimestre do
ano passado tinham ficado em R$ 1,68 bilhão.
(Fonte: DCI)
Lucro da Nossa Caixa tem avanço de 31%, para R$ 114,9 milhões
O banco Nossa Caixa teve lucro líquido de R$ 114,9 milhões no primeiro
trimestre de 2008, alta de 31% sobre o mesmo período do ano passado.
Segundo a instituição, o resultado foi impulsionado pelo avanço da
carteira de crédito e a redução das despesas administrativas. O
resultado operacional (diferença entre as despesas e receitas
operacionais) foi de R$ 100,5 milhões no período, queda de 47,9% frente
ao mesmo período de 2007. Segundo Milton Luiz de Melo Santos, presidente
da Nossa Caixa, apesar da queda, esse índice já apresenta uma melhora em
relação ao quarto trimestre do ano passado, quando o montante estava em
R$ 5,8 milhões. "Tivemos uma elevação das provisões com contingências
cíveis devido aos processos judiciais que exigem correções referentes
aos planos Bresser, Collor e Verão no ano passado, mas essas despesas
estão diminuindo", afirma o executivo. Outro fator que tem impactado o
lucro do banco nos últimos trimestres é a amortização da folha de
pagamento dos funcionários públicos do estado de São Paulo, adquirida em
março de 2007 e que custou R$ 2,84 bilhões. Ainda restam R$ 1,6 bilhões
a serem amortizados nos próximos balanços. A carteira de crédito do
banco atingiu R$ 9,7 bilhões, avanço de 26,9% na comparação com os
primeiros três meses do ano passado. As operações de empréstimos às
pessoas físicas atingiram R$ 7,2 bilhões, alta de 23,4% em 12 meses. A
carteira de crédito consignado atingiu R$ 3,7 bilhões, alta de 36,3%. Já
as operações de crédito à pessoa jurídica ficaram em R$ 2,5 bilhões,
avanço de 38,1%. Apesar do crescimento da carteira, a qualidade dos
créditos teve alta no período. Os empréstimos de AA a C (atrasos de até
90 dias) representavam 81,6% da carteira no primeiro trimestre de 2007.
Esse índice passou para 86,5% no mesmo período de 2008. A inadimplência
caiu de 8,1% para 5,8%. O banco informou ter planos de ingressar no
mercado de financiamento e leasing de veículos já no primeiro semestre.
Para isso, a empresa irá firmar parcerias com instituições financeiras
que já tenham o know-how desse mercado, explica Santos. A Nossa Caixa
manteve as projeções de crescimento do crédito para o ano em 40% para a
carteira total, sendo 30% de avanço para a pessoa física e outros 50% de
avanço para a pessoa jurídica. (Fonte: DCI)
Lucro do Banco
do Brasil sobe 66,6% no 1º trimestre, para R$ 2,3 bi
O Banco do Brasil registrou um lucro
líquido de R$ 2,347 bilhões no primeiro trimestre, um crescimento de
66,6% em relação ao registrado no mesmo período de 2007. Na comparação
com o quarto trimestre do ano passado, a expansão foi de 92,9%.
O lucro líquido recorrente (que exclui efeitos extraordinários do
resultado) foi de R$ 1,559 bilhão no trimestre passado, crescimento de
6,3% acima do registrado no primeiro trimestre do ano passado. Em
relação ao período de outubro e dezembro o crescimento foi de 20,9%.
Entre os ganhos extraordinários ocorridos no período o banco destacou o
resultado com a venda de participação na Visa Internacional (R$ 305
milhões), a reavaliação de participações societárias pelo método de
equivalência patrimonial (R$ 241 milhões) e os ganhos com a revisão
periódica de despesas passíveis de serem deduzidas dos impostos (R$ 302
milhões).
O resultado do Banco do Brasil superou assim o lucro de R$ 2,102 bilhões
do Bradesco no primeiro trimestre.
O resultado do trimestre correspondeu a um retorno anualizado sobre
patrimônio líquido de 43,5%, contra 22,2% no quarto trimestre do ano
passado. Excluídos os efeitos extraordinários, o retorno foi de 27,6% no
trimestre passado. (Fonte:
Folha Online)
Lucro do Banrisul cresce 9,9%, para R$
120,9 mi
O Banrisul alcançou lucro líquido de R$
120,9 milhões no primeiro trimestre de 2008, incremento de R$ 10,9
milhões ou 9,9% em relação ao lucro ajustado do primeiro trimestre de
2007. O ajuste refere-se à ativação dos créditos tributários no valor de
R$ 528,5 milhões relativos a exercícios anteriores. O retorno anualizado
sobre o Patrimônio Líquido Médio alcançou 18,4%. O patrimônio líquido
atingiu R$ 2,8 bilhões, uma evolução de 52,5% sobre igual período. Os
ativos totais do Banrisul alcançaram R$ 21,7 bilhões, com crescimento de
33,4% sobre março de 2007. Conforme análise do presidente do Banrisul,
Fernando Lemos, os resultados positivos estão associados ao dinamismo da
atividade econômica do País, motivado pelo crescimento do crédito,
emprego e renda. Segundo Lemos, a conjuntura econômica foi ainda mais
favorável no Rio Grande do Sul, impulsionada especialmente pelo
desempenho do setor industrial, boa safra agrícola e o comportamento das
exportações. O executivo ressalta, ainda, que o Rio Grande do Sul, em
2007, apresentou taxas de crescimento do PIB na ordem de 7%, superior ao
índice nacional que foi de 5,4%. As operações de crédito apresentaram
incremento de 34,3% em relação ao mesmo período do ano anterior,
totalizando R$ 8,9 bilhões. Sob este aspecto, Lemos destacou a
persistência da expansão do crédito às empresas, que atingiu saldo de R$
3,2 bilhões. As linhas de capital de giro, com saldo de R$ 2,3 bilhões,
apresentaram crescimento de 92,3%, em comparação ao primeiro trimestre
de 2007. 'Esses recursos contribuem de forma significativa para a
manutenção do crescimento da economia do Estado', avaliou Fernando
Lemos. No segmento de Pessoa Física, a carteira comercial somou R$ 3,1
bilhões, com evolução de 30,9%, no comparativo com o mesmo período do
ano passado. De acordo com o presidente, a alavancagem foi fortalecida
pelas linhas consignadas que avançaram 77,1% em 12 meses, totalizando um
saldo de R$ 2,2 bilhões. Para o agronegócio foram disponibilizados R$
48,3 milhões. Desse montante, R$ 32,2 milhões foram destinados ao
custeio rural e R$ 16,1 milhões para investimentos. O crédito rural
somou R$ 618,2 milhões, com incremento de 9%, frente ao mesmo período do
ano anterior. O crédito imobiliário, que conta com uma carteira de R$
840,8 milhões, liberou no período R$ 76,8 milhões, em 1.083 operações.
Lemos salientou o excelente desempenho do Banricompras, único cartão de
marca própria do País, que continua sendo um diferencial para a
alavancagem dos negócios do Banrisul. No primeiro trimestre de 2008,
foram efetuadas 12,5 milhões de transações, volume 14,7% maior do que o
registrado no primeiro trimestre de 2007. Essas operações movimentaram
R$ 702,5 milhões. O presidente da instituição acredita, ainda, que o
desempenho favorável do primeiro trimestre permaneça no decorrer do ano
de 2008, seguindo as tendências da economia do País e do Estado. (Fonte
JB Online)
Banpará Registra Lucro Após 14 Anos
Depois de 14 anos de resultados
negativos, o Banco do Estado do Pará (Banpará) fechou 2007 com lucro de
cerca de R$ 22 milhões O resultado permitiu o primeiro pagamento de
juros sobre o capital ao acionista controlador do banco, o Governo do
Pará. Entretanto, a governadora Ana Júlia Carepa assinou decreto
autorizando o banco a fazer uso desses juros, R$ 5,5 milhões, em
operações de microcrédito e ações relacionadas a responsabilidade
social, afirma nota do banco. Em 2007, o Banpará apurou um patrimônio
líquido de R$ 105,8 milhões. Havia 14 anos que o Banpará não pagava
dívidas ao Estado. Com o repasse dos R$ 5,5 milhões recebidos do Governo
do Estado, o Banpará assume a tarefa de ser um dos fomentadores do
programa Cred Pará, que pretende oferecer microcrédito para fortalecer o
perfil social dos investimentos. (Fonte: Relatório Bancário)
Lucro do BicBanco sobe 90,5% no 1º trimestre
O BicBanco, especializado em
crédito para middle market (médias empresas) registrou lucro líquido de
R$ 91,9 milhões no primeiro trimestre de 2008, evolução de 90,5% na
comparação com o mesmo período do ano passado. A rentabilidade sobre o
patrimônio líquido médio anualizado foi de 25,1% e o retorno sobre os
ativos médios anualizado alcançou 3,4%. A carteira de crédito atingiu R$
7,8 bilhões, 54,7% mais que o saldo de março de 2007. O patrimônio
líquido somou R$ 1,6 bilhão, alta de 176,7%. (Fonte: DCI)
Lucro do Unibanco cresce 27,5% no 1º trimestre, para R$
741 milhões
O lucro líquido do Unibanco atingiu
R$ 741 milhões no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 27,5%
em relação ao mesmo trimestre do ano passado. O resultado operacional do
banco no período foi de R$ 1,133 bilhão crescimento de 21,3% frente ao
primeiro trimestre de 2007.
A carteira de crédito do Unibanco atingiu R$ 66,153 bilhões, com
evolução de 7,7% no trimestre e 40,7% em 12 meses. A carteira do varejo
evoluiu 49% em 12 meses, com destaque para os crescimentos das carteiras
de financiamentos de automóveis (94,6%), pequenas e médias empresas
(49,6%), carteira própria de crédito consignado (42,8%) e cartões de
crédito (39,2%).
A carteira do atacado cresceu 29,3% nos últimos 12 meses, decorrente da
maior demanda das empresas desse segmento por recursos no mercado
doméstico, principalmente devido à menor liquidez no mercado
internacional. (Fonte: Folha
Online)
Banco Real amplia em 5% lucro líquido no 1º trimestre, a
R$ 652 mi
O Banco Real registrou lucro
líquido de R$ 652 milhões no primeiro trimestre deste ano, em alta de 5%
em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo divulgou a empresa
nesta quarta-feira. A instituição deve ser incorporada ao Santander no
Brasil a partir de agosto, após venda do ABN Amro, dono do Real, ao
grupo espanhol.
Conforme informou o Real, o lucro líquido recorrente do banco foi de R$
573 milhões no período, o que exclui o impacto da estrutura de proteção
ao capital e o resultado não-operacional resultante da venda da
participação do Real na Visa Internacional. O resultado antes de
impostos foi de R$ 965 milhões.
O total de receitas atingiu R$ 4,097 bilhões nos três primeiros meses de
2008, em alta de 13% em relação a 2007. Já os ativos totais atingiram
volume de R$ 162,1 bilhões em 31 de março de 2008, elevação de 23%
comparado ao mesmo período do ano passado.
A instituição financeira atribuiu o resultado do crescimento dos
negócios, expansão da rede de atendimento e crescimento das operações de
crédito.
A carteira de crédito cresceu 34% nos últimos 12 meses e alcançou R$
68,7 bilhões participação de 7,02% no mercado de crédito brasileiro,
contra 6,78% ao final de março de 2007, conforme dados do Bacen. Para
pessoas físicas, a carteira alcançou R$ 30,774 bilhões em março de 2008,
crescimento de 32% em relação a março de 2007, e para pessoas jurídicas,
totalizou R$ 34,854 bilhões, em alta de 35%, impulsionada principalmente
pelo crédito a pequenas empresas e empresas médias.
No segmento de crédito para pessoa física, a carteira de veículos teve
alta de 30% nos últimos doze meses e atingiu uma participação de mercado
de 13,02% em fevereiro de 2008, segundo o banco Real. O crédito
imobiliário apresentou expansão de 44%, atingindo R$ 3,070 bilhões ao
final de março de 2008.
O total das receitas de operações de seguros, previdência e
capitalização alcançou R$ 44 milhões, crescimento de 14% em relação ao
mesmo período do ano anterior. O índice de inadimplência superior a 90
dias encerrou o mês de fevereiro de 2008 em 2,9%.
Santander
Segundo divulgou o presidente do Santander no Brasil, José Paiva
Ferreira, no final de abril, à época da divulgação dos resultados do
banco espanhol no Brasil, a instituição espera para agosto a
desvinculação do banco Real do ABN Amro. A incorporação do Real ao
Santander depende de autorização do Banco Central da Holanda.
Segundo Ferreira, está previsto para 31 de outubro a apresentação dos
planos e do cronograma de incorporação do Real ao Santander no Brasil,
dez meses depois que o negócio foi fechado. A integração total dos dois
bancos deverá ocorrer em três anos.
Na ocasião, o presidente do Santander descartou que os planos de
incorporação do Real incluam a demissão de funcionários, como temem os
sindicatos dos trabalhadores.
"Não temos nenhum plano pensando em demissões. Sou positivo quanto a
isso. E vimos a necessidade de abrir mais agências do que temos hoje. O
histórico do Santander é de crescimento também com o Real", disse.
(Fonte: Folhe Online)
Lucro do Banco ABC Brasil salta 106,4% no primeiro
trimestre
O lucro líquido do Banco ABC Brasil
teve um crescimento de 106,4% no primeiro trimestre deste ano, para R$
38 milhões; no mesmo período de 2007, os ganhos foram de R$ 18,4
milhões. Um dos principais fatores que contribuíram para essa alta foi a
expansão da carteira de crédito. Até março essa carteira, incluindo
garantias prestadas, chegou a R$ 5,78 bilhões, representando um
crescimento de 15,8% em relação ao último trimestre de 2007 e de 80,9%
ante os primeiros três meses do ano passado. Dividida por segmento, o
principal destaque da carteira ficou por conta do consignado, que
cresceu 446%, de R$ 27,7 milhões até março de 2007, para R$ 151,3
milhões no mesmo período desse ano. No middle market, o avanço foi de
93,2% no período, de R$ 342 milhões para R$ 660,9 milhões. A soma de
atacado e large market também deu um salto, saindo de R$ 2,8 bilhões no
primeiro trimestre de 2007, para R$ 4,96 bilhões até março deste ano
crescimento de 75,9% no período. O Resultado Bruto da Intermediação
Financeira, que inclui as operações de Tesouraria, aumentou 60,3%,
atingindo R$ 79,9 milhões no primeiro trimestre, comparado com os R$
49,9 milhões registrados no mesmo período de 2007. A receita de
intermediação financeira saltou de R$ 54 milhões para R$ 87,8 milhões no
período - alta de 62,6%. O lucro líquido do Banco ABC Brasil cresceu
106,4% no primeiro trimestre deste ano, para R$ 38 milhões; no mesmo
período de 2007, os ganhos foram de R$ 18,4 milhões. (Fonte: DCI)
Lucro do Itaú cresce 7,4% no primeiro trimestre e fica em
R$ 2,043 bi
O lucro líquido do banco Itaú no
primeiro trimestre deste ano ficou em R$ 2,043 bilhões, contra R$ 1,902
bilhões registrados no mesmo período de 2007. Excluindo os gastos
extraordinários no período, o banco teve um lucro de R$ 1,979 bilhões.
No período, o banco registrou teve como eventos extraordinários em seu
resultado a venda de participação na Mastercard, na VISA e a formação de
provisão para perdas decorrentes de planos econômicos que vigoraram
durante a década de 80.
O resultado ficou abaixo do lucro registrado pelo Bradesco no mesmo
período, que ficou em R$ 2,102 bilhões segundo maior da história entre
os bancos brasileiros no período, segundo a consultoria Economática (se
contados apenas os bancos privados, passa a ser o maior).
(Fonte: Folha Online)
Santander anuncia lucro de R$ 688 milhões no Brasil no
primeiro trimestre
O Grupo Santander divulgou hoje, em
relatório sobre o primeiro trimestre do ano, que faturou na América
Latina 729 milhões de euros (US$ 1,1 bilhão ou R$ 1,914 bilhão) e que o
Brasil foi novamente o país em que mais lucrou na região, com 262
milhões de euros (US$ 393 milhões ou R$ 688 milhões), o que representa
um aumento de 16,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
A entidade informou que os lucros na América Latina, que mostram um
aumento anualizado de 7,1%, representam aproximadamente um terço do
faturamento líquido trimestral global do Grupo, que chegou a 2,2 bilhões
de euros (US$ 3,4 bilhões).
Depois do Brasil, o país que mais deu lucros ao Santander na América
Latina foi o México, com 188 milhões de euros (US$ 294 milhões) e um
aumento anualizado de 20,9%, e o Chile, com 133 milhões de euros (US$
208 milhões), o que representa uma melhora de 1,7% em relação aos
primeiros três meses de 2007.
A Venezuela vem em seguida, com um lucro líquido de 53 milhões de euros
(US$ 82 milhões) e um aumento anualizado de 16,2%. A empresa também
registrou aumento na Argentina, onde o grupo lucrou 50 milhões de euros
(US$ 78 milhões), 5,7% a mais que no mesmo período de 2007, e na
Colômbia, com o faturamento líquido de oito milhões de euros (US$ 12
milhões), em um aumento anualizado de 2,8%.
(Fonte: Folha Online)