2009
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Lucro 2009
Santander Brasil lucra R$ 5,508 bilhões em 2009, em alta de 40,8%
O grupo Santander Brasil apurou lucro líquido de R$ 5,508 bilhões no exercício de 2009, em um aumento de 40,8% sobre os resultados de 2008. Somente no quarto trimestre do ano passado, a filial brasileira do banco espanhol teve ganho de R$ 1,591 bilhão, ante R$ 906 milhões no último trimestre de 2008.A carteira de crédito somou R$ 138,394 bilhões, em um aumento de 1,7% sobre o montante calculado para 2008. Nessa carteira, o maior crescimento foi verificado para o segmento de pessoa física, com empréstimos de R$ 43,352 bilhões (crescimento de 107%); para grandes empresas (operações de R$ 37,998 bilhões), houve incremento de somente 0,4%. As operações de crédito para pequenas e médias empresas (R$ 32,417 bilhões) sofreram contração de 5,5%.
A carteira de títulos e valores mobiliários do Santander Brasil atingiu R$ 80,616 bilhões, em um forte aumento de 58,3% sobre o balanço de 2008. (Fonte: Folha Online)Lucro do Bradesco cresce 5,01% e fecha 2009 em R$ 8 bi
O Bradesco fechou 2009 com um lucro líquido de R$ 8,012 bilhões, uma alta de 5,1% em relação aos R$ 7,625 bilhões registrados em 2008. O lucro corresponde a um ganho de R$ 2,34 por ação. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira.No quarto trimestre o banco teve um lucro líquido de R$ 2,181 bilhões, um crescimento de 35,9% sobre o resultado no mesmo período de 2008 (R$ 1,605 bilhão). Sobre o terceiro trimestre do ano passado o crescimento foi de 20,4% entre julho e setembro o banco lucrou R$ 1,811 bilhão.
O valor de mercado do Bradesco chegou a R$ 103,1 bilhões no ano passado. Os ativos totais do banco registraram saldo de R$ 506,2 bilhões, um crescimento de 11,4% em relação ao saldo final de dezembro de 2008.
A carteira de crédito total em dezembro atingiu R$ 228 bilhões, aumento de 6,8% em relação ao saldo final de dezembro de 2008. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 82,085 bilhões (crescimento de 11,5%), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 145,993 bilhões (crescimento de 4,3%). (Fonte: Folha Online)
BMG lucra R$ 522 mi com foco no crédito consignado
(Cesar Felício)
Instituição inteiramente centrada na concessão de crédito consignado, o BMG radicalizou a aposta no setor no ano passado. Dos R$ 8,1 bilhões de crédito que gerou no ano passado, 81%, ou R$ 6,5 bilhões, foram para os empréstimos com desconto em folha. Da carteira total de R$ 18,7 bilhões, as consignações para aposentados somam R$ 8,3 bilhões e as destinadas ao funcionalismo público, R$ 7,2 bilhões.
Os R$ 2,2 bilhões restantes ainda são remanescentes das operações com empregados do setor privado que estão sendo encerradas. A atividade proporcionou ao BMG um lucro líquido de R$ 522 milhões, ante R$ 240 milhões obtidos em 2008. "Banco médio tem que ser focado, não pode atuar em todos os nichos", afirma o presidente do BMG, Ricardo Annes Guimarães.O BMG minimiza a possibilidade de o Banco do Brasil (o maior no crédito consignado) fechar novas parcerias de exclusividade com governos estaduais e municipais, tendo em vista que já detém o pagamento da folha de servidores.
Recentemente, o BB fez acordos neste sentido com o Rio Grande do Norte e, em parceria com o Bandes e a Caixa Econômica Federal, com o Espírito Santo. "O custo político de se estabelecer uma medida como essa é alto, porque os funcionários públicos podem deduzir que serão prejudicados caso não haja mais concorrência pelo consignado", comenta Guimarães.De acordo com Guimarães, são raros os Estados onde o BMG não conseguiu estabelecer convênios para atuar com a administração estadual. O Estado de São Paulo é um deles, além do Rio Grande do Sul.
Da carteira de empréstimos do BMG, R$ 6,548 bilhões estão em mãos do próprio banco, valor 30% superior aos R$ 4,294 bilhões que o banco detinha em 2008. O restante foi transacionado nas operações de cessão de crédito, que constituem a principal fonte de captação do banco.A cessão foi de R$ 8,7 bilhões no ano retrasado e de R$ 8,8 bilhões no ano passado, o que representou 62% do total de R$ 17,8 bilhões da captação. Compraram carteira do BMG o Bradesco, BNP Paribas, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.
O BMG, de propriedade da família Pentagna Guimarães e com capital fechado, foi envolvido no escândalo do mensalão em 2005. Na ocasião, a instituição concedeu empréstimos para o PT, tendo o empresário Marcos Valério de Souza como avalista. O Ministério Público Federal levantou suspeitas de que a operação tenha sido fraudulenta.O BMG alegou que a operação obedeceu a todas as normas do Banco Central e que Valério, como avalista, poderia arcar com a dívida. O caso ainda está em tramitação no Supremo Tribunal Federal, sob relatoria do ministro Joaquim Barbosa.
Segundo Guimarães, o episódio não afetou os negócios do banco. "Nunca deixamos de ter resultado positivo", afirma o banqueiro, que destacou o fato de o banco ter realizado em novembro de 2009 uma captação de US$ 300 milhões em dívida subordinada, para pagamento em dez anos, coordenada por Morgan Stanley, BTG Pactual, Santander e UBS, o que demonstraria a credibilidade do banco. "O impacto concreto em termos operacionais foi zero", afirma o presidente do BMG. (Fonte: Valor Econômico)Terceiro Trimestre/2009
BRB tem lucro recorde
O Banco de Brasília (BRB) registrou nos nove primeiros meses de 2009 o maior lucro de sua história. Os R$ 134,4 milhões acumulados de janeiro a setembro superaram os resultados de todos os anos desde 1966, quando o banco foi criado. O volume é 15% superior ao faturado em 2008 e equivale a quatro vezes o lucro de cinco anos atrás. O salto é resultado de uma reorganização societária, de um enxugamento nas despesas, de uma expansão do leque de ofertas de produtos e serviços, e de um foco maior na modernização, além de um investimento maior na mão de obra.
“Com toda a crise que afetou o mundo e o Brasil de alguma forma neste ano, conseguimos em nove meses um resultado maior do que qualquer lucro anual da história do banco. Não temos problema de liquidez, nem de inadimplência. Vínhamos em um processo de melhoria de gestão, o que ajudou a mitigar os efeitos da crise e atingir esse resultado”, afirma o presidente do BRB, Ricardo de Barros Vieira.Os bons números podem ajudar a instituição a se manter com as próprias pernas. Há pelo menos dois anos, a venda do banco vinha sendo negociada com o Banco do Brasil. Mas, há alguns meses, a transação está parada e o governador José Roberto Arruda chegou a descartar a venda. O negócio era discutido como uma opção para salvar o banco, que enfrentou dificuldades de capitalização nos últimos anos.
O resultado recorde de 2009 foi obtido, segundo Barros Vieira, por meio de uma redução das despesas e de investimentos em competitividade. Nos últimos meses, o banco passou por um processo de revisão contratual, para eliminar os contratos emergenciais e priorizar as contratações feitas por meio de licitações. O portifólio do banco teve acréscimo de opções de crédito, financiamentos imobiliários, cartões e seguros. Os clientes passaram a ter crédito pré-aprovado, podendo pegar o empréstimo diretamente na máquina de autoatendimento, sem precisar passar por um funcionário. A maioria dos bancos brasileiros já oferecia a possibilidade.O BRB quer se tornar mais competitivo para brigar pelos clientes a partir de 2012, quando entra em vigor a portabilidade bancária, que permitirá aos servidores públicos escolherem a instituição em que querem receber seus salários o que pode gerar uma perda da base atual, já que mais da metade dos 400 mil clientes são funcionários do Governo do Distrito Federal. Um dos principais focos será o investimento em serviços. Como reconhece Barros Vieira, os produtos são parecidos em qualquer instituição: “A eficiência é o que pode proteger o banco a partir de 2012. Se o cliente está satisfeito com o tratamento que tem em um banco, por que mudar? Cartão ou seguro são os mesmos em qualquer instituição”.
Novos funcionários
Uma das estratégias para melhorar o atendimento é o investimento no quadro de funcionários. A previsão é que o número de trabalhadores tenha um incremento superior ao das 213 vagas previstas no último edital. “Precisamos de 200 pessoas para recrutamento imediato, mas, com certeza, deve ser necessária a contratação de um número maior do que esse, principalmente, para fazer face à expansão do banco”, afirma Barros Vieira. Os aprovados entram no banco incluídos no novo plano de cargos e salários, em vigor desde julho último, que, de acordo com o executivo, permitiu ao banco pagar salários mais competitivos, aumentando as chances de reter o funcionário.Outro projeto para garantir maior competitividade é aproximar o banco do cliente. O número de correspondentes bancários deve passar dos atuais 100 para 500 até meados de 2010. Nos próximos 15 dias, o primeiro deles será lançado em Sobradinho II. Ao longo do primeiro sementre do ano que vem, todas as 660 máquinas de autoatendimento serão trocadas por outras mais modernas e preparadas para a leitura de cartões de chip. No primeiro trimestre de 2010, serão inauguradas agências em Cuiabá (MT) e em Campo Grande (MS), numa tentativa da instituição de se tornar um banco regional, o que pode ajudar a crescer, quando o BRB não tiver mais o cliente cativo, como ocorre atualmente. (Fonte: Correio Braziliense)
BB registra lucro líquido de R$ 1,979 bi no 3º trimestre
O Banco do Brasil (BB) registrou no terceiro trimestre lucro líquido de R$ 1,979 bilhão, crescimento de 6% ante igual período do ano passado. Esse resultado corresponde a um retorno anualizado sobre o patrimônio líquido (PL) de 26,2%, ante 30,5% registrado em igual período do ano passado.
Desconsiderando os efeitos extraordinários, o lucro recorrente chegou a R$ 1,764 bilhão, crescimento de 2,2%, o que corresponde a um retorno sobre o PL de 23,1%, ante 33,6% no terceiro trimestre de 2008. O BB considerou como extraordinário no trimestre a opção de lote suplementar da VisaNet, de R$ 209 milhões; a alienação parcial do restante da participação na Visa Inc, totalizando R$ 141 milhões; a cessão de créditos baixados, gerando receitas de R$ 119 milhões e despesas de demandas cíveis, de R$ 84 milhões.As receitas sobre intermediação financeira totalizaram R$ 15,894 bilhões, valor 1% superior ao registrado no terceiro trimestre de 2008. Os ativos totais do BB alcançaram R$ 685,684 bilhões ao final de setembro, expansão de 49,6% em 12 meses. Esse valor consolida o banco federal como a maior instituição financeira do País. O número já considera a consolidação de todas as participações de todas as empresas financeiras e não financeiras, as incorporações do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e Banco do Estado do Piauí (BEP), a aquisição do controle da Nossa Caixa e a participação no Banco Votorantim.
A carteira de crédito total (incluindo garantias prestadas e títulos privados) do BB ao final de setembro era de R$ 301,421 bilhões, valor 41,1% superior ao registrado em igual mês do ano passado. No conceito do Banco Central (BC), os empréstimos totalizavam R$ 285,517 bilhões, avanço de 41,2% em 12 meses. O sistema financeiro apresentou, no mesmo período, expansão de 16,1%. Segundo o BB, sua participação no mercado chegou a 20,1%.
Nos nove primeiros meses de 2009, o lucro líquido atingiu R$ 5,992 bilhões, o que indica avanço de 2,29% sobre o período de janeiro a setembro do ano passado. Esse resultado equivale a um retorno sobre o PL de 25,9%, ante 31% em igual período de 2008. O lucro recorrente no período foi de R$ 5,014 bilhões, queda de 0,89%, com um retorno sobre o PL caindo de 26,7% para 21,6%. (Fonte: Estadão)
Banrisul lucra R$ 356,8 milhões até setembro. Bancários exigem valorização
O Banrisul registrou lucro líquido de R$ 356,8 milhões no acumulado de janeiro a setembro de 2009, 7,2% acima do resultado apresentado nos nove primeiros meses de 2008. Já o lucro líquido no terceiro trimestre do ano somou R$ 146 milhões, 31,9% superior em relação ao mesmo período do ano passado.
O desempenho positivo dos nove meses de 2009 se deve à elevação das receitas de crédito e das operações de tesouraria, de acordo com o banco.O presidente do Banrisul, Fernando Lemos, disse que a instituição manteve o foco na concessão de crédito, o que contribuiu para o aquecimento do consumo por parte das pessoas físicas e na manutenção da capacidade de produção das empresas. Segundo ele, o arrefecimento da crise financeira internacional, a estabilidade das taxas de juros e a retomada da atividade industrial no mercado doméstico favoreceram a expansão dos negócios no segmento bancário.
Números do balanço
Os ativos totais do Banrisul alcançaram, ao final de setembro de 2009, R$ 28,6 bilhões, 12,0% acima do registrado em setembro de 2008. O patrimônio líquido do banco encerrou o período com R$ 3,3 bilhões. A expansão de 11,1% em doze meses teve como origem a incorporação dos resultados gerados, deduzidos os pagamentos de dividendos e juros sobre o capital próprio. A rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido médio atingiu 15,2% no período de janeiro a setembro de 2009.O volume de operações de crédito do Banrisul totalizou R$ 12,5 bilhões em setembro de 2009, saldo que ultrapassa em 14,8% a posição alcançada em setembro de 2008. O crescimento do volume total das operações decorre, segundo a instituição, da expansão da carteira comercial pessoa física, que apresentou aumento de 35,5% em 12 meses.
Em setembro de 2009, as operações classificadas como risco normal, que abrangem os níveis AA até C, somaram R$ 10,8 bilhões, representando 86,2% do total da carteira, 0,4 pontos percentuais acima do registrado no mesmo mês de 2008.
O saldo de depósitos a prazo atingiu R$ 8,5 bilhões, com crescimento de 14,9% em relação a setembro de 2008. Os depósitos de poupança apresentaram expansão de 15,3%, totalizando R$ 5,2 bilhões. Os depósitos à vista cresceram 13,8% em 12 meses e alcançaram o valor de R$ 1,7 bilhão.A margem financeira líquida somou R$ 1,9 bilhão no acumulado de janeiro a setembro de 2009, 33,1% ou R$ 466,0 milhões acima do montante gerado no mesmo período de 2008. No terceiro trimestre de 2009, a margem financeira atingiu R$ 628,1 milhões, 23,1% superior ao valor apurado em igual período do ano passado. (Fonte: Zero Hora)
Nossa Caixa lucra R$ 164,7 milhões no 3º trimestre e obtém alta de 83%
O banco Nossa Caixa encerrou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 164,7 milhões, valor 83,2% maior que o registrado no trimestre anterior. "O desempenho foi puxado pela evolução da margem financeira, favorecida pelo incremento no volume da carteira de operações de crédito, e pela redução das despesas com provisão para crédito de liquidação duvidosa", informou a instituição.
As operações de crédito no trimestre cresceram 13,2%, para R$ 19,3 bilhões. O crédito para pessoas jurídicas saltou 31,4% no período, totalizando R$ 4 bilhões. Já o crédito para pessoas físicas alcançou R$ 15,3 bilhões, alta de 9,3%.
"O crédito consignado, modalidade tradicional na Nossa Caixa, continuou crescendo acima da média do sistema financeiro nacional. O saldo da carteira registrou R$ 10,7 bilhões no trimestre, evolução de 11,9% na comparação com o período anterior", completou o banco.
De acordo com a instituição, o spread bancário recuou de 8,9% para 8,4%. "A exemplo do trimestre passado, o aumento conquistado no volume da carteira de operações de crédito veio acompanhado de redução do índice de inadimplência", completou. As operações com atraso maior que 90 dias baixaram de 4% para 3,6% no terceiro trimestre. (Fonte: Portal IG)Paraná Banco lucra R$ 21,12 milhões no 3º trimestre
O Paraná Banco anunciou hoje um lucro líquido de R$ 21,12 milhões no terceiro trimestre deste ano, uma alta de 10,5% em relação ao resultado do mesmo período de 2008, quando apurou ganhos de R$ 19,11 milhões. Na comparação com o trimestre anterior, quando o lucro atingiu R$ 33,82 milhões, houve queda de 37,5% no resultado. O setor de seguros respondeu por 35,7% dos ganhos registrados no período.No balanço, o banco informa que sua carteira de crédito teve crescimento de 4,1% no trimestre, alcançando R$ 1,205 bilhão no final de setembro, após fechar junho em R$ 1,158 bilhão. Com isso, as receitas da intermediação financeira somaram R$ 88,205 milhões de julho a setembro, uma alta de 5,1% na comparação trimestral, mas 14,5% abaixo do montante registrado no mesmo período de 2008 (R$ 103,1 milhões).
Os números do terceiro trimestre ainda foram afetados por um aumento de 81,4% - na comparação com os três meses antecedentes - das despesas com provisões para perdas com crédito, que somaram R$ 18,525 milhões. A inadimplência na carteira de crédito do banco chegou a 5% no caso dos atrasos superiores a 90 dias. A taxa ficou acima dos 4,5% do segundo trimestre e dos 3,3% apurados há um ano. (Fonte: Valor Online)
Lucro da Caixa cresce 20,4% no 3º trimestre e bate R$ 870 mi
A Caixa Econômica Federal teve lucro de R$ 869,9 milhões no terceiro trimestre do ano, com uma alta de 20,4% sobre o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pelo banco estatal na noite desta quinta-feira.No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o lucro atingiu R$ 2,027 bilhões, com queda de 37,9% ante igual intervalo de 2008.
Caixa amplia crédito para micro e pequenas empresas em R$ 200 mi Caixa pagou parte de festa em homenagem a Toffoli
As receitas com intermediação financeira do banco atingiram no trimestre o montante de R$ 8,252 bilhões, o que representa um crescimento de 5,8% sobre o mesmo período do ano anterior. Porém, na comparação com o segundo trimestre, ocorreu uma queda de 5,12%.Já as despesas com intermediação financeira foram de R$ 5,592 bilhões.
Durante o período, a Caixa foi, ao lado do Banco do Brasil, uma das armas usadas pelo governo federal para ativar o crédito no país, que no final do ano passado foi duramente castigado pela crise financeira global.
Essa agressividade na cessão de credito pode ser notada na evolução da carteira do banco que saltou de R$ 70,7 bilhões no final do terceiro trimestre de 2008 para R$ 113,8 bilhões em setembro deste ano, uma alta de 61%. (Fonte: Folha Online)Lucro do Bradesco cai 5,2%, para R$ 1,81 bi, no terceiro trimestre
O Bradesco fechou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 1,81 bilhão, queda de 5,2% em relação ao ganho de R$ 1,91 bilhão um ano antes.
No final de setembro, a carteira de crédito do segundo maior banco privado brasileiro ficou em R$ 215,54 bilhões, crescendo 10,2% sobre o final de setembro de 2008.O lucro líquido nos nove primeiros meses do ano foi de R$ 5,831 bilhões (variação de 0,2% em relação ao lucro líquido ajustado de R$ 5,819 bilhões no mesmo período de 2008), correspondente a R$ 2,49 por ação no acumulado de 12 meses.
O valor de mercado do Bradesco em 30 de setembro de 2009 era de R$ 98,751 bilhões, ressaltando que as cotações das suas ações preferenciais tiveram valorização de 57,8% entre janeiro e setembro.A carteira de crédito total em setembro de 2009 atingiu R$ 215,536 bilhões, crescimento de 10,2% em relação a igual período do ano anterior. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 75,528 bilhões (crescimento de 8,2%), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram o montante de R$ 140,008 bilhões (crescimento de 11,3%).
Os ativos totais em setembro de 2009 registraram saldo de R$ 485,686 bilhões, crescimento de 14,9% em relação ao mesmo período de 2008. O retorno anualizado sobre os ativos totais médios foi de 1,6%, enquanto que no mesmo período do ano anterior chegou a 2%. O patrimônio líquido em setembro de 2009 somou R$ 38,877 bilhões, 13,8% superior a igual período do ano anterior. (Fonte: Folha Online)
Lucro do Itaú Unibanco sobe 15,5% no ano
O Itaú Unibanco divulgou hoje seu balanço referente ao período acumulado de janeiro a setembro deste ano. O banco teve lucro líquido de R$ 6,853 bilhões, um aumento de 15,5% ante os R$ 5,931 bilhões de igual período de 2008. Os ativos totais aumentaram 53,7%, para R$ 612,398 bilhões, e o resultado bruto da intermediação financeira foi de R$ 24,245 bilhões, com alta de 107,43%. O resultado operacional somou R$ 14,487 bilhões, com crescimento de 85,32%.O lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco de janeiro a setembro deste ano foi de R$ 7,7 bilhões, com rentabilidade anualizada de 22,2% ante o patrimônio líquido médio. As informações constam de breve comentário enviado pelo banco ao mercado. O patrimônio líquido consolidado totalizava R$ 48,9 bilhões no fim de setembro de 2009. O Índice de Basileia (indicador que mede a relação entre o capital da instituição e o volume de recursos emprestado) era de 16,3% no fim de setembro, com base no consolidado econômico-financeiro.
Os ativos consolidados atingiram R$ 612,4 bilhões em 30 de setembro, o maior entre os conglomerados financeiros privados da América Latina. A carteira de crédito, incluindo avais e fianças, atingiu R$ 268,7 bilhões, com crescimento de 5,5%. No Brasil, a carteira de crédito livre para pessoa física atingiu R$ 98,4 bilhões, com crescimento de 6,3%. Por sua vez, o segmento de grandes empresas atingiu R$ 90,3 bilhões, e o de micro, pequenas e médias empresas atingiu R$ 56,7 bilhões, com crescimento de 18,1%.
O lucro líquido da controladora do Itaú Unibanco caiu 11% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com igual período de 2008, para R$ 2,268 bilhões. O lucro recorrente foi de R$ 2,687 bilhões, com alta de 0,37%. O resultado bruto da intermediação financeira foi de R$ 8,140 bilhões e o resultado operacional totalizou R$ 4,840 bilhões.
Inadimplência
O Itaú Unibanco apresentou uma taxa de inadimplência de 5,9% em setembro deste ano, acima dos 3,8% registrados em igual mês de 2008, considerando os atrasos superiores a 90 dias. O índice também é superior aos 5,4% do final do segundo trimestre. Entre as pessoas físicas, a inadimplência chegou a 8,1% no final de setembro, índice estável em relação ao trimestre anterior e superior aos 6,4% registrados em igual mês do ano passado. Entre as empresas, o avanço foi maior, de 1,2% em setembro de 2008 para 4,1% ao final do terceiro trimestre. Em junho, os créditos em atrasos há mais de 90 dias representavam 3,1% do total de empréstimos às pessoas jurídicas.Na avaliação da instituição financeira, a estabilidade no índice indica que o "pior momento do atual ciclo de crédito foi ultrapassado". No entanto, o banco considera que, para as empresas, os reflexos da crise financeira ainda afetam a qualidade de risco de crédito dessas companhias. Apesar da elevação dos atrasos acima de 90 dias, o Itaú Unibanco vê uma melhora nos empréstimos entre 60 e 90 dias. Nesse indicador, a taxa de inadimplência era de 1,1% em setembro, ante 0,8% no mesmo mês de 2008 e 1,3% em junho de 2009.
Para arcar com esses atrasos, o Itaú Unibanco registrou uma despesa de provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD) de R$ 4,299 bilhões no terceiro trimestre, uma alta de 1,1% em relação ao trimestre anterior. Já no ano, essa despesa chegou a R$ 12,383 bilhões, uma elevação de 57,6% em relação aos nove primeiros meses de 2008. (Fonte: Estadão)
Segundo Trimestre/2009
BRB tem lucro histórico
Com o lucro de R$ 71,8 milhões no primeiro semestre de 2009, o Banco de Brasília (BRB) apresentou o melhor resultado de sua história. Mesmo com a crise financeira, a instituição obteve saldo positivo superior à soma do período de 12 anos, entre 1994 e 2006.
Durante a prestação de contas, nesta quarta-feira (26), o governador José Roberto Arruda autorizou a realização de concurso público para os cargos de escriturários, advogados e outras carreiras técnicas do banco, além de determinar a implantação de duas novas agências no Centro-Oeste, uma em Cuiabá (MT) e outra em Campo Grande (MS).
A rentabilidade de 14,77% sobre o patrimônio líquido neste primeiro semestre permitiu a distribuição de 16,8% milhões de dividendos e juros aos acionistas.
Diante do resultado positivo, Arruda descartou a venda da instituição. “Nós profissionalizamos a gestão do banco, que apresentou resultados muito satisfatórios. O BRB reagiu à crise e agora vamos fazer com que ele seja o maior não só de Brasília, como também do Centro–Oeste”, ressaltou o governador.
De acordo com o presidente da instituição, Ricardo de Barros Vieira, o BRB também está trabalhando na criação de novas linhas de credito para pessoas jurídicas e micro e pequenas empresas. “Temos mais de R$ 300 milhões disponíveis para operar nas concessões de crédito. Nossa expectativa é de que com isso o resultado seja ainda melhor no próximo semestre”, destacou Vieira.
O BRB também pretende expandir seus postos de atendimento. Hoje o banco conta com 100 pontos de conveniência e a previsão é de que mais 400 sejam instalados em todo o DF e entorno até o final de 2010. (Fonte: Jornal de Brasília)ABN Amro tem prejuízo de US$ 3,8 bilhões no primeiro semestre
O banco holandês nacionalizado ABN Amro informou nesta quarta-feira ter registrado um acentuado prejuízo de primeiro semestre e informou que a separação legal de alguns ativos controlados pelo Royal Bank of Scotland está seguindo conforme o planejado.
O banco perdeu 2,65 bilhões de euros (US$ 3,8 bilhões) no primeiro semestre e disse que as perdas foram geradas por operações do Royal Bank e que as operações compradas pelo governo holandês foram lucrativas.
A instituição informou que não pode dar uma previsão de desempenho em 2009 além da afirmação anterior de que será "um ano difícil".
O banco foi nacionalizado em outubro passado, quando o governo da Holanda comprou ativos locais do Fortis em meio a uma crise de confiança do mercado.
O ABN havia sido comprado um ano antes por um consórcio que incluiu o Fortis, o Royal Bank e o Santander. Alguns dos ativos que o banco ainda controla pertencem ao Royal Bank e o ABN afirmou que a transferência deles deve acontecer no final do ano, como o planejado.
Assim que a separação com o Royal Bank estiver completa, a Holanda pretende combinar o ABN e o Fortis Bank Nederland em um novo grupo chamado ABN Amro Bank, que será privatizado em algum momento de 2011 ou mesmo depois. (Fonte: Folha Online)Banco Central tem prejuízo de R$ 941 milhões no 1º semestre
Se reservas fossem contabilizadas, prejuízo seria de quase R$ 95 bi. Nos seis últimos meses de 2009, instituição lucrou R$ 10,1 bilhões
O Banco Central registrou um prejuízo de R$ 941 milhões no primeiro semestre deste ano, informou nesta quarta-feira (26) o diretor de Administração da instituição, Anthero de Moraes Meirelles. As contas do BC foram aprovadas hoje pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Esse resultado, entretanto, não considera as operações cambiais do BC que, desde agosto do ano passado, estão sendo divulgadas em uma conta em separado, referente ao patrimônio da instituição.
Com a contabilização das variações da taxa de câmbio (com o dólar em queda), o Banco Central registrou um prejuízo próximo de R$ 95 bilhões nos seis primeiros meses deste ano valor que terá de ser coberto pelo Tesouro Nacional, por meio da emissão de títulos públicos, no início de 2010. Anthero Meirelles afirmou que o BC não objetiva registrar lucro ou prejuízo.
A mudança na forma de divulgação ocorrida em agosto do ano passado, segundo o BC, buscou um alinhamento com outros países. Em outras economias, os ativos cambiais (reservas cambiais) são contabilizados junto com os passivos (dívida externa) - o que elimina variações bruscas no resultado contábil por conta de variações da taxa de câmbio.
"As reservas representam uma variação contábil. Se o Brasil resolvesse vender suas reservas, voce poderia apurar o resultado. As reservas são consideradas por alguns um luxo caro, mas valem a pena. Traz resultados positivos para o país do ponto de vista de solvência [capacidade de pagamento de suas dívidas]. Na crise, as reservas foram fundamentais", disse Anthero Meirelles a jornalistas.
No segundo semestre de 2008, o BC teve um lucro de R$ 10,1 bilhões. Quando contabilizada a variação da taxa de câmbio sobre as reservas internacionais, esse resultado positivo salta para R$ 170 bilhões. No segundo semestre de 2008, o lucro se deveu à subida do dólar. (Fonte: Gazeta do Povo)Lucro da Caixa cai 54% no primeiro semestre, para R$ 1,158 bi
Instituição havia contabilizado lucro de R$ 2,5 bi no mesmo período em 2008; lucro no 1º tri teve alta de 56,2%
A Caixa Econômica Federal registrou no primeiro semestre deste ano um lucro líquido de R$ 1,158 bilhão, valor 54% inferior ao reportado em igual intervalo de 2008, quando o banco contabilizou R$ 2,5 bilhões na última linha do balanço. Com isso, a instituição obteve um retorno anualizado de 17,9% sobre o patrimônio líquido. No segundo trimestre, o lucro líquido de R$ 706 milhões mostrou 56,2% de alta ante os R$ 452 milhões dos três primeiros meses de 2009
A oferta de crédito total da Caixa cresceu 56,1% entre junho de 2008 e junho de 2009, para R$ 99,2 bilhões, contra um crescimento de 19,7% do mercado no mesmo período. A Caixa atribui o desempenho à sua "agressiva política de juros". O crescimento observado na Caixa é o maior dos últimos 15 anos, diz a instituição.
Os ativos totais da instituição atingiram um saldo de R$ 323,7 bilhões ao fim de junho, enquanto o patrimônio líquido alcançou R$ 13,5 bilhões, altas de, respectivamente, 22,4% e 8,2% na comparação com igual intervalo de 2008.
"Os números do balanço mostram que a instituição tem conseguido tornar viável a união entre o social e o comercial, desempenhando bem o seu papel de banco público, principalmente nas atividades de transferência de benefícios e bancarização da população de baixa renda, sem deixar de lado a eficiência e a concorrência do mercado", avalia a presidenta da instituição, Maria Fernanda Ramos Coelho, em nota. (Fonte: Estadão)BNB tem lucro 34,8% menor no 1º semestre
O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) anunciou lucro líquido de R$ 133,8 milhões no primeiro semestre deste ano, montante 34,8% inferior ao apresentado em igual período de 2008, de R$ 205,1 milhões. A rentabilidade sobre o Patrimônio Líquido médio no fim de junho de 2009 foi de 15% ao ano, enquanto no primeiro semestre do ano passado estava em 26,4% a.a.
O BNB obteve uma expansão de 40,5% em suas operações nos seis primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior. No total, o Banco disponibilizou R$ 8,4 bilhões em empréstimos, todos voltados para o desenvolvimento da região Nordeste, com as operações de longo prazo cujas características são próprias de investimentos - representando 61,4% do total contratado. Os setores industrial e comercial foram os destaques, com cerca de R$ 2,3 bilhões cada, uma expansão de 78,5% e 47,1%, respectivamente. (Fonte: DCI)Lucro do BNDES cai 83% no semestre, para R$ 702 milhões
O lucro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) caiu 83% no primeiro semestre deste ano, para R$ 702 milhões. O resultado, segundo comunicado do banco, foi afetado pela diminuição dos resultados de participações acionárias, de R$ 4,8 bilhões, nos seis primeiros meses de 2008, para R$ 1,3 bilhão, neste ano
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O BNDES citou o mercado desfavorável para explicar a interrupção do processo de venda de ações que gerou a diminuição.
O segundo fator que influenciou o resultado do semestre foi o aumento da despesa com provisão para risco de crédito, que atingiu R$ 1,1 bilhão em junho de 2009, em comparação com a receita de provisão para risco de crédito de R$ 400 milhões no mesmo período do ano passado.
O banco informou que adota postura conservadora no provisionamento para risco de crédito, "ainda que a taxa de inadimplência esteja bem abaixo da média do sistema financeiro brasileiro". O índice de inadimplência no primeiro semestre ficou em 0,18%.
Entre as influências positivas do balanço, está o aumento de R$ 2,7 bilhões da receita bruta de intermediação financeira no período, superior aos R$ 2,1 bilhões obtidos nos seis primeiros meses do ano anterior.
O banco ressalta que, mesmo com a redução dos juros feita no primeiro semestre, a receita da instituição cresceu em função da expansão da carteira de crédito, o que contribuiu para a realização de novos investimentos na economia.
Patrimônio
O patrimônio líquido do BNDES ficou em R$ 24,7 bilhões ao final de junho, correspondendo a um patrimônio de referência de R$ 40,1 bilhões, resultado inferior aos R$ 42,5 bilhões obtidos em 31 de dezembro de 2008. A queda aconteceu em razão da distribuição de dividendos complementares.
Os ativos totais do sistema BNDES somaram R$ 309 bilhões no fim de junho de 2009, apresentando crescimento de 11,4% em relação ao exercício de 2008. (Fonte: Folha Online)Banco Mercantil fecha primeiro semestre com lucro de R$ 18,08 milhões
O Banco Mercantil do Brasil (BMB) fechou o primeiro semestre com lucro líquido de R$ 18,08 milhões, ganho do Banco Mercantil registra recuo de 42,8%
A reversão dos indicadores de inadimplência e o aumento da demanda por crédito foram os sinais de melhoria do cenário econômico captados no Banco Mercantil do Brasil. A melhoria começou a ser notada a partir de junho, quando a demanda por crédito por parte das pessoas jurídicas começou a crescer, disse o vice-presidente do banco, André Brasil. "Quando as empresas começam a demandar mais crédito é sinal que retomaram com mais vigor a atividade produtiva", disse o executivo ao comentar os resultados do banco no primeiro semestre deste ano.
O Banco Mercantil do Brasil divulga hoje lucro líquido consolidado de R$ 18,08 milhões no primeiro semestre, resultado 42,8% inferior ao de igual período do ano passado.
A carteira de crédito total, incluindo cessões, cresceu de R$ 5,05 bilhões para R$ 5,43 bilhões, com destaque para as operações direcionadas às pessoas físicas, que tiveram aumento de 13%, saindo de R$ 2,14 bilhões para R$ 2,42 bilhões. Brasil salientou o aumento da demanda de crédito de pessoas jurídicas. O banco prevê o aumento de 18% da carteira total neste ano.
A carteira de crédito do Banco Mercantil do Brasil é formada em 65% por pessoas jurídicas e em 35% por pessoas físicas, basicamente crédito pessoal, cartão e consignado. Brasil acredita que o volume de consignado vai crescer no próximo ano, quando o banco começar a administrar os pagamentos dos benefícios do INSS em cinco das 26 lotes leiloados neste mês pelo instituto.
A inadimplência medida pelas operações em atraso a partir de 90 dias caíram atualmente para 5,2% da carteira total, mas chegaram a 6% em abril. Em junho de 2008 era de 2,5%.
Os depósitos a prazo do banco cresceram, de R$ 3,05 bilhões para R$ 3,21 bilhões, registrando aumento de 5%. A disponibilidade de liquidez levou o banco a fazer, neste ano, duas ofertas de resgate antecipado de títulos que vendeu no mercado externo. No início do ano recomprou cerca de US$ 23 milhões e agora em julho, mais US$ 44,62 milhões. Nas duas ocasiões, a proposta era recomprar US$ 100 milhões, mas os investidores preferiram manter boa parte dos papéis.
A receita de prestação de serviços do banco teve queda de 8%, de R$ 63,37 milhões para R$ 58,42 milhões, reflexo direto da aplicação da nova regulamentação do Banco Central sobre tarifas bancárias cobradas nas operações com pessoas físicas.
O resultado operacional do Mercantil do Brasil cresceu 128%, passando de R$ 19,72 milhões para R$ 44,87 milhões; e o resultado da intermediação financeira aumentou 36%. (Fonte: Valor Econômico)Lucro do Banco do Brasil cresce 41% no trimestre e fica em R$ 2,34 bi
O Banco do Brasil registrou um lucro líquido de R$ 2,348 bilhões no segundo trimestre deste ano, um crescimento de 42,8% em relação ao mesmo período de 2008, e de 41% na comparação com o período de janeiro a março deste ano. No primeiro semestre, o banco lucrou R$ 4,014 bilhões, 0,55% que no mesmo período do ano passado (quando o lucro foi de R$ 3,992 bilhões).
Em ativos, o banco voltou a ocupar a liderança no país, superando o Itaú Unibanco, conforme reportagem de Guilherme Barros para a edição de hoje da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).. Segundo o balanço da instituição, divulgado nesta madrugada, os ativos do Banco do Brasil chegaram a R$ 598,8 bilhões, ante R$ 596,4 bilhões do Itaú Unibanco.
O Banco do Brasil ainda passou da 10ª para a 7ª posição no ranking dos maiores bancos da América Latina e dos EUA, segundo a consultoria Economática. O Itaú Unibanco cai de 7º para 8º.
Segundo a reportagem da Folha, a atuação agressiva do BB na concessão de crédito durante a crise foi fundamental para a instituição ter recuperado a liderança do ranking bancário, objetivo cobrado por Lula após a perda do posto. Enquanto os bancos privados foram mais cautelosos após o congelamento global do crédito, o BB acelerou a liberação de empréstimos para evitar um contágio maior da crise. (Fonte: Folha Online)BicBanco aumenta crédito e eleva os lucros
Depois de sofrer com a crise no primeiro trimestre do ano, os números do BicBanco já mostram uma tendência positiva ao fim do segundo quarto de 2009. No segundo trimestre, a instituição voltou a apresentar um crescimento da carteira de crédito e aumento do lucro líquido, que passou de R$ 74,3 milhões, ao fim de março, para R$ 82 milhões no período de abril a junho, alta de 10,3%. No semestre, o resultado ficou em R$ 156,3 milhões, uma queda de 20,5% em relação ao mesmo período de 2008.
"O resultado é bom porque se insere em uma tendência de crescimento sobre o primeiro trimestre deste ano", argumenta o vice-presidente da instituição financeira, Milto Bardini.
O patrimônio líquido da instituição teve uma alta de 2,4%, em relação ao primeiro trimestre, alcançando R$ 1,698 bilhão, enquanto o total de ativos caiu em 2,9%, a R$ 10 bilhões. No semestre, o índice de eficiência da instituição - em que, quanto menor, melhor - passou de 35,8% para 38,2%. No mesmo período, o índice de Basileia passou de 14,9% para 18,4%. O resultado operacional na primeira metade de 2009 atingiu R$ 250,8 milhões, alta de 12,6% em relação ao mesmo período do ano passado.
Para Bardini, uma volta do crescimento da carteira de crédito do banco, ainda que inferior a 1%, foi importante pela reversão da tendência de queda. O saldo total chegou a R$ 7,369 bilhões, aumento de 0,9% em relação ao trimestre anterior. Enquanto a carteira comercial e de trade finance crescera, a 1,3% e 1,4%, respectivamente, financiamento consignado apresentou queda de 9,6%. "Somos um banco de pessoa jurídica, e as operações com consignado já vinham em processo de redução", justifica Bardini. O banco, continua o executivo, mantém Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FDICs) atrelados em consignado e "está produzindo apenas o necessário para isto", afirma.
O executivo acredita ainda que o segundo semestre será de alta para o crédito, lastreado no crescimento do sistema como um todo. "A tendência deverá ser proporcional à retomada dos bancos", analisa. Para ele, à medida que o mercado voltar a crescer, haverá uma volta à "normalidade creditícia".
O banco também viu uma queda expressiva da inadimplência , que chegou a 3,9% em março, e a 2,1% em junho. "Ainda está mais alto que nosso nível histórico, de 1%, porém o que importa é a tendência de queda." A instituição fez uma provisão de R$ 60 milhões para devedores duvidosos (PDD), contra uma provisão extraordinária de R$ 80 milhões no primeiro trimestre do ano. "A redução do provisionamento é outro sinal da queda do índice. Temos elementos para crer em um cenário, no segundo semestre, melhor que o do primeiro", julga.
Captações
Além disso, o Bic também mostra uma alta de 12% nos depósitos a prazo no trimestre, que chegaram a R$ 3,723 bilhões. No semestre, no entanto, houve queda de 29,1%, ante 2008. Para o banco, pelo aumento no volume de oferta de depósitos, ainda não foi necessário utilizar o Depósito a Prazo com Garantia Especial (DPGE), instrumento criado em abril pelo governo para assegurar maior liquidez aos bancos médios e confiança ao investidor.
Além disso, o executivo acredita que já há uma volta do funding no mercado internacional. "Há sinais de volta e já aparecem oportunidades. O preço, porém, ainda não está atrativo, pelo custo de captação", afirma. "Ainda não pretendemos utilizar esses recursos, até porque ainda há o DPGE a utilizar, que está a um preço mais atrativo", completa.
Indusval
O Indusval teve uma redução de 58% em seu lucro líquido, em relação ao primeiro semestre de 2008, a um total de R$ 16,1 milhões. O resultado operacional alcançou R$ 13 milhões, com uma provisão extra com devedores duvidosos de R$ 59,9 milhões. A instituição teve ainda um ganho de 3,5 pontos em seu índice de eficiência, que chegou a 45,1%, ante 48,6% no primeiro semestre de 2008. Já a carteira de crédito do Indusval encerrou o período estável em R$ 1,7 bilhão, em comparação com o ano passado.
O segundo trimestre deste ano marcou um inversão de sinais na economia brasileira. As empresas, que até março amargavam perdas crescentes, viram melhora nos indicadores entre abril e junho e apostam na continuidade dessa melhora. Um exemplo é o BicBanco. O lucro líquido passou de R$ 74,3 milhões, ao fim de março, para R$ 82 milhões no período de abril a junho, alta de 10,3%. "O resultado é bom porque se insere em uma tendência de crescimento sobre o primeiro trimestre deste ano", afirma o vice-presidente da instituição financeira, Milto Bardini.
Para ele, uma volta do crescimento da carteira de crédito do banco, ainda que inferior a 1%, foi importante porque reverteu-se a tendência de queda. O banco também viu uma queda expressiva da inadimplência, que chegou a 3,9% em março e caiu para 2,1% em junho. "Ainda está mais alto que nosso nível histórico, de 1%, porém o que importa é a tendência de queda", diz Bardini.
Outro setor que ignorou a crise foi a indústria de bebidas. O setor apresentou crescimento na produção de 4,1% entre setembro 2008 (quando se agravou a crise) e junho deste ano, enquanto o resultado de toda a produção industrial teve queda de 13,6% no mesmo período.
Segundo o diretor executivo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Carlos Paviani, as vendas do produto cresceram 8% no primeiro semestre, totalizando 102 milhões de litros.
Já a Suzano Papel e Celulose bateu recorde no segundo trimestre do ano, obtendo resultado 389,2% maior que os R$ 90 milhões de lucro líquido do primeiro trimestre. O resultado é ainda 119,1% maior que o do mesmo período de 2008. Enquanto isso, o setor automotivo celebra julho como o terceiro melhor mês de sua história, atrás apenas de junho deste ano e de julho de 2008.
O comércio varejista da região metropolitana de São Paulo, depois de nove meses de queda, viu as vendas de junho terem alta de 10,8% ante as de junho de 2008. (Fonte: DCI)Banco Votorantim tem queda de 33% em seu lucro líquido semestral
Aguardando que o Banco Central aprove a venda de 50% de seu capital social ao Banco do Brasil, o banco Votorantim registrou uma queda de 33% em seu lucro líquido no semestre, passando de R$ 600,8 milhões, em junho do ano passado, para R$ 400,4 milhões, nos seis primeiros meses de 2009.
Apesar da retração, a instituição registrou um aumento em sua carteira consolidada de operações de crédito, que teve um avanço de 22,1% ante junho do ano passado, totalizando R$ 48,6 bilhões, incluindo fianças e avais. O banco destaca o crescimento na pessoa jurídica, que teve alta de 29% em relação ao primeiro semestre de 2008, enquanto o estoque de pessoa física registrou avanço de 14%, chegando a um total de R$ 22,3 bilhões.
O Votorantim também afirma que conseguiu aumentar sua carteira de crédito mantendo a qualidade dos financiamentos. Segundo a instituição financeira, no primeiro semestre de 2009, as operações de crédito classificadas entre AA e C representavam 95,1% da carteira.
No segmento de varejo, a instituição também conseguiu avanços importantes. A BV Financeira e a BV Leasing conseguiram ampliar sua base de clientes e registrar crescimento nas operações de crédito. Na modalidade de Crédito Pessoal e Crédito Direto ao Consumidor, com destaque para o financiamento de veículos, o Votorantim encerrou o semestre com uma carteira de R$ 21,5 bilhões (R$ 18,3 bilhões em 2008), um crescimento de 17,4%.
A instituição apresentou ainda um crescimento de 3% no Patrimônio Líquido, passando de R$ 6,3 bilhões, em 2008, para R$ 6,5 bilhões no consolidado do primeiro semestre de 2009. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Final foi de 12,8% ao ano.
Além disso, conseguiu também uma evolução de 21% em seus ativos totais no semestre, em comparação com o mesmo período de 2008, alcançando R$ 89 bilhões.
Aquisição
O Banco do Brasil adquiriu 49,99% do capital votante e 50% do capital social do Votorantim em janeiro deste ano, em uma transação de R$ 4,2 bilhões, sendo R$ 3 bilhões para aquisição de ações. Com a união, o banco federal visa ampliar sua carteira de crédito à veículos, enquanto a instituição privada tem um poder maior para ampliar sua oferta de crédito. A operação aguarda aval do Banco Central. (Fonte: DCI)Lucro do Banrisul é de R$ 210,8 milhões no primeiro semestre
Resultado é inferior a igual período do ano passado Caio Cigana, Especial O Banrisul registrou lucro líquido de R$ 210,8 milhões no primeiro semestre do ano. Em igual período do ano passado, atingiu R$ 222 milhões. O balanço da instituição foi divulgado nesta terça-feira. A queda ocorreu principalmente devido ao aumento da reserva para cobertura de operações de crédito que não sejam quitadas. Além disso, a diminuição da taxa básica de juros também afetou o resultado.
Apesar de registrar lucro menor, o presidente do banco, Fernando Lemos, considerou um ótimo resultado.
— Porque estamos comparando o melhor semestre dos últimos anos para os bancos (1º semestre de 2008), com o pior semestre da economia brasileira nos últimos anos (1º semestre de 2009).
O volume de operações de crédito no semestre foi de R$ 12,1 bilhões, o que representa crescimento de 23,1% em relação a junho de 2008. O aumento foi puxado pela pessoa física (30,9%), alcançando R$ 4,6 bilhões. Lemos atribuiu ao efeito do crescimento da renda da população. O crédito para empresas cresceu 10,3% alcançando um saldo de R$ 4,3 bilhões. A previsão é que o crédito feche o ano com crescimento de 19% em relação a 2008, superando a média do mercado.
O índice de inadimplência no primeiro semestre foi de 4,1% contra 3,2% de igual período do ano passado. O pico foi em maio, quando chegou a 4,3%. Para os próximos meses, a instituição projeta queda na taxa. (Fonte: Zero Hora)Nossa Caixa tem prejuízo líquido de R$139,6 milhões no 2o tri
O Banco Nossa Caixa, que foi comprado no ano passado pelo Banco do Brasil, teve prejuízo líquido de 139,6 milhões de reais no segundo trimestre, que se compara ao lucro líquido de 410,9 milhões de reais um ano antes.
A instituição também divulgou um lucro recorrente, que exclui efeitos extraordinários, de 89,9 milhões de reais de abril a junho, abaixo dos 146 milhões de reais em igual intervalo de 2008.
A carteira de crédito do banco atingiu 17,0 bilhões de reais ao final de junho, evolução de 23,3 por cento sobre março e de 61 por cento em 12 meses. (Fonte: Folha Online)Lucro do Itaú-Unibanco cai 8% no 2º trimeste para R$ 2,571 bi
O Itaú-Unibanco Holding informou nesta terça-feira que encerrou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 2,571 bilhões, contra um lucro pró-forma de R$ 2,797 bilhões em igual período do ano passado uma queda de 8%.
Os números comparativos de igual período do ano passado são apresentados na base pró-forma porque a fusão que uniu Itaú e Unibanco aconteceu em novembro de 2008.
Na comparação com o primeiro trimestre deste ano (quando o lucro foi de R$ 2,015 bilhões), houve uma alta de 27,6% (os resultados de janeiro a março já não são pró-forma, pois já consideram a operação do grupo após a fusão).
O lucro líquido no primeiro semestre foi de R$ 4,586 bilhões, uma queda de 17,8% em relação ao resultado pró-forma no mesmo período de 2008, R$ 5,582 bilhões. O lucro líquido recorrente no semestre, por sua vez, foi de R$ 4,990 bilhões, contra R$ 5,555 bilhões no primeiro semestre do ano passado, uma queda de 10,2%.
Em termos recorrentes (que exclui efeitos de custos e encargos extraordinários), o lucro líquido da instituição nos três meses terminados em junho somou R$ 2,429 bilhões, queda de 14,35% sobre o resultado obtido um ano antes.
A carteira de crédito do grupo somava R$ 265,97 bilhões no final de junho, ante R$ 231,16 bilhões no final do primeiro semestre de 2008. O total de ativos consolidado no semestre passado foi de R$ 596,387 bilhões.
No Brasil, a carteira de crédito livre para pessoa física atingiu R$ 96,543 bilhões, com crescimento de 13,2% quando comparado a igual período de 2008. Já o segmento de grandes empresas atingiu R$ 91,664 bilhões e o de micro, pequenas e médias empresas atingiu R$ 54,312 milhões, com crescimento de 28,5% quando comparado a 30 de junho de 2008. (Fonte: Folha Online)Paraná Banco lucra 66% mais e expande carteira no 2º trimestre
Em um cenário em que os bancos vêm apresentando baixo crescimento e estabilidade na carteira de crédito, o Paraná Banco conseguiu um lucro líquido de R$ 33,8 milhões no segundo trimestre do ano, crescimento de 66,7% em relação ao período anterior. No semestre, a expansão foi de 10,5%, para R$ 54,1 milhões, ante o mesmo período do ano passado.
Além disso, a carteira de crédito da instituição alcançou R$ 1,158 bilhão, crescimento de 4,7% no trimestre e de 18,2% ante o primeiro semestre de 2008.
Para o diretor de Relações com Investidores Cristiano Malucelli, o bom desempenho se deve ao fato de 90% da carteira da instituição serem de crédito consignado: "Expandimos nossa carteira com um crédito de qualidade, que não está suscetível à inadimplência".
"No início de 2009, a escassez de funding e uma baixa oferta por temor à inadimplência estavam travando o crédito. O primeiro problema foi resolvido com a criação do Depósito a prazo com Garantia Especial (DPGE). Em relação ao segundo, tanto a pessoa física quanto a jurídica ainda apresentam inadimplência alta", diz, justificando a expectativa de um crescimento ainda maior no segundo semestre. "A expansão do crédito nesse período deverá ser puxada pelo crédito pessoal, com destaque para o consignado. Nosso crescimento deverá ser acima da média", completa.
Além da expansão da carteira, o Paraná Banco atribui o aumento do lucro líquido à redução das despesas operacionais e ao aumento do resultado das operações de seguro no período, setor responsável por 32,4% do resultado consolidado do trimestre. Segundo o banco, o lucro líquido de JMalucelli Seguradora e JMalucelli Resseguradora atingiu R$ 6,2 milhões e R$ 4,3 milhões, respectivamente.
O banco ainda teve um efeito positivo de R$ 574 mil, com a venda do título patrimonial da CETIP, outros R$ 1,996 milhões com o ágio gerado pela recompra da JMalucelli Seguradora em 2007, além do benefício fiscal originado do pagamento de JCP e outros R$ 7,313 milhões de resultado não recorrente. A instituição teve um resultado de intermediação financeira de R$ 52,9 milhões no segundo trimestre, alta de 23,2% ante o primeiro quarto de 2009. Com operações de títulos e valores mobiliários, o ganho foi de R$ 14,995 milhões, queda de 11,9% na comparação. (Fonte: DCI)Maior provisão de crédito no HSBC ocorreu no Brasil. Lucro bruto é de US$ 214 mi
Perdas com crédito afetaram os resultados do HSBC no Brasil neste início de ano. A informação consta do relatório da administração do banco inglês a respeito do desempenho global no primeiro semestre, quando foi contabilizado o lucro de US$ 5 bilhões antes dos impostos, 51% inferior ao registrado em igual período de 2008.
O HSBC obteve no Brasil um lucro bruto de US$ 214 milhões, equivalente a 4,3% do resultado global do grupo britânico e a 37% do resultado de US$ 580 milhões contabilizado pelas operações na América Latina.
Mas o lucro obtido no país 67,6% inferior ao do primeiro semestre de 2008, quando representou 52% dos ganhos da América Latina (US$ 1,266 bilhão).
A carteira de crédito do HSBC no Brasil fechou o semestre em US$ 20,038 bilhões. O número é 15,5% inferior aos US$ 23,721 bilhões da carteira de junho de 2008, mas é 9,7% superior aos US$ 18,255 bilhões de dezembro do ano passado.
Segundo o relatório da administração do banco, a carteira de crédito cresceu no Brasil, puxada pelas operações de capital de giro para empresas. Mas o relatório também notou uma deterioração na qualidade do crédito para micro, pequenas e médias empresas.
As provisões para crédito para pessoas físicas também cresceram devido ao aumento da inadimplência, causado pela deterioração do ambiente econômico, segundo o relatório. O documento ainda afirma que o aumento mais significativo dessas provisões na América Latina ocorreu no Brasil. As perdas com avaliação do crédito na área de varejo aumentaram em consequência do crescimento do desemprego. (Fonte: Valor Econômico)Lucro do Bradesco cresce 14,7% no 2º trimestre e fica em R$ 2,297 bi
O Banco Bradesco registrou lucro líquido de R$ 2,297 bilhões no segundo trimestre de 2009, uma alta de 14,7% sobre os R$ 2,002 bilhões de igual período de 2008. A margem financeira foi de R$ 7,56 bilhões, com crescimento de 26,9%, e as despesas com provisão para devedores duvidosos aumentaram 152,3%, para R$ 4,421 bilhões. A receita de prestação de serviços cresceu 9,6%, para R$ 2,911 bilhões, e as despesas administrativas e de pessoal também aumentaram 9,6%, para R$ 4,141 bilhões.
Os ativos totais em junho de 2009 registraram saldo de R$ 482,478 bilhões, crescimento de 19,7% em relação ao mesmo período de 2008. O retorno anualizado sobre os ativos totais médios foi de 1,7%, enquanto no mesmo período do ano anterior chegou a 2,1%. A carteira de crédito total em junho de 2009 atingiu R$ 212,768 bilhões, evolução de 18,1%. Já as operações com pessoas físicas totalizaram R$ 74,288 bilhões (crescimento de 13,2%), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram o montante de R$ 138,480 bilhões (crescimento de 20,9%). (Fonte: Estadão)Lucro do Santander Brasil cresce 13,5% no semestre
O Grupo Santander Brasil, formado pelos bancos Santander e Real, registrou lucro líquido de R$ 1,874 bilhão no primeiro semestre, o que significou um crescimento de 13,5% na comparação com R$ 1,651 bilhão apresentado nos seis primeiros meses de 2008. Considerando os eventos extraordinários (venda de participações e amortização de ágio), o lucro líquido foi de R$ 1,058 bilhão, queda de 44,1% em relação aos R$ 1,892 bilhão do ano anterior.
Os negócios com clientes evoluíram positivamente, apesar da menor atividade econômica no período. As operações de crédito expandiram 14,9% em comparação com o primeiro semestre do ano anterior, atingindo R$ 137,268 bilhões.
As operações de crédito para pessoa jurídica cresceram 19%, para R$ 71,147 bilhões, enquanto para as pessoas físicas o aumento foi de 12,6%, chegando a R$ 60,753 bilhões. Os destaques da carteira de crédito de pessoa física foram os segmentos de cartões, com alta de 23,7%; crédito imobiliário, com expansão de 22,8%; e crédito pessoal, com incremento 10,7%. Como conseqüência, o resultado de intermediação financeira antes de provisões cresceu 25,7%.
As receitas de prestação de serviços apresentaram uma queda de 2,4% no mesmo período, refletindo o impacto da regulamentação de tarifas implantada no segundo trimestre de 2008, atingindo R$ 4,268 bilhões.
As provisões de crédito subiram 57,9% em relação ao mesmo período de 2008, alcançando R$ 4,903 bilhões, em razão do impacto da crise financeira mundial no nível de inadimplência.
No período de doze meses, os depósitos totais cresceram 4,3% , com destaque para a alta de 17,4% dos depósitos de poupança, totalizando R$ 21,411 bilhões. Os depósitos a prazo totalizaram R$ 85,268 bilhões, com aumento de 1,6%.
No mesmo período, o patrimônio líquido do Grupo Santander Brasil, desconsiderando o efeito do ágio, cresceu 7,9%, ficando em R$ 26,61 bilhões. Os ativos totais, desconsiderando o efeito do ágio, registraram aumento de 6,1%, totalizando R$ 315,28 bilhões em junho. O Índice de Basiléia é 17%, desconsiderando o efeito do ágio, conforme determina a regra internacional. O Retorno sobre o Patrimônio Médio baseado no lucro normalizado foi de 15,7%, comparado com 14,5% em 2008.
Nas operações mundiais, o Grupo Santander registrou lucro líquido de 4,519 bilhões (US$ 6,37 bilhões) entre janeiro e junho, retração de 4,5% em relação aos lucros de um ano antes. (Fonte; JB Online)BMG lucra 16% mais, para R$ 176 milhões
O Banco BMG registrou lucro líquido de R$ 176 milhões no primeiro semestre de 2009, crescimento de 16,3% em relação ao mesmo período do ano passado que ficou em R$ 151 milhões. O patrimônio líquido chega a R$ 1,941 bilhão.
No primeiro semestre de 2009, a geração de crédito alcançou R$ 3,640 bilhões, dos quais R$ 3,051 bilhões foram para crédito consignado com desconto em folha de pagamento. Destaca-se no segundo trimestre de 2009 um forte crescimento na originação de créditos, que compreende o valor de R$2,443 bilhões, representando 67,1% do total de R$ 3,640 bilhões originados no semestre. Os maiores tomadores de recursos no empréstimo consignado foram aposentados e pensionistas do INSS (62,7%) seguidos dos servidores públicos (37,3%).
Os demais créditos gerados compreendem repasses de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), operações de arrendamento mercantil e operações com fornecedores do setor público e grandes empresas do setor privado.
As carteiras de operações de crédito e de arrendamento mercantil atingiram nesse primeiro semestre de 2009 o saldo de R$ 15,809 bilhões (contra R$ 14,070 bilhões no primeiro semestre de 2008), o que representa crescimento de 12,4%. Essas operações foram puxadas principalmente pelo aumento dos empréstimos concedidos às pessoas físicas. O banco é forte em crédito consignado.
O Banco BMG registrou lucro líquido de R$ 176 milhões no primeiro semestre de 2009, crescimento de 16,3% em relação ao mesmo período do ano passado. (Fonte: DCI)Primeiro Trimestre/2009
Bancos: PanAmericano lucra R$ 17,5 milhões e Cruzeiro do Sul registra prejuízo
O lucro líquido do Banco PanAmericano chegou a R$ 17,5 milhões no trimestre, um aumento de 82,3% em relação ao trimestre anterior e uma queda de 75,3% em relação ao mesmo período de 2008. No consolidado, por sua vez, o lucro foi de R$ 70,9 milhões, diante do prejuízo de R$ 74,3 milhões no 4.º trimestre de 2008. Segundo a instituição, a diferença existente entre os lucro da controladora e do consolidado é decorrência da metodologia utilizada, que inclui os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios. O Patrimônio Líquido (PL) do banco chegou a R$ 1,468 bilhão em março, um aumento de 1,2% em relação ao trimestre anterior. Já a carteira de crédito total, considerando as cessões de crédito, manteve-se estável em relação à dezembro de 2008, em R$ 8,8 bilhões. Ante o primeiro trimestre de 2008, houve crescimento de 13,4%. A instituição considera que seu desempenho econômico no primeiro trimestre de 2009, "foi determinado pela priorização das ações estratégicas de curto prazo, definidas em meados do quarto trimestre de 2008 e executadas ao longo dos últimos quatro meses. Dessa forma, as atenções foram direcionadas para o incremento da liquidez, readequação dos produtos, busca da melhor combinação de risco e retorno, e contenção de custos operacionais". Prejuízo O banco Cruzeiro do Sul, por sua vez, foi a primeira instituição financeira brasileira a registrar prejuízo no ano, de R$ 21,8 milhões. Segundo o executivo de Relações com Investidores do Banco, Fausto Guimarães, o dado negativo é apenas contábil e não operacional, devido à adequação do banco à Resolução 3.533 do Banco Central, que modifica a forma de contabilizar a realização do lucro das operações de cessão de crédito, que passa a ser diferido. A instituição registrou no primeiro trimestre um saldo de carteira de crédito, incluindo os montantes cedidos para outras instituições financeiras, de R$ 5,626 bilhões, um crescimento de 18,7% comparado com o mesmo período de 2008, e uma ampliação de 5,9%, frente ao período entre outubro e dezembro de 2008. "A originação está em linha com o primeiro trimestre de 2008. Esperamos uma estabilidade neste segundo trimestre, com crescimento nos próximos", diz o executivo O banco PanAmericano apresentou lucro líquido de R$ 17,5 milhões no primeiro trimestre do ano, enquanto o Cruzeiro do Sul teve prejuízo de R$ 21,8 milhões no mesmo período. (Fonte: DCI)Banrisul lucra R$ 106,5 milhões no primeiro trimestre
Lucro líquido consolidado no período foi 11,9% inferior ao alcançado no mesmo período de 2008
O Banrisul alcançou lucro líquido de R$ 106,5 milhões no primeiro trimestre de 2009. Mesmo assim, o lucro líquido consolidado no período foi 11,9% inferior ao alcançado no primeiro trimestre de 2008, de R$ 120,9 milhões. Segundo o banco, o resultado, apesar da elevação das receitas de crédito e tesouraria, foi impactado pela maior necessidade de alocação de recursos em provisão para liquidação de créditos, em função da desaceleração dos níveis da atividade econômica. Isso provocou forte impacto na comercialização da produção e na renda, com efeitos diretos sobre a inadimplência. As operações de crédito vencidas há mais de 60 dias representam 4% do total da carteira de crédito.
De acordo com o presidente do Banrisul, Fernando Lemos, o volume de operações de crédito do banco totalizou R$ 11,8 bilhões em março de 2009, saldo que ultrapassa em 33,6% a posição registrada em março de 2008. O crescimento, de acordo com Lemos, decorreu da expansão da carteira comercial, com saldo de R$ 8,7 bilhões, evolução de 34,8% na comparação com março de 2008. O crédito comercial para as pessoas físicas alcançou R$ 4,2 bilhões em março de 2009, aumento de 33,9% sobre o mesmo mês de 2008. Já o crédito comercial às empresas atingiu o saldo de R$ 4,5 bilhões, com incremento de 35,6% em relação a março do ano passado.
O patrimônio líquido do banco também cresceu e chegou a R$ 3,1 bilhões, evolução de 11,3% em relação ao montante registrado em março de 2008. Os ativos totais do Banrisul apresentaram, ao final de março de 2009, saldo de R$ 26,5 bilhões, com crescimento de 22,5% sobre março de 2008. Já a rentabilidade anualizada sobre o Patrimônio Líquido Médio alcançou 14,4% no período.
Os recursos captados e administrados somaram R$ 19,4 bilhões no final de março de 2009, volume 10,2% acima do registrado no mesmo mês do ano anterior. O aumento de R$ 1,8 bilhão nos últimos 12 meses provém da expansão dos depósitos a prazo, que compõem 83% do incremento verificado no período. No primeiro trimestre de 2009, os depósitos a prazo e recursos administrados agregaram R$ 800 milhões ao volume total de captação.
O Índice de Basileia, que representa a relação entre o patrimônio de referência e os ativos ponderados pelo risco, demonstrando a solvabilidade da empresa, atingiu o índice de 19,1% no Banrisul em março de 2009, 8,1 pontos percentuais acima do exigido pelo Banco Central do Brasil. Os investimentos do Banco em hardware, software e manutenção de bens foram de R$ 42,5 milhões nos primeiros três meses do ano. (Fonte: Zero Hora)Lucro do Banco do Brasil cai 29% no 1o trimestre
O lucro líquido do Banco do Brasil caiu 29,1% no primeiro trimestre deste ano contra igual período de 2008, para R$ 1,665 bilhão, informou a instituição nesta quinta-feira. Em relação ao quarto trimestre do ano passado, a queda no lucro foi de 43,4%.
Desconsiderados os efeitos extraordinários, o lucro recorrente do banco público atingiu R$ 1,357 bilhão no trimestre, o equivalente a recuo de 12,9%, na mesma base de comparação.
O banco encerrou o primeiro trimestre com ativos totais de R$ 592 bilhões, alta de 42,9% sobre o ano passado.
A carteira de crédito total incluindo carteira externa e prestação de garantias totalizou R$ 254,4 bilhões, alta de 41,3% sobre o primeiro trimestre de 2008 e de 7,3% contra os três últimos meses do ano passado.
Segundo a instituição financeira, o resultado dos três primeiros meses de 2009 correspondeu a um retorno sobre o patrimônio líquido (RSPL) anualizado de 23,8% (contábil), ante 47,4% no trimestre imediatamente anterior e 43,5% um ano antes. (Fonte: Estadão)BicBanco tem lucro líquido de R$ 74 milhões
Em linha com o sistema financeiro, o lucro líquido do BicBanco teve queda de 19,2% em relação ao do mesmo período de 2008, a um total de R$ 74,3 milhões. Na comparação com o trimestre anterior, em compensação, o resultado do banco teve um desempenho 266% superior, ao registrar um resultado de R$ 20,3 milhões.
Segundo o vice-presidente da instituição, Milto Bardini, a queda em relação aos primeiros meses de 2008 se deve ao recuo dos volumes de operações e também a uma constituição de provisionamento para devedores duvidosos (PDD), de R$ 87 milhões. "A originação de operações teve uma queda menos intensa do que o ocorrido no quarto trimestre do ano passado, porém o volume ainda teve uma redução." Além disso, ele compara, em um trimestre-padrão quer dizer, pré-crise o reforço na reserva contra calote-padrão é de R$ 39 milhões. "Este é o que chamamos de preço da crise, uma expansão da necessidade de provisão, que mais do que dobrou."
Segundo ele, o reforço foi necessário devido à estrutura da carteira de crédito da instituição, de curto prazo. "A vantagem é de podermos redirecionar ativos mais rapidamente, porém se o seu crédito vence mais rápido, você também sente impacto mais rápido na originação e na inadimplência."
A instituição encerrou março com um saldo em carteira de R$ 7,3 bilhões, uma diminuição de 5,9% em relação ao mesmo período de 2008. Ante dezembro, a queda foi mais acentuada, de 9,8%, uma vez que o estoque na época era de R$ 8,1 bilhões.
A maior queda verificada em relação a março de 2008 foi na carteira de crédito pessoal: 49,3%, de R$ 136,6 milhões de saldo, para R$ 69,3 milhões.
A maior carteira da instituição está em operações comerciais, com R$ 5,3 bilhões, uma queda de 4,8% ante março do ano passado.
Bardini explica que devido à estrutura de crédito do BicBanco, assim como a inadimplência e a necessidade de aumentar a pdd aparecem mais rápido, também devem diminuir antes. "Acreditamos que o primeiro trimestre tenha sido o mais árduo e que a tendência, daqui para a frente, é de amainar a exigiblidade de provisões", analisa.
Além disso, o banco - que em 2009 preferiu não fazer um guidance anual, e sim não-trimestral - pensa que este período de três meses, até junho, deve mostrar uma estabilidade nas operações. "Talvez haja um início de retomada. Estamos vendo melhorarem as condições das empresas e há sintomas de melhora na economia. Não queremos nos animar, mas o cenário é alentador." O executivo acredita ainda que, em meados do ano, já deverá haver um retorno do crescimento do crédito no Brasil.
Em relação à inadimplência, o banco toma por base os créditos vencidos há 15 dias. Em dezembro, segundo Bardini, o índice estava em 1,6%, porém no primeiro trimestre houve um crescimento de 2,3 pontos percentuais, a 3,9%. "Acredito que atingiu o pico: a inadimplência não deve subir além disso durante o ano."
Mercado
De acordo com levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as instituições financeiras diminuíram a expectativa em relação ao crescimento da economia e aumentaram a previsão de inadimplência para este ano.
Pela pesquisa, o Produto Interno Bruto (PIB) deve ter uma redução de 0,01% em relação ao de 2008, enquanto na projeção anterior, realizada em março, a estimativa era de um crescimento de 0,3 %das riquezas produzidas no País.
A expectativa de inadimplência alcançou o recorde de 5,9%. Antes, o maior índice havia sido verificado em setembro de 2000, quando se esperava que 5,7% dos devedores atrasassem os pagamentos. A previsão de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) também foi alterada, de 4,3%, para 4 4%, aproximando-se da meta do governo de 4,5%.
No entanto, na avaliação do economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg, a pesquisa como um todo aponta a que o mercado financeiro acredita em uma estabilização da economia brasileira. "Parece que a economia encontrou um novo patamar, e começa a ter indicações de melhora". Um dos indicativos dessa estabilização é a perspectiva de crescimento das operações de crédito em 14,2%, mesmo número verificado em março. Para Sardenberg, o dado sinaliza uma melhora na disposição dos bancos para emprestar.
Segundo o economista, pode também haver queda nas taxas cobradas pelos bancos. Os juros cobrados atualmente, disse, são baseados nas estimativas dos meses anteriores, quando era prevista uma deterioração.
Para a taxa básica de juros, a Selic, manteve-se a estimativa do levantamento anterior de que vá terminar o ano em 9,25%. Atualmente, a taxa está em 10,25%, mas a expectativa é de que haja uma redução de 0,5 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC) em junho e outra diminuição no encontro de julho. (Fonte: DCI)Lucro do Itaú recua 27,6%, mas ainda passa de R$ 2 bi no 1º trimestre
O Itaú Unibanco, maior banco do país, anunciou nesta terça-feira que teve lucro líquido de R$ 2,015 bilhões no primeiro trimestre de 2009, com queda de 27,6% ante os R$ 2,784 bilhões registrados "pro forma", já que Itaú e Unibanco só se fundiram no final de 2008 no mesmo período do ano passado.
Já a carteira de crédito atingiu R$ 272,7 bilhões, com alta de 25,1% sobre o mesmo período do ano passado (R$ 218 bilhões) e de 0,3% sobre o quarto trimestre (R$ 271,9 bilhões).
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Quem garantiu a leve alta sobre o trimestre imediatamente anterior foram as pessoas físicas, já que a carteira para elas cresceu 1,4%. Já para empresas houve recuo de 0,4%. Nas operações no exterior o banco atua com crédito também na Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai houve alta de 0,8%.
"Nossas operações com clientes pessoa física no Brasil cresceram 1,4% no período, impulsionadas pelo aumento de 4,2% do saldo das operações de crédito pessoal e pelo acréscimo de 1,9% no volume de financiamentos de veículos. Esses crescimentos foram parcialmente compensados pela redução sazonal do saldo das operações de cartão de crédito", informou o banco em nota.
Já no caso das empresas, a queda foi puxada pelas grandes, já que o crédito direcionado para pequenas e médias empresas subiu 1,8%.
Assim como o Bradesco informou ontem, o Itaú Unibanco também apresentou aumento das taxas de inadimplência no trimestre. Ela ficou em 5,6%, contra 4,8% do quarto trimestre do ano passado. Porém, a provisão adicional feita pelo Itaú Unibanco foi bem menor do que a da concorrente (R$ 539 milhões contra R$ 1,2 bilhão). Com isso, a PDD (Provisão para Devedores Duvidosos) subiu para R$ 3,834 bilhões.
"A desaceleração da atividade econômica iniciada no quarto trimestre de 2008 continuou a produzir impacto sobre a qualidade do risco das carteiras de crédito das micro, pequenas e médias empresas e de clientes pessoa física, levando à ampliação da despesa com a constituição de provisões", informou o banco.
Os ativos do Itaú Unibanco atingiram R$ 618,9 bilhões ao final de março de 2009. (Fonte: Folha Online)Lucro da Caixa cai pela metade no primeiro trimestre
A Caixa Econômica Federal anunciou que teve lucro líquido de R$ 452 milhões no primeiro trimestre deste ano, contra ganho apurado de R$ 872 milhões em idêntico período de 2008.
O banco informou que o saldo das operações de crédito atingiu a marca dos R$ 89,2 bilhões, com forte crescimento dos financiamentos destinados para pessoas físicas. Somente os empréstimos para pessoa jurídica somaram R$ 17,6 bilhões, em um incremento de 16,4% sobre o primeiro trimestre do ano passado. Nos empréstimos para pessoa física, as operações somaram R$ 15,8 bilhões, em um acréscimo de 36,2% sobre o início do ano passado.
Em março, a Caixa contabilizou um saldo de R$ 232,9 bilhões em depósitos, número 6,7% superior na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Somente o saldo de poupança (R$ 95,8 bilhões) teve um crescimento de 21,1%.
A Caixa informou ainda recorde na liberação de financiamentos habitacionais entre janeiro e março. O total atingiu R$ 7 bilhões. O saldo dos financiamentos para o setor habitacional bateram a casa dos R$ 49,2 bilhões em março, uma evolução de 45,2% se comparado com o primeiro trimestre do ano passado.
Segundo comunicado do banco, os ativos totais da Caixa registraram saldo de R$ 312,5 bilhões e o patrimônio líquido fechou em R$ 13 bilhões, o que significou evoluções de 22,8% e 15%, nos últimos 12 meses, respectivamente. Os ativos administrados pela instituição totalizaram R$ 670,5 bilhões, incluído neste valor R$ 223 bilhões em FGTS. (Fonte: Folha Online)Lucro do Bradesco cai 9,6% no 1o tri, para R$1,723 bilhão
O Bradesco anunciou nesta segunda-feira lucro líquido de R$ 1,723 bilhão, o que representa uma queda de 9,6% em relação ao resultado obtido um ano antes. A carteira de crédito do segundo maior banco privado do Brasil, porém, avançou 26,5% no período, para R$ 214,291 bilhões.
Os ativos totais do banco no fim de março somavam R$ 482,141 bilhões de reais, crescimento de 35,6% na comparação com o primeiro trimestre de 2008.
Em comunicado divulgado nesta segunda-feira o banco explicou que o lucro líquido trimestral foi composto por R$ 1,073 bilhão oriundo das atividades financeiras, ou 62% do total, e por R$ 650 milhões gerados pelas atividades do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência (38% do total).
A carteira de crédito, incluindo avais, fianças, valores a receber com cartões de crédito e cessão de crédito (FIDC), somou R$ 214,291 bilhões, com crescimento de 26,5% em relação a igual período do ano passado. As operações com pessoas físicas avançaram 18,3% e totalizaram R$ 73,630 bilhões e as operações com pessoas jurídicas tiveram expansão de 31,2%, alcançando R$ 140,661 bilhões.
No quarto trimestre do ano passado, o Bradesco teve lucro de R$ 1,6 bilhão, queda de 27% em relação ao quarto trimestre de 2007.
"A deterioração do rating de algumas empresas e o atraso no pagamento pelas pessoas físicas nos levaram a aumentar o nível de provisionamento", informa o Bradesco em balanço. (Fonte: Valor Online)Santander Brasil registra lucro 7% maior no primeiro trimestre
O banco Santander no Brasil apurou alta de 7,12% no lucro líquido no primeiro trimestre deste ano ante o mesmo período do ano anterior. O montante, em 31 de março de 2009, atingiu R$ 416,4 milhões. As receitas de intermediação financeira foram de R$ 3,955 bilhões entre janeiro e março deste ano, em leve alta (0,70%) sobre os três primeiros meses de 2008. As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias ficaram em R$ 789,2 milhões, decréscimo de 17,21%. As despesas com pessoal ficaram praticamente estáveis em relação aos três primeiros meses do ano passado, em R$ 458,5 milhões. A provisão para créditos de liquidação duvidosa avançou 40,2%, para R$ 921,7 milhões. Segundo o comunicado enviado para a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), as "demonstrações foram preparadas em razão do processo de incorporação do Banco Real pelo Banco Santander", que foi aprovada hoje pelas administrações dos dois bancos. A decisão, no entanto, será submetida à análise dos acionistas em assembleia no próximo dia 30. "A incorporação representa uma etapa fundamental do processo de reestruturação societária das empresas integrantes do grupo Santander Brasil e uma vez aprovada permitirá a conclusão do plano de integração operacional, administrativa e tecnológica que vem sendo implementado desde a aquisição do controle do Banco Real (julho de 2008) e a incorporação das ações de emissão do Banco Real pelo Banco Santander (agosto de 2008)", informou o Santander. Conforme comunicado, o processo de incorporação permitirá a "integração dos negócios e atividades bancárias em uma única instituição financeira para todos os fins comerciais, financeiros e jurídicos, a redução de custos administrativos, a racionalização e a simplificação da estrutura societária do Grupo Santander Brasil". (Fonte: Folha Online)
Lucro 2008
HSBC anuncia lucro recorde no Brasil em 2008 e descarta demissões
O HSBC no Brasil anunciou nesta segunda-feira lucro líquido recorde de R$ 1,35 bilhão em 2008, crescimento de 9% em relação a 2007. O banco também informou que a demissão de mais de 6.000 funcionários, divulgada hoje em Londres, não vai atingir as operações e os funcionários da instituição britânica no Brasil.
O banco iniciou suas operações no país em 26 de março de 1997 e tem hoje 2.502 pontos de atendimento. Conforme o balanço divulgado hoje, o ativo total do HSBC no Brasil aumentou 58% em 2008, avançando de R$ 70,75 bilhões para R$ 112,1 bilhões.
"As operações de crédito tiveram papel preponderante no resultado recorde do ano passado. Os ativos de crédito cresceram 27% em 2008, com forte ênfase nos mercados de financiamento a pessoas físicas e a pessoas jurídicas", informou a instituição financeira em comunicado.
Por outro lado, o HSBC elevou em 23% --para R$ 2,17 bilhões-- as previsões contra devedores duvidosos, de acordo com uma "política conservadora de concessão de crédito e em face à crise econômica internacional, que afetou a liquidez e aumentou o risco das operações financeiras no Brasil".
"Em 2008, continuamos a aumentar nosso capital, adotando uma política conservadora em face ao cenário econômico global. Continuamos a ver o crescimento do ativo total, devido à nossa forte capacidade de captação de depósitos, e a manutenção de confortável nível de liquidez. Estivemos sempre abertos para negócios, buscando oferecer aos nossos 10 milhões de clientes soluções financeiras adequadas", afirmou Shaun Wallis, presidente e CEO do HSBC Bank Brasil, em nota.
Europa
Em Londres, o HSBC informou queda de 70% do lucro líquido em 2008, para US$ 5,728 bilhões e o fechamento da maioria das agências de crédito ao consumidor HFC e Beneficial nos Estados Unidos, o que representará a demissão de 6.100 trabalhadores no país. Segundo o diário financeiro britânico "Financial Times" ("FT"), o banco vai fechar ainda 800 agências.
O grupo também informou redução de 28,9% dos dividendos em dólares para o ano de 2008 e gastos por desvalorização de créditos e créditos de risco de US$ 24,937 bilhões no ano passado, uma alta de US$ 7,695 bilhões em relação a 2007.
O HSBC, maior da Europa em termos de capitalização, também divulgou aumento de capital de 12,5 bilhões de libras (US$ 17,7 bilhões), a maior da história do Reino Unido. (Fonte: Folha Online)Lucro do Banco da Amazônia cresce 20% em 2008
O Banco da Amazônia informou hoje que registrou lucro líquido de R$ 215,850 milhões em 2008, o que representa um aumento de 20,07% em relação ao ano anterior, quando a instituição financeira obteve um lucro líquido de R$ 179,766 milhões.
O resultado da carteira de créditos registrou crescimento de 8,0% em relação a igual período de 2007, influenciado pelo maior volume de aplicações que também refletiu no aumento da constituição de provisão para risco de perda nessas operações.
As rendas de operações de créditos elevaram-se 35,5%, passando de R$192,6 milhões em 2007 para R$261,0 milhões em 2008, devido ao aumento do volume da carteira e das taxas cobradas na contratação de novas operações.
O resultado de Títulos e Valores Mobiliários (TVM) encerrou 2008 com o montante de R$479,7 milhões, o que corresponde a um crescimento de 25,5% em relação à igual período do ano anterior, decorrente, principalmente, da evolução dos principais indexadores dos títulos que compõem a carteira e da estratégia de elevar nas aplicações em títulos privados com maior rentabilidade.
O resultado bruto da intermediação financeira registrou evolução de 5%, quando comparada a 2007, influenciado pelo resultado da carteira de TVM e pelo aumento nas despesas de empréstimos e repasses.
As receitas de prestação de serviços tiveram crescimento de 9,4%, influenciadas pela evolução na taxa de administração do FNO, face as liberações ocorridas no período e das receitas de tarifas bancárias.
No ano de 2008, o banco provisionou, a título de juros sobre capital próprio imputados aos dividendos mínimos obrigatórios, o montante de R$109,7 milhões. Desse total, será deduzida a antecipação de R$9,2 milhões, com as devidas atualizações. (Fonte: JB Online)Banco Safra lucra R$ 843,4 milhões em 2008
O Banco Safra fechou o ano de 2008 com lucro líquido de R$ 843,4 milhões, pouco acima dos R$ 830,9 milhões apurados em 2007. Dados divulgados hoje mostram que o retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio de R$ 4,1 bilhões foi de 20,94%.
Em 2007 o percentual havia sido de 21,1% sobre um patrimônio líquido médio de R$ 3,9 bilhões.
Em curto comentário, o banco afirma que a principal estratégia para lidar com os efeitos da crise foi priorizar a administração do crédito com "medidas de controle" para preservar a qualidade da carteira, que possui, segundo o Safra, 93% dos créditos com classificações de risco AA, A e B. (Fonte: Valor Online)Lucro do banco Nossa Caixa, vendido ao BB, sobe 113% e soma R$ 646,5 milhões
A Nossa Caixa anunciou nesta quinta-feira que obteve lucro de R$ 646,5 milhões em 2008, com alta de 113,3% sobre o apurado em 2007. Segundo o banco, que foi vendido ao Banco do Brasil no final do ano passado, as altas nas rendas com intermediação financeira especialmente em crédito e títulos públicos e tarifas foram responsáveis pelo crescimento dos ganhos. A carteira de crédito do banco encerrou o ano passado com saldo de R$ 12,9 bilhões, com crescimento de 47,6% sobre os R$ 8,7 bilhões de 2007. Com isso, a Nossa Caixa ganhou espaço no mercado de crédito, já que o crescimento de todo o sistema financeiro foi menor (31,1%). A carteira para pessoa física avançou 49,7% em 2008, para R$ 9,9 bilhões. Já o de pessoa jurídica atingiu R$ 3 bilhões, com avanço de 40,9%. "O crédito às pessoas físicas, em especial o crédito consignado, foi o que apresentou o incremento mais significativo para esta evolução do total das operações de crédito", informou o banco em nota ao mercado. A compra de carteiras de crédito, especialmente de consignado, teve forte importância neste crescimento. Ao longo de 2008, a Nossa Caixa comprou carteiras de seis instituições financeiras no total de R$ 1,9 bilhão. "A aquisição dessas operações teve início em março de 2008 e fez parte de estratégia adotada para fortalecer a carteira de crédito do banco", explicou a Nossa Caixa. "O Banco Nossa Caixa tem dado preferência à compra de crédito consignado, mas também estuda a aquisição de novas carteiras de veículos e de pessoa jurídica com garantias reais." Os índices de inadimplência apresentaram redução no ano passado, fechando em 4,6% nos casos de atraso de mais de 59 dias 2 pontos percentuais a menos do que em 2007. Mesmo assim, o banco decidiu elevar em 14,9% sua provisão para créditos de liquidação duvidosa, que agora possui R$ 718,1 milhões, sob a justificativa de que a inadimplência deve se elevar nos próximos meses devido ao aumento do desemprego no país. Outra provisão que teve um forte crescimento foi a de contingências cíveis, que passou a R$ 805,5 milhões 25,4% maior do que no ano anterior. Essa provisão é utilizada pelo banco principalmente para o pagamento de diferenças de remuneração da poupança causados pelos planos econômicos Verão e Bresser. A crise também se fez presente no aumento das despesas com intermediação financeira. Elas cresceram 25,8%, para R$ 4,6 bilhões. Além das provisões, outra despesa que cresceu fortemente foi a de captação de recursos, que avançou 25,6% "devido ao aumento no volume de recursos captados e das taxas que remuneram estes recursos." (Fonte: Folha Online)HSBC anuncia queda de 70% em lucro e deve demitir mais de 6.000 funcionários
O banco britânico HSBC maior da Europa em termos de capitalização anunciou nesta segunda-feira um aumento de capital de 12,5 bilhões de libras (US$ 18 bilhões), depois de registrar uma queda de 70% do lucro líquido em 2008, a 5,728 bilhões de dólares.
O aumento de capital é o maior da história da Grã-Bretanha.
O HSBC anunciou ainda o fechamento da maioria das agências de crédito ao consumidor HFC e Beneficial nos Estados Unidos, o que representará a demissão de 6.100 trabalhadores.
O grupo também revelou uma redução de 28,9% dos dividendos em dólares para o ano de 2008, a 64 centavos, o que representa uma queda de 15% em libras esterlinas.
O gigante bancário britânico anunciou que os gastos por desvalorização de créditos e créditos de risco chegaram a 24,937 bilhões de dólares em 2008, uma alta de US$ 7,695 bilhões em relação a 2007.
Bancos
O resultado do HSBC chega depois das divulgações pouco animadoras do setor bancário britânico na semana passada. O grupo bancário britânico Lloyds apresentou na sexta-feira (27) um lucro de 819 milhões de libras (US$ 1,162 bilhão) em 2008, uma queda de 75% frente ao ano anterior. Um dia antes o Royal Bank of Scotland (RBS) apresentou um prejuízo de 24,137 bilhões de libras (cerca de US$ 34,4 bilhões) referente a 2008, o maior da história empresarial britânica. (Fonte: Folha Online)Itaú-Unibanco lucra R$ 7,8 bilhões em 2008
O grupo financeiro Itaú-Unibanco anunciou nesta quarta-feira que teve um lucro de R$ 10 bilhões pelo critério "pro forma" no ano de 2008, ante ganho de R$ 11,921 bilhões no exercício anterior. Pelo critério contábil, o resultado da fusão, anunciada em novembro, foi de R$ 7,803 bilhões, ante R$ 8,474 bilhões em 2007, o que significa um decréscimo de 7,9%. Somente o Itaú teve um lucro líquido de R$ 7,71 bilhões ante R$ 7,17 bilhões no exercício anterior, em um incremento de 7,51%. Já o Unibanco apurou resultado de R$ 2,85 bilhões ante R$ 2,60 bilhões em 2007, em um avanço de 9,7%. Ambos os resultados são "pro forma". No último dia 19, o Banco do Brasil apresentou um lucro de R$ 8,8 bilhões em 2008, um crescimento de 74% em relação a 2007. No quarto trimestre do ano passado, o crescimento do lucro foi de 142% sobre o mesmo período do ano anterior, chegando a R$ 2,9 bilhões. O Bradesco, em 2007, teve um lucro de R$ 8,010 bilhões, enquanto o lucro do ano passado, divulgado no início deste mês, foi de R$ 7,620 bilhões 4,87% menor que o do ano anterior.
Crédito
A carteira de crédito do novo banco atingiu R$ 271,93 bilhões no exercício de 2008, número 34% superior às operações registradas em 2007. Os empréstimos para empresas totalizavam um saldo de R$ 153,46 bilhões no final de ano passado, em um crescimento de 41,9%. Nesse carteira, o destaque fica por conta para as operações dirigidas para grandes empresas (saldo de R$ 100,84 bilhões), em que houve um avanço de 41,2%. Nas operações para pessoas físicas, com saldo de R$ 93,17 bilhões, o incremento foi de 24,3%. O destaque dessa carteira foi a parcela dirigida para o financiamento de veículos (saldo de R$ 47,85 bilhões), em que houve um crescimento de 35,8%. O novo banco, com ativos calculados em R$ 632,7 bilhões, registrou um base de 590.467 clientes, o que é número 17,4% maior que a base de correntistas do exercício anterior. O montante de depósitos à vista remonta a R$ 28 bilhões, em um decréscimo de 26,9% sobre o número apurado em 2007. Os depósitos a prazo, no entanto, mais que dobraram (206,2%) e alcançaram R$ 118,9 bilhões.
Ações
A diretoria do Unibanco-Itaú também informou hoje que as ações do banco Unibanco e da holding serão convertidas para as novas ações do conglomerado financeiro. O papel mais movimentado pelos investidores, a "unit" (recibo de ações) será trocada na proporção de 1,73 por 1. Ainda de acordo com o comunicado, as sobras decorrentes das frações de ações devem ser leiloados na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) e posteriormente creditadas na conta do acionista. (Fonte: Folha Online)Banco Mercantil do Brasil tem resultado 17% maior
O Banco Mercantil do Brasil (BMB) teve em 2008 um lucro líquido de R$ 43 milhões, 17% acima do de 2007, em um resultado afetado pela decisão da instituição em aumentar as provisões para risco de crédito. Prevendo o crescimento da taxa de inadimplência tanto de pessoas físicas quanto de pessoas jurídicas, a instituição optou por destinar para este fim parte dos R$ 90 milhões da entrada líquida de recursos da venda da seguradora Minas Brasil para o grupo suíço Zurich. As provisões tiveram um incremento de R$ 41 milhões. Segundo o vice-presidente executivo da instituição, André Brasil, a taxa de inadimplência das pessoas físicas saltou do nível histórico de 4,5% para 7% em janeiro e das pessoas jurídicas evoluiu de 1,4% para 2%. "Optamos por obter um resultado contabilmente menor para nos anteciparmos a uma tendência clara do mercado", disse. O balanço global de 2008 mostra um aumento de 11% nos depósitos a prazo, que passaram de R$ 2,4 bilhões para R$ 2,7 bilhões. Mas no segundo semestre do ano passado houve uma queda de 8% nestas aplicações, sendo 17% entre as pessoas jurídicas. De acordo com Brasil, esta queda representou uma perda de cerca de R$ 400 milhões, compensada pelo aumento de disponibilidade resultante de pagamento de operações de crédito, que atingiram o patamar de R$ 500 milhões na segunda metade do ano. "A tendência do final de 2008 já mostra sinais de reversão. Neste mês de fevereiro, a projeção é que as captações já superem os resgates", disse. A inadimplência em alta fez com que as taxas de juro praticadas pelo BMB subissem este ano. A linha para capital de giro, por exemplo, está em 10% ao ano. Brasil disse não saber dizer qual o valor médio para esta linha ao longo de 2008. Para 2009, o BMB trabalha em um cenário relativamente otimista, projetando crescimento do PIB nacional de 2% e a taxa Selic em 10,75% no mês de dezembro. O BMB prevê uma expansão na carteira de crédito de 17%, puxada pelo crédito consignado e pelas operações com pessoas físicas. Segundo Brasil, este resultado , se confirmado, mostrará uma desaceleração em relação a 2008, quando o crédito da pessoa física se expandiu em 29%. O resultado do patrimônio foi afetado contabilmente pela venda da seguradora. Em 2008, o balanço consolidado do grupo mostrou ativos de R$ 559,4 milhões, ante R$ 562,1 milhões em 2007. O patrimônio exclusivo do banco passou de R$ 502 milhões para R$ 521 milhões. O banco ainda diminuiu em 2008 a sua captação externa. As emissões de títulos no exterior caíram de US$ 465 milhões no ano retrasado para US$ 389 milhões no ano passado. A razão foi um pagamento feito pelo BMB no final de 2008 de US$ 76 milhões a seus investidores. Com 2,6 mil funcionários para as suas 150 agências, o BMB demitiu no ano passado 130 empregados que atuavam na operação de crédito para a compra de automóveis. Segundo Brasil, de longe esta foi a operação mais atingida com a retração econômica. O BMB manteve os programas que preveem participação nos resultados, e deve distribuir para os funcionários R$ 18 milhões. Sediado em Belo Horizonte, o BMB concentra no Estado a metade da sua rede de atendimento e realiza em Minas Gerais 60% de seus negócios. Embora o PIB industrial mineiro tenha registrado no ano passado retração acima da média nacional, Brasil discorda da avaliação de que o Estado será o mais afetado pela crise global. "A economia mineira diversificou-se acima do que usualmente se supõe nos últimos cinco anos e o peso dos setores mais diretamente atingidos, como o automotivo, o siderúrgico e o mineral exportador, diminuíram a sua importância relativa frente a outros que ainda não sentiram o impacto da crise, como o da indústria de alimentos para o consumo doméstico, por exemplo", disse. (Fonte: Valor Econômico)PanAmericano tem lucro 17% maior e o crédito soma R$ 8,9 bi
O Banco PanAmericano conseguiu em 2008 um lucro líquido 17,4% superior ao ano anterior, alcançando R$ 236 milhões. O patrimônio líquido (PL) da instituição teve um incremento de 11,4%, a R$ 1,45 bilhão.
A carteira de crédito total do banco do Grupo Silvio Santos, incluindo as empresas coligadas e considerando as cessões de crédito, chegou a R$ 8,9 bilhões ao fim do ano passado, uma expansão de 25,2% em relação a 2007. Os destaques foram o leasing, que chegou a um estoque 107% superior, empréstimos consignados, 78% maior, e crédito ao consumidor aumento de 18,2%.
Segundo comunicado emitido pela instituição, para se adaptar ao cenário estabelecido depois de 15 de setembro do ano passado, com o agravamento da crise, a administração passou a se nortear pelo controle de custos e priorização da liquidez, "o que resultou em readequação do mix de produtos, terceirização de lojas e redução do quadro de colaboradores". O PanAmericano ainda informa que espera um maior ganho de produtividade, "visto que a capacidade de originação de operações de créditos não foi comprometida, mas racionalizada com a manutenção de sua abrangência geográfica".
A política de concessão de crédito também foi revisada e adaptada para trabalhar com um potencial aumento da inadimplência.
O Banco PanAmericano iniciou, ainda em 2008, um plano de recompra de ações de emissão própria, para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, sem redução do capital social.
Segundo informa a instituição no comunicado, "a quantidade de ações a serem adquiridas é de até 7.004.260 ações preferenciais, equivalentes a 10% do total de ações da companhia em circulação. Em 31 de dezembro de 2008, o banco possuía em tesouraria 6.936.010 ações preferenciais, adquiridas pelo montante de R$ 24 milhões". (Fonte: DCI)Banco Central teve lucro de R$ 13,345 bilhões no ano passado
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje (19) o balanço de 2008 do Banco Central (BC), consolidado, em reunião da diretoria do banco. De acordo com os números apresentados pelo diretor de Administração do BC, Anthero Meirelles, o lucro do banco no segundo semestre do ano passado foi de R$ 10,172 bilhões, sem considerar os resultados obtidos com reservas e swap cambial. Com o resultado do segundo semestre, o lucro do BC em 2008 chegou a R$ 13,345 bilhões. Foi um resultado bem diferente de 2007, quando a instituição registrou um prejuízo de R$ 47,514 bilhões. O desempenho positivo do ano passado se deve aos efeitos da desvalorização do real frente ao dólar que deu um ganho contábil de R$ 153,3 bilhões ao BC Ele disse que, por força da Lei 11.803, os resultados com reservas e swap cambial não são computados para efeito de balanço, mas são considerados como resultado para transferência ao Tesouro Nacional, pela autoridade monetária. Então, como o BC obteve saldo positivo de R$ 171,4 bilhões com essas operações no segundo semestre de 2008, o total a ser repassado para o Tesouro é de R$ 181,5 bilhões. Anthero afirmou que o balanço do BC “reflete bem todas as medidas adotadas pelo banco para reduzir os efeitos da crise financeira internacional”, que se deteriorou depois da quebra do banco de investimentos norte-americano Lehman Brothers, em 15 de setembro do ano passado. Segundo ele, o resultado representa principalmente a diferença entre receitas e despesas, com juros incidentes sobre as operações em moeda local, tais como negociações com títulos em carteira e operações compromissadas, bem como a remuneração da conta única do Tesouro e dos depósitos compulsórios que os bancos são obrigados a recolher ao BC. O diretor do BC disse que o balanço patrimonial, a demonstração do resultado e as correspondentes notas explicativas do BC estão disponíveis no endereço eletrônico do banco na internet (www.bcb.gov.br). O CMN também acolheu três votos do Ministério da Fazenda para ampliação das contratações de crédito no mercado. O primeiro deles altera normas sobre a cobertura de risco de crédito às operações de empréstimo de capital de giro, destinadas às empresas de construção civil. O segundo voto estabelece linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para operações de crédito no âmbito do Programa de Intervenções Viárias (Provias). O terceiro voto aumenta os limites para contratação de crédito em ações de saneamento ambiental ligadas ao Programa de Atendimento Habitacional (Pró-Moradia) e aos projetos multissetoriais integrados (PMI). (Fonte: Agência Brasil)BicBanco eleva provisões, mas tem lucro 76% maior em 2008
O BicBanco registrou lucro líquido de R$ 320,5 milhões em 2008, um avanço de 76,2% na comparação com 2007. Apesar do bom resultado acumulado em todo o período, o quarto trimestre apresentou uma forte queda em relação ao mesmo período de 2007, e ao terceiro trimestre de 2008. Nos três últimos meses do ano passado, os ganhos foram de R$ 20,3 milhões, uma queda de 80,4% em relação ao período anterior e de 59,8% na comparação com o quarto trimestre de 2007. O vice-presidente executivo do BicBanco, Milto Bardini, explica que a desaceleração registrada no último trimestre do ano é resultado do maior provisionamento para crédito de liquidação duvidosa, provocado pela perspectiva de piora na inadimplência para o início deste ano. "Nós optamos por sacrificar o lucro ao final do ano para termos uma segurança maior contra um aumento do nível de risco de crédito que devemos ver em 2009", afirma. As despesas com provisão em 2008 ficaram em R$ 207,4 milhões, contra R$ 90,6 milhões em 2007. Sem os efeitos da maior provisão feita nos três últimos meses do ano, o lucro do BicBanco seria de R$ 381,5 milhões, o que significaria um avanço de quase 110% em relação ao ano anterior. Mesmo com uma perspectiva de piora nos riscos, o nível de inadimplência do banco continua baixo em relação a média apresentada pelo setor bancário. "Ao final de 2008, as operações em atraso correspondiam a 1,6% da carteira total. Esse índice é baixo se comparado com os grandes do setor, mas devemos lembrar que eles atuam no varejo, que puxa esse número para cima. No nosso caso, é um índice dentro do controle, mas que apresentou leve crescimento no ano passado", conta Bardini. A carteira de crédito total do banco fechou o ano em R$ 8,1 bilhões, uma expansão de 5,9% em relação ao final de 2007. Se comparado ao fechamento do terceiro trimestre do ano passado, houve uma retração de 17,3%. Segundo Bardini, essa queda é efeito direto da crise, já que não só a demanda caiu, como também caíram os depósitos a prazo, principal meio de captação da instituição. "Neste ano, já vejo um início de recuperação, tanto na demanda por crédito quanto na procura por Cédulas de Depósito Bancário (CDB). Já há segurança maior por parte das empresas para voltar a poupar recursos." No ano passado, o BicBanco registrou uma captação total de R$ 8,8 bilhões, aumento de 27,3% em relação ao ano anterior. No trimestre, houve uma queda de 12,3% em relação aos três meses anteriores. O vice-presidente do BicBanco ressalta que a instituição não recorre à venda de carteira para captar recursos. "Da maneira como vejo o cenário, posso garantir que vamos continuar sem ceder carteira em 2009. Não necessitamos recorrer a este instrumento", afirma. Além do retorno dos investidores, Bardini chama a atenção também para o maior volume de recursos em caixa, da companhia. Ao final de 2008, o banco registrava um volume de R$ 1,9 bilhão, contra R$ 1,1 bilhão em setembro do mesmo ano, e R$ 945 milhões em junho.
Perspectivas
Bardini afirma que, devido ao cenário atual, o banco resolveu até encurtar o prazo de suas projeções para este ano. "Não traçamos um cenário para todo o ano porque seria muito temerário, a situação ainda não é muito clara. Mas o que esperamos é repetir, neste primeiro trimestre, os resultados apurados nos últimos três meses do ano passado, e, a partir do segundo trimestre, já verificarmos um início de recuperação na demanda por crédito, e consequentemente, nos nossos resultados." Ele também espera que a rentabilidade melhore somente a partir do segundo semestre. Em todo o ano passado, o retorno sobre patrimônio líquido do BicBanco ficou em 19,7%, contra 18,7% em 2008. O índice poderia ter sido ainda melhor, não fosse o quarto trimestre, quando o retorno sobre o patrimônio ficou abaixo dos 5%. Excluídas as provisões extras feitas pelo banco, o patrimônio no ano teria sido de 23,6%. Bardini pretende também melhorar o nível de crédito em relação ao patrimônio de referência do banco, índice conhecido como Basiléia 2. "Fechamos o ano com um índice de 19,2%. Ainda está alto demais, queremos diminuir essa relação ao longo deste ano", afirma. Este índice serve para limitar o nível de risco dos bancos, que podem chegar a até 11% do seu patrimônio de referência comprometido com operações de crédito. Até o final do mês de março, o Banco Central coloca, em audiência pública, discussão sobre a publicação do nível de risco dos bancos em operações estruturadas, principalmente em derivativos de juros e câmbio. A intenção da autoridade monetária é fazer com que as instituições divulguem, pela Internet, detalhamento das suas operações, além de possíveis ganhos e perdas com estes instrumentos. (Fonte: DCI)Lucro do Banco do Brasil cresce 74% em 2008 e bate recorde
O lucro do Banco do Brasil em 2008 registrou um crescimento de 74% em relação ao de 2007, e ficou R$ 8,8 bilhões. No quarto trimestre do ano passado, o crescimento do lucro foi de 142% sobre o mesmo período de 2007, chegando a R$ 2,9 bilhões. Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira. O lucro do Banco do Brasil no ano passado, assim, estabelece um novo recorde.
O Bradesco, em 2007, teve um lucro de R$ 8,010 bilhões; o lucro do ano passado, divulgado no início deste mês, foi de R$ 7,620 bilhões 4,87% menor que o do ano anterior. O lucro do Itaú, por sua vez, praticamente dobrou em 2007, com um crescimento de 96,66%, ficando em R$ 8,474 bilhões os resultados do Itaú referentes ao ano passado ainda não foram divulgados.
Os ativos totais do banco cresceram 14,1% no trimestre passado e 38,2% em 12 meses, alcançando R$ 507,3 bilhões. A carteira de crédito alcançou R$ 224,8 bilhões, expansão de 39,9% em 12 meses e de 11,2% no trimestre. Incluindo garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, a carteira de crédito atingiu R$ 237,2 bilhões, crescimento de 11% no trimestre.
A carteira de crédito doméstica cresceu 40,4% em 12 meses e 10,8% no trimestre, superando o crescimento da indústria, de 6,5% no trimestre e 31,1% em doze meses.
O crédito a pessoas físicas cresceu 52,5% em um ano e 12,4% na comparação trimestral, chegando a R$ 48,8 bilhões. Os principais destaques foram o CDC Consignação e o Financiamento a Veículos, com crescimento em 12 meses de 48,4% e 120,7% respectivamente. Com saldo de R$ 17,626 bilhões ao final do trimestre, o crédito consignado se consolida como carro-chefe do crédito à pessoa física no Banco.
O crédito total a pessoas jurídicas (segmentos de microempresas e de médias e grandes Empresas) atingiu R$ 97,192 bilhões, expansão de 48,4% em relação ao quarto trimestre de 2007 e de 13,9% em relação ao terceiro trimestre do ano passado, com destaque para as linhas de capital de giro e investimento, que tiveram crescimento em 12 meses de 73,5% e 43,4% respectivamente. Ajustando o efeito das incorporações e carteiras adquiridas, o crescimento na carteira de pessoa jurídica teria sido de 48,2% no ano.
O banco destacou a compra no ano passado do Banco do Estado do Piauí (BEP), por R$ 81,7 milhões, e do Besc (Banco do Estado de Santa Catarina), por R$ 685 milhões. O Banco do Brasil também fechou a compra da Nossa Caixa que pertencia ao Estado de São Paulo-por R$ 5,386 bilhões. (Fonte: Folha Online)Lucro do Banco do Nordeste reduz
O lucro líquido do Banco do Nordeste encolheu 26,2% no último trimestre de 2008 ante igual período do ano anterior. Provisões de crédito e trabalhistas e deferimentos fiscais no montante de R$ 175 milhões levaram à redução do resultado de R$ 113,1 milhões para R$ 83,5 milhões, além das maiores despesas.
Na parte operacional, a receita da intermediação financeira praticamente dobrou, para R$ 900 milhões. Em uma maior proporção, as despesas se elevaram de R$ 253 milhões para R$ 642 milhões.
Segundo João Francisco Freitas Peixoto, superintendente de controle do Banco do Nordeste, a redução do lucro não está relacionada com a crise. "O que mais pesou na provisão dos crédito foi o caso de uma empresa que já vinha enfrentando problemas ao longo do ano todo e acabou entrando em recuperação judicial", explica. Só com essa companhia, a provisão foi de R$ 90 milhões.
Apesar da queda do resultado nos últimos três meses de 2008, no acumulado do ano a instituição registrou R$ 421 milhões de lucro líquido, soma 91,6% maior do que a obtida em 2007.
As receitas de intermediação financeira subiram de R$ 1,5 bilhão em 2007 para R$ 2,4 bilhões no ano passado. No mesmo período, as contratações de novas operações de crédito foram de R$ 13,3 bilhões, um valor recorde para o Banco do Nordeste e 77,7% maior ante o ano anterior.
O maior responsável por esse acréscimo foi o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), com R$ 7,7 bilhões contratados. O setor que mais demandou recursos do fundo foi o rural, abocanhando R$ 2,7 bilhões. Porém, o segmento que observou o maior crescimento da demanda foi o de infraestrutura, que subiu 197%, para R$ 1,3 bilhão.
Nas operações de curto prazo também houve crescimento. Elas aumentaram 71%, alcançando R$ 4,2 bilhões. O destaque, de acordo com o Banco do Nordeste, ficou com o crédito comercial, que subiu 102,4%, para R$ 2,6 bilhões.
No microcrédito, representado pelo Crediamigo, o valor dos empréstimos subiu 37%, chegando a R$ 1 bilhão. O número de operações passou de 824,7 mil para 1 milhão. (Fonte: Valor Econômico)Lucro do BNDES cai 27,4% e encerra ano em R$ 5,3 bilhões
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), principal agente do governo usado no combate à crise internacional, obteve lucro líquido de R$ 5,3 bilhões em 2008, o que repesenta queda de 27,4% frente ao ano anterior.
O banco alegou que a redução no lucro deveu-se principalmente ao menor resultado bruto oriundo das intermediações financeiras, que ficaram em R$ 3,8 bilhões no ano passado, ante R$ 4,7 bilhões em 2007, e à redução de receitas com reversão de provisão para risco de crédito. Em 2008, as provisões atingiram R$ 445 milhões, abaixo dos R$ 1,3 bilhão constatado em 2007 a situação reflete a "alta qualidade da carteira de crédito do BNDES e seu baixo nível de inadimplência", segundo o banco.
Em comunicado, o BNDEs destaca que o menor resultado bruto nas intermediações financeiras ocorreu em função da redução dos "spreads" cobrados nas operações de financiamento a diferença entre o custo de captação do dinheiro para os bancos e a taxa de juros cobrada dos clientes para emprestá-lo.
"A medida contribuiu para a redução do custo total dos financiamentos do banco, favorecendo, dessa forma, novos investimentos na economia", afirma a nota.
O patrimônio líquido do sistema BNDES totalizou R$ 25,3 bilhões, o correspondente a um patrimônio de referência de R$ 42,5 bilhões em 31 de dezembro de 2008. Um ano antes, esse patrimônio de referência não passava de R$ 41,5 bilhões. O patrimônio de referência é a base utilizada pelo Banco Central para estabelecer limites prudenciais que devem ser seguidos por todas as instituições financeiras. Quanto maior for o patrimônio de referência do BNDES, maior sua capacidade de conceder crédito.
Os ativos totais do BNDES somaram R$ 277,3 bilhões ao final de 2008, alta de 36,8% em relação ao ano anterior. Deste total, 77,9% estão representados pela carteira líquida de financiamentos e repasses.
O resultado com participações societárias do banco ficou praticamente estável R$ 6,1 bilhões em 2008, ante R$ 6 bilhões no ano anterior. Destacaram-se a alienação de títulos e valores mobiliários, no montante de R$ 4,6 bilhões, derivado da venda de participações societárias de ArcelorMittal, CSN e Aços Villares. Finalizada no segundo trimestre de 2008, o negócio tem resultados brutos somados que representaram 79,3% do total obtido no exercício de 2008 com alienações.
A receita de dividendos e juros sobre o capital próprio somou R$ 2,1 bilhões, com destaque para Petrobras (R$ 700 milhões). Foi feita ainda provisão de R$ 700 milhões para perdas em investimentos, mediante estudo realizado pela área de Mercado de Capitais do BNDES.
O nível de inadimplência representou 0,15% da carteira total. Segundo o BNDES, a crise financeira não afetou a qualidade da carteira, sendo que 98,2% do total dos créditos concedidos foram classificados entre os níveis de risco AA e C.
O índice de exposição ao setor público ficou 17,1%, abaixo dos 45% limitados pelo Banco Central. O balanço do banco informa ainda que foram captados R$ 22,5 bilhões junto ao Tesouro Nacional e R$ 7 bilhões em recursos do FGTS para complementar o orçamento do banco. No ano passado, o BNDES liberou um volume recorde de R$ 92 bilhões para financiamentos.
O BNDES fez ainda saldo de provisão para risco de crédito de R$ 4,6 bilhões. Segundo o banco, o valor equivale a 13,9 vezes a carteira de créditos inadimplentes.
"Isso significa que o montante provisionado é mais do que suficiente para cobrir possíveis perdas com créditos inadimplentes", completa o banco, em comunicado. (Fonte: Folha Online)Lucro do Banco Pine recua em 2008, mas cresce no quarto trimestre
O lucro líquido do Banco Pine atingiu R$ 157,487 milhões em 2008, uma queda de 5% em relação ao resultado de 2007, de R$ 165,737 milhões. Apenas no quarto trimestre, o banco conseguiu R$ 38,798, alta de 16% ante o trimestre anterior, em que teve um lucro líquido de R$ 33,429 milhões. O banco ainda conseguiu um retorno de 19,4% sobre o patrimônio líquido médio, em 2008. Só no quarto trimestre, o retorno ficou em 20,1%. Segundo o banco, a alta no período de agravamento da crise se deve à "a estratégia cautelosa na concessão de crédito, reforçando garantias, e enfocando em empresas robustas com fundamentos mais atrativos". Apesar de uma queda de 13,1% no trimestre na carteira de empresas, a R$ 3,070 bilhões, e de 12,7% no crédito total, a R$ 4,264 bilhões, o banco conseguiu resultados melhores graças a incremento no spread e na receita de prestação de serviços. "Mantemos uma postura cautelosa frente à redução de liquidez, e desalavancamos nossas operações e aumentamos o provisionamento para crédito de liquidação duvidosa", afirma o vice-presidente financeiro Clive Botelho. No trimestre, o banco aumentou as provisões em R$ 14,9 milhões e alcançou o total de R$ 65,559 em 2008. Segundo Botelho, esse aumento foi uma precaução, uma vez que os níveis de inadimplência da instituição se mantêm praticamente estáveis, com um aumento de 0,1 ponto do terceiro para o quarto trimestre, a 1,3% para vencimentos superiores a 15 dias. Esse provisionamento representa 2,4% da carteira de crédito total. Ainda para o crédito, Botelho acredita que é bastante difícil fazer projeções para 2009. "Inicialmente esperamos fechar em níveis semelhantes a 2008. Mas estaremos monitorando o cenário macroeconômico e, ao primeiro sinal favorável, podemos retomar o crescimento da carteira." Segundo ele, o ideal seria retornar a carteira de crédito aos níveis de estoque do terceiro trimestre deste ano, R$ 3,5 bilhões. Além disso, o executivo diz que o segmento de empresas deve ter uma participação ainda maior no saldo e passar dos atuais 72% para uma representatividade de aproximadamente 90%, com redução do crédito consignado na carteira. "É a estratégia desde o início de 2008, em que identificamos margens menores ante um aumento da concorrência." (Fonte: DCI)Lucro da Caixa cresce 62% e chega a R$ 3,9 bilhões em 2008
A Caixa Econômica Federal fechou 2008 com lucro de R$ 3,88 bilhões. O resultado supera em 62,3% o lucro registrado em 2007. Somente no quarto trimestre, o lucro foi de R$ 618 milhões, 14,5% abaixo do registrado no trimestre anterior.
Os efeitos da crise reduziram, no entanto, o lucro do banco estatal no último trimestre de 2008. O resultado foi de R$ 618 milhões, 14,5% abaixo do registrado no trimestre anterior (R$ 723 milhões). Houve queda também em relação ao quarto trimestre de 2007 (R$ 673 milhões).
Um dos fatores que afetou o lucro do trimestre foi a provisão adicional contra inadimplência feita pelo banco, no valor de R$ 635 milhões, mas que teve um impacto menor devido ao ganho com créditos tributários. A Caixa também atribuiu a redução ao reajuste maior dos salários dos bancários no ano passado.
O saldo das operações de crédito passou de R$ 55,8 bilhões para R$ 80,1 bilhões, crescimento de 43% no ano. O destaque ficou com o crédito para pessoa jurídica, com aumento de 87,2%, para R$ 15 bilhões. Sem o empréstimo para a Petrobras, o crescimento cai para 50%
"Nós tivemos um crescimento extraordinário na nossa carteira de crédito e mantivemos o controle da inadimplência", disse a presidente da Caixa, Maria Fernanda Coelho. Nos financiamentos habitacionais, por exemplo, o índice de inadimplência caiu de 2,1% no final de 2007 para 1,7% em 2008. No crédito comercial, passou de 5,4% para 4%.
O desempenho de 2008 também foi impulsionado pelo resultado da intermediação financeira de R$ 11,2 bilhões, 25% a mais do que no ano anterior. Títulos e valores mobiliários tiveram uma alta de 28,8%, com R$ 17,4 bilhões. Outro fator que influenciou o resultado foi o aumento das receitas de prestação de serviços em 7,3% (R$ 6,5 bilhões), resultado da expansão em 8,8% da base de clientes (47 milhões de correntistas e poupadores).
Crédito
De acordo com o banco, o aumento no credito não se deveu apenas às compras de carteiras, mas também ao aumento nos financiamentos. Em 2008, a Caixa comprou entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão em carteiras e fechou acordo com outros bancos para comprar mais R$ 4 bilhões neste ano e outros R$ 4 bilhões em 2010.
Em relação ao terceiro trimestre de 2008, o crédito comercial cresceu 10%, para R$ 28,8 bilhões. Em habitação, cresceu de R$ 40,9 bilhões para R$ 45,1 bilhões (10%). Houve aumento de 15% na carteira como um todo, sendo 6,8% na pessoa física e 51% na pessoa jurídica.
Em janeiro, o estoque de crédito cresceu 4%, segundo dados preliminares, em relação a dezembro. A Caixa espera registrar um crescimento de 30% nas operações de crédito em 2009, um aumento de R$ 24 bilhões, para R$ 105 bilhões.
Juros
Com o agravamento da crise, após setembro, houve queda no custo de captação da Caixa, devido ao aumento da procura dos poupadores por grandes instituições. Essa queda nos juros foi repassada aos clientes em dezembro e janeiro. Foram três cortes, que reduziram os juros em 21%.
"Nós repassamos para as taxas de juros os ganhos que aconteceram no final do ano. O nosso spread caiu muito e está abaixo da taxas do mercado", disse o vice-presidente de Controle e Risco, Marcos Vasconcelos. (Fonte: Folha Online)Lucro líquido ajustado do Banrisul tem expansão de 30%
O lucro líquido do Banrisul em 2008 chegou a R$ 590,9 milhões ante 916,4 milhões em 2007, uma queda de 35,5%. Levando-se em conta o lucro líquido ajustado, o resultado de 2008 chegou a R$ 504,7 milhões 30,1% superior ao de 2007, quando o banco apurou lucro líquido de R$ 387,9 milhões.
No trimestre, o crescimento foi de 50%, com um lucro líquido de R$ 171 milhões no último trimestre, ante R$ 114 milhões no terceiro período trimestral.
O crescimento foi puxado pela carteira de crédito, que teve uma expansão de 42,7%, acima da média do mercado, em torno de 31%, e chegou a R$ 11,4 bilhões. Os financiamentos para pessoa jurídica fecharam o ano com estoque de R$ 4,4 bilhões uma expansão de 54,9%, com destaque para a linha de capital de giro, que teve crescimento de 60%. Já o crédito para pessoa física totalizou R$ 3,9 bilhões, uma expansão de 43% sobre o saldo de 2007, com destaque para o crescimento de 45% do crédito consignado.
Segundo o diretor presidente da instituição, Fernando Guerreiro de Lemos, a meta para este ano é um crescimento ainda acima do do mercado. "Enquanto o setor espera crescer de 15% a 18%, nós devemos ficar entre 21% e 25%, com um foco maior em pequena e média empresa", afirma.
O banco conta ainda com uma captação de recursos privilegiada, toda feita junto às agências. Os recursos captados e administrados finalizaram 2008 com saldo de R$ 19,1 bilhões, 11,1% superior a 2007, graças, principalmente, à expansão dos depósitos. Os ativos totais da instituição chegaram a R$ 25,2 bilhões, 23,2% superior a 2007, enquanto o retorno sobre o patrimônio líquido médio manteve-se na casa de 20%. (Fonte: DCI)Santander lucra R$ 2,8 bilhões em conjunto com Banco Real
Já contando com a participação do Banco Real em suas operações, o Grupo Santander anunciou ontem um lucro de R$ 2,8 bilhões em 2008, uma alta de 3,7% sobre os resultados de 2007, que ficaram em R$ 2,7 bilhões.
No resultado consolidado do ano passado, considerando vendas em participação de empresas e carteira própria, o grupo sofreu uma perda de 40% de ano a ano, de R$ 4,6 bilhões em 2007 para R$ 2,7 bilhões.
Apesar das dificuldades do sistema financeiro no ano passado e as previsões de retração em 2009, o Santander garantiu manter seu plano estratégico para o Brasil, anunciado em outubro de 2008, "de investir nos próximos dois anos mais R$ 2,5 bilhões e de reforçar sua área comercial", segundo comunicado emitido pelo Grupo.
O destaque do período foi o crescimento da carteira total de crédito da entidade, que chegou a R$ 139,4 bilhões, expansão de 24,5%. O saldo para pessoa jurídica, que responde por 54% do estoque total, cresceu 31% em 2008 e chegou a 75,4 bilhões. Pessoa física teve um incremento de 18,5%, a R$ 58,4 bilhões. Segundo a instituição, os segmentos de cartões de crédito, com uma alta de 32,4%, a R$ 7 bilhões, e financiamento imobiliário - com crescimento de 29,6% (R$ 4,5 bilhões - foram os grandes destaques do financiamento à indivíduos no ano. Os produtos de veículos (CDC+leasing) e consignado cresceram 10,9% e 12,7%, respectivamente. Com o foco nas operações de empréstimos a clientes, o banco elevou suas provisões a 34,4%, sem no entanto informar o valor anterior.
Outro grande responsável pela evolução nas receitas, segundo a instituição, foi a evolução de 34,9% dos depósitos, para R$ 124 bilhões, com destaque para a poupança, que cresceu 21,7%, a R$ 20,6 bilhões, e depósitos a prazo, que atingiram R$ 86,2 bilhões, 49,9% superior a 2007.
Ainda segundo o banco espanhol, a margem financeira cresceu 4,4%, atingindo R$ 18,8 bilhões, e as receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias tiveram um acréscimo de 3,6%, alcançando um montante de R$ 8,1 bilhões, "em um ano de menores oportunidades de mercado, como consequência da crise global", diz a nota. O banco teve um crescimento de 14,1% em seus ativos totais, chegando a R$ 314 bilhões, quarta posição no ranking nacional por ativos. O líder, Itaú Unibanco, possuía R$ 575 bilhões em sua última divulgação de balanço.
O Grupo Santander Brasil se considera "bem posicionado em segmentos importantes do mercado bancário, possui excelente infraestrutura tecnológica, ampla rede de agências e funcionários motivados e qualificados".
Com a incorporação do Real, o grupo chegou a mais de 8,5 milhões de correntistas ativos ao fim do ano passado, uma rede de 3.592 pontos-de-venda e 18.115 terminais de autoatendimento, com foco nas Regiões Sul e Sudeste. As despesas do grupo sofreram uma alta de 6,2%, incluindo as despesas administrativas e de pessoal.
Santander
Em sua demonstração de resultados consolidada, publicada em seu site, o banco Santander teve uma queda de 13% em seu lucro líquido consolidado, de R$ 1,845 bilhões em 2007 para um total de R$ 1,598 bilhões no ano passado.
Em operações de tesouraria, com títulos e valores mobiliários, o banco conseguiu uma alta de 34%, atingindo R$ 7,737 bilhões, contra R$ 5,753 bilhões em 2007.
O banco ainda informa uma perda de R$ 3,563 bilhões com instrumentos derivativos financeiros. Segundo a assessoria de imprensa da instituição, na linha de resultado de instrumentos derivativos "está registrada as operações do banco para minimizar os riscos em sua exposição global (clientes, carteira própria, capital, etc). A contrapartida destes valores (efeito positivo) está refletida em outras linhas da demonstração de resultados onde as operações objeto de hedge estão registradas". O Santander ainda informa não disponibilizar detalhes destas aberturas, mas garante que "não temos mais problemas com isso. As operações de derivativos foram pagas ou foram roladas", diz em comunicado. (Fonte: DCI)Crise faz lucro do PR Banco desacelerar
O Paraná Banco teve um lucro de R$ 84 milhões em 2008, valor 11% maior do que o registrado em 2007. Apesar de mostrar crescimento, o resultado do banco foi afetado pela crise financeira no último trimestre do ano. O lucro nos três últimos meses, de R$ 16 milhões, foi 55% menor do que no mesmo período de 2007 e ficou 16% abaixo do obtido no terceiro trimestre de 2008, o que reflete o maior custo de captação de recursos no período.
“Vendo o cenário do último trimestre, o lucro foi bastante satisfatório”, diz o diretor de relações com investidores Cristiano Malucelli. Por causa da crise financeira, o Paraná Banco teve de mudar sua estratégia nos últimos meses do ano. A instituição cedeu para outros bancos R$ 340 milhões de sua carteira de crédito oportunidade aberta pela liberação do compulsório feita pelo Banco Central e fez um esforço para aumentar a liquidez. No fim do ano, o caixa do Paraná Banco tinha R$ 600 milhões, 21% a mais do que em 2007.
No período, a carteira de crédito caiu de R$ 1,2 bilhão para R$ 1,1 bilhão e o banco voltou a concentrar esforços no segmento de crédito consignado, tido como de baixo risco.
“Nossa estratégia era de diversificação da carteira, mas com a crise vimos que o consignado continuava sendo a melhor opção”, conta Malucelli. Hoje, o consignado representa 91% da carteira do Paraná Banco. O movimento agora deve ser de uma redução paulatina na reserva de caixa e maior diversificação das linhas de crédito. “Vemos oportunidades no mercado de micro e pequenas empresas, e no de veículos”, diz o executivo. (Fonte: Gazeta do Povo)Lucro do Bradesco em 2008 fica em R$ 7,62 bi, 4,87% menor que em 2007
O lucro líquido do Bradesco em 2008 foi de R$ 7,620 bilhões, 4,87% abaixo dos R$ 8,010 bilhões obtidos em 2007, segundo dados divulgados nesta segunda-feira. No quarto trimestre do ano passado, o lucro líquido ajustado foi de R$ 1,605 bilhão, contra R$ 2,193 bilhões no mesmo período do ano passado (uma queda de 26,81%).
Sem ajustes extraordinários relativos ao período, o lucro no quarto trimestre foi de R$ 1,806 bilhão. No terceiro trimestre do ano passado, o lucro líquido do banco foi de R$ 1,910 bilhão. O valor de mercado do Bradesco em 31 de dezembro era de R$ 65,354 bilhões. Os ativos totais em dezembro de 2008 registraram saldo de R$ 454,413 bilhões, crescimento de 33,2% em relação ao mesmo período de 2007.
A carteira de crédito do banco atingiu R$ 215,345 bilhões, uma alta de de 33,4% em relação a igual período do ano anterior. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 73,768 bilhões (crescimento de 24,4%), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 141,577 bilhões (crescimento de 38,6%).
O patrimônio líquido no final do ano somou R$ 34,257 bilhões, crescimento de 12,8% sobre igual período do ano anterior. O índice de Basileia chegou a 16,1% sob a ótica do Novo Acordo de Capital (Basileia 2).
A remuneração aos acionistas, na forma de juros sobre o capital próprio e dividendos pagos e provisionados, somou R$ 2,692 bilhões no ano valor equivalente a 35,3% do lucro líquido do mesmo período.
Os impostos e contribuições, inclusive as previdenciárias, pagos ou provisionados no período, decorrentes das principais atividades desenvolvidas pelo Bradesco, totalizaram R$ 5,661 bilhões, equivalentes a 74,3% do lucro líquido.
O índice de eficiência operacional em dezembro de 2008 foi de 42% (contra 41,8% em dezembro de 2007). No período, os investimentos em infraestrutura, informática e telecomunicações somaram R$ 2,670 bilhões alta de 27,2% em relação ao mesmo período de 2007.
"O ano 2008 deixou o registro de uma abrupta mudança no cenário econômico mundial, iniciada no segundo semestre, período em que dificuldades de liquidez de grandes instituições financeiras dos EUA vieram à tona e passaram a atingir os demais países, com diferentes graus de intensidade", avaliou o presidente do conselho de administração do Bradesco, Lázaro de Mello Brandão, em um comunicado.
Ele destacou que os sinais de desaceleração econômica "começaram a se fazer sentir em alguns setores, destacando, entre os principais indutores de crescimento nos anos mais recentes, os de veículos e de construção civil". Mesmo com um ganho de confiança após as "medidas preventivas já adotadas ao longo dos últimos anos pelo Banco Central", as operações financeiras tornaram-se "ainda mais seletivas, particularmente no que diz respeito à questão do crédito". (Fonte: Folha Online)Lucro do BMG cai 52,6% para r$240,7 milhões
O Banco BMG divulga ontem o balanço consolidado de 2008 com um lucro líquido de R$ 240,748 milhões. O resultado é 52,6% inferior ao de R$ 507,588 milhões, referente a igual período de 2007. O patrimônio líquido cresceu 51,9%, de R$ 1,328 bilhão em dezembro de 2007 para R$ 2,017 bilhões em dezembro passado. O retorno sobre o patrimônio líquido ficou em 11,9%, inferior aos 38,2% apurados no ano de 2007. Um dos maiores bancos do mercado de crédito consignado, que diversificou os negócios expandindo o financiamento de veículos, o BMG mostra em seu balanço o impacto dos problemas que atingiram os bancos brasileiros após o recrudescimento da crise internacional, com a quebra do americano Lehman Brothers, em setembro. O balanço do BMG informa o forte aumento das despesas de captação, que somaram R$ 1,082 bilhão em 2008 em comparação com R$ 70,532 milhões em 2007. Isso reduziu os resultados com a intermediação financeira do banco, afetando o lucro. Apesar disso, o Banco BMG continuou ampliando os ativos. Os ativos totais cresceram 9%, de R$ 6,597 bilhões em 2007 para R$ 7,192 bilhões em 2008. As operações de crédito e leasing, incluindo as cedidas, atingiram R$ 14,098 bilhões, representando expansão de 13,1% em relação a 2007, principalmente em função do aumento dos empréstimos às pessoas físicas, segundo informação do site do banco.(Fonte: Valor Econômico)Terceiro Trimestre/2008
Lucro do Credit Suisse e do UBS Pactual no Brasil despenca com a turbulência
A crise fez mais duas vítimas no resultado do terceiro trimestre do ano. Dados do Banco Central mostram que o lucro líquido do Credit Suisse no País despencou. Neste trimestre a instituição obteve lucro de R$ 161,7 milhões, uma queda de 64,4% se comparado com igual período do ano passado, quando a empresa havia registrado lucro de R$ 453,8 milhões. O UBS Pactual, também com sede no Brasil, recuou de R$ 178,8 milhões para R$ 107,5 milhões, o que representa uma queda de 39,9%. Os dois são os maiores bancos de investimentos atuantes no País, e esta queda se deve ao fraco movimento das ofertas públicas de ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e ao agravamento, que ocorreu a partir de setembro, da crise financeira. O UBS Pactual é conhecido por pagar boa parcela dos ganhos como participação no lucro. Entre julho e setembro deste ano, a instituição distribuiu R$ 18,7 milhões, contra R$ 202,1 milhões do mesmo período do ano passado. O Credit Suisse apresentou uma queda de 30,3% na receita de prestação de serviços, onde são contabilizadas as comissões recebidas em ofertas de ações, entre outros ganhos, fechando o trimestre em R$ 244,5 milhões. No UBS, este percentual caiu 24%, para R$ 277,6 milhões. Outras instituições que também registraram perdas são o JP Morgan e o Morgan Stanley. O ganho líquido do JP Morgan caiu 37,5%, para R$ 38,5 milhões. O Morgan Stanley apresentou retração de 63,3%, encerrando em R$ 28,3 milhões. O resultado operacional do Credit Suisse caiu 61,8% no trimestre, se comparado com o mesmo trimestre de 2007, ficando em R$ 264,1 milhões. O UBS apresentou resultado operacional 72,9% se comparado ao ano passado, encerrando em R$ 134,4 milhões. O resultado de intermediação financeira do Credit Suisse caiu 64,6%, para R$ 140,8 milhões. No JP Morgan o ganho líquido no terceiro trimestre foi de R$ 38,5 milhões, o que representa uma queda de 37,5% comparativamente com igual período do ano passado. O lucro do Morgan Stanley caiu 63,3%, fechando o trimestre em R$ 28,3 milhões. O Deutsche Bank vem em caminho inverso ao dos demais concorrentes no Brasil, apresentando lucro líquido de R$ 112,4 milhões no terceiro trimestre deste ano, contra um significativo prejuízo de R$ 60,8 milhões apurados no mesmo período do ano passado. (Fonte: DCI)Banco Fibra tem lucro 96% maior e diz ter caixa de R$ 1 bilhão
O lucro líquido do Banco Fibra, nos nove primeiros meses do ano, chegou a R$ 90,1 milhões, crescimento de 96% sobre o mesmo período do ano passado. Em relação ao trimestre anterior, o lucro permaneceu praticamente estável, em R$ 30 milhões ante R$ 34 milhões. O total de ativos da instituição chegou a R$ 17,534 bilhões, 20% superior ao de 2007, R$ 14,591 bilhões. A carteira total de crédito da instituição teve um crescimento de 27% contra o mesmo período de 2007, chegando a R$ 5,3 bilhões ao final de setembro. Segundo o vice-presidente executivo, Osias Brito, esse crescimento corresponde ao total de carteiras compradas mais o crescimento próprio. "Deixamos de adquirir cerca de 30% em carteiras de crédito para reforçar nossa musculatura. Em crescimento orgânico, a proporção é de 35% em relação ao ano passado." Segundo ele, este patamar foi conseguido antes do recrudescimento da crise, mas o quarto semestre deve ser afetado. "Esperamos crescer cerca de 25%, com crescimento de 30% se considerada apenas a originação própria." Ainda segundo Brito, para fazer frente à crise, o banco dispõe de um caixa líquido superior a R$ 1 bilhão. "Ainda é difícil dimensionar a extensão e a profundidade da crise, por isso preferimos manter alta a liquidez." Para 2009, o executivo espera um primeiro semestre com melhoras no cenário e um segundo período já melhor. "No início do próximo ano esperamos a reabertura de linhas de trade finance. Para o segundo semestre, esperamos a reabertura no mercado de emissão de dívidas." O Fibra não também não teve problemas com captação no exterior. Entre janeiro e novembro de 2008, foram captados US$ 450 milhões, US$ 63 milhões só na última semana - US$ 30 milhões pelo Programa Global de Trade Finance do International Finance Corporation (IFC), por 90 dias renováveis, e US$ 33 milhões pelo programa Commodity Credit Corporation (CCC), de fomento à exportação, pelo prazo de 3 anos. "Todo o crescimento deste ano foi financiando com operações com prazos de 3 a 5 anos." Sobre operações com derivativos, Brito diz que atualmente possui uma exposição de R$ 3 milhões. "As fazemos com um número limitado de clientes e em prazos muito curtos, assim diminuímos riscos. Estamos em uma posição muito confortável", acredita ele. (Fonte: DCI)Banco PanAmericano registra lucro de R$226,4 milhões
O Banco PanAmericano, instituição financeira do Grupo Silvio Santos, divulga o balanço de suas operações no 3.º trimestre de 2008. De janeiro a setembro, o banco lucrou R$ 226,4 milhões, 43,5% a mais do que no mesmo período de 2007. Em setembro, o Patrimônio Líquido (PL) atingiu R$ 1,469 bilhão (um crescimento de 2,9% em relação ao 2.º trimestre e de 161,1% em relação a setembro de 2008), o que projeta um retorno anualizado sobre o PL de 22,3%. A carteira de crédito total (incluindo as empresas coligadas e considerando as cessões de crédito) chegou a R$ 9,5 bilhões, expansão de 48% em relação ao mesmo período anterior e de 9,5% em relação ao 2.º trimestre. A qualidade da carteira de crédito nas faixas de AA a C preservou-se nos níveis do trimestre anterior em 90,1%. A margem líquida atingiu 22,8% no 3.º trimestre de 2008, um aumento de 2,0 p.p. em comparação ao 2.º trimestre (20,8%), o que demonstra que as margens operacionais estão sendo preservadas. Segundo Wilson de Aro, diretor financeiro do Banco PanAmericano, a instituição "consciente da necessidade de preservar sua liquidez, conseguiu equilibrar de forma positiva a originação de novos ativos e a rentabilidade de suas operações, readequando suas políticas de crédito à nova realidade do mercado". Para prover a liquidez necessária à sua operação, o Banco aproveitou as oportunidades de captação de novos recursos através de linhas de crédito disponibilizadas por grandes instituições financeiras, o que demonstrou a boa qualidade e liquidez de seus ativos. A expansão da carteira de crédito do PanAmericano se deu principalmente nas áreas de veículos (leves, motos e pesados) e arrendamento mercantil. O aumento da participação nestes segmentos reflete a estratégia do Banco em expandir seus negócios em ativos com garantias (alienação fiduciária, reserva de dominio e consignação em folha de pagamento) que representam 84,7% da carteira de crédito.
Captação
Em 30/09/2008, as fontes de captação do Banco alcançaram R$ 8,6 bilhões, sendo que os depósitos a prazo totalizaram R$ 2,2 bilhões; os FIDCs, R$ 2,2 bilhões; e as cessões de crédito a outras instituições financeiras, R$ 2,6 bilhões, representando estas as principais fontes de recursos do Banco contribuindo com 80,3% da captação total. Vale ressaltar que as emissões no mercado global (todas integralmente hedgeadas, logo não havendo exposição em dólar) representam apenas 8,9% do funding evidenciando a baixa exposição do Banco às fontes externas de captação tão escassas no cenário atual. Em outubro de 2008, o Panamericano obteve em operações de cessões de créditos para FIDCs e instituições financeiras um montante líquido de R$ 1,2 bilhões, um volume expressivo de recursos que proporciona ao Banco um colchão de liquidez suficiente para honrar os compromissos de curto prazo além de prover recursos para as atividades de financiamento, sem comprometer a capacidade de geração de novos ativos. O Banco adota uma política de liquidez conservadora e prudente aplicando toda a liquidez em operações lastreadas em títulos públicos federais. O prazo médio de captação do banco em setembro de 2008 era de 13,9 meses comparado a 14,8 meses do prazo da carteira ativa. Este descasamento de menos de 1 mês é coberto pelo patrimônio líquido da instituição. (Fonte; DCI)Nossa Caixa reverte prejuízo e tem lucro de R$ 69,8 mi no 3º tri
Segundo o banco paulista, BB continua negociando a compra da instituição com o governo de São Paulo
O Banco Nossa Caixa teve lucro líquido de R$ 69,8 milhões no terceiro trimestre de 2008, contra prejuízo líquido de R$ 67,9 milhões em igual período do ano passado. O resultado bruto da intermediação financeira de julho a setembro totalizou R$ 772 milhões, ante R$ 715 milhões um ano antes. Segundo o banco, continuam as tratativas entre o governo do Estado de São Paulo e o Banco do Brasil sobre a "possível incorporação da Nossa Caixa pelo BB". As negociações começaram em maio deste ano. O banco paulista também informou que não possui em seu portfólio operações em mercados futuros em opções e em renda variável, bem como operações com derivativos exóticos. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio, importante indicador da rentabilidade de um banco, ficou em 9% no terceiro trimestre. A carteira de crédito total apresentou expansão de 33% em 12 meses até setembro, para R$ 11,489 bilhões. Já o lucro líquido da instituição financeira de janeiro a setembro totalizou R$ 596 milhões, contra R$ 318 milhões nos primeiros nove meses de 2007. (Fonte: Estadão)BNDES lucra R$ 5,1 bilhões até setembro, com queda de 30%
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) teve um lucro de R$ 5,1 bilhões nos primeiros nove meses do ano. O resultado representa uma queda de 29,7% em relação a 2007, quando a instituição registrou lucro de R$ 7,2 bilhões no período. Os principais fatores para a queda foram a piora no resultado de intermediação financeira e a redução do montante de reversão de provisão para risco de crédito. O único fator positivo foi o resultado positivo das participações societárias do banco.
O patrimônio líquido foi de R$ 26,2 bilhões, com patrimônio de referência de R$ 44,1 bilhões, superior aos R$ 41,5 bilhões no final do ano passado. Os ativos totais do Sistema BNDES somavam R$ 241,1 bilhões em de setembro, com alta de 18,9% em relação a dezembro passado, sendo 78,8% da carteira líquida de financiamentos e repasses. O BNDES teve perda com a intermediação financeira antes da provisão para risco de crédito devido à tentativa de redução dos spreads cobrados pelo banco nos financiamentos, que passaram de R$ 3,89 bilhões no ano passado para R$ 3,2 bilhões em 2008. Segundo o comunicado do banco, "a diminuição das taxas cobradas na concessão de crédito segue política de governo de reduzir o custo total dos financiamentos do BNDES". Com o objetivo de estimular novos investimentos na economia brasileira, as taxas cobradas nas operações de crédito, que antes variavam entre 0% e 3%, passaram para no máximo 1,8%.
Outro impacto sobre o lucro dos primeiros nove meses do ano foi a redução de provisionamento para risco de crédito. Como a inadimplência do banco foi reduzida, o montante guardado como garantia em caso de não-pagamento também diminuiu. Além de o banco não contar com montante tão grande como prejuízo nos resultados anteriores, não houve reversão, o que aumentaria agora o lucro do banco. O montante de reversão de provisão acumulado até setembro somou R$ 561 milhões, ante os R$ 2,8 bilhões registrados em 2007. A queda, equivalente a R$ 2,239 bilhões, é maior do que a diferença entre os resultados deste ano com o ano passado, de R$ 2,1 bilhões.
"A queda [da reversão] decorre da alta qualidade da carteira de crédito e do nível de inadimplência historicamente baixo", divulgou o banco. Como houve menor provisão para devedores duvidosos, houve também menor recuperação dos créditos. O saldo de provisão para risco de crédito totalizou R$ 4,1 bilhões.
A inadimplência atingiu 0,04% da carteira em setembro, abaixo dos 0,11% registrados em dezembro de 2007. A redução de inadimplência não decorre de queda das operações de crédito, que atingiram R$ 189,9 bilhões em setembro. Em 31 de dezembro de 2007, somava R$ 164,5 bilhões. Do total, 97,5% dos créditos são classificados entre os níveis de risco AA e C. Do lado positivo, as participações societárias tiveram resultado 63,9% melhor do que em setembro de 2007. O valor passou de R$ 3,6 bilhões, para R$ 5,9 bilhões este ano.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) teve um lucro de R$ 5,1 bilhões nos primeiros nove meses do ano. O resultado representa uma queda de 29,7% em relação a 2007. (Fonte: DCI)BicBanco lucra 128% a mais e prevê carteira estável no 4º trimestre
O lucro líquido do BicBanco chegou a R$ 300,2 milhões no acumulado até setembro, número 128,3% superior ao apurado no mesmo período do ano passado, em que chegou a R$ 131,5 milhões. No trimestre, o lucro teve uma ligeira retração de 1% ante o segundo trimestre, R$ 103,6 milhões contra R$ 104,7 milhões. Já as operações de crédito da entidade alcançaram saldo de R$ 9,749 milhões, crescimento de 50,8% em 9 meses e de 6,3% ante o trimestre anterior. Segundo o diretor de Relações com Investidores da instituição, Milto Bardini, o quarto trimestre deve encerrar-se estável e, no ano, o crescimento do crédito deverá fechar próximo a 30%. "Uma parcela desse último período ainda sofreu com a desaceleração. Esperamos uma retomada do crescimento mais no fim do [quarto] trimestre, que deve compensar o início." Para ele, 2009 "será um ano de mostrar produtividade e gerenciar a redução de volumes, sem perder resultados". O executivo preferiu não fazer previsões de crescimento para o próximo ano, mas salientou que o cenário será de "arrefecimento no crédito, para todos". O total captado pelo banco em linhas no mercado externo representava, em 30 de setembro, cerca de US$ 1 bilhão, integralmente direcionado para financiamento do comércio exterior. "Ao contrário do mercado externo de títulos e bonds, que está fechado, as linhas de comércio exterior não vêem mudanças importantes de volumes." Em relação ao recuo no lucro líquido de trimestre a trimestre, Burdi diz que se deveu a uma redução do volume de negócios no mês de setembro, período de agravamento da crise financeira global. "Pelo cenário que vivemos, o resultado é perfeitamente compatível." Segundo ele, em julho e agosto vinha sendo observado crescimento, porém "foi mais complicado no fim, quando setembro apresentou dificuldades e desafios maiores". O executivo ainda ressalta que o banco não possui operações com derivativos exóticos, apenas com duplo indexador para empresas exportadoras, em que a própria alta do dólar já serve como garantia, no total de R$ 69 milhões. "É um valor irrisório, um pequeno apêndice das operações de crédito." O banco diz ainda possuir caixa de R$ 1,2 bilhão, em crescimento, e não ter realizado operações de cessão de crédito. O lucro líquido do BicBanco chegou a R$ 300,2 milhões no acumulado até setembro, número 128,3% superior ao apurado no mesmo período do ano passado, em que chegara a R$ 131,5 milhões. (Fonte: DCI)Lucro do Banrisul no ano chega a R$ 419 milhões
No mesmo período de 2007, de janeiro a setembro, o lucro foi de R$ 801,8 milhões
O lucro líquido do Banrisul alcançou R$ 419 milhões no acumulado de janeiro a setembro de 2008, conforme balanço divulgado nesta quarta-feira. No mesmo período do ano passado, o lucro foi de R$ 801,8 milhões, ou seja, a queda é de 47,7%.
Pelo conceito de lucro recorrente que não considera eventos extraordinários sobre o resultado, como o impacto de créditos tributários e débitos fiscais diferidos de Imposto de Renda e Contribuição Social, o ganho acumulado até setembro deste ano superou em 21,8% (R$ 59,5 milhões) o registrado no mesmo período de 2007, chegando a R$ 332,8 milhões.
O lucro líquido consolidado do Banrisul no terceiro trimestre de 2008 foi de R$ 110,7 milhões, 44,5% ou R$ 34,1 milhões acima do resultado registrado no mesmo período de 2007.
Em relação ao segundo trimestre deste ano, o lucro teve queda de 40,9% ou R$ 76,5 milhões a menos. Segundo o Banrisul, os créditos tributários de R$ 86,2 milhões foram contabilizados no segundo trimestre de 2008, fator que explica a redução de resultado no terceiro trimestre.
Patrimônio líquido
Ao final de setembro de 2008, o patrimônio líquido do Banrisul alcançou R$ 2.971,4 milhões, apresentando crescimento de 9,1% em relação ao montante registrado em setembro de 2007, 6,4% na comparação com dezembro de 2007 e 2,2% frente junho de 2008.
A variação no Patrimônio Líquido decorre da incorporação dos resultados gerados nos períodos e do pagamento de juros sobre o capital próprio e dividendos. As informações são da assessoria de imprensa do Banrisul.
Os números
Lucro líquido – R$ 419 milhões (queda sobre 2007: 47,7%)
Patrimônio líquido – R$ 2,97 bilhões (crescimento sobre 2007: 9,1%)
Lucro no trimestre – Apenas de julho a setembro deste ano, o Banrisul lucrou R$ 110 milhões.
O resultado representa um aumento de 44,5% em relação ao mesmo período de 2007.Lucro do Banco do Brasil cresce 36,9% no terceiro trimestre
O Banco do Brasil registrou um lucro líquido de R$1,867 bilhão no terceiro trimestre, um crescimento de 36,9% sobre o mesmo período de 2007. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o crescimento foi de 13,6%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira.
Desconsiderados os efeitos extraordinários, o lucro recorrente do trimestre superou os R$ 2 bilhões, 24% maior do que o observado no terceiro trimestre de 2007; sobre o trimestre anterior, o resultado foi 39,2% maior.
Nos nove primeiros meses deste ano, o lucro líquido do banco foi de R$ 5,9 bilhões, 52,5% de crescimento em relação ao observado no mesmo período de 2007.
O lucro líquido por ação do banco no trimestre foi de R$ 0,73, um crescimento de 32,1% em relação ao registrado no mesmo trimestre do ano passado, e 12,5% superior ao registrado no trimestre anterior. No ano, até setembro, o lucro por ação alcançou R$ 2,30.
Os ativos totais do banco cresceram 10,2% no trimestre, e 26,5% em 12 meses, alcançando R$ 444,7 bilhões. Segundo o Banco do Brasil, a estratégia de expansão das captações por depósitos a prazo, além da migração de depósitos vindos de outras instituições, ampliou sua base de depósitos, que ficou em R$ 230 bilhões, um crescimento de 33,6% em 12 meses e 17,7% no trimestre passado. Os depósitos a prazo cresceram 32,1% no trimestre.
A carteira de crédito alcançou R$ 202,2 bilhões, expansão de 34,6% em 12 meses e de 6,4% no trimestre. Já a carteira de crédito doméstica cresceu 37,5% em 12 meses e 5% no trimestre.
A carteira de crédito para pessoas físicas cresceu 45,4% em relação ao mesmo período do ano anterior e 5,9% na comparação trimestral, ficando em R$ 42,9 bilhões. Nesse segmento, o principal destaque foi o financiamento a veículos que cresceu 151,7% em 12 meses e 19,1% no trimestre. O crédito consignado registrou saldo de R$ 14,5 bilhões, crescimento de 32% em 12 meses e de 3,7% no trimestre.
O crédito a pessoas jurídicas atingiu R$ 85,2 bilhões, expansão de 42,7% em relação ao terceiro trimestre do ano passado e de 8,8% em relação ao segundo trimestre deste ano. As linhas de capital de giro alcançaram R$ 41,2 bilhões, crescimento de 74,8% em 12 meses e de 8,9% no trimestre. Já as linhas de financiamento a investimentos cresceram 47,6% no ano, e 10,7% no trimestre, alcançando o montante de R$ 17,1 bilhões. (Fonte: Folha Online)Lucro do Unibanco caiu 41,3% no trimestre a R$ 704 milhões
O Unibanco registrou lucro líquido de R$ 704 milhões no terceiro trimestre deste ano, queda de 41,3% em relação ao lucro de R$ 1,199 bilhão no mesmo período do ano passado, conforme os dados do balanço auditado que foi divulgado nesta quinta-feira pela instituição.
Itaú e Unibanco anunciam fusão Para correntistas, fusão não traz mudanças, afirmam presidentes “Tudo indica que Unibanco foi comprado pelo Itaú”, avalia Kupfer Leia a íntegra do fato relevante sobre a fusão
O lucro recorrente, que exclui efeitos extraordinários sobre o resultado, também ficou em R$ 704 milhões de julho a setembro de 2008. Nessa base, porém, trata-se de uma expansão de 5,5% sobre o lucro recorrente apresentado um ano antes, de R$ 667 milhões.
O retorno anualizado recorrente sobre patrimônio líquido médio no terceiro trimestre ficou em 23,9% no terceiro trimestre, queda em relação aos 26,5% vistos há um ano. A carteira de crédito do Unibanco atingiu R$ 74,272 bilhões, com evolução de 7,7% no trimestre e de 32,9% em 12 meses.
No dia 24 de outubro, o Unibanco antecipou a divulgação dos dados principais de seu resultado trimestral. O lucro e o volume de carteira de crédito apresentados nesta quinta-feira são equivalentes aos que foram revelados no final de outubro.
O Unibanco e o Itaú anunciaram na segunda-feira passada um acordo para unir as operações dos dois bancos. O negócio dará origem ao maior conglomerado financeiro do Hemisfério Sul, com valor de mercado que o situa entre as 20 maiores empresas do setor do mundo.
Crédito consignado
O Unibanco anunciou que comprou três carteiras de crédito consignado em outubro, totalizando R$ 64 milhões. A operação foi feita dentro das normas estabelecidas pelo Banco Central ao final de setembro. O nome das instituições que fizeram a cessão do crédito não foi informado.
Até 30 de setembro, o Unibanco registrava uma carteira de crédito consignado de R$ 4,276 bilhões, valor 11,5% menor que o registrado em igual mês de 2007 e 5% abaixo daquele demonstrado ao final do segundo trimestre.
De acordo com a instituição, a queda ocorreu porque o banco optou por, a partir do final do ano passado, priorizar as operações em que ele próprio realiza a concessão do crédito. O Unibanco atua neste segmento com correspondentes bancários, incluindo a Fininvest, no próprio banco e por meio de parcerias. (Fonte: Último Segundo)Lucro da Caixa cresce 90% e chega a R$ 3,3 bilhões até setembro
A Caixa Econômica Federal fechou os primeiros nove meses do ano com um lucro acumulado de R$ 3,3 bilhões. O resultado supera em 90% o lucro registrado no mesmo período do ano passado.
Somente no terceiro trimestre, o lucro foi de R$ 722,5 milhões, ante R$ 62,5 milhões registrados no mesmo trimestre de 2007. Nessa comparação, houve o efeito contábil da utilização de créditos tributários.
De acordo com a Caixa, o bom desempenho se deve, principalmente, ao crescimento de 33% no saldo das operações de crédito nos últimos 12 meses, que geraram uma receita de R$ 7,8 bilhões. A carteira de crédito chegou a R$ 69,17 bilhões no final de setembro.
"Esse resultado continua refletindo a decisão da empresa de investir no aumento da carteira de crédito. Isso reflete também a decisão de manter as nossas taxas de juros", disse a presidente da Caixa, Maria Fernanda Coelho.
Crédito
As contratações de operações de crédito no trimestre somaram R$ 16,1 bilhões, aumento de 22%. No ano, foram R$ 46,2 bilhões, uma expansão de 20%, sendo R$ 23,6 bilhões para pessoa física e R$ 22,6 bilhões para empresas.
Apesar do aumento do crédito, a inadimplência acima de 90 dias caiu de 5,92% para 4,2% na pessoa jurídica e de 2,42% para 1,8% no crédito habitacional nos últimos 12 meses. Para pessoa física, recuou para 5,29%. O crédito para habitação cresceu 49,1% no ano (R$ 17,2 bilhões) e 45,7% no trimestre (R$ 6,7 bilhões).
Os ativos da Caixa cresceram 15,3% no ano, para R$ 276 bilhões. Os depósitos tiveram expansão de 19,6%, para R$ 157,4 bilhões. Houve também uma expansão de 9,1% na base de clientes, para 44.293. O banco reduziu sua carteira de títulos em 5,5%, para R$ 112,4 bilhões.
O banco informou que repassou ao governo cerca de 50% do lucro acumulado no ano (R$ 1,5 bilhão). (Fonte: Folha Online)Ganho do Paraná Banco cai 10,6% no terceiro trimestre
O lucro líquido do Paraná Banco teve queda de 10,6% no terceiro trimestre. Passou de R$ 21,384 milhões de julho a setembro de 2007 para R$ 19,113 milhões em igual período de 2008. Em nove meses, o lucro cresceu 28%, para R$ 68 milhões. A redução do ganho no trimestre foi motivada, em parte, pela perda de R$ 11 milhões com câmbio. Segundo a direção do banco, mesmo assim o custo da captação no mercado externo foi menor que o do CDI no período. Para se adaptar ao cenário atual, o Paraná Banco, especialista em crédito consignado, informou que "a diversificação continua sendo perseguida" e salientou que está mais seletivo, por isso suspendeu operações que não apresentam boa rentabilidade. Em seu relatório, a instituição deu destaque à área de seguros, que respondeu por 26% dos ganhos do ano e por um terço do lucro do trimestre. "O seguro é nossa jóia da coroa", diz o diretor financeiro, Luis Cesar Miara. Segundo ele, como acontece em grandes bancos, as seguradoras do grupo vão ganhar cada vez mais importância nos resultados. O Paraná Banco é dono da J.Malucelli Seguradora, líder em seguro garantia, e da J.Malucelli Re, primeira resseguradora privada do país, que começou a operar em maio. Por conta da crise financeira, o custo de captação para CDB aumentou de 12,84% ao ano, no ano passado, para 14,75% ao ano, segundo o executivo. O banco trabalha com funding variado, começou a oferecer CDC para lojistas e financiamento de veículos usados e teve de mexer nas comissões. "Estamos aumentando as taxas e reduzindo as comissões de correspondentes", contou Miara. A instituição tem 100 franquias em operação e 15 em processo de abertura. No trimestre, o resultado bruto de intermediação financeira apresentou redução de 45,4%, para R$ 45,9 milhões. O retorno sobre o patrimônio líquido caiu de 19% para 9,79%. Miara afirmou, no entanto, que a performance está "acima da média" do mercado, que o banco possui gestão conservadora e baixo nível de alavancagem. As operações de crédito somaram R$ 1,46 bilhão no encerramento do período, com crescimento de 44% sobre setembro de 2007. Sobre o cenário atual, o banco informou que está em "condição confortável" e que tem uma carteira de crédito de qualidade, formada principalmente por operações de crédito consignado, que possuem baixo risco de inadimplência. Também tem a política de manter em caixa no mínimo 20% do total de depósitos a prazo. "Nossa carteira tem atratividade grande e, se precisar vender, venderemos", disse Miara, que não descarta a possibilidade de que isso ocorra ainda em 2008. O executivo contou que está sendo assediado por diversos bancos. "Acho que o Banco Central está pressionando para isso, para irrigar o mercado." A instituição informou que desde o segundo trimestre de 2007 não efetuou operações de cessão de crédito. "O banco possui registrado em balanço R$ 1,2 bilhão em carteira de crédito que, em caso de necessidade de aumento de liquidez, poderá ser cedida a outras instituições financeiras", diz o texto divulgado ontem. A área de captação do Paraná Banco estava centralizada em Curitiba, mas um novo escritório foi montado em São Paulo e outro está sendo aberto no Rio. As ações preferenciais do banco, que acumulam queda de 69% no ano, tiveram alta de 8,3% ontem e fecharam o pregão valendo R$ 2,60. (Fonte: Valor Econômico)Itaú adianta resultados e revela queda em lucro no trimestre
Itaú antecipou a divulgação dos resultados do trimestre para tranqüilizar o mercado
O banco Itaú, a exemplo do Unibanco, fez uma divulgação prévia dos seus resultados do terceiro trimestre, nesta segunda-feira. No balanço antecipado, o banco revela queda nos lucros, mas tenta tranqüilizar o mercado sobre a inadimplência nas operações de crédito e sobre sua exposição às oscilações bruscas do dólar.
O lucro trimestral foi de R$ 1,8 bilhão, abaixo do ganho de R$ 2,428 bilhões registrado no mesmo período em 2007. Pelo conceito de lucro recorrente que não considera eventos extraordinários sobre o resultado, como por exemplo, a venda de um imóvel o banco teve um ganho de R$ 2 bilhões.
Os números deste ano ainda não foram auditados. Pelo cronograma do banco, a revisão do balanço e a aprovação pelo Conselho de Administração será feita no dia de 3 de novembro, com divulgação oficial prevista para o dia seguinte.
Em nove meses, a instituição financeira apresentou lucro líquido de R$ 5,9 bilhões, ante R$ 6,444 bilhões entre janeiro e setembro do ano passado. Pelo conceito de lucro líquido recorrente, o ganho foi de R$ 6 bilhões nos nove meses do ano.
Os ativos do Itaú somaram R$ 393,6 bilhões, incremento de 32,9% sobre setembro de 2007.
O rival Bradesco também divulgou seus números hoje, em caráter definitivo. O banco divulgou lucro de R$ 1,910 bilhões no terceiro trimestre, incremento de 3,2% sobre o resultado publicado em idêntico período em 2007. No acumulado de nove meses, a instituição financeira registrou um lucro de R$ 6,015 bilhões, um incremento de 3,4% sobre os ganhos de janeiro a setembro de 2007.
Crédito, inadimplência e derivativos
A carteira de crédito do Itaú atingiu R$ 164,5 bilhões, crescimento de 44,2% sobre setembro de 2007. Somente a carteira de pessoa física somou R$ 66,2 bilhões, em um avanço de 34,5% em relação ao ano passado no mesmo período.
O banco revelou que seu índice de inadimplência atingiu 4% em setembro, queda ante um índice de 4,7% no mesmo mês em 2007 e de 4,3% em junho deste ano.
A instituição financeira ainda revelou que aumentou sua reserva para as dívidas mais díficeis de recuperar: a chamada "provisão" para créditos de liquidação duvidosa foi aumentada em R$ 100 milhões, atingindo R$ 2,3 bilhões no mês de setembro.
E após várias empresas não-financeiras mostrarem rombos milionários devido à sua vulnerabilidade às oscilações do câmbio, o Itaú procurou deixar claro que seus investimentos no exterior possuem "operações de hedge [proteção] em moeda, não havendo exposição a risco de variação cambial".
Ainda segundo o banco, "esse hedge [proteção] utiliza-se de instrumentos financeiros que geram resultados equivalentes à taxa do CDI [juro praticado nas trocas entre os bancos]". (Fonte: Folha Online)Lucro do Bradesco no acumulado do ano cresce 3%, para R$ 6 bi
Carteira de crédito teve expansão de 40,8% em 12 meses; banco diz que não realiza operações com derivativos
O Bradesco registrou lucro líquido de R$ 6,015 bilhões de janeiro a setembro deste ano, o que significa um crescimento de 3,4% em relação ao lucro de R$ 5,817 bilhões do mesmo período de 2007. Segundo o banco, isso corresponde a uma rentabilidade de 26,3% sobre o patrimônio líquido médio.
A carteira de crédito da instituição, incluindo avais, fianças e recebíveis de cartões de crédito, atingiu R$ 197,250 bilhões no final de setembro, mostrando expansão de 40,8% em 12 meses. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 69,984 bilhões (crescimento de 28,7%), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram o montante de R$ 127,266 bilhões (alta de 48,5%).
Os dados do resultado do Bradesco no terceiro trimestre ainda não tinham sido disponibilizados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Derivativos
O banco informou que não realiza operações com "derivativos exóticos", denominadas "target forward" ou qualquer outro tipo de contrato alavancado indexado à variação cambial junto a seus clientes. "O Bradesco executa somente operações tradicionais com clientes que desejam administrar suas posições em moedas estrangeiras", informou o banco em um resumo sobre o desempenho da instituição de janeiro a setembro.
Conforme o Bradesco, em 23 de outubro o banco tinha a receber de 206 clientes o montante de R$ 973 milhões e a pagar para 110 clientes R$ 655 milhões, sendo o maior valor a receber por cliente de R$ 142 milhões e o maior valor a pagar de R$ 109 milhões.
No caso de derivativos indexados à variação cambial relacionadas à posição própria, o Bradesco informou que realiza operações com o objetivo de proteger as suas atividades, "substancialmente os investimentos no exterior (agências e subsidiarias)". "É importante destacar que tais operações não são realizadas com objetivos especulativos e sim visando apenas o casamento de ativos e passivos", disse a instituição financeira. (Fonte: Estadão)Unibanco antecipa dados e anuncia lucro de R$ 704 mi no 3º trimestre
O Unibanco terminou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 704 milhões. No ano até setembro, o ganho foi de R$ 2,2 bilhões.
A carteira de empréstimos somou R$ 74,3 bilhões, com elevação de 32,9% perante a posição registrada em 30 de setembro de 2007.
O banco antecipou os números nesta sexta-feira, mas o balanço completo está previsto para ser conhecido em 6 de novembro. " Os resultados publicados neste documento são uma prévia não auditada dos números do 3º trimestre de 2008, podendo sofrer alterações no momento da publicação oficial " , avisou a instituição.
As "units" do Unibanco estão entre os destaques de queda no pregão da Bovespa. Há pouco, recuavam 12,5%.
Consta da nota disponível na página eletrônica da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que os ativos totais do Unibanco foram de R$ 178,5 bilhões, com expansão de 33,3% ante setembro do ano passado. O patrimônio líquido correspondeu a R$ 12,2 bilhões e a taxa de retorno anualizada sobre o patrimônio líquido médio alcançou 24,4%. (Fonte: Valor Online)-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Segundo Trimestre/2008
Lucro do Banestes no primeiro semestre foi de R$ 74,59 milhões
O lucro do Banestes somou R$ 74,59 milhões no primeiro semestre deste ano, o que representa um avanço de 0,36% em relação a período correspondente de 2007. Se desconsideradas despesas extraordinárias, em especial o Plano Antecipado de Afastamento Voluntário (PAAV), a evolução do lucro no período fica em 16,23%. O Patrimônio Líquido (PL) alcançou, no semestre, o montante de R$ 501,40 milhões, um avanço de 32,02% em relação ao primeiro semestre de 2007. Já o retorno sobre o PL foi de 16,76%, apurado pela relação entre o lucro líquido obtido em 30/6/2008 e o PL registrado em 31/12/2007. Os ativos totais atingiram R$ 9,11 bilhões em 30/6/2008, um crescimento de 355,57% em relação ao valor de R$ 1,99 bilhão registrado em igual período de 2002 e um avanço de 47,81% comparativamente a igual período de 2007. Tal expansão deveu-se ao aumento dos recursos de tesouraria e também à expansão da carteira de crédito, que cresceu 23,49% e encerrou o semestre de 2008 com o saldo de R$ 1,84 bilhão. "O lucro do 1º semestre foi impactado pela elevação da alíquota da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido [CSLL] de 9% para 15% a partir de maio; da perda da remuneração feita aos bancos pelo INSS; e da redução na arrecadação de tarifas, a partir das novas regras estabelecidas pelo Banco Central [BC]", explica o diretor-presidente do Banco, Roberto da Cunha Penedo.
Pessoa jurídica
No período, a carteira de crédito do Banestes ganhou mais fôlego, com o salto de 32,75% verificado nas operações com o segmento pessoa jurídica que, em comparação com o 1º semestre de 2007, cresceram R$ 1,01 bilhão. Os produtos que puxaram esse avanço foram o financiamento industrial " cujo saldo evoluiu 440,82% ", Conta Garantida, Compror e Vendor e Títulos Descontados. No segmento pessoa física, a carteira de crédito também registrou uma significativa expansão, com saldo de R$ 836,85 milhões e crescimento da ordem de 13,94% em comparação ao 1º semestre de 2007. Financiamento de Bens e CDC Lojista, Consignação em Folha de Pagamento e financiamentos rurais foram os produtos que impulsionaram a expansão. O total de recursos captados e administrados pelo Banco alcançou, em junho de 2008, R$ 9,07 bilhões, representando um incremento de 46,57% em comparação ao saldo existente no mesmo período de 2007.
Destaques
"Importantes eventos marcaram o 1º semestre de 2008 e um deles foi o lançamento, em março, do Banescard, o cartão de débito e crédito bandeira própria do Banestes. Com o advento do produto, o Banestes tornou-se o primeiro banco comercial do País a dispor de um cartão dessa natureza. O Banescard é a grande aposta da instituição e nossa meta é chegar ao final do ano com 18 mil estabelecimentos cadastrados", afirma Penedo. O Banco adotou também, no período, a estratégia de trabalhar com o não-correntista e ativou os produtos da Banestes Financeira " Financiamento de Bens e Crédito Pessoal ", destinados a esse público. A incursão do Banco no segmento não-correntista propiciou um crescimento de 393,42% no desempenho desses produtos, comparativamente ao 1º semestre do ano anterior. O concurso público realizado em abril, evento do qual participaram mais de 35 mil candidatos, e a conclusão do Site de Contingência, investimento de R$ 13 milhões, foram outros marcos do período. Conforme o Planejamento Estratégico para o período 2008-2010, o Banestes dirigirá sua expansão orgânica para regiões limítrofes do Estado e já recebeu do BC autorização para abertura de agências nas cidades de Nanuque, Minas Gerais, e Teixeira de Freitas, na Bahia. A unidade de Nanuque está em construção e será inaugurada neste ano.
Crédito industrial
O Banestes chegou ao final do semestre com um saldo de R$ 50 milhões na carteira de financiamento aos segmentos industrial, agropecuário e agroindustrial, por meio de repasse de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Já as operações aprovadas e pendentes de contratação ainda este e ano e no início de 2009 importam em R$ 35 milhões. Os financiamentos, agrupados em várias linhas de crédito para dinamizar atividades de micro, pequenas, médias e grandes empresas, podem ser aplicados em projetos diversos, que vão da implantação e ampliação de empresas à aquisição de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional, passando pelo incentivo de setores como apicultura, aqüicultura, avicultura e floricultura, entre outros. Em 2007, quando retomou a condição de agente financeiro do BNDES, o Banestes passou não apenas a ombrear com os grandes bancos no tocante ao repasse das linhas de crédito daquele órgão. Pôde, ainda, dar nova musculatura ao seu papel de agente de fomento do desenvolvimento socioeconômico capixaba. (Fonte: A Gazeta – ES)Banco Central lucra R$ 3,2 bi no 1º semestre
Em função de uma mudança na contabilidade, o Banco Central registrou, no primeiro semestre de 2008, um lucro de R$ 3,2 bilhões. O valor representa a diferença entre receitas e despesas com juros incidentes sobre as operações em moeda local, mas o resultado não contabilizou os custos com o carregamento das reservas internacionais e as operações de swap cambial reverso, que somaram R$ 44 bilhões no período. Dessa forma, se não houvessem ocorrido mudanças na contabilidade, o Banco Central teria registrado um prejuízo de quase R$ 41 bilhões. O diretor de Administração do BC, Antero Meirelles, explicou que o novo critério de contabilidade tem o objetivo de tornar mais transparente os prejuízos e os lucros resultantes da variação cambial. Segundo ele, o balanço do Banco Central ficava obscurecido na sua principal função de executor da política monetária por essa variação cambial. O balanço do primeiro semestre, informou Meirelles, é o segundo em que o BC aplicou as normas internacionais de contabilidade emitidas pela International Accounting Standards Board (IASB). O diretor disse que a contabilidade antiga, que incluía o custo do carregamento das reservas e das operações de swap reverso, não era transparente para os analistas externos porque em outros países ativos e passivos cambiais encontram-se no mesmo órgão. Até junho de 2007, o custo de carregamento das reservas e com swap foi de R$ 33 bilhões e o lucro do BC em R$ 2,7 bilhões. Pela nova contabilidade, o resultado do ano de 2007 foi positivo em R$ 4,5 bilhões. (Fonte: DCI)Banco Votorantim lucra R$ 600 milhões
O Banco Votorantim, nona maior instituição financeira do país, encerrou o primeiro semestre do ano com lucro líquido de R$ 600,8 milhões. O valor é ligeiramente inferior aos R$ 609,5 milhões registrados no mesmo período do ano passado. O retorno sobre o patrimônio líquido final foi de 20% ao ano. "O banco vem mantendo um ritmo de crescimento orgânico bastante importante. É uma característica nossa. Dados os eventos do período, como a crise internacional e o aumento do custo de captação, o resultado foi bastante bom", afirma Milton Roberto Pereira, vice-presidente do Banco Votorantim. Além disso, o banco também expandiu suas atividades, com uma corretora em Nova York e outra em processo de abertura em Londres. "Num futuro não tão próximo devemos chegar também na Ásia." No semestre, os ganhos foram puxados pelo forte avanço do crédito. A carteira total, sem contar avais e fianças, cresceu 62,5% no período, atingindo um saldo de R$ 33,7 bilhões no fim de junho. "Temos uma expectativa bastante otimista para o segundo semestre, com crescimento entre 20% e 25%". Pereira ressalta que esse avanço se deu sem afetar a qualidade dos empréstimos, com inadimplência em 2%. Seguindo tendência do mercado atual, a carteira para empresas apresentou expansão superior à de empréstimos para o consumo. O volume para pessoas jurídicas avançou 84,5%, em relação ao patamar do primeiro semestre do ano passado, com saldo em R$ 14,1 bilhões (R$ 20 bilhões, incluindo avais e fianças). "Temos investido bastante nesse segmento, com um expressivo crescimento no crédito focado em companhias com faturamento anual de até R$ 700 milhões." Nos primeiros seis meses do ano, essa faixa de empresas apresentou evolução de 230%, passando de R$ 2,2 bilhões para R$ 6,6 bilhões, em junho. No varejo, o avanço foi de 49,6%, para R$ 19,6 bilhões. Do total, 86,6% é de financiamento de veículos e 10% de consignado. A BV Financeira ampliou a base de clientes, de 2,1 milhões para 3,1 milhões clientes ativos. (Fonte: Valor Econômico)Banrisul Lucra R$ 308 Milhões no Semestre
O lucro líquido do Banrisul no primeiro semestre foi de R$ 308,2 milhões, reflexo do processo de capitalização do banco gaúcho. Um dos principais destaques foi o crescimento da carteira de crédito, de 45% em comparação a junho de 2007, alcançando cerca de R$ 10 bilhões.
As operações de crédito comercial pessoa física cresceram 38,2% nos últimos doze meses, atingindo o valor de R$ 3,4 bilhões. O aumento está principalmente ligado às linhas de crédito consignado, que obtiveram crescimento de 72,8%. Ao término de junho de 2008, as operações de crédito comercial direcionadas à pessoa jurídica registraram R$ 3,7 bilhões, com aumento de 75,3% sobre junho de 2007. (Fonte: Relatório Bancário)Lucro do HSBC cresce 40% no semestre
O lucro consolidado do HSBC Brasil aumentou 40,7% no primeiro semestre. Passou de R$ 546,9 milhões de janeiro a junho de 2007 para R$ 769,3 milhões em igual período de 2008. O resultado foi favorecido pela participação em empresas controladas, cujas receitas cresceram 112,6%, de R$ 131,7 milhões para R$ 280 milhões. As receitas de intermediação financeira tiveram alta de 15%, de R$ 5,6 bilhões para R$ 6,45 bilhões. O HSBC Seguros, por exemplo, teve lucro 140% maior no período, passando dos R$ 110,9 milhões obtidos no primeiro semestre do ano passado para R$ 266,4 milhões nos seis primeiros meses de 2008. É que no semestre a subsidiária reconheceu crédito tributário líquido de R$ 163 milhões, devido a PIS e Cofins recolhidos a mais de 2001 a 2008. Outro que contribuiu com a última linha do balanço foi o HSBC Investment Bank, com R$ 105,6 milhões. "O banco teve uma boa performance", disse o diretor financeiro, Álvaro de Azevedo, que cita o crescimento de 43% nos ativos, que chegaram a R$ 97,5 bilhões, e o aumento de 37% na carteira de crédito, que soma atualmente R$ 38 bilhões. De acordo com o executivo, o crédito a pessoas físicas cresceu acima de 30% no semestre, puxado principalmente por financiamento de automóveis, crédito imobiliário e cartão. No caso das pessoas jurídicas, segmento que tinha "um cenário mais favorável", o aumento foi superior a 40%. Azevedo contou que, para reduzir o custo do dinheiro, o banco está investindo cada vez mais na captação de recursos de correntistas. "Para buscar melhor eficiência, estamos trabalhando fortemente na nossa base de clientes", explicou. O HSBC está presente em 559 municípios brasileiros e tem uma rede local composta por 924 agências e 453 postos de atendimento. Sobre a expectativa para o restante do ano, o executivo disse estar otimista e considera o mercado desafiador. "Estamos confortáveis com nossa habilidade de gestão", afirmou. "Não temos nada que nos impeça de encarar o segundo semestre com otimismo." Azevedo admitiu que a regulamentação de tarifas bancárias, que começou a valer em maio, afetou negativamente o resultado publicado ontem, mas preferiu não comentar o assunto. "Estamos trabalhando para resolver isso." Foi o primeiro resultado divulgado após a posse do novo presidente da operação brasileira do HSBC, Clive Shaun Wallis, que substituiu Emilson Alonso (atual presidente da América Latina) em maio. Com os dados recentes em mão, Wallis está definindo a estratégia dos próximos meses e, em setembro, vai visitar 30 municípios para conhecer a equipe e passar orientações. Essa visita anual já era tradição no banco e terá continuidade na nova gestão. O Brasil é visto como crucial para o banco inglês atingir sua meta de 60% de lucro em países emergentes. Das demais empresas do grupo no país, o HSBC Vida e Previdência teve lucro líquido 335% maior. Passou de R$ 4,9 milhões para R$ 33,5 milhões. O lucro do HSBC Empresa de Capitalização foi de R$ 54,9 milhões no semestre, 91% maior que o registrado no primeiro semestre do ano passado. (Fonte: Valor Econômico)Lucro do Banco Real caiu 16%
O lucro líquido do Banco Real caiu 16% no primeiro semestre, para R$ 1,065 bilhão, ante R$ 1,261 bilhão em igual período de 2007. O resultado foi impactado pelas operações de tesouraria, que, segundo o banco, não repetiram em 2008 os ganhos obtidos até junho do ano passado. "Desconsiderando esses resultados, o lucro líquido apresentou um aumento de 7%", informa o Real. O lucro líquido recorrente atingiu R$ 1,011 bilhão no período. O valor exclui o impacto da estrutura de proteção ao capital e o resultado não-operacional resultante da venda da participação do banco na Visa Internacional no primeiro semestre deste ano. No mesmo período de 2007, o lucro líquido recorrente foi de R$ 1,211 bilhão. Fábio Barbosa, presidente do Real e do Grupo Santander Brasil, que está em processo de incorporação do Banco Real, explica que os resultado de tesouraria é mais volátil e acompanha o movimento do mercado. "Não registramos prejuízo, mas ganhos menores em relação ao primeiro semestre de 2007", esclarece. O executivo diz também que o foco do banco está nas operações internas, onde houve crescimento de 7%. "Conseguimos mais clientes, passando de 4 milhões para 4,3 milhões, aumentamos nossa receita com serviços e tivemos crescimento na nossa carteira de crédito. Com operações de tesouraria, em um semestre se ganha e em outro se perde", analisa. A carteira de crédito do banco teve avanço de 33% no período de 12 meses até junho, para R$ 73 bilhões. Assim, a instituição atinge uma participação de mercado de 6,84%, segundo dados do Banco Central. Considerando a carteira com avais e fianças, o total chega R$ 80,556 bilhões. Um dos principais destaques da carteira do Real é o financiamento imobiliário, que teve expansão de 46% entre junho de 2007 e o mesmo mês deste ano, para R$ 3,43 bilhões. Os empréstimos às pessoas físicas avançaram 35%, para R$ 35,7 bilhões. Os financiamentos às pequenas e médias empresas tiveram alta de 35% e atingiram R$ 31,1 bilhões no período. Por outro lado, o saldo dos empréstimos a grandes empresas recuou 16%, de R$ 3,249 bilhões nos seis primeiros meses do ano passado, para R$ 2,733 bilhões até junho de 2008. O movimento é contrário ao que ocorreu com Itaú e Bradesco, por exemplo, que inclusive, reviram para cima a expansão de sua carteira de grandes empresas. "Muitas operações internacionais de grandes empresas não aparecem no nosso balanço. Essas transações foram feitas diretamente com a matriz, que até junho era o ABN Amro", explica Barbosa. Segundo ele, se tivessem sido feitas internamente, "provavelmente" teria sido registrado um crescimento. O presidente do Real preferiu não fazer projeções para o crescimento da carteira de crédito da instituição por se tratar de um banco de capital internacional, o que, segundo ele, gera algumas restrições. Barbosa se limitou a dizer que o crédito no mercado como um todo deve ter expansão de 25%, segundo projeções da Febraban, entidade da qual ele também é presidente. O volume de captação em depósitos, fundos de investimentos e mercado aberto cresceu 27,2% no período, para R$ 102,4 bilhões. Apenas a captação de depósitos de clientes apresentou expansão de 26% nos últimos 12 meses, para R$ 69,046 bilhões. Com o avanço geral da carteira, porém, a provisão para perdas com crédito cresceu 43% no período, de R$ 1,144 bilhão até junho de 2007, para R$ 1,636 bilhão. A inadimplência do Banco ficou estável, em 3,2%. O resultado da intermediação financeira cresceu 7% em 2008 comparado ao mesmo período de 2007, de R$ 5,785 bilhões, para R$ 6,208 bilhões. O total de receitas atingiu R$ 8,218 bilhões no primeiro semestre, o que representa um crescimento de 7,4% em relação a 2007. O banco destaca, mais uma vez, que "as receitas totais foram impactadas por um resultado de operações de tesouraria menos favorável no primeiro semestre de 2008, quando comparado com o mesmo período de 2007. Expurgando os efeitos dessas operações, as receitas totais cresceram 13% em relação ao primeiro semestre de 2007", diz a instituição em seu balanço. As despesas não-decorrentes de juros são um exemplo do impacto negativo no total de receitas, uma vez que cresceram 14% no período de 12 meses, de R$ 3,856 bilhões, para R$ 4,414 bilhões. Por outro lado, como resultado da maior participação de pessoas físicas e pequenas e médias empresas, as receitas com operações de crédito e arrendamento mercantil cresceram 16%, para R$ 7,561 bilhões. Os ativos totais do Real atingiram R$ 163,5 bilhões em 30 de junho de 2008, crescimento de 6% comparado ao mesmo período de 2007. O patrimônio líquido chegou a R$ 12,826 bilhões, com crescimento de 27% em relação a junho de 2007. O retorno sobre patrimônio líquido médio, no entanto, recuou de 25,4% até junho de 2007, para 17,1% no primeiro semestre deste ano. (Fonte: DCI)Nossa Caixa lucra R$ 526 mi com destaque para consignado
O Banco Nossa Caixa anunciou um lucro líquido de R$ 525,7 milhões no primeiro semestre deste ano, valor 36,4% superior ao alcançado em igual período de 2007, quando apresentou R$ 297,8 milhões, gerando retorno médio de 38,3% sobre o patrimônio líquido. O destaque no semestre foi o avanço da concessão de crédito e das receitas obtidas por meio da prestação de serviços e de tarifas bancárias. O resultado semestral inclui R$ 609,9 milhões relativos à ativação de créditos tributários. A carteira de operações de crédito encerrou a primeira metade do ano com saldo de R$ 10,6 bilhões, um avanço de 29,1% na comparação com o primeiro semestre de 2007, quando registrou R$ 8,2 bilhões. O crédito foi puxado pelos empréstimos à pessoa física, que somaram R$ 7,9 bilhões e cresceram 25,7% no comparativo com igual período de 2007. O carro-chefe do empréstimo pessoal foi o crédito consignado, com saldo de R$ 4,1 bilhões; a modalidade representou 51,6% do crédito à pessoa física e 38,7% do total das operações de crédito realizadas pelo banco. O crédito à pessoa jurídica aumentou 26% no semestre e 40,4% em 12 meses, fechando a primeira metade de 2008 com saldo de R$ 2,7 bilhões. Segundo o presidente da Nossa Caixa, Milton Luiz Santos os produtos que mais cresceram foram capital de giro e conta garantida. Para o presidente, o desempenho da instituição foi fortemente impactado pelo aumento de despesas operacionais, que cresceram 73,6% se comparadas a igual período de 2007 e somaram R$ 730,1 milhões. Segundo ele, nesse montante, destacaram-se as despesas com provisões para contingências cíveis, num total de R$ 377,2 milhões no semestre, valor que representou aumento de 106,6% frente ao registrado entre janeiro e junho do ano passado. "Esse resultado é referente a ações judiciais para a correção do pagamento da época da vigência dos planos econômicos Bresser, Verão, Collor I e II", diz Santos.
Incorporação
A proposta de incorporação da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil continua em andamento. Segundo Santos, nos meses de junho e julho, o governo do estado, que controla as ações da Nossa Caixa contratou duas instituições, o Citigroup e o Banco Fator para reavaliar todo o ativo do banco. Esse conjunto de informações (Data Room) ficou disponível para o Banco do Brasil durante os últimos dois meses. Enquanto a instituição aguarda a proposta do Banco do Brasil, também é avaliada pelo JP Morgan. "Contratamos um órgão de fora para termos condições de nos avaliar", afirma Santos. Para ele, a incorporação é vista de forma positiva, já que são duas instituições públicas abertas. "Não sabemos quando essa incorporação vai acontecer. Agora é aguardar a oferta do Banco do Brasil. Trabalharemos para manter a nossa rentabilidade, independente do que aconteça." (Fonte: DCI)Banco Panamericano registra lucro 58% maior até junho, para R$ 159,8 mi
O Banco Panamericano, braço financeiro dos negócios do apresentador de televisão e empresário Silvio Santos, registrou lucro líquido de R$ 159,8 milhões no primeiro semestre deste ano. O desempenho foi 58,1% maior que o verificado de janeiro a junho do ano passado, quando a instituição lucrou R$ 101 milhões. Na comparação dos dois primeiros trimestres de 2008, o ganho do Panamericano aumentou 27,3%, passando de R$ 70,3 milhões de janeiro a março para R$ 89,5 milhões entre abril e junho. Ao divulgar o resultado do banco em teleconferência com analistas de mercado e investidores, o diretor financeiro do banco, Wilson Roberto de Aro, não demonstrou empolgação com o crescimento de quase 60%. "Manteve-se em linha com os últimos quatro trimestres", disse. O mercado tampouco vibrou com o desempenho. As ações do Panamericano negociadas na Bovespa fecharam a quinta-feira em queda de 1,44%, cotadas a R$ 7,49 cada. Em junho, o patrimônio líquido perfez R$ 1,427 bilhão ante R$ 1,302 bilhão no fechamento de 2007, descortinando um retorno anualizado de quase 25%. "Tínhamos nos comprometido com esse desempenho na ocasião do IPO [oferta inicial de ações]", ressaltou De Aro. O executivo procurou destacar a expansão da carteira de crédito, que não sofreu por causa do aperto monetário, iniciado em abril pelo Conselho de Política Monetária do Banco Central (Copom), que elevou os juros básicos (Selic) de 11,25% para 13% ao ano. "Apesar da taxa de juros mais alta, o volume de crédito não foi impactado e o nível de inadimplência se manteve estável." O Panamericano fechou junho com um estoque de R$ 8,6 bilhões em crédito concedido, expansão de 47% em relação ao primeiro semestre do ano passado. A expansão da carteira de crédito do Panamericano ocorreu principalmente na área de credito ao consumo para pessoas físicas nos segmentos de automóveis e empréstimos consignados. A carteira de financiamento a veículos cresceu 55% e a de empréstimos consignados 33%. As operações de leasing atingiram volume R$ 835,8 milhões no semestre, crescimento de 82% em relação ao mesmo período de 2007, superando a média de mercado que foi de 51%. O balanço trimestral do Panamericano também destaca decisão do conselho de administração da instituição, tomada na última segunda-feira, que aprovou o Plano de Recompra de Ações de emissão própria. Com a medida, o banco deverá adquirir até 7.004.260 ações preferenciais, ou 10% do total de ações em circulação. Os papéis deverão permanecer na tesouraria do banco para posterior alienação ou cancelamento, sem redução do capital social. (Fonte: DCI)Lucro da Caixa cresce 90% no segundo trimestre
A Caixa Econômica Federal (CEF) espera fechar o ano com crescimento de 30 por cento no crédito, com foco nas pessoas jurídicas, e tem como meta manter a trajetória de redução do peso dos ganhos com tesouraria em seu balanço.
No segundo trimestre do ano, a instituição pública registrou lucro de 1,670 bilhão de reais, aumento de 90 por cento frente ao mesmo período de 2007.
Parte dos ganhos refletiu o aumento da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido em maio de 9 para 15 por cento que permitiu ao banco compensar créditos tributários no valor de 704 milhões de reais.
Mas as operações de crédito, que tiveram crescimento expressivo, também contribuíram para inflar o lucro.
De janeiro a junho deste ano, o estoque das operações de crédito cresceu 29,2 por cento frente ao mesmo período de 2007 para 58,1 bilhões de reais. O estoque de créditos para Habitação somou 36,7 bilhões de reais, valor recorde, com alta de 27 por cento em 12 meses.
"Estamos trabalhando para fechar o ano alinhados com o mercado em termos de crescimento do crédito, com alta de 30 por cento", afirmou o vice-persidente de Controle e Risco da instituição, Marcos Vasconcelos.
Ele acrescentou que a estratégia não vai contra o esforço do governo para desaquecer a economia pois é centrada principalmente na elevação do financiamento para as pessoas jurídicas parte do qual vai para investimento e não envolve o financiamento de automóveis, segmento muito aquecido na economia, mas no qual o banco não atua.
No semestre, as receitas da CEF advindas de títulos e valores mobiliários caiu 6,8 por cento frente a 2007, mas o resultado, de 7,525 bilhões de reais, ainda ficou bem acima das receitas de 4,910 bilhões de reais obtidas com operações de crédito.
Segundo o vice-presidente de Finanças, Márcio Percival, a meta da instituição é obter maior equilíbrio entre esses dois segmentos. "Isso dá estabilidade maior aos nossos ganhos", afirmou.
No semestre, o lucro líquido da CEF somou 2,5 bilhões de reais, alta de 53,5 por cento frente ao mesmo período de 2007. Descontadas as receitas e despesas não-recorrentes, o lucro aumentou 40 por cento, para 2,040 bilhões de reais.
A Caixa repassou ao Tesouro Nacional, em julho, 588 milhões de reais destinados ao pagamento antecipado de juros e dividendos do ano.
"Somados aos repasses das loterias, tributos e encargos recolhidos, eleva-se para 3,4 bilhões de reais o montante destinado ao Tesouro Nacional no período", informou a Caixa em comunicado. (Fonte: Estadão)Lucro semestral do BB cresce 61%, para R$ 3,99 bilhões
Apesar do crescimento expressivo, resultado do Banco do Brasil fica abaixo do anunciado por Itaú e Bradesco
O Banco do Brasil, maior instituição financeira do País por ativos, fechou o primeiro semestre de 2008 com lucro líquido de R$ 3,992 bilhões, 61% maior do que na primeira metade do ano passado. O resultado no período ficou atrás dos bancos privados Itaú e Bradesco, com lucros de R$ 4,084 bilhões e R$ 4,1 bilhões, respectivamente.
No segundo trimestre, o lucro líquido do BB foi de R$ 1,644 bilhão, com avanço de 53,9%. Excluindo itens extraordinários, o chamado lucro líquido recorrente foi de R$ 1,463 bilhão, mostrando queda de 1,2% sobre o segundo trimestre do ano passado.
A carteira de crédito chegou em R$ 190,1 bilhões no final do segundo trimestre, com expansão de 30,9% sobre o mesmo período do ano passado. Sobre março deste ano, a carteira avançou 10%. Já a carteira de crédito doméstica cresceu 35,6% sobre igual período do ano passado e 11,2% de março para junho.
A carteira de crédito pessoa física somou R$ 40,5 bilhões, com aumento de 45,1% em relação ao mesmo período do ano anterior e 10,6% na comparação trimestral. Com este desempenho, a carteira de pessoas físicas passa a representar 21,3% da carteira total, contra uma participação de 19,2% no segundo trimestre do ano passado. Nesse segmento, o principal destaque foi o financiamento a veículos, que cresceu 173,5% em 12 meses e 32,9% no trimestre.
Outro destaque foi o CDC Salário, linha destinada aos correntistas que recebem seus proventos no BB, que cresceu 10,8% no trimestre e 50,9% em 12 meses. O crédito consignado continua sendo o carro-chefe dessa carteira, com saldo de R$ 14 bilhões e crescimento de 37,9% em 12 meses e de 9,8% no trimestre.
O crédito para pessoa jurídica atingiu R$ 78,3 bilhões, com expansão de 38,9% em relação ao segundo trimestre e de 13,2% em relação ao final do primeiro trimestre. Destaque para as linhas de capital de giro que alcançaram R$ 37,1 bilhões, crescimento de 79,4% sobre o mesmo intervalo de 2007 e de 24,4% sobre março último. O crédito ao agronegócio, apesar de registrar crescimento inferior aos outros segmentos, expandiu 9%. Destaque para o crédito agroindustrial, que cresceu 80,9% em 12 meses e 16,4% no trimestre. (Fonte: Estadão)Lucro do BNDES soma R$ 4,1 bilhões no primeiro semestre
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) registrou lucro líquido de R$ 4,1 bilhões no primeiro semestre de 2008, 6,8% abaixo do lucro de R$ 4,4 bilhões no mesmo período do ano passado, segundo divulgado hoje pela instituição. Segundo o BNDES, o desempenho foi influenciado pelas contribuições positivas do resultado com participações societárias, que atingiram R$ 4,8 bilhões, reflexo de crescimento de 111,7% em relação aos primeiros seis meses do ano anterior. No primeiro semestre de 2007, o resultado com participações acionárias ficou em R$ 2,3 bilhões. Em comunicado divulgado hoje, o BNDES destaca que no primeiro semestre do ano passado foram anotados ganhos extraordinários, como a liquidação antecipada de contratos de financiamento à exportação (R$ 649 milhões) e pela receita extraordinária de reversão para provisão de risco de crédito, no montante de R$ 1,2 bilhão (contra R$ 415 milhões em igual período de 2008). O lucro entre janeiro e junho de 2008, segundo maior da história do BNDES para um semestre, "foi obtido apesar da redução de spreads, instituída a partir da nova política operacional", afirma o banco. As taxas básicas cobradas nos financiamentos do banco, que variavam de 0% a 3%, caíram para 0% a 1,8%.
Crédito
O BNDEs destaca que a "boa qualidade da carteira de financiamentos", com 97,5% dos créditos classificados entre os níveis AA e C, de baixíssimo risco. "O percentual é elevado, levando-se em conta que a média do Sistema Financeiro Nacional, nesta categoria, situa-se em 92,1%." O banco afirma ainda que é baixo o nível de inadimplência registrado até junho, equivalente a 0,02% do total de financiamentos concedidos. "O saldo da Provisão para Risco de Crédito totalizou R$ 3,9 bilhões, equivalentes a 103,79 vezes a inadimplência da carteira, indicando que o montante provisionado é mais do que suficiente para cobrir possíveis perdas com créditos inadimplentes." As operações de crédito do BNDES cresceram R$ 15 bilhões em seis meses, atingindo R$ 181,7 bilhões em junho de 2008. Já a rentabilidade sobre patrimônio líquido médio alcançou 15,4% entre janeiro e junho de 2008, percentual inferior aos 20,8% obtidos nos mesmos meses de 2007. "Tal redução é explicada, principalmente, pelo aumento positivo do patrimônio líquido, que serve como denominador para este cálculo." Por fim, o BNDEs informou que os ativos totais do Sistema BNDES somaram R$ 222,8 bilhões em 30 de junho de 2008, crescimento de 9,9% em relação ao resultado de 31 de dezembro de 2007. (Fonte Folha Online)Banco do Nordeste tem ganho de R$ 173 mi
O Banco do Nordeste obteve um lucro de R$ 173,1 milhões no segundo trimestre deste ano, o que representou quase o triplo do valor registrado no mesmo período de 2007, de R$ 59,8 milhões. Além do crescimento das operações da instituição, a reversão de uma provisão de R$ 87,3 milhões contribuiu para o crescimento do resultado. De maio a junho, a receita com a intermediação financeira subiu 12%, para R$ 382,1 milhões, puxada pelas operações de crédito e com títulos e valores mobiliários. Também subiu o ganho com a prestação de serviços, como, por exemplo, a operação do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Essa receita passou de R$ 180,3 milhões para R$ 240,4 milhões. De acordo com Luiz Henrique Mascarenhas, diretor financeiro do Banco do Nordeste, isso se deve principalmente ao crescimento das contratações, que passaram de R$ 960 milhões de maio a junho de 2007 para R$ 2,7 bilhões no mesmo trimestre deste ano. Em cima do patrimônio do fundo e das operações contratadas, o banco recebe uma remuneração. O executivo destaca que parte do lucro da instituição veio também do crescimento das operações de crédito comercial, que foram de R$ 924,3 milhões no segundo trimestre deste ano ante R$ 526,6 milhões em igual intervalo de 2007. "Isso está associado ao crescimento da atividade econômica na região Nordeste, que passou a demandar mais crédito", diz ele. Já a reversão de provisões de tributos compensados com créditos do expurgo inflacionário do Plano Verão colaborou com outros R$ 87,3 milhões para o crescimento do lucro líquido. O aumento das concessões, entretanto, também acabou levando a um crescimento das provisões, que saíram de R$ 18,3 milhões no segundo trimestre de 2007 para R$ 49,6 milhões neste ano. Do lado das despesas, houve um aumento de 33% nos gastos com pessoal, que foi de R$ 192,8 milhões. Segundo Mascarenhas, não houve expansão do quadro de funcionário. "O crescimento dos dispêndios veio pelo dissídio e por mudanças nos cargos do banco", explica ele. (Fonte: Valor Econômico)Lucro líquido do Rural cresce seis vezes
Kátia Rabello, presidente: "Agora podemos enfrentar os problemas normais de todos"
O Banco Rural divulga hoje o balanço do primeiro semestre com lucro líquido de R$ 39,958 milhões, resultado seis vezes maior do que os R$ 6,270 milhões de igual período de 2007. O retorno anualizado foi de 23,7% sobre o patrimônio de R$ 372 milhões. É o sexto semestre consecutivo de resultado positivo do Rural, em parte ainda garantido por ganhos extraordinários. Mas, a presidente do banco, Kátia Rabello, está feliz por ter recuperado o equilíbrio, depois do abalo de 2005, quando foi atingido pelo escândalo político do mensalão. "Conseguimos fechar as torneiras das despesas, nos equalizar e voltar a crescer em captação e resultado. Agora podemos enfrentar os problemas normais de todos", disse Kátia, para quem a perspectiva de uma conjuntura mais difícil como a esperada para o segundo semestre e 2009, com inflação e juros em alta e crescimento menor pode ser considerado um "paraíso", perto dos problemas que já administrou. Os resultados do primeiro semestre foram favorecidos por uma reversão de provisão devida a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) favorável ao banco em questão de base de incidência da Cofins. A decisão do STF, tomada em 30 de maio foi confirmada em 24 de junho por Agravo Regimental, mas ainda não foi publicada. Para os auditores do banco, a Deloitte Touche Tohmatsu, seria adequado esperar a publicação. Mas, diante da iminência disso e apoiado pelo conselho de especialistas que assessora a instituição, o Rural resolveu contabilizar seus efeitos agora. O conselho renovou em abril a assessoria ao banco. Segundo a Deloitte, a reversão de provisão para contingências com o Cofins e registro de ativo como impostos a recuperar tiveram impacto de R$ 32,557 milhões e R$ 89,236 milhões respectivamente. O patrimônio e o resultado do semestre estão apresentados a maior em R$ 73,076 milhões líquidos dos efeitos tributários, diz a Deloitte. Outro fator extraordinário que afetou o resultado do primeiro semestre, neste caso reduzindo-o, foi a provisão feita pelo Rural para contingência em relação a multa de R$ 29,417 milhões aplicada pelo Banco Central por irregularidade em operação cambial feita na década de 90. Os auditores avaliam que a provisão só deveria ser feita mais à frente, mas os consultores legais consideraram adequado fazê-la agora. Com isso, houve impacto no passivo não circulante, que está apresentado a maior em R$ 29,417 milhões; o patrimônio líquido e o resultado do semestre estão apresentados a menor em R$ 17,650 milhões, líquidos. Questões extraordinárias à parte, o que mais deixou Kátia satisfeita foi a recuperação das captações. A expectativa do banco era captar uma média mensal de R$ 25 milhões em depósitos a prazo e o número quase dobrou para R$ 40 milhões. O volume de depósitos atingiu R$ 1,261 bilhão ao final do semestre , com 17% de crescimento em comparação com o primeiro semestre de 2007. A carteira de crédito do Rural cresceu 18% nos doze meses terminados em junho para R$ 1,05 bilhão, dos quais 66,5% são operações com pessoas jurídicas, empresas médias; e o restante consignado. O volume de captação ainda é inferior à capacidade de originação de crédito, mas já permitiu ao banco reduzir as cessões de crédito consignado, o que melhora os resultados a longo prazo. O Rural mantém 430 convênios ativos, apoiados por 31 pontos comerciais e 530 promotores e correspondentes bancários ativos. A originação do crédito consignado tem mantido uma média mensal de R$ 60 milhões. A produção cresceu 87% em relação ao primeiro semestre de 2007, levando o saldo da carteira a R$ 326 milhões. Kátia afirmou, porém, que o banco, assim como o restante do mercado, está contendo esses negócios, diante da redução da margem. A previsão de chegar a R$ 1 bilhão em carteira no fim do ano não será atingida. (Fonte: Valor Econômico)Banco Safra fechou o primeiro semestre com um lucro de R$ 445,2 milhões
O Banco Safra fechou o primeiro semestre com um lucro líquido de R$ 445,2 milhões, valor 4,7% superior aos R$ 425,1 milhões apurados em igual período do ano passado. Segundo comunicado do banco, "o desempenho em relação ao primeiro semestre do ano passado manteve-se dentro da expectativa". A carteira de crédito da instituição, por exemplo, teve expansão de 12,7% - incluindo arrendamento mercantil, avais e fianças -, de R$ 30,8 bilhões, para R$ 34,7 bilhões até junho deste ano. A carteira de crédito de pessoas físicas (CDC e leasing) para veículos leves foi a que apresentou maior crescimento (+16,4%), passando de R$ 3,04 bilhões para R$ 3,54 bilhões nos últimos 12 meses. Nesse período, o patrimônio líquido evoluiu 7,6%, para R$ 4 bilhões. Com isso, a rentabilidade patrimonial anualizada foi de 23%, superior à de igual período de 2007 e acima da média do banco nos últimos anos. As perdas de crédito mantiveram-se estáveis, com inadimplência superior a 14 dias, no final de junho, em 2% do total da carteira. A carteira de câmbio, apesar da valorização da moeda brasileira, totalizou R$ 2 bilhões, com um aumento de 5,3% sobre o montante de R$ 1,9 bilhão do primeiro semestre de 2007. Em dólar, a carteira evoluiu 25,6%, passando de US$ 983,0 milhões no encerramento do primeiro semestre de 2007 para US$ 1,235 bilhão no fechamento de junho último. A evolução na carteira de recursos de terceiros administrada pela Safra Asset Management foi de 21,2% comparativamente a igual semestre do ano passado: subiu de R$ 22,2 bilhões para R$ 26,9 bilhões. (Fonte: DCI)Banco Sofisa lucra R$ 65 milhões no 1º semestre, com avanço de 90%
O Banco Sofisa registrou lucro líquido de R$ 65,089 milhões no primeiro semestre do ano, valor 90,82% maior em relação aos R$ 34,111 milhões apurados no mesmo período de 2007. O resultado foi impactado positivamente pelo avanço de 84,4% na carteira de crédito entre junho de 2007 e o mesmo mês desse ano, de R$ 1,748 bilhão, para R$ 3,223 bilhões. Somente no período entre abril e junho de 2008, o banco registrou lucro de R$ 30,533 milhões, um avanço de 28,1% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o resultado foi de R$ 23,835 milhões. No entanto, houve uma queda de 11,6% em relação aos primeiros três meses do ano, quando o Sofisa lucrou R$ 34,556 milhões. De acordo com Gilberto Meiches, vice-presidente do Sofisa, o bom resultado apresentado no semestre se deve basicamente ao aumento significativo em sua carteira de crédito. "No segundo trimestre do ano passado, nós estávamos saindo do IPO [sigla em inglês para oferta pública inicial de ações]. A partir desse evento, a carteira registrou uma alta consistente, o que reflete nos resultados", explica. Em relação à queda no lucro em relação ao primeiro trimestre, Meiches ressalta um aumento com as despesas com provisão contra risco de crédito, de R$ 4,5 milhões. "Além disso, nós tivemos um número menor de novas operações de crédito no varejo. A volatilidade do mercado tem feito com que o banco seja mais criterioso nas avaliações para o varejo", conta o executivo. Mesmo assim, o saldo em carteira do banco, somente no varejo, alcançou R$ 1,2 bilhão, crescimento de 17,2% em relação ao primeiro trimestre do ano. Já no crédito para pessoa jurídica, a carteira do Sofisa atingiu R$ 2,1 bilhões ao final de junho, um crescimento de 13,7% em relação ao período anterior. "Com as empresas, nossos negócios têm crescido tanto no saldo quanto em novas operações", explica Meiches. Essa postura mais cautelosa na avaliação de crédito faz com que a inadimplência registrada pelo Sofisa esteja em um patamar baixo para a média de mercado. "Ao final desse segundo trimestre, as parcelas vencidas há mais de 90 dias representavam 0,6% da carteira, algo próximo da média histórica do banco, em torno dos 0,5%", afirma o vice-presidente do Sofisa. Ele acredita que o banco lucrará entre R$ 140 milhões e R$ 160 milhões em 2008. (Fonte: DCI)Mercantil do Brasil teve um lucro líquido de 84%
O Banco Mercantil do Brasil é mais uma instituição financeira de porte médio que vê seus lucros e sua carteira de crédito crescerem acima dos dois dígitos. O lucro líquido até junho avançou 84% em relação ao mesmo período de 2007, para R$ 31,581 milhões. A carteira de crédito avançou 43%, de R$ 3,010 bilhões para R$ 4,290 bilhões. De acordo com o diretor executivo da instituição, André Brasil, a projeção para o segundo semestre é que haja continuidade no processo de expansão dos empréstimos. "Devido a um cenário incerto da economia, projetamos encerrar o ano de 2008 com crescimento entre 25% e 30% nas operações de crédito", afirma o diretor do banco Mercantil do Brasil. Segundo ele, o lucro nominal recorde é atribuído, principalmente, à expansão das operações de crédito com foco nos segmentos de pessoas físicas; micro, pequenas e médias empresas; financiamento de veículos; e crédito consignado. Segundo Brasil, é importante destacar também o perfil pulverizado das captações de recursos do banco - resultado somente obtido pela possibilidade de captações por meio da rede de agências, minimizando os riscos em momentos de elevada volatilidade, como o movimento recente no mercado internacional. Outro destaque do banco foi o crescimento da rentabilidade. Depois de elevações semestrais sucessivas, o desempenho do primeiro semestre de 2008, anualizado, aponta uma rentabilidade sobre o patrimônio líquido de 12,4%, o que é bastante próximo à média de mercado e à meta da instituição, que é alcançar 15%. Para ele, o momento especialmente favorável no comportamento da atividade econômica possibilitou que a instituição apresentasse resultados além das projeções. Segundo o diretor do banco, o índice de inadimplência se manterá estável até o final de 2008, devido ao aperto monetário do Banco Central. Até junho deste ano, a taxa de inadimplência em relação a carteira de crédito total do banco representou 3,6%, uma redução de 0,6 pontos percentuais em relação a o mesmo período de 2007, quando apresentou uma taxa de 4,2% da carteira. Os depósitos a prazo passaram de R$ 2,203 bilhões para R$ 3,051 bilhões, crescimento de 38%. As emissões externas da instituição apresentaram aumento de 42% , avançando R$ 535,952 milhões para R$ 758,909 milhões. (Fonte: DCI)O lucro líquido do banco Pine atingiu R$ 44 milhões
No segundo trimestre de 2008, o lucro líquido do Banco Pine atingiu R$ 44 milhões, um aumento de 6% em relação ao trimestre passado. Com isso, o retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) atingiu 23,1%. Segundo o diretor financeiro e de Relações com Investidores do Pine, Clive Botelho, este resultado deve-se, principalmente, ao segmento de empresas, com foco nas médias, que foi responsável por cerca de 70% do lucro líquido do trimestre. A carteira de crédito deste segmento encerrou o trimestre com um saldo de R$ 3,5 bilhões, 15% maior do que o de março de 2008 e 107% acima do de junho de 2007. O saldo de carteira de crédito consignado, que representa 30% do total, atingiu R$ 1,5 bilhão em junho de 2008. A originação de operações de crédito consignado atingiu R$ 127 milhões no segundo trimestre de 2008, após ser reduzida em 50%, como resultado da estratégia do Pine de diminuir a participação do crédito consignado em relação à carteira total. (Fonte DCI)Lucro do banco ABC Brasil cresce 68% no segundo trimestre
O banco ABC Brasil encerrou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 43,37 milhões, o que representa um crescimento de 68,3% em relação ao mesmo período de 2007, quando o ganho somou R$ 25,77 milhões. O retorno sobre o patrimônio, no entanto, caiu de 21,9% para 15,5%. A expansão da carteira de crédito, incluindo garantias prestadas, foi a grande responsável pelo lucro maior. Em 30 de junho último, o saldo da carteira marcava R$ 6,5 bilhões, valor que supera em 82,7% o registrado um ano antes. A carteira voltada a empresas com faturamento superior a R$ 250 milhões mostrava saldo de R$ 5,52 bilhões ao final de junho, com alta de 78,3%. Para as empresas que faturam anualmente entre R$ 30 milhões e R$ 250 milhões, o saldo cresceu 87,7%, para R$ 773,8 milhões. O resultado bruto da intermediação financeira avançou 70,8%, para R$ 96,7 milhões, enquanto que as despesas operacionais cresceram 58,8%, para R$ 24 milhões. (Fonte: Valor Online)Paraná Banco lucra 54% mais no semestre, com R$ 49 milhões
O Paraná Banco anunciou um lucro líquido de R$ 49 milhões no primeiro semestre desse ano, crescimento de 53,9% ante os R$ 31,836 milhões apurados em igual período de 2007. O avanço, segundo o gerente de Relações com Investidores da instituição, Ricardo Rosanova Garcia, se deve às operações de crédito, que tiveram um salto de 63,5% entre o primeiro semestre de 2007 e o mesmo período deste ano, de R$ 866,2 milhões, para R$ 1,416 bilhão.
"Nosso grande foco está no consignado. Neste ano, porém, a competição nesse segmento está menor, pois alguns players estão saindo do mercado", analisa Garcia. Segundo o balanço do Paraná Banco, a carteira de crédito consignado para funcionários públicos federais, estaduais, municipais, privados e aposentados e pensionistas do INSS representava 95% da carteira total da instituição até junho deste ano. "Nosso resultado só não foi melhor por conta da alta nos custos de captação, que tiveram um acréscimo de 1 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2007", acrescenta o executivo do banco.
Em relação ao middle market, segmento no qual a instituição passou a operar no último semestre de 2007, a carteira somou R$ 51,27 milhões até junho. "Esse não deverá ser o negócio principal do banco. Isso porque, apesar do risco pequeno, o risco das operações de consignado continua menor. Além disso, os spreads desse tipo de crédito não estão a contento para atender à rentabilidade que esperamos", avalia o executivo. Com o avanço do crédito, as provisões para crédito de liquidação duvidosa (PDD) cresceram 40% entre junho de 2007 e o mesmo mês deste ano, de R$ 30,344 milhões, para R$ 42,576 milhões. O retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado (ROAE) caiu de 30,20% até junho de 2007, para 12,63% neste ano. O patrimônio líquido no período avançou 8,1%, para R$ 806,8 milhões.
Sobre captações, Garcia diz que os Certificados de Depósito Bancário (CDB) continuam sendo a principal fonte para o funding da instituição. Com o avanço da carteira de crédito, que deve crescer acima de 60% em 2008, segundo projeções do banco, o executivo diz que pode ser necessário buscar fontes alternativas. "Tudo dependerá do custo e do momento. Em junho, fizemos uma captação externa de US$ 35 milhões que nos dará certa tranqüilidade para os próximos meses", assegura.
Seguradora
Em relação a seguradora e resseguradora do banco, a J.Malucelli e J.Malucelli Re, Garcia prevê que deverão representar um terço dos resultados do banco nos próximos anos. Em 2007, segundo ele, 15% vieram da seguradora. (Fonte: DCI)Lucro do BicBanco dá salto de 142,2% até junho, para R$ 196 mi
O BicBanco, especializado no segmento de middle market (crédito a médias empresas), anunciou lucro líquido de R$ 196,6 milhões até junho deste ano, valor 142,2% superior ao do mesmo período de 2007, quando a instituição teve ganhos de R$ 81,2 milhões. Entre abril e junho, o BicBanco lucrou R$ 104,7 milhões, acréscimo de 217,7% sobre o 2º trimestre de 2007.
O resultado foi impulsionado pelo crescimento de 56,9% na carteira de crédito entre o primeiro semestre de 2007 e 2008 - de R$ 5,85 bilhões, para R$ 9,2 bilhões. Para o ano todo, o vice-presidente do BicBanco, Milto Bardini, prevê um crescimento de 50% na carteira de crédito. Hoje, 94% das operações da instituição estão concentradas na pessoa jurídica, o que, segundo o executivo, afeta menos a instituição em um período de alta da taxa básica de juros (Selic). "Dentro da pessoa física, além do custo mais elevado do crédito com a alta do juro, pode vir junto uma redução dos prazos. No ramo de pessoa jurídica, trabalhamos com taxas pré-fixadas e com prazos médios. Além disso, as empresas têm maior elasticidade para suportar o cenário", diz.
No primeiro semestre houve redução de 14,4% na carteira de crédito consignado, para R$ 425 milhões. Bardini explica que isso ocorre simplesmente porque o consignado não é o mercado- alvo do banco. "Esse nicho pode até continuar decrescendo porque o negócio do banco não é esse. Queremos concentrar nossos esforços nas empresas. Além disso, as margens obtidas com o crédito corporativo são maiores do que no consignado." Até junho, segundo Bardini, o índice de inadimplência (atrasos superiores a 14 dias) do Bic foi de 0,7% da carteira total. No período, as provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDD) totalizaram R$ 167,2 milhões, saldo 40,8% superior ao de junho de 2007. "Estamos em um ambiente de negócios bastante positivo. Com a estabilidade da economia, o risco para o crédito está baixo", analisa.
Em relação às captações, Bardini não descarta ir ao mercado externo no segundo semestre. "Voltaremos desde que haja oportunidades". No primeiro semestre o banco fez duas captações: uma de US$ 110 milhões, para linha de comércio exterior, e outra de US$ 180 milhões para capital de giro e outras linhas. Em relação as captações internas, por meio dos Certificados de Depósito Bancário (CDB), Bardini diz que estão mais caras. Ele salienta, porém, que o crescimento continua "vigoroso" e diz acreditar que os custos atingiram o teto. "Acho até que há espaço para redução de custos". Ele afirma ainda que os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) podem ser uma grande alternativa para o CDB e que o BicBanco não descarta abrir novas captações com esse instrumento. (Fonte: DCI)Unibanco lucra R$ 756 milhões no 2º trimestre
O Unibanco teve lucro líquido recorrente de R$ 756 milhões no segundo trimestre deste ano, o que representa uma alta de 18,5% em relação aos ganhos obtidos em igual período do ano anterior. Um ano antes, o lucro consolidado havia sido de R$ 841 milhões.No acumulado do primeiro semestre deste ano, o lucro recorrente e também consolidado do Unibanco somou R$ 1,497 bilhão, contra ganho recorrente de R$ 1,219 bilhão e lucro consolidado de R$ 1,422 bilhão em igual período do ano passado. O retorno anualizado recorrente sobre o patrimônio líquido anualizado ficou em 26,6%, contra 26,7% em igual período de 2007. A carteira de crédito do Unibanco atingiu R$ 68,991 bilhões no fim de junho, com evolução de 33,6% no acumulado em 12 meses. (Fonte Correio Braziliense)Lucro do Itaú recua no 2º trimestre e atinge R$ 2,041 bi
O Itaú, segundo maior banco privado do País, registrou um lucro líquido de R$ 2,041 bilhões no segundo trimestre, levemente abaixo do lucro de R$ 2,115 bilhões registrado no mesmo período do ano passado.
O prejuízo na venda de ações do Banco BCP por parte do banco BPI e a constituição de provisão para perdas relacionadas a planos econômicos que vigoraram no País durante a década de 1980 foram alguns dos fatores que geraram impacto negativo no resultado consolidado do banco, informou o Itaú em comunicado ao mercado nesta terça-feira.
O lucro líquido recorrente no período foi de R$ 2,079 bilhões, ante R$ 1,919 bilhão no segundo trimestre de 2007.
O resultado ficou em linha com as estimativas de analistas consultados pela Reuters na semana passada, que indicavam um lucro líquido recorrente de R$ 2,051 bilhões para o Itáu entre abril e junho.
O retorno sobre o patrimônio líquido médio anualizado do Itáu no segundo trimestre ficou em 27,4%, abaixo dos 32,8% apurados no mesmo período do ano passado.
No primeiro semestre, o lucro líquido do banco somou R$ 4,084 bilhões, ante R$ 4,016 bilhões nos primeiros seis meses de 2007.
A carteira de crédito da instituição, incluindo avais e fianças, cresceu 41,3% no semestre, totalizando R$ 148,1 bilhões. (Fonte: Invertia)Lucro do Bradesco cresce 2,4% no primeiro semestre
O lucro líquido do Bradesco no primeiro semestre deste ano foi de R$ 4,105 bilhões, um crescimento de 2,4% em relação ao registrado no mesmo período de 2007, R$ 4,007 bilhões. O lucro corresponde a R$ 1,34 por ação. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira.
A parte do lucro líquido correspondente a atividades financeiras foi de R$ 2,636 bilhões, ou 64% do total; R$ 1,469 bilhão veio das atividades do Bradesco Seguros e Previdência (36% do total).
O valor de mercado do Bradesco manteve-se estável em relação ao mesmo período do ano anterior, R$ 95,608 bilhões em junho deste ano. Os ativos totais em junho de 2008 registraram saldo de R$ 403,271 bilhões, um crescimento de 38,8% em relação ao mesmo período de 2007.
A carteira de crédito atingiu R$ 181,602 bilhões, uma expansão de 38,8% em relação a igual período do ano anterior. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 65,872 bilhões (crescimento de 32,2%) enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 115,730 bilhões (crescimento de 42,9%).
O patrimônio líquido ficou em R$ 33,711 bilhões no semestre passado, um crescimento de 22,5% sobre igual período do ano anterior. A remuneração aos acionistas na forma de juros sobre o capital próprio e dividendos pagos e provisionados no período somou R$ 1,459 bilhão (35,5% do lucro líquido do mesmo semestre). (Fonte: Folha Online)Lucro do Banco BBM cai 70,4% no segundo trimestre
O Banco BBM encerrou o primeiro semestre deste ano com lucro líquido de R$ 71,04 milhões, o que representa uma queda de 70,45% em relação ao mesmo período de 2007, quando o ganho somou R$ 240,38 milhões. O resultado da intermediação financeira recuou 67,18% no mesmo intervalo de comparação, para R$ 133,8 milhões. Já o saldo da carteira de crédito, incluindo avais e fianças, estava em R$ 4,1 bilhões ao final do semestre, uma alta de 29,3% sobre igual período do exercício anterior. De acordo com o BBM, contribuíram para esse desempenho a diversificação dos produtos de crédito, a consolidação da equipe comercial do banco e a estabilidade da economia brasileira. O patrimônio líquido do BBM marcava R$ 872,43 milhões ao final de junho, uma ligeira queda de 3,4% sobre um ano antes. Com isso, o retorno anualizado sobre o patrimônio líquido ficou em 15,1%. (Fonte: Valor Online)Lucro do Santander recua 17% no 1º semestre, para R$ 830 mi
O banco Santander registrou lucro líquido de R$ 830,36 milhões no primeiro semestre deste ano, valor 17% inferior ao apurado no mesmo período de 2007, quando os ganhos do banco atingiram R$ 1 bilhão. Um dos principais motivos da queda foi o recuo das receitas de títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos. Em relação ao primeiro trimestre de 2008, o lucro do banco cresceu 14% entre abril e junho, para R$ 442 milhões. O resultado bruto da intermediação financeira recuou 18,56% de R$ 3,287 bilhões nos primeiros seis meses de 2007, para R$ 2,677 bilhões até junho deste ano. As receitas de intermediação financeira tiveram um pequeno recuo de 0,25%, para R$ 7,241 bilhões. Já as despesas subiram quase 15%, para R$ 4,564 bilhões, ante R$ 3,972 bilhões no mesmo período do ano passado. A alta no custo de intermediação foi puxada por despesas de operações de empréstimo e repasses, que subiram 620%, para R$ 338,6 milhões, assim como pela provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD), que subiu de R$ 922 milhões até junho de 2007, para R$ 1,277 bilhão até junho deste ano. As receitas com operações de crédito e com operações de arrendamento mercantil aumentaram 11,6% no primeiro semestre de 2008 quando comparado ao mesmo período de 2007, de R$ 3,690 bilhões, para R$ 4,113 bilhões. Segundo o balanço do Santander, essa alta, assim como a elevação de PDD, que representa 4% da carteira de crédito do banco, deu-se em conseqüência do aumento de 17,1% da carteira de crédito em relação a junho de 2007, que atingiu R$ 46,497 bilhões. O destaque ficou para o crescimento de 20,6% das operações com pessoa física, em especial, as operações com cartão de crédito, financiamento de veículos e crédito imobiliário. Os ativos totais consolidados cresceram 8% em relação a 2007, atingindo R$ 133,457 bilhões. O patrimônio líquido alcançou, em junho deste ano, R$ 10,751 bilhões, apresentando um aumento de 6,2% em relação a junho de 2007. Os retornos sobre o patrimônio líquido médio e sobre o ativo médio, anualizados, foram de 17,1% e de 1,3%, respectivamente, no primeiro semestre de 2008, comparados com 23,2% e 1,7% no mesmo período de 2007. O índice de Basiléia, que é apurado de forma consolidada, atingiu 13,6%, superior ao mínimo exigido pelo Banco Central, de 11%. Mundo O Grupo Santander registrou no primeiro semestre um lucro líquido de 4,730 bilhões de euros, o que significou uma alta de 22% na comparação com igual período do ano passado, sem considerar os ganhos extraordinários. O lucro do segundo trimestre, isoladamente, foi de 2,524 bilhões de euros. O desempenho do Brasil respondeu por 11% do resultado global do Grupo Santander e por 35% da América Latina. O lucro líquido do Santander no Brasil recuou 17% no primeiro semestre deste ano, para R$ 830,364 milhões. O resultado foi afetado pelo recuo das receitas de títulos e valores mobiliários e com derivativos. (Fonte: DCI)BMG lucra 40% menos até junho, para R$ 151 milhões
O Banco BMG anunciou um lucro líquido de R$ 151,130 milhões no primeiro semestre deste ano, valor 40,3% inferior aos R$ 253,299 milhões apurados no mesmo período de 2007. Boa parte da queda é explicada pelo recuo de 19,44% no resultado bruto de intermediação financeira, que saiu de R$ 901,952 milhões até junho de 2007, para R$ 726,608 neste ano. Isso porque as receitas de intermediação financeira caíram 10,8% no período, para R$ 934,076 milhões. As despesas de captação saltaram 413%, para R$ 36,231 milhões. Além disso, a provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD) cresceu 23% no período, para R$ 171,237 milhões, acompanhando a evolução da carteira de crédito do BMG. Os saldos das operações de crédito saíram de R$ 10,217 bilhões no primeiro semestre de 2007, para R$ 14,069 bilhões até junho desse ano - alta de 36,9%. (Fonte: DCI)-----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Primeiro Trimestre/2008
Lucro da Caixa sobe 12,2% no trimestre, para R$ 873 milhões
A Caixa Econômica Federal (CEF) fechou o primeiro trimestre com R$ 873 milhões de lucro líquido, um crescimento de 12,2% sobre igual período de 2007. Segundo a instituição, o resultado foi impulsionado pelo avanço da carteira de crédito e por ganhos com receita de prestação de serviços. Os empréstimos atingiram saldo de R$ 53,4 bilhões nos primeiros três meses do ano, evolução de 24% na comparação com o mesmo período do ano passado. O maior avanço foi o da carteira de pessoa jurídica, que subiu 21%, para R$ 8,6 bilhões. O destaque foram as operações de capital de giro de longo prazo, que atingiram R$ 1,2 bilhão, crescimento de 27% em 12 meses. Na pessoa física, a alta do crédito foi de 19%, para R$ 11,6 bilhões. O melhor desempenho ocorreu no cheque especial, que atingiu R$ 2,7 bilhões, representando 37% do total dessa carteira. Em seguida veio o consignado, representando 25% da carteira (R$ 1,8 bilhão) e penhor, com R$ 1,3 bilhão e participação de 17%. Segundo Marcos Vasconcelos, vice-presidente de controle e riscos da Caixa, a expansão da carteira foi acompanhada de melhoria na qualidade do crédito nas operações de pessoa física e jurídica, com 74,7% dos financiamentos classificados nas faixas AA e B (atrasos de até 30 dias). No mesmo período de 2007, esse índice estava em 70,5%. A inadimplência também teve queda, diz Vasconcelos. Na pessoa jurídica esse índice passou de 7% para 3,8%, enquanto no crédito comercial (toda a carteira do banco menos crédito habitacional) passou de 6% para 5,3% e nos financiamentos à casa própria passou de 4% para 2,1%. O executivo atribui a melhora a fatores macroeconômicos. "A taxa de sobrevivência das microempresas, por exemplo, está mais elevada, e houve aumento da massa salarial. Na Caixa, tivemos mais ganhos com eficiência na gestão, acompanhamos melhor os créditos depois de termos promovido no ano passado algumas mudanças gerenciais", completa. O crédito imobiliário também contribuiu para o avanço do lucro da Caixa. Essa carteira atingiu saldo de R$ 33 bilhões no trimestre, crescimento de 24% em 12 meses. Desse total, R$ 22 bilhões são financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e R$ 11 bilhões do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). "Esperamos que essa carteira atinja crescimento de 30% já no primeiro semestre desse ano. A demanda continuará alta", diz o executivo. As receitas com prestação de serviços, ou seja, os ganhos do banco com tarifas, atingiu R$ 1,819 bilhão, alta de 8,5%. De acordo com Vasconcelos, essa alta se deveu ao crescimento da base de clientes. O balanço da instituição aponta uma elevação de 11% na base de clientes, que totalizou 42,7 milhões no fim do primeiro trimestre. No mesmo período de 2007, a Caixa contava com 38,5 milhões de clientes. Para o ano, a Caixa manteve a previsão de avanço de 30% da carteira de crédito, mesmo com o cenário de alta da taxa básica de juros (Selic). O banco conta com índice de Basiléia (índice de alavancagem) de 30%. "A Caixa não ampliou as taxas porque o nosso custo de captação não subiu. Nós temos recursos de títulos públicos suficientes para fazer frente às operações de crédito e não precisamos captar muito via Certificado de Depósitos Bancários (CDB), que tiveram alta nos últimos meses e encareceram as captações de outros bancos", diz. Outros números O desempenho da Caixa no trimestre também foi influenciado pelo resultado da intermediação financeira, que atingiu R$ 3 bilhões, alta de 18% sobre primeiro trimestre de 2007. A instituição informou que parte do lucro (R$ 154 milhões) foi destinada à União a título de juros sobre capital próprio. Quando somados aos repasses das Loterias Federais, tributos e encargos recolhidos, o montante designado à União foi de R$ 1,7 bilhão. O retorno sobre o patrimônio líquido foi de 34,7%. No último trimestre, os ativos atingiram R$ 254,4 bilhões, com crescimento de 15,9% em relação a 2007 (R$ 219,5 bilhões). As despesas com pessoal tiveram avanço de 8,3%, para R$ 1,822 bilhão, enquanto no primeiro trimestre do ano passado tinham ficado em R$ 1,68 bilhão. (Fonte: DCI)Lucro da Nossa Caixa tem avanço de 31%, para R$ 114,9 milhões
O banco Nossa Caixa teve lucro líquido de R$ 114,9 milhões no primeiro trimestre de 2008, alta de 31% sobre o mesmo período do ano passado. Segundo a instituição, o resultado foi impulsionado pelo avanço da carteira de crédito e a redução das despesas administrativas. O resultado operacional (diferença entre as despesas e receitas operacionais) foi de R$ 100,5 milhões no período, queda de 47,9% frente ao mesmo período de 2007. Segundo Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Nossa Caixa, apesar da queda, esse índice já apresenta uma melhora em relação ao quarto trimestre do ano passado, quando o montante estava em R$ 5,8 milhões. "Tivemos uma elevação das provisões com contingências cíveis devido aos processos judiciais que exigem correções referentes aos planos Bresser, Collor e Verão no ano passado, mas essas despesas estão diminuindo", afirma o executivo. Outro fator que tem impactado o lucro do banco nos últimos trimestres é a amortização da folha de pagamento dos funcionários públicos do estado de São Paulo, adquirida em março de 2007 e que custou R$ 2,84 bilhões. Ainda restam R$ 1,6 bilhões a serem amortizados nos próximos balanços. A carteira de crédito do banco atingiu R$ 9,7 bilhões, avanço de 26,9% na comparação com os primeiros três meses do ano passado. As operações de empréstimos às pessoas físicas atingiram R$ 7,2 bilhões, alta de 23,4% em 12 meses. A carteira de crédito consignado atingiu R$ 3,7 bilhões, alta de 36,3%. Já as operações de crédito à pessoa jurídica ficaram em R$ 2,5 bilhões, avanço de 38,1%. Apesar do crescimento da carteira, a qualidade dos créditos teve alta no período. Os empréstimos de AA a C (atrasos de até 90 dias) representavam 81,6% da carteira no primeiro trimestre de 2007. Esse índice passou para 86,5% no mesmo período de 2008. A inadimplência caiu de 8,1% para 5,8%. O banco informou ter planos de ingressar no mercado de financiamento e leasing de veículos já no primeiro semestre. Para isso, a empresa irá firmar parcerias com instituições financeiras que já tenham o know-how desse mercado, explica Santos. A Nossa Caixa manteve as projeções de crescimento do crédito para o ano em 40% para a carteira total, sendo 30% de avanço para a pessoa física e outros 50% de avanço para a pessoa jurídica. (Fonte: DCI)Lucro do Banco do Brasil sobe 66,6% no 1º trimestre, para R$ 2,3 bi
O Banco do Brasil registrou um lucro líquido de R$ 2,347 bilhões no primeiro trimestre, um crescimento de 66,6% em relação ao registrado no mesmo período de 2007. Na comparação com o quarto trimestre do ano passado, a expansão foi de 92,9%.
O lucro líquido recorrente (que exclui efeitos extraordinários do resultado) foi de R$ 1,559 bilhão no trimestre passado, crescimento de 6,3% acima do registrado no primeiro trimestre do ano passado. Em relação ao período de outubro e dezembro o crescimento foi de 20,9%.
Entre os ganhos extraordinários ocorridos no período o banco destacou o resultado com a venda de participação na Visa Internacional (R$ 305 milhões), a reavaliação de participações societárias pelo método de equivalência patrimonial (R$ 241 milhões) e os ganhos com a revisão periódica de despesas passíveis de serem deduzidas dos impostos (R$ 302 milhões).
O resultado do Banco do Brasil superou assim o lucro de R$ 2,102 bilhões do Bradesco no primeiro trimestre.
O resultado do trimestre correspondeu a um retorno anualizado sobre patrimônio líquido de 43,5%, contra 22,2% no quarto trimestre do ano passado. Excluídos os efeitos extraordinários, o retorno foi de 27,6% no trimestre passado. (Fonte: Folha Online)Lucro do Banrisul cresce 9,9%, para R$ 120,9 mi
O Banrisul alcançou lucro líquido de R$ 120,9 milhões no primeiro trimestre de 2008, incremento de R$ 10,9 milhões ou 9,9% em relação ao lucro ajustado do primeiro trimestre de 2007. O ajuste refere-se à ativação dos créditos tributários no valor de R$ 528,5 milhões relativos a exercícios anteriores. O retorno anualizado sobre o Patrimônio Líquido Médio alcançou 18,4%. O patrimônio líquido atingiu R$ 2,8 bilhões, uma evolução de 52,5% sobre igual período. Os ativos totais do Banrisul alcançaram R$ 21,7 bilhões, com crescimento de 33,4% sobre março de 2007. Conforme análise do presidente do Banrisul, Fernando Lemos, os resultados positivos estão associados ao dinamismo da atividade econômica do País, motivado pelo crescimento do crédito, emprego e renda. Segundo Lemos, a conjuntura econômica foi ainda mais favorável no Rio Grande do Sul, impulsionada especialmente pelo desempenho do setor industrial, boa safra agrícola e o comportamento das exportações. O executivo ressalta, ainda, que o Rio Grande do Sul, em 2007, apresentou taxas de crescimento do PIB na ordem de 7%, superior ao índice nacional que foi de 5,4%. As operações de crédito apresentaram incremento de 34,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 8,9 bilhões. Sob este aspecto, Lemos destacou a persistência da expansão do crédito às empresas, que atingiu saldo de R$ 3,2 bilhões. As linhas de capital de giro, com saldo de R$ 2,3 bilhões, apresentaram crescimento de 92,3%, em comparação ao primeiro trimestre de 2007. 'Esses recursos contribuem de forma significativa para a manutenção do crescimento da economia do Estado', avaliou Fernando Lemos. No segmento de Pessoa Física, a carteira comercial somou R$ 3,1 bilhões, com evolução de 30,9%, no comparativo com o mesmo período do ano passado. De acordo com o presidente, a alavancagem foi fortalecida pelas linhas consignadas que avançaram 77,1% em 12 meses, totalizando um saldo de R$ 2,2 bilhões. Para o agronegócio foram disponibilizados R$ 48,3 milhões. Desse montante, R$ 32,2 milhões foram destinados ao custeio rural e R$ 16,1 milhões para investimentos. O crédito rural somou R$ 618,2 milhões, com incremento de 9%, frente ao mesmo período do ano anterior. O crédito imobiliário, que conta com uma carteira de R$ 840,8 milhões, liberou no período R$ 76,8 milhões, em 1.083 operações. Lemos salientou o excelente desempenho do Banricompras, único cartão de marca própria do País, que continua sendo um diferencial para a alavancagem dos negócios do Banrisul. No primeiro trimestre de 2008, foram efetuadas 12,5 milhões de transações, volume 14,7% maior do que o registrado no primeiro trimestre de 2007. Essas operações movimentaram R$ 702,5 milhões. O presidente da instituição acredita, ainda, que o desempenho favorável do primeiro trimestre permaneça no decorrer do ano de 2008, seguindo as tendências da economia do País e do Estado. (Fonte JB Online)Banpará Registra Lucro Após 14 Anos
Depois de 14 anos de resultados negativos, o Banco do Estado do Pará (Banpará) fechou 2007 com lucro de cerca de R$ 22 milhões O resultado permitiu o primeiro pagamento de juros sobre o capital ao acionista controlador do banco, o Governo do Pará. Entretanto, a governadora Ana Júlia Carepa assinou decreto autorizando o banco a fazer uso desses juros, R$ 5,5 milhões, em operações de microcrédito e ações relacionadas a responsabilidade social, afirma nota do banco. Em 2007, o Banpará apurou um patrimônio líquido de R$ 105,8 milhões. Havia 14 anos que o Banpará não pagava dívidas ao Estado. Com o repasse dos R$ 5,5 milhões recebidos do Governo do Estado, o Banpará assume a tarefa de ser um dos fomentadores do programa Cred Pará, que pretende oferecer microcrédito para fortalecer o perfil social dos investimentos. (Fonte: Relatório Bancário)Lucro do BicBanco sobe 90,5% no 1º trimestre
O BicBanco, especializado em crédito para middle market (médias empresas) registrou lucro líquido de R$ 91,9 milhões no primeiro trimestre de 2008, evolução de 90,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio anualizado foi de 25,1% e o retorno sobre os ativos médios anualizado alcançou 3,4%. A carteira de crédito atingiu R$ 7,8 bilhões, 54,7% mais que o saldo de março de 2007. O patrimônio líquido somou R$ 1,6 bilhão, alta de 176,7%. (Fonte: DCI)Lucro do Unibanco cresce 27,5% no 1º trimestre, para R$ 741 milhões
O lucro líquido do Unibanco atingiu R$ 741 milhões no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 27,5% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. O resultado operacional do banco no período foi de R$ 1,133 bilhão crescimento de 21,3% frente ao primeiro trimestre de 2007.
A carteira de crédito do Unibanco atingiu R$ 66,153 bilhões, com evolução de 7,7% no trimestre e 40,7% em 12 meses. A carteira do varejo evoluiu 49% em 12 meses, com destaque para os crescimentos das carteiras de financiamentos de automóveis (94,6%), pequenas e médias empresas (49,6%), carteira própria de crédito consignado (42,8%) e cartões de crédito (39,2%).
A carteira do atacado cresceu 29,3% nos últimos 12 meses, decorrente da maior demanda das empresas desse segmento por recursos no mercado doméstico, principalmente devido à menor liquidez no mercado internacional. (Fonte: Folha Online)Banco Real amplia em 5% lucro líquido no 1º trimestre, a R$ 652 mi
O Banco Real registrou lucro líquido de R$ 652 milhões no primeiro trimestre deste ano, em alta de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo divulgou a empresa nesta quarta-feira. A instituição deve ser incorporada ao Santander no Brasil a partir de agosto, após venda do ABN Amro, dono do Real, ao grupo espanhol.
Conforme informou o Real, o lucro líquido recorrente do banco foi de R$ 573 milhões no período, o que exclui o impacto da estrutura de proteção ao capital e o resultado não-operacional resultante da venda da participação do Real na Visa Internacional. O resultado antes de impostos foi de R$ 965 milhões.
O total de receitas atingiu R$ 4,097 bilhões nos três primeiros meses de 2008, em alta de 13% em relação a 2007. Já os ativos totais atingiram volume de R$ 162,1 bilhões em 31 de março de 2008, elevação de 23% comparado ao mesmo período do ano passado.
A instituição financeira atribuiu o resultado do crescimento dos negócios, expansão da rede de atendimento e crescimento das operações de crédito.
A carteira de crédito cresceu 34% nos últimos 12 meses e alcançou R$ 68,7 bilhões participação de 7,02% no mercado de crédito brasileiro, contra 6,78% ao final de março de 2007, conforme dados do Bacen. Para pessoas físicas, a carteira alcançou R$ 30,774 bilhões em março de 2008, crescimento de 32% em relação a março de 2007, e para pessoas jurídicas, totalizou R$ 34,854 bilhões, em alta de 35%, impulsionada principalmente pelo crédito a pequenas empresas e empresas médias.
No segmento de crédito para pessoa física, a carteira de veículos teve alta de 30% nos últimos doze meses e atingiu uma participação de mercado de 13,02% em fevereiro de 2008, segundo o banco Real. O crédito imobiliário apresentou expansão de 44%, atingindo R$ 3,070 bilhões ao final de março de 2008.
O total das receitas de operações de seguros, previdência e capitalização alcançou R$ 44 milhões, crescimento de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior. O índice de inadimplência superior a 90 dias encerrou o mês de fevereiro de 2008 em 2,9%.
Santander
Segundo divulgou o presidente do Santander no Brasil, José Paiva Ferreira, no final de abril, à época da divulgação dos resultados do banco espanhol no Brasil, a instituição espera para agosto a desvinculação do banco Real do ABN Amro. A incorporação do Real ao Santander depende de autorização do Banco Central da Holanda.
Segundo Ferreira, está previsto para 31 de outubro a apresentação dos planos e do cronograma de incorporação do Real ao Santander no Brasil, dez meses depois que o negócio foi fechado. A integração total dos dois bancos deverá ocorrer em três anos.
Na ocasião, o presidente do Santander descartou que os planos de incorporação do Real incluam a demissão de funcionários, como temem os sindicatos dos trabalhadores.
"Não temos nenhum plano pensando em demissões. Sou positivo quanto a isso. E vimos a necessidade de abrir mais agências do que temos hoje. O histórico do Santander é de crescimento também com o Real", disse. (Fonte: Folhe Online)Lucro do Banco ABC Brasil salta 106,4% no primeiro trimestre
O lucro líquido do Banco ABC Brasil teve um crescimento de 106,4% no primeiro trimestre deste ano, para R$ 38 milhões; no mesmo período de 2007, os ganhos foram de R$ 18,4 milhões. Um dos principais fatores que contribuíram para essa alta foi a expansão da carteira de crédito. Até março essa carteira, incluindo garantias prestadas, chegou a R$ 5,78 bilhões, representando um crescimento de 15,8% em relação ao último trimestre de 2007 e de 80,9% ante os primeiros três meses do ano passado. Dividida por segmento, o principal destaque da carteira ficou por conta do consignado, que cresceu 446%, de R$ 27,7 milhões até março de 2007, para R$ 151,3 milhões no mesmo período desse ano. No middle market, o avanço foi de 93,2% no período, de R$ 342 milhões para R$ 660,9 milhões. A soma de atacado e large market também deu um salto, saindo de R$ 2,8 bilhões no primeiro trimestre de 2007, para R$ 4,96 bilhões até março deste ano crescimento de 75,9% no período. O Resultado Bruto da Intermediação Financeira, que inclui as operações de Tesouraria, aumentou 60,3%, atingindo R$ 79,9 milhões no primeiro trimestre, comparado com os R$ 49,9 milhões registrados no mesmo período de 2007. A receita de intermediação financeira saltou de R$ 54 milhões para R$ 87,8 milhões no período - alta de 62,6%. O lucro líquido do Banco ABC Brasil cresceu 106,4% no primeiro trimestre deste ano, para R$ 38 milhões; no mesmo período de 2007, os ganhos foram de R$ 18,4 milhões. (Fonte: DCI)Lucro do Itaú cresce 7,4% no primeiro trimestre e fica em R$ 2,043 bi
O lucro líquido do banco Itaú no primeiro trimestre deste ano ficou em R$ 2,043 bilhões, contra R$ 1,902 bilhões registrados no mesmo período de 2007. Excluindo os gastos extraordinários no período, o banco teve um lucro de R$ 1,979 bilhões.
No período, o banco registrou teve como eventos extraordinários em seu resultado a venda de participação na Mastercard, na VISA e a formação de provisão para perdas decorrentes de planos econômicos que vigoraram durante a década de 80.
O resultado ficou abaixo do lucro registrado pelo Bradesco no mesmo período, que ficou em R$ 2,102 bilhões segundo maior da história entre os bancos brasileiros no período, segundo a consultoria Economática (se contados apenas os bancos privados, passa a ser o maior). (Fonte: Folha Online)Santander anuncia lucro de R$ 688 milhões no Brasil no primeiro trimestre
O Grupo Santander divulgou hoje, em relatório sobre o primeiro trimestre do ano, que faturou na América Latina 729 milhões de euros (US$ 1,1 bilhão ou R$ 1,914 bilhão) e que o Brasil foi novamente o país em que mais lucrou na região, com 262 milhões de euros (US$ 393 milhões ou R$ 688 milhões), o que representa um aumento de 16,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
A entidade informou que os lucros na América Latina, que mostram um aumento anualizado de 7,1%, representam aproximadamente um terço do faturamento líquido trimestral global do Grupo, que chegou a 2,2 bilhões de euros (US$ 3,4 bilhões).
Depois do Brasil, o país que mais deu lucros ao Santander na América Latina foi o México, com 188 milhões de euros (US$ 294 milhões) e um aumento anualizado de 20,9%, e o Chile, com 133 milhões de euros (US$ 208 milhões), o que representa uma melhora de 1,7% em relação aos primeiros três meses de 2007.
A Venezuela vem em seguida, com um lucro líquido de 53 milhões de euros (US$ 82 milhões) e um aumento anualizado de 16,2%. A empresa também registrou aumento na Argentina, onde o grupo lucrou 50 milhões de euros (US$ 78 milhões), 5,7% a mais que no mesmo período de 2007, e na Colômbia, com o faturamento líquido de oito milhões de euros (US$ 12 milhões), em um aumento anualizado de 2,8%. (Fonte: Folha Online)
Paraná Banco registra lucro 132,2% maior no primeiro trimestre
O Paraná Banco abriu oficialmente a temporada de balanços dos bancos brasileiros. A instituição teve um lucro líquido de R$ 23,6 milhões no primeiro trimestre deste ano, valor 132,2% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Na comparação com o resultado do quarto trimestre de 2007, o resultado líquido decresceu 34,6% impactado pelo benefício fiscal da distribuição de juros sobre capital próprio referente ao exercício passado que foi contabilizado integralmente no último trimestre do ano. Para evitar esse tipo de distorção, o banco anunciou que em 2008 a distribuição passará a ser trimestral, destinando 25% do lucro líquido de cada trimestre a título de juros sobre capital próprio ou dividendo. O diretor Financeiro do Paraná Banco, Luis Cesar Miara, comenta que o aumento na demanda de crédito no País contribuiu para o resultado positivo da instituição. "Apesar do alto crescimento da demanda, o percentual do crédito no Brasil em relação ao PIB, que está a faixa de 30%, ainda é considerado baixo em comparação ao índice verificado na Europa e Estados Unidos", comenta Miara, que acredita na continuidade do crescimento para o setor. Ele espera que a carteira do banco, que atua com foco no segmento institucional, a partir de convênios com prefeituras, tribunais e grandes corporações, continue crescendo este ano. A meta é atrair empresas e prefeituras de médio porte. A carteira de crédito do banco encerrou o trimestre em R$ 1,3 bilhão, resultado 81,4% e 8,3% superior aos R$ 722,5 milhões e R$ 1,2 bilhão, registrados no primeiro e quarto trimestres do ano passado, respectivamente. Outro fato que contribuiu para os resultados do banco foi a atuação no middle market. A partir da criação da plataforma para essas operações, no terceiro trimestre de 2007, o saldo da carteira de crédito neste segmento em 31 de março de 2008 totalizou R$ 104,0 milhões, representando 7,9% da carteira total do banco.
Seguradora
O banco destaca que em 15 de janeiro de 2008 foi concluída a aquisição das ações representativas de 100% do capital social da J. Malucelli Seguradora. Com isso, a instituição pretende ampliara a oferta de consignado e as operações no middle market por meio dos 19,3 mil clientes da seguradora. O Paraná Banco lembra também que submeteu à Superintendência de Seguros Privados (Susep) o pedido para a criação da J. Malucelli Resseguradora, que focará inicialmente suas atividades no mercado de seguro-garantia. (Fonte: DCI)Lucro do Bradesco cresce 23% no 1º trimestre e bate recorde
Maior banco privado do País teve lucro líquido de R$ 2,102 bi; resultado equivale a ganho de R$ 0,68 por ação
O Bradesco, maior banco privado do País, abriu a temporada de resultados das instituições financeiras brasileiras nesta segunda-feira, 28, com lucro líquido de primeiro trimestre 23,3% maior que o obtido no mesmo período do ano passado. O banco lucrou R$ 2,102 bilhões nos primeiros três meses de 2008, valor recorde para um primeiro trimestre do ano. Em 2007, o lucro de R$ 1,705 bilhão apurado no primeiro trimestre já havia sido inédito para o período.
O resultado equivale a um lucro por ação de R$ 0,68 e a um retorno de 32% sobre o patrimônio líquido médio, importante indicador da rentabilidade de um banco. O resultado foi impulsionado por um aumento na carteira de crédito de 38,5 % na comparação com o primeiro trimestre de 2007, para R$ 169,408 bilhões.
Do total da carteira, as operações com pessoas físicas totalizaram R$ 62,226 bilhões, crescimento de 34,3%. Enquanto isso, os empréstimos a pessoas jurídicas atingiram o montante de R$ 107,182 bilhões, expansão de 41%.
Os ativos totais ao final do mês passado somaram R$ 355,517 bilhões, crescendo 26,1% em relação ao mesmo período de 2007, informou o banco em comunicado ao mercado.
No trimestre, a unidade de investimentos do Bradesco fechou acordo para compra da maior corretora de ações do País, a Ágora, em operação de R$ 830 milhões. A instituição ainda comprou controle da administradora de planos de saúde Mediservice por R$ 84,9 milhões. (Fonte: Estadão)Ganho do banco Pine sobe 92% no primeiro trimestre
O Banco Pine registrou lucro líquido de R$ 41,210 milhões no primeiro trimestre do ano, avanço de 92,7% na comparação com 2007. O resultado foi acompanhado de forte avanço da carteira de crédito, que subiu 98,2% nos últimos 12 meses, para R$ 4,6 bilhões. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) atingiu 22,0% nos primeiros três meses do ano, enquanto a margem financeira antes de provisão para perdas com crédito de liquidação duvidosa ficou em 12,8%. Além do maior volume de crédito, a instituição atribui o forte avanço do resultado à maior oferta de produtos no período e à melhora da eficiência, segundo balanço divulgado na sexta-feira. A originação de operações de crédito corporativo atingiu R$ 1,5 bilhão no trimestre, incremento de 114% em relação ao mesmo período de 2007. Mesmo com a alta das operações, a qualidade da carteira se manteve. Segundo o balanço, 97,4% do total de empréstimos estavam classificados entre AA e C (com atrasos de até 90 dias, considerados os mais "saudáveis") em março. A cobertura da carteira vencida por meio de provisões para créditos de liquidação duvidosa era de 204,4%. O total de depósitos cresceu 104,3% nos últimos 12 meses. O banco esclarece que sua principal fonte de captação são os depósitos a prazo de empresas e de pessoas físicas. Já o índice de eficiência teve melhora, com queda de 3,3 pontos em 12 meses, a 40,1%. (Fonte: DCI)PanAmericano lucra 126,1% mais
O lucro líquido do Banco PanAmericano atingiu R$ 70,3 milhões no primeiro trimestre de 2008, o que representa um aumento de 31,3% em relação ao último trimestre de 2007 e 126,1% em relação ao apurado até março do ano passado. A carteira de crédito total consolidada do PanAmericano e suas controladas, considerando as cessões de crédito, atingiu R$ 7,77 bilhões nos três primeiro meses deste ano, um aumento de 41% em relação aos R$ 5,51 bilhões registrados até março de 2007. (Fonte: DCI)Ganho do Banco Fibra soma R$ 27 mi, alta de 106%
O banco Fibra registrou lucro líquido de R$ 26,9 milhões no primeiro trimestre de 2008, alta de 106% em relação ao mesmo período do ano passado. O retorno sobre o patrimônio líquido médio atingiu 21,1%. "A boa demanda por crédito, aliada à atenção redobrada aos riscos, contribuíram para os bons resultados do período", afirmou em comunicado Osias Brito, vice-presidente executivo corporativo da instituição. A carteira de crédito do banco atingiu saldo de R$ 4,6 bilhões no período, crescimento de 39,9% nos últimos 12 meses. Segundo a empresa, o destaque foram as operações de crédito a empresas, especialmente produtos como capital de giro, fianças, trade finance (financiamento ao comércio exterior) e financiamento à produção. No final do primeiro trimestre, a carteira de crédito a empresas contabilizou volume de R$ 3,6 bilhões, 41,8% mais que o registrado ao final do mesmo período de 2007. O banco conta com cerca de 1 mil clientes. (Fonte: DCI)Lucros dos bancos continuam subindo em 2008
Mas juros não caem e a pressão sobre bancários segue insuportável
Os resultados do primeiro trimestre chegaram, e, com eles, novos recordes de lucratividade dos bancos. Os resultados, já fantásticos, aumentaram ainda mais. O Unibanco lucrou R$ 741 milhões, crescimento de 27,5% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. No Itaú, o resultado ultrapassou os R$ 2 bilhões, alta de 7,5%, e no Bradesco o crescimento foi ainda mais expressivo: aumento de 23,3%, alcançando R$ 2,1 bilhões. Segundo levantamento da consultoria Economática, o resultado é o maior registrado para um primeiro trimestre da história do sistema financeiro brasileiro. Por fim, o Real registrou crescimento de 5%, com R$ 652 milhões.
Santander
A exceção à regra foi o Santander, que viu seu lucro cair 30,5% nos três primeiros meses deste ano em relação a igual período de 2007. Mas a razão da queda, na contramão das demais instituições financeiras, ficou clara para o Sindicato após análise do balanço do banco: problemas administrativos evidenciados pelo aumento de até 25% da receita com operações de crédito, ou seja, trabalho do bancário, diante de uma redução do quadro em mais de mil funcionários, causando prejuízo na qualidade do atendimento.
Campeões do mundo
Em março, um levantamento da consultoria Economática colocou os bancos brasileiros pela primeira vez entre os mais lucrativos do mundo. Bradesco e Itaú só ganharam menos que os americanos Goldman Sachs, JPMorgan e Wells Fargo no quarto trimestre do ano passado nas Américas. O Banco do Brasil aparece em nono lugar na lista, e o Unibanco ocupa a 12ª posição.
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