Ano Banco Período Lucro

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Itaú/Unibanco 1º semestre R$ 6.399 bilhões
Banco do Brasil 1º semestre R$ 5,1 bilhões
Bradesco 1º semestre R$ 4,602 bilhões
Santander 1º semestre R$ 2,02 bilhões
Caixa 1º semestre R$ 1,7 bilhões
Safra 1º semestre R$ 512,2 milhões
HSBC 1 semestre R$ 423 milhões
BMG 1º semestre R$ 352 milhões
Banrisul 1º semestre R$ 305 milhões
BicBanco 1 semestre R$ 178,4
Mercantil do Brasil 1º semestre R$ 120.891 milhões
Paraná Banco 1º semestre R$ 31,8 milhões
Itaú 1º trimestre R$ 3,234 bilhões
Banco do Brasil 1º trimestre R$ 2,35 bilhões
Bradesco 1º trimestre R$ 2,103 bilhões
Santander 1º trimestre R$ 1,015 bilhão
Caixa Econômica Federal 1º trimestre R$ 777,5 milhões
HSBC 1º trimestre R$ 247 milhões
Banrisul 1º trimestre R$ 121,9 milhões
Mercantil do Brasil 1º trimestre R$ 113,5 milhões
Panamericano 1º trimestre R$ 44,2 milhões
Cruzeiro do Sul 1º trimestre R$ 39,7 milhões
Paraná Banco 1º trimestre R$ 22,3 milhões
Sofisa 1º trimestre R$ 10 milhões

Lucro Semestre

HSBC lucra R$ 423 milhões no semestre com crescimento de 70,8%
A filial brasileira do banco inglês foi a que mais aumentou seus lucros no primeiro semestre em relação a igual período do ano passado. Os R$ 423 milhões registrados nos primeiros seis meses de 2010 são 70,8% maiores do que os R$ 247 milhões do primeiro semestre de 2009.

Banco do Brasil registra lucro de R$ 5,1 bilhões no semestre
O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 5,1 bilhões no primeiro semestre de 2010, crescimento de 26,5% em relação ao mesmo período de 2009, de acordo com o balanço financeiro divulgado na manhã desta segunda-feira.

A instituição aponta o aumento do crédito e a queda da inadimplência como os principais fatores que proporcionaram o resutlado positivo do período.
No segundo trimestre, o resultado líquido foi de R$ 2,7 bilhões, alta 15,9% sobre o primeiro trimestre, cujo resultado foi de R$ 2,35 bilhões. Em relação ao segundo trimestre de 2009, o crescimento foi de 16,1%.

O lucro do BB, maior instituição financeira do país, foi o segundo maior reportado pelos bancos no semestre, atrás apenas do Itaú Unibanco, cujo lucro líquido registrado foi de R$ 6,4 bilhões.
Lucro do Santander no Brasil dobra no 1º semestre e atinge R$ 2 bi Bradesco encerra semestre com lucro 16% maior, de R$ 4,6 bilhões Lucro do Itaú Unibanco atinge R$ 6,4 bilhões no 1º semestre, alta de 39,6%

Os ativos totais da instituição alcançaram R$ 755,7 bilhões ao final de junho, crescimento de 26,2% em relação a junho de 2009 e de 4,3% sobre o final do trimestre anterior, consolidando-se como o maior banco da América Latina em ativos totais.

CRÉDITO
No segmento de crédito para empresas, a carteira evoluiu 31,2% em 12 meses e 5,9% sobre o trimestre anterior, totalizando R$ 135,6 bilhões em junho de 2010. Destaque para o capital de giro que cresceu 41,8% em 12 meses e 11,1% no trimestre, registrando saldo de R$ 67,5 bilhões.
O crédito às pessoas físicas chegou a R$ 101,1 bilhões ao final do segundo trimestre de 2010, crescimento de 47,7% em um ano e de 6,3% no trimestre. Segundo o banco, este montante representa 31% da carteira total do BB contra os 27,1% observados no mesmo período do ano anterior.

Entre as linhas de crédito mais relevantes, destaque para o crescimento do crédito consignado que atingiu R$ 40,5 bilhões, expansão de 37,1% em 12 meses. Esse desempenho garantiu ao Banco do Brasil 32,8% de participação de mercado o que reforça a posição de liderança do BB no segmento.
As operações de financiamento a veículos cresceram 178,4% em relação ao segundo semestre de 2009, totalizando R$ 22,8 bilhões ao final de junho de 2010, resultado reforçado pela parceria com o Banco Votorantim, conferindo ao BB 13,6% de participação de mercado.

O crédito imobiliário continua em alta, registrando R$ 2,1 bilhões no semestre, expansão de 84,9% em 12 meses.
A carteira de crédito em conceito ampliado, que inclui garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, registrou R$ 349,8 bilhões no final do primeiro semestre, crescimento de 6,8% no trimestre e de 41,1% em 12 meses.

INADIMPLÊNCIA
No trimestre, os índices de inadimplência do BB observaram uma tendência de queda intensificada, aproximando-se dos patamares observados em 2008. As operações vencidas há mais de 90 dias atingiram 2,7% da carteira de crédito, melhora de 40 pontos base no trimestre e de 60 pontos base em relação a junho de 2009, enquanto o SFN registrou índice de inadimplência de 3,7%.
"Trata-se do menor patamar desde dezembro de 2008", ressalta o comunicado do banco.
(Fonte: Folha Online)

Paraná Banco registra lucro líquido de R$ 31,8 milhões
O Paraná Banco, banco múltiplo com sede em Curitiba, conseguiu um crescimento de 42,4% do lucro líquido no segundo trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior. Os valores subiram de R$ 22,4 milhões para R$ 31,8 milhões. No semestre, o lucro líquido ficou em R$ 54,2 milhões, pouco acima dos R$ 54,1 milhões registrados no primeiro semestre do ano passado.

O setor de seguros foi o destaque do trimestre, com participação de 52,4% no resultado. A empresa destacou ter emitido apólices com valor segurado de R$ 321,9 milhões a partir de acordo operacional de co-seguro com a Caixa Seguros para emitir garantias às obras do programa "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal. A operação proporcionou R$ 5,6 milhões em prêmios distribuídos em 445 apólices.

De acordo com a instituição, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE), de 16,9%, foi beneficiado pelo bom desempenho de seguros. O patrimônio líquido atingiu R$ 796,5 milhões no segundo trimestre, redução de 1,1% em relação ao trimestre anterior. Segundo o Paraná Banco, o Índice de Basileia (proporção entre o capital da instituição e o valor dos ativos ponderados por correspondentes de riscos, que mede resistência a possíveis choques) reduziu de 36% para 33,9% em três meses, com margem de R$ 455,8 milhões.

O retorno sobre o ativo médio anualizado (ROAA) apresentou crescimento de 1,3 ponto percentual entre abril e junho em comparação com os três primeiros meses, ficando em 4,4%. A principal fonte de captação do Paraná Banco são os depósitos, que atingiram R$ 1,173 bilhão, um aumento de 10,5% em relação ao primeiro trimestre. A carteira de crédito consolidado somou R$ 1 431,4 milhões, perfazendo crescimento de 7% em três meses. (Fonte: DCI)


BicBanco registra lucro de R$ 178,4 mi
Ancoradas nos setores industrial e comercial, as operações de crédito evoluíram 14,1%, no primeiro semestre do ano

Único banco cearense com operações nacionais e internacionais, o BicBanco registrou no primeiro semestre deste ano, lucro líquido de R$ 178,4 milhões, uma evolução de 14,1%, sobre os R$ 156,3 milhões registrados em igual período de2009. De janeiro a julho últimos, as operações de créditos somaram R$ 11,5 bilhões, valor 25,8% superior ao anotado nos primeiros seis meses do ano passado, enquanto as captações, em igual monta, avançaram 32,9%. O Patrimônio Líquido evoluiu 9,9%, em12 meses, e fechou junho em R$ 1,9 bilhão.

As operações de crédito foram ancoradas, sobretudo, no setor industrial, que assegurou R$ 5,19 bilhões, ou 45,3% de participação. Nesse setor, a construção civil, com R$ 1,12 bilhão em empréstimos, acelerou as operações e tende a nortear a maior parte dos negócios nos próximos meses e anos.

Já o setor de serviços, notadamente, médicos e odontológicos, técnico e profissionais e de transportes, responderam por R$ 3,94 bilhões dos créditos, ou 34,4% dos recursos movimentados pela instituição, no período em análise. Enquanto o comércio anotou participação de R$ 1,35 bilhão, o equivalente a 11,8% das operações.

Os números constam no balanço financeiro do primeiro semestre de 2010, do BicBanco, divulgado ontem. No primeiro trimestre do ano, o banco lucrou líquidos R$ 80 milhões e mais R$ 98 milhões, no segundo trimestre deste ano.

Infraestrutura
Para o vice-presidente do BicBanco, Milto Bardini, os resultados crescentes desde o terceiro trimestre do ano passado mostram que a "crise" financeira já é coisa do passado. E que os resultados auferidos já permitem a instituição "pavimentar a rota" do médio prazo, o que estaria levando a instituição a elevar as vagas de empregos, abrir novas agências e ampliar a capacidade de alavancagem, interna e externa, de olho nas operações de crédito que a indústria da infraestrutura pode gerar.

"O segmento de infraestrutura com certeza será um dos focos nos próximos meses", sinalizou Bardini. Segundo ele, o elevado volume de obras de infraestrutura viária e rodoferroviária em curso no País - e as perspectivas de expansão das arenas esportivas (estádios) para a Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016,- irá gerar grandes oportunidades de negócios para o banco no curto e no médio prazo. (Fonte: Diário do Nordeste)

Lucro da Caixa cresce 44% no 1º semestre e chega a R$ 1,7 bi
A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira lucro líquido de R$ 1,7 bilhão no primeiro semestre do ano, crescimento de 44,1% em relação ao mesmo período de 2009. No segundo trimestre, o lucro foi de R$ 890 milhões, 14,5% a mais do que nos três primeiros meses de 2010 e 26,1% superior ao mesmo trimestre do ano anterior.

O banco informou ainda que teve forte crescimento nas operações de crédito. Houve evolução de 50,3% de sua carteira de crédito em 12 meses, para R$ 149,15 bilhões no final de junho.

A carteira imobiliária se destacou mais uma vez, com alta de 58% em 12 meses, para R$ 86,9 bilhões. A participação da instituição em financiamento imobiliário chegou a 75,9% do mercado, 3,4 pontos percentuais a mais do que em junho de 2009.

O patrimônio líquido consolidado ficou em R$ 14,3 bilhões ao final de junho, aumento de 5,9% no semestre. O retorno sobre o patrimônio líquido médio alcançou 25,8%.
O índice de Basileia que mede a relação entre o capital de um banco e seu volume de empréstimos ficou em 17,1%, acima dos 11% mínimos exigidos pelo Banco Central.

Os empréstimos para pessoas físicas chegaram a R$ 24,9 bilhões, valor 35,4% maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior. Já os financiamentos para empresas atingiram R$ 27 bilhões, alta de 47,4%.
Em 30 de junho, o saldo da carteira comercial alcançou R$ 51,9 bilhões, crescimento de 41,3% em 12 meses.

A inadimplência total, medida pelo saldo de operações vencidas com prazo superior a 90 dias, apresentou leve alta entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano, passando de 2,2% para 2,3%. Porém, ficou abaixo do resultado no segundo trimestre do ano passado (2,6%).
A Caixa ampliou sua base de clientes, somando 51 milhões entre correntistas e poupadores, crescimento de 5,7% comparado ao primeiro semestre de 2009.
(Fonte: Folha Online)


Lucro do Banrisul cresce 44,7% no primeiro semestre

Na comparação com o primeiro semestre de 2009, o lucro líquido do Banrisul cresceu de R$ 210,8 milhões para R$ 305 milhões, anunciou na manhã desta quarta-feira o presidente da instituição, Mateus Bandeira.

Em cerimônia com a presença da governadora Yeda Crusius, Bandeira destacou o aumento das receitas de créditos e a redução no nível de inadimplência, agora em 3,2%. Conforme o presidente, essa performance está melhor do que a média do mercado, em grande parte graças à estratégia do banco de crescer em crédito consignado, inclusive com a compra de carteiras de outros Estados.

Em junho deste ano, o Banrisul atingiu um valor de ativos (principal indicador do porte das instituições financeiras) de R$ 31,1 bilhões, um crescimento de 12% em relação ao primeiro semestre de 2009.
Durante a solenidade, foram apresentados os novos integrantes da diretoria do Banrisul. Além do próprio Bandeira, que assumiu em abril, completaram o novo comando a diretora financeira Marinês Bilhar, o administrativo, Cesar Cechinato, e o de crédito, Bruno Fronza.

Nos planos da nova direção, estão o aumento da participação em crédito imobiliário e a redução das despesas administrativas. Embora esteja negociando com várias empresas, o Banrisul não tem metas para alcançar nesse segmento, embora tenha planos de atuar em todas as faixas de renda.

Bandeira destacou o aumento da presença do Banrisul em Santa Catarina, onde só no primeiro semestre foram abertas três agências, completando 40 fora do Estado. No Rio Grande do Sul, o banco fechou o semestre com 398 agências. (Fonte: Zero Hora)


Safra amplia lucro em 13% no primeiro semestre e atinge R$ 512,2 milhões
O Banco Safra obteve lucro de R$ 512,2 milhões no primeiro semestre deste ano, resultado 13,1% superior aos R$ 452,7 milhões registrados em igual semestre de 2009. Os ativos aumentaram 14,6%, para R$ 70,4 bilhões.

O patrimônio líquido evoluiu 11,7%, atingindo R$ 5,1 bilhões. A rentabilidade patrimonial anualizada alcançou 20,4%. O resultado operacional mostrou avanço de 31,6%, para R$ 758,0 milhões.

Segundo nota distribuída pelo banco, o resultado reflete o aumento nas operações de crédito e arrendamento mercantil. A carteira de crédito cresceu 26,1% no semestre, para R$ 32,3 bilhões. O índice de inadimplência ficou em 0,6%. No final do semestre, 94,7% do total de empréstimos estavam classificados nos níveis de risco AA, A e B.

A unidade de investment banking participou de seis operações de fusões e aquisições e de mercado de capitais, no volume total de R$ 14,3 bilhões.
A Safra Asset Management ampliou o patrimônio total dos recursos dos fundos de investimentos sob sua gestão em 48,8% no semestre, para R$ 36,2 bilhões. (Fonte: Valor Econômico)

Lucro do Mercantil do Brasil cresce quase sete vezes e atinge R$ 120,9 milhões 
O Banco Mercantil do Brasil obteve lucro Líquido de R$ 120,891 milhões no primeiro semestre, quase sete vezes maior que os R$ 18,080 milhões apurados em igual período do ano passado. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio atingiu 20%.

A receita de intermediação financeira cresceu 11,4%, para R$ 711,309 milhões, ajudada pela redução das perdas com derivativos, que somaram R$ 3,484 milhões, contra R$ 145,307 milhões no primeiro semestre de 2009. Por outro lado, a receita com operações de crédito também caiu no período, de R$ 659,753 milhões, para R$ 573,031 milhões.

As despesas de intermediação financeira subiram 42,3%, para R$ 444,562 milhões, o que representa 62,5% da receita de intermediação financeira. No mesmo semestre do ano passado, as despesas representavam 48,9% da receita.

As despesas com provisão para risco de crédito ficaram em R$ 141,9 milhões, inferiores aos R$ 161,9 milhões acumuladas em igual período de 2009. O resultado bruto atingiu R$ 266,7 milhões, abaixo dos R$ 326,0 milhões registrados no ano passado. 
O patrimônio líquido atingiu R$ 673,4 milhões, com crescimento de 26,7%. (Fonte: Valor Econômico)

Lucro do Itaú Unibanco atinge R$ 6,4 bilhões no 1º semestre, alta de 39,6% 
(Toni Sciarretta) 
O Itaú Unibanco, maior banco privado brasileiro, encerrou o primeiro semestre com lucro líquido de R$ 6,4 bilhões, 39,6% maior que no mesmo período do ano passado, segundo comunicado ao mercado desta terça-feira. O resultado é o melhor do setor bancário no Brasil para os seis primeiros meses do ano --o recorde anterior era do próprio Itaú, em 2009, com R$ 4,6 bilhões.

Considerando apenas o segundo trimestre, o lucro líquido contábil da instituição financeira ficou em R$ 3,165 bilhões, 23,1% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre, quando o resultado foi de R$ 3,234 bilhões, houve queda de 2,1%.

O resultado recorrente (que exclui efeitos extraordinários) foi de R$ 3,298 bilhões entre abril e junho. 
Lucro do Santander no Brasil dobra no 1º semestre e atinge R$ 2 bi Bradesco encerra semestre com lucro 16% maior, de R$ 4,6 bilhões

A carteira de crédito do Itaú Unibanco atingiu R$ 296,2 bilhões em junho, 11,4% mais do que no mesmo período de 2009. Os empréstimos com recursos livres --que não consideram os direcionados, crédito imobiliário e rural para pessoa física chegaram a R$ 107,2 bilhões, alta de 12,8% na comparação com o segundo trimestre do ano passado.

Nesse segmento, os destaques foram o crescimento dos financiamentos em cartão de crédito, de 21,9% no período, para R$ 29,6 bilhões, e para a carteira de veículos, com alta de 11,2% (R$ 55,1 bilhões).

Já os empréstimos para as empresas alcançaram R$ 160,6 bilhões entre abril e junho, elevação de 8,9% ante o mesmo período de 2009, com destaque para o crescimento de 26,3% no segmento de micro, pequenas e médias empresas (R$ 68,6 bilhões). 
O financiamento imobiliário, com carteira de R$ 10,5 bilhões, foi o que registrou o maior aumento no período, de 47,7% frente ao segundo trimestre do ano passado.

Com a melhora na economia, o banco conseguiu reduzir a inadimplência para 4,6% da carteira de crédito em dezembro os pagamentos em atraso com mais de 90 dias eram de 5,6%. O índice é maior entre as pessoas físicas, de 6,4%, contra 3,2% das empresas.

O índice de Basileia que mede a relação entre o capital de um banco e seu volume de empréstimos ficou em 15,7% ao final de junho. Os ativos consolidados do banco somaram R$ 651,6 bilhões em 30 de junho.

OUTROS BANCOS 
Na semana passada, Bradesco e Santander anunciaram seus resultados no primeiro semestre, com ganhos puxados pelo crescimento das operações de crédito e pela necessidade menor de fazer provisões para cobrir perdas com inadimplência.

No caso do Itaú Unibanco, essas despesas caíram de R$ 4,25 bilhões para R$ 4,02 bilhões na comparação do segundo trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado. Frente ao primeiro trimestre, porém, houve aumento de R$ 153 milhões, que, segundo o comunicado do banco, está relacionado à ampliação do saldo da carteira no período. (Fonte: Folha Online)

Lucro do Santander no Brasil dobra no 1º semestre e atinge R$ 2 bi
(Toni Sciarretta)
O banco Santander Brasil, que engloba as operações do antigo Banco Real, terminou o primeiro semestre com lucro líquido de R$ 2,02 bilhões, o dobro do apurado no mesmo período do ano passado.

Como no caso do Bradesco, o aumento do lucro do Santander se deve basicamente à retomada das operações de crédito, que cresceram 9,9% na comparação com o primeiro semestre de 2009, com destaque para o aumento no crédito pessoal (23,6%) e no cartão de crédito (24,8%).

O acréscimo na carteira de crédito para consumidores (13,2%) foi superior ao contabilizado para empresas (8,9%). O semestre foi marcado por forte expansão do crédito nos bancos privados, que reduziram a concessão de empréstimos por conta da crise no ano passado.

Maior banco da zona do euro, o Santander teve lucro líquido de 4,445 bilhões de euros no mundo, valor 1,6% menor do que o registrado no primeiro semestre de 2009. (Fonte: Folha Online)

Lucro do Bradesco no 2º trimestre cresce 4,7% e soma R$ 2,4 bilhões 
No mesmo período de 2009, banco lucrou R$ 2,3 bi; ante os três primeiros meses deste ano, alta foi de 14,4% (Altamiro Silva Júnior)
O Bradesco anunciou lucro líquido R$ 2,405 bilhões no segundo trimestre, 4,7% acima do resultado de R$ 2,297 bilhões no mesmo período do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, a alta foi de 14,4%. O banco também informou lucro líquido ajustado de R$ 4,602 bilhões no semestre, crescimento de 16,4% sobre o mesmo período de 2009.

A rentabilidade sobre o patrimônio foi de 22,8% no semestre.

A carteira de crédito cresceu 15% para R$ 244,788 bilhões. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 89,648 bilhões, crescimento de 20,7%, enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram o montante de R$ 155,141 bilhões, crescimento de 12%.

Os ativos totais chegaram em junho a R$ 558,1 bilhões, alta de 15,7%.

O patrimônio líquido em junho somou R$ 44,295 bilhões, 18,8% superior ao saldo do mesmo período de 2009. O índice de Basileia alcançou 15,9%, acima dos 11% exigidos pelo Banco Central. O Basileia mede quanto o banco pode emprestar no crédito sem comprometer seu capital.

O setor de seguros e previdência continuou com peso relevante dentro dos resultados do banco, respondendo por 31% do lucro líquido do segundo trimestre, ou seja, R$ 1,404 bilhão. O restante (R$ 3,198 bilhões) veio das atividades financeiras. (Fonte: Estadão)

Lucro do BES avança 15% até junho de 2010 
O Banco Espírito Santo (BES), segundo maior banco de Portugal em capitalização de mercado, informou que seu lucro líquido subiu 15% no primeiro semestre do ano, ante o mesmo período do ano passado.
De acordo com o balanço da instituição financeira portuguesa, os ganhos de negociações compensaram as margens mais baixas de outras operações.

O BES afirmou que seu lucro líquido aumentou para 282,2 milhões de euros (US$ 363,1 milhões), ante os 246,2 milhões de euros do mesmo período do ano passado. Os analistas haviam previsto um lucro líquido de 259,1 milhões de euros. Já a receita de juros líquida recuou 16% no primeiro semestre, em comparação com o mesmo período de 2009, para 546,3 milhões de euros.

A receita das negociações aumentou 27%, para 205,7 milhões de euros. As provisões para perdas com empréstimos foram reduzidas para 238,8 milhões de euros, de 325,1 milhões de euros nos primeiros seis meses do ano passado.

Atualmente com 7,99% das ações da Portugal Telecom (PT), o BES é o maior acionista da empresa, depois de a Telefónica ter vendido a maior parte de sua participação no banco. (Fonte: DCI)

Carteira de crédito do Banco Mercedes-Benz tem alta de 12% 
O Banco Mercedes-Benz fecha o primeiro semestre de 2010 em alta. De janeiro a junho deste ano foi financiado R$ 1,62 bilhão em novos negócios, volume 12% superior ao resultado alcançado nos seis meses iniciais de 2009, quando foi negociado R$ 1,45 bilhão. 

Com esse desempenho, o Banco Mercedes-Benz espera encerrar o ano com liberação para novas aquisições de R$ 3,4 bilhões a R$ 3,6 bilhões, acréscimo de cerca de 13% a 20% em comparação com os números de 2009. "A manutenção das taxas do BNDES PSI até 31 de dezembro, mesmo com o leve aumento de 1% para veículos comerciais, aliada à forte parceria existente entre banco, fábrica e rede, nos auxiliarão a atingir esse objetivo", diz Angel Martinez, diretor comercial do Banco Mercedes-Benz.

Em unidades, foram financiados 13.813 veículos de janeiro a junho deste ano, dos quais 9.495 eram Mercedes-Benz zero-quilômetro, 17% a mais que em 2009. No primeiro semestre do ano passado, foram financiados 12.525 veículos, 8.121 zero-quilômetro da Mercedes-Benz.

O Finame foi responsável por 88% dos novos negócios. Foi financiado R$ 1,4 bilhão por meio desta modalidade no primeiro semestre de 2010 ante R$ 1,1 bilhão liberado no mesmo período de 2009, um crescimento de 27%.

O Crédito Direto ao Consumidor (CDC) respondeu por 9% dos financiamentos. Além disso, o produto registrou alta de 92% no período, saltando de R$ 78,2 milhões negociados por meio desta modalidade de janeiro a junho de 2009, para R$ 149,9 milhões no primeiro semestre deste ano.

O Leasing correspondeu a 3% dos negócios. A modalidade apresentou retração de 75% no período. De janeiro a junho de 2010, foram negociados R$ 68,9 milhões por meio de leasing. No mesmo período de 2009, foram liberados R$ 277,5 milhões.

A carteira do Banco Mercedes-Benz fechou junho deste ano com R$ 6,36 bilhões, montante que representa um crescimento de 23% em comparação com junho do ano passado, quando seu valor era de R$ 5,21 bilhões. (Fonte: DCI)

Banco BMG dobra lucro no 1º semestre, para R$ 352 milhões
Resultado, 100,3% acima do mesmo período de 2009, é recorde na história do banco mineiro

O Banco BMG registrou um lucro líquido de R$ 352 milhões no primeiro semestre de 2010, crescimento de 100,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado é recorde na história do banco mineiro. O patrimônio líquido da instituição somou R$ 2,159 bilhões entre janeiro e junho, 11,2% maior na comparação com o mesmo intervalo de 2009. De acordo com nota do banco, a rentabilidade anualizada sobre o patrimônio no primeiro semestre de 2010 atingiu 36,1%.

A carteira de crédito total apresentou sucessivos crescimentos em 2010 e atingiu R$ 21,957 bilhões no primeiro semestre de 2010, aumento de 38,9% comparado ao primeiro semestre de 2009. As carteiras próprias de operações de crédito e de arrendamento mercantil apresentaram um saldo em 30 de junho de 2010 de R$ 7,717 bilhões, correspondente a uma expansão de 43,1% em relação ao mesmo período de 2009. O saldo dos recursos captados totalizou R$ 20,336 bilhões em 30 de junho, alta de 41,7% frente ao mesmo período de 2009.

Em nota, o presidente do BMG, Ricardo Guimarães, afirma que a instituição financeira lidera o mercado nacional do crédito consignado com aproximadamente 20% das operações totais. As demais operações do banco compreendem repasses de recursos do BNDES, arrendamento mercantil e operações de desconto/mútuo com fornecedores do setor público e grandes empresas do setor privado. (Fonte: Estadão)

Primeiro Trimestre

Lucro do Banrisul cresce 14,4% e atinge R$ 121,9 milhões no primeiro trimestre
O Banrisul divulgou nesta sexta-feira, dia 14, um lucro líquido de R$ 121,9 milhões no primeiro trimestre de 2010, crescimento de 14,4% em relação ao resultado do mesmo período de 2009.

"O crescimento dos números em relação ao ano passado mantém a tendência verificada em outras instituições do Sistema Financeiro Nacional no trimestre. Isto sinaliza que a instituição tem plenas condições de continuar avançando nas demandas e reivindicações dos banrisulesnes. O SindBancários começa desde já a preparar a campanha salarial 2010, que pelos resultados promete ser positiva", comenta o secretário-geral do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região, Fábio Soares Alves, o Fabinho.

O aumento decorreu, basicamente, da expansão da carteira comercial pessoa física, que apresentou um incremento de R$ 2,2 bilhões, evolução de 52,2% em 12 meses. Já o crédito comercial às empresas atingiu o saldo de R$ 4,9 bilhões, com destaque para as linhas de capital de giro, que tiveram crescimento de 19,5% em comparação com março de 2009.

O patrimônio líquido também cresceu e chegou a R$ 3,5 bilhões, aumento de 10,9% em um ano. Os ativos totais apresentaram, ao final do primeiro trimestre de 2010, saldo de R$ 29,9 bilhões, com expansão de 12,7% sobre março de 2009. Já a rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido médio atingiu 14,9% no período.

Os recursos captados e administrados somaram R$ 22,4 bilhões no final de março de 2010, volume 15,2% acima do registrado no mesmo mês do ano anterior. O Índice de Basileia, que representa a relação entre o patrimônio base e os riscos ponderados, demonstrando a solvência da empresa, atingiu 16,5% no Banrisul em março de 2010, 5,5 pontos percentuais acima do exigido pelo Banco Central do Brasil.

Os investimentos do Banco em hardware, software e manutenção de bens foram de R$ 51,4 milhões nos três primeiros meses do ano. O Banricompras registrou, entre janeiro e março de 2010, a realização de 16,3 milhões de transações e movimento financeiro de R$ 1 bilhão. Na comparação com o mesmo período de 2009, os números foram superiores em 16,2% e 24,0%, respectivamente

A rede de atendimento do Banrisul, em março de 2010, alcançou 1.197 pontos, distribuídos em 438 agências, 276 postos bancários e 483 pontos eletrônicos. No Rio Grande do Sul, o banco está presente em 410 municípios, que abrangem 98% da população e do PIB do Estado. Fonte: SEEB POA)

Lucro líquido do banco Panamericano mais que dobra no primeiro trimestre
O Banco Panamericano (BPNM4) divulgou nesta sexta-feira (14) seu resultado do primeiro trimestre de 2010, reportando um lucro líquido de R$ 44,2 milhões, representando um crescimento de 152% em relação ao mesmo período do ano passado.

No trimestre, a carteira de crédito total consolidada do banco e suas controladas, considerando as vendas de créditos, atingiu R$ 10,5 bilhões, representando um aumento 19,2% em relação ao resultado dos primeiros três meses de 2009.

Comentando o desempenho, a administração da companhia revela que "norteou-se pelo controle de custos e priorizou a liquidez, resultando em readequação do mix de produtos, terceirização de lojas e redução do quadro de colaboradores", estratégia que gerou maior produtividade e racionalização de custos.

Desempenho A receita bruta de intermediação financeira veio em R$ 954,4 milhões no período, crescendo 12,2% frente ao resultado do primeiro trimestre de 2009.

Já o retorno sobre o patrimônio líquido atingiu a marca de 11,5% neste trimestre, avançando 6,6 pontos percentuais na base de comparação anual.
Por fim, o índice de Basileia do banco Panamericano perdeu 6,7 pontos pontos percentuais para encerrar a temporada em 14,8%. (Fonte: InfoMoney)

Banco Cruzeiro do Sul reverte prejuízo e tem lucro de R$ 39,7 mi no primeiro trimestre
O Banco Cruzeiro do Sul (CZRS4) apresentou lucro líquido de R$ 39,7 milhões no primeiro trimestre deste ano, revertendo o prejuízo de R$ 21,8 milhões obtido entre janeiro e março do ano passado.

De acordo com a companhia, "o lucro líquido trimestral foi impactado por receitas e despesas não-recorrentes advindas de procedimento de marcação a mercado da carteira de títulos e valores mobiliários e despesas com o processo de follow-on no valor de R$ 11,5 milhões". O lucro recorrente do período ficou em R$ 28,2 milhões, "em linha ao do 4T09".

O banco destacou ainda que a comparação do resultado apresentado no primeiro trimestre de 2010 com o primeiro trimestre de 2009 é prejudicada devido à diferença nos procedimentos contábeis utilizados nos períodos analisados.

Carteira de crédito A carteira de crédito do banco alcançou R$ 4,82 bilhões, divididos em R$ 4,40 bilhões de crédito pessoal consignado, R$ 116,7 milhões de operações financiadas através do cartão de crédito consignado, e R$ 306,0 milhões no segmento de pequenas e médias empresas.

"Destacamos a nossa originação de crédito pessoal consignado nos últimos quatro trimestres, que somou R$ 3,5 bilhões, com média de R$ 298 milhões por mês, apresentando crescimento de 46,2% ao originado no mesmo período de 2008/2009 (R$ 2.446,3 milhões), ratificando a retomada de nossa produção de crédito consignado", comentou o banco.

O resultado bruto de intermediação financeira atingiu R$ 202 milhões, representando uma expansão de 10,1% em relação ao mesmo período de 2009 (R$ 183,5 milhões) e 232% em relação ao mesmo período de 2008 (R$ 60,8 milhões). (Fonte: InfoMoney)

Banco Sofisa fecha primeiro trimestre com lucro líquido de R$ 10 milhões
O Banco Sofisa (SFSA4) registrou no primeiro trimestre de 2010 lucro líquido de R$ 10 milhões, o que indica queda de 5,2% em relação aos R$ 10,6 milhões reportados no mesmo período do ano passado. No entanto, a instituição aponta que, "desconsiderando os efeitos das participações dos empregados (PLR)", o lucro líquido destes três primeiros meses de 2010 foi de R$ 13,3 milhões, o que sinalizaria uma evolução de 13% na comparação com o mesmo quarto de 2009.

Já a carteira de crédito da companhia totalizou R$ 3,11 bilhões entre janeiro e março, crescimento de 16% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Desse total, R$ 1,86 bilhão foi destinado ao segmento Empresas - alta de 19,1% na mesma base comparativa. O R$ 1,25 bilhão restante corresponde à carteira de varejo, o que mostra um aumento de 11,7% ao montante visto há 12 meses.

Mudança de foco O Banco Sofisa anunciou que passará a focar suas operações exclusivamente ao segmento corporativo, tendo em vista a conclusão da venda de sua operação de varejo para a Credifibra/GVI, braço de varejo da instituição.

"A partir de agora, voltamos exclusivamente aos negócios com empresas, onde acreditamos ter vantagem competitiva. Nesse segmento, que tradicionalmente apresenta margens superiores a do varejo, atuamos desde 1990 tendo criado um modelo de negócio único calcado no estreito relacionamento e entendimento das necessidades dos clientes", disse o diretor presidente do banco, Gilberto Maktas Meiches.

Além disso, Meiches disse que, tendo em vista o cenário macroeconômico favorável esperado para o Brasil, sente-se mais encorajado "a retomar com vigor o crescimento de nossa carteira de crédito de forma a voltarmos ao patamar histórico de rentabilidade do banco". (Fonte: InfoMoney)

Paraná Banco aumenta lucro em 23%, para R$ 22,3 mi
(Eduardo Puccioni)
O Paraná Banco apresentou ontem seus resultados financeiros referentes ao primeiro trimestre de 2010. No período, a instituição financeira obteve lucro líquido de R$ 22,360 milhões, representando uma retração de 23,1% se comparado ao trimestre anterior, quando o banco havia registrado lucro líquido de R$ 29,066 milhões.

Já no comparativo com o mesmo período do ano passado, o Paraná Banco finalizou o trimestre com alta de 10,2%. Na ocasião, o lucro líquido havia sido de R$ 20,293 milhões. "O primeiro trimestre de 2010 confirma a retomada da atividade econômica no Brasil, impulsionada por efeitos favoráveis, como o aumento da renda dos trabalhadores, estímulos fiscais à compra de bens duráveis e os benefícios oriundos de uma política monetária expansionista ainda vigente. A estratégia tem como objetivo impulsionar o crescimento econômico", destaca o banco, no balanço.

A carteira de crédito da instituição encerrou o primeiro trimestre com R$ 1,338 bilhão, um crescimento de 3,2% se comparado ao quarto trimestre do ano passado, quando o montante era de R$ 1,297 bilhão. O aumento é ainda maior quando comparado ao mesmo período do ano passado, finalizando os 12 meses com alta de 21%.

"O primeiro trimestre de 2010 também confirma a recuperação do mercado de crédito no Brasil que, com o ritmo acelerado de recuperação da atividade econômica e com boas perspectivas de expansão no restante do ano, incrementaram a procura das empresas por crédito. A demanda tem sido tanto para capital de giro quanto para financiamento de novos investimentos, tendência que deverá prevalecer ao longo dos próximos meses", afirmou o banco.

O índice de Adequação de Capital, conforme os critérios exigidos pelo Banco Central, e que já contemplam o novo Acordo da Basileia (Basileia II), encerrou o primeiro trimestre do ano com uma margem para o limite de Basileia de R$ 514,9 milhões. O índice de Basileia no período é de 36%.

A inadimplência do crédito referencial, que consiste nos atrasos superiores a 90 dias, manteve tendência de queda, ficando em 5,2% em março, uma retração de 0,1 ponto percentual no mês. A variação mensal no segmento de pessoa física recuou 0,3 p.p., representando 7% da carteira. A inadimplência no segmento de pessoas jurídicas recuou 0,1 p.p., e corresponde a 3,6% da carteira.

A fonte de captação do banco são os depósitos a prazo. No 1º trimestre, os depósitos somaram R$ 1,062 bilhão, com um aumento na participação de investidores institucionais e de pessoas jurídicas e físicas. Do total, R$ 133,4 milhões foram emitidos em DPGE (Depósito a Prazo com Garantia Especial do Fundo Garantidor de Crédito). (Fonte: DCI)

Lucro da Caixa cresce 72% no primeiro trimestre e alcança R$ 777,5 milhões
(Tatiana Resende)
Impulsionado pelo crescimento do financiamento habitacional, o lucro líquido da Caixa Econômica Federal teve alta de 72,1% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período no ano passado, para R$ 777,5 milhões.

As informações foram repassadas pela presidente do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho, que participou nesta quinta-feira da abertura da sexta edição do Feirão da Casa Própria em São Paulo. "O crédito imobiliário desponta como o grande alavancador desse resultado", disse, destacando o avanço de 58,2% no saldo dessa carteira ante igual período em 2009, totalizando R$ 77,8 bilhões.

As contratações somaram R$ 14,5 bilhões no primeiro trimestre. Até o último dia 10 de maio, último dado divulgado, o valor já atingiu R$ 22,47 bilhões, beneficiando 373.316 famílias, com crescimento de 126% em valor e 71% em quantidade.
A inadimplência com atraso superior a 90 dias ficou estável na comparação entre os três primeiros meses do ano de 2009 e de 2010, em 1,9% da carteira de crédito imobiliário.

A presidente da Caixa destacou ainda, dentro do segmento habitacional, as contratações com recursos da caderneta de poupança, que atingiram R$ 7 bilhões no trimestre, com alta de 82,4%. O banco federal vem ganhando espaço nesse mercado, antes dominado pelas instituições privadas, desde o agravamento da crise econômica.
"Isso se deve ao posicionamento estratégico da instituição de se firmar de fato como o grande agente habitacional no país", afirmou, lembrando que as condições de financiamento são semelhantes àquelas oferecidas antes da turbulência mundial.

Com isso, nos três primeiros meses do ano, a Caixa detinha 75,3% do saldo da carteira de crédito habitacional no país, considerando todas as fontes de recursos, elevando a fatia contabilizada em igual intervalo em 2009 (70,8%).

Sobre os seguidos recordes de contratação no financiamento habitacional, a presidente da Caixa disse que "a expectativa é crescer com o Brasil", destacando uma análise criteriosa do risco de crédito dos clientes. Para ela, o aumento da renda formal e do número de empregos no país vão "possibilitar que o cidadão tenha uma condição de pagamento das suas obrigações".

Os números apontam nessa direção. Do total de empréstimos, 74,2% estão classificados com nível de risco entre AA e B, patamar bem superior ao contabilizado há um ano (65,4%). Na faixa intermediária (C-D), passou de 27,1% para 19,5% e aqueles com maior risco de não honrar os pagamentos (E-H) foram de 7,5% para 6,2% nesse período.

Carteira comercial
Já o saldo da carteira comercial atingiu R$ 47,3 bilhões em 31 de março, com acréscimo de 41,8% em 12 meses. No primeiro trimestre, o volume das contratações e repasses somou R$ 22 bilhões, com destaque para o financiamento direcionado para os consumidores R$ 11,1 bilhões, com alta de 13,2%.

A inadimplência nessas operações recuou de 3,8% para 3,2% no comparativo entre o final dos meses de março de 2009 e de 2010. Maria Fernanda ressaltou ainda que, do total de empréstimos, 84,3% estão classificados com nível de risco entre AA e B, com evolução de 5,6 pontos percentuais em relação a março de 2009. "Isso significa que a qualidade dos tomadores desse crédito é melhor do que em março do ano passado".

No final do primeiro trimestre, a Caixa possuía R$ 364,3 bilhões em ativos, com expansão de 16,6% no comparativo com o primeiro trimestre de 2009. (Fonte: Folha Online)

Lucro do Banco do Brasil sobe 41% no 1º tri, mas fica abaixo do Itaú
O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 2,35 bilhões no primeiro trimestre deste ano, com um crescimento de 41,2% no comparativo com igual período do ano passado, de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira.

Com esse resultado, o Itaú Unibanco, que anunciou o resultado na semana passada (R$ 3,23 bilhões), continua então a ser o banco com o maior ganho da história entre as instituições financeiras brasileiras no intervalo de janeiro a março, de acordo com pesquisa da Economática. O BB aparece logo em seguida, ultrapassando o seu próprio desempenho nesse período em 2008 (veja lista abaixo).

A rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido do Banco do Brasil ficou em 28%.

Impulsionadas pelo crescimento do crédito, as receitas financeiras totalizaram R$ 18,6 bilhões nos três primeiros meses deste ano, com alta de 21,6% sobre o mesmo período de 2009. Desse total, as receitas com operações de crédito somaram R$ 12,5 bilhões, registrando expansão de 39,4%.

Os ativos do Banco do Brasil chegaram a R$ 724,9 bilhões em março, e a carteira de crédito totalizou R$ 305,6 bilhões, subindo 26,3% na comparação com o primeiro trimestre de 2009.

O crédito para consumidores teve expansão de 55,5% em 12 meses, atingindo R$ 95,1 bilhões. O montante representa 31,1% da carteira total, elevando a participação (25,3%) registrada no mesmo período do ano anterior. Reforçado pela parceria com o Votorantim, o financiamento para veículos cresceu 200,3% em um ano, para R$ 21 bilhões.

No segmento empresarial, a carteira de crédito teve expansão de 25,8% em 12 meses, totalizando R$ 128,1 bilhões, com destaque para os empréstimos para capital de giro.
Na média, a inadimplência, considerando atrasos superiores a 90 dias, atingiu 3,1% da carteira ao final do primeiro trimestre.

Veja os 10 maiores lucros do primeiro trimestre entre bancos brasileiros
Itaú Unibanco - R$ 3,234 bilhões (2010)
Banco do Brasil - R$ 2,351 bilhões (2010)
Banco do Brasil - R$ 2,347 bilhões (2008)
Banco do Brasil - R$ 2,343 bilhões (2006)
Bradesco - R$ 2,103 bilhões (2010)
Bradesco - R$ 2,102 bilhões (2008)
Itaú Unibanco - R$ 2.043 bilhões (2008)
Itaú Unibanco - R$ 2,015 bilhões (2009)
Itaú Unibanco - R$ 1,902 bilhões (2007)
Bradesco - R$ 1,723 bilhão (2009)
(Fonte: Folha Online)

Lucro do Mercantil do Brasil sobe para R$ 113,5 milhões no 1º trimestre
O Mercantil do Brasil obteve lucro líquido de R$ 113,587 milhões no primeiro trimestre do ano, bem acima dos ganhos de R$ 5,656 milhões registrados em igual período de 2009.
A carteira de ativos da instituição financeira subiu 10%, para R$ 8,6 bilhões, sendo que o saldo de crédito atingiu R$ 4,543 bilhões, um aumento de 8%.

Na esteira desses resultados, o banco mineiro revisou de 18% para 34% a projeção ao crescimento nas operações de crédito neste ano.
O banco também atribui o avanço no lucro ao ganho extraordinário decorrente da ação judicial sobre o recolhimento indevido de Cofins nos últimos anos, que rendeu ao banco o reconhecimento de crédito de R$ 180 milhões.

A instituição financeira também informa que a conquista de cinco lotes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) na concorrência pública de agosto de 2009 já garantiu um crescimento de 7% na base de correntistas nos primeiros meses deste ano. (Fonte: Valor Econômico)

Lucro do Itaú Unibanco cresce 60,5% no 1º tri e atinge R$ 3,2 bilhões
Carteira de crédito do banco atinge R$ 284,7 bilhões no período, com crescimento de 4,4% (Altamiro Silva Júnior)
O Itaú Unibanco anunciou lucro líquido de R$ 3,234 bilhões no primeiro trimestre de 2010, expansão de 60,5% em relação a igual período do ano passado.

Os ativos totais do banco somaram R$ 634,663 bilhões, expansão de 1,6% em relação a março do ano passado.
O patrimônio líquido do Itaú ficou em R$ 52,974 bilhões. A expansão em comparação ao primeiro trimestre de 2009 foi de 17,7%.

Carteira de crédito
A carteira de crédito do Itaú Unibanco, incluindo avais e fianças, atingiu R$ 284,7 bilhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 4,4% quando comparada ao mesmo período do ano passado. O segmento de pessoa física teve crescimento mais expressivo que os empréstimos para empresas.

A carteira de crédito de pessoa física atingiu R$ 104,3 bilhões, com crescimento de 12,5% quando comparada a igual período de 2009. Já a carteira de crédito de micro, pequenas e médias empresas atingiu R$ 64,3 bilhões, com crescimento de 24,7% em igual período de comparação. A carteira de grandes empresas atingiu R$ 89,1 bilhões.

O lucro líquido contábil do banco no primeiro trimestre, de R$ 3,234 bilhões, gera uma rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio (ROE) de 25% - ante 18,2% no período de janeiro a março de 2009.

Considerando o lucro líquido recorrente, que foi de R$ 3,168 bilhões, o ROE passa a 24,4%, comparado ao de 23,1% no primeiro trimestre de 2009.
Os recursos próprios livres, captados e administrados totalizaram R$ 894,1 bilhões, com crescimento de 10,4% quando comparado a 31 de março de 2009. (Fonte: Estadão)

Lucro do Santander dobra no Brasil
O Santander Brasil anunciou nesta quinta-feira que teve lucro líquido consolidado de R$ 1,015 bilhão no primeiro trimestre, mais do que o dobro do resultado obtido um ano antes.

No fim do primeiro quarto do ano, a carteira de crédito do maior banco estrangeiro no país era de R$ 144,124 bilhões, com uma tímida elevação de 3,6% sobre os R$ 139,097 bilhões de um ano antes, com destaque para o varejo, com expansão de 8,8% no período.

O volume de despesas com provisões para perdas, que era de R$ 2,41 bilhões no fim de 2009, teve leve recuo, para R$ 2,34 bilhões. (Fonte: Folha Online)

Lucro do Bradesco sobe 22% e bate R$ 2,1 bilhões no 1º trimestre
O Bradesco teve lucro líquido de R$ 2,103 bilhões no primeiro trimestre, informou o terceiro maior banco brasileiro nesta quarta-feira. O resultado foi 22,1% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, mas 3,6% menor ante o quarto trimestre.
No resultado ajustado (que retira itens extraordinários), o banco lucrou R$ 2,147 bilhões, ou 9,8% a mais ante o primeiro trimestre do ano passado.

Ao final do mês de março, a carteira de crédito do banco era de R$ 235,2 bilhões com um avanço de 10,4% sobre 12 meses antes. O destaque ficou com o desempenho dos empréstimos para pessoa física, que cresceu 16,7%, para R$ 86 bilhões. Já a carteira de pessoa jurídica avançou 7,1%, para R$ 149,2 bilhões.

Apesar do crescimento da carteira, o banco reduziu em mais de 20% a provisão para devedores duvidosos fruto da forte queda nas taxas de inadimplência. A provisão nos três primeiros meses deste ano foi de R$ 2,188 bilhões queda de 20,8% ante igual intervalo de 2009.

Apenas ao longo dos últimos três meses, a taxa de inadimplência de mais de 90 dias caiu 0,5 ponto percentual, de 4,9% em dezembro do ano passado para 4,4% em março. A queda mais expressiva foi na inadimplência da pessoa física, que foi de 7,4% para 6,7%.

No período, o volume total de depósitos no banco ficou praticamente estável, a R$ 170,7 bilhões 1% a mais ante o mesmo período do ano passado e queda de 0,1% ante o quarto trimestre.
Os ativos do Bradesco eram ao final de março de R$ 532,6 bilhões 10,5% a mais do que em março de 2009 e 5,2% de avanço ante dezembro. (Fonte: Folha Online)

 
Ano Banco Período Lucro

2

0

0

9

Banco do Brasil 2009 R$ 10,148 bilhões
Itaú Unibanco 2009 R$ 10,066 bilhões
Bradesco 2009 R$ 8,0 bilhões
BNDES 2009 R$ 6,7 bilhões
Santander Brasil 2009 R$ 5,5 bilhões
Caixa Econômica Federal 2009 R$ 2,9 bilhões
Banco Votorantim 2009 R$ 801,7 milhões
BMG 2009 R$ 522 milhões
Banco de Brasília (BRB) 2009 R$ 190,5 milhões
Paraná Banco 2009 R$ 104,3 milhões
Banco Pine 2009 R$ 85 milhões
Banco Cruzeiro do Sul 2009 R$ 81,9 milhões
Banco Rural 2009 R$ 50 milhões
Banpará 2009 R$ 43,69 milhões
Mercantil do Brasil 2009 R$ 40 milhões
Itaú Janeiro à setembro R$ 6,853 bilhões
BB Janeiro à setembro R$ 5,992 bilhões
Bradesco Janeiro à setembro R$ 5,831 bilhões
Caixa Econômica Federal Janeiro à setembro R$ 2,027 bilhões
Banrisul Janeiro à setembro R$ 356,8 milhões
BRB Janeiro à setembro R$ 134,4 milhões
Itaú 1º semestre R$ 4,586 bilhões
Bradesco 1º semestre R$ 4,02 bilhões
Banco do Brasil 1º semestre R$ 4,01 bilhões
HSBC 1º semestre R$ 2,1 bilhões
Santander 1º semestre R$ 1,874 bilhão
Caixa Econômica Federal 1º semestre R$ 1,158 bilhão
BNDES 1º semestre R$ 702 milhões
Banco Votorantim 1º semestre R$ 400,4 milhões
Banrisul 1º semestre R$ 210,8 milhões
BMG 1º semestre R$ 176 milhões
BicBanco 1º semestre R$ 156,3 milhões
Banco do Nordeste (BNB) 1º semestre R$ 133,8 milhões
Banco de Brasília (BRB) 1º semestre R$ 71,8 milhões
Paraná Banco 1º semestre R$ 54,1 milhões
Banco Mercantil do Brasil 1º semestre R$ 18,08 milhões
Banco Central do Brasil 1º semestre R$ 941 milhões
Itaú 1º trimestre R$ 2,015 bilhões
Bradesco 1º trimestre R$ 1,723 bilhão
Banco do Brasil 1º trimestre R$ 1,665 bilhão
Caixa Econômica Federal 1º trimestre R$ 452 milhões
Santander 1º trimestre R$ 416,4 milhões
Banrisul 1º trimestre R$ 106,5 milhões
BicBanco 1º trimestre R$ 74,3 milhões
Panamericano 1º trimestre R$ 17,5 milhões

Lucro 2009

Banco Cruzeiro do Sul lucra R$ 41 milhões no 4º trimestre
O Banco Cruzeiro do Sul (CZRS4) reportou lucro líquido de R$ 41,1 milhões no quarto trimestre de 2009, ante ganhos de R$ 1,1 milhões apurados no mesmo período do ano anterior. Em 2009, a instituição financeira lucrou R$ 81,9 milhões.

A carteira de crédito alcançou ao final de dezembro R$ 4,553 bilhões. Este valor pode ser dividido em R$ 4,149 bilhões de crédito pessoal consignado, R$ 127,4 milhões de operações financiadas através do cartão de crédito consignado, e R$ 276,3 milhões no segmento de pequenas e medias empresas;
Ao final do quarto trimestre de 2009, o patrimônio líquido somava R$ 1,068 bilhão.O Índice de Basileia encerrou em 16,1%. (Fonte:JB Online)


Banco Rural fecha 2009 com lucro de R$50 mi
O Banco Rural continua intenso trabalho de readequação de suas atividades, com redução de despesas e otimização das estruturas internas, como a centralização do "back-office" em Belo Horizonte. O objetivo é recolocar o banco na trilha do crescimento depois do forte baque sofrido com a crise do mensalão, em 2005, logo na sequência da quebra do Banco Santos, em 2004. Os dois eventos derrubaram a carteira de crédito da instituição de R$ 5 bilhões para R$ 400 milhões.

A recente crise internacional, no entanto, acabou colaborando com a nova estratégia. Isso porque a carteira de crédito alocada no balanço passou de R$ 1,05 bilhão, em dezembro de 2008, para R$ 1,85 bilhão no fim do ano passado. A explicação é que o banco estava preparado e com dinheiro em caixa, o que permitiu acelerar as concessões e recuperar fatia de mercado, avalia João Heraldo Lima, presidente do banco.

A maior evolução se deu na carteira de crédito corporativo, que chegou a R$ 1,45 bilhão, contra R$ 500 milhões em 2008. "Encontramos espaço para crescer e reconquistar clientes antigos", diz Vinicius Samarane, vice-presidente administrativo.
Dessa forma, a participação dos empréstimos de pequenas e médias empresas passou a representar 80% do total da carteira, enquanto o estoque de crédito consignado se manteve praticamente constante.

O banco registrou ainda queda na inadimplência, de 7,6%, em 2008, para 2,5% em 2009, fruto, também, do aumento do estoque de linhas.
Para este ano, o objetivo é registrar nova expansão das concessões, da ordem de 50%, completa Heraldo, tanto entre as empresas, quanto na pessoa física.

Para fazer frente a essa evolução, o banco recebeu mais uma injeção de capital dos acionistas. Em janeiro deste ano, foi feito um aporte de R$ 25 milhões, que se soma aos R$ 100 milhões colocados no fim de 2007. Com a nova integralização, o índice de Basileia sobe para 12,75%, permitindo o crescimento vislumbrado pela administração, afirma José Roberto Salgado, vice-presidente operacional.
O lucro líquido da instituição atingiu R$ 49,851 milhões, ligeira queda em relação ao ano anterior (R$ 50,854 milhões). O patrimônio líquido ficou em R$ 387 milhões, do qual decorre a rentabilidade de 12,7%. A captação cresceu 42% no ano. "Estamos nos preparando para um salto no futuro e talvez até abrir o capital", diz Heraldo. (Fonte: Valor Econômico)


Lucro do Banpará cai 44,26% em 2009
O Banco do Estado do Pará (Banpará) (BPAR3) anunciou hoje que registrou queda de 44,26% no lucro líquido em 2009, somando R$ 43,695 milhões ante R$ 78,397 milhões contabilizados no ano anterior.
Já o patrimônio líquido do banco registrou aumento de 18,15% no ano passado, variando para R$ 211,280 milhões.
O índice de Basiléia da instituição, por sua vez, chegou a 24,63%. (Fonte: JB Online)

Lucro do Banco de Brasília soma R$ 190 milhões em 2009
O Banco de Brasília (BRB) obteve lucro líquido de R$ 190,5 milhões em 2009, demonstrando expansão de 72,6% em relação ao obtido no ano anterior. Com isso, a instituição financeira teve rentabilidade sobre o patrimônio líquido de 32,8% em 2009, ante 26% em 2008.

Ao final de dezembro, o patrimônio líquido foi de R$ 581,4 milhões, com crescimento de 37% em relação ao exercício do ano anterior.

As operações de crédito somaram R$ 3,246 bilhões entre janeiro e dezembro de 2009, o que significou acréscimo de 20% na comparação com os mesmos meses do ano anterior. O Índice de Basileia foi de 15,85% em 2009. (Fonte: JB Online)


Banco Pine fecha 2009 com lucro de R$ 85 milhões
(Eduardo Campos)
O Banco Pine, especializado no atendimento a empresas, terminou o quarto trimestre de 2009 com lucro líquido de R$ 21,1 milhões, crescimento de 6,7% sobre os R$ 19,8 milhões embolsados em igual período do ano passado. Já em todo o ano de 2009, o ganho líquido caiu 36%, de R$ 132 milhões, para R$ 85 milhões.

A carteira de crédito somava R$ 4,75 bilhões no final de dezembro, montante 11,5% maior que o registrado um ano antes. O crédito a empresas, que perfaz 87% do total, subiu 34%, para R$ 4,11 bilhões. Já no segmento pessoa física, foi verificada uma retração de 54%, para R$ 496 milhões.
O banco destaca a qualidade da carteira, que tem 97,9% de sua composição classificada entre AA e C em dezembro de 2009. Já a cobertura da carteira de crédito D-H atingiu 94,1%.

A despesa de provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD) somou R$ 7,09 milhões entre outubro e dezembro do ano passado, mais de quatro vezes menor que os R$ 26 milhões reparados em igual período de 2008.
Por conta da melhora do cenário de crédito e da qualidade geral da carteira, o banco decidiu reverter R$ 14,3 milhões da provisão adicional de R$ 20,6 milhões efetuada no quarto trimestre de 2008.

O resultado operacional subiu 29% no quarto trimestre, para R$ 38,2 milhões, quando comparado com igual período de 2008. Mantida a base de comparação, o resultado da intermediação financeira cresceu 15%, para R$ 125 milhões.
O retorno anualizado sobre patrimônio líquido médio fechou o trimestre em 10,7%, acima do 9,9% observado no quarto trimestre. Mas em todo o ano, o retorno caiu de 16,3% em 2008 para 10,3% em 2009. (Fonte: Valor Econômico)

O maior da história: lucro contábil do BB atinge R$ 10,148 bilhões em 2009, alta de 15,3%
Desconsiderando itens não recorrentes, o ganho líquido foi de R$ 6,833 bilhões, um crescimento de 2,2%
(Ana Paula Ribeiro e Luana Pavani)
O Banco do Brasil (BB) registrou em 2009 um o lucro contábil de R$ 10,148 bilhões, alta de 15,3% na comparação com igual período do ano anterior.
Ao desconsiderar os itens não recorrentes, que somaram em 2009 R$ 3,3 bilhões, o lucro líquido recorrente somou R$ 6,833 bilhões, um crescimento de 2,2%.

O retorno sobre o patrimônio líquido médio em 2009 ficou em 30,7%, abaixo dos 32,5% registrados em 2008.
O total de ativos do BB chegou ao final de dezembro em R$ 708,549 bilhões, um crescimento de 36%. Esse volume de ativos confirma o banco federal como a maior instituição financeira do País.

A carteira de crédito do banco federal ao final de dezembro era de R$ 300,829 bilhões, valor que indica um crescimento de 33,8% sobre o volume de empréstimos de dezembro de 2008.
No quarto trimestre de 2009 um lucro líquido recorrente de R$ 1,819 bilhão, valor que indica um crescimento de 11,9% na comparação com igual período de 2008. Contribuíram para esse resultado, principalmente, o maior volume de operações de crédito e as receitas com prestação de serviços.

Já o lucro líquido contábil, que inclui efeitos extraordinários, foi de R$ 4,155 bilhões, crescimento de 41,1% em relação ao quarto trimestre do ano anterior.
Considerando o lucro recorrente, o retorno sobre o patrimônio líquido médio ficou em 22,5% no quarto trimestre, ante 24,5% em igual período de 2008. Já o retorno sobre o PL médio levando em conta o lucro contábil ficou em 56,8% entre outubro e dezembro do ano passado, ante 47,4% de igual período de 2008. (Fonte: Estadão)

No último trimestre, o lucro líquido do BB saltou 41,1% e ficou em R$ 4,15 bilhões. Confira abaixo os dez maiores lucros da história dos bancos brasileiros segundo levantamento da Economatica.

Banco Lucro líquido - Ano ajustado pelo IGPDi
1  – Banco do Brasil R$ 10,15 bilhões 2009
2  – Itaú Unibanco R$ 10,06 bilhões 2009
3  – Itaú R$ 9,11 bilhões 2007
4  – Banco do Brasil R$ 8,67 bilhões 2008
5  – Bradesco R$ 8,61 bilhões 2007
6  – Bradesco R$ 8,01 bilhões 2009
7  – Itaú R$ 7,69 bilhões 2008
8  – Bradesco R$ 7,51 bilhões 2008
9  – Banco do Brasil R$ 7,01 bilhões 2006
10– Bradesco R$ 6,64 bilhões 2005

Lucro do Banco Votorantim no trimestre atinge R$ 300 milhões
(Fernando Travaglini e Eduardo Campos)
Já refeito da crise e completando um ano de parceria com o Banco do Brasil, o Banco Votorantim encerrou o quarto trimestre do ano com lucro líquido de R$ 300 milhões. O resultado é mais do que o dobro do apurado no mesmo período do ano anterior (R$ 128 milhões).

Metade desse valor já será contabilizado no balanço do quarto trimestre do BB, a ser divulgado no próximo dia 25 - em janeiro do ano passado, o BB chegou a acordo para pagar R$ 4,2 bilhões por 49,99% do capital votante e 50% do capital total do Votorantim. Indiretamente, o número agradou ao mercado. As ações do banco estatal registraram alta de 0,89%, contra 0,32% do Itaú e queda de Bradesco (0,62%) e Santander (0,54%).

Mas os ganhos com a parceria ainda não foram totalmente capturados, diz Milton Roberto Pereira, vice-presidente do Votorantim, já que o acordo só foi concretizado em setembro, com a aprovação do Banco Central.
Segundo ele, há no momento 22 frentes de trabalho conjuntas que envolvem mais de 100 profissionais das duas instituições para discutir estratégias de atuação. Entre os pontos estudados estão a entrada do banco no segmento de concessionárias de veículos para financiamento de carros novos e a venda de fundos do Votorantim na rede do BB.

A recuperação vista no quarto trimestre já indica uma tendência para este ano, afirma Pereira. O retorno sobre o patrimônio nos últimos três meses do ano atingiu 18%, acima dos 12% registrados na média do ano.
No acumulado no ano, no entanto, o lucro líquido fechou em R$ 801,7 milhões, queda de 11% sobre 2008. Parte dessa redução é explicada pelas despesas com provisão para calotes, diz Pereira, dado o aumento da inadimplência ao longo do ano. A parcela da carteira classificada entre AA e C representava 95,5% da carteira no fim do ano, piora em relação ao fechamento de 2008 (97,1%).

A carteira de crédito da instituição apresentou crescimento de 16% - incluindo avais e fianças - para R$ 53,5 bilhões. Destaque para o segmento de varejo, que inclui a BV Financeira e a BV Leasing, onde o avanço foi de 36,3%, para R$ 26,3 bilhões.
Para este ano, o crescimento do saldo deve ficar entre 30% e 40%, com algumas linhas, como consignado e pequenas e médias empresas, avançando ainda mais, afirma Pereira.
A Votorantim Corretora teve crescimento de 11% no volume de operações, atingindo R$ 49 bilhões transacionados. Já a Votorantim Asset Management teve avanço de 20% na carteira sob gestão, para R$ 21,8 bilhões. (Fonte: Valor Econômico)

Lucro do BNDES atinge R$ 6,7 bilhões e cresce 26,8% em 2009
(CIRILO JUNIOR)
O BNDES registrou um lucro líquido de R$ 6,7 bilhões para o ano de 2009, em um crescimento de 26,8% sobre o resultado de 2008. O desempenho foi influenciado pelo crescimento das operações de intermediação financeira, dos dividendos e da reversão de provisões (reservas) por conta de r contingências cíveis.

O resultado da intermediação financeira foi de R$ 5,8 bilhões, em função do crescimento das carteiras de crédito e de títulos e valores mobiliários.

O banco fechou 2009 com uma carteira de crédito de R$ 280 bilhões. Com isso, a participação do BNDES na oferta total de crédito da economia subiu de 17% para 20% entre 2008 e 2009. O banco desembolsou no ano passado R$ 137 bilhões em recursos para o setor produtivo.

O patrimônio líquido totalizou R$ 27,6 bilhões, o que corresponde a um patrimônio de referência de R$ 54 bilhões, acima dos R$ 42,5 bilhões registrados no final de 2008. O patrimônio de referência é a base utilizada pelo Banco Central para estabelecer limites prudenciais, que devem ser seguidos pelas instituições financeiras. Quanto maior esse patrimônio, maior a capacidade de concessão de crédito.
Os ativos totais do BNDES somaram R$ 386,6 bilhões em 2009, em um incremento de 39,4% sobre o balanço anterior. (Fonte: Folha Online)

 

Lucro do BNP Partibas sobe
O banco BNP Paribas, maior listado em Bolsa de Valores da França, assumiu provisões para dívidas de difícil recuperação menores do que o esperado no quarto trimestre, encerrando o período com lucro acima das estimativas. A instituição afirmou que as provisões vão se manter em baixa em 2010.

O resultado do trimestre passado é maior que o do período imediatamente anterior e marca a virada ante um grande prejuízo registrado um ano antes. O lucro líquido subiu 4,6%, para 1,365 bilhão de euros (US$ 1,9 bilhão), também apoiado em resultado maior na área de banco de investimento e pela aquisição de ativos do Fortis. A receita ficou ligeiramente abaixo do previsto, em 10,06 bilhões de euros.

O presidente-executivo, Baudouin Prot, afirmou que espera que o custo de risco caia neste ano e que o BNP tenha uma exposição relativamente pequena aos problemas da economia da Grécia. O rival Société Générale divulga seus números na quinta-feira, enquanto o Crédit Agricole e o BPCE publicam balanços na próxima semana. O setor global de bancos tem até agora divulgado resultados que apontam para lados diferentes, com lucros maiores de Barclays, Credit Suisse e JP Morgan contrastando com prejuízos de Citigroup e Bank of America e retiradas de recursos de clientes sendo registradas no UBS. (Fonte: Valor Econômico)

 

Lucro do Paraná Banco cresce 24% com operações de seguros
(Marli Lima)
O Paraná Banco teve no quarto trimestre de 2009 lucro líquido de R$ 29 milhões, 81% maior que os R$ 16 milhões registrados de outubro a dezembro de 2008. No ano, os ganhos somaram R$ 104,3 milhões, o que representa crescimento de 24% sobre os R$ 84 milhões obtidos no exercício anterior. Especializada em crédito consignado, a instituição tem reforçado a área de seguros, que respondeu por 51% do lucro do quarto trimestre e por 43% do ganho anual.
 

Na opinião do diretor de relações com investidores, Cristiano Malucelli, o resultado foi melhor que o esperado. "No começo do ano a expectativa era muito ruim", lembra. No balanço divulgado ontem, o banco mostra que o resultado bruto da intermediação financeira caiu de R$ 72 milhões para R$ 49,2 milhões no quarto trimestre.
A queda é justificada pela redução nas receitas com operações por causa de cessões de crédito feitas antes do encerramento de 2008. "Foi um ponto fora da curva. Sem a cessão, o crescimento seria de 0,8%", diz o diretor.
 

Sobre o crescimento da área de seguros, Alexandre Malucelli, vice-presidente da J. Malucelli Seguradora, explica que a empresa, líder na América Latina em seguro garantia, está em um mercado em desenvolvimento. Segundo ele, o atual momento econômico "representa uma oportunidade única", por causa de investimentos em infraestrutura, eventos esportivos, construção civil e outros. Para efeito de comparação, a área de seguros teve lucro de R$ 23 milhões em 2008 e de R$ 44 milhões em 2009, por isso aumentou a participação no resultado total.

O empresário disse que em 2010 deve iniciar atividades em outros países. A primeira experiência deve ser na Colômbia. A seguradora já aproveitou oportunidades no passado para atuar no Equador e na República Dominicana, mas agora vê o mercado externo como oportunidade e aguarda homologação de seu registro em quase toda a América Latina.
 

A carteira de crédito do Paraná Banco somou R$ 1,29 bilhão no quarto trimestre. O crédito consignado, que respondia por 92% da carteira, caiu para 84%. Cristiano Malucelli adianta que os empréstimos para pessoa jurídica e o CDC Lojista devem crescer. Segundo ele, com a emissão de eurobonds no valor de US$ 100 milhões, concluída em dezembro, cerca de um terço da necessidade de captação foi resolvida.
O Paraná Banco possui nove lojas próprias e 82 franquias no Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. A meta é abrir mais cinco franquias e quatro lojas próprias em 2010. Está em estudo a abertura de uma unidade em Salvador. "Onde há carteira grande, a intenção é atender o cliente diretamente", explica Malucelli . (Fonte: Valor Econômico)

 

Lucro da Caixa caiu 22% no ano da crise
A Caixa Econômica Federal (CEF) registrou lucro líquido de R$ 2,9 bilhões em 2009, um resultado 22% inferior ao de 2008. Os números serão divulgados hoje.
A queda do lucro em 2009 reflete a atuação agressiva da Caixa no ano da crise no mercado para compensar a escassez de crédito dos bancos privados naquele momento.
 

Numa ação determinada pelo governo, os bancos públicos, Banco do Brasil, Caixa e BNDES, irrigaram o mercado de crédito para fazer com que o País sofresse o menor efeito possível da crise.
A ação deu resultado. O Brasil foi um dos países que menos sentiu a crise. Os cálculos são de que o PIB deva registrar crescimento zero ou até mesmo uma pequena queda, o que deve ser visto como um resultado positivo em relação ao resto do mundo. O IBGE divulga os dados nos próximos dias.
 

Os números de 2009 da Caixa são bastante diferentes dos registrados no ano anterior. Em 2008, o lucro da instituição tinha crescido nada menos do que 62,4% em relação a 2007.
O resultado de tesouraria (quanto os bancos ganham com câmbio e juros) da Caixa também registraram queda em 2009.

Enquanto o lucro da Caixa caiu 22% no ano da crise, o resultado dos bancos privados subiu 24%, de acordo com uma prévia feita pela Austin Rating com base no levantamento dos balanços de oito bancos já publicados. (Fonte: IG coluna Guilherme Barros)

Mercantil do Brasil lucra R$ 40 milhões e eleva capital
(Cesar Felício)
O Banco Mercantil do Brasil (MB), único de varejo com sede em Minas Gerais, anunciou na quarta-feira (10) um lucro de R$ 40 milhões em 2009, ou R$ 3 milhões a menos do obtido em 2008. Afetado pela crise econômica global que levou a uma queda do Produto Interno Bruto (PIB) mineiro estimada de 4% a 5% pelo governo do Estado, o Mercantil realizou no mês passado um aumento de capital de R$ 45 milhões, para se ajustar aos padrões do acordo de Basileia.

A integralização, que foi contestada por acionistas minoritários do banco que temem a diluição do capital, deve ser concluída nos próximos dias , segundo a instituição.
Um dos acionistas do Banco Mercantil do Brasil, Sergio Araújo, que detém 5% do capital, decidiu contestar judicialmente a operação, assim que foi anunciada, em 14 de dezembro. Na ocasião, o banco divulgou uma nota alegando que os acionistas tiveram acesso às informações em relação ao preço arbitrado por ação, de R$ 8.

O Mercantil do Brasil projeta um crescimento de 18% em ativos em 2010, entre outros fatores em razão do ingresso como clientes de aposentados e pensionistas do INSS. Em agosto, o banco venceu a concorrência para administrar o recebimento do primeiro benefício das novas contas em São Paulo e Minas Gerais até 2014.

A instituição estima o atendimento anual de 200 mil clientes, a partir de 2010, o equivalente a um terço da sua base de correntistas. Ainda para este ano, a instituição conta com um crédito de R$ 184 milhões em relação a uma cobrança de Cofins que o banco considerou indevida. A ação transitou em julgado no Supremo Tribunal Federal em 2005 e o banco estima receber o ressarcimento este ano.

No ano passado, o banco elevou de R$ 6,8 bilhões para R$ 7,9 bilhões os seus ativos totais, um crescimento de 16%. As operações de crédito passaram de R$ 4,9 bilhões para R$ 6,1 bilhões e o total de depósitos a prazo, que havia crescido 11% em 2008, aumentou 33% em 2009, passando de R$ 2,7 bilhões para R$ 3,6 bilhões. O resultado de 2008 em depósitos a prazo foi afetado pela retirada de investidores de pessoa jurídica, cujo total depositado caiu 17% nos últimos meses do ano, ou cerca de R$ 400 milhões. (Fonte: Valor Econômico)

Itaú Unibanco fecha 4º trimestre com lucro líquido de R$ 3,21 bilhões
Lucro havia sido de R$ 1,871 bilhão no mesmo período de 2008. Em todo o ano de 2009, resultado da empresa superou R$ 10 bilhões

O Itaú Unibanco, maior banco privado do país, anunciou nesta terça-feira (8) que encerrou o quarto trimestre de 2009 com lucro líquido de R$ 3,213 bilhões, um avanço de 71,7% sobre o R$ 1,871 bilhão registrado no período de outubro a dezembro de 2008.

Em 2009 como um todo, a instituição registrou ganho de R$ 10,066 bilhões. De acordo com a instituição, um dos fatores que colaboraram para o aumento do resultado de 2009 foi o aumento de 15,9% do saldo médio das operações de crédito em relação ao ano anterior.

Neste setor, destacou-se o crescimento do crédito imobiliário, que teve aumento de 36% no ano passado, de acordo com a instituição. A carteira de crédito total somou R$ 278,4 bilhões em 31 de dezembro de 2009. Outro setor que teve forte expansão foi o de cartão de crédito, com alta de 23,1% em 2009.

O banco explica que, tendo em vista a formação do Itaú Unibanco no fim do exercício de 2008, para efeito de comparabilidade os dados relativos àquele ano consideram a soma dos números do Banco Itaú e do Unibanco. Além disso, por causa da associação com a Porto Seguro em agosto de 2009, o Itaú passou a consolidar essa empresa no quarto trimestre daquele ano, considerando a proporção de 30% de participação.

Sem efeitos pontuais
O lucro líquido recorrente, que desconta efeitos extraordinários e reflete melhor a rentabilidade das atividades da instituição, ficou em R$ 2,813 bilhões no quarto trimestre, valor que representa um crescimento de 20,3% na comparação com igual período do ano anterior.

Analistas consultados pela Reuters esperavam, em média, lucro líquido recorrente de R$ 2,737 bilhões para o quarto trimestre. No ano de 2009, o ganho recorrente foi de R$ 10,5 bilhões no exercício de 2009, segundo informou a instituição financeira.

O patrimônio líquido consolidado em 31 de dezembro de 2009 era de R$ 50,7 bilhões, 16% maior que os R$ 43,664 bilhões ao fim de 2008. O banco encerrou 2009 com um índice de Basileia de 16,7%. O índice de Basileia mede a relação entre o capital da instituição e o volume de recursos emprestado. (Fonte: Globo.com - com informações da Reuters, do Valor e da Agência Estado)

Santander Brasil lucra R$ 5,508 bilhões em 2009, em alta de 40,8%
O grupo Santander Brasil apurou lucro líquido de R$ 5,508 bilhões no exercício de 2009, em um aumento de 40,8% sobre os resultados de 2008. Somente no quarto trimestre do ano passado, a filial brasileira do banco espanhol teve ganho de R$ 1,591 bilhão, ante R$ 906 milhões no último trimestre de 2008.

A carteira de crédito somou R$ 138,394 bilhões, em um aumento de 1,7% sobre o montante calculado para 2008. Nessa carteira, o maior crescimento foi verificado para o segmento de pessoa física, com empréstimos de R$ 43,352 bilhões (crescimento de 107%); para grandes empresas (operações de R$ 37,998 bilhões), houve incremento de somente 0,4%. As operações de crédito para pequenas e médias empresas (R$ 32,417 bilhões) sofreram contração de 5,5%.
A carteira de títulos e valores mobiliários do Santander Brasil atingiu R$ 80,616 bilhões, em um forte aumento de 58,3% sobre o balanço de 2008. (Fonte: Folha Online)

Lucro do Bradesco cresce 5,01% e fecha 2009 em R$ 8 bi
O Bradesco fechou 2009 com um lucro líquido de R$ 8,012 bilhões, uma alta de 5,1% em relação aos R$ 7,625 bilhões registrados em 2008. O lucro corresponde a um ganho de R$ 2,34 por ação. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira.

No quarto trimestre o banco teve um lucro líquido de R$ 2,181 bilhões, um crescimento de 35,9% sobre o resultado no mesmo período de 2008 (R$ 1,605 bilhão). Sobre o terceiro trimestre do ano passado o crescimento foi de 20,4% entre julho e setembro o banco lucrou R$ 1,811 bilhão.

O valor de mercado do Bradesco chegou a R$ 103,1 bilhões no ano passado. Os ativos totais do banco registraram saldo de R$ 506,2 bilhões, um crescimento de 11,4% em relação ao saldo final de dezembro de 2008.

A carteira de crédito total em dezembro atingiu R$ 228 bilhões, aumento de 6,8% em relação ao saldo final de dezembro de 2008. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 82,085 bilhões (crescimento de 11,5%), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 145,993 bilhões (crescimento de 4,3%). (Fonte: Folha Online)

BMG lucra R$ 522 mi com foco no crédito consignado
(Cesar Felício)
Instituição inteiramente centrada na concessão de crédito consignado, o BMG radicalizou a aposta no setor no ano passado. Dos R$ 8,1 bilhões de crédito que gerou no ano passado, 81%, ou R$ 6,5 bilhões, foram para os empréstimos com desconto em folha. Da carteira total de R$ 18,7 bilhões, as consignações para aposentados somam R$ 8,3 bilhões e as destinadas ao funcionalismo público, R$ 7,2 bilhões.
Os R$ 2,2 bilhões restantes ainda são remanescentes das operações com empregados do setor privado que estão sendo encerradas. A atividade proporcionou ao BMG um lucro líquido de R$ 522 milhões, ante R$ 240 milhões obtidos em 2008. "Banco médio tem que ser focado, não pode atuar em todos os nichos", afirma o presidente do BMG, Ricardo Annes Guimarães.

O BMG minimiza a possibilidade de o Banco do Brasil (o maior no crédito consignado) fechar novas parcerias de exclusividade com governos estaduais e municipais, tendo em vista que já detém o pagamento da folha de servidores.
Recentemente, o BB fez acordos neste sentido com o Rio Grande do Norte e, em parceria com o Bandes e a Caixa Econômica Federal, com o Espírito Santo. "O custo político de se estabelecer uma medida como essa é alto, porque os funcionários públicos podem deduzir que serão prejudicados caso não haja mais concorrência pelo consignado", comenta Guimarães.

De acordo com Guimarães, são raros os Estados onde o BMG não conseguiu estabelecer convênios para atuar com a administração estadual. O Estado de São Paulo é um deles, além do Rio Grande do Sul.
Da carteira de empréstimos do BMG, R$ 6,548 bilhões estão em mãos do próprio banco, valor 30% superior aos R$ 4,294 bilhões que o banco detinha em 2008. O restante foi transacionado nas operações de cessão de crédito, que constituem a principal fonte de captação do banco.

A cessão foi de R$ 8,7 bilhões no ano retrasado e de R$ 8,8 bilhões no ano passado, o que representou 62% do total de R$ 17,8 bilhões da captação. Compraram carteira do BMG o Bradesco, BNP Paribas, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.
O BMG, de propriedade da família Pentagna Guimarães e com capital fechado, foi envolvido no escândalo do mensalão em 2005. Na ocasião, a instituição concedeu empréstimos para o PT, tendo o empresário Marcos Valério de Souza como avalista. O Ministério Público Federal levantou suspeitas de que a operação tenha sido fraudulenta.

O BMG alegou que a operação obedeceu a todas as normas do Banco Central e que Valério, como avalista, poderia arcar com a dívida. O caso ainda está em tramitação no Supremo Tribunal Federal, sob relatoria do ministro Joaquim Barbosa.
Segundo Guimarães, o episódio não afetou os negócios do banco. "Nunca deixamos de ter resultado positivo", afirma o banqueiro, que destacou o fato de o banco ter realizado em novembro de 2009 uma captação de US$ 300 milhões em dívida subordinada, para pagamento em dez anos, coordenada por Morgan Stanley, BTG Pactual, Santander e UBS, o que demonstraria a credibilidade do banco. "O impacto concreto em termos operacionais foi zero", afirma o presidente do BMG. (Fonte: Valor Econômico)

Terceiro Trimestre/2009

BRB tem lucro recorde
O Banco de Brasília (BRB) registrou nos nove primeiros meses de 2009 o maior lucro de sua história. Os R$ 134,4 milhões acumulados de janeiro a setembro superaram os resultados de todos os anos desde 1966, quando o banco foi criado. O volume é 15% superior ao faturado em 2008 e equivale a quatro vezes o lucro de cinco anos atrás. O salto é resultado de uma reorganização societária, de um enxugamento nas despesas, de uma expansão do leque de ofertas de produtos e serviços, e de um foco maior na modernização, além de um investimento maior na mão de obra.

“Com toda a crise que afetou o mundo e o Brasil de alguma forma neste ano, conseguimos em nove meses um resultado maior do que qualquer lucro anual da história do banco. Não temos problema de liquidez, nem de inadimplência. Vínhamos em um processo de melhoria de gestão, o que ajudou a mitigar os efeitos da crise e atingir esse resultado”, afirma o presidente do BRB, Ricardo de Barros Vieira.

Os bons números podem ajudar a instituição a se manter com as próprias pernas. Há pelo menos dois anos, a venda do banco vinha sendo negociada com o Banco do Brasil. Mas, há alguns meses, a transação está parada e o governador José Roberto Arruda chegou a descartar a venda. O negócio era discutido como uma opção para salvar o banco, que enfrentou dificuldades de capitalização nos últimos anos.

O resultado recorde de 2009 foi obtido, segundo Barros Vieira, por meio de uma redução das despesas e de investimentos em competitividade. Nos últimos meses, o banco passou por um processo de revisão contratual, para eliminar os contratos emergenciais e priorizar as contratações feitas por meio de licitações. O portifólio do banco teve acréscimo de opções de crédito, financiamentos imobiliários, cartões e seguros. Os clientes passaram a ter crédito pré-aprovado, podendo pegar o empréstimo diretamente na máquina de autoatendimento, sem precisar passar por um funcionário. A maioria dos bancos brasileiros já oferecia a possibilidade.

O BRB quer se tornar mais competitivo para brigar pelos clientes a partir de 2012, quando entra em vigor a portabilidade bancária, que permitirá aos servidores públicos escolherem a instituição em que querem receber seus salários o que pode gerar uma perda da base atual, já que mais da metade dos 400 mil clientes são funcionários do Governo do Distrito Federal. Um dos principais focos será o investimento em serviços. Como reconhece Barros Vieira, os produtos são parecidos em qualquer instituição: “A eficiência é o que pode proteger o banco a partir de 2012. Se o cliente está satisfeito com o tratamento que tem em um banco, por que mudar? Cartão ou seguro são os mesmos em qualquer instituição”.

Novos funcionários
Uma das estratégias para melhorar o atendimento é o investimento no quadro de funcionários. A previsão é que o número de trabalhadores tenha um incremento superior ao das 213 vagas previstas no último edital. “Precisamos de 200 pessoas para recrutamento imediato, mas, com certeza, deve ser necessária a contratação de um número maior do que esse, principalmente, para fazer face à expansão do banco”, afirma Barros Vieira. Os aprovados entram no banco incluídos no novo plano de cargos e salários, em vigor desde julho último, que, de acordo com o executivo, permitiu ao banco pagar salários mais competitivos, aumentando as chances de reter o funcionário.

Outro projeto para garantir maior competitividade é aproximar o banco do cliente. O número de correspondentes bancários deve passar dos atuais 100 para 500 até meados de 2010. Nos próximos 15 dias, o primeiro deles será lançado em Sobradinho II. Ao longo do primeiro sementre do ano que vem, todas as 660 máquinas de autoatendimento serão trocadas por outras mais modernas e preparadas para a leitura de cartões de chip. No primeiro trimestre de 2010, serão inauguradas agências em Cuiabá (MT) e em Campo Grande (MS), numa tentativa da instituição de se tornar um banco regional, o que pode ajudar a crescer, quando o BRB não tiver mais o cliente cativo, como ocorre atualmente. (Fonte: Correio Braziliense)
 

BB registra lucro líquido de R$ 1,979 bi no 3º trimestre
O Banco do Brasil (BB) registrou no terceiro trimestre lucro líquido de R$ 1,979 bilhão, crescimento de 6% ante igual período do ano passado. Esse resultado corresponde a um retorno anualizado sobre o patrimônio líquido (PL) de 26,2%, ante 30,5% registrado em igual período do ano passado.

Desconsiderando os efeitos extraordinários, o lucro recorrente chegou a R$ 1,764 bilhão, crescimento de 2,2%, o que corresponde a um retorno sobre o PL de 23,1%, ante 33,6% no terceiro trimestre de 2008. O BB considerou como extraordinário no trimestre a opção de lote suplementar da VisaNet, de R$ 209 milhões; a alienação parcial do restante da participação na Visa Inc, totalizando R$ 141 milhões; a cessão de créditos baixados, gerando receitas de R$ 119 milhões e despesas de demandas cíveis, de R$ 84 milhões.

As receitas sobre intermediação financeira totalizaram R$ 15,894 bilhões, valor 1% superior ao registrado no terceiro trimestre de 2008. Os ativos totais do BB alcançaram R$ 685,684 bilhões ao final de setembro, expansão de 49,6% em 12 meses. Esse valor consolida o banco federal como a maior instituição financeira do País. O número já considera a consolidação de todas as participações de todas as empresas financeiras e não financeiras, as incorporações do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e Banco do Estado do Piauí (BEP), a aquisição do controle da Nossa Caixa e a participação no Banco Votorantim.

A carteira de crédito total (incluindo garantias prestadas e títulos privados) do BB ao final de setembro era de R$ 301,421 bilhões, valor 41,1% superior ao registrado em igual mês do ano passado. No conceito do Banco Central (BC), os empréstimos totalizavam R$ 285,517 bilhões, avanço de 41,2% em 12 meses. O sistema financeiro apresentou, no mesmo período, expansão de 16,1%. Segundo o BB, sua participação no mercado chegou a 20,1%.

Nos nove primeiros meses de 2009, o lucro líquido atingiu R$ 5,992 bilhões, o que indica avanço de 2,29% sobre o período de janeiro a setembro do ano passado. Esse resultado equivale a um retorno sobre o PL de 25,9%, ante 31% em igual período de 2008. O lucro recorrente no período foi de R$ 5,014 bilhões, queda de 0,89%, com um retorno sobre o PL caindo de 26,7% para 21,6%. (Fonte: Estadão)

Banrisul lucra R$ 356,8 milhões até setembro. Bancários exigem valorização
O Banrisul registrou lucro líquido de R$ 356,8 milhões no acumulado de janeiro a setembro de 2009, 7,2% acima do resultado apresentado nos nove primeiros meses de 2008. Já o lucro líquido no terceiro trimestre do ano somou R$ 146 milhões, 31,9% superior em relação ao mesmo período do ano passado.
O desempenho positivo dos nove meses de 2009 se deve à elevação das receitas de crédito e das operações de tesouraria, de acordo com o banco.

O presidente do Banrisul, Fernando Lemos, disse que a instituição manteve o foco na concessão de crédito, o que contribuiu para o aquecimento do consumo por parte das pessoas físicas e na manutenção da capacidade de produção das empresas. Segundo ele, o arrefecimento da crise financeira internacional, a estabilidade das taxas de juros e a retomada da atividade industrial no mercado doméstico favoreceram a expansão dos negócios no segmento bancário.

Números do balanço
Os ativos totais do Banrisul alcançaram, ao final de setembro de 2009, R$ 28,6 bilhões, 12,0% acima do registrado em setembro de 2008. O patrimônio líquido do banco encerrou o período com R$ 3,3 bilhões. A expansão de 11,1% em doze meses teve como origem a incorporação dos resultados gerados, deduzidos os pagamentos de dividendos e juros sobre o capital próprio. A rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido médio atingiu 15,2% no período de janeiro a setembro de 2009.

O volume de operações de crédito do Banrisul totalizou R$ 12,5 bilhões em setembro de 2009, saldo que ultrapassa em 14,8% a posição alcançada em setembro de 2008. O crescimento do volume total das operações decorre, segundo a instituição, da expansão da carteira comercial pessoa física, que apresentou aumento de 35,5% em 12 meses.

Em setembro de 2009, as operações classificadas como risco normal, que abrangem os níveis AA até C, somaram R$ 10,8 bilhões, representando 86,2% do total da carteira, 0,4 pontos percentuais acima do registrado no mesmo mês de 2008.
O saldo de depósitos a prazo atingiu R$ 8,5 bilhões, com crescimento de 14,9% em relação a setembro de 2008. Os depósitos de poupança apresentaram expansão de 15,3%, totalizando R$ 5,2 bilhões. Os depósitos à vista cresceram 13,8% em 12 meses e alcançaram o valor de R$ 1,7 bilhão.

A margem financeira líquida somou R$ 1,9 bilhão no acumulado de janeiro a setembro de 2009, 33,1% ou R$ 466,0 milhões acima do montante gerado no mesmo período de 2008. No terceiro trimestre de 2009, a margem financeira atingiu R$ 628,1 milhões, 23,1% superior ao valor apurado em igual período do ano passado. (Fonte: Zero Hora)

Nossa Caixa lucra R$ 164,7 milhões no 3º trimestre e obtém alta de 83%
O banco Nossa Caixa encerrou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 164,7 milhões, valor 83,2% maior que o registrado no trimestre anterior. "O desempenho foi puxado pela evolução da margem financeira, favorecida pelo incremento no volume da carteira de operações de crédito, e pela redução das despesas com provisão para crédito de liquidação duvidosa", informou a instituição.

As operações de crédito no trimestre cresceram 13,2%, para R$ 19,3 bilhões. O crédito para pessoas jurídicas saltou 31,4% no período, totalizando R$ 4 bilhões. Já o crédito para pessoas físicas alcançou R$ 15,3 bilhões, alta de 9,3%.
"O crédito consignado, modalidade tradicional na Nossa Caixa, continuou crescendo acima da média do sistema financeiro nacional. O saldo da carteira registrou R$ 10,7 bilhões no trimestre, evolução de 11,9% na comparação com o período anterior", completou o banco.

De acordo com a instituição, o spread bancário recuou de 8,9% para 8,4%. "A exemplo do trimestre passado, o aumento conquistado no volume da carteira de operações de crédito veio acompanhado de redução do índice de inadimplência", completou. As operações com atraso maior que 90 dias baixaram de 4% para 3,6% no terceiro trimestre. (Fonte: Portal IG)

Paraná Banco lucra R$ 21,12 milhões no 3º trimestre
O Paraná Banco anunciou hoje um lucro líquido de R$ 21,12 milhões no terceiro trimestre deste ano, uma alta de 10,5% em relação ao resultado do mesmo período de 2008, quando apurou ganhos de R$ 19,11 milhões. Na comparação com o trimestre anterior, quando o lucro atingiu R$ 33,82 milhões, houve queda de 37,5% no resultado. O setor de seguros respondeu por 35,7% dos ganhos registrados no período.

No balanço, o banco informa que sua carteira de crédito teve crescimento de 4,1% no trimestre, alcançando R$ 1,205 bilhão no final de setembro, após fechar junho em R$ 1,158 bilhão. Com isso, as receitas da intermediação financeira somaram R$ 88,205 milhões de julho a setembro, uma alta de 5,1% na comparação trimestral, mas 14,5% abaixo do montante registrado no mesmo período de 2008 (R$ 103,1 milhões).

Os números do terceiro trimestre ainda foram afetados por um aumento de 81,4% - na comparação com os três meses antecedentes - das despesas com provisões para perdas com crédito, que somaram R$ 18,525 milhões. A inadimplência na carteira de crédito do banco chegou a 5% no caso dos atrasos superiores a 90 dias. A taxa ficou acima dos 4,5% do segundo trimestre e dos 3,3% apurados há um ano. (Fonte: Valor Online)

Lucro da Caixa cresce 20,4% no 3º trimestre e bate R$ 870 mi
A Caixa Econômica Federal teve lucro de R$ 869,9 milhões no terceiro trimestre do ano, com uma alta de 20,4% sobre o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pelo banco estatal na noite desta quinta-feira.

No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o lucro atingiu R$ 2,027 bilhões, com queda de 37,9% ante igual intervalo de 2008.
Caixa amplia crédito para micro e pequenas empresas em R$ 200 mi Caixa pagou parte de festa em homenagem a Toffoli
As receitas com intermediação financeira do banco atingiram no trimestre o montante de R$ 8,252 bilhões, o que representa um crescimento de 5,8% sobre o mesmo período do ano anterior. Porém, na comparação com o segundo trimestre, ocorreu uma queda de 5,12%.

Já as despesas com intermediação financeira foram de R$ 5,592 bilhões.
Durante o período, a Caixa foi, ao lado do Banco do Brasil, uma das armas usadas pelo governo federal para ativar o crédito no país, que no final do ano passado foi duramente castigado pela crise financeira global.
Essa agressividade na cessão de credito pode ser notada na evolução da carteira do banco que saltou de R$ 70,7 bilhões no final do terceiro trimestre de 2008 para R$ 113,8 bilhões em setembro deste ano, uma alta de 61%.
(Fonte: Folha Online)

Lucro do Bradesco cai 5,2%, para R$ 1,81 bi, no terceiro trimestre
O Bradesco fechou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 1,81 bilhão, queda de 5,2% em relação ao ganho de R$ 1,91 bilhão um ano antes.
No final de setembro, a carteira de crédito do segundo maior banco privado brasileiro ficou em R$ 215,54 bilhões, crescendo 10,2% sobre o final de setembro de 2008.

O lucro líquido nos nove primeiros meses do ano foi de R$ 5,831 bilhões (variação de 0,2% em relação ao lucro líquido ajustado de R$ 5,819 bilhões no mesmo período de 2008), correspondente a R$ 2,49 por ação no acumulado de 12 meses.
O valor de mercado do Bradesco em 30 de setembro de 2009 era de R$ 98,751 bilhões, ressaltando que as cotações das suas ações preferenciais tiveram valorização de 57,8% entre janeiro e setembro.

A carteira de crédito total em setembro de 2009 atingiu R$ 215,536 bilhões, crescimento de 10,2% em relação a igual período do ano anterior. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 75,528 bilhões (crescimento de 8,2%), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram o montante de R$ 140,008 bilhões (crescimento de 11,3%).

Os ativos totais em setembro de 2009 registraram saldo de R$ 485,686 bilhões, crescimento de 14,9% em relação ao mesmo período de 2008. O retorno anualizado sobre os ativos totais médios foi de 1,6%, enquanto que no mesmo período do ano anterior chegou a 2%. O patrimônio líquido em setembro de 2009 somou R$ 38,877 bilhões, 13,8% superior a igual período do ano anterior. (Fonte: Folha Online)

Lucro do Itaú Unibanco sobe 15,5% no ano
O Itaú Unibanco divulgou hoje seu balanço referente ao período acumulado de janeiro a setembro deste ano. O banco teve lucro líquido de R$ 6,853 bilhões, um aumento de 15,5% ante os R$ 5,931 bilhões de igual período de 2008. Os ativos totais aumentaram 53,7%, para R$ 612,398 bilhões, e o resultado bruto da intermediação financeira foi de R$ 24,245 bilhões, com alta de 107,43%. O resultado operacional somou R$ 14,487 bilhões, com crescimento de 85,32%.

O lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco de janeiro a setembro deste ano foi de R$ 7,7 bilhões, com rentabilidade anualizada de 22,2% ante o patrimônio líquido médio. As informações constam de breve comentário enviado pelo banco ao mercado. O patrimônio líquido consolidado totalizava R$ 48,9 bilhões no fim de setembro de 2009. O Índice de Basileia (indicador que mede a relação entre o capital da instituição e o volume de recursos emprestado) era de 16,3% no fim de setembro, com base no consolidado econômico-financeiro.

Os ativos consolidados atingiram R$ 612,4 bilhões em 30 de setembro, o maior entre os conglomerados financeiros privados da América Latina. A carteira de crédito, incluindo avais e fianças, atingiu R$ 268,7 bilhões, com crescimento de 5,5%. No Brasil, a carteira de crédito livre para pessoa física atingiu R$ 98,4 bilhões, com crescimento de 6,3%. Por sua vez, o segmento de grandes empresas atingiu R$ 90,3 bilhões, e o de micro, pequenas e médias empresas atingiu R$ 56,7 bilhões, com crescimento de 18,1%.

O lucro líquido da controladora do Itaú Unibanco caiu 11% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com igual período de 2008, para R$ 2,268 bilhões. O lucro recorrente foi de R$ 2,687 bilhões, com alta de 0,37%. O resultado bruto da intermediação financeira foi de R$ 8,140 bilhões e o resultado operacional totalizou R$ 4,840 bilhões.

Inadimplência
O Itaú Unibanco apresentou uma taxa de inadimplência de 5,9% em setembro deste ano, acima dos 3,8% registrados em igual mês de 2008, considerando os atrasos superiores a 90 dias. O índice também é superior aos 5,4% do final do segundo trimestre. Entre as pessoas físicas, a inadimplência chegou a 8,1% no final de setembro, índice estável em relação ao trimestre anterior e superior aos 6,4% registrados em igual mês do ano passado. Entre as empresas, o avanço foi maior, de 1,2% em setembro de 2008 para 4,1% ao final do terceiro trimestre. Em junho, os créditos em atrasos há mais de 90 dias representavam 3,1% do total de empréstimos às pessoas jurídicas.

Na avaliação da instituição financeira, a estabilidade no índice indica que o "pior momento do atual ciclo de crédito foi ultrapassado". No entanto, o banco considera que, para as empresas, os reflexos da crise financeira ainda afetam a qualidade de risco de crédito dessas companhias. Apesar da elevação dos atrasos acima de 90 dias, o Itaú Unibanco vê uma melhora nos empréstimos entre 60 e 90 dias. Nesse indicador, a taxa de inadimplência era de 1,1% em setembro, ante 0,8% no mesmo mês de 2008 e 1,3% em junho de 2009.

Para arcar com esses atrasos, o Itaú Unibanco registrou uma despesa de provisão para créditos de liquidação duvidosa (PDD) de R$ 4,299 bilhões no terceiro trimestre, uma alta de 1,1% em relação ao trimestre anterior. Já no ano, essa despesa chegou a R$ 12,383 bilhões, uma elevação de 57,6% em relação aos nove primeiros meses de 2008. (Fonte: Estadão)

Segundo Trimestre/2009

BRB tem lucro histórico
Com o lucro de R$ 71,8 milhões no primeiro semestre de 2009, o Banco de Brasília (BRB) apresentou o melhor resultado de sua história. Mesmo com a crise financeira, a instituição obteve saldo positivo superior à soma do período de 12 anos, entre 1994 e 2006.
Durante a prestação de contas, nesta quarta-feira (26), o governador José Roberto Arruda autorizou a realização de concurso público para os cargos de escriturários, advogados e outras carreiras técnicas do banco, além de determinar a implantação de duas novas agências no Centro-Oeste, uma em Cuiabá (MT) e  outra em Campo Grande (MS).

A rentabilidade de 14,77% sobre o patrimônio líquido neste primeiro semestre permitiu a distribuição de 16,8% milhões de dividendos e juros aos acionistas.
Diante do resultado positivo, Arruda descartou a venda da instituição. “Nós profissionalizamos a gestão do banco, que apresentou resultados muito satisfatórios. O BRB reagiu à crise e agora vamos fazer com que ele seja o maior não só de Brasília, como também do Centro–Oeste”, ressaltou o governador.

De acordo com o presidente da instituição, Ricardo de Barros Vieira, o BRB também está trabalhando na criação de novas linhas de credito para pessoas jurídicas e micro e pequenas empresas. “Temos mais de R$ 300 milhões disponíveis para operar nas concessões de crédito. Nossa expectativa é de que com isso o resultado seja ainda melhor no próximo semestre”, destacou Vieira.
O BRB também pretende expandir seus postos de atendimento. Hoje o banco conta com 100 pontos de conveniência e a previsão é de que mais 400 sejam instalados em todo o DF e entorno até o final de 2010. (Fonte: Jornal de Brasília)

ABN Amro tem prejuízo de US$ 3,8 bilhões no primeiro semestre
O banco holandês nacionalizado ABN Amro informou nesta quarta-feira ter registrado um acentuado prejuízo de primeiro semestre e informou que a separação legal de alguns ativos controlados pelo Royal Bank of Scotland está seguindo conforme o planejado.
O banco perdeu 2,65 bilhões de euros (US$ 3,8 bilhões) no primeiro semestre e disse que as perdas foram geradas por operações do Royal Bank e que as operações compradas pelo governo holandês foram lucrativas.

A instituição informou que não pode dar uma previsão de desempenho em 2009 além da afirmação anterior de que será "um ano difícil".
O banco foi nacionalizado em outubro passado, quando o governo da Holanda comprou ativos locais do Fortis em meio a uma crise de confiança do mercado.

O ABN havia sido comprado um ano antes por um consórcio que incluiu o Fortis, o Royal Bank e o Santander. Alguns dos ativos que o banco ainda controla pertencem ao Royal Bank e o ABN afirmou que a transferência deles deve acontecer no final do ano, como o planejado.
Assim que a separação com o Royal Bank estiver completa, a Holanda pretende combinar o ABN e o Fortis Bank Nederland em um novo grupo chamado ABN Amro Bank, que será privatizado em algum momento de 2011 ou mesmo depois.
(Fonte: Folha Online)

Banco Central tem prejuízo de R$ 941 milhões no 1º semestre
Se reservas fossem contabilizadas, prejuízo seria de quase R$ 95 bi. Nos seis últimos meses de 2009, instituição lucrou R$ 10,1 bilhões
O Banco Central registrou um prejuízo de R$ 941 milhões no primeiro semestre deste ano, informou nesta quarta-feira (26) o diretor de Administração da instituição, Anthero de Moraes Meirelles. As contas do BC foram aprovadas hoje pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Esse resultado, entretanto, não considera as operações cambiais do BC que, desde agosto do ano passado, estão sendo divulgadas em uma conta em separado, referente ao patrimônio da instituição.

Com a contabilização das variações da taxa de câmbio (com o dólar em queda), o Banco Central registrou um prejuízo próximo de R$ 95 bilhões nos seis primeiros meses deste ano valor que terá de ser coberto pelo Tesouro Nacional, por meio da emissão de títulos públicos, no início de 2010. Anthero Meirelles afirmou que o BC não objetiva registrar lucro ou prejuízo.
A mudança na forma de divulgação ocorrida em agosto do ano passado, segundo o BC, buscou um alinhamento com outros países. Em outras economias, os ativos cambiais (reservas cambiais) são contabilizados junto com os passivos (dívida externa) - o que elimina variações bruscas no resultado contábil por conta de variações da taxa de câmbio.

"As reservas representam uma variação contábil. Se o Brasil resolvesse vender suas reservas, voce poderia apurar o resultado. As reservas são consideradas por alguns um luxo caro, mas valem a pena. Traz resultados positivos para o país do ponto de vista de solvência [capacidade de pagamento de suas dívidas]. Na crise, as reservas foram fundamentais", disse Anthero Meirelles a jornalistas.
No segundo semestre de 2008, o BC teve um lucro de R$ 10,1 bilhões. Quando contabilizada a variação da taxa de câmbio sobre as reservas internacionais, esse resultado positivo salta para R$ 170 bilhões. No segundo semestre de 2008, o lucro se deveu à subida do dólar.
(Fonte: Gazeta do Povo)

Lucro da Caixa cai 54% no primeiro semestre, para R$ 1,158 bi
Instituição havia contabilizado lucro de R$ 2,5 bi no mesmo período em 2008; lucro no 1º tri teve alta de 56,2%
A Caixa Econômica Federal registrou no primeiro semestre deste ano um lucro líquido de R$ 1,158 bilhão, valor 54% inferior ao reportado em igual intervalo de 2008, quando o banco contabilizou R$ 2,5 bilhões na última linha do balanço. Com isso, a instituição obteve um retorno anualizado de 17,9% sobre o patrimônio líquido. No segundo trimestre, o lucro líquido de R$ 706 milhões mostrou 56,2% de alta ante os R$ 452 milhões dos três primeiros meses de 2009

A oferta de crédito total da Caixa cresceu 56,1% entre junho de 2008 e junho de 2009, para R$ 99,2 bilhões, contra um crescimento de 19,7% do mercado no mesmo período. A Caixa atribui o desempenho à sua "agressiva política de juros". O crescimento observado na Caixa é o maior dos últimos 15 anos, diz a instituição.

Os ativos totais da instituição atingiram um saldo de R$ 323,7 bilhões ao fim de junho, enquanto o patrimônio líquido alcançou R$ 13,5 bilhões, altas de, respectivamente, 22,4% e 8,2% na comparação com igual intervalo de 2008.
"Os números do balanço mostram que a instituição tem conseguido tornar viável a união entre o social e o comercial, desempenhando bem o seu papel de banco público, principalmente nas atividades de transferência de benefícios e bancarização da população de baixa renda, sem deixar de lado a eficiência e a concorrência do mercado", avalia a presidenta da instituição, Maria Fernanda Ramos Coelho, em nota.
(Fonte: Estadão)

BNB tem lucro 34,8% menor no 1º semestre
O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) anunciou lucro líquido de R$ 133,8 milhões no primeiro semestre deste ano, montante 34,8% inferior ao apresentado em igual período de 2008, de R$ 205,1 milhões. A rentabilidade sobre o Patrimônio Líquido médio no fim de junho de 2009 foi de 15% ao ano, enquanto no primeiro semestre do ano passado estava em 26,4% a.a.

O BNB obteve uma expansão de 40,5% em suas operações nos seis primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior. No total, o Banco disponibilizou R$ 8,4 bilhões em empréstimos, todos voltados para o desenvolvimento da região Nordeste, com as operações de longo prazo cujas características são próprias de investimentos - representando 61,4% do total contratado. Os setores industrial e comercial foram os destaques, com cerca de R$ 2,3 bilhões cada, uma expansão de 78,5% e 47,1%, respectivamente. (Fonte: DCI)

Lucro do BNDES cai 83% no semestre, para R$ 702 milhões
O lucro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) caiu 83% no primeiro semestre deste ano, para R$ 702 milhões. O resultado, segundo comunicado do banco, foi afetado pela diminuição dos resultados de participações acionárias, de R$ 4,8 bilhões, nos seis primeiros meses de 2008, para R$ 1,3 bilhão, neste ano
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O BNDES citou o mercado desfavorável para explicar a interrupção do processo de venda de ações que gerou a diminuição.
O segundo fator que influenciou o resultado do semestre foi o aumento da despesa com provisão para risco de crédito, que atingiu R$ 1,1 bilhão em junho de 2009, em comparação com a receita de provisão para risco de crédito de R$ 400 milhões no mesmo período do ano passado.
O banco informou que adota postura conservadora no provisionamento para risco de crédito, "ainda que a taxa de inadimplência esteja bem abaixo da média do sistema financeiro brasileiro". O índice de inadimplência no primeiro semestre ficou em 0,18%.

Entre as influências positivas do balanço, está o aumento de R$ 2,7 bilhões da receita bruta de intermediação financeira no período, superior aos R$ 2,1 bilhões obtidos nos seis primeiros meses do ano anterior.
O banco ressalta que, mesmo com a redução dos juros feita no primeiro semestre, a receita da instituição cresceu em função da expansão da carteira de crédito, o que contribuiu para a realização de novos investimentos na economia.

Patrimônio
O patrimônio líquido do BNDES ficou em R$ 24,7 bilhões ao final de junho, correspondendo a um patrimônio de referência de R$ 40,1 bilhões, resultado inferior aos R$ 42,5 bilhões obtidos em 31 de dezembro de 2008. A queda aconteceu em razão da distribuição de dividendos complementares.
Os ativos totais do sistema BNDES somaram R$ 309 bilhões no fim de junho de 2009, apresentando crescimento de 11,4% em relação ao exercício de 2008.
(Fonte: Folha Online)

Banco Mercantil fecha primeiro semestre com lucro de R$ 18,08 milhões
O Banco Mercantil do Brasil (BMB) fechou o primeiro semestre com lucro líquido de R$ 18,08 milhões, ganho do Banco Mercantil registra recuo de 42,8%
A reversão dos indicadores de inadimplência e o aumento da demanda por crédito foram os sinais de melhoria do cenário econômico captados no Banco Mercantil do Brasil. A melhoria começou a ser notada a partir de junho, quando a demanda por crédito por parte das pessoas jurídicas começou a crescer, disse o vice-presidente do banco, André Brasil. "Quando as empresas começam a demandar mais crédito é sinal que retomaram com mais vigor a atividade produtiva", disse o executivo ao comentar os resultados do banco no primeiro semestre deste ano.

O Banco Mercantil do Brasil divulga hoje lucro líquido consolidado de R$ 18,08 milhões no primeiro semestre, resultado 42,8% inferior ao de igual período do ano passado.
A carteira de crédito total, incluindo cessões, cresceu de R$ 5,05 bilhões para R$ 5,43 bilhões, com destaque para as operações direcionadas às pessoas físicas, que tiveram aumento de 13%, saindo de R$ 2,14 bilhões para R$ 2,42 bilhões. Brasil salientou o aumento da demanda de crédito de pessoas jurídicas. O banco prevê o aumento de 18% da carteira total neste ano.

A carteira de crédito do Banco Mercantil do Brasil é formada em 65% por pessoas jurídicas e em 35% por pessoas físicas, basicamente crédito pessoal, cartão e consignado. Brasil acredita que o volume de consignado vai crescer no próximo ano, quando o banco começar a administrar os pagamentos dos benefícios do INSS em cinco das 26 lotes leiloados neste mês pelo instituto.
A inadimplência medida pelas operações em atraso a partir de 90 dias caíram atualmente para 5,2% da carteira total, mas chegaram a 6% em abril. Em junho de 2008 era de 2,5%.

Os depósitos a prazo do banco cresceram, de R$ 3,05 bilhões para R$ 3,21 bilhões, registrando aumento de 5%. A disponibilidade de liquidez levou o banco a fazer, neste ano, duas ofertas de resgate antecipado de títulos que vendeu no mercado externo. No início do ano recomprou cerca de US$ 23 milhões e agora em julho, mais US$ 44,62 milhões. Nas duas ocasiões, a proposta era recomprar US$ 100 milhões, mas os investidores preferiram manter boa parte dos papéis.

A receita de prestação de serviços do banco teve queda de 8%, de R$ 63,37 milhões para R$ 58,42 milhões, reflexo direto da aplicação da nova regulamentação do Banco Central sobre tarifas bancárias cobradas nas operações com pessoas físicas.
O resultado operacional do Mercantil do Brasil cresceu 128%, passando de R$ 19,72 milhões para R$ 44,87 milhões; e o resultado da intermediação financeira aumentou 36%. (Fonte: Valor Econômico
)

Lucro do Banco do Brasil cresce 41% no trimestre e fica em R$ 2,34 bi
O Banco do Brasil registrou um lucro líquido de R$ 2,348 bilhões no segundo trimestre deste ano, um crescimento de 42,8% em relação ao mesmo período de 2008, e de 41% na comparação com o período de janeiro a março deste ano. No primeiro semestre, o banco lucrou R$ 4,014 bilhões, 0,55% que no mesmo período do ano passado (quando o lucro foi de R$ 3,992 bilhões).

Em ativos, o banco voltou a ocupar a liderança no país, superando o Itaú Unibanco, conforme reportagem de Guilherme Barros para a edição de hoje da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).. Segundo o balanço da instituição, divulgado nesta madrugada, os ativos do Banco do Brasil chegaram a R$ 598,8 bilhões, ante R$ 596,4 bilhões do Itaú Unibanco.

O Banco do Brasil ainda passou da 10ª para a 7ª posição no ranking dos maiores bancos da América Latina e dos EUA, segundo a consultoria Economática. O Itaú Unibanco cai de 7º para 8º.

Segundo a reportagem da Folha, a atuação agressiva do BB na concessão de crédito durante a crise foi fundamental para a instituição ter recuperado a liderança do ranking bancário, objetivo cobrado por Lula após a perda do posto. Enquanto os bancos privados foram mais cautelosos após o congelamento global do crédito, o BB acelerou a liberação de empréstimos para evitar um contágio maior da crise. (Fonte: Folha Online)

BicBanco aumenta crédito e eleva os lucros
Depois de sofrer com a crise no primeiro trimestre do ano, os números do BicBanco já mostram uma tendência positiva ao fim do segundo quarto de 2009. No segundo trimestre, a instituição voltou a apresentar um crescimento da carteira de crédito e aumento do lucro líquido, que passou de R$ 74,3 milhões, ao fim de março, para R$ 82 milhões no período de abril a junho, alta de 10,3%. No semestre, o resultado ficou em R$ 156,3 milhões, uma queda de 20,5% em relação ao mesmo período de 2008.

"O resultado é bom porque se insere em uma tendência de crescimento sobre o primeiro trimestre deste ano", argumenta o vice-presidente da instituição financeira, Milto Bardini.
O patrimônio líquido da instituição teve uma alta de 2,4%, em relação ao primeiro trimestre, alcançando R$ 1,698 bilhão, enquanto o total de ativos caiu em 2,9%, a R$ 10 bilhões. No semestre, o índice de eficiência da instituição - em que, quanto menor, melhor - passou de 35,8% para 38,2%. No mesmo período, o índice de Basileia passou de 14,9% para 18,4%. O resultado operacional na primeira metade de 2009 atingiu R$ 250,8 milhões, alta de 12,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Para Bardini, uma volta do crescimento da carteira de crédito do banco, ainda que inferior a 1%, foi importante pela reversão da tendência de queda. O saldo total chegou a R$ 7,369 bilhões, aumento de 0,9% em relação ao trimestre anterior. Enquanto a carteira comercial e de trade finance crescera, a 1,3% e 1,4%, respectivamente, financiamento consignado apresentou queda de 9,6%. "Somos um banco de pessoa jurídica, e as operações com consignado já vinham em processo de redução", justifica Bardini. O banco, continua o executivo, mantém Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FDICs) atrelados em consignado e "está produzindo apenas o necessário para isto", afirma.

O executivo acredita ainda que o segundo semestre será de alta para o crédito, lastreado no crescimento do sistema como um todo. "A tendência deverá ser proporcional à retomada dos bancos", analisa. Para ele, à medida que o mercado voltar a crescer, haverá uma volta à "normalidade creditícia".
O banco também viu uma queda expressiva da inadimplência , que chegou a 3,9% em março, e a 2,1% em junho. "Ainda está mais alto que nosso nível histórico, de 1%, porém o que importa é a tendência de queda." A instituição fez uma provisão de R$ 60 milhões para devedores duvidosos (PDD), contra uma provisão extraordinária de R$ 80 milhões no primeiro trimestre do ano. "A redução do provisionamento é outro sinal da queda do índice. Temos elementos para crer em um cenário, no segundo semestre, melhor que o do primeiro", julga.

Captações
Além disso, o Bic também mostra uma alta de 12% nos depósitos a prazo no trimestre, que chegaram a R$ 3,723 bilhões. No semestre, no entanto, houve queda de 29,1%, ante 2008. Para o banco, pelo aumento no volume de oferta de depósitos, ainda não foi necessário utilizar o Depósito a Prazo com Garantia Especial (DPGE), instrumento criado em abril pelo governo para assegurar maior liquidez aos bancos médios e confiança ao investidor.
Além disso, o executivo acredita que já há uma volta do funding no mercado internacional. "Há sinais de volta e já aparecem oportunidades. O preço, porém, ainda não está atrativo, pelo custo de captação", afirma. "Ainda não pretendemos utilizar esses recursos, até porque ainda há o DPGE a utilizar, que está a um preço mais atrativo", completa.

Indusval
O Indusval teve uma redução de 58% em seu lucro líquido, em relação ao primeiro semestre de 2008, a um total de R$ 16,1 milhões. O resultado operacional alcançou R$ 13 milhões, com uma provisão extra com devedores duvidosos de R$ 59,9 milhões. A instituição teve ainda um ganho de 3,5 pontos em seu índice de eficiência, que chegou a 45,1%, ante 48,6% no primeiro semestre de 2008. Já a carteira de crédito do Indusval encerrou o período estável em R$ 1,7 bilhão, em comparação com o ano passado.

O segundo trimestre deste ano marcou um inversão de sinais na economia brasileira. As empresas, que até março amargavam perdas crescentes, viram melhora nos indicadores entre abril e junho e apostam na continuidade dessa melhora. Um exemplo é o BicBanco. O lucro líquido passou de R$ 74,3 milhões, ao fim de março, para R$ 82 milhões no período de abril a junho, alta de 10,3%. "O resultado é bom porque se insere em uma tendência de crescimento sobre o primeiro trimestre deste ano", afirma o vice-presidente da instituição financeira, Milto Bardini.

Para ele, uma volta do crescimento da carteira de crédito do banco, ainda que inferior a 1%, foi importante porque reverteu-se a tendência de queda. O banco também viu uma queda expressiva da inadimplência, que chegou a 3,9% em março e caiu para 2,1% em junho. "Ainda está mais alto que nosso nível histórico, de 1%, porém o que importa é a tendência de queda", diz Bardini.
Outro setor que ignorou a crise foi a indústria de bebidas. O setor apresentou crescimento na produção de 4,1% entre setembro 2008 (quando se agravou a crise) e junho deste ano, enquanto o resultado de toda a produção industrial teve queda de 13,6% no mesmo período.

Segundo o diretor executivo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Carlos Paviani, as vendas do produto cresceram 8% no primeiro semestre, totalizando 102 milhões de litros.
Já a Suzano Papel e Celulose bateu recorde no segundo trimestre do ano, obtendo resultado 389,2% maior que os R$ 90 milhões de lucro líquido do primeiro trimestre. O resultado é ainda 119,1% maior que o do mesmo período de 2008. Enquanto isso, o setor automotivo celebra julho como o terceiro melhor mês de sua história, atrás apenas de junho deste ano e de julho de 2008.
O comércio varejista da região metropolitana de São Paulo, depois de nove meses de queda, viu as vendas de junho terem alta de 10,8% ante as de junho de 2008. (Fonte: DCI)

Banco Votorantim tem queda de 33% em seu lucro líquido semestral
Aguardando que o Banco Central aprove a venda de 50% de seu capital social ao Banco do Brasil, o banco Votorantim registrou uma queda de 33% em seu lucro líquido no semestre, passando de R$ 600,8 milhões, em junho do ano passado, para R$ 400,4 milhões, nos seis primeiros meses de 2009.

Apesar da retração, a instituição registrou um aumento em sua carteira consolidada de operações de crédito, que teve um avanço de 22,1% ante junho do ano passado, totalizando R$ 48,6 bilhões, incluindo fianças e avais. O banco destaca o crescimento na pessoa jurídica, que teve alta de 29% em relação ao primeiro semestre de 2008, enquanto o estoque de pessoa física registrou avanço de 14%, chegando a um total de R$ 22,3 bilhões.

O Votorantim também afirma que conseguiu aumentar sua carteira de crédito mantendo a qualidade dos financiamentos. Segundo a instituição financeira, no primeiro semestre de 2009, as operações de crédito classificadas entre AA e C representavam 95,1% da carteira.
No segmento de varejo, a instituição também conseguiu avanços importantes. A BV Financeira e a BV Leasing conseguiram ampliar sua base de clientes e registrar crescimento nas operações de crédito. Na modalidade de Crédito Pessoal e Crédito Direto ao Consumidor, com destaque para o financiamento de veículos, o Votorantim encerrou o semestre com uma carteira de R$ 21,5 bilhões (R$ 18,3 bilhões em 2008), um crescimento de 17,4%.

A instituição apresentou ainda um crescimento de 3% no Patrimônio Líquido, passando de R$ 6,3 bilhões, em 2008, para R$ 6,5 bilhões no consolidado do primeiro semestre de 2009. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Final foi de 12,8% ao ano.
Além disso, conseguiu também uma evolução de 21% em seus ativos totais no semestre, em comparação com o mesmo período de 2008, alcançando R$ 89 bilhões.

Aquisição
O Banco do Brasil adquiriu 49,99% do capital votante e 50% do capital social do Votorantim em janeiro deste ano, em uma transação de R$ 4,2 bilhões, sendo R$ 3 bilhões para aquisição de ações. Com a união, o banco federal visa ampliar sua carteira de crédito à veículos, enquanto a instituição privada tem um poder maior para ampliar sua oferta de crédito. A operação aguarda aval do Banco Central. (Fonte: DCI)

Lucro do Banrisul é de R$ 210,8 milhões no primeiro semestre
Resultado é inferior a igual período do ano passado Caio Cigana, Especial O Banrisul registrou lucro líquido de R$ 210,8 milhões no primeiro semestre do ano. Em igual período do ano passado, atingiu R$ 222 milhões. O balanço da instituição foi divulgado nesta terça-feira. A queda ocorreu principalmente devido ao aumento da reserva para cobertura de operações de crédito que não sejam quitadas. Além disso, a diminuição da taxa básica de juros também afetou o resultado.

Apesar de registrar lucro menor, o presidente do banco, Fernando Lemos, considerou um ótimo resultado.
— Porque estamos comparando o melhor semestre dos últimos anos para os bancos (1º semestre de 2008), com o pior semestre da economia brasileira nos últimos anos (1º semestre de 2009).

O volume de operações de crédito no semestre foi de R$ 12,1 bilhões, o que representa crescimento de 23,1% em relação a junho de 2008. O aumento foi puxado pela pessoa física (30,9%), alcançando R$ 4,6 bilhões. Lemos atribuiu ao efeito do crescimento da renda da população. O crédito para empresas cresceu 10,3% alcançando um saldo de R$ 4,3 bilhões. A previsão é que o crédito feche o ano com crescimento de 19% em relação a 2008, superando a média do mercado.

O índice de inadimplência no primeiro semestre foi de 4,1% contra 3,2% de igual período do ano passado. O pico foi em maio, quando chegou a 4,3%. Para os próximos meses, a instituição projeta queda na taxa. (Fonte: Zero Hora)

Nossa Caixa tem prejuízo líquido de R$139,6 milhões no 2o tri
O Banco Nossa Caixa, que foi comprado no ano passado pelo Banco do Brasil, teve prejuízo líquido de 139,6 milhões de reais no segundo trimestre, que se compara ao lucro líquido de 410,9 milhões de reais um ano antes.

A instituição também divulgou um lucro recorrente, que exclui efeitos extraordinários, de 89,9 milhões de reais de abril a junho, abaixo dos 146 milhões de reais em igual intervalo de 2008.
A carteira de crédito do banco atingiu 17,0 bilhões de reais ao final de junho, evolução de 23,3 por cento sobre março e de 61 por cento em 12 meses.
(Fonte: Folha Online)

Lucro do Itaú-Unibanco cai 8% no 2º trimeste para R$ 2,571 bi
O Itaú-Unibanco Holding informou nesta terça-feira que encerrou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 2,571 bilhões, contra um lucro pró-forma de R$ 2,797 bilhões em igual período do ano passado uma queda de 8%.
Os números comparativos de igual período do ano passado são apresentados na base pró-forma porque a fusão que uniu Itaú e Unibanco aconteceu em novembro de 2008.

Na comparação com o primeiro trimestre deste ano (quando o lucro foi de R$ 2,015 bilhões), houve uma alta de 27,6% (os resultados de janeiro a março já não são pró-forma, pois já consideram a operação do grupo após a fusão).
O lucro líquido no primeiro semestre foi de R$ 4,586 bilhões, uma queda de 17,8% em relação ao resultado pró-forma no mesmo período de 2008, R$ 5,582 bilhões. O lucro líquido recorrente no semestre, por sua vez, foi de R$ 4,990 bilhões, contra R$ 5,555 bilhões no primeiro semestre do ano passado, uma queda de 10,2%.

Em termos recorrentes (que exclui efeitos de custos e encargos extraordinários), o lucro líquido da instituição nos três meses terminados em junho somou R$ 2,429 bilhões, queda de 14,35% sobre o resultado obtido um ano antes.
A carteira de crédito do grupo somava R$ 265,97 bilhões no final de junho, ante R$ 231,16 bilhões no final do primeiro semestre de 2008. O total de ativos consolidado no semestre passado foi de R$ 596,387 bilhões.

No Brasil, a carteira de crédito livre para pessoa física atingiu R$ 96,543 bilhões, com crescimento de 13,2% quando comparado a igual período de 2008. Já o segmento de grandes empresas atingiu R$ 91,664 bilhões e o de micro, pequenas e médias empresas atingiu R$ 54,312 milhões, com crescimento de 28,5% quando comparado a 30 de junho de 2008. (Fonte: Folha Online)

Paraná Banco lucra 66% mais e expande carteira no 2º trimestre
Em um cenário em que os bancos vêm apresentando baixo crescimento e estabilidade na carteira de crédito, o Paraná Banco conseguiu um lucro líquido de R$ 33,8 milhões no segundo trimestre do ano, crescimento de 66,7% em relação ao período anterior. No semestre, a expansão foi de 10,5%, para R$ 54,1 milhões, ante o mesmo período do ano passado.

Além disso, a carteira de crédito da instituição alcançou R$ 1,158 bilhão, crescimento de 4,7% no trimestre e de 18,2% ante o primeiro semestre de 2008.
Para o diretor de Relações com Investidores Cristiano Malucelli, o bom desempenho se deve ao fato de 90% da carteira da instituição serem de crédito consignado: "Expandimos nossa carteira com um crédito de qualidade, que não está suscetível à inadimplência".
"No início de 2009, a escassez de funding e uma baixa oferta por temor à inadimplência estavam travando o crédito. O primeiro problema foi resolvido com a criação do Depósito a prazo com Garantia Especial (DPGE). Em relação ao segundo, tanto a pessoa física quanto a jurídica ainda apresentam inadimplência alta", diz, justificando a expectativa de um crescimento ainda maior no segundo semestre. "A expansão do crédito nesse período deverá ser puxada pelo crédito pessoal, com destaque para o consignado. Nosso crescimento deverá ser acima da média", completa.

Além da expansão da carteira, o Paraná Banco atribui o aumento do lucro líquido à redução das despesas operacionais e ao aumento do resultado das operações de seguro no período, setor responsável por 32,4% do resultado consolidado do trimestre. Segundo o banco, o lucro líquido de JMalucelli Seguradora e JMalucelli Resseguradora atingiu R$ 6,2 milhões e R$ 4,3 milhões, respectivamente.

O banco ainda teve um efeito positivo de R$ 574 mil, com a venda do título patrimonial da CETIP, outros R$ 1,996 milhões com o ágio gerado pela recompra da JMalucelli Seguradora em 2007, além do benefício fiscal originado do pagamento de JCP e outros R$ 7,313 milhões de resultado não recorrente. A instituição teve um resultado de intermediação financeira de R$ 52,9 milhões no segundo trimestre, alta de 23,2% ante o primeiro quarto de 2009. Com operações de títulos e valores mobiliários, o ganho foi de R$ 14,995 milhões, queda de 11,9% na comparação. (Fonte: DCI)

Maior provisão de crédito no HSBC ocorreu no Brasil. Lucro bruto é de US$ 214 mi
Perdas com crédito afetaram os resultados do HSBC no Brasil neste início de ano. A informação consta do relatório da administração do banco inglês a respeito do desempenho global no primeiro semestre, quando foi contabilizado o lucro de US$ 5 bilhões antes dos impostos, 51% inferior ao registrado em igual período de 2008.

O HSBC obteve no Brasil um lucro bruto de US$ 214 milhões, equivalente a 4,3% do resultado global do grupo britânico e a 37% do resultado de US$ 580 milhões contabilizado pelas operações na América Latina.
Mas o lucro obtido no país 67,6% inferior ao do primeiro semestre de 2008, quando representou 52% dos ganhos da América Latina (US$ 1,266 bilhão).

A carteira de crédito do HSBC no Brasil fechou o semestre em US$ 20,038 bilhões. O número é 15,5% inferior aos US$ 23,721 bilhões da carteira de junho de 2008, mas é 9,7% superior aos US$ 18,255 bilhões de dezembro do ano passado.
Segundo o relatório da administração do banco, a carteira de crédito cresceu no Brasil, puxada pelas operações de capital de giro para empresas. Mas o relatório também notou uma deterioração na qualidade do crédito para micro, pequenas e médias empresas.

As provisões para crédito para pessoas físicas também cresceram devido ao aumento da inadimplência, causado pela deterioração do ambiente econômico, segundo o relatório. O documento ainda afirma que o aumento mais significativo dessas provisões na América Latina ocorreu no Brasil. As perdas com avaliação do crédito na área de varejo aumentaram em consequência do crescimento do desemprego. (Fonte: Valor Econômico)

Lucro do Bradesco cresce 14,7% no 2º trimestre e fica em R$ 2,297 bi
O Banco Bradesco registrou lucro líquido de R$ 2,297 bilhões no segundo trimestre de 2009, uma alta de 14,7% sobre os R$ 2,002 bilhões de igual período de 2008. A margem financeira foi de R$ 7,56 bilhões, com crescimento de 26,9%, e as despesas com provisão para devedores duvidosos aumentaram 152,3%, para R$ 4,421 bilhões. A receita de prestação de serviços cresceu 9,6%, para R$ 2,911 bilhões, e as despesas administrativas e de pessoal também aumentaram 9,6%, para R$ 4,141 bilhões.

Os ativos totais em junho de 2009 registraram saldo de R$ 482,478 bilhões, crescimento de 19,7% em relação ao mesmo período de 2008. O retorno anualizado sobre os ativos totais médios foi de 1,7%, enquanto no mesmo período do ano anterior chegou a 2,1%. A carteira de crédito total em junho de 2009 atingiu R$ 212,768 bilhões, evolução de 18,1%. Já as operações com pessoas físicas totalizaram R$ 74,288 bilhões (crescimento de 13,2%), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram o montante de R$ 138,480 bilhões (crescimento de 20,9%). (Fonte: Estadão)

Lucro do Santander Brasil cresce 13,5% no semestre
O Grupo Santander Brasil, formado pelos bancos Santander e Real, registrou lucro líquido de R$ 1,874 bilhão no primeiro semestre, o que significou um crescimento de 13,5% na comparação com R$ 1,651 bilhão apresentado nos seis primeiros meses de 2008. Considerando os eventos extraordinários (venda de participações e amortização de ágio), o lucro líquido foi de R$ 1,058 bilhão, queda de 44,1% em relação aos R$ 1,892 bilhão do ano anterior.

Os negócios com clientes evoluíram positivamente, apesar da menor atividade econômica no período. As operações de crédito expandiram 14,9% em comparação com o primeiro semestre do ano anterior, atingindo R$ 137,268 bilhões.
As operações de crédito para pessoa jurídica cresceram 19%, para R$ 71,147 bilhões, enquanto para as pessoas físicas o aumento foi de 12,6%, chegando a R$ 60,753 bilhões. Os destaques da carteira de crédito de pessoa física foram os segmentos de cartões, com alta de 23,7%; crédito imobiliário, com expansão de 22,8%; e crédito pessoal, com incremento 10,7%. Como conseqüência, o resultado de intermediação financeira antes de provisões cresceu 25,7%.

As receitas de prestação de serviços apresentaram uma queda de 2,4% no mesmo período, refletindo o impacto da regulamentação de tarifas implantada no segundo trimestre de 2008, atingindo R$ 4,268 bilhões.
As provisões de crédito subiram 57,9% em relação ao mesmo período de 2008, alcançando R$ 4,903 bilhões, em razão do impacto da crise financeira mundial no nível de inadimplência.

No período de doze meses, os depósitos totais cresceram 4,3% , com destaque para a alta de 17,4% dos depósitos de poupança, totalizando R$ 21,411 bilhões. Os depósitos a prazo totalizaram R$ 85,268 bilhões, com aumento de 1,6%.
No mesmo período, o patrimônio líquido do Grupo Santander Brasil, desconsiderando o efeito do ágio, cresceu 7,9%, ficando em R$ 26,61 bilhões. Os ativos totais, desconsiderando o efeito do ágio, registraram aumento de 6,1%, totalizando R$ 315,28 bilhões em junho. O Índice de Basiléia é 17%, desconsiderando o efeito do ágio, conforme determina a regra internacional. O Retorno sobre o Patrimônio Médio baseado no lucro normalizado foi de 15,7%, comparado com 14,5% em 2008.

Nas operações mundiais, o Grupo Santander registrou lucro líquido de 4,519 bilhões (US$ 6,37 bilhões) entre janeiro e junho, retração de 4,5% em relação aos lucros de um ano antes. (Fonte; JB Online)

BMG lucra 16% mais, para R$ 176 milhões
O Banco BMG registrou lucro líquido de R$ 176 milhões no primeiro semestre de 2009, crescimento de 16,3% em relação ao mesmo período do ano passado que ficou em R$ 151 milhões. O patrimônio líquido chega a R$ 1,941 bilhão.

No primeiro semestre de 2009, a geração de crédito alcançou R$ 3,640 bilhões, dos quais R$ 3,051 bilhões foram para crédito consignado com desconto em folha de pagamento. Destaca-se no segundo trimestre de 2009 um forte crescimento na originação de créditos, que compreende o valor de R$2,443 bilhões, representando 67,1% do total de R$ 3,640 bilhões originados no semestre. Os maiores tomadores de recursos no empréstimo consignado foram aposentados e pensionistas do INSS (62,7%) seguidos dos servidores públicos (37,3%).

Os demais créditos gerados compreendem repasses de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), operações de arrendamento mercantil e operações com fornecedores do setor público e grandes empresas do setor privado.
As carteiras de operações de crédito e de arrendamento mercantil atingiram nesse primeiro semestre de 2009 o saldo de R$ 15,809 bilhões (contra R$ 14,070 bilhões no primeiro semestre de 2008), o que representa crescimento de 12,4%. Essas operações foram puxadas principalmente pelo aumento dos empréstimos concedidos às pessoas físicas. O banco é forte em crédito consignado.

O Banco BMG registrou lucro líquido de R$ 176 milhões no primeiro semestre de 2009, crescimento de 16,3% em relação ao mesmo período do ano passado.
(Fonte: DCI)

Primeiro Trimestre/2009

Bancos: PanAmericano lucra R$ 17,5 milhões e Cruzeiro do Sul registra prejuízo
O lucro líquido do Banco PanAmericano chegou a R$ 17,5 milhões no trimestre, um aumento de 82,3% em relação ao trimestre anterior e uma queda de 75,3% em relação ao mesmo período de 2008. No consolidado, por sua vez, o lucro foi de R$ 70,9 milhões, diante do prejuízo de R$ 74,3 milhões no 4.º trimestre de 2008. Segundo a instituição, a diferença existente entre os lucro da controladora e do consolidado é decorrência da metodologia utilizada, que inclui os Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios. O Patrimônio Líquido (PL) do banco chegou a R$ 1,468 bilhão em março, um aumento de 1,2% em relação ao trimestre anterior. Já a carteira de crédito total, considerando as cessões de crédito, manteve-se estável em relação à dezembro de 2008, em R$ 8,8 bilhões. Ante o primeiro trimestre de 2008, houve crescimento de 13,4%. A instituição considera que seu desempenho econômico no primeiro trimestre de 2009, "foi determinado pela priorização das ações estratégicas de curto prazo, definidas em meados do quarto trimestre de 2008 e executadas ao longo dos últimos quatro meses. Dessa forma, as atenções foram direcionadas para o incremento da liquidez, readequação dos produtos, busca da melhor combinação de risco e retorno, e contenção de custos operacionais". Prejuízo O banco Cruzeiro do Sul, por sua vez, foi a primeira instituição financeira brasileira a registrar prejuízo no ano, de R$ 21,8 milhões. Segundo o executivo de Relações com Investidores do Banco, Fausto Guimarães, o dado negativo é apenas contábil e não operacional, devido à adequação do banco à Resolução 3.533 do Banco Central, que modifica a forma de contabilizar a realização do lucro das operações de cessão de crédito, que passa a ser diferido. A instituição registrou no primeiro trimestre um saldo de carteira de crédito, incluindo os montantes cedidos para outras instituições financeiras, de R$ 5,626 bilhões, um crescimento de 18,7% comparado com o mesmo período de 2008, e uma ampliação de 5,9%, frente ao período entre outubro e dezembro de 2008. "A originação está em linha com o primeiro trimestre de 2008. Esperamos uma estabilidade neste segundo trimestre, com crescimento nos próximos", diz o executivo O banco PanAmericano apresentou lucro líquido de R$ 17,5 milhões no primeiro trimestre do ano, enquanto o Cruzeiro do Sul teve prejuízo de R$ 21,8 milhões no mesmo período. (Fonte: DCI)

Banrisul lucra R$ 106,5 milhões no primeiro trimestre
Lucro líquido consolidado no período foi 11,9% inferior ao alcançado no mesmo período de 2008
O Banrisul alcançou lucro líquido de R$ 106,5 milhões no primeiro trimestre de 2009. Mesmo assim, o lucro líquido consolidado no período foi 11,9% inferior ao alcançado no primeiro trimestre de 2008, de R$ 120,9 milhões. Segundo o banco, o resultado, apesar da elevação das receitas de crédito e tesouraria, foi impactado pela maior necessidade de alocação de recursos em provisão para liquidação de créditos, em função da desaceleração dos níveis da atividade econômica. Isso provocou forte impacto na comercialização da produção e na renda, com efeitos diretos sobre a inadimplência. As operações de crédito vencidas há mais de 60 dias representam 4% do total da carteira de crédito.
De acordo com o presidente do Banrisul, Fernando Lemos, o volume de operações de crédito do banco totalizou R$ 11,8 bilhões em março de 2009, saldo que ultrapassa em 33,6% a posição registrada em março de 2008. O crescimento, de acordo com Lemos, decorreu da expansão da carteira comercial, com saldo de R$ 8,7 bilhões, evolução de 34,8% na comparação com março de 2008. O crédito comercial para as pessoas físicas alcançou R$ 4,2 bilhões em março de 2009, aumento de 33,9% sobre o mesmo mês de 2008. Já o crédito comercial às empresas atingiu o saldo de R$ 4,5 bilhões, com incremento de 35,6% em relação a março do ano passado.
O patrimônio líquido do banco também cresceu e chegou a R$ 3,1 bilhões, evolução de 11,3% em relação ao montante registrado em março de 2008. Os ativos totais do Banrisul apresentaram, ao final de março de 2009, saldo de R$ 26,5 bilhões, com crescimento de 22,5% sobre março de 2008. Já a rentabilidade anualizada sobre o Patrimônio Líquido Médio alcançou 14,4% no período.
Os recursos captados e administrados somaram R$ 19,4 bilhões no final de março de 2009, volume 10,2% acima do registrado no mesmo mês do ano anterior. O aumento de R$ 1,8 bilhão nos últimos 12 meses provém da expansão dos depósitos a prazo, que compõem 83% do incremento verificado no período. No primeiro trimestre de 2009, os depósitos a prazo e recursos administrados agregaram R$ 800 milhões ao volume total de captação.
O Índice de Basileia, que representa a relação entre o patrimônio de referência e os ativos ponderados pelo risco, demonstrando a solvabilidade da empresa, atingiu o índice de 19,1% no Banrisul em março de 2009, 8,1 pontos percentuais acima do exigido pelo Banco Central do Brasil. Os investimentos do Banco em hardware, software e manutenção de bens foram de R$ 42,5 milhões nos primeiros três meses do ano. (Fonte: Zero Hora)

Lucro do Banco do Brasil cai 29% no 1o trimestre
O lucro líquido do Banco do Brasil caiu 29,1% no primeiro trimestre deste ano contra igual período de 2008, para R$ 1,665 bilhão, informou a instituição nesta quinta-feira. Em relação ao quarto trimestre do ano passado, a queda no lucro foi de 43,4%.
Desconsiderados os efeitos extraordinários, o lucro recorrente do banco público atingiu R$ 1,357 bilhão no trimestre, o equivalente a recuo de 12,9%, na mesma base de comparação.
O banco encerrou o primeiro trimestre com ativos totais de R$ 592 bilhões, alta de 42,9% sobre o ano passado.
A carteira de crédito total incluindo carteira externa e prestação de garantias totalizou R$ 254,4 bilhões, alta de 41,3% sobre o primeiro trimestre de 2008 e de 7,3% contra os três últimos meses do ano passado.
Segundo a instituição financeira, o resultado dos três primeiros meses de 2009 correspondeu a um retorno sobre o patrimônio líquido (RSPL) anualizado de 23,8% (contábil), ante 47,4% no trimestre imediatamente anterior e 43,5% um ano antes.
(Fonte: Estadão)

BicBanco tem lucro líquido de R$ 74 milhões
Em linha com o sistema financeiro, o lucro líquido do BicBanco teve queda de 19,2% em relação ao do mesmo período de 2008, a um total de R$ 74,3 milhões. Na comparação com o trimestre anterior, em compensação, o resultado do banco teve um desempenho 266% superior, ao registrar um resultado de R$ 20,3 milhões.
Segundo o vice-presidente da instituição, Milto Bardini, a queda em relação aos primeiros meses de 2008 se deve ao recuo dos volumes de operações e também a uma constituição de provisionamento para devedores duvidosos (PDD), de R$ 87 milhões. "A originação de operações teve uma queda menos intensa do que o ocorrido no quarto trimestre do ano passado, porém o volume ainda teve uma redução." Além disso, ele compara, em um trimestre-padrão quer dizer, pré-crise o reforço na reserva contra calote-padrão é de R$ 39 milhões. "Este é o que chamamos de preço da crise, uma expansão da necessidade de provisão, que mais do que dobrou."
Segundo ele, o reforço foi necessário devido à estrutura da carteira de crédito da instituição, de curto prazo. "A vantagem é de podermos redirecionar ativos mais rapidamente, porém se o seu crédito vence mais rápido, você também sente impacto mais rápido na originação e na inadimplência."
A instituição encerrou março com um saldo em carteira de R$ 7,3 bilhões, uma diminuição de 5,9% em relação ao mesmo período de 2008. Ante dezembro, a queda foi mais acentuada, de 9,8%, uma vez que o estoque na época era de R$ 8,1 bilhões.
A maior queda verificada em relação a março de 2008 foi na carteira de crédito pessoal: 49,3%, de R$ 136,6 milhões de saldo, para R$ 69,3 milhões.
A maior carteira da instituição está em operações comerciais, com R$ 5,3 bilhões, uma queda de 4,8% ante março do ano passado.
Bardini explica que devido à estrutura de crédito do BicBanco, assim como a inadimplência e a necessidade de aumentar a pdd aparecem mais rápido, também devem diminuir antes. "Acreditamos que o primeiro trimestre tenha sido o mais árduo e que a tendência, daqui para a frente, é de amainar a exigiblidade de provisões", analisa.
Além disso, o banco - que em 2009 preferiu não fazer um guidance anual, e sim não-trimestral - pensa que este período de três meses, até junho, deve mostrar uma estabilidade nas operações. "Talvez haja um início de retomada. Estamos vendo melhorarem as condições das empresas e há sintomas de melhora na economia. Não queremos nos animar, mas o cenário é alentador." O executivo acredita ainda que, em meados do ano, já deverá haver um retorno do crescimento do crédito no Brasil.
Em relação à inadimplência, o banco toma por base os créditos vencidos há 15 dias. Em dezembro, segundo Bardini, o índice estava em 1,6%, porém no primeiro trimestre houve um crescimento de 2,3 pontos percentuais, a 3,9%. "Acredito que atingiu o pico: a inadimplência não deve subir além disso durante o ano."
Mercado
De acordo com levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as instituições financeiras diminuíram a expectativa em relação ao crescimento da economia e aumentaram a previsão de inadimplência para este ano.
Pela pesquisa, o Produto Interno Bruto (PIB) deve ter uma redução de 0,01% em relação ao de 2008, enquanto na projeção anterior, realizada em março, a estimativa era de um crescimento de 0,3 %das riquezas produzidas no País.
A expectativa de inadimplência alcançou o recorde de 5,9%. Antes, o maior índice havia sido verificado em setembro de 2000, quando se esperava que 5,7% dos devedores atrasassem os pagamentos. A previsão de inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) também foi alterada, de 4,3%, para 4 4%, aproximando-se da meta do governo de 4,5%.
No entanto, na avaliação do economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg, a pesquisa como um todo aponta a que o mercado financeiro acredita em uma estabilização da economia brasileira. "Parece que a economia encontrou um novo patamar, e começa a ter indicações de melhora". Um dos indicativos dessa estabilização é a perspectiva de crescimento das operações de crédito em 14,2%, mesmo número verificado em março. Para Sardenberg, o dado sinaliza uma melhora na disposição dos bancos para emprestar.
Segundo o economista, pode também haver queda nas taxas cobradas pelos bancos. Os juros cobrados atualmente, disse, são baseados nas estimativas dos meses anteriores, quando era prevista uma deterioração.
Para a taxa básica de juros, a Selic, manteve-se a estimativa do levantamento anterior de que vá terminar o ano em 9,25%. Atualmente, a taxa está em 10,25%, mas a expectativa é de que haja uma redução de 0,5 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC) em junho e outra diminuição no encontro de julho.
(Fonte: DCI)

Lucro do Itaú recua 27,6%, mas ainda passa de R$ 2 bi no 1º trimestre
O Itaú Unibanco, maior banco do país, anunciou nesta terça-feira que teve lucro líquido de R$ 2,015 bilhões no primeiro trimestre de 2009, com queda de 27,6% ante os R$ 2,784 bilhões registrados "pro forma", já que Itaú e Unibanco só se fundiram no final de 2008 no mesmo período do ano passado.
Já a carteira de crédito atingiu R$ 272,7 bilhões, com alta de 25,1% sobre o mesmo período do ano passado (R$ 218 bilhões) e de 0,3% sobre o quarto trimestre (R$ 271,9 bilhões).
Leia a cobertura completa da crise nos EUA Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil
Quem garantiu a leve alta sobre o trimestre imediatamente anterior foram as pessoas físicas, já que a carteira para elas cresceu 1,4%. Já para empresas houve recuo de 0,4%. Nas operações no exterior o banco atua com crédito também na Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai houve alta de 0,8%.
"Nossas operações com clientes pessoa física no Brasil cresceram 1,4% no período, impulsionadas pelo aumento de 4,2% do saldo das operações de crédito pessoal e pelo acréscimo de 1,9% no volume de financiamentos de veículos. Esses crescimentos foram parcialmente compensados pela redução sazonal do saldo das operações de cartão de crédito", informou o banco em nota.
Já no caso das empresas, a queda foi puxada pelas grandes, já que o crédito direcionado para pequenas e médias empresas subiu 1,8%.
Assim como o Bradesco informou ontem, o Itaú Unibanco também apresentou aumento das taxas de inadimplência no trimestre. Ela ficou em 5,6%, contra 4,8% do quarto trimestre do ano passado. Porém, a provisão adicional feita pelo Itaú Unibanco foi bem menor do que a da concorrente (R$ 539 milhões contra R$ 1,2 bilhão). Com isso, a PDD (Provisão para Devedores Duvidosos) subiu para R$ 3,834 bilhões.
"A desaceleração da atividade econômica iniciada no quarto trimestre de 2008 continuou a produzir impacto sobre a qualidade do risco das carteiras de crédito das micro, pequenas e médias empresas e de clientes pessoa física, levando à ampliação da despesa com a constituição de provisões", informou o banco.
Os ativos do Itaú Unibanco atingiram R$ 618,9 bilhões ao final de março de 2009.
(Fonte: Folha Online)

Lucro da Caixa cai pela metade no primeiro trimestre
A Caixa Econômica Federal anunciou que teve lucro líquido de R$ 452 milhões no primeiro trimestre deste ano, contra ganho apurado de R$ 872 milhões em idêntico período de 2008.
O banco informou que o saldo das operações de crédito atingiu a marca dos R$ 89,2 bilhões, com forte crescimento dos financiamentos destinados para pessoas físicas. Somente os empréstimos para pessoa jurídica somaram R$ 17,6 bilhões, em um incremento de 16,4% sobre o primeiro trimestre do ano passado. Nos empréstimos para pessoa física, as operações somaram R$ 15,8 bilhões, em um acréscimo de 36,2% sobre o início do ano passado.
Em março, a Caixa contabilizou um saldo de R$ 232,9 bilhões em depósitos, número 6,7% superior na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Somente o saldo de poupança (R$ 95,8 bilhões) teve um crescimento de 21,1%.
A Caixa informou ainda recorde na liberação de financiamentos habitacionais entre janeiro e março. O total atingiu R$ 7 bilhões. O saldo dos financiamentos para o setor habitacional bateram a casa dos R$ 49,2 bilhões em março, uma evolução de 45,2% se comparado com o primeiro trimestre do ano passado.
Segundo comunicado do banco, os ativos totais da Caixa registraram saldo de R$ 312,5 bilhões e o patrimônio líquido fechou em R$ 13 bilhões, o que significou evoluções de 22,8% e 15%, nos últimos 12 meses, respectivamente. Os ativos administrados pela instituição totalizaram R$ 670,5 bilhões, incluído neste valor R$ 223 bilhões em FGTS.
(Fonte: Folha Online)

Lucro do Bradesco cai 9,6% no 1o tri, para R$1,723 bilhão
O Bradesco anunciou nesta segunda-feira lucro líquido de R$ 1,723 bilhão, o que representa uma queda de 9,6% em relação ao resultado obtido um ano antes. A carteira de crédito do segundo maior banco privado do Brasil, porém, avançou 26,5% no período, para R$ 214,291 bilhões.
Os ativos totais do banco no fim de março somavam R$ 482,141 bilhões de reais, crescimento de 35,6% na comparação com o primeiro trimestre de 2008.
Em comunicado divulgado nesta segunda-feira o banco explicou que o lucro líquido trimestral foi composto por R$ 1,073 bilhão oriundo das atividades financeiras, ou 62% do total, e por R$ 650 milhões gerados pelas atividades do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência (38% do total).
A carteira de crédito, incluindo avais, fianças, valores a receber com cartões de crédito e cessão de crédito (FIDC), somou R$ 214,291 bilhões, com crescimento de 26,5% em relação a igual período do ano passado. As operações com pessoas físicas avançaram 18,3% e totalizaram R$ 73,630 bilhões e as operações com pessoas jurídicas tiveram expansão de 31,2%, alcançando R$ 140,661 bilhões.
No quarto trimestre do ano passado, o Bradesco teve lucro de R$ 1,6 bilhão, queda de 27% em relação ao quarto trimestre de 2007.
"A deterioração do rating de algumas empresas e o atraso no pagamento pelas pessoas físicas nos levaram a aumentar o nível de provisionamento", informa o Bradesco em balanço.
(Fonte: Valor Online)

Santander Brasil registra lucro 7% maior no primeiro trimestre
O banco Santander no Brasil apurou alta de 7,12% no lucro líquido no primeiro trimestre deste ano ante o mesmo período do ano anterior. O montante, em 31 de março de 2009, atingiu R$ 416,4 milhões. As receitas de intermediação financeira foram de R$ 3,955 bilhões entre janeiro e março deste ano, em leve alta (0,70%) sobre os três primeiros meses de 2008. As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias ficaram em R$ 789,2 milhões, decréscimo de 17,21%. As despesas com pessoal ficaram praticamente estáveis em relação aos três primeiros meses do ano passado, em R$ 458,5 milhões. A provisão para créditos de liquidação duvidosa avançou 40,2%, para R$ 921,7 milhões. Segundo o comunicado enviado para a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), as "demonstrações foram preparadas em razão do processo de incorporação do Banco Real pelo Banco Santander", que foi aprovada hoje pelas administrações dos dois bancos. A decisão, no entanto, será submetida à análise dos acionistas em assembleia no próximo dia 30. "A incorporação representa uma etapa fundamental do processo de reestruturação societária das empresas integrantes do grupo Santander Brasil e uma vez aprovada permitirá a conclusão do plano de integração operacional, administrativa e tecnológica que vem sendo implementado desde a aquisição do controle do Banco Real (julho de 2008) e a incorporação das ações de emissão do Banco Real pelo Banco Santander (agosto de 2008)", informou o Santander. Conforme comunicado, o processo de incorporação permitirá a "integração dos negócios e atividades bancárias em uma única instituição financeira para todos os fins comerciais, financeiros e jurídicos, a redução de custos administrativos, a racionalização e a simplificação da estrutura societária do Grupo Santander Brasil". (Fonte: Folha Online)

 

 
Ano Banco Lucro

2

0

0

8

Banco Central R$ 13,345 bilhões
Banco do Brasil R$ 8,8 bilhões
Itaú R$ 7,803 bilhões
Bradesco R$ 7,62 bilhões
BNDES R$ 5,3 bilhões
Caixa Econômica Federal R$  3,88 bilhões
Santander Banespa R$ 2,8 bilhões
HSBC R$ 1,35 bilhão
Banco Safra R$ 843,4 milhões
Nossa Caixa R$ 646,5 milhões
Banrisul R$ 590,9 milhões
Bic Banco R$ 320,5 milhões
BMG R$ 240,7 milhões
Banco Panamericano R$ 236 milhões
Banco da Amazônia R$ 215,850 milhões
Pine R$ 157,487 milhões
Paraná Banco R$ 84 milhões
Nordeste R$ 83,5 milhões
Mercantil do Brasil R$ 43 milhões
 
Ano Banco Lucro

2

0

0

7

ABN Amro Real R$ 2,975 bilhões
Banco da Amazônia R$ 179,8 milhões
Banco do Brasil R$ 5,058 bilhões
Banco Panamericano R$ 200,9 milhões
Banco Safra R$ 830,922 milhões
Banco Volkswagem R$ 108,717 milhões
Banrisul R$ 916,4 milhões
Besc R$ 26,9 milhões
Bic Banco R$ 195,1 milhões
BMG R$ 507,59 milhões,
BNDES R$ 7,314 bilhões
Bradesco R$ 2,193 bilhões
Caixa Econômica Federal R$ 2,5 bilhões
HSBC R$ 1,24 bilhão
Itaú R$ 2,03 bilhões
Mercantil do Brasil R$ 36,723 milhões
Nordeste R$ 219,7 milhões
Nossa Caixa R$ 303,1 milhões
Paraná Banco R$ 67,78 milhões
Pine R$ 567 milhões.
Santander Banespa R$ 1,86 bilhão
Unibanco R$ 3,448 bilhões
Votorantin R$ 1,16 bilhão

 
Ano Banco Período Lucro

2

0

0

6

Bradesco 2006 R$ 6,646 bilhões
Itaú 2006 R$ 6,48 bilhões
BNDES 2006 R$ 6,3 bilhões
Banco do Brasil 2006 R$ 6,04 bilhões
CEF 2006 R$ 2,386 bilhões
Unibanco 2006 R$ 2,21 bilhões
ABN Amro Real 2006 R$ 2,05 bilhões
Santander Banespa 2006 R$ 1,26 bilhão
HSBC 2006 R$ 946,7 milhões
Nossa Caixa 2006 R$ 453,5 milhões
Banco do Nordeste 2006 R$ 202,7 milhões
BB 1º Semestre 2006 R$ 3,888 bilhões
BNDES 1º Semestre 2006 R$ 3,317 bilhões
Bradesco 1º Semestre 2006 R$ 3,132 bilhões
Itaú 1º Semestre 2006 R$ 2,958 bilhões
Unibanco 1º Semestre 2006 R$ 1,068 bilhão
Santander Banespa 1º Semestre 2006 R$ 473 milhões
Nossa Caixa 1º Semestre 2006 R$ 289,9 milhões
Banco do Nordeste 1º Semestre 2006 R$ 76,4 milhões
Banco do Brasil 1º Trimestre R$ 2,343 bilhões
Bradesco 1º Trimestre R$ 1,53 bilhão
Itaú 1º Trimestre R$ 1,460 bilhão
CEF 1º Trimestre R$ 699,5 milhões
Unibanco 1º Trimestre R$ 520 milhões
Banespa 1º Trimestre R$ 408,1 milhões
 
Ano Banco Período Lucro

2

0

0

5

Bradesco 2005 R$ 5,514 bilhões
Itaú 2005 R$ 5,251 bilhões
Banco do Brasil 2005 R$ 4,153 bilhões
CEF 2005 R$ 2,073 bilhões
Unibanco 2005 R$ 1,838 bilhão
Santander 2005 R$ 1,744 bilhão
HSBC 2005 R$ 850,2 milhões
Bradesco Janeiro a Setembro R$ 4,051 bilhões
Itaú Janeiro a Setembro R$ 3,827 bilhões
Banco do Brasil Janeiro a Setembro R$ 3,417 bilhão
Unibanco Janeiro a Setembro R$ 1,329 bilhão
Banespa Janeiro a Setembro R$ 1,297 bilhão
Nossa Caixa Janeiro a Setembro R$ 551,78 milhões
Bradesco 1º Semestre R$ 2,621 bilhões
Itaú 1º Semestre R$ 2,475 bilhões
Banco do Brasil 1º Semestre R$ 1,979 bilhão
CEF 1º Semestre R$ 937 milhões
Banespa 1º Semestre R$ 878 milhões
Bradesco 1º Trimestre R$ 1,205 bilhão
Itaú 1º Trimestre R$ 1,141 bilhão
BNDES 1º Trimestre R$ 1 bilhão
BB 1º Trimestre R$ 965 milhões
Unibanco 1º Trimestre R$ 401 milhões
Banespa 1º Trimestre R$ 330,9 milhões
Ano Banco  Período Lucro

2

0

0

4

Itaú 2004 R$ 3,776 bilhões
Bradesco 2004 R$ 3,060 bilhões
Banco do Brasil 2004 R$ 3,024 bilhões
BC 2004 R$ 2,537 bilhões
Banespa 2004 R$ 1,750 bilhão
BNDES 2004 R$ 1,5 bilhão
Caixa 2004 R$ 1,4 bilhão
Unibanco 2004 R$ 1,283 bilhão
HSBC 2004 R$ 426 milhões
Itaú Janeiro a Setembro R$ 2,745 bilhões
Bradesco Janeiro a Setembro R$ 2,002 bilhões
Banespa Janeiro a Setembro R$ 1,250 bilhão
Unibanco Janeiro a Setembro R$ 908 milhões
Nossa Caixa Janeiro a Setembro R$ 205 milhões
Itaú 1º semestre de 2004 R$ 1,825 bilhão
Banco do Brasil 1º semestre de 2004 R$ 1,42 bilhão
BNDES 1º semestre de 2004 R$ 1,4 bilhão
Bradesco 1º semestre de 2004 R$ 1,25 bilhão
Banespa 1º semestre de 2004 R$ 865,4 milhões
Real ABN Amro 1º semestre de 2004 R$ 689,8 milhões
Caixa 1º semestre de 2004 R$ 623,7 milhões
Unibanco 1º semestre de 2004 R$ 581 milhões
Votorantin  1º semestre de 2004 R$ 358,2 milhões
Safra 1º semestre de 2004 R$ 274,79 milhões
HSBC 1º semestre de 2004 R$ 194,9 milhões
Boston 1º semestre de 2004 R$ 191 milhões
Nossa Caixa 1º semestre de 2004 R$ 146 milhões
Rural 1º semestre de 2004 R$ 60 milhões
Mercantil do Brasil 1º semestre de 2004 R$ 17,238 milhões
Besc 1º semestre de 2004 R$ 12,3 milhões
Banpará 1º semestre de 2004 R$ 4 milhões
Itaú 1º trimestre de 2004 R$ 876,1 milhões
BB 1º trimestre de 2004 R$ 616 milhões
Bradesco 1º trimestre de 2004 R$ 608,7 milhões
Caixa 1º trimestre de 2004 R$ 404 milhões
Banespa 1º trimestre de 2004 R$ 327,4 milhões
Unibanco 1º trimestre de 2004 R$ 276 milhões
  • 2003
Ano Banco Período Lucro

2

 

0

 

0

 

3

Banco Central 2003 R$ 31,318 bilhões
Itaú 2003 R$ 3,152 bilhões
Banco do Brasil 2003 R$ 2,381 bilhões
Bradesco 2003 R$ 2,3 bilhões
Santander Banespa 2003 R$ 1,746 bilhão
Caixa Econômica Federal 2003 R$ 1,6 bilhão
Unibanco 2003 R$ 1,05 bilhão
Nossa Caixa 2003 R$ 449,3 milhões
Besc 2003 R$ 10,644 milhões
BC Janeiro à setembro R$ 29 bilhões
Itaú Janeiro à setembro R$ 2,298 bilhões
Banco do Brasil Janeiro à setembro R$ 1,744 bilhão
Bradesco Janeiro à setembro R$ 1,591 bilhão
Caixa Janeiro à setembro R$ 1,35 bilhão
Banespa Janeiro à setembro R$ 1,309 bilhão
Unibanco Janeiro à setembro R$ 761 milhões
Sudameris Janeiro à setembro R$ 133,329 milhões
Santander Central Hispano Janeiro à setembro US$ 2,27 bilhões
BC 1º Semestre R$ 24,181 bilhões
Itaú 1º Semestre R$ 1,490 bilhão
BB 1º Semestre R$ 1,079 bilhão
Banespa 1º Semestre R$ 1,067 bilhão
Bradesco 1º Semestre R$ 1,027 bilhão
CEF 1º Semestre R$ 860 milhões
Unibanco 1º Semestre R$ 491 milhões
ABN Amro 1º Semestre R$ 439 milhões
Nossa Caixa 1º Semestre R$ 250,3 milhões
HSBC 1º Semestre R$ 113,3 milhões
Paraná Banco 1º Semestre R$ 10,6 milhões

Santander/Banespa

1º Trimestre

R$ 830,049 milhões

Itaú

1º Trimestre

R$ 714 milhões

Bradesco

1º Trimestre

R$ 507,601 milhões

Banco do Brasil

1º Trimestre

R$ 479 milhões

Unibanco

1º Trimestre

R$ 218 milhões
BBV 1º Trimestre R$ 14,882 milhões