Funcionário que recusar vacina contra covid-19 poderá ser demitido, diz presidente do TST


Para Maria Cristina Peduzzi, o bem-estar coletivo é mais importante do que o direito individual de escolher se vacinar ou não (foto:  iStock )

Maria Cristina Peduzzi diz que empresas podem demitir funcionários que se recusarem a tomar a vacina contra a Covid-19
Empresas podem demitir funcionários que se recusarem a tomar a vacina contra a Covid-19. A declaração foi feita pela presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Maria Cristina Peduzzi, em entrevista ao site UOL .

Segundo Maria Cristina, o bem-estar coletivo é mais importante do que o direito individual de escolher tomar ou não a vacina. Para ela, o empregado que recusa a vacinação vai comprometer o meio ambiente de trabalho que deveria ser promovido da forma mais saudável possível.

No entanto, nos casos em que há motivos de saúde por trás da decisão de não se imunizar, a empresa não só deve não demitir, como também deve permitir o trabalho remoto.

Retorno ao trabalho presencial

Com o avanço da vacinação no país e a flexibilização das medidas de isolamento social, muitas empresas já planejam um retorno presencial das atividades. Contudo, a ministra diz que essa ainda é uma situação bastante complexa.

Cerca de 34,83% da população brasileira já recebeu as duas doses da vacina contra a Covid-19. Mas, para Maria Cristina, esse total ainda é pouco para a volta do presencial. A expectativa é que, em poucos meses, esse patamar chegue a 80%. (Fonte: Brasil Econômico)

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