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Órgão de divulgação do Sindicato dos Bancários de Goioerê

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Edição 283                                                                                                                                                                                           09 de junho de 2004

  

EDITORIAL

O novo salário mínimo nos revela uma máxima: Jamais acreditar em promessas políticas impossíveis

Num país notório por desperdiçar energia e tempo em discussões bizantinas, o debate sobre o salário mínimo é um exagero de inutilidade. Será uma lástima se no próximo ano o país for submetido a este mesmo demagógico espetáculo ao invés dos políticos se conscientizarem e discutirem questões fundamentais para reforçar o caixa da previdência sem onerar mais ainda quem já contribui. Para cada 10 reais no salário mínimo, a Previdência sofre um aumento de 3 bilhões de reais no seu já deficitário orçamento. Enquanto isso, 06 de cada 10 brasileiros são informais e nada contribuem para a previdência, o que é facilmente compreensível, já que a contribuição para um autônomo com base num salário mínimo hoje, é de R$ 51,10. É mole? O famigerado salário mínimo é hoje fonte única de renda de mais de dez milhões de brasileiros. Onde está, a justiça social, de LULA?

REFORMA SINDICAL

O governo e seus aliados insistem em promover uma reforma
A pauta dessa reforma é totalmente prejudicial ao trabalhador, nela o governo prega o fim de direitos fundamentais dos trabalhadores, conquistados no artigo 7º da constituição federal, bem como a autonomia e representatividade das entidades sindicais contidas no artigo 8º da carta constitucional, ou seja, LULA pretende suprimir, reduzir ou flexibilizar direitos conquistados ao longo do tempo, tais como o 13º salário, férias com o adicional de 1/3 e defesa contra demissões imotivadas, hoje resumida na multa de 40% do FGTS. No entanto, o assunto que mais nos intriga é a implantação da pluralidade sindical (modelo recusado por mais de 90% das entidades sindicais de trabalhadores e empregadores no Brasil). O movimento sindical oposicionista ao governo é contrário a pluralidade sindical por entender que o pluralismo é uma forma camuflada para enfraquecer, aniquilar e até mesmo extinguir o movimento sindical. Dentro desta metodologia, numa mesma base poderiam ser criados vários sindicatos gerando uma complexidade muito grande nos posicionamentos e conseqüentemente enfraquecendo o poder de negociação da categoria. Outro risco muito sério é de não termos mais sindicatos específicos, ou seja, um sindicato qualquer poderá vincular quem quiser, de qualquer categoria, como se fosse um comércio em busca de clientes contribuintes. Dentro desse panorama, não seria nada estranho ver um bancário filiado ao sindicato da construção civil, um padeiro filiado ao sindicato dos eletricitários e etc. Seria absurdo, mas não seria incorreto. Nós temos que lutar contra essa postura insana e irresponsável de um governo e seus aliados que parecem ter esquecidos de seus princípios e querem agora a todo custo extinguirem valores que eles mesmos ajudaram a conquistar em lutas passadas, e principalmente quando sabemos que as maiores reformas para que o país possa crescer não está na supressão de direitos dos trabalhadores, mas sim no ajuste da máquina do governo, da redução de impostos para que mais pessoas possam contribuir, na desburocratização, etc. Mas isso o governo não quer enxergar, ou se acha incapaz de arrumar a sua própria casa e meter a mão no seu próprio bolso. Afinal, sempre foi mais fácil tirar do povo.!!!

Campanha Salarial 2004

Aconteceu nos dias 27 e 28/05, o XXXIII Encontro Nacional de Dirigentes Sindicais Bancários e Securitários para Planejamento da Campanha Salarial de 2004, em Brasília (DF), onde foram aprovadas as pautas de reivindicações oriundas dos Encontros Estaduais, Regionais e Interestaduais das Federações filiadas, com a inclusão destas às Pautas anteriores, com as devidas atualizações monetárias e de índice, que, no caso, será o INPC. Foi aprovado, ainda, o seguinte:

EIXOS DA CAMPANHA SALARIAL

1 - Redução da jornada de trabalho, sem redução de salário;

2 - abertura dos bancos para o público, das 09,00 às 17,00 horas, com funcionamento em dois (2) turnos;

3 - Segurança e saúde dos bancários;

4 - internalização dos terceirizados;

5 - Assédio moral.

BB disputa com CEF liberação de crédito para aposentado

O BB também está na disputa pela concessão de crédito barato para aposentados e pensionistas do INSS. A CEF entrou nesse segmento no dia 19 de maio, com a operação do crédito consignado, ou seja, descontado diretamente no benefício do segurado do INSS.

Ao contrário da Caixa, o crédito do BB é descontado diretamente na conta corrente do aposentado, é o chamado crédito vinculado.

No entanto, o formato do produto dos dois bancos é bastante similar. O que muda é a forma de desconto do empréstimo.

Na Caixa, o crédito é concedido pelo prazo de um a 36 meses, a taxa de juros mensais que variam de 1,75% a 2,8%.

O crédito do BB cobra juros 1,75% a 2,5% ao mês, dependendo do prazo de pagamento, que varia de 06 a 24 meses.

Em uma semana de operação, o BB já assinou 14 mil contratos de empréstimos para aposentados, totalizando R$ 25 milhões.

No mesmo período, a CEF liberou R$ 48,4 milhões por meio de 14 mil contratações de crédito.

História da Marca. Necessita plugin flash 6.0 ou superior.INPC é o indexador da PREVI a partir de junho

A Secretaria de Previdência Complementar - SPC aprovou as alterações solicitadas pela PREVI nos Artigos 20 do Regulamento do Plano de Benefícios 1 e 19 do Regulamento da PREVI Futuro. Com isso, o INPC passa a ser o indexador dos planos de benefícios. A SPC determinou que a aplicação do índice seja feita a partir de 1º de junho de 2004.

Diretoria da PREVI tem nova composição

O Conselho Deliberativo da PREVI reunido em 04/06 decidiu, na forma dos artigos 22, 24 e 41 do Estatuto, indicar Cecília Mendes Garcez Siqueira para compor a Diretoria Executiva em substituição ao diretor de Seguridade Fernando Amaral Baptista Filho.

Na mesma data, a Diretoria Executiva reunida extraordinariamente formalizou a posse da Sra. Cecília Garcez.

CEF vai abrir conta corrente pela internet

A CEF quer modernizar o sistema de atendimento. Uma das metas do banco é permitir que a maioria das transações bancárias sejam realizadas eletronicamente. Entre os serviços está a abertura de conta corrente.

Pelas regras atuais, a conta tem de ser aberta no estabelecimento bancário e na presença de um funcionário da instituição.

A proposta da Caixa prevê a possibilidade de abertura de contas correntes e depósitos pela internet.

Para movimentar a conta o cliente terá de se dirigir ao banco.

Itaú lança financeira própria

O Itaú pode ter perdido o passo para alguns concorrentes na aquisição de financeiras voltadas principalmente para o crédito popular. Bradesco, Unibanco e HSBC foram mais ágeis. Mas, no costumeiro estilo discreto, sem pompa ou festa, o Itaú está fincando seu pé neste mercado.

Nesta semana esta sendo lançado o projeto-piloto da financeira própria do Itaú, inicialmente com duas lojas em São Paulo e depois com outras unidades capitais. No início, serão 10 lojas.

Sicredi cresceu 22,58 % em 2004
O sistema de cooperativo Sicredi, que reúne 26 cooperativas de crédito no Paraná, cresceu 22,58 % em recursos captados nos primeiros quatro meses deste ano, informou a Sicredi Central. O sistema administra R$ 877 milhões, um crescimento de 161 milhões sobre dezembro último. As cooperativas têm 253 unidades de atendimento espalhadas por 212 municípios paranaenses.

Site da federação dos bancários: atualizações diárias
Se você tem aceso a internet, não deixe de visitar diariamente o site da nossa federação: www.feebpr.org.br. Você vai ficar por dentro de todos os assuntos relativos à categoria bancária. Para ver as matérias publicada neste informativo acesse www.feebpr.org.br/goioere.htm.


Novo partido quer "resgatar as principais bandeiras do PT"

O nome do novo partido do país foi escolhido neste fim de semana. Irá se chamar PSoL (Partido do Socialismo e da Liberdade), que "nasce com a incumbência de abrigar todas as esquerdas, sem respaldo partidário e para resgatar as principais bandeiras do PT antes de chegar ao governo", segundo a senadora Heloísa Helena (AL), eleita pelo PT e atualmente sem partido.

A nova legenda tem na linha de frente a própria senadora e os deputados João Fontes (SE), João Batista Babá (PA) e Luciana Genro (RS), todos expulsos do PT em dezembro de 2003.

Cerca de 900 pessoas, segundo Heloísa Helena, participaram da reunião neste fim de semana em Brasília para definir a criação do novo partido e definir seu nome. "Todas empenhadas em discutir rumos sociais e democratas, numa demonstração clara contra o neoliberalismo", de acordo com a senadora.

Para Luciana Genro, "é hora de atender a todas as correntes de esquerda que lutam por ideais democráticos, e não de dividir". A deputada diz que o novo partido vai ocupar o "vazio político", sem ser um novo PT.

A nova legenda deve registrou o nome em cartório nesta segunda-feira dia 07/06, e mandou publicar no "Diário Oficial" para, então, solicitar o registro provisório na Justiça Eleitoral. Seus organizadores tem o prazo de até 30 de setembro de 2005 para conseguir as 438 mil assinaturas necessárias para formalização do partido, para ter condições de concorrer às eleições de 2006.

TST define data do prazo de prescrição

Pela primeira vez, o TST definiu uma data para começar a valer o prazo de prescrição das ações que reclamam a reposição de expurgos inflacionários sobre a multa de 40% do FGTS. O TST entende que este prazo começa a contar de 29 de junho de 2001, quando foi publicada a lei complementar 110, que reconhece a correção do saldo devedor do fundo.

Mutuários podem quitar casa com desconto

Cerca de 188 mil mutuários da CEF que  contrataram seu financiamento entre 1987 e 1994 poderão quitar seus contratos com até 83% de desconto. O percentual de desconto não é igual para todos os mutuários.

Gasolina terá aumento

O diretor Financeiro da Petrobrás, José Sergio Gabrielli, disse que os preços dos combustíveis deverão ter um reajuste em breve, e ressaltou também que isso só vai acontecer quando houver estabilidade na cotação internacional para que se saiba qual o novo patamar do preço do petróleo.

IR vai "confiscar" R$ 9 bi dos trabalhadores

O governo vai "confiscar" dos trabalhadores assalariados R$ 9 bilhões neste ano com o congelamento da tabela de IR e manutenção da alíquota de desconto de 27,5% para os salários maiores que R$ 2.115 por mês. A conclusão é de um estudo divulgado pela Fecomercio (Federação do Comércio de S. Paulo).

Nos últimos oito anos, a combinação dessas duas medidas gerou um adicional de receita de R$ 40 bilhões para os cofres públicos.

De acordo com diversos tributaristas, a tabela de IR deveria ser reajustada em 55,3%.

Receita libera primeiro lote do IR

A Receita Federal deve liberar a partir desta quinta-feira a consulta ao primeiro lote do Imposto de Renda de 2004 (ano-base 2003). O pagamento das restituições incluídas neste lote será feito no dia 15, terça-feira da próxima semana. As declarações incluídas neste lote serão corrigidas em 2,23%.

Governo Lula é terceirização de FHC

Com essa afirmação, o Deputado Federal, Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), participou no dia 26 de maio da posse da CNTI – Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Industrias, por ocasião de seu pronunciamento. No momento da sua intervenção, o Deputado usou a frase de que o atual governo é uma espécie de terceirização do governo FHC, pois não tem construído no país um modelo de desenvolvimento desatrelado do capital internacional. Além disso, o Deputado criticou a posição subserviente do governo ao FMI, Banco Mundial e pretensão a ALCA.

CNBB: miséria cresceu com Lula

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) fez dura crítica ao governo, que vão desde o valor do salário mínimo fixado em R$ 260, até a taxação dos inativos. Dom Geraldo Majella Agnelo, presidente da entidade, disse que a sociedade "continua esperando" por políticas de combate à pobreza eficientes do governo de Lula.

Tanto dom Geraldo quanto dom Antonio criticaram a proposta de taxação dos inativos. Segundo eles, é injusto cobrar o mesmo percentual "de quem ganha R$ 1.500 daqueles que ganham R$ 15.000".
   

H  U  M  O  R

De partida para a guerra, um soldado muito ciumento resolveu colocar um cinto de castidade na esposa, temendo ser traído.
- Não é justo, posso morrer na guerra e minha mulher é muito jovem. Já sei, darei a chave ao meu amigo de confiança, e se algo acontecer comigo, ele poderá soltá-la.
No dia da partida, mal tinha cavalgado 200 metros, ouviu a voz do amigo, que corria desesperadamente em seu encalço.
- Que aconteceu amigo, o que houve?
- Companheiro! - disse o outro, totalmente sem fôlego. - Você deixou a chave errada!

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O sujeito estava lendo tranqüilamente o seu jornal, quando a mulher lhe dá com a frigideira na cabeça.
— Você está maluca? — reagiu ele, furioso.
— Isso é pelo bilhete que eu encontrei no bolso da sua calça, com o telefone de uma tal de Marilu.
— Mas, querida... Isso foi no dia que eu fui à corrida de cavalos. Marilu foi o cavalo que eu apostei e o número era o valor total das apostas...
A mulher ficou toda desconcertada e desdobrou-se em desculpas.
Dias depois, ele estava novamente lendo o seu jornal e PIMBA, leva outra frigideira na cabeça.
— O que foi agora, querida? — protestou ele.
— O seu cavalo está no telefone.

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Lula vai visitar um hospício e é recepcionado por uma comissão de pacientes.
- Viva o Lula!

- Viva o Lula!
- Viva o Lula! - gritavam eles, entusiasmados.
Ao ver um deles calado, um assessor do Lula perguntou:
- E você, por que não está gritando: "Viva o Lula"?
- Porque eu não sou louco, sou o medico
!

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Numa cidadezinha do interior, o Prefeito vai ter com aquele famoso advogado.

— Doutor — começa ele. — Segundo informações de nosso departamento financeiro o senhor teve

uma renda no ano passado de quase 1 milhão de reais, é verdade?

       Sim, é verdade — confirma o advogado.

       E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.

    Isso também é verdade, Prefeito. Mas, me diga uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de câncer o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil reais?

       Nã... nã... não, senhor!

       E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está tetraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem renda nenhuma?

       Nã... não... me informaram, senhor!

       E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis em uma enchente?

       Não, não sabia, desculpe-me... eu...

E se eu não dei nenhum centavo para eles, você acha que eu vou dar para suas obras sociais?