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Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho Infantil e Regularização
do Trabalho do Adolescente no Paraná
“Como
é definido universalmente, crianças e adolescentes que trabalham
fazem parte de uma trágica conjuntura de nosso tempo. Poucos abusos
dos direitos humanos são tão praticados como esse. Crianças e
adolescentes só têm uma oportunidade de crescimento e
desenvolvimento.”
Mauro Azevedo
de Moura
- Auditor Fiscal do Trabalho/Medicina do Trabalho – DRTE-RS |
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20/08 - Participe
do Manifesto contra a venda do álcool líquido
A Criança Segura, em parceria com a PRO TESTE, a Associação Médica
Brasileira e a Associação Paulista de Medicina, unem forças para pedir
em caráter de urgência a votação dos projetos de lei que estão em
tramitação na Câmara Federal que tratam da proibição da venda do álcool
líquido com gradação acima de 46° INPM.
Cerca de 150 mil pessoas por ano são vítimas de queimaduras por álcool
no Brasil. Deste total, 45 mil são crianças.
Entenda os riscos deste produto para a sua família, acesse
www.criancasegura.org.br/midia_noticias_corpo.asp?id_artigo=521
A proibição da venda do álcool líquido
pode reduzir o número de vítimas por queimaduras. Participe desta ação e
assine o abaixo assinado, entrando no link abaixo.
www.petitiononline.com/alcool46/petition.html
31/08 -
Caminhada pela paz ocorre em Santa Catarina
Com o objetivo de propagar a paz entre os
povos, ocorre em Santa Catarina a caminhada pela paz. O evento terá como
base a chama da paz, que sairá de Dionísio Cerqueira-SC no dia 11/8 e
passará por 29 cidades, até chegar à Florianópolis, dia 31/8. O
transporte da Chama da Paz contará com a participação de crianças,
estudantes de escolas municipais e estaduais, atletas e diversas
entidades representativas de cada região.
Informações:
www.festivalmundialdapaz.org
Audiência discute situação de crianças
e adolescentes de Bituruna-PR
Prefeitura terá 30 dias para apresentar projeto de construção de
equipamentos educacionais que atendam aos meninos e meninas da região
Em audiência realizada ontem (14/8), em Curitiba, o Ministério Público
do Trabalho (MPT) propôs soluções para as denúncias de trabalho infantil
em assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
de Bituruna-PR. Na semana passada, crianças e adolescentes foram
flagrados trabalhando na produção de carvão vegetal. A procuradora
Margaret Matos de Carvalho deu um prazo de dez dias para que o
município, o MST e o Incra apresentem dados como idade, escola e série
freqüentadas pelos meninos e meninas. A prefeitura comprometeu-se a
inserir as crianças e adolescentes no Programa de Erradicação de
Trabalho Infantil (Peti). Até 30 dias, o município também deve estipular
uma proposta de construção de equipamentos educacionais, que atendam às
crianças e adolescentes da área rural e às famílias assentadas.
Fonte: (O Estado do Paraná
- 15.08.2006, Roger Pereira, p. 9; Folha de Londrina, p. 8, Flora
Guedes)

Matéria mostrou que crianças
vivem em situação de risco |
Infância - Famílias serão inseridas em
projetos sociais
MT combate trabalho infantil
em assentamento
A denúncia de trabalho infantil no assentamento 12 de Abril, em Bituruna
(Região Sul do estado), vinculada na terça-feira em reportagem da RPC-TV
Guairacá (de Guarapuava), começou a ser investigada ontem.
Representantes do Conselho Tutelar de Bituruna, fiscais do Ministério do
Trabalho e técnicos do Incra (Instituto Nacional de Colonização e
Reforma Agrária) estiveram no assentamento para averiguar a situação das
crianças.
De acordo com os órgãos envolvidos, essa é a primeira denúncia de
trabalho infantil em assentamentos de sem-terra do Paraná. “Trabalhamos
com esse assentamento há anos, nosso técnicos fazem visitas freqüentes e
nunca receberam essa informação”, afirma o superintendente do Incra no
Paraná, Celso de Lacerda. O promotor da Vara da Infância e Juventude de
União da Vitória, Júlio Ribeiro de Campos Neto, disse que já recebeu
várias denúncias, mas nenhuma em área rural.
Segundo Lacerda, a família mostrada na reportagem não é assentada do 12
de Abril. Maria Madalena Ribeiro e os filhos, um de 5 e outra de 11
anos, foram acolhidos por parentes. De acordo com o promotor Campos
Neto, se isso for comprovado, o proprietário do lote pode responder
criminalmente pelo uso das crianças como mão-de-obra barata. “Isso
significa que alguém está lucrando com a miséria e ignorância alheia. A
questão deixa de ser uma necessidade da família”, diz. O promotor
solicitou ao Incra a identificação da propriedade para intimar o dono a
depor.
O Conselho Tutelar não aplicou punições durante a visita ao
assentamento, mas adotou medidas preventivas para proteger as crianças.
A de cinco anos teve matrícula e transporte assegurado para freqüentar a
escola. A irmã, de 11 anos, já frequenta a escola. Um menino de 13 anos
que ajudava o pai no carregamento de madeira e que também foi mostrado
na reportagem, será inserido num programa de contraturno escolar. As
famílias do adolescente e de Maria Madalena serão inseridas em programas
sociais. Uma audiência está marcada para a próxima segunda-feira, no
Ministério do Público do Trabalho, para discutir o problema.
Fonte: Gazeta
do Povo - 10.08.2006
Piores formas de trabalho
infantil
poderão ser eliminadas em dez anos
OIT sinaliza queda acentuada da exploração da mão-de-obra
de crianças e adolescentes em todo o mundo
O
trabalho infantil, especialmente em suas piores formas, está em queda
pela primeira vez no planeta, informou hoje (4/5) a Organização
Internacional do Trabalho (OIT) em seu novo relatório, intitulado “O fim
do trabalho infantil: um objetivo ao nosso alcance”. O documento foi
lançado pela manhã no Palácio do Planalto, em Brasília.
O relatório também indica que, se o ritmo de redução se mantiver e o
momento atual de sensibilização para combater o trabalho infantil
continuar, seria factível, em dez anos, eliminar o trabalho infantil em
suas piores formas.
“O fim do trabalho infantil está ao nosso alcance”, afirmou Juan Somavia,
Diretor-Geral da OIT. “Apesar de que a luta contra o trabalho infantil
continua sendo um desafio que intimida, estamos no caminho certo.
Podemos acabar com as piores formas de trabalho infantil em 10 anos sem
perder de vista a meta ulterior de eliminar com todo o trabalho
infantil”.
O novo relatório expõe que os números atuais de trabalhadores infantis
em todo mundo caiu em 11% entre 2000 e 2004, de 246 para 218 milhões.
E mais, o número de crianças e adolescentes de cinco a 17 anos
envolvidos em trabalho perigoso diminuiu 26% e atingiu 126 milhões em
2004 em comparação aos 171 milhões das estimativas anteriores. Entre as
crianças de cinco a 14 anos, a queda foi muito mais significativa: de
33%, anunciou o relatório.
Há quatro anos, a OIT publicou o documento mais completo à época sobre
trabalho infantil. Com a mesma metodologia estatística aplicada no
relatório passado, a OIT identificou essa queda significativa no
trabalho infantil.
O relatório atribui a redução do trabalho infantil à vontade política,
conscientização** e ações concretas, particularmente no campo do combate
e redução da pobreza, bem como na área de educação, que levaram a um
“movimento mundial contra o trabalho infantil”. Por meio do Programa
Internacional para Eliminação do Trabalho Infantil (IPEC), a OIT
auxiliou na construção de competências e políticas nacionais para tratar
o tema. Adicionalmente, na última década, através de intervenção direta,
o IPEC atingiu aproximadamente cinco milhões de crianças. Essas
iniciativas tiveram um papel catalizador significativo, tanto no
contexto das ações de mobilização como no efeito demonstrativo de como
se pode eliminar o trabalho infantil.
Nos últimos cinco anos, o IPEC vem contribuindo com vários países na
implementação de medidas de duração determinadas para eliminar o
trabalho infantil em suas piores formas. O relatório conclama os países
que ainda o não fizeram a adotar prazos e metas de erradicação até 2008.
De acordo com o relatório, mais de 20 estados-membros da OIT já se
estabeleceram metas com prazos similares ou até mesmo anteriores a 2016
para abolir as piores formas de trabalho infantil.
Apesar do progresso considerável na luta contra o trabalho infantil, o
relatório salienta desafios importantes, particulamente no setor rural,
onde 7 em cada 10 crianças que trabalham, o fazem na agricultura. Outros
desafios são: o enfrentamento do impacto que as DST/AIDS têm sobre o
trabalho infantil e a construção de elos mais fortes entre a eliminação
do trabalho infantil e o emprego de jovens.
O relatório demanda maiores esforços nacionais que envolvam
representantes dos trabalhadores e empregadores, bem como governos –
parceiros que compõem o tripartismo da OIT. Conclama, também, para o
fortalecimento do movimento mundial para transformar o trabalho infantil
em história. O cumprimento dos Objetivos do Milênio das Nações Unidas
até 2015 contribuiria para a erradicação do trabalho infantil, informa o
relatório.
Tendências Regionais
De acordo com o documento da OIT, a América Latina e o Caribe
presenciaram a queda mais rápida do trabalho infantil nos últimos quatro
anos. O número de crianças no trabalho na região caiu em 2/3 durante
esse período, com apenas cinco por cento das crianças de cinco a 14 anos
envolvidas no trabalho.
O relatório apresenta o Brasil como exemplo a ilustrar como os países
podem avançar no enfrentamento do trabalho infantil. Os índices de
ocupação das crianças de cinco a nove anos caíram em 61% de 1992 a 2004,
e entre a faixa etária de 10 a 17, em 36%.
Outro país com redução significativa do trabalho infantil é o México.
Uma vez que a metade das crianças da América Latina vive no México e
Brasil, essas reduções foram muito importantes, e atestam o fato da
redução geral ser uma tendência real.
Ásia e o Pacífico também registraram queda significativa no número de
crianças econômicamente ativas de acordo com o relatório. Entretanto, na
medida em que a população infantil também foi reduzida, o percentual de
crianças trabalhadoras diminuiu em menor proporção. A OIT estima que a
região ainda detém o maior número de crianças trabalhadoras na faixa
etária de 5 a 14 anos, por volta de 122 milhões.
O relatório informa que a Ásia é exemplo de primeira linha de como
compromissos politícos para reduzir a pobreza e expandir a educação
tiveram impacto importante na eliminação do trabalho infantil.
Entretanto, pelo mundo, esse progresso é desproporcional.
Com 26% da população de crianças, ou quase 50 milhões de crianças
trabalhadoras, a região da África Sub-saariana tem a maior proporção de
crianças envolvidas em atividades econômicas em comparação a qualquer
outra região do globo. De acordo com o Relatório Global, a convergência
do alto crescimento populacional, pobreza e epidemia da DST/AIDS têm
dificultado o progresso no combate ao trabalho infantil.
Por outro lado, existem sinais de progresso. Por exemplo, o índice de
matrícula na educação primária da região aumentou 38 por cento entre
1990 e 2000.
O relatório também faz referência ao movimento internacional sem
precedente para colocar o pleito do continente no centro das atenções do
mundo, o que abre janelas de oportunidades para a luta africana contra o
trabalho infantil.
“Neste século 21, nenhuma criança deveria ser brutalizada pela
exploração ou ser submetida ou conduzida ao trabalho perigoso. A nenhuma
criança deveria ser negado o direito de acesso a educação. Nenhuma
criança deveria ser escravizada para sua sobrevivência. Vamos manter os
ânimos e esse momento de sensibilização para continuar investindo na
batalha para que todas as crianças tenham seu direito à infância”,
conclui o Diretor-Geral Juan Somavia.
Sobre o IPEC
O Programa Internacional para a Eliminação do Trabalho Infantil é o
maior programa mundial dedicado à erradicação do trabalho infantil e o
único maior programa operacional da OIT. Desde sua criação, em 1992, o
IPEC já gastou US$ 350 milhões, com execução anual, hoje, por volta de
US$ 50-60 milhões. Desde 2002, os projetos e programas do IPEC em 86
países alcançaram cinco milhões de crianças. O escopo de parceiros do
IPEC vai além da estrutura tripartite da OIT, composta de governos,
organizações de empregadores e trabalhadores. O IPEC trabalha com outros
atores sociais incluindo: empresas privadas, organizações comunitárias,
ONG´s, meios de comunicação, parlamentares, judiciário, universidades,
grupos religiosos e, claro, crianças e suas famílias. Ações nacionais e
comunitárias são fundamentais para o sucesso do programa IPEC. Por meio
de autoridades locais e municipais, onde se promovem abordagens
integradas para afastar as crianças do trabalho e inserí-las nas
escolas, o IPEC vem atingindo crianças no setor informal da economia e
empresas de pequeno e médio porte, onde está o grosso da oferta de
trabalho.
* O Fim do Trabalho
Infantil: um objetivo ao nosso alcance, Relatório Global no contexto do
Seguimento da Declaração da OIT sobre os Princípios e Direito
Fundamental do Trabalho, Relatório para a 95ª Sessão da Conferência
Internacional do Trabalho, Genebra 2006
** Nove em cada dez
estados membros da OIT, o que representa aproximadamente 80% das
crianças do mundo, já ratificaram a Convenção sobre as Piores Formas de
Trabalho Infantil da OIT (No. 182), enquanto 4 de 5 Estados membros,
representando mais de 60 por cento da população mundial de crianças
ratificaram a Convenção sobre a Idade Mínima (No. 138).
Fonte:
www.andi.org.br
Informações:
OIT – Organização Internacional do Trabalho
Severino Goes – oficial de comunicação do escritório da OIT no Brasil
-(61) 9981-2187 / goes@oitbrasil.org.br
Nery Accioly – assessora de comunicação da OIT Brasil - (61) 8158-9815 /
neri.accioly@interagencia.com.br
Seminário Sobre o Adolescente Aprendiz - Lei 10097/00
Local e datas de
Abrangência:
Curitiba - Câmara Municipal de Curitiba - Auditório do anexo II
Rua Visconde de Guarapuava, sem número,
esquina com a Rua Lourenço Pinto - Centro
Data e Horário - 08/11/2005 - às 8h30minutos
Público Alvo:
- Conselheiros de Direito;
- Conselheiros Tutelares;
- Entidades sem Fins Lucrativos (instituições
que ministram cursos de aprendizagem e APMI´s);
- Secretarias de ação social e/ou criança e
qualificação profissional;
- Associações Comerciais;
- Conselhos do Trabalho;
- Empresas.
Órgãos
Proponentes:
- Fórum de Aprendizagem do Estado do Paraná
- Câmara dos Vereadores de Curitiba
Órgãos Executores:
- Câmara dos Vereadores de Curitiba
- Vereador André Passos
- Ministério Público do Trabalho - 9ª Região
- Delegacia Regional do Trabalho - Paraná
- Associação de Educação Familiar e Social do
Paraná
- FAS - Fundação de Ação Social de Curitiba
- CIEE - Centro de Integração empresa Escola
- Instituto Salesiano de Assistência Social
Justificativa:
Contextualizar a aplicação da lei 10097/00, que inovou a legislação
relativa a contratação de adolescentes aprendizes, possibilitando
que além do Sistema "S", Escolas Técnicas e
Instituições Sem Fins Lucrativos passassem a
oferecer cursos de aprendizagem para adolescentes de 14 a 18
anos.
Assim sendo, propôs-se a presente iniciativa para que os Conselheiros
Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conselheiros
Tutelares, Representantes de Associações
Comerciais, Contadores, Secretarias de Ação
Social e/ou Criança tenham pleno conhecimento da legislação e de como
aplicá-la.
Para zelar pelo bom andamento da implementação da Lei 10.097/00 no
Paraná, foi constituído um Fórum de
Aprendizagem, no qual participam diversas
instituições comprometidas com a formação de
adolescentes. O Fórum de aprendizagem teve
suas ações concentradas até o presente momento apenas em
Curitiba e Região metropolitana e, visando estender suas ações
para todo o Estado, propôs como primeira ação, a divulgação da
legislação.
Objetivos:
- Contribuir para a efetividade do Princípio da Prioridade Absoluta
à Criança e Adolescente, previsto no art. 227
da CF/88;
- Ampliar o conhecimento da Legislação referente à Aprendizagem no
Estado do Paraná;
- Esclarecer as dúvidas decorrentes da aplicação da legislação no Estado
do Paraná;
- Orientar as Instituições que desenvolvem a Aprendizagem,e empresas
quanto ao cumprimento da Legislação referente
à esta modalidade.
- Ampliar a representatividade do Fórum;
- Propor parcerias lideradas pelas Secretarias de Ação Social e/ou
Criança para desenvolvimento e acompanhamento
de Programas de aprendizagem, como Políticas
Públicas pelos Municípios.
Programação:
• 8h00 às 8h30 min - credenciamento e
entrega de material
• 8h30 min -
solenidade de abertura
- Delegado Regional do Trabalho
-
Procuradora-Chefe da PRT da 9ª Região
-
Prefeito Municipal de Curitiba
-
Presidente da Fundação de Ação Social de Curitiba
-
Presidente do Conselho Tutelar de Curitiba
-
Presidente do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescentes
de Curitiba
-
Juiz de Direito da Vara da Infância e Adolescência
-
Promotor da Vara da Infância e Adolescência
-
Presidente do TRT do Trabalho
-
Secretário da Educação do Paraná
-
Secretário Municipal da Educação
-
Governador do Estado do Paraná
• 9h00 - A profissionalização do
adolescente em face do art. 227 da
Constituição Federal e A Aprendizagem da Lei 10097/00 -
Ministério Público do Trabalho -
Mariane Josviak - Procuradora
do Trabalho (91856205 -3304900)
• 9h30 - A Lei 10097/00 e os programas
do aprendizagem - Delegacia Regional do Trabalho - Regina Joana
Oleski -auditora fiscal da Delegacia Regional do
Trabalho (96322680 ou 32197727)
• 10h00 - A Contribuição para o Fundo
da Infância e Adolescência - Clódis
Xavier (51) 33232174 ou Roberto Lindermann Netz (41) 26413417
ou 41(99655579)
• 10h20 - Intervalo
• 10h45-11h30 - A experiência de
Instituições sem Fins Lucrativos:
10h45 - Fundação de Ação
Social de Curitiba - Ana Maria Taques Ghignone
(33503549)
11h00 - Associação de Educação
Familiar e Social (33406733)
11h15 - Instituto Salesiano de
Assistência Social (33144742)
11h30 - debates
• 12h00 - intervalo
• 14h-15h40 -
A aprendizagem e o Sistema "S" - Senai, Senac, Senat,
Sescoop e Senar:
- SENAI - Marco
Antonio Secco - Coordenador de Orientação Profissional e
Aprendizagem do Senai
Paraná (33507116)
- SENAT -
Eurípedes Samniotto - SEST/SENAT (99736083 ou 23771447)
- SENAR - Márcia
Cristina Stier Stacechem - Assessora Jurídica do SENAR/PR
(21060411)
- SESCOOP -
Leonardo Boesche - Gerente de Desenvolvimento Humano do SESCOOP-
Paraná
(23522276 ou 23522080)
- SENAC -
Vanessa (32194780)
• 15h40 - 16h00 - Intervalo
• 16h00 - Empresas que tem experiência
na contratação de aprendizes Banco do
Brasil - contato com a Liamara da Associação de Educação
Familiar e Social do Paraná GVT -
contato com Zelinda do Salesianos
• 16h30 - Políticas Públicas para a
profissionalização de adolescentes em
risco social ou em conflito com a Lei - IASP
• 17h00 -
Debates
• 18h00-Encerramento |
Estratégias:
- Imprensa -
Câmara de Vereadores
- Convite aos Palestrantes, bem como mestre de cerimônias - PRT
- Convite aos participantes - Câmara dos
Vereadores
Recursos Humanos:
- Recepção: 04 pessoas
(Câmara dos Vereadores)
- Mestre de Cerimônias
- (MPT)
- Técnico de Informática (Câmara de
Vereadores)
- Inscrição - associação de Educação
familiar e Social do Paraná
Recursos Materiais:
- Folder - Câmara de Vereadores -
Raquel - 3350 4525 ou 88089974
- Crachá - AEFS/PR
- Data Show - Câmara dos Vereadores
- Pastas - AEFS/PR
- Canetas - CIEE - Simone - 33134329
- Café, água e bolachas - Câmara dos
Vereadores
- Painéis - PRT
- Papel - CIEE
- Xerox - FAS,
MPE e MPT
CARTA
ABERTA
Nós,
crianças e adolescentes reunidos no dia 19 de junho de 2004, no Colégio
Estadual do Paraná, no ano em que o FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E
ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL comemora DEZ ANOS de luta, vimos através
da presente Carta Aberta, apresentar nossas propostas e preocupações em
relação ao tema: EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL E SISTEMA DE GARANTIA
DE DIREITOS.
Trabalho
Infantil
Liberdade
de escolha na vida
Opção
de cultura, lazer, educação.
Não
só escrito na folha
Tem
que estar no rádio e televisão.
Ter
organização, força e união.
Somos
protagonistas da erradicação do trabalho infantil
Trocados
pela educação
Devemos
agir como cidadão
Pois
formamos uma nação
Porque
o exemplo leva a perfeição
Unidos
todos num só coração.
Trabalho
nas Ruas e Situação de Risco
RAP
“SELIGA NA REAL, MANO”
Se
liga, mano!
Você
pode acreditar
Você
vai pra Escola
E
nem se liga em estudar..
Enquanto
tem outros
Que
se pudessem
Ocupariam
seu lugar
Brincar
é um direito de viver e aprender
Quem
não brinca por não poder
Prefere
em drogas se envolver!
Expressão
de sentimentos
Você
pode acreditar
Adolescente
sem direitos trabalha
E
não tem onde morar
O
seu tempo está perdido
Se
quiser pode “manjar”
O
adolescente ta irado
Não
consegue nem rezar
A
saúde é uma droga
A
comida é a maconha
E
tudo que nós temos
É
um prefeito “sem vergonha”
POESIA
- “Reparem que vocês só reparam nas eleições”
Hei,
vocês aí de cima.
Olhe
aqui pra baixo
Reparem
a pobreza e a desunião
Reparem
nossas crianças
Trabalhando
injustamente
Para
que não falte em
Sua
mesa pelo menos uma fatia de pão
O
que vocês os maiorais prometeram
Olho
ao redor e parece estar
Cada
vez Pior!
“Lugar
de criança ...não é na rua”
Também
não é catando lixo, não
Ta
longe, vamos logo chegar
Numa
conclusão :
“Lugar
de criança é na escola”.
“-O
que elas estão fazendo nas ruas?”.
Trabalho
na Coleta de Lixo
Oferecer
contraturno nas escolas;
Maiores
investimentos nas creches para atender um maior número de crianças, o
que possibilitaria que mais mães pudessem sair para trabalhar
Melhorar
o ensino nas escolas publicas
Lugar
de criança é na escola
Devemos
sempre separar o lixo para os catadores não sofram nenhum perigo na hora
da coleta
O
trabalho infantil pode causar solidão por não ter estudo e emprego fixo
e isso acabam levando a roubo e uso de drogas
Educação
e o adolescente
Escolas
com mais recursos (computadores, livros para alunos, vídeo cassete, etc)
Curso
de informática, inglês, espanhol;
Escola
com quadra de esporte;
Palestras
sobre direitos das crianças e adolescentes;
Estrutura
escolar com melhoria nas salas, cantinas, banheiros e materiais de
higiene;
Área
de lazer nos bairros;
Transporte
escolar gratuito.
A
Mídia, a criança e o adolescente
Os
pais deveriam ter mais empregos para que as crianças possam estudar e ter
uma vida digna;
Os
noticiários deveriam ser mais voltados para o cotidiano das pessoas; ser
mais próximos
Os
programas deveriam ser mais educativos e os horários deveriam ser
condizentes aos públicos;
Programa
bom deveria ser passado quando toda a família possa assistir;
A
mídia deveria dar mais atenção aos programas de erradicação do
trabalho infantil,
A
mídia é importante e ela nos ajudaria divulgando que o trabalho infantil
é crime e não vale a pena
“Se
você vir alguma criança trabalhando e que não esteja estudando,
DENUNCIE”
Família
O
que fazer para melhorar a família?
Que
as famílias recebam salário justo para alimentar os seus filhos;
Que
os pais procurem dar maior atenção aos seus filhos;
Que
o Governo abaixe os impostos, principalmente Água e Luz
Dar
mais atenção para os portadores de deficiência;
Melhorar
assistência médica , hospitalar, dentária, oftalmológica dos idosos e
de todos;
Melhorar
o atendimento nas escolas, dando curso aos professores;
Diminuir
as pixações.Tem que colocar mais postos de saúde , melhorar a habitação;
Colocar
cortinas e vidros nas salas de aula. Mais respeito aos outros;
Criar
mais empregos . Abaixar o preço do gás. Aumentar 100% do salário.
Melhorar as merendas
Respeito
da parte de tantos pais, quanto dos filhos;
Conversar
abertamente com os pais;
Entender
os problemas entre os pais;
Dar
liberdade, mas com limite;
Deixar
os pais participarem do relacionamento com idéias e conselhos;
Confiança
entre os membros da família;
Participação
dos pais na vida dos filhos e mais empregos.
Família
e Violência
Não
aos maus tratos na família;
Palestra
de filhos aos pais nas escolas
Programas
na televisão sobre violência entre pais e filhos;
Quem
faz violência não tem inteligência;
Através
de comerciais de TV, outdoor, rádios, etc, mostrar as conseqüências,
tanto para a vítima como para o agressor.
Cidadania,
Política e Meio Ambiente
A
conscientização do papel da criança e do adolescente como cidadão
dentro dos planos de ação de uma escola, possibilitando entender o meio
ambiente, com responsabilidade, dentro dos projetos que transformem a
escola em uma escola projeto, com acesso a informação, cultura, artes,
saúde, esporte, profissionalização de forma crítica, criando chances
para todas as crianças para erradicar o trabalho infantil e regularizar o
trabalho Adolescente.
Cultura
da paz
Trabalhar
a educação para que haja paz na escola, através de dinâmicas de grupo,
a fim de combater a violência, chamada de trabalho infantil
Violência
e Abuso Sexual
Valorizar
e cuidar do nosso corpo e não deixar ninguém abusar dele;
Se
acontecer com alguma criança e conosco , denunciar e não ficar calado;
Existem
leis como o Estatuto da Criança e Adolescente, e o Conselho Tutelar, para
proteger a criança;
Quem
é violentado não tem culpa. Tem que denunciar;
Quem
pratica esse crime tem que ir para a cadeia
Diga
não ao silêncio.DENUNCIE
Racismo
e outras formas de discriminação
Mais
trabalho para os pais
Que
os pais não deixem seus filhos irem para as ruas;
Que
o governo dê mais estrutura para as crianças irem à escola
Que
os professores possam oferecer palestras sobre discriminação e
preconceito nas escolas uma vez por semana;
Mais
ONGs que desenvolvam trabalho com criança de rua;
Que
o Governo Estadual ofereça cursos gratuitos para os pais se
profissionalizarem,
Projetos
Federais de cidadania e cultura aos povos.
Prevenção
e Usos de Drogas
Que
adianta você ter tudo e ao mesmo tempo não ter nada. Para viver mais
diga não as drogas e ao trabalho infantil
O
trabalho infantil faz com que a criança não tenha um bom futuro e
facilita que ela tenha contato com as drogas.Por isso devemos se
conscientizar de acabar com a exploração do trabalho infantil e com as
drogas
“Caminhando
para um futuro sempre sem drogas e sempre na Escola”
Protagonismo
Alunos
de diversas escolas formarem uma comissão para discutir a questão de
violência, participação, segurança pública, como fazer a diferença e
como se tornar voluntário.
Sexualidade
e Juventude
Medidas
educativas mais amplas, com mais orientação para os jovens sobre métodos
de controle da gravidez-(método contraceptivo)
Maior
Vigilância nas casas noturnas para evitar a exploração sexual de criança
e adolescente;
Todos
os postos de saúde devem ter todos os métodos contraceptivos gratuitos
para escolha dos jovens e adultos.
Escolas
devem oferecer palestras para os pais sobre prevenção de gravidez e DST/AIDS
Juventude
e meio Ambiente
Para
o presente e para o futuro sejam criados mecanismos- através de
projetos/programas- que promovam a informação e o conhecimento para
mudança de atitudes e comportamentos em relação ao uso mais racional
dos recursos ambientais, diminuir a poluição , evitar perda da
biodiversidade, combater o consumismo, etc. sem exploração do nosso
trabalho, de nós jovens, e sim que sejamos subsidiados para que o exercício
de nossa cidadania possamos participar, atuar , agir para a promoção da
sustentabilidade.
Profissões,
aptidões, empreendedorismo.
Para
sermos um bom profissional devemos gostar do que fazemos , estudar
muito, ter disciplina e idéias próprias,
Um
bom profissional tem que ter perseverança , realizações, sonhar com o
que quer ser.
Adolescente
e Política
Cada
um deve ter responsabilidade por seus atos. Então seja responsável pela
escolha de sues candidatos, porque o voto de hoje é a certeza da mudança
do amanhã.
Estatuto
da Criança e do Adolescente
Direitos
que não vem sendo cumpridos
Faltam
escolas
Faltam
nas escolas materiais didáticos e esportivos, ensino de qualidade (curso
de pós-graduação aos professores) SEGURANÇA (PATRULHA ESCOLAR,
DELEGACIAIS ESPECIALIZADAS) MANUTENÇÃO (QUE É PRECÁRIA)
Faltam
na comunidade:área de lazer, liceus de oficio (que forneçam aulas
extracurriculares em contraturno, tais como futebol, vôlei, basquete,
teatro, artes plásticas, dança, enfim, atividades que possam despertar
interesse aos jovens evitando que fiquem na rua)
Dia Mundial
de Luta Contra o Trabalho Infantil
A data de 12
de junho, foi instituída pela Organização Internacional do Trabalho
como dia Nacional de Luta contra o trabalho infantil. Por deliberação do
Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil
inicia-se nesta data a Caravana Nacional pela Erradicação do Trabalho
Infantil, marcando os 10 anos do Fórum. Durante cinco meses, serão
promovidos encontros estaduais entre crianças e adolescentes, que
elaboraram pauta de reivindicações e de lutas, ou seja, uma carta aberta
para em audiências com os governadores seja requisitada assinatura de um
termo de compromisso destes chefes de Estado. O símbolo do combate ao
trabalho infantil é o catavento, que nas caravanas será repassado de
Estado a Estado pelas crianças e adolescentes. No Paraná além do
encontro de 2000 crianças e adolescentes de Escolas Públicas localizadas
na Periferia do município e na Região Metropolitana será no dia 19 de
junho, o Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho Infantil e
Regularização do Trabalho do Adolescente já marcou audiência com o
governador no dia 21 de junho às 10 horas da manhã. Segue abaixo
programação para o dia 19 de junho:
|
DIA
MUNDIAL DE LUTA CONTRA A EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL
Data:
19 de junho
Local:
Palácio de Cristal do Círculo Militar e Colégio Estadual do
Paraná
Público
Alvo: 2.000 Crianças e Adolescentes das Escolas Públicas Estaduais
Coordenação:
Fórum de Erradicação do Trabalho Infantil e Fórum Lixo e
Cidadania
Programação
09h
– recepção das crianças e adolescentes (Palácio de Cristal) -
Lanche
10h
– Apresentação Musical (responsável: SANEPAR – Nazareh)
1030h – Execução do Hino Nacional (responsável – SEED – Graça)
Abertura no Palácio de Cristal, com a presença de autoridades -
Secretaria da Educação, Secretaria do Trabalho, Paraná Esporte, Fórum
de Erradicação do Trabalho Infantil (criança de Escola Pública),
Fórum Lixo e Cidadania (criança, filho (a) de catador (a)
Ministério Público do Estado do Paraná, Ministério Público do
Trabalho).
1130hs – Apresentação – Grupo Angolano
12h – Colégio Estadual do Paraná
12h30 – Almoço (nas salas de aula)
13h30 – Organização e início dos trabalho em grupo
15h30 – Intervalo – lanche
15h30 às 16h – Trabalho do Grupo de 40 crianças – Elaboração
da Carta – Indicação de 4 representantes para audiência com o
Governador e Caravana Catavento. (Responsável pelo trabalho
Marcia Caldas - OAB)
16h30 – Retorno – Palácio de Cristal
17h – Plenária de Encerramento.
GRUPOS
DE TRABALHO
-
Divisão em Temas e Orientação:
Cada tema terá a participação de 100 crianças e adolescente,
divididos em dois grupos de 50 participantes cada.
Tema
1. Trabalho Infantil Doméstico e Trabalho na Coleta do Lixo (SEED e
Conselhos Tutelares – Graça, Bernadeth e Liliane).
Tema 2. Exploração Sexual (Comissão da Criança e do Adolescente
da OAB/PR – Márcia Caldas)
Tema
3. Protagonismo Juvenil e Políticas Públicas para a Juventude (IDDHEA
– Paulo Pedron)
Tema
4. Estatuto da Criança e do Adolescente – direitos e deveres –
(OAB/PR e Associação dos Conselheiros Tutelares – Maria Rosa)
Tema
5. Educação e o Adolescente (SEED – Maria da Graça)
Tema
6. Prevenção às Drogas (PROERD – Major Roberson)
Tema
7. Prevenção às DST/AIDS (Só vida – Jane e Major Roberson)
Tema
8. O Adolescente e a Política (IDDEHA e UPE – Paulo Pedron e Joel
Benin)
Tema
9. O Adolescente e o Mundo do Trabalho (SETP/ – Eliana, Elza,
Carmen)
Tema
10. A Família (SANEPAR – Nazareh)
Tema
11. Trabalho na Coleta de Lixo (Instituto Lixo e Cidadania – Ana Célia,
Edna, Beth e Suely).
Tema
12 – Sexualidade na Juventude – (União Brasileira de Mulheres e
Fórum Popular de Mulheres – Doris e Vania)
Tema
13 – A mídia, a Criança e o Adolescente – (Ciranda – Paula
Baena)
Tema
14 – Racismo e outras formas de discriminação (ACNAP – Santa)
Tema
15 – Trabalho nas Ruas e Situação de Risco (Conselho Tutelar –
Aurea)
Tema
16 – A Família e a Violência (CECOVI – Leonina)
Tema
17 – Empreendedorismo, profissões e aptidões – (SENAC - Maria
do Rosário e Vanessa)
Tema
18 – Cidadania e a Polícia (Major Roberson)
Tema
19 – Cultura da Paz – (PROERD – Major Roberson)
Tema
20 – A juventude e o Meio Ambiente (IDEAMA e CEDEA – Sergio,
Leonardo, Noemia e Laura)
ENTIDADES
PARTICIPANTES
Fórum Estadual de Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção
do Trabalho do Adolescente, Fórum Estadual de Lixo e Cidadania,
Ministério Público do Trabalho, Associação de Conselhos
Tutelares, SETP, SEED/ Paraná Esporte, SESP, OAB, SANEPAR, ITAIPÚ,
SENAC, SESC, SENAI, CIRANDA, FEEB- PR, PROERD, IDDHEA, UBM, UPE,
IDEAMA, CEDEA, Coca-Cola, Instituto Paranaense dos Cegos, Grupo Hip
Hop, Só Vida, PROERD, ACNAP, SENAR, SENAT, SECREASO, CEASA,
Secretaria Municipal do Abastecimento, CEASA.
Divisão
de Tarefas
1.
Paraná Esporte – Pagamento dos custos pela utilização do Palácio
de Cristal.
2. Secretaria de Estado da Educação – transporte das crianças e
adolescentes. Já confirmados 50 ônibus. Pagamento das despesas da
CARAVANA DO FÓRUM NACIONAL.
3. Secretaria de Estado do Trabalho – Almoço das crianças e
adolescentes (Já confirmado).
4. IDDHEA – Palco, som e equipamento de multimídia.(Já
confirmado com Paulo Pedron).
5. Comissão da Criança e do Adolescente da OAB/PR – bolos para o
café da tarde, material de trabalho das oficinas, monitoramento de
oficinas ou grupos de trabalho.
6.
Itaipu Binacional (Heloísa – 321-4415 ou 9967-0249) – 3.000
camisetas. Já confirmado. Serão 10 cores para permitir a divisão
rápida dos grupos e identificação dos temas bem como a visualização
pelo monitor das crianças e adolescentes do seu grupo. Destas
camisetas 500 serão para as pessoas da Comissão Organizadora.
7.
Senac (Maria do Rosário 219-4761)
8.
Senai (Carol)
9. Associação dos Conselhos tutelares; (Maria Rosa 3022-6682
99870064). Equipe de apoio para servir o almoço e o lanche.
Enfermeiras para atendimentos de casos de urgência.
10. Coca-Cola (Luciano – Spaipa 361-2114) – refrigerantes.
11.
Sanepar (Nazaré – 330-3017 ou 9994-3324) – água
12.
5º Batalhão de Logística do Exército (Ten. Cel. Hilton Barbosa
– 347-9513 ou 316-4874). Garantia de segurança a todos os
participantes. Atividades esportivas.
ORGANIZAÇÃO
GERAL
MARGARETH MATOS DE CARVALHO, ELZA MARIA CAMPOS, LUCELI, NAZAREH,
MARIA ROSA, MARIA DO ROSÁRIO, MAJOR ROBERSON, TENENTE ANDREIA,
ELIANA MIRIAN OLESKI, MARCIA CALDAS, PAULA BAENA, MARIA
FRANCISCA, MARIA DAS GRAÇAS DOS SANTOS, SUELI, PAULO PEDRON.....
COMISSÃO DE ORGANIZAÇÃO E ORIENTAÇÃO AOS GRUPOS
ELZA CAMPOS, VANESSA, ELIANA OLESKI, LEONARDO, LUCELI.
COMISSÃO DE INFRA-ESTRUTURA
MARIA ROSA, TENENTE ANDRÉIA, DORIS MARGARETH.
SECRETARIA GERAL DO EVENTO
LAURA MOURA E COSTA, VANDERLEÍA, ANA MARIA TRAVAGIN |
A criança,
o adolescente e a prioridade absoluta
O princípio, inserto em nossa Carta Magna e no Estatuto da Criança e
Adolescente, parece claro e simples, porém, nem sempre é fácil dar
cumprimento ao mesmo. O poder público, responsável pelos programas sociais,
muitas vezes se omite e geralmente alegam falta de verbas para maiores
investimentos, o que, em muitos lugares, choca com os escândalos do desvio do
dinheiro público. A revista Veja publicou na edição de n.º 1.851, de 28 de
abril do corrente ano, matéria que denuncia que a corrupção e inépcia nas
prefeituras desviam mais de 20 bilhões de reais por ano. A favor de nossas
crianças e adolescentes, imaginem o que poderia ser feito com este dinheiro,
que poderia ser somado a outras vultuosas quantias das quais temos notícias,
que foram surrupiadas do povo brasileiro e acabaram no exterior nas mãos de
pessoas inescrupulosas e egoístas que obviamente não tem nenhuma preocupação
com o seu semelhante. É função do poder público, o combate à corrupção e
a luta para que o dinheiro dos brasileiros reverta a favor do povo, garantindo a
saúde, educação e vida com mínimo do dignidade. Não se pode esperar, no
entanto, que apenas o poder público tenha a responsabilidade pelos problemas
sociais de nosso país e aí estão as Organizações Não-Governamentais e
outras milhares de empresas e entidades dispostas a colaborar em todos os
sentidos. Cada indivíduo pode também fazer a sua parte, iniciando por afastar
o preconceito, enxergando nossa realidade com olhos de bondade e não de
desprezo. A absoluta falta de recursos da famílias que vivem abaixo da linha de
pobreza levam a um círculo onde os mais jovens repetem a história de seus
pais, porque, sem educação e sem estrutura, não conseguem melhorar por falta
de perspectiva, de iniciativa e de apoio. A falta de estrutura reflete direta e
impiedosamente sobre as crianças, que serão adolescentes sem rumo, que serão
adultos com problemas, que terão filhos, os quais serão crianças vitimizadas
e serão adolescentes desajustados, que serão adultos com problemas...
Junto ao poder público, todas as pessoas que de alguma forma trabalham ou tem
algum envolvimento com crianças e adolescentes, devem se unir em busca
incessante para a melhoria da condição de vida do povo brasileiro. Só com
movimento constante para erradicação da miséria e da violência, poderemos
assegurar prioridade absoluta aos nossos infantes e jovens, eles sim, as maiores
vítimas do descaso, do abandono, das drogas e da violência em todas as suas
formas.
Felizmente, se existem aqueles que não colaboram e não se importam, temos, do
outro lado, um verdadeiro exército de pessoas comprometidas com as causas
sociais, trabalhando incansavelmente para atingir seus objetivos. O Poder Judiciário
bem como o Ministério Público devem ter participação efetiva neste processo
dando também, prioridade absoluta para a área da infância e juventude. São
os operadores do direito que podem, muitas vezes, fazer valer os preceitos
constantes do ECA através de ações dinâmicas e eficientes que visem garantir
os diretos previstos no Estatuto, seja cobrando do Poder Público competente que
cumpra com as suas obrigações, seja, promovendo ações que visem garantir a
aplicação das medidas de proteção previstas no artigo 101 do Estatuto,
agilizando sobretudo as ações que visem a destituição do poder familiar para
garantir o direito à convivência familiar posto, que, na impossibilidade que
esta convivência possa se dar junto a família biológica, que seja garantido o
direito à família substituta.
Temos que lembrar que as crianças não ficam congeladas esperando que alguém
tome alguma providência, elas crescem dia a dia e, quando, percebermos, pode
ser tarde demais. Lembremos que os adultos, de uma maneira ou outra, sempre vão
em busca de seus direitos, ou pelo menos daquilo que eles entendem por direito,
ao contrário da criança que permanece inerte, sem a menor noção do que
acontece ou do que lhe é devido. Sabe apenas a história de seu sofrimento, de
suas dores, de suas amarguras. Precisamos, então, de maneira cada vez mais
eficiente, buscar o cumprimento do artigo 19 do ECA, assegurando a convivência
familiar, dando às nossas crianças e jovens a oportunidade de serem felizes.
Fonte: Paraná Online
(Lídia
Munhoz Mattos Guedes é juíza da Vara da Infância e Juventude - Risco - de
Curitiba)
DRT afasta
mil crianças do trabalho infantil no Paraná
O Grupo Especial de Combate ao Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente
(Gectipa)
retirou do trabalho, em 2003, 991 crianças e adolescentes paranaenses. A
informação é da Delegacia Regional do Trabalho do Paraná. Segundo o titular
do órgão, Geraldo Serathiuk, a ação é importante não só para proteger o
desenvolvimento desse público - que nessa idade precisam brincar e exercer
atividades de acordo com as suas condições físicas e psicológicas - mas também
facilitar o seu retorno à escola. De acordo com o Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística, em 2000, o Paraná foi o Estado do Sul que mais teve
crianças fora da escola. Segundo o estudo, os adolescentes deixaram de estudar
para poder trabalhar.
O Gectipa retirou do trabalho 4 crianças de até 7 anos, 356 crianças entre 7
a 14 anos e 203 entre 14 a 16 anos. Esse número é maior que o registrado em
2001, quando foram encontradas 172 crianças de até 7 anos, 31 de 7 a 14 e
outras 76 entre 14 e 16 anos. O chefe da Seção de Inspeção do Trabalho (Seint),
Luiz Fernando Busnardo, conta que nesses casos não há como registrar o menor
porque ele não tem a idade mínima exigida por lei (16 anos). "Nessa situação,
encaminhamos a criança e o adolescente para o Conselho Tutelar e aplicamos
multas nos empregadores", relata Busnardo.
Sem registro
Já o número de adolescentes entre 16 e 18 anos encontrados trabalhando
sem registro foi de 428 no ano passado. Destes, 176 foram registrados
posteriormente sob ação fiscal. Nos 252 casos restantes, foram lavrados autos
de infração e aplicadas multas para os empregadores. Na área urbana, local
onde mais foram encontrados menores trabalhando sem registro, foram detectados
411 casos contra apenas 17 da área rural.
Segundo Busnardo, esse fato deve mudar em 2004. Isso porque a meta da DRT para o
ano é intensificar a fiscalização na área rural.
O adolescente e o trabalho
Saiba o que dizem a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do
Adolescente (ECA) e a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) sobre o trabalho
do adolescente:
Até 14 anos
A criança e o adolescente não podem trabalhar.
De 14 a 16
O adolescente pode trabalhar apenas na condição de aprendiz, experiência
que é registrada na Carteira de Trabalho. Até completar 16 anos, é o único
tipo de registro admitido no documento.
De 16 a 18
Ele já pode ter Carteira de Trabalho como qualquer trabalhador e
exercer atividade remunerada, desde que não o prejudique moral ou fisicamente.
Nesses casos, o exercício da atividade só é admitido a partir dos 18 anos.
Fonte: Paraná
Online - 20-01-2004
Festa
no litoral do Fórum do Trabalho Infantil
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nas fotos para vê-las ampliadas |
Aconteceu
durante o dia 21 de outubro, festa para as crianças do
litoral. O evento realizou-se na Associação Banestado de Praia de Leste,
gentilmente cedida pela diretoria Bons Tempos. A FEEB-PR, esteve participando no
evento com o Diretor Venilton Nicocelli coordenador da Festa para as Crianças,
e também com a participação dos diretores Marcio Garrido, Luiz Carlos Lemos,
Marcos Alves Martins, João Roberto, Acir Matoso e Luceli Paranhos Santana.
Além dos dirigentes bancários, participaram como colaboradores dirigentes de
outras categorias. A diretoria da AB esteve representada pelo diretor
administrativo, Alcione. Na avaliação do coordenador do evento, Venilton, essa
atitude do Fórum leva às crianças a esperança, mostrando o que existe além
de seu mundo, buscando abrir horizontes para as mesmas. A alegria dessa crianças
estampada em seus rostos é o que nos faz lutar pela erradicação do trabalho
infantil, afirma Venilton. Confira a seguir matéria veiculada no Paraná Online
sobre o evento.
Fórum no litoral combate trabalho infantil nos lixões
O litoral do Paraná passou a contar com o Fórum Regional Lixo & Cidadania.
Ligado a uma iniciativa nacional, o seu principal objetivo é erradicar o
trabalho de crianças e adolescentes em áreas de depósito de lixo. Além
disso, criar oportunidades de regularização e ampliação de trabalho para as
famílias que vivem do lixo.
A instalação do fórum no litoral aconteceu durante uma confraternização na
Associação Banestado, na localidade de Praia de Leste, em Pontal do Paraná,
onde estavam reunidos mais de mil crianças e seus familiares. A procuradora do
Trabalho e coordenadora do Fórum Lixo & Cidadania do Paraná, Margaret
Matos de Carvalho, destacou que a importância de estender o fórum para o
litoral está em respeitar as diferenças dessas comunidades e voltar a atenção
para os problemas locais. "É importante observamos a realidade que o
pessoal do litoral enfrenta e trabalhar de acordo com essas necessidades",
disse.
A preocupação neste momento é com a chegada da temporada de verão, quando
aumenta o fluxo de pessoas na praia, e em conseqüência, cresce o número de
crianças trabalhando na coleta do lixo. Uma das iniciativas que vem ajudando a
diminuir a incidência de crianças nos lixões é o Programa de Erradicação
do Trabalho Infantil (Peti). Desenvolvido pelo governo federal, o Peti repassa
uma bolsa auxílio para as famílias que tiram as crianças do trabalho.
Além
do repasse financeiro, a catadora Neide de Freitas, de Pontal do Paraná, diz
acreditar que o programa ajuda no desenvolvimento da criança, pois no
contraturno escolar elas participam de atividades esportivas e culturais. Além
da filha de 12 anos, a neta, de 9 anos, também participa do programa. "A
gente vê muita criança que fica na rua enquanto os pais vão trabalhar. Com o
Peti isso não acontece", garantiu.
Há dois anos, a cozinheira Madalena Cheua, de Matinhos, pôs o filho, de 9
anos, no programa. Antes disso, ele trabalhava coletando latas na praia.
Madalena conta que na temporada ele tirava cerca de R$ 120,00 por mês, mas fora
da temporada o valor caía para a metade. "No Peti ele recebe R$ 40,00. É
um valor menor, mas pelo menos ele não fica mais exposto nas ruas", disse.
Financiamento
Para o secretário do Trabalho, Emprego e Promoção Social, padre Roque
Zimmermann, é preciso uma organização da sociedade para que neste verão
nenhuma criança trabalhe, principalmente na coleta de lixo. Segundo ele, a
secretaria possui recursos disponíveis, através do Banco Social, para
financiar projetos dos catadores. "Temos dinheiro para bancar a compra de
prensas, balanças e até barracões para catadores que queiram se organizar em
associações ou cooperativas", finalizou.
Capital
lembra a luta contra o trabalho infantil
Com a presença de vários diretores da
FEEB/PR, aconteceu ontem a comemoração
do Dia Mundial de Erradicação do Trabalho Infantil. Em diversos países,
inclusive no Brasil, ações foram desencadeadas para conscientizar a população
sobre o número de crianças e adolescentes que deixam de estudar para trabalhar
como empregadas domésticas, catadores de papel, prostitutas, bóias-frias,
entre outras funções. Em Curitiba, o Fórum de Erradicação do Trabalho
Infantil e Regularização do Trabalho do Adolescente do Paraná promoveu na
manhã de ontem uma marcha da Praça Santos Andrade até a Boca Maldita, para
lembrar a população da existência do problema e incentivar as pessoas a
denunciarem os empregadores de crianças.
Pesquisas do IBGE e da Organização Internacional do Trabalho (OIT) indicam
que, em todo mundo, 245 milhões de crianças menores de 18 anos de idade e mais
de 59 milhões entre 5 e 14 anos trabalham. No Brasil, em 2001, 2,2 milhões de
crianças e adolescentes ajudavam no sustento de suas famílias. Se for
considerada a faixa de 5 a 17 anos, o número chega a 5,5 milhões, com mais de
um milhão fora da escola e 49% sem qualquer remuneração. No Paraná, são 348
mil crianças e adolescentes trabalhando.
Segundo o integrante da coordenação colegiada do Fórum, Venílton Nicocelli,
as crianças que trabalham, quando freqüentam a escola, têm seu rendimento
bastante prejudicado. A todo momento, seja no trabalho doméstico, no trabalho
em lixões ou em qualquer outra função, estão sujeitas a se machucarem, terem
contato com produtos contaminados ou ficarem doentes. "O trabalho
compromete muito a integridade física das crianças e adolescentes. Muitas
vezes, os problemas não aparecem no momento, mas no futuro", comenta.
As crianças que trabalham normalmente são mau remuneradas e tiram o emprego de
adultos que poderiam exercer a mesma atividade com carteira assinada.
Geralmente, são incentivadas pelos próprios pais, que ganham até dois salários
mínimos, a trabalhar. A maior parte do dinheiro que arrecadam é utilizado no
sustento da própria família.
Alternativa
Para a procuradora do Trabalho Margaret Matos de Carvalho, a melhor forma de se
combater o problema é garantir escola em período integral para todas as crianças
e adolescentes e estender os benefícios do Programa de Erradicação do
Trabalho Infantil (PETI). Por meio do PETI, é pago um salário aos pais para
que eles coloquem seus filhos na escola e os impeçam de trabalhar. O dinheiro
pago é para substituir o valor arrecadado mensalmente pelas crianças
trabalhadoras.
De acordo com a Lei 10.097, de 19 de dezembro de 2000, que altera dispositivos
da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), é "proibido qualquer
trabalho a menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14
anos".
Fonte: Paraná Online
(13.06.2003)
Esquecer
é permitir, lembrar é combater
O dia 18 de maio foi instituído
pela Lei Federal nº 9970 como o Dia Nacional de Luta Contra a Violência Sexual
de Crianças e Adolescentes e tem por objetivo mobilizar o governo e a sociedade
brasileira, convocando-a para o seu engajamento
no combate
ao
abuso sexual intra e extra familiar e a exploração sexual comercial de crianças
e adolescentes.
A partir do ano de 2000 tendo sido esta Lei aprovada e sancionada, o movimento
social em defesa dos direitos da criança e do adolescente, em conjunto com o
governo federal, vem assumindo a organização de atividades e eventos de
mobilização para promover esse dia como um marco de luta pelo fim da violência
sexual contra crianças e adolescentes.
Nesta trajetória, algumas conquistas já foram alcançadas e o Plano Nacional
de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes é um
forte exemplo dessas conquistas. A implantação do referido Plano Nacional é
uma realidade que vem sendo construída coletivamente com o governo e a
sociedade civil, em âmbito dos estados e dos municípios.
Entretanto, ainda há muito por caminhar e o "Dia Nacional de Luta contra a
Violência Sexual de Crianças e Adolescentes" deverá merecer um esforço
de todos os atores protagônicos desta jornada, para que toda a sociedade
brasileira possa despertar para o tema e tomar conhecimento das ações de
enfrentamento, do ponto de vista político e operacional nos âmbitos local,
nacional e internacional.
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PROGRAMAÇÃO
DO DIA 18 DE MAIO – DIA NACIONAL DE LUTA CONTRA O ABUSO E A
EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES – 2003
15.05.03
Seminário
de Capacitação dos Professores e Chefes de Núcleos da Rede Pública
Estadual
Local: CETEPAR/ Boqueirão
Hora: 14 horas
Órgão Responsável: Secretaria de Estado da Educação
17.05.2003
20ª
Vigília Internacional das Pessoas Vivendo e Convivendo com AIDS.
Panfletagem do material da campanha de combate à exploração
sexual comercial de crianças e adolescentes.
Local : Boca Maldita –
Curitiba/PR
Hora : das 09 às 14 horas
Responsável : Roberto kaiser do Instituto Paranaense 28 de Junho
– INPAR, fone 324.9501 (041) e
Dorival Costa da Comissão Organizadora, fone 91143554 (041)
18.05.2003
Lançamento
da Campanha de Comunicação do Programa de Prevenção e Eliminação
da Exploração Sexual Comercial de Crianças e Adolescentes na Tríplice
Fronteira.
Local : Hotel Internancional, Rua Almirante Barroso, 2006, Centro,
Foz do Iguaçu/PR
Hora : 15:30 horas
Responsável : Coordenação do PROGRAMA ESCI, Suely Regina Ruiz,
521-1268 (045).
Ato público no Largo da Ordem, com panfletagem e divulgação do
Centro de Referência de Enfrentamento da Violência Sexual contra
Crianças e Adolescentes de Curitiba.
Local : Centro Histórico de Curitiba/ Memorial de Curitiba
Hora : 10 horas
Organização : Fundação de Ação Social - Prefeitura de Curitiba
19.05.2003
Sessão
Solene, com a presença do Governador do Estado (a confirmar), do
Secretário de Estado da Justiça,
da Presidente da Comissão da Criança e do Adolescente da
OAB/PR, Dra. Márcia Caldas Vellozo (representando a Comissão
Organizadora), demais autoridades e convidados. Na mesma solenidade
serão apresentadas as ações necessárias para o enfrentamento do
problema, extraindo-se compromisso dos presentes quanto à imediata
adoção de medidas para viabilizar a implementação das ações.
Reivindicar a criação e operacionalização de um disque-denúncia
através da SEJU. Ao final, será oficialmente instalado o Comitê
Estadual de Enfrentamento da Violência contra Crianças e
Adolescentes.
Local : Palácio do Governo do Estado – Centro Cívico –
Curitiba/PR
Hora : 18 horas
Órgão Responsável : Coordenadoria de Defesa da Cidadania (CODIC)
da Secretaria de Estado da Justiça e Comissão Organizadora.
20.05.2003
Visita
ao Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, quando serão
entregues as reivindicações do Comitê Estadual, em especial no
que pertine ao fim da impunidade dos autores de crimes de violência
contra crianças e adolescentes., com a presença do Presidente do
Tribunal de Justiça, da Juíza da Vara da Infância e da Juventude
e do Secretário de Estado da Justiça
Local : Tribunal de Justiça - Gabinete do Presidente, pç. NS da
Salete.
Hora : 14 horas
Órgão Responsável : Comissão Organizadora.
Visita à Câmara dos Vereadores de Curitiba. Pretende-se a realização
de audiência pública ou ato solene para entrega das reivindicações
do Comitê Estadual, buscando o compromisso dos vereadores quanto à
adoção de ações para a eliminação imediata da exploração
sexual de crianças e adolescentes no Município de Curitiba. Na
mesma ocasião o Comitê reivindicará a abertura de CPI para
investigação dos crimes cometidos e das redes de exploração
existentes em Curitiba . Também será reivindicada a criação e
instalação de Comissão Permanente de Defesa dos Direitos da Criança
e do Adolescente.
Local: Câmara Municipal de Curitiba – Plenário – rua Barão do
Rio Branco
Hora: 16 horas
Órgão Responsável: Comissão Organizadora
21.05.2003
Visita
à Assembléia Legislativa do Estado do Paraná. Pretende-se a
realização de audiência pública ou ato solene para entrega das
reivindicações do Comitê Estadual, buscando o compromisso dos
parlamentares quanto à adoção de ações para a eliminação
imediata da exploração sexual de crianças e adolescentes. Na
mesma ocasião o Comitê reivindicará a abertura de nova CPI para
investigação dos crimes cometidos e das redes de exploração
existentes no Estado. Também será reivindicada a criação e
instalação de Comissão Permanente Parlamentar de Defesa dos
Direitos da Criança e do Adolescente e Regulamentação de Lei
Federal n. 9970/2000, no que diz respeito ao estabelecimento e
coordenação da programação estadual
do dia de “Combate
ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.
Local : Plenário da Assembléia Legislativa – pç. NS da Salete
Hora : 14:30 horas
Órgão Responsável : Comissão Organizadora.
22.05.2003
seminário do CEFET
23.05.2003
Atividades
de Encerramento da Semana, em locais públicos de grande concentração
de pessoas, com distribuição de panfletos.
Local: Municípios do Estado
Hora: 15 horas
EM CURITIBA NOS ENCONTRAREMOS TODOS NA ESCADARIA DA UNIVERSIDADE
FEDERAL DO PARANÁ, ÀS 14:30 HORAS, SAINDO PARA PANFLETAGEM NA RUA
XV e PRAÇA RUI BARBOSA.
Em local ainda a ser definido a ONG IDDEHA pretende realizar
apresentação de grupos de expressão artística e cultural
populares (movimento hip hop, etc).
Observações : Serão mobilizados os Municípios através dos Núcleos
Regionais da Secretaria do Estado do Trabalho, Emprego e Promoção
Social e da Secretaria de Estado da Educação, especialmente os 29
Municípios que executam o Programa Sentinela, para que também
realizem atividades na semana, se possível seguindo a sugestão do
Comitê Nacional e da Comissão Estadual, com especial enfoque
quanto a instalação nas respectivas Câmaras Municipais de CPI’s
para investigação dos crimes cometidos e das redes de exploração
existentes nos Municípios, o que possibilitará um amplo diagnóstico
do Estado.
Cada Órgão e Entidade que participam da organização do evento
mobilizarão o seu segmento para que em cada unidade o tema seja
colocado em discussão. A Secretaria de Estado da Educação
mobilizará todos os professores da rede pública estadual, a fim de
que estes trabalhem com os alunos a temática. A Federação dos
Bancários mobilizará as federações de trabalhadores e sindicatos
profissionais. E assim cada instituição fará a sua parte,
buscando alcançar o maior número possível de pessoas.
Os Municípios de Paranaguá, Cascavel e Castro já informaram à
Comissão Organizadora que também estarão realizando programação
semelhante.
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Fórum
do Trabalho Infantil realiza grande festa para 2.000 crianças
Na
sexta feira, dia 18 de outubro, o Fórum de Erradicação do Trabalho
Infantil realizou uma grande festa para crianças carentes, que fazem
parte do PETI – Programa e Erradicação de Trabalho Infantil. A festa
reuniu duas mil crianças na APCEF/PR - Associação de Pessoal da Caixa
Econômica Federal, gentilmente cedida pelo seu Presidente Jesse Krieger.
A FEEB/PR participou ativamente do evento com vários diretores, inclusive
seu Presidente Gladir Basso – veja foto. O Fórum é coordenado pela
Dra. Margareth de Mattos, Procuradora do Ministério Público do Trabalho.
O representante da FEEB/PR é o Diretor Venilton Nicocelli, que foi o
coordenador da parte gastronômica da festa, onde foram servidos 400 Kg de
lingüiça com pão, além de refrigerantes, pipoca, algodão, etc. Foram
realizadas várias brincadeiras, coordenadas pelo Sesc e Secretaria da
Criança. Atuaram também, além dos funcionários da APCEF, FEEB,
companheiros da FETRAPARANÁ, FETRACONSPAR e FTIA, representando
juntamente com a FEEB, a CFT/PR.
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Outras
entidades se fizeram presentes, entre as quais destacamos a OAB, Câmara
de Vereadores de Curitiba, a qual concedeu Título de Louvor ao trabalho
de Dra. Margareth e do Fórum. Na opinião de Venilton, o evento atingiu
os objetivos que foram a integração entre as crianças e comemoração
do mês da criança. Salientamos que são muitas as atividades do Fórum,
as reuniões são mensais e tem trabalho para qualquer voluntário. Veja
flagrante das crianças na Associação.
O
que é o Fórum
O Fórum é um
espaço de articulação social de entidades governamentais e não-governamentais
que tem como objetivo produzir reflexões, mobilizar a sociedade e
articular ações para a defesa, proposição e controle das políticas públicas,
programas e projetos sociais em torno da temática da erradicação do
trabalho infantil e da regularização do trabalho do adolescente.
Objetivos
do Fórum
-
Lutar
pela erradicação do trabalho infantil e regularização do trabalho
adolescente.
-
Contribuir
para implementação de políticas públicas que impeçam o ingresso
no mercado de trabalho de qualquer adolescente que não tenha concluído
o ensino fundamental.
Coordenação
Colegiada
O Fórum é composto por uma Coordenação Colegiada a quem cabe:
-
definir,
articular e monitorar diretrizes de atuação
-
representar
oficialmente o Fórum
-
convocar
e coordenar reuniões
-
estabelecer
apoios e parcerias
-
registrar
e divulgar decisões
Estratégias
de atuação
-
Sensibilizar,
mobilizar e articular diferentes setores sociais para a erradicação
do trabalho infantil e proteção do adolescente no trabalho
-
Formular
e apresentar propostas e subsídios para as políticas públicas,
programas e projetos sociais que contribuam, direta ou indiretamente,
com a causa, como o PETI – Programa de Erradicação do Trabalho
Infantil – e outros
-
Elaborar
estratégias coletivas de intervenção da sociedade civil organizada
nos espaços de formulação e controle das políticas públicas
relacionadas ao tema
-
Denunciar
situações de abuso da mão-de-obra infanto-juvenil em condições
ilegais e inaceitáveis, encaminha-las aos órgãos competentes e
acompanhar a apuração e solução das mesmas pelos responsáveis
-
Promover,
assessorar e/ou apoiar ações de formação, estudo, pesquisa, diagnóstico
e avaliação
-
Estabelecer
um elo de permanente articulação com o Fórum Nacional de Prevenção
e Erradicação do Trabalho Infantil e demais organismos afins.
O
que diz o ECA -
Estatuto da Criança e do Adolescente
-
É
dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público
assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos
referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao
esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade,
ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.”(Art.
4)
-
É
proibido qualquer trabalho a menores de dezesseis anos de idade, a não
ser como aprendiz.” (Art. 60)
-
“A
formação técnico-profissional obedecerá aos princípios da
garantia de acesso obrigatória à educação e da atividade compatível
com o desenvolvimento do adolescente.” (Art. 63)
-
“Ao
adolescente empregado, aprendiz, em regime familiar de trabalho, aluno
de escola técnica, assistido em entidade governamental ou não-governamental,
é vedado trabalho noturno, perigoso, insalubre ou penoso, realizado
em locais prejudiciais a sua formação e ao seu desenvolvimento (físico,
psíquico, moral e social) e realizado em horários e locais que não
permitam a freqüência na escola.”(Art. 67)
-
O
adolescente tem direito à profissionalização e à proteção no
trabalho, observados os aspectos de respeito à condição de pessoa
em desenvolvimento e capacitação profissional adequada ao mercado de
trabalho. (Art. 69)
Conseqüências
do Trabalho Precoce
-
Baixa
escolaridade
-
Fracasso
ou evasão escolar
-
Falta
de perspectivas futuras pela ausência de qualificação profissional
-
Psicológicas
-
Debilidades
físicas
-
Deformações
corporais
-
Exposição
a acidentes e doenças ocupacionais
Organizações
que participam do Fórum
-
Associação
de Educação Familiar e Social do Paraná
-
Câmara
Municipal de Curitiba
-
Central
Única dos Trabalhadores
-
CODAPAR
(Cia. Desenvolvimento do Paraná)
-
Conselho
Estadual de Assistência Social
-
Conselho
Estadual de Direitos da Criança e do Adolescente
-
Delegacia
Regional do Trabalho
-
EMATER
- Empresa Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural
-
CFT
– Coordenação Federativa de Trabalhadores do Estado do Paraná
-
Federação
da Agricultura do Estado do Paraná
-
FEEB-PR
– Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários no
Estado do Paraná
-
FETEC
- Federação dos Empregados em Empresas de Crédito do Paraná –
FETEC
-
FETAEP
– Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Paraná
-
Força
Sindical
-
Fundacentro
-
IPARDES
– Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social
-
Ministério
Público do Trabalho
-
Sindicato
dos Empregados em Escritórios das Empresas de Transportes de Curitiba
-
Ordem
dos Advogados do Brasil
-
Pastoral
da Criança
-
Secretaria
de Estado da Criança e Assuntos da Família
-
Secretaria
de Estado da Educação
-
Secretaria
de Estado do Emprego e Relações do Trabalho
-
Secretaria
de Estado da Saúde
-
Secretaria
de Estado do Trabalho e da Ação Social
-
SENAC/PR
-
SENAI/PR
-
SENAR/PR
-
SESC/PR
-
SINPROPAR
- Sindicato dos Professores no Estado do Paraná
-
Universidade
Federal do Paraná
-
Universidade
Livre do Trabalho
-
Tribunal
de Justiça do Estado do Paraná – Assessoria de Apoio aos Juizados
da Infância e da Juventude
O
que fazer
-
Procurar
instituições próximas que possam auxiliar
-
Lutar
para a implantação de programas de erradicação
-
Denunciar
casos de exploração da mão-de-obra infantil
-
Participar
do Fórum de Erradicação
Como
participar
-
Reuniões
Primeira segunda-feira do mês, das 14 às 16h.
-
Telefones
para contato
> Ministério Público do Trabalho – 322 6313
> Ordem
dos Advogados do Brasil – 362 5754
> Ciranda
– Central de Notícias dos Direitos da Infância e Adolescência –
224 3925
> Universidade
Livre do Trabalho – 323 4078
-
Denuncie
o trabalho infantil
(41) 322.6313
0800 41 01 41
codin9@prt9.mpt.gov.br
Participe!
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Apoio
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