Campanha Contra o Câncer de Mama (Auto Exame) (clique)
1º número do Boletim Eletrônico - Saúde Mulher (clique)
Com
a palavra, a dra. Regeane Trabulsi Cronfli, médica formada pela Faculdade
de Medicina da USP, especialista em Endocrinologia e Metabologia É um total contra-senso o fato de que, num mundo
em que cerca de 16 a 40% das pessoas em geral sofrem de insônia, haja
aquelas que, iludidas pelos valores da sociedade industrial, esforçam-se
por reduzir o número de horas de sono diário, acreditando em que um
corpo "treinado" a dormir menos possa, com isso, ampliar o número
de "horas úteis" do dia, mantendo o mesmo desempenho. Pura ilusão
ou, mais provavelmente, uma boa dose de ignorância da importância que o
sono tem no funcionamento de nosso corpo e da nossa mente. Dormir não é apenas uma necessidade de descanso
mental e físico: durante o sono ocorrem vários processos metabólicos
que podem afetar o equilíbrio de todo o organismo a curto, médio e,
mesmo, a longo prazo. Estudos provam que quem dorme menos do que o necessário
tem menor vigor físico, envelhece mais precocemente, está mais propenso
a infecções, à obesidade, à hipertensão e ao diabetes. Alguns
fatos comprovados por pesquisas podem nos dar uma idéia da importância
que tem o sono no nosso desempenho físico e mental. Por exemplo, num
estudo realizado pela Universidade de Stanford, EUA, indivíduos que não
dormiam há 19 horas foram submetidos a testes de atenção. Constatou-se
que eles cometeram mais erros do que pessoas com 0,8 g de álcool no
sangue - quantidade equivalente a três doses de uísque. Tomografias computadorizadas do cérebro de
jovens privados de sono mostram redução do metabolismo nas regiões
frontais (responsáveis pela capacidade de planejar e de executar tarefas)
e no cerebelo (responsável pela coordenação motora). Esse processo leva
a dificuldades na capacidade de acumular conhecimento e alterações do
humor, comprometendo a criatividade, a atenção, a memória e o equilíbrio. O sono e os hormônios
A longo prazo, a privação do sono pode
comprometer seriamente a saúde, uma vez que é durante o sono que são
produzidos alguns hormônios que desempenham papéis vitais no
funcionamento de nosso organismo. Por exemplo, o pico de produção do
hormônio do crescimento (também conhecido como GH) ocorre durante a
primeira fase do sono profundo, aproximadamente meia hora após uma pessoa
dormir (veja quadro abaixo). Qual
o papel do GH? Entre outras funções, ele ajuda a manter o tônus
muscular, evita o acúmulo de gordura, melhora o desempenho físico e
combate a osteoporose. Estudos provam que pessoas que dormem pouco reduzem
o tempo de sono profundo e, em conseqüência, a fabricação do hormônio
do crescimento. A leptina,
hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade, também é
secretada durante o sono. Pessoas que permanecem acordadas por períodos
superiores ao recomendado produzem menores quantidades de leptina. Resultado: o corpo sente
necessidade de ingerir maiores quantidades de carboidratos. Com a redução das horas de sono, a
probabilidade de desenvolver diabetes também aumenta. A falta de sono
inibe a produção de insulina
(hormônio que retira o açúcar do sangue) pelo pâncreas, além de
elevar a quantidade de cortisol, o hormônio do
estresse, que tem efeitos contrários aos da insulina, fazendo com que se
eleve a taxa de glicose (açúcar) no sangue, o que pode levar a um estado
pré- diabético ou, mesmo, ao diabetes propriamente dito. Num estudo,
homens que dormiram apenas quatro horas por noite, durante uma semana,
passaram a apresentar intolerância à glicose (estado pré- diabético). Mas qual é a quantidade ideal de horas de sono?
Embora seja uma característica individual, a média da população adulta
necessita de 7 a 8 horas de sono diárias. Falando em crianças, é
especialmente importante que seja respeitado um período de 9 a 11 horas
de sono, uma vez que, quando elas não dormem o suficiente, ficam irritadiças,
além de terem comprometimento de seu crescimento (devido ao
comprometimento da liberação do hormônio do crescimento), do
aprendizado e da concentração. É na escola que os primeiros sintomas da falta
de sono são percebidos. O desempenho cai e a criança pode até ser
equivocadamente diagnosticada como hiperativa, em função da
irritabilidade e de sua dificuldade de concentração, conseqüentes da
falta do sono necessário. É no sono REM (veja o quadro abaixo), quando
acontecem os sonhos, que as coisas que foram aprendidas durante o dia são
processadas e armazenadas. Se alguém, adulto ou criança, dorme menos que
o necessário, sua memória de curto prazo não é adequadamente
processada e a pessoa não consegue transformar em conhecimento aquilo que
foi aprendido. Em outras palavras: se alguém - adulto ou criança - não
dorme o tempo necessário, tem muita dificuldade para aprender coisas
novas. Saiba
o que acontece em cada fase do sono
Riscos
provocados pela falta de sono em curto prazo:
cansaço e sonolência durante o dia, irritabilidade, alterações
repentinas de humor, perda da memória de fatos recentes, comprometimento
da criatividade, redução da capacidade de planejar e executar, lentidão
do raciocínio, desatenção e dificuldade de concentração. Riscos
provocados pela falta de sono em longo prazo:
falta de vigor físico, envelhecimento precoce, diminuição do tônus
muscular, comprometimento do sistema imunológico, tendência a
desenvolver obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e
gastro-intestinais e perda crônica da memória. Fonte: Árvore do Bem |
| Controle-se
para não explodir com pequenas coisas
O
seu chefe cobrando, o telefone que não pára de tocar e, na saída do
trabalho, o trânsito que não se move. Há momentos durante o dia em que
dá vontade de desaparecer. Como isso não é possível, a saída é
tentar fazer algumas mudanças para deixar sua rotina menos insuportável
e encará-la com tranqülidade. O
melhor mesmo é tentar evitar situações que você já sabe que serão
estressantes, mas se for impossível se livrar delas, o jeito é
desenvolver técnicas para passar por cima do caos sem se desgastar muito
e, se não conseguir, maneiras de se acalmar - mesmo que seja no trabalho,
discretamente. Pequenas
modificações no modo como você se programa, nas expectativas que tem em
relação às pessoas e a projetos podem ser a saída para não chegar a
ponto de explodir. Que tal deixar o carro em casa alguns dias e pegar um
taxi ou um ônibus? Ou mesmo prestar mais atenção na sua respiração e
tentar inspirar e expirar mais profundamente? Pequenas coisas que te
irritavam vão começar a parecer menos ruins. |
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TPM
Qual de nós, mulheres, nunca
sentiu uma irritabilidade forte, acompanhada às vezes de dores nas mamas e que
subitamente desaparece quando menstruamos?
Se a resposta foi positiva, muito bem, você já experimentou alguns dos
sintomas de TPM -Tensão Pré Menstrual.
Se nunca sentiu isso, é bom saber que a TPM tem mais de 100 sintomas definidos.
Mas afinal, TPM é doença ou "frescura de mulher"?
TPM é uma síndrome clínica definida como um conjunto de sinais e sintomas físicos
e psicológicos que aparecem no período pré-menstrual, alterando o
comportamento da mulher e que desaparece ou diminui durante a menstruação.
Mulheres submetidas a histerectomia (retirada cirúrgica do útero) também
podem desenvolver a TPM.
Não foi estabelecida uma causa para esse distúrbio, acreditando-se, porém que
haja envolvimento hormonal, e alterações no sistema nervoso central.
É fato que a TPM está diretamente envolvida com a atividade cíclica dos ovários.
O diagnóstico é fundamentalmente clínico, ou seja, não existe um exame específico
que se faça para saber se a mulher tem TPM ou não. É necessário afastar
outras doenças que simulem a TPM, como por exemplo, alterações psicológicas
e psiquiátricas, distúrbios endócrinos, neurológicos ou gastrintestinais e
fadiga crônica.
Os sintomas são divididos entre físicos e psicológicos e entre os mais comuns
podemos destacar:
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Acne, |
- Agressividade, |
Não existe um tratamento específico
e definitivo.O passo inicial é a compreensão dos sintomas por parte da mulher
e seus familiares, pois a TPM é uma patologia endócrina ginecológica de causa
não definida e não da "cabeça da mulher".
A prática de esporte regular, diminuição da ingestão de sal, açúcar
refinado e gordura animal neste período parece melhorarem os sintomas. Dentre
as medicações mais utilizadas podemos destacar o uso de antiinflamatórios,
diuréticos, vitaminas B6 e E, e mais recentemente óleo de prímula.
Pode-se recorrer a terapias alternativas como massoterapia, florais, acupuntura,
aromaterapia e cromoterapia.
É importante ressaltar que a TPM é uma ocorrência comum na vida da mulher.
Mas a partir do momento que começa a existir uma alteração importante na
qualidade de vida por este motivo, deve-se procurar ajuda médica especializada.
Dra. Maria Beatriz Piraí de Oliveira é Médica Ginecologista e Obstetra.
Para enviar sua mensagem para Beatriz de Oliveira, escreva para dra.bia@saudenainternet.com.br.
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Alongamento para compensar o salto alto
Se você usa saltos altos, quer porque adora, quer por necessidade profissional, saiba que seu uso constante tensiona a musculatura dos pés e dos tornozelos e sobrecarrega a região dos dedos, que recebe todo o peso do corpo.
Se você deseja proteger seus pés de lesões musculares, veja a seguir os exercícios de alongamento e relaxamento que sugerimos e faça-os diariamente. Seus pés vão agradecer imensamente...
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Alongamento |
Fortalecimento |
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1.
Enrole uma toalha de rosto, bem apertada, e pressione a ponta dos dedos
sobre ela, deixando o calcanhar fixo no chão. Permaneça nessa posição
por quinze segundos e relaxe. Repita três vezes com cada pé. |
2.
Dobre a toalha, coloque-a no chão e apóie a extremidade do dorso dos pés
sobre ela. Fique nessa posição por quinze segundos e relaxe. Troque o pé
e repita a seqüência. Faça três vezes com cada pé. |
3.
Apóie o pé sobre a toalha dobrada no chão e, com os dedos, desloque-a
para a frente e para trás. Não levante a sola do pé do chão. Faça três
séries de quinze vezes com cada pé. |
4.
Sentada com a mão sobre o joelho, pressione-o para baixo enquanto levanta
o calcanhar do chão. Faça três séries de quinze vezes com cada perna. |
Fonte/Autor: Redação do Saúde Informações
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O risco de infarto nas Mulheres
Fonte: www.saudevida.online.com.br |