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 1º número do Boletim Eletrônico - Saúde Mulher (clique)   

Dormir Bem

por dra. Regeane Trabulsi Cronfli
Conselhos para dormir melhor
  • À noite, procure comer somente alimentos de fácil digestão e não exagerar nas quantidades
  • Evite tomar café, chás com cafeína (como chá-preto e chá-mate) e refrigerantes derivados da cola, pois todos são estimulantes ("despertam")
  • Evite dormir com a TV ligada, uma vez que isso impede que você chegue à fase de sono profundo
  • Apague todas as luzes, inclusive a do abajur, do corredor e do banheiro
  • Vede bem as janelas para não ser acordado(a) pela luz da manhã
  • Não leve livros estimulantes nem trabalho para a cama
  • Procure usar colchões confortáveis e silenciosos
  • Tire da cabeceira o telefone celular e relógios
  • Tome um banho quente, de preferência na banheira, para ajudar a relaxar, antes de ir dormir
  • Procure seguir uma rotina à hora de dormir, isso ajuda a induzir o sono

Com a palavra, a dra. Regeane Trabulsi Cronfli, médica formada pela Faculdade de Medicina da USP, especialista em Endocrinologia e Metabologia

É um total contra-senso o fato de que, num mundo em que cerca de 16 a 40% das pessoas em geral sofrem de insônia, haja aquelas que, iludidas pelos valores da sociedade industrial, esforçam-se por reduzir o número de horas de sono diário, acreditando em que um corpo "treinado" a dormir menos possa, com isso, ampliar o número de "horas úteis" do dia, mantendo o mesmo desempenho. Pura ilusão ou, mais provavelmente, uma boa dose de ignorância da importância que o sono tem no funcionamento de nosso corpo e da nossa mente.

Dormir não é apenas uma necessidade de descanso mental e físico: durante o sono ocorrem vários processos metabólicos que podem afetar o equilíbrio de todo o organismo a curto, médio e, mesmo, a longo prazo. Estudos provam que quem dorme menos do que o necessário tem menor vigor físico, envelhece mais precocemente, está mais propenso a infecções, à obesidade, à hipertensão e ao diabetes.

Alguns fatos comprovados por pesquisas podem nos dar uma idéia da importância que tem o sono no nosso desempenho físico e mental. Por exemplo, num estudo realizado pela Universidade de Stanford, EUA, indivíduos que não dormiam há 19 horas foram submetidos a testes de atenção. Constatou-se que eles cometeram mais erros do que pessoas com 0,8 g de álcool no sangue - quantidade equivalente a três doses de uísque.

Tomografias computadorizadas do cérebro de jovens privados de sono mostram redução do metabolismo nas regiões frontais (responsáveis pela capacidade de planejar e de executar tarefas) e no cerebelo (responsável pela coordenação motora). Esse processo leva a dificuldades na capacidade de acumular conhecimento e alterações do humor, comprometendo a criatividade, a atenção, a memória e o equilíbrio.

O sono e os hormônios

A longo prazo, a privação do sono pode comprometer seriamente a saúde, uma vez que é durante o sono que são produzidos alguns hormônios que desempenham papéis vitais no funcionamento de nosso organismo. Por exemplo, o pico de produção do hormônio do crescimento (também conhecido como GH) ocorre durante a primeira fase do sono profundo, aproximadamente meia hora após uma pessoa dormir (veja quadro abaixo).

Qual o papel do GH? Entre outras funções, ele ajuda a manter o tônus muscular, evita o acúmulo de gordura, melhora o desempenho físico e combate a osteoporose. Estudos provam que pessoas que dormem pouco reduzem o tempo de sono profundo e, em conseqüência, a fabricação do hormônio do crescimento.

A leptina, hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade, também é secretada durante o sono. Pessoas que permanecem acordadas por períodos superiores ao recomendado produzem menores quantidades de leptina. Resultado: o corpo sente necessidade de ingerir maiores quantidades de carboidratos.

Com a redução das horas de sono, a probabilidade de desenvolver diabetes também aumenta. A falta de sono inibe a produção de insulina (hormônio que retira o açúcar do sangue) pelo pâncreas, além de elevar a quantidade de cortisol, o hormônio do estresse, que tem efeitos contrários aos da insulina, fazendo com que se eleve a taxa de glicose (açúcar) no sangue, o que pode levar a um estado pré- diabético ou, mesmo, ao diabetes propriamente dito. Num estudo, homens que dormiram apenas quatro horas por noite, durante uma semana, passaram a apresentar intolerância à glicose (estado pré- diabético).

Mas qual é a quantidade ideal de horas de sono? Embora seja uma característica individual, a média da população adulta necessita de 7 a 8 horas de sono diárias. Falando em crianças, é especialmente importante que seja respeitado um período de 9 a 11 horas de sono, uma vez que, quando elas não dormem o suficiente, ficam irritadiças, além de terem comprometimento de seu crescimento (devido ao comprometimento da liberação do hormônio do crescimento), do aprendizado e da concentração.

É na escola que os primeiros sintomas da falta de sono são percebidos. O desempenho cai e a criança pode até ser equivocadamente diagnosticada como hiperativa, em função da irritabilidade e de sua dificuldade de concentração, conseqüentes da falta do sono necessário.

É no sono REM (veja o quadro abaixo), quando acontecem os sonhos, que as coisas que foram aprendidas durante o dia são processadas e armazenadas. Se alguém, adulto ou criança, dorme menos que o necessário, sua memória de curto prazo não é adequadamente processada e a pessoa não consegue transformar em conhecimento aquilo que foi aprendido. Em outras palavras: se alguém - adulto ou criança - não dorme o tempo necessário, tem muita dificuldade para aprender coisas novas.

Saiba o que acontece em cada fase do sono

Fase 1
(sonolência)
Melatonina é liberada, induzindo o sono
Fase 2
(sono leve)
Diminuem os ritmos cardíaco e respiratório, relaxam-se os músculos e cai a temperatura corporal
Fases 3 e 4 Pico de liberação do GH e da leptina; cortisol começa (sono profundo)  a ser liberado até atingir seu pico, no início da manhã
Sono REM Sigla em inglês para movimento rápido dos olhos, é o pico da atividade cerebral, quando ocorrem os sonhos. O relaxamento muscular atinge o máximo, voltam a aumentar as freqüências cardíacas e respiratória

Riscos provocados pela falta de sono em curto prazo: cansaço e sonolência durante o dia, irritabilidade, alterações repentinas de humor, perda da memória de fatos recentes, comprometimento da criatividade, redução da capacidade de planejar e executar, lentidão do raciocínio, desatenção e dificuldade de concentração.

Riscos provocados pela falta de sono em longo prazo: falta de vigor físico, envelhecimento precoce, diminuição do tônus muscular, comprometimento do sistema imunológico, tendência a desenvolver obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e gastro-intestinais e perda crônica da memória.

Fonte: Árvore do Bem

  
Controle-se para não explodir com pequenas coisas

O seu chefe cobrando, o telefone que não pára de tocar e, na saída do trabalho, o trânsito que não se move. Há momentos durante o dia em que dá vontade de desaparecer. Como isso não é possível, a saída é tentar fazer algumas mudanças para deixar sua rotina menos insuportável e encará-la com tranqülidade.

O melhor mesmo é tentar evitar situações que você já sabe que serão estressantes, mas se for impossível se livrar delas, o jeito é desenvolver técnicas para passar por cima do caos sem se desgastar muito e, se não conseguir, maneiras de se acalmar - mesmo que seja no trabalho, discretamente.

Pequenas modificações no modo como você se programa, nas expectativas que tem em relação às pessoas e a projetos podem ser a saída para não chegar a ponto de explodir. Que tal deixar o carro em casa alguns dias e pegar um taxi ou um ônibus? Ou mesmo prestar mais atenção na sua respiração e tentar inspirar e expirar mais profundamente? Pequenas coisas que te irritavam vão começar a parecer menos ruins.
Fonte: Redação Terra

Mais que uma simples cólica

Todo mês, desejada ou não, a menstruação vem. Agora, imagine: primeiro vêm às cólicas e todo o desconforto provocado pela TPM. Depois, chegam as dores durante o período menstrual. É justo tanto sofrimento? Definitivamente não, mas esse pode ser um sinal de endometriose, uma doença de nome complicado, mas de fácil tratamento. No entanto, nem sempre o problema é tão nítido e, sem os sintomas, só se descobre que o distúrbio existe porque engravidar se torna uma tarefa difícil. Mas não impossível: a medicina já conta com métodos capazes de contornar a situação.

O endométrio nada mais é que uma camada fofa que prepara o útero para receber um bebê e que descama se não há gravidez. Essa descamação é o que provoca a menstruação. "A endometriose ocorre quando o endométrio está localizado fora do útero, ocasionando pequenas feridas, nódulos e, em alguns casos, cistos", explica o ginecologista e chefe da clínica de endometriose da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Dr. Tsutomu Aoki. As causas são diversas e a medicina ainda não descobriu todas. Por isso é que se diz que a endometriose não tem cura, apesar de representar um risco para a saúde da mulher, se tratada corretamente. "A localização do endométrio fora do útero pode se dar por razões genéticas. Mulheres cujas famílias tenham histórico da doença têm sete vezes mais chances de contraí-la. Outro fator muito importante está diretamente ligado ao sistema imunológico. Toda vez em que a mulher menstrua, há o que chamamos de menstruação retrógrada, que é o sangue absorvido pelo próprio corpo. Quando as defesas do organismo não são capazes de absorver esse sangue, passa a existir a doença", revela o ginecologista Francesco Viscomi.

Na maioria dos casos, a dor é o principal sintoma, aparecendo pouco antes, ou durante o período menstrual. "Ela é bastante intensa. Vai aumentando à medida em que os ciclos vão ocorrendo e o ato sexual também é incômodo. Em alguns casos, evacuar pode ser doloroso e o aparecimento de sangue não é incomum. Sangramentos pequenos, fora do ciclo, também indicam a possibilidade de endometriose", garante o ginecologista e especialista em medicina reprodutiva, Dirceu Henrique Pereira. No entanto, nem sempre é assim que a endometriose aparece. Pode acontecer de a  danadinha estar lá, quietinha, e não se pronunciar durante anos. Nesses casos, o problema pode ser descoberto por acaso. "Tirando as visitas regulares, normalmente as mulheres procuram os ginecologistas por sentirem dor ou dificuldade em engravidar. Se a mulher diz que está fazendo sexo regularmente e não consegue ficar grávida, pode ser que ela tenha a doença", especula o Dr. Dirceu. O diagnóstico da endometriose é feito pelo exame de vídeolaparoscopia. "O procedimento em si não é tão complicado, mas requer uma preparação igual à uma cirurgia, pois ele é feito com anestesia geral. É introduzida uma microcâmera por um orifício na barriga da mulher e identificamos o problema. Esta é a única maneira de se afirmar que a mulher está com endometriose", assegura o médico.

Apesar de, tecnicamente não haver cura para a endometriose, não há motivo para pânico: a dor e os sintomas podem ser diminuídos. "O tratamento vai de acordo com o que a mulher apresenta. Normalmente, fazemos um trabalho para aliviar ou reduzir o incômodo, diminuir o tamanho dos nódulos ou cistos, reverter ou limitar a progressão da doença e evitar ou adiar a recorrência do problema. Se a mulher não quiser mais ter filhos, nós bloqueamos a menstruação e está resolvido", explica o Dr. Francesco. Casos em que a evolução da doença é acentuada são resolvidos com uma cirurgia simples e rápida. "O tratamento cirúrgico pode ser feito com laparotomia ou laparoscopia. Nós destruímos os nódulos por coagulação a laser, vaporização de alta freqüência ou bisturi elétrico", esclarece Dr. Tsutomu. O tratamento minimiza os incômodos, mas os sintomas podem voltar. "A maior parte dos sucessos terapêuticos ocorre após uma operação bem planejada, que é o ideal para a retirada da lesão", alerta o médico. Para se ter sucesso, recomenda-se uma dosagem hormonal por pelo menos seis meses para acompanhamento.

O tratamento para as mulheres que querem engravidar é feito de acordo com a evolução da doença. "Pode ser feito com cirurgia ou com hormônios. O mais importante é o planejamento das ações terapêuticas em comum acordo com o desejo do casal em ter filhos", lembra Dr. Dirceu. Pode acontecer, na pior das hipóteses, de a mulher não poder mais engravidar. "Se a lesão atingir os ovários, a chance de a mulher ficar grávida é muito pequena, mas pode ser possível através de técnicas de fertilização assistida ou inseminação artificial", garante o especialista em medicina reprodutiva.

Não se sabe, exatamente, o que pode ser feito para prevenir a endometriose. No entanto, o Dr. Dirceu alerta que alguns alimentos podem ajudar bastante, tanto no tratamento, quanto na prevenção. "O ideal é a ingestão de alimentos poliinsaturados, como o azeite de oliva, gergelim, salmão, atum, frutas e legumes. Todos contêm ômega 3 e essa substância faz com que a mulher sinta menos dor e desenvolva menos edemas", sugere o médico, lembrando que o exame preventivo no ginecologista deve ser feito de seis em seis meses para evitar surpresas ou complicações. O sucesso do tratamento acontece, principalmente, se o diagnóstico for feito de forma rápida.

Fonte: Bolsa de Mulher

Agradecimentos:

Dr. Dirceu Henrique Mendes Pereira – Ginecologista e Especialista em Medicina Reprodutiva
Profert – Clínica de Infertilidade Conjugal
Av. Indianópolis, 395, Moema – São Paulo
Tel.: (11) 5539 1035
www.profert.com.br

Dr. Tsutomu Aoki – Ginecologista e Chefe da clínica de Endoscopia Ginecológica e Endometriose
Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
Rua Doutor Cesário Mota Júnior, 112, Santa Cecília – São Paulo
Tel.: (11) 3224 0122
Tsutomu_aoki@uol.com.br

TPM

Qual de nós, mulheres, nunca sentiu uma irritabilidade forte, acompanhada às vezes de dores nas mamas e que subitamente desaparece quando menstruamos?
Se a resposta foi positiva, muito bem, você já experimentou alguns dos sintomas de TPM -Tensão Pré Menstrual.
Se nunca sentiu isso, é bom saber que a TPM tem mais de 100 sintomas definidos.
Mas afinal, TPM é doença ou "frescura de mulher"?
TPM é uma síndrome clínica definida como um conjunto de sinais e sintomas físicos e psicológicos que aparecem no período pré-menstrual, alterando o comportamento da mulher e que desaparece ou diminui durante a menstruação.
Mulheres submetidas a histerectomia (retirada cirúrgica do útero) também podem desenvolver a TPM.
Não foi estabelecida uma causa para esse distúrbio, acreditando-se, porém que haja envolvimento hormonal, e alterações no sistema nervoso central.
É fato que a TPM está diretamente envolvida com a atividade cíclica dos ovários.
O diagnóstico é fundamentalmente clínico, ou seja, não existe um exame específico que se faça para saber se a mulher tem TPM ou não. É necessário afastar outras doenças que simulem a TPM, como por exemplo, alterações psicológicas e psiquiátricas, distúrbios endócrinos, neurológicos ou gastrintestinais e fadiga crônica.
Os sintomas são divididos entre físicos e psicológicos e entre os mais comuns podemos destacar:

  • Físicos:

- Acne,
- Aumento ou diminuição do apetite,
- Aumento de peso,
- Cansaço,
- Cólicas,
- Diarréia,
- Dor de cabeça,
- Dor na coluna lombar,
- Dor nas mamas,
- Inchaço do abdome,
- Náuseas,
- Palpitações,
- Predileção por certos tipos de alimentos.

  • Psicológicos:

- Agressividade,
- Alteração do desejo sexual e do humor,
- Ansiedade,
- Choro fácil,
- Depressão sensação de baixa estima,
- Dificuldade de concentração com distração
- Diminuição da memória,
- Insônia aumento da sonolência,

Não existe um tratamento específico e definitivo.O passo inicial é a compreensão dos sintomas por parte da mulher e seus familiares, pois a TPM é uma patologia endócrina ginecológica de causa não definida e não da "cabeça da mulher".
A prática de esporte regular, diminuição da ingestão de sal, açúcar refinado e gordura animal neste período parece melhorarem os sintomas. Dentre as medicações mais utilizadas podemos destacar o uso de antiinflamatórios, diuréticos, vitaminas B6 e E, e mais recentemente óleo de prímula.
Pode-se recorrer a terapias alternativas como massoterapia, florais, acupuntura, aromaterapia e cromoterapia.
É importante ressaltar que a TPM é uma ocorrência comum na vida da mulher. Mas a partir do momento que começa a existir uma alteração importante na qualidade de vida por este motivo, deve-se procurar ajuda médica especializada.


Dra. Maria Beatriz Piraí de Oliveira é Médica Ginecologista e Obstetra.
Para enviar sua mensagem para Beatriz de Oliveira, escreva para dra.bia@saudenainternet.com.br.

Anticoncepção de Emergência
O que é AE e para que serve:

A Anticoncepção de Emergência é o uso de pílulas anticoncepcionais combinadas (estrogênios e progestogênios) ou compostas unicamente de progestogênios, com a finalidade de evitar uma gravidez indesejada, após uma relação sexual desprotegida. A AE não é um método novo, mas sim a administração de uma dosagem alta de hormônios, num intervalo curto de tempo (12 horas).
A pílula deve ser tomada, exclusivamente, em situações de emergência como nos casos de violência sexual (inclusive na relação sexual forçada no casamento), após uma relação sexual não-planejada (mais comum em adolescentes) ou se ocorrer uma falha de método anticoncepcional, por exemplo, se a camisinha furar ou escorregar, se o diafragma ou o DIU sair do lugar, entre outros.

Atenção!
Esse é um método eficaz para evitar a gravidez, mas não deve substituir as pílulas anticoncepcionais de uso diário, pois isso implicaria numa proteção menor para a mulher em relação à prevenção da gravidez. Além disso, a pílula AE não protege contra as doenças sexualmente transmissíveis.
Quando deve ser usada:
A Anticoncepção de Emergência  deve ser usada imediatamente depois de uma relação sexual desprotegida; pois, quanto mais rápido for o seu uso, maior será sua eficácia. A primeira dose - obrigatoriamente - deve ser tomada no máximo até 72 horas após a relação e a segunda, 12 horas após a primeira.
Em geral, é comum, que após o uso da AE a menstruação aconteça fora da data prevista, adiantando ou atrasando cerca de três dias. Porém, num percentual menor de casos, esse adiantamento ou atraso pode ser de até 10 dias.
Depois do uso da pílula, é importante que a mulher procure uma orientação médica para que possa iniciar o uso do anticoncepcional de rotina. É importante, também, lembrar que métodos de BARREIRA, especialmente a camisinha masculina ou feminina, são os únicos métodos que oferecem dupla proteção, isto é, evitam as doenças sexualmente transmissíveis e, ao mesmo tempo, a gravidez indesejada.

Fonte: Ministério da Saúde (www.saude.gov.br)

Corrimento
Assim como a menstruação, o corrimento é resultado das alterações hormonais que mudam seu corpo nessa época.
Ter corrimento é normal, mas qualquer alteração é um aviso importante.
Quando o corrimento é normal
É transparente ou esbranquiçado, e pouco viscoso.
Junto com ele você não sente coceira,ardor ou cheiro forte.
Quando o corrimento é anormal
É acinzentado, amarelado ou esverdeado, e com cheiro forte.
Coceira e ardor são sinais de que algo está errado.
A quantidade de corrimento varia de pessoa para pessoa e pode aumentar durante a ovulação.
Ele pode ser um importante aviso, que você tenha de doenças sexualmente transmissíveis (como clamídea, tricominíase ou gonorréia).
Tratamento
Deve ser feito por um ginecologista.
Pomadas aplicadas no local melhoram o corrimento em dois dias.
Já o tratamento das causas (bactérias, fungos ou vírus na região) e de outros sintomas da doença (como a verruga do HPV, que precisa ser cauterizada) pode incomodar bastante.
Fatores que podem alterar o corrimento
- roupa apertada demais
- papel higiênico muito áspero ou perfumado
- tecidos sintéticos
- absorvente usado fora da menstruação
- gripe forte
- sabonete perfumado ou cremoso
- desodorantes íntimos
- sabão em pó e amaciantes de roupa
- uso de chuveirinho com ducha vaginal
- shampoos e condicionadores de cabelo
Tipos de corrimentos mais comuns:
- candidíase
- tricomoníase
- vaginose bacteriana
A qualquer sinal de irregularidade do corrimento procure um ginecologista.
Fonte/Autor: Redação do Saúde Informações

Alongamento para compensar o salto alto

Se você usa saltos altos, quer porque adora, quer por necessidade profissional, saiba que seu uso constante tensiona a musculatura dos pés e dos tornozelos e sobrecarrega a região dos dedos, que recebe todo o peso do corpo.

Se você deseja proteger seus pés de lesões musculares, veja a seguir os exercícios de alongamento e relaxamento que sugerimos e faça-os diariamente. Seus pés vão agradecer imensamente...

Alongamento

Fortalecimento

1. Enrole uma toalha de rosto, bem apertada, e pressione a ponta dos dedos sobre ela, deixando o calcanhar fixo no chão. Permaneça nessa posição por quinze segundos e relaxe. Repita três vezes com cada pé. 2. Dobre a toalha, coloque-a no chão e apóie a extremidade do dorso dos pés sobre ela. Fique nessa posição por quinze segundos e relaxe. Troque o pé e repita a seqüência. Faça três vezes com cada pé. 3. Apóie o pé sobre a toalha dobrada no chão e, com os dedos, desloque-a para a frente e para trás. Não levante a sola do pé do chão. Faça três séries de quinze vezes com cada pé. 4. Sentada com a mão sobre o joelho, pressione-o para baixo enquanto levanta o calcanhar do chão. Faça três séries de quinze vezes com cada perna.

Fonte/Autor: Redação do Saúde Informações

 

O risco de infarto nas Mulheres

Como evitar o Infarto

  • Evite alimentos gordurosos e ricos em colesterol.
  • Para de fumar. O cigarro aumenta a pressão e favorece a formação de placas de ateroma e aumenta a freqüência cardíaca.
  • Se você é fumante e não consegue parar evite as pílulas anticoncepcionais.
  • Use sal com moderação
  • Faça exercícios regularmente, sob orientação médica e após teste de esforço. Lembre-se que caminhar é melhor que correr.
  • Consuma álcool com moderação.
  • Modifique seus hábitos, evitando situações de stress.
  • Depois dos 35 anos ou conforme orientação médica, faça uma dosagem anual de colesterol.
  • Se for diabético, redobre os cuidados com o infarto.
Nas mulheres, o infarto costuma ser mais fatal que nos homens. Os fatores podem ser hormonais, que tornam a parede do músculo cardíaco mais fina necrosando com maior facilidade.
Há algum tempo atrás, infarto era coisa para homem. Mas, as coisas mudaram, e a cada dia que passa o número de mulheres infartadas é cada vez maior. As razões são inúmeras, a primeira delas é o fumo, que aumentou sensivelmente entre o público feminino.
A segunda razão é que nos dias de hoje a mulher participa como o homem na vida profissional competitiva. Além dela ganhar um espaço no mercado de trabalho, também ganhou hipertensão arterial, stress emocional e obesidade.
As pílulas anticoncepcionais, que mexem com todo o sistema circulatório, são outro fator. Quando é associado ao fumo, aumenta em dez vezes a chance da mulher infartar.
O outro motivo está na alimentação que está cada vez mais rica em gordura.

Lúcia Helena Salvetti De Cicco

Fonte: www.saudevida.online.com.br