Acordos trabalhistas complexos somam R$ 1,9 bilhão; bancos e estatais lideram cifras


TST divulgou balanço das conciliações trabalhistas mais complicadas. Bancos e estatais gastaram R$ 210 milhões em acordos (Por Camila Pati) - Foto TST/Divulgação - 

Acordos trabalhistas complexos somam R$ 1,9 bilhão; bancos e estatais lideram cifras Acordos trabalhistas complexos somam R$ 1,9 bilhão; bancos e estatais lideram cifras Acordos trabalhistas complexos somam R$ 1,9 bilhão; bancos e estatais lideram cifras

As conciliações conduzidas pela Justiça do Trabalho movimentaram 1,93 bilhão de reais em 2025, segundo dados do Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal Superior do Trabalho (Cejusc/TST). Esse é o departamento responsável por mediar as negociações complexas, seu papel segundo o TST é “construir consensos e evitar que divergências se transformem em greves ou longos processos judiciais”.

Dentro desse total, os bancos e grandes estatais responderam por 210 milhões de reais, resultado de 742 acordos homologados no âmbito de acordos de cooperação técnica. As negociações envolveram instituições como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco e Santander, além da Petrobras, e concentraram disputas coletivas de maior complexidade no Brasil.

Ao longo do ano, o Cejusc/TST realizou 2.783 audiências, com 812 acordos homologados em audiência e outros 4.696 por petição. Os acordos de cooperação técnica, que incluem os bancos, representaram 11% do valor total conciliado.

Além do impacto financeiro, a atuação do Cejusc, segundo o TST foi decisiva para preservar serviços essenciais. Em 2025, a mediação evitou greves de aeronautas, aeroviários e controladores de tráfego aéreo, garantindo a continuidade dos voos e a segurança da malha aérea, inclusive na virada do ano. A conciliação também teve papel central em casos estruturais, como o acordo de Brumadinho, homologado pelo TST, que estipulou indenizações aos herdeiros das 272 vítimas do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão. (Fonte: Veja Negócios)

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