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Negociações com a Fenaban continuam e proposta apresentada não atende às reivindicações dos bancários


As negociações entre a representação dos bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) continuam nesta terça-feira. Durante a rodada, a Fenaban apresentou uma proposta econômica que prevê reajuste de 2,06% sobre salários e também sobre o Vale-Alimentação (VA), Vale-Refeição (VR), auxílio para teletrabalho, auxílio para pessoas com deficiência (PCD) e auxílio-creche/babá.

A proposta também não altera o cálculo da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e prevê o congelamento do piso da portaria.

Para a representação dos trabalhadores, porém, os números apresentados estão muito abaixo das necessidades da categoria. O reajuste de 2,06% não repõe sequer a inflação acumulada no período, o que representa perda real para os bancários.

Diante disso, a avaliação é de que não há condições de aceitar a proposta apresentada pela Fenaban, uma vez que ela não contempla os anseios da categoria nem garante a recomposição necessária do poder de compra dos trabalhadores.

As negociações seguem em andamento, e a expectativa é de que a Fenaban avance na construção de uma proposta que reconheça a importância dos bancários e atenda de forma mais adequada às reivindicações econômicas da categoria.

A Confederação deixou claro na mesa que os termos apresentados não atendem às reivindicações construídas pela categoria ao longo da Campanha Salarial 2026. A representação da CONTEC insiste na reposição integral da inflação medida pelo INPC e em ganho real nos salários. Depois de sucessivas rodadas de negociação, a cobrança agora é para que a Fenaban reveja os números e apresente uma proposta capaz de permitir avanço concreto nas tratativas.

A proposta foi rejeitada em mesa e as negociações continuam.

As negociações continuam nesta terça-feira, e a expectativa é de que os bancos retornem à mesa com um novo índice. (Fonte: Contec)

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Representantes do Paraná nas negociações